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Esse é um projeto que almeja gravar e lançar o álbum ARAPUCA um trabalho autoral de música regional que irá circular em 10 municípios no estado do Acre. É um álbum de criação solo que conta sobre uma região dita inexistente, meu lugar de origem e minhas escrevivências enquanto pessoa não-binárie, negra e periférica, trata das diferentes formas que desenvolvi para tirar algo de todo o preconceito entrelaçado na sociedade, minhas produções trazem reflexões sobre a diversidade de pessoas e culturas presentes em Rio Branco, Acre, contando a história daqueles que, como eu, nasceram a beira de um dos maiores Rios do Brasil. Além da gravação e do lançamento do álbum, esse projeto propõe uma oficina de criação de poesia marginal com a distribuição de cartilhas de criação de zines e o processo de formação de público com debates após as apresentações.
Sinópse do Álbum de Música Regional ARAPUCA de MAYA: No Álbum de Música Regional Arapuca Maya compõe e toca músicas autorais de Xote, Forró, Baião, Maracatu e Jongo. É um álbum de investigação e criação em alguns estilos das músicas regionais que transpassam a cultura do nosso pais. Esse álbum passeando por essa multiplicidade de estilos vem para afinar um tendência do artista de se reinventar e assimilar as múltiplas influências num trabalho autoral único e regionalmente potente. As músicas que compõem o show evidenciam em suas letras pautas ambientais, cor, raça, genero e a diversidade que são pertencentes à realidade amazônica. O Album Arapuca, trata-se de um projeto com intençã que abrir e alertar atravez da arte sobre a florestas da Amazônia que esta sendo destruídas aos poucos. A cada verão um pedacinho dela vira cinza e o impacto sobre nossas vidas é devastador, pois nossas águas doces estão cessando aos poucos, o ar está ficando cada dia mais poluído e as nossas terras ficando secas e descobertas pelo fogo que as consomem. Essa poética tão real é o que apresentamos ao nosso público com o intuito de defender essa luta atravez da arte. atravez dessa iniciativa dar oportunidade a artistas em pleno crescimento profissional, fomentando e divulgando a produção musical de novos artistas que estão emergindo no cenário cultural amazônico brasileiro. Alcançando todos os públicos de modo a fortalecer a formação cultural e o senso crítico, com a intenção de impulsionar o conhecimento da música regional de maneira prática e perceptiva. Sinopse da Oficina "poesia que escurece" - slam/poesia falada/zines É uma oficina de escrita marginal a parti de suas escrevivencias com o resuldade de criação de zines a partir da escrita poética marginal das experiências dos participantes das oficinas. Oficina “Poesia que Escurece”, trata- se de uma ação formativa de arte, com foco em jovens moradores de periferias acreanas, que trabalha sua metodologia a partir da escrita criativa, poesia falada, produção de zines, performance, com sua finalização em slam (batalha de poesia), Promovendo o senso crítico através da literatura decolonial de forma que sejam desenvolvidas temáticas sociopolíticas para soluções sustentáveis, sobretudo incentivando a identidade regional, linguística e cultural. A Oficina desenvolve uma metodologia a partir da escrita e performance, com isso é ministrada por 1 oficineiro da área da poesia/escrita criativa, sobretudo do Slam (poetry), e um monitor para facilitação das dinâmicas, contendo assim 2 encontros de duas horas de duração. 1° introdução a poesia marginal (decolonial), que traz a história desse gênero poético moderno, e sua aplicação na realidade; corpo, voz e expressão, a aplicação da linguagem corporal na poesia, e como começar a escrever. 2° produção de zines e técnicas que facilitam no processo criativo e desenvolver da poesia falada. 3° prática da poesia através do Slam (Campeonato de poesia falada), prática, espaço criado para aplicação dos conhecimentos adquiridos. A ação de arte-educação levará acesso a jovens moradores de periferias, logo, que farão sua inscrição por meio de um formulário online disponibilizado nas redes da “Central de Slam” , o qual serão selecionados 20 alunos para um processo formativo, que perpassa por questões de gênero, raça, classe, cor e etnia com interface à poesia, realizada presencialmente no espaço cultural Casarão em Rio Branco – AC, localizada no centro da cidade, findando em um Campeonato de poesia falada (SLAM), com todos os alunos de rio branco e aberto a comunidade, e a exposição dos zines (mini livretos de poesia) produzidos durante os encontros, atingindo em média geral 500 pessoas com evento de finalização, ao qual fará junção com os demais segmentos do hip hop, como: Dj, e graffiti. Cada oficina é composta de um encontro de 4 horas de duração. Oficina gratuita para interessados com mais de 14 anos. Sinopse das Rodas de conversa (vivencia) após as oficinas: Após todas as oficinas será realizada uma roda de conversa sobre o trabalho, onde faremos uma vivencias com dinamicas, e interações para interação social, uma forma de trazer os presentes a se envolverem mais com o produto que estaremos disponibilizando, e assim desperta para o conteudo das oficinas, com o oferecimento de alimentação para aqueles que ficarem, nessa ocasião serão distribuídos também as cartilhas de criação Zine.
