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O projeto refere-se à publicação do livro infantil "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" com impressão em Braille e à realização de leituras dramatizadas do livro "O Monstrinho Azul da Flor Amarela".
LIVRO: O Monstrinho Azul da Flor Amarela que conta a história de um monstriamigamnho que está ansioso para viver o seu primeiro dia de aula mas que ao chegar à escola feliz com sua flor amarela na cabeça, começa a receber olhares muito estranhos dos outros alunos. Por coincidência todos os outros monstrinhos que estudam naquela escola são iguais e somente ele é diferente! Esse livro trata sobre o bullying de forma lúdica e mostrando a importância da amizade em nossas vidas. CONTAÇÃO DE HISTÓRIA DRAMATIZADA: Nesta leitura dramatizada, o objetivo é envolver o público em uma narrativa que promove inclusão e diversidade, abordando as consequências do bullying e desenvolvendo empatia através das experiências do Monstrinho Azul. A história também destaca a importância da amizade na superação de desafios e promove a mensagem positiva de autoaceitação, celebrando a individualidade. Além de sensibilizar para as questões do bullying, a leitura busca estimular reflexões sobre atitudes em relação às diferenças, encorajando a criação de ambientes escolares mais inclusivos e respeitosos. A transformação positiva do ambiente escolar é ilustrada, e a narrativa visa inspirar o público a refletir sobre seus próprios comportamentos, valorizando a verdadeira amizade construída na aceitação mútua.
O projeto O Monstrinho Azul da Flor Amarela, pretende atingir o público infantil citado de forma global e especialmente o deficiente visual, visando sua inclusão social e cultural. OBJETIVO GERAL - O objetivo geral do projeto "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" vai além da narrativa sobre bullying com monstrinhos coloridos. Buscamos desempenhar um papel crucial na conscientização, prevenção e promoção de ambientes escolares saudáveis, utilizando a linguagem infantil como meio eficaz para transmitir mensagens importantes contribuindo para a inclusão de crianças com e sem deficiência no interior do estado do Pará, assegurando que o acesso à história e à mensagem do livro seja igualmente acessível a todas as crianças, independentemente de suas condições. Assim, nosso propósito abrange não apenas a disseminação de valores essenciais, mas também a promoção de igualdade e inclusão em contextos educacionais, impactando positivamente as comunidades do interior do estado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS GERAIS: - Desenvolvimento da Consciência Infantojuvenil através da narrativa lúdica e cativante a fim de sensibilizar as crianças sobre a importância do respeito, da diversidade e da amizade. - A prevenção do bullying escolar abordando de forma direta e acessível as questões relacionadas a esse problema, fornecendo ferramentas para identificação, prevenção e intervenção. - Acesso inclusivo para crianças com deficiência visual garantindo que o livro seja acessível a crianças com deficiência visual, através da impressão BRAILLE e de outros recursos inclusivos. - Sensibilização de professores e educadores atarvés do livro O Monstrinho Azul da Flor Amarela a partir do momento que ele poderá integrar a lista de materiais de apoio usado por esses educadores, visando integrar a temática do respeito às diferenças nas práticas pedagógicas. - Difusão cultural no interior do Pará através da promoção de leituras dramatizadas relacionadas ao livro em escolas e comunidades do interior do estado, incentivando a participação ativa da população. - Parcerias com instituições locais através da doaçao gratuita de exemplares como uma forma de colaborações com instituições educacionais, organizações de apoio à inclusão e outras entidades locais para ampliar o alcance e impacto do projeto.- Sensibilização da comunidade através do envolvimento das famílias e a comunidade no entendimento dos temas abordados, promovendo uma cultura de respeito e inclusão desde a infância. OBJETIVOS ESPECÍFICOS POR ATIVIDADE A SER REALIZADA: Lançamento do Livro em Braille: Acesso Inclusivo: Garantir que o livro seja acessível a crianças com deficiência visual, por meio da impressão em Braille e de outros recursos inclusivos, promovendo a participação plena dessas crianças na experiência da leitura.Conscientização: Utilizar o lançamento como uma oportunidade para conscientizar a comunidade escolar e local sobre a importância da inclusão, sensibilizando-os para as necessidades específicas das crianças com deficiência visual. Contação de História dramatizada: Desenvolvimento da Consciência Infantojuvenil: Utilizar histórias lúdicas para sensibilizar as crianças sobre o respeito, a diversidade e a amizade, contribuindo para o desenvolvimento consciente das crianças.Empatia e Identificação: Promover a empatia e identificação por meio de personagens e situações que as crianças possam entender, facilitando a compreensão e a reflexão sobre os valores propostos. A leitura dramatizada é uma estratégia envolvente que permite às crianças vivenciarem as emoções e mensagens transmitidas pelo livro de maneira mais impactante. Além disso, essa abordagem facilita a compreensão do conteúdo e estimula a participação ativa dos alunos.
