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PRONAC 242904Indeferido - não atendimento à diligênciaMecenato

MAFUÁ DO-FLÔ

RUTICLEIA PANTALEAO DA COSTA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Norte 2024 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2024-04-01
Término
2024-11-30
Locais de realização (2)
Macapá AmapáBelém Pará

Resumo

MAFUÁ DU-FLÔ é um espetáculo itinerante que percorrerá na sua FASE I os estados da Região Norte do Brasil, que pertencem à Amazônia Oriental Brasileira, mais precisamente nos estados do AMAPÁ e PARÁ. É a designação de apresentações de DANÇA E MÚSICA com coreografias desenhadas a partir da Tradição Amazônica Brasileira em seus múltiplos ritmos, músicas e constructos identitários. Segue o fluxo do Rio Amazonas, vindo do Estado do Amazonas até a sua Foz, no Estado do Amapá, fortalecendo o pertencimento e o papel preponderante dos estados da Região com seus papéis artísticos e culturais dessa sócio biodiversidade.

Sinopse

PROPOSTA ARTÍSTICA DETALHADA “Mafuá Du-Flô” (a) Apresentação do artista e/ ou atração representada; MAFUÁ DU-FLÔ é um espetáculo itinerante que percorrerá na sua FASE I os estados da Região Norte do Brasil, que pertencem à Amazônia Oriental Brasileira, mais precisamente os estados do AMAPÁ e PARÁ. É a designação de apresentações de DANÇA E MÚSICA com coreografias desenhadas a partir da Tradição Amazônica Brasileira em seus múltiplos ritmos, músicas e constructos identitários. Segue o fluxo do Rio Amazonas, vindo do Estado do Amazonas até a sua Foz, no Estado do Amapá, fortalecendo o pertencimento e o papel preponderante dos estados da Região com seus papéiss artísticos e culturais dessa socio-biodiversidade. O Boi Du-Flô (partindo de Macapá-Amapá) se encontrará em cada município com: 1. MACAPÁ- com o GRUPO FLOR PEQUENA 2. SANTANA – com UFIL BATUQUE DO IGARAPÉ DO LAGO 3. MAZAGÃO – GRUPO RAIZ MARABAIXO DAS CRIANÇAS 4. BELÉM – PEDRINHO CALLADO 5. BRAGANÇA – TONI SOARES 6. SANTARÉM- MESTRE CHICO MALTA E COBRA GRANDE DO CARIMBÓ 7. MARAPANIN- BOIUNAS, GRUPO DE MULHERES DO CARIMBÓ 8. SOURE – GRUPO DE DANÇAS TRADICIONAIS DO MARAJÓ MARAFÊNIX 9. SALVATERRA – MESTRE TALO E CONJUNTO TAMBOR DA MATA b) Conceito/ concepção da obra artística proposta; Manifestações rítmicas e musicais resultantes da extensa pesquisa etnocoreográfica realizada pelo Grupo Flor Pequena (grupo de danças e músicas da tradição amazônica, portifólio em anexo), sob a coordenação do professor doutor Augusto Oliveira, com objetivo de dimensionar a diversidade da tradição na Amazônia Brasileira. c) sinopse/ release da obra artística proposta; A partir de composições musicais autorais de Augusto Oliveira e Cássio Pontes e de algumas músicas do cancioneiro popular (domínio público), o Boi Du-Flô, com músicos, dancarinas e dançarinos, percorre o trajeto do Rio Amazonas, saindo de Parintins com suas Toadas, descendo pela calha do Tapajós com suas referências de “Pretas de Angola”, passando pelo Salgado Paraense com seus Xotes Bragantinos, Retumbões, passando por Marapanim, terra do Carimbó, chegando nas ilhas do arquipélago do Marajó, com seus Lundus Marajoaras e Carimbós, e desaguando na Foz do Amazonas com os nossos Batuques e Marabaixos. Além desse roteiro coreográfico, existe um fio condutor que é o Bumbá “Boi Du-Flô”, que traz referências do Estado do Amazonas com suas penas, do Estado do Pará com suas fitas, do Maranhão (parte da Amazônia Brasileira) com seus espelhos e sotaques, revisitando os Bois Bumbás que existem e existiram nos estados amazônicos e suas peculiaridades cenográficas e rítmicas, resultantes de pesquisas etnográficas (em andamento) com vistas ao fortalecimento e a revitalização desses folguedos. Quanto à abrangência geográfica, o espetáculo MAFUÁ DU-FLÔ será itinerante e percorrerá, nessa versão, os estados da região Norte: Amapá e Pará (Amazônia Brasileira Oriental). Serão dez municípios, sendo quatro do Amapá (Macapá, Santana, Mazagão e Ferreira Gomes) e seis do Pará (Belém, Bragança, Santarém, Soure, Salvaterra e Marapanim). A escolha conta com as duas capitais, pela suas representações populacionais, e a incursão a municípios com suas identidades tradicioanais e pólos de manifestações culturais rítmicas e coreográficas. A experiência do Grupo Flor Pequena, com nove anos de existência na cena cultural,soma-se aos acumulados dos portifólios individuais de seus componentes, seja na música, na dança e em outras variedades artísticas, conforme decrito nos releases. Ainda se acrescenta o cabedal cultural artístico das parcerias construidas para esse espetáculo, quando do encontro da comitiva do Boi Du-Flô com os agentes culturais de cada município, seus/suas cantoras/es, compositoras/es, dançarinas/os, produtoras/es culturais, pessoal de apoio, etc. O espetáculo pensa em uma distribuição de tarefas e recursos como forma de fortaleciamento das expertises de produção dos agentes culturais e de incremento a uma economia criativa nos locais onde serão desnvolvidas essas atividades. No espetáculo, a promoção à cidadania e à diversidade cultural são centrais. Com um eixo focado na sociobiodiversidade amazônica, a variedade das identidades e pertencimentos culturais está alicercada na escolha dos encontros de agentes culturais locais. Um mosaico de ritmos, músicas e coreografias se estabelece em nos dez municípios com a participação de mestres culturais, cantores e cantoras, músicos e dançarinas/nos compostos por referências etnicas indígenas, por quilombolas, ribeirinhos, por grupos de mulheres, de crianças, etc. O processo criativo buscou um diferencial ao pensar um espetáculo de danças e músicas que reúne elementos da cultura imaterial e as referências ecossistemicas da Amazônia Brasileira. Um trajeto que é guiado pelos rios da Bacia Amazônica da sua origem no Brasil até a Foz do Rio Amazonas. Na narrativa condutora, aspectos geográficos, históricos, naturais e socioculturais se misturam com as caracterizaçoes de cada manifestação cultural. Esse diferencial é pensado como estratégia de agregar ao espetaculo um número de informações que promovam a ideia das diversidades da região. Com objetivo de alcançar um público maior, as estratégias de democratização do acesso oportunizarão a participação de PcDs e TEA com estruturas nos ambientes que proporcionem condições para tanto. Os ingressos terão valor acessível, com quantitativos destinados aos patrocinadores, à distribuição em escolas entre estudantes com baixo poder aquisitivo e a grupos com vulnerabilidade social. Também, serão realizados ensaios abertos com rodas de conversas sobre a tradição amazônica, seus ritmos, instrumentos, coreografias e processo criativo. Com o objetivo de proporcionar impacto positivo em cada município que receberá o espetáculo, haverá o envolvimento de um grande número de agentes da cultura local com suas devidas gratificações em cachês e/ou por prestação de serviços. Trata-se de uma experiência importante no apromiramento da cadeia da economia criativa de cada lugar.A preservação do patrimonio da cultura é central na concepão do espetáculo. O fortalecimento de patrimonios culturais já registrados (IPHAN), no caso Carimbó, Marabaixo, Boi-Bundás, e de outras manifestaçoes também merecedoras desse reconhecimento como o Xote de Bragança, Batuques do Amapá, Pretas d’Angola da Regiao do Tapajós, entre muitas outras que são representadas ao longo do espetáculo.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar no ano de 2024, 10 (dez) espetáculos de música e dança itinerantes numa primeira fase em 02 (dois) estados da Região Norte do Brasil, que pertencem à Amazônia Oriental Brasileira, mais precisamente nos estados do AMAPÁ e do PARÁ. Portanto, é a designação de apresentações de ÚSICA E DANÇA com coreografias desenhadas a partir da Tradição Amazônica Brasileira em seus múltiplos ritmos, músicas, estéticas e constructos identitários, com a finalidade de fortalecer dessa forma o vínculo de pertencimento do seu povo e o papel preponderante dos estados da Região com seus papéis e aspectos de suas expressões artísticas e culturais dessa sócio biodiversidade. Objetivos específicos: - Realizar 10 (dez) espetáculos de música e dança itinerantes, sendo 04 (quatro) espetáculos em municípios pertencentes aos Estado do Amapá (Macapá, Santana, Mazagão e Ferreira Gomes) e 06 (seis) nos municípios pertencentes ao estado do Pará (Belém, Bragança, Santarém, Soure, Salvaterra e Marapanim); - Promover à cidadania e à diversidade cultural nos 10 (dez) municípios por meio de um intercâmbio cultural focado no eixo da sociobiodiversidades amazônica, na variedade das identidades e pertencimentos culturais as quais estão alicercada na escolha dos encontros de agentes culturais locais, na consturção de um mosaico de ritmos, músicas e coreografias que se estabelecem nos dez municípios com a participação de mestres culturais, cantores e cantoras, músicos e dançarinas/nos compostos por referências etnicas indígenas, por quilombolas, ribeirinhos, por grupos de mulheres, de crianças, etc.; - Valorizar e promover o processo criativo cultural local dos 10 (dez) lugares como um diferencial ao pensar o espetáculo de danças e músicas que reúnem elementos da cultura imaterial e as referências ecossistemicas da Amazônia Brasileira. Um trajeto que é guiado pelos rios da Bacia Amazônica da sua origem no Brasil até a Foz do Rio Amazonas. Na narrativa condutora, onde aspectos geográficos, históricos, naturais e socioculturais se misturam com as caracterizaçoes de cada manifestação cultural. Esse diferencial é pensado como estratégia de agregar ao espetaculo um número de informações que promovam a ideia das diversidades da região; - Alcançar um público maior, as estratégias de democratização do acesso oportunizarão a participação de PcDs e TEA com estruturas nos ambientes que proporcionem condições para tanto. Os ingressos terão valor acessível, com quantitativos destinados aos patrocinadores, à distribuição em escolas entre estudantes com baixo poder aquisitivo e a grupos com vulnerabilidade social. Também, serão realizados ensaios abertos com rodas de conversas sobre a tradição amazônica, seus ritmos, instrumentos, coreografias e processo criativo; - Proporcionar impacto positivo em cada município que receberá o espetáculo, haverá o envolvimento de um grande número de agentes da cultura local com suas devidas gratificações em cachês e/ou por prestação de serviços. Trata-se de uma experiência importante no apromiramento da cadeia da economia criativa de cada lugar; - Preservar o patrimonio da cultura é central na concepão do espetáculo. O fortalecimento de patrimonios culturais já registrados (IPHAN), no caso Carimbó, Marabaixo, Boi-Bunbás, e de outras manifestaçoes também merecedoras desse reconhecimento como o Xote de Bragança, Batuques do Amapá, Pretas d’Angola da Regiao do Tapajós, entre muitas outras que são representadas ao longo do espetáculo."

