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O projeto envolve a pesquisa, produção e publicação do livro "Memórias de uma língua que não pôde ser falada", abordando o silenciamento histórico e contemporâneo das línguas indígenas.O livro será ilustrado pela artista indígena Keyla Palikur, cujas criações enriquecerão a narrativa visual. Este esforço visa preservar e promover as línguas indígenas silenciadas, reconhecer as trajetórias de seus falantes e não falantes, além de denunciar o linguicídio e combater preconceitos contra povos e línguas indígenas.
Produto Livro: "Memórias de uma Língua que não pôde ser falada" é uma obra que aborda os diversos tipos de silenciamento das línguas indígenas, destacando o preconceito enfrentado por seus (não) falantes. O livro desvenda as complexas camadas de silenciamento - desde políticas de assimilação e marginalização históricas até as práticas de silenciamentos atuais e cotidianas. Cada parte do livro se dedica a uma língua indígena específica, explorando as nuances e os contextos que levaram aos seus múltiplos silenciamentos. Os relatos pessoais dos falantes indígenas são o cerne desta obra, oferecendo uma perspectiva autêntica, única e, frequentemente, negligenciada. Estes relatos não apenas ilustram as experiências diretas de preconceito e marginalização, mas também evidenciam a resiliência e o desejo de preservar a identidade linguística e cultural. Através de uma abordagem interdisciplinar que integra análises linguísticas, históricas e socioculturais, o livro fornece uma compreensão abrangente das complexidades envolvidas no silenciamento das línguas indígenas. As ilustrações de Keyla Palikur complementam os textos, proporcionando uma representação visual poderosa que reflete a essência dessas línguas e culturas. "Memórias de uma língua que não pôde ser falada" não é apenas um registro acadêmico; é um manifesto que clama pela ação em defesa das línguas indígenas ameaçadas. Ao ecoar a voz dos (não) falantes dessas línguas, o livro busca sensibilizar a sociedade sobre a importância da diversidade linguística e cultural e sobre as consequências devastadoras do linguicídio. Este livro é, assim, uma ferramenta crucial para a preservação do patrimônio cultural imaterial e um passo significativo na luta contra o preconceito e a exclusão de pessoas e povos indígenas.
Objetivo Geral: Resgatar, documentar e preservar as memórias das línguas indígenas silenciadas, promovendo seu reconhecimento e valorização. Isso será alcançado através da pesquisa e produção do livro "Memórias de uma língua que não pôde ser falada", que abordará o silenciamento histórico e contemporâneo dessas línguas, visando contribuir para a preservação das línguas indígenas e de suas memórias como patrimônio imaterial, combater o preconceito contra indígenas falantes e não falantes de línguas indígenas, e denunciar o linguicídio. Objetivos Específicos: Documentação Histórica: Pesquisar, detalhadamente, o histórico de, no mínimo, dez línguas indígenas silenciadas, focando em aspectos como história do povo, silenciamento e linguicídio. Engajamento Comunitário: Estabelecer parcerias com povos e comunidades indígenas para garantir uma representação autêntica e respeitosa em todas as fases do projeto, desde a coleta de relatos até a realização das exposições. Rodas de Conversa: Realizar no mínimo 5 rodas de conversa em comunidades indígenas, envolvendo ao menos 200 participantes, para ampliar a representatividade e diversidade de vozes e perspectivas no projeto. Coleta de Relatos: Reunir pelo menos 20 relatos detalhados de pessoas indígenas sobre o silenciamento de suas línguas, incluindo diferentes idades, regiões e povos, para compor o conteúdo do livro e do site. Produção de Publicações: Desenvolver e publicar o livro "Memórias de uma língua que não pôde ser falada", que compilará as informações coletadas sobre as línguas indígenas, incluindo narrativas pessoais de falantes e não falantes dessas línguas. Criação Artística: Colaborar com a artista indígena Keyla Palikur para ilustrar cada um dos relatos e histórias contidos no livro, proporcionando uma representação visual das línguas e das memórias de seus (não) falantes. Promoção da Conscientização: criar um site para o projeto, que será alimentado com informações da pesquisa e das línguas e com relatos de indígenas sobre o silenciamento linguístico. As informações disponibilizadas no site e o livro serão ferramentas para educar o público sobre a importância das línguas indígenas, a necessidade de preservar seu patrimônio imaterial e a urgência de combater o preconceito e o linguicídio. Fortalecimento da Identidade Cultural: Contribuir para a valorização e reconhecimento das línguas indígenas e de suas comunidades, fortalecendo a identidade cultural dos povos indígenas e promovendo a diversidade linguística.