O projeto "O monstrinho azul da flor amarela" se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91 , nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Consideramos ainda que, O projeto se enquadra na Alínea do Art. 3º da Lei 8.313/91, nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; -- DITO ISSO SALIENTAMOS QUE: O projeto "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" no interior do Pará é essencial para suprir a falta de projetos culturais inclusivos para deficientes visuais e abordar o bullying nas escolas, promovendo a inclusão social. Com cerca de 574.823 deficientes visuais no Norte do Brasil, representando 3,6% da população, há uma necessidade urgente de iniciativas como essa. A região Norte exige projetos culturais e educacionais que promovam inclusão e discutam temas relevantes para o desenvolvimento infantil. "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" se destaca por oferecer uma abordagem inclusiva para crianças com diferentes condições visuais, abordando o bullying de maneira lúdica e sensível. A técnica de impressão sensorial, que incorpora texturas, relevos e elementos olfativos, torna o livro acessível e atraente para todos. Isso amplifica a mensagem central de respeito, diversidade e amizade, estimulando a empatia e a compreensão desde a infância. A leitura é crucial para o desenvolvimento infantil, e essa premissa é válida independentemente das necessidades visuais. A interação com o meio é fundamental para o desenvolvimento infantil, aplicando-se igualmente a crianças com deficiência visual. O livro, ao abordar valores como respeito e amizade e ao explorar o universo criativo infantil, pode ser uma ferramenta valiosa para educadores e estudiosos do desenvolvimento infantil, estimulando a criatividade e a imaginação. Com base no censo de 2010, a significativa população de deficientes visuais no Brasil destaca a necessidade de projetos inclusivos como este. A interação entre crianças com e sem deficiência visual promove inclusão social e entendimento mútuo, facilitando a integração através do uso do mesmo livro. Inspirado pelo livro "Adélia Sonhadora", que utiliza elementos sensoriais nas ilustrações, "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" busca enriquecer a experiência de leitura, tornando-a mais envolvente e inclusiva. A singularidade do projeto é sublinhada pela escassez de materiais similares no país, destacando sua inovação e relevância. Superar os desafios logísticos no Norte do Brasil requer apoio financeiro para viabilizar a produção, distribuição gratuita, e realização de oficinas. Esse apoio é essencial para que o projeto alcance as comunidades mais distantes, promovendo uma sociedade mais inclusiva e equitativa. O livro aborda o bullying de maneira educativa e lúdica, utilizando personagens com os quais as crianças possam se identificar, facilitando a compreensão e aceitação do conteúdo. A utilização de monstrinhos coloridos cria uma distância simbólica do problema real, promovendo a empatia e encorajando as crianças a entenderem os sentimentos daqueles que são alvo de bullying. O livro também ensina habilidades sociais, como resolução de conflitos e expressão emocional, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades importantes. Abordar o bullying desde a infância é essencial para a prevenção e conscientização, criando uma cultura escolar positiva. O envolvimento dos pais e educadores no processo de ensino é crucial. Livros infantis são ferramentas educativas importantes, e a criação de uma obra que aborda o bullying visa engajar os adultos na discussão construtiva do tema, promovendo diálogos significativos entre crianças, pais e professores. Dados recentes da Fundação Dorina Nowill para Cegos, obtidos através do Programa Nacional de Apoio à Cultura, indicam que 63% dos entrevistados com deficiência visual gostam de ler, e 48% têm a leitura como um hábito diário. Isso ressalta a importância de materiais de leitura inclusivos que atendam às preferências desses leitores. A inclusão também está presente na criação dos personagens do livro, que será realizada por José, um menino autista talentoso em ilustrações digitais. Com essa oportunidade, seu trabalho poderá alcançar um público maior. "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" contribui para a construção de uma cultura inclusiva, onde a leitura se torna uma prática cotidiana e enriquecedora para todos, independentemente das condições visuais.