Justificativa

O Projeto aqui denominado de "MAFUÁ DO-FLÔ", idealizado e proposto pela proponente e sua equipe, tem como propósito básico, busca a preservação, promoção, o acesso, divulgação, popularização, incentivo e fomento a nossa cultura local e regional, bem como, o estabelecimento de um circuito e intercâmbio cultural nos quatros municípios pertencentes ao Estado do Amapá (Macapá, Santana, Mazagão e Ferreira Gomes) e 06 (seis) nos municípios pertencentes ao estado do Pará (Belém, Bragança, Santarém, Soure, Salvaterra e Marapanim), durante o período de realização do referido evento. Nossa pretensão concilia contextualmente o desejo voltado ao ingresso de nossa cultura e principalmente de nossa diversidade e das expressões culturais e artísticas locais e regionais no cenário municipal e estadual, além do que, deva conciliar o ingresso dessa diversidade e expressões artísticas culturais no cenário e no mercado criativo cultural nacional e internacional. Bem como, botar em prática uma política de proteção e valorização dos conhecimentos e expressões das culturas populares e tradicionais local e regional. Para tanto, faz-se necessário buscar os mecanismos necessários de incentivo e apoio para a execução da referida proposta, pois acrrditamos que incentivos esses garantidos na Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, que em seu Art. 1°, nos diz que "Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Assim como, acreditamos ainda que o referido projeto se enquadra nos objetivos a serem alcançados descritos no Artigo 3º da referida lei, onde "para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos", tais como: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Nesse sentido, ressaltamos que por meio desse Projeto Cultural estaremos contribuindo para o desenvolvimento, preservação, promoção, incentivo, fomento, acesso e para o crescimento da cultura amapaense, paraense e brasileira. Pois, sabemos que a cultura é um componente essencial para o desenvolvimento de qualquer povo, e, é por meio dela que os grupos humanos constroem e formam sociedades fortes e prosperas. Neste sentido e propósito, acreditamos ainda, que a realização do projeto aqui denominado de MAFUÁ DO-FLÔ, seja importante no favorecimento da produção de boa cultura e da criação de um entretenimento cultural para a cidade de Macapá, Santana, Mazagão e Ferreira Gomes, bem como para a cidade de Belém, Bragança, Santarém, Soure, Salvaterra e Marapanim, e para a região Norte, com perspectivas de colaboração para formação de público e para que mescle talentos consagrados a artistas que vêm se destacando no cenário da dança e musical local e regional no sentido promover a valorização da diversidade dos artistas dos segmentos culturais da dança e musica com as cadeias da economia criativa da cultura no sentido de apoio à sustentabilidade econômica da produção cultural local e regional. Portanto, ressaltmos ainda que presente projeto, está de acordo com a Lei n° 12.343 de 02/12/2010, que instituiu o Plano Nacional de Cultura, ou seja, o mesmo está dentro da meta de aumentar em 30% no número de municípios brasileiros com grupos de atividades nas áreas da música, artes visuais, literatura e artesanato. Valorizando dessa os referidos grupos em relação à criação local e estimulando a experimentação e a ampliação artística destes grupos que tenham o caráter profissional ou amador em nossos municípios. E, que nossa proposta tem relação com os objetivos e finalidade da Lei 8.313 de 1991 que em seu: Art. 1° - (III) versa sobre: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores e no (IX) que diz: Priorizar o produto cultural originais do país, bem como no Art. 3°: que versa sobre o: (II) Fomento à produção cultural e artísticas, mediante a (C): realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de arte e ciência, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Trechos aéreos: mcp-bel-mcp 10 pessoas Bel-santarem 10 pessoas Trechos fluviais bel-soure 10 pessoas Trechos rodoviários mcp – santana; mcp-mazagão; mcp-ferreira gomes Bel- bragança; 10 pessoas