Objetivo GeralGravação do Álbum ARAPUCA de MAYA DOURADO e Lançamento do mesmo em 10 Municípios do Estado do Acre Objetivos específicos - Gravação do album ARAPUCA de MAYA DOURADO; -Lançamento gratuito do Álbum ARAPUCA de MAYA DOURADO em 10 Municípios do Estado do Acre na forma de pockets shows; - 10 Oficinas de criação de poesia marginal com a compositora e intérprete do Álbum ARAPUCA, oferecendo 20 vagas das quais 5 reservadas para pessoas PCDS e 5 reservadas para pessoas LGBTQIA+ em cada município onde ocorrerá a oficina; - 10 rodas de conversa sobre a desumanização das mulheres após as apresentações do show contemplando ao menos 100 pessoas; - Distribuição de 200 cartilhas de criação de Poesia Marginal em zines; - Gravação e transmissão de ao menos um ensaio do álbum e uma apresentação de lançamento do mesmo para transmissão pela internet;
Justifica-se o incentivo desse projeto em vista do Art. 1° da Lei n° 7.505, de 2 de julho de 1986 nos incisos que dizem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; E o projeto em questão contribui nesse inciso ao circular um trabalho musical regional e realizar todas as apresentações do projeto de forma gratuita. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Uma vez que todo o trabalho será realizado no estado do Acre por moradores do estado e circulará por 10 municípios do estado. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Dado que a criação do álbum é feita por uma pessoa LGBTQIA+, negra, periférica estabelecida em Rio Branco, AC e os colaboradores do trabalho também são residentes no estado esses incisos são contemplados. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Por ser este um projeto autoral com uma temática sobre o lugar mesmo de criação do Álbum: O ACRE meu lugar de origem e minhas escrevivências enquanto pessoa não binarie, negra e periférica, tratando das diferentes formas que desenvolvi para tirar algo de todo o preconceito entrelaçado na sociedade experiências que são relevantes num momento de massificação midiática num processo próprio que será difundido por meio de oficinas de criação de poesia marginal. IX - priorizar o produto cultural originário do País. E por fim dado que a criação é regional contempla-se esse inciso de criação de um trabalho brasileiro. E o projeto tem como objetivos justificados de acordo com o Art. 3° da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, que Restabelece princípios da Lei n° 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências de forma que por meio dos incisos. I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; E esse é um projeto de pesquisa e produção no Brasil com artistas brasileiros residentes no Brasil e que oferecerá 200 bolsas integrais para oficinas de criação de poesia marginal para artistas e/ou público em geral com 5 vagas reservadas para PcDs por oficina c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; E dado os objetivos específicos do projeto, realizaremos 10 oficinas de criação de poesia marginal para estimular e aperfeiçoar até 200 interessados na criação poética músico textual, com 5 vagas reservadas para PcDs por oficina. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; E como o projeto aponta faremos o lançamento do álbum com pocket shows em 10 municípios do estado do ACRE. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto é pensado para ser apresentado gratuitamente e com a distribuição de seus ingressos dessa forma, além disso, propõe-se a gravar ao menos um ensaio e uma apresentação e disponibilizá-la integralmente na internet. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) Por fim, por meio desse projeto propomos a distribuição de 200 cartilhas de criação de zines com as poesias criadas nas oficinas. Com pequenas sugestões para que suas detentoras possam produzir arte autoral.
