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PRONAC 242867Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

8° Festival Marajoara de Cultura Amazônica

AUGUSTO CESAR MIRANDA NUNES 67920519268
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 186,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Norte 2024 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Salvaterra
Início
2024-07-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Cachoeira do Arari ParáSalvaterra ParáSoure Pará

Resumo

O projeto visa a realização do "8° Festival Marajoara de Cultura Amazônica", com apresentações musicais de grupos de carimbó e outros grupos regionais, além de teatro e cortejos teatrais musicais de cultura regional, com programação inteiramente gratuita.

Sinopse

- 8° FESTIVAL MARAJOARA DE CULTURA AMAZÔNICA - 2025 O Festival Marajoara de Cultura Amazônica enaltece a cultura popular marajoara, especialmente a vida e obra dos mestres de cultura popular e os grupos locais, além das comunidades que dão continuidade aos trabalhos de seus mestres. O Festival também proporciona intercâmbio cultural entre artistas da região metropolitana de Belém e artistas da região do Marajó (Salvaterra, Soure e Cachoeira do Arari). Também já recebeu artistas de outros Estados. Este evento busca valorizar artistas paraenses e marajoaras, a música tradicional da região e suas brincadeiras populares, como o carimbó, a música popular paraense, o boi-bumbá e os cortejos de rua. O evento é muito mais que um modelo clássico de Festival de Música. Ele é uma imersão cultural na música paraense e marajoara/amazônica, que proporciona 4 dias de vivências nos 3 municípios marajoaras em que atua, levando o seu público, que cresce mais a cada ano, a experiências culturais tradicionais da região. - ESPETÁCULO ENCANTARIA MARAJÓ Sobre o espetáculo: Encantaria Marajó é um mergulho na oralidade e mitopoética do povo marajoara, especificamente das cidades de Soure, Salvaterra, Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari, onde evidencia a sabedoria ancestral dos mestres e mestras de cultura popular. As crenças, lendas, mitos e religiosidade tecem o enredo de ENCANTARIA MARAJÓ que são interpretados pelo ator Leonel Ferreira, que também assina a concepção e a direção do espetáculo. A encenação utiliza elementos da videoarte, manipulação de objetos, dança e música. A direção musical é do multiinstrumentista Pawer Martins. ENCANTARIA MARAJÓ foi selecionado no edital de Teatro - Lei Paulo Gustavo, promovido pela SECULT/PA. Duração: 50minutos Classificação: LIVRE

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo geral é realizar o 8° Festival Marajoara de Cultura Amazônica em 2025, promovendo o reconhecimento, a valorização e o fortalecimento das manifestações culturais tradicionais do Marajó, com apresentações culturais durante quatro dias, em três municípios do Marajó (Salvaterra, Soure e Cachoeira do Arari). Os focos do Festival Marajoara sempre foram os grupos e mestres do carimbó da Região do Marajó, e na edição de 2025 esse foco será mantido, pois trata-se de um festival de cultura popular (regional) marajoara. O evento terá a duração de 4 dias de cortejos culturais, de shows de grupos de carimbó (patrimônio cultural imaterial) e de música regional, de modo a valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, estimulando a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira e incentivando a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais nacionais, de acordo com as diretrizes dos artigos 1° e 3° da Lei n° 8.313/91. Ressalta-se novamente que todas as programações do Festival Marajoara são gratuitas, sem cobrança de ingressos ou passaportes. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) FESTIVAL: - Realizar 4 dias de festival com estrutura adequada para atividades culturais e artísticas, para um público estimado de mais de 9 mil pessoas durante todo o festival. 2) APRESENTAÇÃO MUSICAL: - Realizar a apresentação de nove (9) grupos de Carimbó tradicional (regional / patrimônio cultural imaterial); - Realizar a apresentação de quatro (4) atrações de música regional; - Realizar a apresentação de quatro (4) grupos de bois-bumbás marajoaras; - Realizar a apresentação de doze (12) artistas/mestres de cultura popular; e - Realizar a apresentação de um (1) grupo de teatro com temática marajoara.