O projeto "Memórias de uma Língua que Não Pôde Ser Falada" originou-se no âmbito do Programa de Educação Tutorial (PET-Indígena) do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal do Amapá, no qual a proponente atua há 14 anos como docente e há 4 anos como tutora do PET-Indígena. A justificativa para este projeto é profundamente enraizada nas experiências pessoais de indígenas como Maiara Iaparrá Mure (Palikur-Arukwayene), que ilustram as multifacetadas questões do silenciamento linguístico. Maiara compartilhou como sua mãe foi impedida de falar sua língua nativa, um reflexo da opressão e do desrespeito enfrentado pelas línguas indígenas. Além disso, Maiara descreveu o preconceito que ela e outros indígenas enfrentam, seja por não falar fluentemente o português ou por não conhecer sua língua nativa, resultando em um questionamento constante de sua identidade indígena. Este Projeto tem suas raízes em um processo de coleta e documentação de relatos sobre o silenciamento das línguas entre diferentes povos indígena e foi modelado com base na bem-sucedida iniciativa anterior do PET-Indígena, a campanha "Fala Parente! Relatos da covid-19". Entre 21 de maio e 29 de agosto de 2020, durante 100 dias ininterruptos, a campanha compartilhou relatos de parentes indígenas sobre os impactos da COVID-19 em suas comunidades, alcançando uma ampla audiência através da página do Facebook do programa. Esses relatos representavam as experiências dos povos Apalai, Galibi Kalin'a, Galibi-Marworno, Karipuna, Palikur-Arukwayene, Tiriyó, Kaxuyana e Waiãpi, abrangendo 11 aldeias indígenas e cidades como Oiapoque, Macapá, Belém, Brasília, e Saint-Georges-de-l'Oyapock na Guiana Francesa, resultando no livro "Fala Parente! A covid-19 chegou entre nós", que reuniu os 100 relatos e está disponível gratuitamente em https://acervo.socioambiental.org/acervo/livros/fala-parente-covid-19-chegou-entre-nos. Inspirado por essa iniciativa, em 2022, o PET-Indígena lançou uma nova campanha convidando indígenas de todo o Brasil a compartilhar suas experiências de silenciamento linguístico. O objetivo é reunir esses relatos na obra "Memórias de uma língua que não pôde ser falada". Esta coleta de testemunhos é um processo contínuo, e o presente projeto visa dar continuidade a esse movimento. Assim, o projeto "Memórias de uma língua que não pôde ser falada" vai além da documentação; é uma iniciativa de preservação cultural e linguística. O Projeto oferece uma plataforma para que vozes indígenas compartilharem suas histórias de resistência, perda e resiliência diante do silenciamento de suas línguas. Assim, o Projeto emerge como uma resposta crítica e necessária a um contexto histórico e contemporâneo de linguicídio _ a morte sistemática de línguas _ que vai além do genocídio dos povos indígenas. Este fenômeno, profundamente interligado às dinâmicas de poder e colonização, manifesta-se de diversas formas, desde o silenciamento físico até as sutilezas do preconceito cotidiano. Desde o início da colonização, as línguas dos povos originários enfrentam um processo de extermínio e silenciamento. O projeto busca trazer à luz as muitas facetas deste silenciamento, que não se limita à violência física, mas permeia aspectos cotidianos da vida dos povos indígenas: - O receio de falar a língua nativa em espaços urbanos.- O constrangimento em transmitir a língua a filhos em casamentos interculturais.- A negação da legitimidade e valor das línguas originárias.- A ridicularização dos sons e estruturas linguísticas únicas dessas línguas.- A humilhação enfrentada por crianças indígenas ao usar seus nomes tradicionais.- A discriminação por diferenças na pronúncia do português.- A exigência de tradução em contextos acadêmicos, uma prática não exigida para línguas como o inglês.- A substituição da língua originária pelo português, até mesmo em territórios indígenas, para facilitar a comunicação.