Especificação técnica

TEMPO DO ESPETÁCULO: 120 minutos PROPOSTA ARTÍSTICA DETALHADA “Mafuá Du-Flô” (a) Apresentação do artista e/ ou atração representada; MAFUÁ DU-FLÔ é um espetáculo itinerante que percorrerá na sua FASE I os estados da Região Norte do Brasil, que pertencem à Amazônia Oriental Brasileira, mais precisamente os estados do AMAPÁ e PARÁ. É a designação de apresentações de DANÇA E MÚSICA com coreografias desenhadas a partir da Tradição Amazônica Brasileira em seus múltiplos ritmos, músicas e constructos identitários. Segue o fluxo do Rio Amazonas, vindo do Estado do Amazonas até a sua Foz, no Estado do Amapá, fortalecendo o pertencimento e o papel preponderante dos estados da Região com seus papéiss artísticos e culturais dessa socio-biodiversidade. O Boi Du-Flô (partindo de Macapá-Amapá) se encontrará em cada município com: 1. MACAPÁ- com o GRUPO FLOR PEQUENA 2. SANTANA – com UFIL BATUQUE DO IGARAPÉ DO LAGO 3. MAZAGÃO – GRUPO RAIZ MARABAIXO DAS CRIANÇAS 4. BELÉM – PEDRINHO CALLADO 5. BRAGANÇA – TONI SOARES 6. SANTARÉM- MESTRE CHICO MALTA E COBRA GRANDE DO CARIMBÓ 7. MARAPANIN- BOIUNAS, GRUPO DE MULHERES DO CARIMBÓ 8. SOURE – GRUPO DE DANÇAS TRADICIONAIS DO MARAJÓ MARAFÊNIX 9. SALVATERRA – MESTRE TALO E CONJUNTO TAMBOR DA MATA b) Conceito/ concepção da obra artística proposta; Manifestações rítmicas e musicais resultantes da extensa pesquisa etnocoreográfica realizada pelo Grupo Flor Pequena (grupo de danças e músicas da tradição amazônica, portifólio em anexo), sob a coordenação do professor doutor Augusto Oliveira, com objetivo de dimensionar a diversidade da tradição na Amazônia Brasileira.

Acessibilidade

- Esclarecemos que por ocasião das apresentações doespetáculo de Música e Dança MAFUÁ DO-FLÔ, serão adotadas medidas de garantia de acesso aos PcDs em relação à estrutura física dos ambientes (rampas, banheiros adaptados e piso tátil). Garantia de audiodescrição e intérprete de libras aos PcDs visuais e auditivos, respectivamente. Aos TEA, monitores capacitados para acompanhamento, tais como: RAMPAS BANHEIROS ADAPTADOS PISO TÁTIL MONITOR PARA TEA INTÉRPRETE DE LIBRAS Portanto, quanto as medidas de acessibilidade, informamos que no aspecto arquitetônico o local de realização do show será observado para efeito de alocação que o mesmo tenha os recursos de acessibilidade necessários para atender pessoas com mobilidade reduzida tais como rampas de acessos a todos os lugares do espaço, piso tátil indicativo, banheiros e áreas de alimentação e circulação adaptados para atender esse público. Bem como, no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência, auditiva e visual aos produtos culturais gerados pelo projeto com a contratação de profissionais como interprete/tradutor de libras e locutor.

Democratização do acesso

Dentre as medidas de “ampliação de acesso” serão adotadas no projeto, conforme artigos 27 e 28 da IN Minc nº 01/2023: Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. [...] I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. [...] Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; [...] III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; [...] IV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PORTANTO, SEGUE A BAIXO AS MEDIDAS DE “AMPLIAÇÃO DE ACESSO” QUE SERÃO ADOTADAS NO PROJETO, CONFORME ARTIGOS 27 E 28 DA IN MINC Nº 01/2023, SÃO ELAS: 1) - CONFECÇÃO DE UM BUMBÁ PARA DESLOCAMENTO NO ESTADO DO PARÁ 2) - CONFECÇÃO DE FIGURINOS DO GRUPO 3) - UM DOS PRINCIPAIS BENEFÍCIOS QUE O PROJETO AQUI DENOMINADO ESPETÁCULO DE MÚSICA E DANÇA "MAFUÁ DO-FLÔ", TRAZ É O ACESSO À CULTURA E AO ENTRETENIMENTO DE QUALIDADE TOTALMENTE GRATUITO. ALÉM DISSO, O REFERIDO PROJETOS TEM O POTENCIAL DE GERAR EMPREGOS E MOVIMENTAR A ECONOMIA LOCAL, POIS ELE VAI ENVOLVER UMA SÉRIE DE PROFISSIONAIS DA CULTURA, COMO ARTISTAS, GRUPOS FOLCLÓRICOS, PRODUTORES, TÉCNICOS, EQUIPE DE DIVULGAÇÃO, ENTRE OUTROS. DESSA FORMA, ESTAREMOS CONTRIBUINDO PARA O DESENVOLVIMENTO DO MERCADO CULTURAL CRIATIVO E INCENTIVANDO O CRESCIMENTO DOS SEGMENTOS CULTURAIS DOS DOIS ESTADO. OUTRO ASPECTO IMPORTANTE E RELEVANTE QUE O REFERIDO PROJETO TRAZ É O IMPACTO SOCIAL QUE ELE PODE CAUSAR, POIS ELE TEM AINDA A FINALIDADE E O OBJETIVO DE PROMOVER A INCLUSÃO SOCIAL POR MEIO DO ACESSO AOS BENS CULTURAIS, LEVANDO A CULTURA PARA PESSOAS QUE NÃO TEM CONDIÇÕES DE PAGAR PARA ASSISTIR PROJETOS DESSA NATUREZA. PORTANTO, A PROPOSTA E CONCEPÇÃO DO MESMO POSSIBILITA O ACESSO A UMA CULTURA DIVERSIFICADA E CONTRIBUI PARA A FORMAÇÃO DE UMA SOCIEDADE MAIS IGUALITÁRIA E CONSCIENTE NO SENTIDO DE VALORIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE SUA CULTURA.