OBSERVAÇÃO 01 - É importante salientar que a Coleção Adélia, texto de Lia Zatz, ilustrações de Luise Weiss, design de Wanda Gomes, da editora WG Produto, mereceu vários prêmios de design. Os recursos de impressão utilizados representam inovações relevantes para a população com deficiência e ainda não existem similares conhecidos no mercado nacional ou internacional. Entre eles estão:FIL 2016 – Feira Internacional do Livro de Guadalajara, México – Convidada para Exposição e Mesa de discussão sobre acessibilidade e inclusão – 2016. 26º PRÊMIO FERNANDO PINI – 2016 – Excelência gráfica com o projeto do livro SEGALL (POR)TÁTIL BIENAL BRASILEIRA DE DESIGN 2015 – Selecionada em 1a. e 2a. Curadorias, designer pelo projeto de Coleção Adélia (Adélia Cozinheira, Adélia Esquecida, Adélia Sonhadora) – Florianópolis / SC, maio/2015. FIL 2014 - Feira Internacional do Livro de Guadalajara, México – Convidada para Exposição e Mesa de discussão sobre acessibilidade e inclusão – 2014. 10a. BIENAL BRASILEIRA DE DESIGN GRÁFICO - Coleção Adélia (Adélia Cozinheira, Adélia Esquecida, Adélia Sonhadora). Selecionada por júri composto por 64 pessoas do Brasil e de mais 12 países. 2013 E ainda: JABUTI e BDA - Oikoá (livro infantil) - parceria com a editora Ôzé / Prêmio Bronze Brasil Design Awards - BDA 2022. Finalista no Prêmio Jabuti 2022 / Cat. Ilustração, Felipe Valério e Luise Weiss. OBSERVAÇÃO 02 - Salientamos ainda que o Núcleo Urbano de carajás apesar de fazer parte do município de Parauapebas possui gestão própria por conta da atividade mineradora na área.