- O preconceito atrobuído a indivíduos e povos indígenas que não falam uma língua indígena. O projeto "Memórias de uma língua que não pôde ser falada" busca confrontar essas realidades. Através da publicação de livro, além da criação de conteúdo digital. Com isso aspiramos a criar um movimento de valorização e ressurgência dessas línguas, reconhecendo-as como parte integral e vital do patrimônio cultural da humanidade. Este projeto assume uma relevância ainda maior considerando que estamos na Década das Línguas Indígenas, proclamada pela UNESCO, um período dedicado à promoção e preservação dessas línguas. O silenciamento das línguas indígenas ocorre de múltiplas formas. Historicamente, processos de colonização e políticas de assimilação forçada levaram à marginalização e à perda de centenas de línguas indígenas em nosso território. Atualmente, a continuidade dessas práticas, junto a fatores como a globalização e a predominância de línguas majoritárias, como o português, perpetuam esse fenômeno. Além disso, os indígenas enfrentam preconceitos, tanto aqueles que falam suas línguas nativas, frequentemente vistos como inferiores ou atrasados, quanto aqueles que não as falam, muitas vezes tendo sua identidade indígena questionada. O projeto busca enfrentar essas questões reunindo memórias dos próprios indígenas, falantes e não falantes de línguas indígenas. Ao fazer isso, oferece uma perspectiva autêntica e multifacetada sobre o impacto do linguicídio e do silenciamento em suas vidas e culturas. Este enfoque é inédito e de suma importância, pois permite que as vozes indígenas sejam ouvidas diretamente, desafiando narrativas coloniais e estereotipadas. Além disso, ao documentar e publicar essas histórias e memórias em forma de livro e mídia digital, o projeto não só preserva esse patrimônio imaterial, mas também educa e sensibiliza o público mais amplo sobre a riqueza e a importância dessas línguas. Isso contribui para uma maior compreensão e respeito pela diversidade linguística e cultural, e apoia os esforços globais para combater o linguicídio. A Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet (Lei 8313/91), representa um mecanismo fundamental para a viabilização deste projeto, que tem como propósito resgatar, documentar e preservar as memórias das línguas indígenas silenciadas da Amazônia. O financiamento através deste mecanismo é essencial, pois garante os recursos necessários para abordar uma área cultural de extrema relevância, mas frequentemente negligenciada em termos de apoio financeiro e visibilidade. Este projeto enquadra-se nos incisos do Art. 1º da Lei, especificamente nos seguintes pontos: Inciso II: "Promoção e proteção das expressões culturais de grupos étnicos", pois visa salvaguardar e valorizar as línguas indígenas, elementos fundamentais da diversidade cultural brasileira.Inciso III: "Conservação e difusão do patrimônio histórico, artístico e cultural", ao documentar e preservar as memórias das línguas indígenas, contribui para a conservação do patrimônio imaterial indígena.Ademais, o projeto atende a objetivos estratégicos do Art. 3º da Lei, destacando-se: Objetivo IV: "Apoiar e incentivar a valorização e difusão das manifestações culturais", através da publicação de livros e realização de exposições e encontros, promovendo a cultura indígena.Objetivo VII: "Proteger as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras", ao focar nas línguas indígenas, elemento importante para a cultura indígena e a identidade desses povos.Objetivo VIII: "Promover e estimular a formação de recursos humanos para a cultura", envolvendo comunidades indígenas e artistas indígenas. A Lei de Incentivo à Cultura surge, portanto, como uma ferramenta essencial para a realização deste projeto, não só por fornecer os recursos financeiros necessários, mas também por alinhar-se perfeitamente com os objetivos e a natureza da iniciativa.