Ficha técnica

- RUTICLEIA PANTALEÃO DA COSTA é a Cordenadora executiva do projeto. Também compõe o núcleo artístico fixo das apresentações como intérprete e dançarina. TEMPO DO ESPETÁCULO: 120 minutos d) ficha técnica; Augusto Oliveira – canto, dança, percussão e narrativa Cássio Pontes – canto, violão, banjo Marcelo Abreu – canto, cajon, tambores Ruti Costa – canto e dança Nayara Cavalcante – dança e direção coreográfica Selma Rocha – dança e direção coreográfica Daniela Uchôa – dança e direção coreografia Felipe Augusto – dança, viço do Boi (dançarino do boi) e produção Luana Silveira – Comunicação, registros e produção e) currículo resumido dos artistas e técnicos; - Ruti Costa, coordenadora executiva do Grupo Flor Pequena, é pedagoga, com longa experiência na educação, da Educação Infantil ao Ensino Universitário. É dançarina de danças de salão e das tradições amazônicas, cantora, atriz de teatro e produtora cultural. Augusto Oliveira é pesquisador da sociobiodiversidade amazônica no Iepa e professor universitário, doutor em Desenvolvimento Socioambiental pelo Núcleo de Altos Estudos da Amazônia. É também, farmacêutico, historiador, mestre em Política Ambiental, professor universitário e pesquisador. É poeta, escritor, fotógrafo, dançarino, produtor cultural, compositor, intérprete e ator. No audiovisual, criou o Festival de Cinema, “Curta Santana num Minuto”. Possui trabalhos como roteirista em documentários, coordenador de festivais acadêmicos e em direção de vídeos. Na fotografia, publicou livro bilíngue de etnofotografia, e coordenou Mostras Acadêmicas de ensaios fotográficos. Como compositor, possui músicas do álbum “Trava-Língua” (parceria com Cássio Pontes), do álbum Músicas do Flor Pequena e músicas classificadas em festivais da canção no Estado do Amapá e fora do estado. Na dramaturgia é autor da peça “O Tempo das Brincadeiras” (tetro pedagógico), encenada no Museu Sacaca, “As Musas e o Poeta” e “A Sedução que vem das Águas” (ambas de Teatro poético-coreográfico-musical) e coordenador de Mostras acadêmicas de Teatro Educativo. É organizador e/ou autor de 14 livros, com abordagens em ciência, tecnologia, gestão ambiental, plantas medicinais, História da Amazônia, do Amapá, etnofotografia, Museologia e literatura (poesia). - Cássio Pontes é músico e compositor. Licenciado em Música. Já participou de várias edições do SESCANTA e de outros festivais do cação no Estado do Amapá e em outros estados do Brasil com nove primeiros lugares. Atuou como músico e compositor na produção de peças teatrais, feiras literárias e em documentários. Possui canções gravadas em diversos CDS. - Marcelo Abreu é intérprete, músico percussionista amador - no sentido mais amplo da palavra. Nasceu em São Luís, no Maranhão e lá se apresentou em vários locais, ora cantando, ora tocando percussão ou, ainda, declamando poesia – mais uma de suas paixões. Participou do Laborarte, um movimento de cultura popular que difunde ritmos tradicionais como o coco, cacuriá, embolada e tambor de crioula. Residindo em Macapá há quase dois anos, tem buscado contato com a música regional, através de grupos e cantores locais. Entre os projetos que participou, estão: O que é O que é, Gonzaguinha, com o músico Dylan Rocha; Parada Literária, em parceria com a poeta Pat Andrade; Jazz na Calçada, onde cantou; Quarta de Arte da Pleta, também cantando. Hoje, Marcelo canta e toca ao lado do músico amapaense Cássio Pontes, no Ginga de Corda, que já se apresentou em vários eventos culturais em Macapá e Santana. - Nayara Cavalcante é Turismóloga, Licenciada e Letras, acadêmica de Pedagogia. É professora universitária e de Cursos Preparatórios. Iniciou a dança em Grupos de Toadas na condição de Porta-estandarte. É dançarina de danças de salão e das tradições amazônicas, atriz e produtora cultural. - Selma Rocha é socióloga, é dançarina de danças de salão e das tradições amazônicas. Coreógrafa. - Felipe Augusto é acadêmico de Biomedicina. Dançarino do Bumbá. Produtor cultural. - Daniela Uchôa é formada em História pela Universidade Veiga de Almeida e está na segunda graduação em Educação Física pela Unicesumar. Desde a fase infantil até a adulta, praticou inúmeros tipos de dança em diferentes cidades do Brasil. Início com o ballet aos 4 anos no Studio Rose. Com 7anos entrou para a turma de Jazz do Liceu Salesiano, situado no bairro Nazaré em Salvador/BA e logo após alguns meses, começou a praticar Ginástica Rítmica na SUDESB sendo treinada por Tania Mara Lyrio, atual técnica do AGIRB - Camaçari. Em Salvado teve contato com inúmeros tipos de cultura devido ao trabalho da sua mãe no IPHAN. Em 2001, mudou-se para o Rio de Janeiro, continuou os treinos da Ginástica com a ex-técnica da seleção brasileira, Dayse Barros, que a elevou ao alto rendimento da G.R carioca. Federou pelo GRD Club e após a saída da tutela da téncica Dayse e sob o comando de Rocheli Martins da Escola Ritmus de Ginástica se tornou federada pela segunda vezes. Ao longo dos anos na Ginástica Rítmica, Daniela participou de curso de expressão corporal, aprimoramento de técnica da G.R comandada por Giurga Nedialkova, introduções a danças e aulas de ballet para poder compor melhor as séries competitivas. Aos 26 anos, passou para a tutela de Gleice Nogueira e Clara Nunes, técnicas do Colégio Cnec Lemos Cunha. Nesse período estava competia no nivel adulto. Atuou como auxiliar técnica em algumas competições. Também nesse periodo, entrou para CARIMBLOCO, fundado pelo mestre Silvan Galvão e para o Bumbá Meu Boi Encanto Carioca, fundada por Dona Carminha. O Carimbloco tem como finalidade levar a cultura popular do norte, tendo como destaque o carimbó, seguido de boi bumbá, banguê, marambiré, foi monitora da Dança no Carimbloco, acompanho o mestre Silvan em inúmeras apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo e em Alter do Chão. Pelo Encanto Carioca , Em 