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PRONAC 242884Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cinema e Jongo Itinerante

INSTITUTO NOVOS TALENTOS DO ESPORTE E DA CULTURA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL COM ATUACAO EM TODO T
Solicitado
R$ 974,5 mil
Aprovado
R$ 974,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-05
Término

Resumo

O projeto "Cinema e Jongo Itinerante" se refere a exibição do longa-metragem documental "Razões Africanas" em 16 cidades brasileiras, acompanhada de debate após a exibição, e na realização de um circuito de atividades formativas prevendo Oficinas de Jongo e de Audiovisual, com ênfase na Produção de Documentário.

Sinopse

Razões Africanas é um documentário que abordará a relação entre o JONGO, o BLUES, o CONGO e a RUMBA, apontando suas semelhanças, diferenças e origens, principalmente, reconhecendo a contribuição e a influência africana nessas manifestações culturais. Embora possuam espaços geográficos e instrumentos musicais diferentes, as origens de todos esses ritmos são africanas – e este é o argumento principal a ser revelado para o público. Para isso, o roteiro começa em Angola, e segue a rota dos navios negreiros passando por Brasil, EUA e Cuba, retratando e entrevistando músicos e pessoas especialistas no assunto, a fim de auxiliar no resgate da identidade destes gêneros musicais e na valorização de suas culturas. Razões Africanas é um filme universal que valoriza as tradições e o legado cultural do continente africano, um dos maiores representantes do espaço francófono mundial. Ele se inscreve na vocação da Francofonia de promover o diálogo entre as culturas e as distintas visões de mundo que aborda. Neste sentido, o roteiro incluirá também as regiões do Congo e do Mali que juntos integram vários países da África francófona.

Objetivos

Objetivos Gerais: Expandir o alcance territorial do filme "Razões Africanas" de forma gratuita, democratizando o acesso à obra, sobretudo para regiões frequentemente excluíidas do circuito de distribuição comercial do cinema, e promovendo um circuito de reflexão, debate e promoção de iniciativas sociais transversais as discussões que a obra propõe, sobretudo o registro do patrimônio imaterial e a contribuição africana para a cultura dos países americanos. Objetivos Específicos: Produto OBRA EXIBIDA: Realização de 16 exibições do longa-metragem documentário Razões Africanas, de forma gratuita, acompanhado de debate/roda de conversa após a exibição, em 08 estados brasileiros. Produto Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual: Realização de 03 oficinas de Produção Documental em 03 estados distintos, com Jefferson Mello, totalizando 10h de carga horária total, para 40 beneficiários em cada oficina, totalizando 120 beneficiários. A oficina de Produção Documental visa abordar os principais aspectos da produção de um documentário, enfatizando principalmente o audiovisual enquanto ferramenta de registro e preservação das tradições e do patrimônio imaterial. Será abordado, como exemplo, o processo de produção do filme "Razões Africanas", sua pesquisa, produção e distribuição. Produto Curso / Oficina / Estágio: Realização de 04 oficinas de Jongo em 04 estados distintos, ministradas pelo Grupo Cultural de Jongo da Serrinha, totalizando 08h de carga horária total, para 50 pessoas cada oficina, totalizando o 200 beneficiários. A oficina se divide em 04h (teoria) e 04h (prática), sendo 02h de cada por dia. Na parte teórica, serão abordados a história do Jongo, suas diferenças regionais, os elementos do Jongo e seus significados;

