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Primeira edição do festival itinerante Antropofagia Mapping que reune em praça pública projeções visuais (videomapping) e shows de musicaregional durante 2 dias, com 20h de oficina de videomapping, sempre antropofagicamente alimentando-se e reverenciando a história e as personalidades da cultura popular do local. Tudo gratuito, em praça pública.
PRODUTO: FESTIVAL DE VIDEO MAPPINGCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE PRODUTO: SHOWSCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS PRODUTO: OFICINATEMÁTICA EDUCATIVAiii. Artes Plásticas7. Artes visuais em paisagismo cultural com uso de esculturas, pinturas e designCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
Objetivo Geral: O Antropofagia Mapping tem como mote "contar", através da arte digital, a história e a cultura tradicional do local. ATrata-se de um festival de rua, aberto ao público, promovendo acesso livre e irrestrito aos bens culturais ali apresentados, propondo a realização de uma chamada pública para participação dos artistas da Região Norte tanto para compor a programação de shows, quanto para criar as projeções em videomapping e para ocupar as vagas da oficina de Introdução ao videomapping, garantindo nessas seleções o mínimo de 50% de participação de mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negrxs e indígenas, abrindo espaço para a diversidade da nossa produção artística. Objetivos Específicos: Produto: VideomappingRealizar durante 2 noites, projeção mapeada em prédios dos 3 cantos da praça Dom Pedro em Belém, com trabalhos selecionados de artistas que visam reverenciar a história e a cultura amazônica. Serão 4 artistas selecionados para exibir sua arte em videomapping, onde os 3 receberão uma bolsa incentivo no valor de R$2.000,00 (dois mil reais) e o grande vencedor receberá um prêmio de R$4.000,00, num total de R$10.000,00 em prêmios Produto: ShowsProporcionar à população da cidade 02 noites de apresentações musicais gratuitas em praça pública, atingindo um público de cerca de 2.000 pessoas por noite;Realizar 2 shows por noite, sendo que artistas independentes serão selecionados por uma chamada pública para abrir o show do artista convidado da noite. Produto: OficinaPromover 05 (cinco) dias do workshop Laboratório de Videomapping (carga horária total de 20h), de forma gratuita, para 20 jovens estudantes do Ensino médio, técnico ou superior, que possuam experiência e interesse nas artes visuais; assegurando 50% de participação de mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negrxs e indígenas
O projeto tem bases na filosofia antropofágica defendida pela Semana de Arte Moderna de 22, buscando alimentar-se da cultura local para fortalecer ainda mais as nossas raízes. Por isso uma proposta democrática, diversa, inclusiva, que valoriza a cidadania cultural, estabelece critérios para a participação popular ampla, garantindo acesso às minorias, a fim de vermos efetivamente a diversidade cultural brasileira - e nesse caso amazônida - em pauta. Nos 2 dias de Festival, as cores, sons e sensações serão "antropofagicamente" consumidos pela população através das mais diversas manifestações artísticas. O projeto visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, pois se trata de um festival de rua, aberto ao público, promovendo acesso livre e irrestrito aos bens culturais ali apresentados.Também promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística, valorizando os conteúdos locais e nossa potencialidade ao propor a realização de uma chamada pública para participação dos artistas locais tanto para compor a programação de shows de música regional, quanto para criar as projeções em videomapping e para ocupar os espaços de aprendizado no Laboratório de Videomapping, garantindo nessas seleções o mínimo de 50% de participação de mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negrxs e indígenas, abrindo espaço para a diversidade da nossa produção artística. Todos esses artistas e suas produções são riquezas produzidas no Norte do país que merecem ser divulgadas e ainda são relativamente desconhecidas, tanto nos seus aspectos de qualidade artística, mas também no cunho de responsabilidade social que carregam, na tradição e na memória, todo esse conjunto de aspectos que fazem parte da identidade e cultura do país, e cuja preservação atende às diretrizes deste importante instrumento de financiamento dos projetos culturais que é a Lei 8.313/91, sobretudo no que tange ao seu inciso III do artigo 1º da: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Essa proposta também atende amplamente aos incisos IV, VI , VIII e IX da lei supracitada. Assim, valoriza e ajuda a difundir nossas expressões culturais e enfatiza o pluralismo da cultura paraense e do Norte como um todo.