Justificativa

O Festival Marajoara de Cultura Amazônica _ FEMCA é um evento realizado e idealizado pelo Coletivo Pulsar Marajoara. Em 2025, estará indo para a sua 8ª edição, que vai acontecer de 10 a 13 de julho do referido ano. As seis primeiras edições foram realizadas nos anos de 2018 a 2023, em Cachoeira do Arari, Salvaterra e Soure, municípios do arquipélago do Marajó, Pará, Amazônia, Brasil. A 3ª e a 4ª edições (2020 e 2021), em razão da pandemia mundial do Coronavírus, foram adaptadas para o formato online, com intensa participação dos webespectadores nas redes sociais do Festival. O FEMCA é um festival de música que agrega outras linguagens (teatro e boi-bumbá), oferecendo ao público verdadeiras experiências marajoaras, uma imersão cultural pelos territórios da cultura tradicional do Marajó, proporcionando o conhecimento da história de seus municípios, seus moradores, seus espaços e especificidades culturais. Por meio de encontros com mestres de cultura, com brinquedos populares, com ritmos, danças, músicas e cantos, o Festival proporciona vivências e ajuda no fortalecimento das manifestações culturais existentes nestes municípios do Marajó. Esse formato de Festival é importante porque garante às novas gerações o direito de acesso à arte - cultura - saberes - conhecimentos - dos mestres/mestras da cultura popular. Em síntese, a missão do Festival é conectar as várias manifestações culturais, envolvendo diversas gerações, garantindo que essas manifestações culturais durem no tempo, que se renovem, multipliquem e continuem a pulsar, contribuindo para a manutenção da cultural tradicional local. Sobre os artistas que participarão da 8ª edição do Festival, pretende-se seguir a linha das edições anteriores, mantendo a valorização dos grupos tradicionais locais (Soure, Cachoeira do Arari e Salvaterra) de carimbó e boi-bumbá, bem como convidar artistas da Região Metropolitana de Belém, que também são essenciais para garantir o intercâmbio cultural entre todos, exatamente como aconteceu nas outras edições e que foi muito bem recebido pelo público. O Festival Marajoara de Cultura Amazônica surgiu em um contexto sociocultural em que eram poucos os eventos musicais realizados na região _ e continuam sendo. Quando havia eventos nos municípios, em geral, pelo período das férias escolares, eram contratadas bandas e artistas de fora do Marajó, deixando de fora mestres de cultura popular marajoara e os conjuntos/grupos de carimbó ou boi-bumbá locais. O Coletivo Pulsar Marajoara, formado por um grupo de amigos com vínculos e trabalhos na região do Marajó, sabendo da dificuldade desses mestres e grupos em manterem-se atuantes, resolveu, então, realizar o Festival Marajoara, com foco na cultura marajoara, seus mestres, grupos/conjuntos e grupos culturais das comunidades quilombolas existentes na região (que são 16). Além disso, a programação também entrega cultura popular (regional) paraense, com artistas da Região Metropolitana de Belém que trabalham com músicas paraenses que dialogam com a cultura marajoara (toadas, xotes, carimbó, etc), que tem o tambor/curimbó e o banjo/violão como célula central de um ritmo próprio da identidade paraense. Os espaços culturais por onde o Festival transita também disponibilizam Feirinhas de Artesanato e de produtos naturais típicos da região, gerando também renda para os artesãos e comunidades a partir desses objetos e produtos produzidos artesanalmente pela própria comunidade. Sendo assim, este Festival é um projeto de importante impacto social e econômico para os municípios onde é realizado. É importante frisar, novamente, que o Festival Marajoara é gratuito, democrático, antirracista, antilgbtfóbico, inclusivo e popular, atraindo todos os públicos. Deste modo, faz-se necessário o uso deste mecanismo de financiamento e incentivo a projetos culturais porque são poucas as oportunidades de financiamento existentes, de modo que, mesmo em editais de fomento nacionais, os projetos premiados na região Norte são sempre em menor número, mesmo tendo um dos menores índices de desenvolvimento humano do Brasil. Sendo assim, este projeto se encaixa nos seguintes incisos do art. 1° da Lei n° 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, de acordo com o art. 3 da Lei n° 8.313/91, o objetivos a serem alcançados pelo projeto são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Como contrapartida aos investidores e ao Ministério da Cultura, este proponente se compromete e cumprir integralmente todas as obrigações e cumprir todas as leis, instruções normativas, o Manual de Uso de Marcas do Pronac, o Manual de Aplicações de Marcas do Programa Rouanet Norte, outras solicitações/manuais das empresas patrocinadoras/MinC, além de outras ações de promoção e contrapartidas adicionais à patrocinadora, de acordo com o art. 51 da IN MinC n° 01/2023.