Estratégias de longo prazo para o Projeto: O projeto incluirá planos para a sua continuidade e expansão após o período inicial de financiamento, buscando parcerias sustentáveis e fontes de financiamento contínuo.Haverá um foco na criação de recursos educacionais duradouros e na formação de uma rede de colaboradores e especialistas que possam continuar a promover os objetivos do projeto no futuro. Avaliação e Monitoramento: Implementação de um sistema de avaliação e monitoramento para medir o impacto e a eficácia do projeto em atingir seus objetivos. Isso incluirá a coleta de feedback dos participantes, análise de dados de visitação e engajamento, e ajustes periódicos com base em resultados. Inclusão Digital e Tecnológica: O projeto utilizará tecnologias digitais para maximizar seu alcance e impacto, incluindo o uso de plataformas de mídia social. Estratégias digitais inclusivas serão empregadas para garantir que pessoas em regiões remotas ou com acesso limitado à tecnologia possam participar e se beneficiar do projeto.
Livro "Memórias de uma língua que não pôde ser falada": Dimensões: 24cm x 30cm.Paginação: 450 páginas, incluindo ilustrações e texto.Papel: Papel couché fosco de 150 g/m² para páginas internas e 300 g/m² para capas.Capa: Capa dura com laminação fosca e detalhes em relevo e verniz UV para realçar as ilustrações.Encadernação: Costurada e colada para maior durabilidade.Tipografia: Fonte Serifada de tamanho 12 para texto principal e Sans Serif tamanho 10 para legendas, visando clareza e legibilidade.Ilustrações: Impressão a cores em alta resolução para as ilustrações.E-book: Formato EPUB3 e PDF, otimizado para acessibilidade. Site do Projeto Estrutura e Design: Design adaptável para todos os dispositivos (desktops, tablets, smartphones).Navegação fácil com um menu claro, incluindo seções como "Sobre o Projeto", "Livros", "Exposição", "Recursos Educativos", "Blog", e "Contato".Cores e imagens que refletem a temática indígena e cultural, com um design moderno que facilita a leitura e a navegação.Imagens de Alta Qualidade: Inclusão de galerias de fotos e ilustrações dos livros e da exposição, otimizadas para carregamento rápido. Acessibilidade: O site seguirá as diretrizes de acessibilidade da web para garantir acessibilidade a usuários com diferentes necessidades.Funcionalidades de Acessibilidade: Opções para ajustar tamanho de texto, contraste e alternância para modo de alto contraste para usuários com baixa visão.Estrutura e marcadores claros para garantir a compatibilidade com leitores de tela. Conteúdo e Funcionalidades: Páginas com informações detalhadas sobre as ações do projeto, o livro, os podcasts, a exposição e biografias dos participantes do projeto.Vídeos, gravações de áudio, e uma versão virtual interativa da exposição.Seção para atualizações regulares, artigos e histórias relacionadas ao projeto.Materiais didáticos e guias de atividade disponíveis para download. SEO e Performance: Utilização de práticas de SEO para melhorar a visibilidade e o ranking nos motores de busca.Otimização do site para carregamento rápido, incluindo compressão de imagens e minificação de CSS e JavaScript. Implementação de SSL/TLS para uma conexão segura e proteção contra ameaças digitais.Botões de compartilhamento e links para perfis de mídia social do projeto.Formulários de Contato e Feedback: Para perguntas, sugestões e interações com o público.