LIVRO Especificações técnicas Capa + 20 páginas Papel: Capa – couché 250g/m2 / Miolo - couché 210g/m2 4x4 cores Efeitos táteis: Braille.BR, flocagem, alto relevo e texturas diversas nas ilustrações.Efeito olfativo: 1 efeito especial
1 - Leitura dramatizada: A inclusão de ações de acessibilidade nessa ação é fundamental para garantir que todo público, independentemente de suas necessidades específicas, possam participar plenamente e desfrutar da experiência. Aqui estão algumas ações de acessibilidade previstas para essas açoes de divulgação e apresentaçao do livro "O Monstrinho Azul da Flor Amarela": Interpretação em Libras: Objetivo: Tornar o conteúdo acessível para crianças surdas ou com deficiência auditiva. Justificativa: Garantir que as crianças que dependem de linguagem de sinais ou leitura labial possam compreender a história e participar das atividades. Audiodescrição: Objetivo: Proporcionar uma descrição verbal adicional das cenas, realizada pelos próprios atores onde descrevem gestos e expressões faciais que estão ocorrendo durante a contação de história dramatizada. Justificativa: Auxiliar crianças com deficiência visual a compreenderem melhor o contexto e as emoções transmitidas na performance. Espaços Acessíveis: Objetivo: Garantir que o local da leitura dramatizada seja acessível a pessoas com mobilidade reduzida, proporcionando rampas, espaços adequados e assentos acessíveis. Justificativa: Facilitar a participação de todas as crianças, independentemente de suas habilidades motoras. Ambiente Sensorialmente Amigável: Objetivo: Considerar a sensibilidade sensorial do público, proporcionando um ambiente que minimize estímulos sensoriais excessivos. Justificativa: Isso pode beneficiar pessoas com transtornos sensoriais, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), garantindo que possam desfrutar da leitura dramatizada sem desconforto. Flexibilidade nas Participações: Objetivo: Oferecer opções para que o publico possam participar de maneiras que melhor atendam às suas necessidades individuais. Justificativa: Reconhecer e respeitar as diferentes formas de participação, adaptando a leitura dramatizada, roda de conversa e oficinas de escrita para acomodar as diversas habilidades e preferências do publico. 2 – IMPRESSAO DO LIVRO Adaptação de Materiais Impressos: Objetivo: Disponibilizar materiais em formatos acessíveis com impressão em Braille a dim de garantir que o livro seja acessível, permitindo que crianças com deficiência visual possam participar plenamente da experiência de leitura. Disponibilizaremos também outros recursos inclusivos, como texturas, relevos e elementos olfativos, enriquecendo a experiência sensorial da leitura. Justificativa: Permitir que pessoas com diferentes necessidades visuais tenham acesso igualitário às informações e ilustrações do livro.
Democratização do Livro O projeto "O monstrinho azul da flor amarela" cumpre o Art.30, da IN 11/2024, conforme os itens:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento) -- "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" O projeto "O Monstrinho Azul da Flor Amarela" adota estratégias específicas para democratizar o acesso ao livro, visando atender à população com deficiência visual de forma abrangente e inclusiva. A distribuição dos exemplares considera critérios que garantem a ampla disponibilidade do livro de maneira acessível: Doação para Entidades Paraenses, Amazonenses e Amapaense (80%): 400 exemplares, correspondendo a 80% do total, serão enviados gratuitamente a 10 cidades do Norte do país, preferencialmente à entidades voltadas para a população com deficiência visual. Essa medida busca alcançar diretamente comunidades carentes e marginalizadas, proporcionando acesso à cultura, literatura e comunicação. 10% dos exemplares (50 unidades) será reservada para o patrocinador. para a divulgação gratuita promocional, separaremos 5% para distribuição estratégica, contemplando o Ministério da Cultura (MINC), a imprensa e ações de lançamento. Essa medida visa promover o livro em eventos específicos, alcançando públicos diversos e gerando visibilidade. 5% de exemplares ficarão para a proponente para que possa divulgar seu trabalho em feiras e eventos dentro e fora do país. Ao adotar essas medidas, o projeto assegura que o livro seja acessível não apenas em termos físicos, como o Braille e texturas, mas também do ponto de vista econômico, garantindo que a cultura e o conhecimento proporcionados pela literatura sejam igualmente acessíveis a toda a comunidade, independente de suas condições visuais. Essa abordagem alinha-se com princípios de inclusão, buscando ultrapassar limites e promovendo a equiparação de oportunidades para a população com deficiência visual Democratização das Contação de História dramatizada: 04 Eventos Inclusivos e gratuitos de leitura dramatizada com a presença de intérpretes em todas as atividades, facilitando a participação de pessoas surdas e proporcionando uma experiência inclusiva.