I - Dados os itens 11.1.4 e p 11.1.6 acreditamos que seja válido apontar que esse projeto gerará trabalho para mais de 25 pessoas direta e indiretamente entre artistas, técnicos entre outros. Que é composto de uma variedade de agentes das mais deversas raízes culturais e dos mais diversos grupos que compõem a sociedade brasileira e que é um trabalho que almeja criar e multiplicar suas ações através de oficinas e rodas de conversa, além disso é um projeto com uma equipe regional. II - Está ausente no orçamento do projeto o aluguel de espaço para os ensaios. Isso se deve porque os ensaios ocorrerão ou nas residências dos participantes ou em espaços públicos do município de Rio Branco que serão solicitados após o projeto ser aprovado, tais como o Teatro Barracão na Baixada da Sobral, A usina de Artes no distrito industrial, o centro cultural Lydia Hammes, O casarão. III - Dado que a divulgação será feita pela equipe do projeto os custos vinculados de divulgação foram alterados mas com os valores necessários para atender a equipe realizar satisfatoriamente a publicização do projeto e expor o patrocinio dado ao projeto
Gravação e Lançamento do Álbum ARAPUCA de MAYA O Album terá 6 faixas Segue as composições de apoio, sendo estas 4 faixas autorais ja produzidas para o álbum ARAPUCA Arte Arte aos que tem fome Fama aos que tem nome Prantos aos que tem fome Santos aos que tem nome Lama aos que tem fome Grana aos que tem nome Gana aos que tem fome Brahma aos que tem nome Arte aos que tem fome Fama aos que tem nome Prantos aos que tem fome Santos aos que tem nome Lama aos que tem fome Grana aos que tem nome Gana aos que tem fome Brahma aos que tem nome o direito vai além do magistrado ou de um papel assinado o direito são dos abandonados presos mortos por preconceito nivelado porque aqui ou se nasce Rico e se é bem requisitado ou se nasce pobre preto lascado as ruas mais parecem bancos lotados para os indivíduos descartados o crescimento da população é uma resposta os desempregados sem rumo por conta da corrupção E a justiça ora,ora... ela está dizendo que nas calçadas sujas qualquer um se aloja por que é fácil citar a miséria difícil é sentir na pele o quanto ela é séria. abaixa que é tiro!! bem-sucedido passa a limpo, já os encardidos tem que rezar para não serem escolhidos o sangue desce ruína a educação enfraquece sem insulina e a cultura sente ser banida por ser um indigente uma desconhecida os índios não são dito eles como homens? seriam eles animais ou lobisomens? dentro da mata sofrem com corre-corre desenfreado chamado globalização Martin Luther King, Mandela, Mariele, mestre moa, João preto quantas e quantas notícias a gente precisa para entender que a sociedade é racista!!não à noite para que se grite não á dia para quê se exite queremos ser livres e não contidos para que no final não sejamos simplesmente definidos como bandidos lutamos para ser mulheres além das grades sexistas e assédios precisamos de humanidade mas nós humanos estamos divididos e no final nada importa seja você pam, trans, cis, cristão evangélico heterossexual o que pulsa no peito é que todos sejamos tratados de igual para igual seja com avó e neta mãe e filha pai e filho com quem quiser família é família tem ela começado com homem com homem ou mulher com mulher o amor tem fome e poucos querem o elementar caros governadores vocês não são conhecedores de todas as formas de amar a vida é realista não é capa de revista para se estampar é um essência pela vida que não pode acabar Composição: Maya dourado & Hernan Castro JOÃO PRETO - Maya Dourado Olho por olho Sangue no dente Mais uma família carente Carente de amor Só ouço o clamor mais um filho que a PM matou.Não viu sua farda só viu sua cor Não viu sua farda só viu sua cor Muda a arma a farda é a mesma Muda o rosto o corpo é o mesmo Morto sem dúvida Motivo o racismo Que leva o preto Que é sempre culpado E sentenciado 2xESTADO EM DÍVIDA ESTADO EM DÍVIDA 2xQue livra o brancoe mata o pretoem dias de compra na frente do filhomas não pune o fardadoque mata o pai na frente do filhoque tenta ser convencido que a culpa é do tráficomas quem matou foi o próprio estado ESTADO EM DÍVIDA que livra o branco cheirador de póMas enfoca o preto em dias de compraNão pune o fardo Que mais na frente em dias de ira 80 tiros dispara Contra o pai Na frente do filho Que tenta ser convencido Que a culpa é do tráfico Mas quem mata É o próprio estado Quão vermelho é o preto Me pergunto quando vejo o reflexo vermelho escorrendo na pele preta que ainda é escrava Quão profundo é necessário para se ver a morte Em uma análise se o tom for preto com certeza você não deu sorte Preto é favelado se morrer é só mais um Esse país nós genocida e ainda diz que é comum Eles riram quando Claudia foi arrastada Quando Mariele foi assassinada Com seu amigo foi revistado Quando a minha mãe foi alienada Quando meus ancestrais foram escravizados E eles dizem que 80 tiros não é nadaQue 500 não deixaram