Para assegurar a inclusão e acessibilidade de todos os públicos no projeto "Memórias de uma língua que não pôde ser falada", serão implementadas medidas tanto em termos de acessibilidade física (lançamento do livro) quanto de acessibilidade de conteúdo (obra). Acessibilidade Física: Espaço Físico Acessível: o lançamento do livro será feito no Museu Kuahi dos povos indígenas do Oiapoque (Oiapoque) no Museu Sacaca (Macapá), que são espaços fisicamente acessíveis para facilitar a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida. Rampa de Acessibilidade: Nos locais de lançamento dos livros garantiremos a existência e a manutenção de rampas de acessibilidade, proporcionando acesso fácil e seguro para pessoas com mobilidade reduzida. Posicionamento Acessível das Obras e Materiais: O livro e os materiais informativos serão posicionados em alturas acessíveis, facilitando a visualização por pessoas em cadeiras de rodas. Disponibilidade de Cadeiras e Bancos: Em todos os locais do projeto, incluindo espaços de leitura, haverá cadeiras e bancos disponíveis, visando oferecer conforto, especialmente para idosos, grávidas e pessoas com mobilidade reduzida. Equipe de Orientação Especializada: Contaremos com uma equipe indígena treinada para orientar e auxiliar os participantes durante rodas de conversa e eventos do livro. Acessibilidade de Conteúdo: Guias Impressos Acessíveis: Serão disponibilizados guias impressos com fontes ampliadas, alto contraste e facilitação de leitura para pessoas com baixa visão. Versões Digitais Acessíveis: Além das versões impressas, disponibilizaremos versões digitais do livro acessíveis para download, compatíveis com leitores de tela, garantindo acesso a pessoas com deficiência visual. Informações em Múltiplos Idiomas: As informações do livro serão apresentadas em múltiplos idiomas, incluindo línguas indígenas, respeitando a diversidade linguística da região e dos visitantes. Acessibilidade Visual e Auditiva em Conteúdos Digitais: Para conteúdos digitais e audiovisuais incluiremos legendas e descrições em áudio, assegurando a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual. No lançamento do livro garantiremos intérprete de libras. Será conduzido um monitoramento constante para avaliar a eficácia das medidas de acessibilidade, com ajustes realizados conforme necessário para garantir a inclusão plena de todos os participantes. O compromisso com a acessibilidade física e de conteúdo no projeto visa assegurar que todas as pessoas, independentemente de suas capacidades sensoriais ou físicas, possam participar plenamente das atividades propostas, contribuindo para a construção de uma cultura inclusiva e acessível.
O livro será disponibilizado, gratuitamente, no site do Projeto e em plataformas online. Cópias dos livros serão distribuídas aos participantes e suas comunidades, escolas, museus e Universidades. Isso garante que o acesso não seja limitado por barreiras financeiras. Parcerias para Ampliação de Acesso: Estabelecimento de parcerias com escolas, universidades, ONGs e instituições culturais para promover eventos relacionados ao projeto. Distribuição de materiais promocionais e educativos nas línguas locais e em linguagem acessível para garantir a compreensão por um público diversificado. Promoção e Marketing Inclusivos: Campanhas de marketing digital e tradicional que alcancem diferentes públicos, incluindo comunidades indígenas, acadêmicos, estudantes e o público em geral.Uso de redes sociais e plataformas digitais para divulgação ampla, alcançando públicos que podem não ter acesso fácil a livrarias físicas ou exposições. Eventos de Lançamento e Divulgação: Realização de eventos de lançamento em diversas regiões, incluindo comunidades indígenas, para promover o projeto e engajar diretamente com diferentes públicos.