ARTE VIDA - PROPONENTE A Arte Vida, proponente do projeto "O Monstrinho Azul da Flor Amarela", desempenhará um papel crucial em todas as etapas do projeto, garantindo sua execução eficiente e bem-sucedida. A organização iniciará com a pesquisa sobre a população com deficiência visual na região Norte, assegurando que este livro terá relevância inclusiva e será culturalmente acessível. A Arte Vida será responsável por detalhar todas as ações, objetivos e estratégias do projeto, além de participar ativamente no planejamento financeiro e orçamentário para garantir uma gestão eficiente dos recursos para garantir a viabilidade do projeto. Quanto à impressão do livro, a Arte Vida supervisionará o processo de impressão BRAILLE e a produção de recursos sensoriais, garantindo alta qualidade e acessibilidade dos materiais impressos. Durante os eventos de lançamento, a Arte Vida organizará Contação de Histórias dramatizada: em Parauapebas, Curionópolis, Núcleo Urbano de Carajás e Canaã dos Carajás, cidades da região Norte, garantindo eventos inclusivos e gratuitos, além de supervisionar a distribuição gratuita de exemplares e a venda a preços populares durante essas ocasiões. A organização também será responsável por coletar feedbacks e avaliar o impacto do projeto nas comunidades, analisando o alcance das leituras dramatizadas e do livro e ajustando estratégias conforme necessário. No encerramento do projeto, a "Arte Vida" elaborará relatórios detalhados de todas as ações, demonstrando transparência e responsabilidade, prestando contas para patrocinadores e órgãos financiadores. Por fim, coordenará a distribuição final dos exemplares doados para entidades, garantindo que alcancem efetivamente as comunidades necessitadas, e organizará o envio de exemplares para o Ministério da Cultura, imprensa e outras ações. A atuação da "Arte Vida" será fundamental para promover a inclusão cultural e conscientização sobre o bullying na região Norte, assegurando que o acesso à literatura seja equitativo para todas as crianças, independentemente de suas condições visuais. KIKI OLIVER - ESCRITORA Kissy Cristina do Carmo Ferreira Oliveira: Negra, mãe, esposa, escritora, pesquisadora, educadora, gestora pública e artista da dança e do teatro. Pesquisadora na área de questões raciais, cultura popular e da dança inclusiva. Realizo pesquisa in loco através do Grupo de Dança Inclusiva Dádiva, cia que existe desde 2018 e possui 14 bailarinos com deficiências diversas. Produtora Cultural responsável pela pasta de Planejamento Cultural da Secretaria de Cultura de Parauapebas. Participei da XX Bienal do Rio de Janeiro em 2021 onde lancei a coleção Pluralidade composta pelos livros infantis: “De que cor eu sou?”, “Por que eles têm e eu não?” e “Minha Família é Diferente da sua. E agora?“. Ocupo a cadeira de número 21 da Academia Parauapebense de Letras e tenho como patronesse a escritora Carolina Maria de Jesus. Possuo dois novos livros em fase de produção: "Kalu quer voar" e "De repente Negra?". Fiquei em primeiro lugar em toda região Norte na categoria Editorial do MIcBR23, 3ª Edição do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil e fui uma das escritorias convidada para a 26° Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes lançando meu livro Por que eles têm e eu não? ambos eventos em Belém - Pará. Mestranda em Artes da Cena e Mediação Cultural pela Escola Superior de Artes Célia Helena em parceria com o Instituto Itaú Cultural tem ainda formação superior em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Administração Pública pela Universidade Federal do Pará e especializações em Artes, Produção Cultural, Gestão Pública e Ciência da Educação Especial. WANDA