Especificação técnica

Não se aplica ao projeto.

Acessibilidade

Inicialmente, é importante frisar, novamente, que o Festival Marajoara surgiu para enaltecer os mestres de cultura popular (e regional) e os grupos de cultura popular (e regional) do Marajó, especialmente. Esses mestres sempre foram pessoas idosas e, alguns, com deficiência física ou visual. Além disso, também há representatividade do público PCD na nossa equipe técnica. Deste modo, é certo que o Festival Marajoara se preocupa com a questão da acessibilidade, mas também é necessário que se considere as peculiaridades e possibilidades da região, de acordo com o art. 25 da IN n° 001/2023 (MinC). Sendo assim, para assegurar respeito e conforto às pessoas idosas e/ou com deficiência/mobilidade reduzida, de acordo com a Lei n° 13.146/2015, serão adotadas as seguintes medidas: 1 – (ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO) Contratação de uma diretora de acessibilidade para acompanhar e orientar todas as etapas do Festival Marajoara, fazendo reuniões com a equipe técnica, equipe de comunicação, mídias, etc (Planilha Orçamentária item 10); 2 – (ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO) Fazer parceria com a Associação de Deficientes, pais e amigos de Salvaterra – ADPAS, informando-os sobre as medidas de acessibilidade, e convidando-os para participarem das atividades, que também será preparada para eles; 3 – (ACESSIBILIDADE FÍSICA) Garantir, em 4 (quatro) eventos do Festival Marajoara, área exclusiva com vista para o palco, que contará com 2 (duas) monitoras para orientação e acompanhamento das pessoas nas áreas reservadas (Planilha Orçamentária itens 2 e 13); 4 – (ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO) Os espaços citados acima serão sinalizados e informados com antecedência ao público, pelos meios de divulgação do projeto, inclusive redes sociais e assessoria de imprensa (Planilha Orçamentária itens 1, 5 e 10); 5 – (ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO) Garantir, em 3 (três) eventos do Festival Marajoara interpretação simultânea em Libras, com revezamento entre duas profissionais (Planilha Orçamentária itens 34 e 39); 7 – (ACESSIBILIDADE FÍSICA) A diretora de acessibilidade será a guia vidente (pessoa que enxerga) de um dos mestres (PCD visual) em seu Cortejo Cultural em Salvaterra (Planilha Orçamentária item 10); 8 – (ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO) Os produtos culturais audiovisuais com o resumo do Festival Marajoara – serão disponibilizados no YouTube com as devidas legendas (Planilha Orçamentária item 11); 9 – (ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO) Serão inseridas legendas alternativas para imagens nas publicações de divulgação #pracegover.

Democratização do acesso

No que se refere à democratização de acesso ao Festival Marajoara (art. 27 da IN Minc n° 01/2023), informa-se que todos os eventos culturais produzidos no Festival Marajoara de Cultura Amazônica são públicos, gratuitos, com entrada livre, sem cobrança de ingressos, democráticos e acessíveis. Em complemento a não cobrança de ingressos/passaportes, o proponente ainda irá adotar as seguintes medidas de ampliação de acesso (art. 28 da IN MinC n° 01/2023, incisos III, IV e VII): Oferecer transporte gratuito ao público para um dos eventos do Festival (art. 28 da IN MinC n° 01/2023, incisos III - Planilha Orçamentária n° 26); Disponibilizar publicamente, registros audiovisuais dos 4 dias do festival (quatro vídeos diferentes, um por dia), garantindo a memória das atividades e de seus mestres e grupos locais (art. 28 da IN MinC n° 01/2023, incisos IV - Planilha Orçamentária itens 18 e 11); e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil (Planilha Orçamentária itens 38).