marcas E que se eu gritar eu sou a preta enraivada EU VEJO CADA FORMA DE MANTER O GENOCIODIO entre nós ETERNIZADO. Estado em dívida - Maya Dourado ENCRUZILHADA Quero te encontrarNa mesma encruzilhada de sempre Te beijar no meio do centro E mostrar ao mundo como é bom=(linda amar) Olhando o rio passar E a dona Maria vendendo seu cocoNessa tarde tão quente Vejo você correr na beira do rio E água doce que toca tua pele a faz brilharNão te garanto a eternidade Mas o momento que ficar aqui te farei Venha pros meus braços e vamos ver onde que vai dá Vendo o rio passar A tarde chegar E a noite mostrar Como os amantes amam Meubem, não deixe que a maré te levemergulho na imensidão de esta livre Um país de ouro e de prata Mata mata mata Desmata por onde passa Fazendo sua marca Deixando o rios vermelho Eliminando os primeiro povos da terraTentando preservar a natureza Mas rico nunca muda Com esse mal agouroColecionando ouro de tolo E não ver que está Matando o nosso verdadeiro tesouro Brasil é terra indígena Nosso povo resiste Tô com cansado de tanta morteSó vejo os meus padecerCansada de tanta injustiçaQue se dissipa Em meio a multidãoMata a mata mas o que é teu tá guardado Esse mal que se alastra sempre deixa marcaA casa grande venceu Quando Com 38 tiros Soltou quem estava por trás de todos esses crimes Não sai da cabeça tem dedo de fazendeiroA casa grande venceu A propina rendeu E esse caso nunca se resolveu Todo preto é bandido O esteriótipo resiste Que a deusa preta Nós livreA cada pele marcada Cada árvore arrancada O chicote aqui não estala Pra essa batalha eu já tô treinada Composição: Maya Dourado & Matheus vinicios Cartilha no formato A6 em Papel Couch com ilustrações e textos de apoio. Oficina São 10 oficinas com 2 encontro cada. Cada oficina tem o planejamento de 4 horas de duração, totalizando 40h de oficinas Objetivo Geral: Capacitar o participante no exercício de composição de poesia marginal. Objetivos Específicos: 1. desenvolvimento de escrita. 2. Construir com esse desenvolvimento e produção um texto de poesia marginal. 3 Transformar esse texto em material para um Zine. Unidades Temáticas Unidade Temática 1 - Histórias e quebras de expectativasUnidade Temática 2 - Construção textualUnidade Temática 3 - Zine e suas possibilidades Com essa oficina espera-se a o estimulo a novos poetas nas escolas onde as oficinas serão efetuada. Contrapartidas sociais Para cada apresentação pública e gratuita será aberta uma roda de conversa a fim de debater os temas do espetáculo e estimular o publico a criar registros poéticos cotidianos. Para tanto disponibilizou-se recursos para a compra de alimentação para o público que assistir ao trabalho e ficar na roda de troca.
PRODUTO: Álbum de Música Regional ARAPUCA ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de Libras em metade em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. PRODUTO: Oficinas de criação de poesia marginal MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil uma vez que serão escolhidas escolas públicas que tenham essas características. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e descrição dos materiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. PRODUTO: Cartilha Poética ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: A cartilha terá instruções escritas no impresso, e uma versão em vídeo com legendas e interpretação em Libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: A cartilha será disponibilizada em vídeo, com audiodescrição. Também será legendada e interpretada em Libras para PCDs AUDITIVOS. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Na cartilha impressa haverá instruções, e haverá uma versão em vídeo que poderá ser acessada.
São ações de democratização de Acesso conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte porcento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados,para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no incisoII, caput do art. 27; E como todos os produtos e subprodutos - show, oficinas e cartilhas - serão distribuídos gratuitamente estes incisos estão contemplados. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; E para esse inciso o projeto se propoz a gravar um ensaio e uma das apresentações e disponibilizá-la na internet e essas gravações terem a tradução em libras. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; E garantimos que serão permitidas gravações e veiculações do projeto gratuitamente VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; o Caso escolha esse inciso, especifique qual será a ação paralela. IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e E nesses quesitos realizaremos 10 oficinas de poesia marginal para 50 interessados e/ou artistas de cada município em que será realizado o lançamento do Álbum além da distribuição de uma cartilha sobre a confecção de zines para os participantes da oficina. Em todas as oficinas foi reservado uma verba para alimentação dos educandos.