GOMES - EDIÇÃO E PRODUÇÃO DO LIVRO Wanda Gomes (Brasil, São Paulo, Garça). Graduação Desenho Industrial, FAAP, 1979. Pós-graduação Design Gráfico, Senac, 2007. Fundação Getúlio Vargas / FGV – Programa de formação em gestão para mulheres brasileiras 10.000 Mulheres - Programa de Educação Continuada – 2013. Design gráfico. Design editorial. Produção Cultural. Consultoria e desenvolvimento em acessibilidade e inclusão. Consultoria e desenvolvimento de projetos inclusivos junto a artistas, empresas, museus, etc e produção independente de livros inclusivos com efeitos diferenciados (Braille.BR®, alto relevo, texturas, aromas). Alguns projetos: Oikoá (livro infantil): Prêmio Bronze Brasil Design Awards - BDA 2022. Finalista no Prêmio Jabuti 2022 Cat. Ilustração, Felipe Valério e Luise Weiss, e outros, Design: Wanda Gomes e Fabio Brazil, Concepção: Luise Weiss e Wanda Gomes, Coordenação Editorial: Wanda Gomes, Editora Ôzé. Semana Inclusiva Sesc Santo André - Ciclo de Formação/2018 - para professores, profissionais da cultura e interessados em geral- concepção e organização/palestrante; Rosa Esteves Exposição - Sesc Santo André 2018 – Produção e consultoria; Rosa Esteves Exposição - Projeto ProacSP - Produção, design e gestão de projeto; Rosa Esteves Exposição - Sesc Pinheiros 2015 - Produção e gestão de projeto; MARP 2016 - Museu de Arte de Ribeirão Preto - Exposição e Catálogo - Produção e Gestão de Projeto do ProaC; Segall portátil – Museu Lasar Segall/AAE, texto: Ferreira Gullar e AAE/MLS, obras: Lasar Segall, design: Wanda Gomes e Fabio Brazil, ilustrações: Daniel Bueno, Sonorização: Felipe Vilasanchez e Edu Cesar/2016. Adélia Cozinheira, Adélia Esquecida e Adélia Sonhadora – texto: Lia Zatz, ilustrações: Luise Weiss, design: Wanda Gomes, Ed: WG Produto, Patrocínio: IBM Brasil, Realização: Ministério da Cultura; Desenvolvimento do sistema de impressão Braille.BR®; Prêmios e Participações: FIL 2013/2014 – Feira Internacional do Livro Guadalajara; 10a.Bienal de Design Gráfico/2013; Bienal Brasileira de Design/2015; FIL 2016 – Feira Internacional do Livro Guadalajara; MICSUL 2014 - Mar del Plata, Argentina / MICSUL 2016 - Bogotá, Colômbia. MICBR 2018 – São Paulo, Brasil / MICBR 2023 – Belém, Pará. ICARO OLIVEIRA - PRODUTOR CULTURAL Formado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Pará, atuou como planejador na Secretaria Municipal de Cultura de Parauapebas até 2022. É proprietário e produtor cultural da Arte Vida, escola de dança e teatro além de integrar equipes de produções externas como o show da cantora Adriana Calcanhoto, o Festival Municipal de Música de Parauapebas e I Festival Folclórico de Parauapebas . Foi bailarino na Cerimônia de encerramento das Olimpíadas Rio 2016 e no Prêmio Brasil - USA, em Orlando USA, em 2018. EDER BARROSO TEIXEIRA - MÍDIA SOCIAIS E REGISTRO Ator, palhaço e fotógrafo atua na cena artística há mais de 20 anos e na fotografia desde 2016. Já atuou como professor de teatro e ator em várias produções e hoje é fotógrafo. Seu trabalho fotográfico tem como foco central captar emoções e momentos que para muitos podem parecer simples mas que através de suas lentes se transformam em obras de arte. ANDREY ARAUJO - ASSESSORIA DE IMPRENSA Jornalista pela Faculdade do Estado do Pará (Estácio-FAP). Atuo como produtor de conteúdo jornalístico, assessor de imprensa/Comunicação e social média. Já foi assessor de comunicação da Prefeitura de Belém, produtor de conteúdo nos portais BT Mais e Roma News, e na Rádio Rauland. Atualmente, trabalha como repórter oficial do SBT Pará, com participação nos jornais nacionais. Além disso, sou coordenador de comunicação do Dança Carajás Festival. DRT/PA- 3258
PROJETO ARQUIVADO.