Atividade da Proponente no Projeto: A proponente desempenhará um papel fundamental no projeto "Memórias de uma língua que não pôde ser falada", atuando principalmente na coordenação e supervisão geral. Suas responsabilidades incluirão: Gerenciamento de Projeto: Supervisão das operações diárias do projeto.Coordenação das equipes envolvidas, incluindo artistas, pesquisadores e colaboradores.Acompanhamento do progresso do projeto e garantia do cumprimento dos prazos. Comunicação e Relações Públicas: Representação do projeto em eventos públicos e mídia.Desenvolvimento de parcerias e colaborações com outras instituições e comunidades indígenas.Articulação com patrocinadores e apoiadores. Monitoramento Financeiro e Administrativo: Supervisão do orçamento do projeto e alocação de recursos.Assegurar a conformidade com as regulamentações legais e requisitos de financiamento. Currículo Resumido dos Principais Participantes: Keyla Palikur (Artista digital): Artista indígena reconhecida por seu trabalho que reflete a cultura e as tradições de seu povo Palikur-Arukwayene.Experiência em ilustração digital e em exposições nacionais. Função no Projeto: Será responsável pela criação da identidade visual do Projeto e de ilustrações digitais para o livro. Suas obras artísticas serão essenciais para visualizar as narrativas e enriquecer o conteúdo cultural do projeto. Luene Karipuna (Comunicadora) Comunicadora indígena, responsável pelos podcasts da COIAB e a coordenação de comunicação da APOIANP. Experiência em cobertura de eventos, roteiro e locução de podcasts, fotografia e social mídia. Possui um histórico de sucesso em campanhas de engajamento comunitário. Função no Projeto: será responsável pelas redes sociais e estratégia de divulgação do projeto. Adonias Guiome Ioiô (Antropólogo) Indígena, Mestre em Antropologia e Doutorando em Antropologia. Experiência com pesquisas sobre língua e cultura indígena, autor do lívro Kayka Aramtem. Função no Projeto: Contribuirá com análises antropológicas e etnográficas. Lenise Felício Batista (Museu Kuahi dos Povos Indígenas do Oiapoque) Indígena, atua no Museu Kuahi dos Povos Indígenas do Oiapoque. Experiência em pesquisa sobre línguas indígenas, cultura e realização de exposições. Função no Projeto: Atuará na seleção dos relatos, garantindo a representação adequada das línguas e culturas indígenas. Rosileide Costa (Ciência da Computação) Especialista na área Acervos e Documentação, tendo atuado no Museu do Índio (RJ) e no Museu Goeldi (Pará). Experiência em documentação linguística, acervo digital, sites e registro audiovisual. Função no Projeto: Responsável por manter o site e recursos digitais do projeto. Patrícia Teixeira (Gerente de Comunicação do Projeto) Jornalista, professora do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá. Experiência na formação de jornalistas e comunicadores, construção de sites, controle de redes sociais e comunicação. Função no Projeto: Gerenciará toda a comunicação do projeto, incluindo a promoção dos livros e a interação com a mídia e o público. Elissandra Barros (Pesquisadora Chefe) Doutora em Linguística com foco em línguas indígenas. Coordenou e colaborou em projetos de documentação linguística em várias comunidades indígenas na Amazônia. Docente do Curso de Licenciatura intercultural Indígena da UNIFAP e Coordenadora do Mestrado em Estudos de Cultura e Política da UNIFAP. Possui publicações acadêmicas focadas em diversidade linguística e revitalização de línguas. Função no Projeto: Como Pesquisadora Chefe, será responsável pela supervisão e orientação das pesquisas linguísticas do projeto. Ccoordenará as atividades de campo, garantindo a coleta de dados linguísticos autênticos e a realização de entrevistas com falantes nativos. Ana Carolina Ferreira Alves (Pesquisadora Colaboradora): Doutora em Linguística com foco em línguas indígenas. Coordenou e colaborou em projetos de documentação linguística em várias comunidades indígenas na Amazônia. Docente do Curso de Licenciatura intercultural Indígena da Universidade Federal do Amazonas. Liderou iniciativas de educação bilingue em escolas indígenas. Função no Projeto: Atuará como Pesquisadora Colaboradora, fornecendo suporte nas atividades de pesquisa e documentação. Sua experiência em educação bilíngue e revitalização linguística será fundamental para desenvolver materiais educacionais associados ao projeto. Carina Almeida (Pesquisadora Colaboradora) Doutora em História Indígena. Desenvolve pesquisas com foco nos povos indígenas da Amazônia. Docente do Curso de Licenciatura intercultural Indígena da Universidade Federal do Amapá e do Mestrado em História da mesma instituição. Função no Projeto: Contribuirá como Pesquisadora Colaboradora, focando na integração dos aspectos históricos e culturais dos povos indígenas no conteúdo do projeto. Ela será responsável por contextualizar as línguas indígenas dentro de um quadro histórico mais amplo, oferecendo uma visão detalhada das dinâmicas culturais e sociais que moldaram o linguicídio e o silenciamento das línguas indígenas em foco.
PROJETO ARQUIVADO.