Ficha Técnica: Composição e voz: Maya (Mayara dos Santos Dourado)Backing Vocal: Andi (andressa Barbosa Costa)Técnico de Gravação em estúdio: RB studioArte Educadora em Rio Branco: Jailanne da Costa de AlmeidaProdução em Rio Branco: NatidepoesiaMídias sociais: Esa (Ester da Silva Anedino)Fotografia: MB ( Mateus da Silva Britto)Produção executiva: Raquel LimaOficineiros: Central de SlamCurrículos Resumidos Maya Dourado (Mayara dos santos Dourado) arte-educador, canto e componho vivências enquanto pessoa não binarie amazônica negra, graduada no curso de licenciatura plena em Artes cênicas - Teatro pela Universidade Federal do Acre - UFAC, habito em uma das maiores periferias de Rio Branco - Acre. Perpassando pelas diferentes linguagens artísticas, e nessa pluralidade vivenciei uma das personagens poeta do filme "Noites Alienígenas" de Sérgio de Carvalho, que em 2023 foi indicado ao Oscar. Atualmente em todas as plataformas digitais disponho de "Migrando em águas profundas" projeto que recebeu o nome de Planeta Elemental, trabalho em conjunto com outros artistas da cena acreana. Faço parte do projeto Escrevivências da libertação, que atua dentro da penitenciária feminina de Rio Branco, com a ressocialização de mulheres negras em situação de cárcere privado e sobreviventes desse sistema. Sou Parte da coordenação da Central de Slam Acre e Dj da casa, estive nesse processo desde do inicio sendo a primeira poeta a ganhar o Slam das Minas Acre, jornada que me levou a ser o 1° lugar no Festival Estadual "Elas por Elas" com a música "Pátria", primeira versão da canção criada pela banda Zingari, na qual sou um dos cofundadores. Sou integrante do grupo musical performático POC'S, artista independente que, em tempos de pandemia, segui ativa na cena artística da cidade. Premiado no edital FestVida na categoria Premio: Arte e Patrimônio, onde me apresentei de casa através de lives, disponível no YouTube. A partir do edital Aldir Blanc me firmei profissionalmente, edital que busca fomentar produções regionais de artistas independentes. Sou Artista Visual, com imersão na arte digital e grafite, e trago neste site um sonho sendo realizado, a primeira coleção Maya com produções de artistas do meu lugar de origem, peças que contam historias sobre os mitos e verdades da mata amazônica em uma releitura única. Ester da Silva Anedino ou Esa, Acreana 23 anos, grafiteira e produtora, trás em seus trabalhos e projetos sua raiz ribeirinha junto com o movimento urbano, trabalhos que retratam a cultura e a vivência nortista e cultura urbana. Faço parte da TRZ CREW – coletivo de culturas urbanas do Acre ,proprietária da primeira loja de arte urbana do estado trzgraffitishop , representante estadual da FNMH2 – frente nacional de mulheres no hip hop, coordenadora municipal da Cufa Rio Branco – central única das favelas. Natielly Castro de Lima ou Natidepoesia, Acreana, escritora, Poeta Marginal, palhaça, arte educadora, Graffiteira, oficineira da área de escrita criativa, corpo, voz e expressão; pesquisadora, das temáticas: impacto da arte nas periferias, encarceramento da juventude preta e conhecimentos afroamazônicos, Acadêmica de Filosofia pela UFAC (universidade federal do estado do Acre). integrante dos coletivos Poetas Vivos, Trz Crew, e Cufa Acre é idealizadora da Slam das Minas Acre (campeonato de poesia falada protagonizado por e para mulheres), e outros 13Núcleos de Slam’s da cena de poesia marginal do estado, Além de ser Slammaster da Central de Slam Ac (Campeonato estadual de poesia Falada). Poeta convidada para o Slam Nacional da Flup 2019, com mais de 10 Fanzines e livretos publicados, e participação na antologia “luta de Classes” idealizado pelo Slam da Guilhermina, e “Versos e Melanina – Poetas Vivos”, além de collabs e coidealização em diversos trabalhos de artistas do Acre e Brasil. Andressa Barbosa Costa ou Andi, é artista acreana. Nasceu em sena madureira e desde os