Justificativa

Chamamos de diáspora africana o fenômeno de imigração forçada de africanos para diferentes territórios do mundo, por meio do tráfico atlântico de pessoas escravizadas. Esse processo marcado por profundas violências resultou também em na formação social, cultural, política e econômica - de diferentes países - marcada pela participação e presença de diferentes grupos étnicos do continente africano. Essas contribuições reverberam até hoje papel fundamental na formação cultural de diversos países, expressas em diferentes manifestações. Apesar disso, o Brasil e outros países que têm, enquanto parte da sua história, a vinda de negros escravizados para seus territórios, adotaram modelos de política cultural que legitimaram apenas uma pequena parcela da população como produtora de memória, história e cultura. Há uma construção deste processo de nação que está, em grande parte, associada a uma elite brasileira que, com base nas teorias raciais disseminadas entre o século XIX e o século XX, construíram uma perspectiva ideal de um país branco e europeu, deslegitimando a contribuição cultural dos povos africanos para a formação cultural do país. E, desde os primeiros anos do Brasil República - especialmente a partir de 1930 - quando tentaram incorporar essas manifestações culturais no projeto de cultura nacional, o fizeram, frequentemente, reiterando hierarquias, estereótipos e violências. Algumas políticas, no entanto, vem na contramão desse projeto eurocêntrico. Uma delas é o reconhecimento do repertório cultural de grupos não europeus, como as tradições culturais afro-brasileiras e indígenas. Outra medida que reitera o reconhecimento é a ampliação do conceito de patrimônio, que passa a reconhecer também as manifestações intangíveis ao final do século XX, possibilitando que tradições que são transmitidas através da tradição oral e do convívio possam ter políticas públicas direcionadas a sua preservação, a exemplo do Jongo. A música, expressão cultural imaterial que desempenha um papel fundamental na preservação e divulgação das tradições de diferentes comunidades ao redor do mundo, é um dos retratos da influência cultural que testemunha a contribuição cultural deixada pela diáspora africana e que tornou-se parte fundamental da construção da identidade brasileira. Nesse contexto, surge o filme "Razões Africanas", que testemunha parte dessa diáspora após extensa pesquisa, que seleciona o Jongo - que, no Brasil, foi o primeiro patrimônio imaterial tombado pelo IPHAN em 2005 - , o Blues e a Rumba para contar uma parte desta história. A circulação do filme "Razões Africanas" possibilita a disseminação do conhecimento desta ponte cultural entre os países africanos e os países que receberam esses povos, conhecendo o processo histórico que desencadeou a presença das culturas africanas na formação da sociedade brasileira e em outras sociedades ao redor do mundo. Já as oficinas do projeto possibilitam duas dimensões da preservação patrimonial: a oficina de jongo permite que os participantes tenham experiência com a prática, vivenciando as identificações, afetividades e alianças construídas dentro dessa prática. Já a oficina de produção documental possibilita a instrumentalização de ferramentas de registro e, consequentemente, preservação de outros patrimônios imateriais.

Especificação técnica

Filme - Razões Africanas Duração: 100min Classificação Indicativa: Livre Oficina de Produção Documental com Jefferson Mello, diretor do filme Razões Africanas Oficina destinada ao reconhecimento do audiovisual enquanto ferramenta para a construção de narrativas plurais e para a preservação do patrimônio imaterial. Oficina de Jongo com Lazih Sinval e o Grupo Cultural de Jongo da Serrinha

Acessibilidade

Produto: OBRA EXIBIDA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais selecionados para a exibição contarão com total acessibilidade no aspecto arquitetônico, rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE VISUAL: Equipamentos de audiodescrição serão disponibilizados em todas as sessões. Todas as publicações de mídia contarão com legenda descritiva. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Exibição com Legendagem Descritiva em todas as exibições. Intérprete de Libras para as sessões de debate ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe de monitoria treinada para auxiliar pessoas com deficiência intelectual ou física em todas as sessões. Produto: Curso/Oficina/Estágio ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas serão ofertadas em lugares públicos, onde serão observadas as questões de acessibilidade física de todos os espaços ACESSIBILIDADE AUDITIVA: todas as oficinas contarão com intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: Todas as publicações de mídia contarão com legenda descritiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: todas as oficinas contarão com equipe capacitada para receber pessoas com deficiência intelectual Produto: Curso/Oficina/Estágio ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas serão ofertadas em lugares públicos, onde serão observadas as questões de acessibilidade física de todos os espaços ACESSIBILIDADE AUDITIVA: todas as oficinas contarão com intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: Todas as publicações de mídia contarão com legenda descritiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: todas as oficinas contarão com equipe capacitada para receber pessoas com deficiência intelectual

Democratização do acesso

III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; As exibições do projeto serão todas gratuitas. Além disso, o público das sessões será atingido através de estratégias de formação de público e distribuição de impacto. Buscando fomentar as discussões que o filme apresenta, teremos um profissional contratado (através do percentual da taxa de divulgação) para mapear grupos que serão convidados de forma direta a assistir ao filme "Razões Africanas". Será nosso público prioritário: estudantes de escolas públicas; grupos de tradição popular (jongo, maracatu, carimbó, capoeira, tambor de crioula...); movimentos de luta política pelos direitos da população negra; ONG'S e Instituições Sociais; As oficinas de audiovisual procuram atingir pessoas ligadas a tradições culturais regionais, pretendendo capacitá-las para registrar essas práticas, abordando roteiro, filmagens e edição de vídeo.