Projeto Pedagógico da Oficina de Introdução ao Videomapping• O projeto irá capacitar 20 estudantes e/ou profissionais para produção em videomapping; • As inscrições para a oficina serão através de formulário do Google, com vagas limitadas• A oficina será ministrada por Fabrício Costa (VJ Lobo), profissional com ampla experiência no ramo;• A oficina acontecerá durante a semana que antecede o Festival;• A capacitação se dará por meio de 05 (cinco) aulas com 4h de duração, oferecidas em espaço fornecido pela UFPA; • Ao todo, a oficina terá 20h de duração;• Os certificados serão fornecidos em parceria com a UFPA;
Garantir a acessibilidade da comunidade como um todo, aos seus eventos e produtos é um dos compromissos desteprojeto, portanto serão adotadas algumas medidas para garantir as questões de acessibilidade, tais como: PRODUTO: FESTIVAL DE MAPPINGMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso à praça, local reservado para cadeirantes;reserva de vaga de estacionamento, além da praça ter pisos táteis. Ofereceremos banheiros adaptados para pessoas com deficiência.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: pisos táteis e monitores auxiliares, hashtag "PraTodoMundoVer" que faz os textos serem adaptados para leitores de telaACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores auxiliares e abafadores para TEA. PRODUTO: SHOWMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso à praça, local reservado para cadeirantes;reserva de vaga de estacionamento, além da praça ter pisos táteis. Ofereceremos banheiros adaptados para pessoas com deficiência.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: pisos táteis e monitores auxiliares, hashtag "PraTodoMundoVer" que faz os textos serem adaptados para leitores de telaACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores auxiliares e abafadores para TEA. PRODUTO: OFICINAMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas de acesso;reserva de vaga para PCDs, além de banheiros adaptados para pessoas com deficiência.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: pisos táteis e monitores auxiliares, hashtag "PraTodoMundoVer" que faz os textos serem adaptados para leitores de telaACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras e legendas descritivasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores auxiliares e abafadores para TEA. Serão contratados profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural, a exemplo da produtora mencionada na ficha técnica que é PCD.
TODA A PROGRAMAÇÃO SERÁ GRATUITA, EM ESPAÇO PÚBLICO E COM CHAMADAS PÚBLICAS QUE BUSQUEM PROMOVER OACESSO IGUALITÁRIO ÀS OPORTUNIDADES CRITÉRIOS DE SELEÇÃO CHAMADA PÚBLICA PARA MOSTRA DE VIDEOMAPPINGMaiores de 18 anos, moradores da Região Norte50% das vagas destinadas a mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negres e indígenasProjeto de exibição deve retratar a cultura tradicional amazônica, sua história e personalidades CRITÉRIOS DE SELEÇÃO CHAMADA PÚBLICA PARA SHOWSMaiores de 18 anos, moradores do ParáBandas ou artistas com trabalhos autorais 50% das vagas destinadas a mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negres e indígenasO trabalho deve dialogar com a cultura amazônica, em estilo regional (guitarrada, carimbó, calypso...) CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA OFICINASer estudante, morador de Belém, maior de 14 anosTer experiência em artes visuais, ainda que amadora50% das vagas destinadas a mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negres e indígenas Com base no art. 30 da IN nº 11/2024 transcrito abaixo será adotada no projeto: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