primeiros anos se encanta e canta a cultura do acre, seu povo e sua história. Participou dos projetos "migrando em águas profundas" com a banda elemental; projeto MAIAS com o coletivo piracema na lei aldir blanc; Liberdade, Liberdade - Millor Fernandes e Flavio Rangel, musical adaptado pelo grupo teatro candeeiro. Entre outras apresentações de música e teatro, com banda ou de maneira solo/independente tais como: Amostra Cantos e Encantos da Floresta, Festival Samaúma e Sarau Curupira. Jailanne Almeida é Mestranda no Programa de Pós Graduação em Artes cênicas pela Universidade Federal do Acre, licenciada em Artes cênicas - Teatro, pela Universidade Federal do Acre em 2019, foi bolsista por três ano do Projeto de Iniciação Científica - PIBIC, onde o primeiro ano passou Investigando o Espaço do Professor Artista atuante na sala de aula. Participou do Grupo de extensão Teatro, Educação e Autismo - TEA 2014. Estagiou na Secretaria de Pessoas e Humanização no setor de Sensibilização da gestão pública do Estado do Acre de 2016-2017, após um ano foi para Diretoria de Humanização da Secretaria de Gestão Administrativa fazendo intervenções como a Rádio Humanizar, Cartões cantados, poesias, oficinas na semana do Servidor, e fez parte do Projeto ArteCura nas Unidades de Pronto Atendimento e OCA, desenvolvendo dentro da gestão um olhar mais humanizado acerca do atendimento ao público as intervenções eram feitas com a personagem klau, Dr. Bem-me-amo Bem-me-quero 2017-2018. Apresentou “Cidadãos do Mundo” no Viver Ciência e na II Semana de Arte e Educação, com o Grupo de Experimentação em Artes do Corpo - GEARCORP do Colégio de Aplicação UFAC onde era Estudante Pibid em 2018. Em março de 2019 foi contratada como professora provisória pela Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte. No meu primeiro ano como docente recebi o prêmio da Fundação Lemann sobre Boas práticas, com o projeto Escola-Galeria. Atualmente atuo como professora provisória da SEE na Escola de Ensino Fundamental e Médio em Tempo Integral Professor Pedro Martinello. Mateus da Silva Britto ou MB acreano, 21 anos, Não binárie, morador da parte alta de Rio Branco Ac, poeta marginal, arte educador, técnico em Áudio visual, fotógrafo, Grafiteiro, escritor, oficineiro de escrita Criativa corpo voz e expressão, Campeão do Slam Nacional em dupla etapa norte, Tricampeão Estadual de Slam (Campeonato estadual de poesia falada), Semi finalista do Slam BR 2018, e 5° Lugar no Slam BR 2021. Além disso idealizador e Slammaster de vários núcleos de slam do Estado do Acre, como: Central de Slam (Campeonato estadual de poesia falada) Slam Central, Slam Da Ponte Slam Amazônia, Slam do Afeto, Slam Da Casinha, Slam Miúdo, Slam do Topo, Slam da Diversidade e Slam Poetas vivos. Integrante dos coletivos, Poetas vivos, TRZ CREW, Liderança e Comunicação da CUFA ACRE. Auxiliar de Direção Do Filme Noites alienígenas, e Também Diretor da Mini-série " POR ACASO" além de outros trabalhos no meio áudio visual. Raquel Lima, acreana, antropóloga, feminista negra, mestre em desenvolvimento regional pela Universidade Federal do Acre. Produtora de diferentes linguagens artísticas (música, teatro, artes plásticas). Tendo como últimos trabalhos: produtora da Vivência em WEB3 para Indígenas e Povos de Matriz Africana: tecnologia blockchain e suas potencialidades – Rio Branco_AC; assistente de produção do espetáculo Cabo de Guerra – Rio Branco-AC; produtora Local/Acre da exposição Falares, Museu da Língua Portuguesa – São Paulo - São Paulo; segunda assistente de direção do filme Noites Alienígenas, ganhador de 5 Kikitos no Festival de Gramado 2022 - Rio Branco-AC e coordenadora técnica, administrativa, financeira e produtora do Baquemirim/OSC-Acre (arte, educação patrimonial e salvaguarda) Produtores Locais dos municipios que não sejam de Rio Branco serão selecionados após a aprovação do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.