Ficha técnica

Produção Executiva - INTEC - Instituto Novos Talentos do Esporte e da Cultura Direção Geral e Oficina de Produção Documental - Jefferson Mello Jefferson Mello, fotógrafo com mais de duas décadas de experiência. Durante sua carreira, se especializou em capturar a essência da moda, publicidade e música. Sua trajetória inclui a autoria de inúmeras capas de CDs, a direção de filmes publicitários e catálogos de moda, além da publicação de um livro de fotos sobre o universo do jazz. Nesta obra, embarcou em uma jornada global por 12 países em busca das histórias por trás do gênero musical, proporcionando aos leitores uma visão detalhada de sua evolução desde sua origem até os dias atuais. O livro serviu de inspiração para seu primeiro longa-metragem documental, intitulado "Samba e Jazz", Rio New Orleans que marcou seu debut como diretor de cinema.Em agosto de 2023, concluiu um novo documentário intitulado "Razões Africanas", uma obra que entra nas profundezas da ancestralidade. Atualmente, está envolvido em dois projetosdocumentais. O primeiro aborda o tema do racismo no futebol, intitulado "Racismo no futebol & Camisas Negras", enquanto o segundo se concentra na questão da reforma agrária global e é intitulado "Acesso à Terra". Direção de Produção - Maria Gabriela Cavalcanti Bacharel em Produção Cultural pelo IFRJ. Tem experiência na Gestão Pública, atuou na Subsecretaria de Planejamento e Gestão da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, atuando diretamente na Comissão de Avaliação de Projetos do ICMS; Atuou como Diretora de Produção em filmes como "Anastácia Alimentada", "Guapi Macacu" e "Juízo Final"; Assistente Executiva de Projetos e Gestão de Emendas Parlamentares na Companhia Ensaio Aberto; Já atuou também enquanto produtora na Quiprocó Filmes e na Escambo Cultural; Coordenadora Financeira - Yasmin Gonçalves Profissional com anos de experiência em Administração e Coordenação Financeira, com competências em Departamento Pessoal, Gestão de Equipes, Relações Institucionais e Estratégia de Projetos. Além disso possui mais de 10 anos de experiencia na área de tradução técnica e geral de inglês -português e português - inglês. Possui formação acadêmica em Administração pela Universidade Candido Mendes (2013-2017), MBA em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Paulista (09/2021 – 07/2022) e uma Pós-graduação em Gestão de Negócios com Foco em Competências Comportamentais pelo Business Behavior Institute (2019 – 08/2021). Jongo: Lazih Sinval e Grupo Cultural Jongo da Serrinha Lazir Sinval, é sambista de berço, descende da Alta Majestade, fundadora do GRES. Império Serrano. É sobrinha de Jacira (a primeira Porta-Bandeira da Escola), sobrinha-neta de Tia Eulália (considerada a Mãe do Império Serrano), de Tia Maria do Jongo e de Sebastião de Oliveira, o ‘Tio Molequinho’, fundador e compositor da Escola da Serrinha, Uma Família de bambas, a família Oliveira. Apaixonada pelo samba e pelo jongo, Aprendeu a dançar o jongo na sala da sua tia avó ,”Tia Maria” aos 6 anos. Umbigava com suas primas, após as brincadeiras no quintal. Acompanhando Tia Maria nas rodas, na Serrinha, teatros, festas e vários eventos, foi convidada pelo Mestre Darcy do Jongo, da família Monteiro, pra dançar no grupo em 1984. A principal apresentação na época, foi o Festival de Música na Sala Cecília Meireles, o Jongo SARACURA, venceu o festival, pra alegria dos jongueiros. Desde então não largou mais o Grupo Jongo da Serrinha, onde é integrante até os dias de hoje. Sua primeira participação como vocalista, foi no LP da cantora Beth Carvalho, ‘Suor no Rosto” em 1984, Beth gravou vários jongos numa das faixas, com a participação da “Vovó Maria Joana”, jongueira, rezadeira e mãe de santo da cantora Clara Nunes. Participou de vários shows no Rio de janeiro e São Paulo. Além de cantora é compositora de jongos,sambas-enredo e partido alto. Algumas de suas composições fazem parte do repertório do grupo Jongo da Serrinha, onde Lazir é fundadora e integrante.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-05-13
Locais de realização (16)
Serra Espírito SantoVila Velha Espírito SantoAçailândia MaranhãoSanta Inês MaranhãoSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisCongonhas Minas GeraisMariana Minas GeraisCuritiba ParanáBelém ParáMarabá ParáParauapebas ParáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroGuaratinguetá São PauloSão Paulo São Paulo