Ficha técnica

PRODUÇÃO EXECUTIVA E EDITOR AUDIOVISUAL – Guto Nunes (MEI Augusto César Miranda Nunes - Gutunes Produtora Cultural) – Membro do Coletivo Pulsar Marajoara (realizador do Festival Marajoara de Cultura Amazônica) desde a sua fundação, em 13/01/2018. Foi Coordenador de Produção de todas as edições do Festival Marajoara de Cultura Amazônica (2018-atual). Diretor dos Documentários “Mestre Damasceno: O Resplendor da Resistência Marajoara” (2013), “O Boi-Bumbá de Salvaterra e suas comunidades quilombolas” (2023), “Cordão do Galo. Folguedo Popular do Pará” (2023) e outros que retratam o Marajó e seus festejos populares. Produtor de Mestre Damasceno (Salvaterra-Pará) desde 2003, atuando em todos os seus projetos e na salvaguarda de sua história, produzindo seus Búfalos-bumbás Juninos, seu Festival de Boi-Bumbá e oferecendo suporte para o seu saber e fazer popular. Contratado eventual do Governo do Estado para produzir viagens de mestres e grupos para a realização de shows em eventos oficiais. Graduado e Licenciado em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem – Unama; Pós-graduado em Produção Cultural, Arte e Entretenimento – Unyleya; Mestre em Comunicação, Linguagens e Cultura – Unama. / COORDENADOR DE PRODUÇÃO – Marcelo Carvalho - Membro do Coletivo Pulsar Marajoara desde a sua fundação (2018-atual). Produtor das seis edições do Festival Marajoara de Cultura Amazônica (2018, 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023). Organizador do Marambuzar, Festival realizado no Mercado Municipal da Marambaia (2013-2015); Integrante do Grupo musical Xaveco do Lago, sendo produtor e um dos letristas (2014-2015); Fundador da Banda Atrás do Tempo, sendo produtor e letrista principal. A Atrás do Tempo já lançou um EP e três discos (2018-atual); Organizador do Luau da Praia do Portinho – Salvaterra-Marajó (2013-2015); Organizador do Búfalo na Folia no carnaval de Salvaterra (2020); Produtor do Show Atrás do Tempo e Clube Beatles da Esquina, realizado no Espaço Cultural Banzeiro (2019); Produtor da temporada de shows do Mestre Damasceno no Espaço Cultural Apoena, no primeiro semestre de 2019. Bacharel e licenciado em História (UFPA-1997); Especialista em Tecnologia em Educação (PUC-Rio-2007); Mestre em Ciências Ambientais (UNITAU-2012); Professor e pesquisador do Plano Nacional de Formação de Professores - PARFOR, com serviços prestados para a UEPA, UFPA, UFRA, IFPA, UFOPA e UNIFESSPA; Pesquisador do Programa de Desenvolvimento às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Estado do Pará (PDTEA), financiado pela FAPESPA. / DIREÇÃO ARTÍSTICA: Marcelle Rolim – Membro do Coletivo Pulsar Marajoara (realizador do Festival Marajoara de Cultura Amazônica) desde a sua fundação (2018). Integrante do Grupo de Percussão Feminino “Tamburú” e do Grupo “Choro do Pará”. Produtora de todas as edições do Festival Marajoara de Cultura Amazônica (2018-atual). Ceramista no Projeto “Replicando o Passado: Socialização do Acervo Arqueológico do Museu Goeldi Através do Artesanato Cerâmico de Icoaraci” (2016-atual). Instrutora da Oficina “Cerâmica nas Mãos e Vozes Femininas” do Museu Paraense Emílio Goeldi, 2019. Expositora/Autora da réplica da “Tanga Marajoara” na Exposição “Postado! Arqueologia brasileira nos selos”, no Museu Paraense Emílio Goeldi, 2019. Expositora na Mostra "Deep Marajo: Contemporary Marajoara Ceramics" em cartaz na America Society, em Nova York, EUA, 2023. Participante dos Diálogos Amazônicos com a mesa “As culturas pulsantes do povo marajoara: uma experiência do Festival Marajoara de Cultura Amazônica nos municípios de Salvaterra, Soure e Cachoeira do Arari, e a necessidade de políticas públicas culturais específicas para o Marajó”, 2023 – Belém/PA. Participou do Simpósio “Arqueologias Marajoaras”, com o trabalho “O Festival Marajoara de Cultura Amazônica – FEMCA e as Culturas Pulsantes do Povo Marajoara”, 2023 – Macapá/AP. Bacharela e Licenciada em Geografia pela UFPA, 2000. Mestra em