2021 entrou para o grupo Guerreiros Wayana (seguimento Toada). -Luana Silveira é jornalista, com experiência em assessoria de comunicação, é produtora cultural. - DAS PARCERIAS: 1. GRUPO DE DANÇA MARAFÊNIX (coletivo de dança com faixas etárias variadas) O grupo de dança Marafênix é um grupo de identidade cultural sourense. A origem do grupo está atrelada ao lançamento do cd de carimbó “Obra-Prima Marajó” do poeta, escritor e compositor Ailton Favacho, que devido à falta de recursos para contratar um grupo de carimbó recebeu ajuda de um grupo de alunos. Incentivados e organizados pela professora Solange Ramirez, dispuseram-se a coreografar as músicas do cd, como resultado surgiram coreografias inusitadas que apresentaram a comunidade a dança do carimbó, lundu e xotes com traços teatrais envolvendo a tradição e o toque contemporâneo, principalmente nas cores vibrantes das indumentárias e coreografias teatralizadas. Dessa forma, o grupo tem como marco inicial o dia 02 de agosto de 2014, data do início oficial de seus ensaios. O nome do grupo visa ressaltar a união do regional com o contemporâneo em que “Mara" absorve todo o potencial cultural da região marajoara e “Fênix” faz alusão a mitológica e enigmática ave de fogo e sua renovação. Desde sua origem o grupo atua de forma ativa em vários eventos na comunidade culturais, educacionais e sociais. Estando atualmente em sua 4ª geração constituído maciçamente pela figura feminina que forma 95% dos integrantes do grupo. BRUNO FELIPE CRAVEIRO SENA – dançarino e coreografo e dançarino especialista em coreografias regionais (natural de Soure). Performista vencedor de vários títulos, dentre os quais destacam-se: Rainha das matas e Miss beleza ambiental: Do Lixo ao luxo. Coordenadora do Grupo: SOLANGE LIMA RAMIREZ: Professora marajoara atuante na área de linguagens, que desde cedo nutriu encantamento e admiração pela cultura regional. Foi em suas práticas educacionais de sala de aula que intensificou seu aprendizado neste aspecto. Em sua contribuição pela emancipação e perpetuamento da cultura vem de uma trajetória de trabalhos culturais em vários níveis de ensino ( fundamental, EJA e Médio), nos quais me encontrei com jovens e adolescente que hoje formam o grupo de dança Marafênix. Atualmente é Servidora Pública das Esferas Estadual e Municipal, exercendo os Cargo de Professora de Língua Portuguesa, Literatura e Arte, e Educação Geral, nas Escolas “Gasparino Batista da Silva”, “Stella Maris” e “Alberto Engelhard”; Produtora cultural; Coordenadora e coreografa do grupo de Dança MARAFÊNIX, projeto desenvolvido com alunos e ex-alunos das escolas, e comunidades do município de Soure, cujo objetivo é incentivar o processo de ensino e aprendizagem por meio da apreciação de vários ritmos musicais, especialmente os regionais, como o carimbó. 2. O Conjunto Tambor da Mata de Salvaterra consiste em um agrupamento de artistas que, em fevereiro de 2021, iniciaram uma produção musical, a partir de letras de autoria de Max Silva do Espírito Santo e Ailton Silva Favacho, as quais se transformaram em aproximadamente 20 canções regionais pelo trabalho de Anderson Barbosa e Edilson Angelin, o Mestre Talo. De modo diversificado, a produção contém xote, lundum e carimbó, destacando-se "O bom surijun", música vencedora da primeira edição do FEMCE, que ocorreu em julho de 2023, na cidade de Salvaterra-PA. 3. UFIL BATUQUE DO IGARAPÉ DO LAGO (SANTANA-AP) - A festividade em honra a Nossa Senhora da Piedade destaca-se como uma das maiores manifestações da cultura afro do estado do Amapá, tanto que sua propagação em nível nacional, fez com que em 1986, após avaliação extremamente criteriosa do Ministério da Cultura, fosse registrada no calendário de eventos Turístico Oficial da EMBRATUR (Instituto Brasileiro de Turismo), tornando-se a primeira festa tradicional do Estado do Amapá a ser incluída no referido grupo de eventos. A Festividade também está inserida no Calendário de Eventos das Festas Tradicionais Afro-amapaenses, criado através do Projeto de lei nº 0229/16- AL, de autoria da deputada Roseli Matos e no Calendário de Festas com Folias Religiosas do Amapá, da Associação Amapaense de Folclore e Cultura Popular – AAFCP, disponível em: Ponto de Cultura: Povo de Fé e de Festa, que ficava no acervo da Biblioteca Pública Elcy Lacerda. Já foi tema de pesquisas científicas, a exemplo do Trabalho de Conclusão de Curso das historiadoras da Universidade Federal do Amapá Edilene Araújo Dias e Elzilene Araújo Dias, intitulado: “Festividade de Nossa Senhora da Piedade no Distrito de Igarapé do Lago, Município de Santana: Fé, Tradição e Memória – de 1890 a 2017.” Além disso, o documentário “As Escravas da Mãe de Deus” também apresenta uma parte dessa herança cultural. Outras fontes bibliográficas que mencionam o Batuque de Nossa Senhora da Piedade é a tese de Doutorado da professora Piedade Lino Videira (Batuque, Folias e Ladainhas: A cultura do Quilombo do CRIAU em Macapá e sua educação), apresentado em 2010 e o livro: “Igarapé do Lago: História e Memória” de autoria do professor José Maria Pereira Dias, lançado em 24 de Junho do corrente ano. A obra reúne toda a história da Comunidade, enfatizando a origem e estudos mais aprofundados da historicidade da festa em honra à Nossa Senhora da Piedade. Vale ressaltar que o tema do Samba Enredo da Escola de Samba Império do Povo para o Carnaval de 2024 é “Folias da Mãe de Deus da Piedade,” que vem fortalecer ainda mais este legado deixado por nossos antepassados e que irá ecoar na Avenida Ivaldo Alves Veras a história de um povo resistente, que lutou e continua lutando para alcançar sua visibilidade e a devida valorização. Este ano (2023), as dançadeiras, à convite da referida escola, desfilaram na Ala das Baianas, tendo a honra de ter sido parte do momento que levou a Águia Furiosa ser CAMPEÃ do Grupo Especial. Destacamos