Fabrício Jesus Leal da Costa (VJ Lobo) - proponente. A gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira é sua competência exclusiva. Atuará no projeto como DIRETOR GERAL E ARTÍSTICO/CURADOR DA MOSTRA DE VIDEOMAPPING/ OFICINEIRO Formado em Cenografia pela Universidade Federal do Pará, músico, produtor cultural, performer, artista visual evjing, há 20 anos no mercado, já trabalhou com grandes nomes da música como: Mônica Salmaso, Trio Manaí, VitorRamil, Boca Livre, Fafá de Belém, entre outros. A 8 anos atuando como VJling criando e recriando formas inusitadasde cenografia virtual por meio da técnica artística de vídeo Mapping.Fabrício foi Diretor de Palco da gravação do CD e DVD do espetáculo Terruá Pará, São Paulo em 2013. O show recebeuo Prêmio de Melhor Projeto Especial, na categoria Música Popular, pela Associação Paulista de Críticos de Artes(APCA). A votação foi feita no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, reunindo 52 críticos, que escolheramos melhores artistas e projetos nas categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular,Música Erudita, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.Foi diretor de Palco do Festival Cultura de Verão de 2001 a 2012, Este festival acontecia em vários pontos da cidadese no interior do estado durante todo o mês de Julho com Música, Teatro e Cinema.Foi Produtor e Diretor de Palco do Festival de Música do Servidor Público do Estado do Pará-SERVIFEST, realizado noTeatro Margarida Schivasappa – CENTUR, durante 2004 a 2008. CARINE ARAUJO - PRODUTORA EXECUTIVA Jornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, Carine Araújo é produtora cultural há 18 anos, e há 14 dirige a Tabuleiro Produções. Premiada duas vezes pela Funarte, atuou no cinema como cineclubista, logo depois assumindo a Diretoria de Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde produziu festivais como o de Atibaia e Bahia Afro Film Festival. Foi responsável pela produção local do premiado filme Pau Brasil, a produção executiva da Mostra Curto Encontro realizada simultaneamente em todos os 13 espaços culturais da FUNCEB, além de produzir os documentários Capela D’ajuda já deu sinal e A vida na Boa Morte, ambos para a TVE, Viva São João e Preservar Igarassu, ambos para o IPHAN, todos eles com finalidade de registro como patrimônio, além de trabalhar no registro de manifestações carnavalescas no interior da Bahia, através da Tabuleiro Produções. Produziu o Festival IN Bahia, patrocinado pela Caixa, os Festivais do Licor e Cachoeira Agosto do Blues, com patrocínio da Bahiatursa, além de produzir diversos eventos pela Bahia e Brasil. Lançou em 2020 seu primeiro livro de poesias Desfile Poético sob a chuva, pela Amazon e premiado pelo BNB e FUNDAJ. Há 2 anos mora em Belém e atua na assessoria de projetos para o Centro de Dança Ana Unger, Muirak Studio, para as ONGs Arte pela Vida, Ná Figueiredo e Xikrin Berê e produz o projeto mensal Acarajazz. BRUNO NERY - CURADOR MUSICAL E PRODUTOR DE PALCO Bruno Nery é bacharel em trombone e mestre em educação musical (PPGMUS) pela UFBA. Com uma trajetória múltipla e ampla, transita com naturalidade pelo universo acadêmico, erudito, popular e docente, unindo performance, etnomusicologia e pesquisa no campo da educação musical. Como educador musical, contribuiu na fundação da REMUSC (rede de ensino musical), atua como coordenador pedagógico e professor. Realizou atividade também na coordenação de núcleo do NEOJIBA, professor do Conservatório de Música Sinfônica de Camaçari-Ba, onde leciona metais e teoria musical. Professor da escola Nota Jazz em Salvador, onde leciona Trombone, Harmonia Funcional e Improvisação. Além de palestrante em diversas instituições culturais. Há 2 anos é trombonista da Amazônia Jazz Band, músico da banda Fruta Quente e das cantoras Lia Sophia, Mel Chaves e criador do projeto Acarajazz que acontece mensalmente em Belém.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.