Diversidade Sociocultural pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, 2022. Professora da Secretaria de Educação do Estado do Pará. / COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO: Ana Paula Gaia – Integrante do Coletivo Pulsar Marajoara (realizador do Festival Marajoara de Cultura Amazônica) desde janeiro de 2018. Produtora e social media do Festival Marajoara de Cultura Amazônica. Social Media das páginas de Mestre Damasceno. Produtora Executiva e Assessora Jurídica do Documentário “Mestre Damasceno – O Resplendor da Resistência Marajoara” (2013); Produtora da Festa de Lançamento do Festival Marajoara de Cultura Amazônica (2019); Produtora Executiva do CD Encontro D’Água, de Mestre Damasceno, com a participação da Dona Onete (2022); Produziu o show de lançamento do CD Encontro D’Água, de Mestre Damasceno, em Salvaterra e em Belém (2022); Produtora Executiva do álbum musical Búfalo-Bumbá, de Mestre Damasceno (2023); Produziu o show de lançamento do álbum musical Búfalo-Bumbá, de Mestre Damasceno, em Belém (2023); Produtora executiva do documentário “Os bois-bumbás de Salvaterra e suas comunidades quilombolas”, 2023; Produtora Executiva do álbum musical Chegou Meu Boi, de Mestre Damasceno, 2023; Atua como produtora de Mestre Damasceno desde 2009-atual, em parceria com Guto Nunes (proponente deste projeto e que atua junto ao Mestre há mais tempo). Bacharela em Direito, pós-graduada em Direito Constitucional e Direito Processual Penal. Servidora Pública do Ministério Público do Estado do Pará. / PRODUTOR: Petrônio Medeiros – Membro do Coletivo Pulsar Marajoara. Produtor de todas as edições do Festival Marajoara de Cultura Amazônica, suas contrapartidas e suas atividades “fora de temporada”. É produtor, roteirista, assistente e diretor em vários trabalhos em audiovisual, como o curta metragem Ser Digital, o vídeo experimental O Parque, a série de animação "Tu Conheces", a série de animação “Icamiabas na Amazônia de Pedra”, a animação “Icamiabas na Cidade Amazônia”, a série de animação “Brinquedonautas”, o filme “Soure: a capital do Marajó”, entre outros. É graduado em História pela UFPA, Mestre em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia – UFPA, Doutor em Antropologia pelo Programa de Pós Graduação em Sociologia e Antropologia – UFPA, com estudos voltados às comunidades quilombolas de Salvaterra. É professor de História da Secretaria de Estado de Educação – Pará. / ASSESSORIA DE IMPRENSA – Roberta Brandão – Graduada em Jornalismo e Publicidade, Mestra em Comunicação pelo Programa de Comunicação e Cultura da Amazônia – UFPA. Atua nas áreas de fotojornalismo, assessoria de comunicação cultural e também é apresentadora. É produtora, ativista cultural, pesquisadora sobre mulheres no carimbó, carimbozeira, mãe de Gaitán e mulher radicada na Amazônia. Já trabalhou/trabalha com a Banda Zimba Groove, Jeff Moraes (Belém), Sereias do Mar (Marapanim), Mestra Cristina (Marapanim), Mestre Chico Braga (Maiandeua - Algodoal), Mestre Damasceno (Salvaterra), Festival Marajoara de Cultura Amazônica (Salvaterra, Soure e Cachoeira do Arari - Marajó), Festiva Pau e Corda do Carimbó (Belém), entre outros. / ASSESSORIA EM ACESSIBILIDADE – Sylvany Brasil – Bacharel, Psicóloga Clínica Bilíngue (Libras/Português) e Licenciada Plena em Psicologia pela UFPA (2009), Especialista em Atendimento Educacional Especializado pela UFC (2011), Mestra em Educação Especial pela UFSCar (2014), tradutora/intérprete de Língua Brasileira de Sinais certificada pelo exame nacional de proficiência em Libras (PROLIBRAS/2008). No ramo cultural, é atuante com Acessibilidade em Libras e Assessoramentos; já tendo atuado com a Banda Canto do Norte (2014), a Feira Pan-Amazônica do Livro (2015), Mostra Lambateria de Verão (2021), Videoclipe “Xaxará” – Bando Mastodontes (2022), Arraial do Pavulagem (2022 e 2023), Mestre Damasceno (2023) e Festival Marajoara de Cultura Amazônica (2023).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.