ainda que a Comunidade de Igarapé do Lago é considerada Quilombola em conformidade com a legislação, de acordo com o artigo 2º do Decreto nº 4.887, de 20 de Novembro de 2003, possui certidão de auto definição como Remanescente de Quilombo, expedida pela Fundação Cultural Palmares em 2011, de acordo com o processo de n° 01420.007090/2011-42, certificado pela Portaria nº 91/2011, de 17 de Junho de 2011 e possui também processo administrativo de regularização fundiária visando a titulação de suas terras desde o ano de 2013, tramitando junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA. A UFIL foi criada em 1986 com o objetivo de resguardar, difundir e dar continuidade à festividade em louvor a Nossa Senhora da Piedade, visto que a mesma era liderada pelo senhor Belmiro Macedo de Medina que, após 50 anos realizando, detectou a necessidade de envolvimento de outras pessoas de sua família. Neste contexto, nasce a União Folclórica de Igarapé do lago que, atualmente, possui um grupo de devotos composto por 52 foliões, sem limitação de faixa etária, permitindo a participação de crianças, jovens, adultos e idosos, desempenhando variadas funções, como: mestre-sala, cantador, mantenedor, porta- bandeira, talabardista e os percussionistas. Além, de 60 bailantes que dançam durante o batuque segurando a barra da saia, dando voltas no sentido anti-horário e cantando o coro das músicas tiradas pelo cantador e 28 membros compondo sua diretoria, totalizando uma equipe de 140 pessoas. O grupo de Batuque de Nossa Senhora da Piedade, existente há mais de 150 anos, retrata a cultura de um povo, de uma nação, de uma vida, que nos faz entender questões mais profundas sobre a historicidade de nossos antepassados, permitindo com que futuras gerações entrem em contato com gerações passadas, tornando possível a perpetuação desta tradição. A manutenção deste legado se interliga aos eventos artísticos culturais capazes de fomentar a valorização de estudos ancestrais (a exemplo disso, temos o Encontro dos Tambores, que é um dos maiores eventos do Estado do Amapá e reúne um público amplo). Com o passar dos anos, é visível a repercussão que a qualidade artística desta manifestação cultural (batuque) causou (inclusive pelas referências acima mencionadas), estimulando o reconhecimento, apreciação e valorização da identidade local, sendo um processo enriquecido através da união dos mais antigos moradores a mais nova geração, garantindo a esperança da continuidade, inserindo o indivíduo no lugar ao qual pertence, dando ênfase às suas origens. Ademais, a UFIL realiza e participa de eventos voltados às questões afro de modo dinâmico e festivo, em apresentações em forma de SHOW, reverenciando sua ancestralidade, através de bandaias que retratam a luta e resistência desta realeza negra, proporcionando aos devotos, amigos e simpatizantes uma rica e motivadora experiência coletiva de fé e espiritualidade, com envolvimento sociocultural e religioso dos foliões e de sua comunidade, transformando-se assim em uma entidade que busca realizar a interação da fé e da cultura, além de oportunizar aos partícipes o conhecimento e valorização da cultura local, contribuindo com a preservação, difusão, fortalecimento e manutenção deste legado cultural. Ressalta-se também a idealização de ações voluntárias dentro da própria localidade, como: distribuição de cestas básicas, objetivando ajudar famílias que não possuem condições financeiras suficiente para garantir seu sustento. 4. SOBRE AS BOIUNAS DO CARIMBÓ - 0 Grupo de Carimbó de Mulheres foi constituído em 2020 pelas Marapanienses Aline Ribeiro e Amanda Rabelo com intuito de fortalecer e disseminar a cultura do carimb6 patrimônio e a Amazonia, em especial para as mulheres do nosso Estado. Sabemos que historicamente as mulheres eram proibidas de tocar os instrumentos de carimb6, com o avanço e empoderamento feminino, avançamos muito, mas ainda está muito Longe de ser o ideal, por isso a motivação de criar o segundo grupo de mulheres em Marapanim, temos como inspiração o Grupo de Carimb6 Sereia do Mar de Vila Silva, exemplo de força e luta em meio a 41 grupos onde a maioria são comandados majoritariamente por homens, somente no território de Marapanim. 5. Toni Soares, em 1981, inicia compondo trilhas para espetáculos teatrais. Recebeu o prêmio de “Melhor Trilha Musical” em dois anos consecutivos no Festival Nacional de Teatro de Campina Grande, para as peças do Grupo Palha “Ao Toque do Berrante” e “Ybi Ei Marã – Terra Sem Males. Ainda no mesmo ano, produziu, roteirizou e compôs a trilha para o vídeo “Cenesthesia”, ao lado de Jorane Castro e Dênio Maués. A carreira musical foi iniciada profissionalmente em 1984, com a realização do show “Sina de Lamparina”, em Bragança-PA. Em 1993, fundou com mais três compositores o grupo Arraial do Pavulagem, e em 1995 gravou o primeiro CD. Em 1996, iniciou uma pesquisa musical com os ritmos da Zona do Salgado do Estado do Pará: Batuques, Ladainhas, Folias, Xotes, Retumbão, e Marujada. Em 1997, produziu, arranjou e gravou seu primeiro disco solo “Glorioso Soul Benedito”. Também, em 1997, produziu e arranjou o segundo CD do Arraial do Pavulagem, “Sotaque de Reggae-Boi”. No mesmo ano, inicia um mapeamento musical dos grupos de Bois-bumbás em atividade na cidade de Belém e distritos de Icoaracy e Ananindeua.No ano 2000, produziu, arranjou e gravou o CD “Arrastão do Pavulagem”. Em 2003, finalizou pesquisa com os Bois-bumbás existentes na região metropolitana de Belém e distritos de Ananindeua e Icoaracy. A pesquisa durou 7 anos, e resultou no CD duplo “Belém dos Bumbás”, mapeando o trabalho de 20 (vinte) grupos e compositores de Bois-bumbás. O disco foi lançado em janeiro de 2004. Em 2010, produziu projeto especial para a Irmandade do Glorioso São Benedito de Bragança, e lançou o seu quinto CD “CAMINHANDO COM SÃO BENEDITO”, em 2011. No ano de 2012, integrou o premiadíssimo espetáculo Terruá Pará, com shows em Belém e São Paulo. Participou das três edições do show. O resultado está em CD e DVD. Em 2013, iniciou a produção e composição de seu sexto CD dedicado a festividade de São Benedito de Bragança, com o título “MARUJADA”, lançado em 2014. Em 2020, inicia a produção do Projeto O Chamado dos Tambores de Bragança, que pretende reunir nomes da literatura paraense e músicos convidados para participações especiais em torno da tradicional Marujada de São Benedito de Bragança, que completou 220 anos, e é Patrimônio Cultural Imaterial Paraense. No mesmo ano de 2020, a Secretaria de Cultura de Bragança concede o título de Mestre de Cultura, pelo seu trabalho em prol da cultura popular amazônica. Em julho de 2021, inicia as gravações de 14 músicas para o Projeto O Chamado dos Tambores de Bragança. As músicas foram compostas em parcerias com grandes nomes da literatura paraense, como Salomão Larêdo, Emanuel Matos, Carlos Correia Santos, Guaracy de Brito Jr e Antônio de Oliveira, além de composições do próprio compositor. O trabalho foi lançado nas plataformas digitais, com show de lançamento transmitido ao vivo pelo youtube, no dia 11 de dezembro de 2021. Em 2022 é convidado pelo diretor do Grupo de teatro Experiência, Geraldo Salles, para compor a trilha musical da peça “Belém – Bragança Os Trilhos da Esperança”. Durante o ano de 2022, Toni Soares põe em prática o projeto aprovado pela Secult-PA – Lei Aldir Blanc: “Cinema Show – Caminhando com Toni Soares”, exibindo o filme “Caminhando com Toni Benedito Soares”, obra cinematográfica que conta a trajetória musical do artista e apresenta depoimentos sobre a obra de Toni Soares, de pessoas como o jornalista Edgar Augusto Proença, Nilson Chaves, José Maria Bezerra, Ná Figueredo, Walter Freitas, entre outros. Após a exibição do filme, o artista apresenta o show de mesmo nome. Esse projeto foi levado a várias comunidades e bairros da periferia de Bragança. Para finalizar o ano de 2022, Toni Soares realizou dois shows. Um na programação cultural da Festividade de São Benedito de Bragança e outro denominado “Um canto pra São Benedito”, no Teatro do Liceu da Música, com as participações especiais da Comitiva de São Benedito de Bragança, Alex Ribeiro, Igor Vorrara e Emanuel Antônio. Em janeiro de 2023 concluiu a trilha sonora do musical “Belém – Bragança Os Trilhos da Esperança”, produzido e apresentado pelo Grupo de Teatro Experiência, com direção geral de Geraldo Salles. O espetáculo vai estrear nos dias 16 e 17 de junho/23 no Teatro do SESI, em Belém. Em julho de 2023, fez o show de inauguração da orla do Rio Caeté de Bragança para um público estimado em 10.000 pessoas. Em setembro de 2023, Toni Soares realizou o show “Por trás das fitas”, no Teatro do Liceu da Música de Bragança, com participações de Bella Portugal, Beto Penafort, Marcos Salgado e Emanuel Antônio. Toni Soares tem composições gravadas por Nilson Chaves, Lui Coimbra, Bando Mastodontes, Lucinha Bastos, Ronaldo Silva, Walter Freitas, Sanmiliz, Allex Ribeiro, Marhco Monteiro, Sebastião Tapajós, Arraial do Pavulagem, Vital Lima, Almir Gabriel, Coro Cênico da Unama, José Maria Bezerra, Emanuel Mattos, Ana Clara Matos, entre outros. Já dividiu o palco com os compositores Zeca Baleiro, Nilson Chaves, Arraial do Pavulagem, Papete, MG Calibre, Trio Manari, Lucinha Bastos, Almirzinho Gabriel, Paulo André Barata, Chico César, entre outros. Entre seus parceiros de composições estão Walter Freitas, Ronaldo Silva, Salomão Larêdo, Dudu Neves, Guaracy de Brito Jr. Emanuel Matos, Carlos Correia Santos, Allex Ribeiro, Almirzinho Gabriel e tantos outros nomes. 6. Pedrinho Callado - Nascido em Belém, Pedrinho Callado é compositor, arranjador, músico, produtor musical e ativista cultural, estudou música na Universidade Federal do Pará, e ainda fez outros cursos e workshop’s de arranjo e harmonia com maestro búlgaro Ian Guest, Nelson Freire e Délia Fisher, Nelson Faria, entre outros. Lançou sete álbuns. Possui dezenas de composições gravadas por muitos cantores como: Lucinnha Bastos, Nazaré Pereira, Vital Lima, Marco André, Gigi Furtado, Simone Almeida, Gonzaga Blantez (AM), Pepysho Neto (PB), Alba Maria, Eleny Galvan (MG), Olivar Barreto, Jacely Duarte, Dayse Addario, Ivânia Catarina (MG), Lucio Mouzinho, Marcelo Dias (AP), Renato Lu, Karina Ninni (SP), Banda Normandia (RO), Mel Ribeiro, Negro de Nós (AP) Gonzaga Blantz (AM), Leticia Luz, Lula Barbosa, Renata Del Pinho, Jeane Darwiche e outros. Foi premiado nos festivais mais importantes do Brasil: Bienal de Música Internacional de Belém, Festival de Música dos Servidores do Estado (SERVFEST), Fecam-Marabá, Festival de Ourém, Festival de Carimbó de Marapanim/PA e foi primeiro lugar em no Festival de Música de Santarém Novo/PA, entre outras dezenas. Também consegui os primeiros lugares Brasil afora como nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Maranhão, Sergipe, Amapá, Amazonas e Goiás. Representou o Estado da Bahia no Festival da Rede Globo (CANTA-NORDESTE). Participou como arranjador dos Cd’s: 60 anos do Banco da Amazônia, Made in Pará, BASA- Quinta Cultural e dos cantores: Pedrinho Cavalero, Mário Mouzinho, Nazaré Pereira, Fabrício dos Anjos, Karina Ninni, no CD de José Maria Villar (interpretada por Lucinha Bastos), Edson Abreu, Dayse Addario, Anny Lima, Felipe Cordeiro, Silvia Tavares, Zé Valdir, Álvaro Kamara, Ivan Cardoso, Lucio Mouzinho, Adriano Cardoso e muitos outros. Fez arranjo para várias outras coletâneas. Em 2004 foi contemplado com uma bolsa de pesquisa pelo Instituto de Arte do Pará (IAP), que gerou seu primeiro CD “Etnomúsica”, contendo vários ritmos pesquisados nas regiões e que contou com a participação especial de Marco André, Vital Lima, Any Lima e Lula Barbosa (SP). Ainda em 2004 foi agraciado com o I Prêmio Cultura de Música, promovido pela Fundação de Telecomunicações do Pará (FUNTELPA). Seu talento para a arte o levou ao mundo audiovisual, e elaborou trilhas sonoras para curtas, como Árvore da Benção, e Cartas da Irmã Doroth, e fez a direção musical do projeto do filme e CD, Toque de Mestre. Em 2009 lançou o CD “HUM-HUM!”, com participação de Eudes Fraga, Mestre Verequete, Mestre Curica e Zé Miguel. Em 2012 produziu o documentário “GAMBÁ (Música e Territorialidade)”, em 2017 gravou e lançou seu quarto trabalho, o CD “Música na Rede é Peixe”. No ano seguinte (2018), foi premiado como Príncipe CONSORTE no Baile dos Artistas do Pará e lançou o álbum “LELELÊ DO CARIMBÓ”. Em 2019 divulgou seu trabalho em vários programas em rede nacional, como: Do Ratinho (SBT), Rádio Brasil, BEM BRASIL (TERRA VIVA/BAND0, REDE BRASIL, TRIBUNA INDEPENDENTE. Em 2020, volta a fazer vários shows e o cantor Lula Barbosa grava sua música e retorna à São Paulo para divulgação na Rede Cultura, TV gazeta e TV GLOBO. Ainda em 2020, lança o álbum “VIA JURUNAS” e em 2021 apresentou ao público o documentário e álbum “MUSICAMENTO CONDOR”. Em 2022 Lançou o DVD. Em 2023 voltou aos programas em S. PAULO, onde participou de programas como na tvs: REDE VIDA (Silvio Brito Em Família; Vida Melhor com Claudia Tenório: TV GAZETA (REVISTA DA CIDADE com Regiane Tápias e Leão Lobo e de volta ao Pará conquista 2 principais premiações da cultura paraense, o primeiro foi Prêmio Ruy Barata no Teatro do Sesi, e o segundo PRIMEIRO LUGAR Festival de Música de Ourém-PA, parceria com Paulinho Pedra Azul, e segue sua trajetória de shows. 7. Mestre Chico Malta - Mestre Griô Francisco Cardoso Feitosa, nasceu em Santarém, Pará, no dia 07 de Maio de 1962. Descendente das tribos Wai-Wai por parte de mãe e Mundurucu por parte de pai. Mestre do Carimbó, poeta, cantor, compositor, dramaturgo, pesquisador, escritor e arte-educador, Chico Malta como é popularmente reconhecido, desenvolve suas atividades artísticas há mais de 40 anos na região amazônica envolvendo crianças, adolescente, jovens e adultos de mais de 400 comunidades de pescadores, seringueiros, agricultores, indígenas e quilombolas. Participou de vários eventos locais, nacionais e internacionais como: Festivais de poesia, música e teatro, ECO 92 no Aterro do Flamengo no Rio de Janeiro, Programa TV ABERTA do apresentador Ney Gonçalves Dias no auditório da TV Record. Gravou vídeo clipe para o Programa Globo Ecologia, Instituição Ives Rochet da França e Revista Akzente e Rádio/TV WDR (West Dentscher Rund Funk) da Alemanha, Grupo Proskenon da Itália e Revista Frutos do Brasil. Escreveu as peças teatrais Amor Mesclado na selva Amazônica, o amuleto e Uma Família diferente; publicou o livro de poesia Sant'além das Linhas Imaginárias em parceria com o poeta Ednaldo Rodrigues; publicou o Livro de música O Canto da Amazônia e gravou os CDs: Os Encantos da IARA com apoio do IARA/IBAMA e GTZ da Alemanha, Músicas Educativas com apoio do Projeto Saúde e Alegria, Cantando com a Bandoca com apoio do Grupo de Ação Ambiental Vila Viva/MINC, Nas Entranhas da Selva – lendas e ditos populares cantados com apoio dos músicos Helder Gama, Fabio Cavalcante e Coletivo Puraqué. Membro da comissão nacional de Griôs e mestre de tradição oral e representante da Cultura popular do oeste do Pará fez a abertura do Fórum Nacional de Cultura no Parque Municipal de Belo Horizonte, Minas Gerais e se apresentou em Fortaleza durante a TEIA. Como membro fundador do Movimento de Roda de Curimbó Tambores do Sol articulou no oeste do Pará a Campanha pelo Reconhecimento do Carimbó como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, Participou da Virada Cultural de São Paulo no Lago do Arouche em 2013, acompanhou o Show de Carimbó com Dona Onete na Praça Tiradentes para a gravação do Filme da Camila Pitanga “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, participou dos shows de Carimbó no Sairé 2010 a 2015 – Alter do Chão e Show de Carimbó nos CORREIOS de Santarém “Qualidade de Vida”, apoiou as atividades da Feira do Livro em Belém, a 5ª Olimpíada de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz no Rio de Janeiro e junto com o musico Luthier Helder Gama ministrou as Oficinas de Carimbó no Coletivo Puraqué – Casa Brasil, na Escola em Tempo Integral do Campo Irmã Dorothy Mae Stang, ambos em Santarém/PA e nas comunidades Quilombolas da cidade de Oriximiná/PA. Em 2013 recebeu do Ministério da Cultura o Título de Mestre da Cultura Popular. Em 2015 recebeu em Santarém/PA da Secretaria de Cultura do município e do Grupo de Mulheres Empresarias o Título de Mestre do Carimbó. Também premiado em 2018 como mestre da cultura popular pelo ministério da cultura. Idealizador da Quinta do Mestre e a Sereia, que acontece todas as quintas feira, no Centro de Referência de Carimbó Mestre Chico Malta, orla de Alter do Chão – Santarém/PA. Publicou o Livro “O Canto da Amazônia” (com músicas cifradas de sua autoria), e gravou os discos “Os Encantos da IARA” (Projeto IARA/IBAMA e GTZ da Alemanha), “Músicas Educativas” (Projeto Saúde e Alegria), “Cantando com a Bandoca” (Ponto de Cultura da Oca/MinC) e “Nas entranhas da selva” (FGC Produções e Coletivo Puraqué). Atualmente mora na vila de Alter-do-chão, onde fundou e é membro do grupo “Movimento de Roda de Curimbó”. O disco gravado com o grupo também está disponível logo abaixo. TÍTULOS: Movimento de Roda de Curimbó (Santarém/PA, janeiro de 2012) Nas Entranhas da Selva (Santarém/PA, junho de 2010) 8. Grupo Raízes do Marabaixo Infantil, grupo tradicional da comunidade do Mazagão Velho que trabalha a perpetuação da cultura do Marabaixo e batuque e todas as manifestações culturais que acontece na vila histórica de Mazagão velho, conhecida como o berço da cultura Amapaense, que atualmente conta com quantitativo de participação de 72 crianças.

Providência

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