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PRONAC 242960Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

As Aventuras de Alice - Curitiba

INSTITUTO MATULA DE ARTE, INVENCAO & CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 946,4 mil
Aprovado
R$ 946,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

As Aventuras de Alice é uma exposição que transitará entre as artes visuais, a literatura e o cinema. As narrativas de Lewis Carroll e os traços de John Tenniel nos conduzem por aparatos óticos da era vitoriana à TV mecânica, o universo 3d e a realidade virtual. Mergulharemos em ambientes imersivos que nos apresentarão diferentes adaptações de Alice no País das Maravilhas para filmes, desenhos e animações que abordarão o mundo adulto versus o mundo infantil; tensões da modernidade, como as noções de tempo, trabalho e lazer; funcionamento da vida familiar; sonho versus realidade, temas presentes na obra original. A capacidade de criação de imaginários e a extensa relação do livro com outros campos do saber e das artes como o cinema e a filosofia fazem com que a exposição As Aventuras de Alice seja de interesse de um público amplo, desde crianças em idade escolar até jovens e adultos interessados em cultura de forma geral.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Apresentar uma exposição oriunda de uma pesquisa original que reuni pesquisadores, artistas e técnicos brasileiros para criar uma experiência arte-expositiva singular da extraordinária estória, universal e atemporal, da condição existencial da menina que enfrenta situaço~es inusitadas que põem em xeque sua compreensa~o do mundo. A partir de pesquisa curatorial não convencional e diligente nossa proposta almeja apresentar uma concepção conceitual da estória que vá além de representações consagradas e pasteurizadas, criando uma experiência artística, educativa e de entretenimento que conecte os visitantes ao estranhamento, à graça e à filosofia da personagem que explora questo~es importantes como a Identidade,a Curiosidade e a Imaginaça~o, refletindo sobre o concreto e o nonsense da Realidade e do Desconhecido Nossa jornada começa no protótipo de Lewis Carroll, Alices Adventures Under Ground e segue do pré-cinema ao pós-cinema. Quando As Aventuras de Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll foi publicada 1865, o pré-cinema, um conjunto de diferentes técnicas inventadas para animar e/ou projetar imagens antes do cinema propriamente dito, já havia se tornado muito popular na Europa, com seus aparatos ópticos de grande apelo lúdico tanto entre crianças como em adultos. No século XIX, na Grã-Bretanha, havia um grande número de físicos, cientistas e pesquisadores preocupados com a questão da persistência da imagem na retina, ou seja, como os olhos enxergam ou criam ilusões de imagens em movimento, desde a lanterna mágica, uma espécie de pré-projetor com imagens estáticas inventado no século XVII, e que está na origem das engenhocas do pré-cinema. Como estas engenhocas, sobretudo o Taumatrópio, o Folioscópio, e o Zootrópio (que estarão presentes em versões autorais na exposição) se tornaram famosos brinquedos infantis na era vitoriana, é bem provável que Alice Liddell, a menina que inspirou Carroll na elaboração de seu livro, tenha conhecido e se divertido com tais aparatos. Portanto, As Aventuras de Alice nas Telas parte deste imaginário para recriar os dispositivos ópticos inventados por John Barnes Linnett, Peter Mark Roget e William Horner, conterrâneos e contemporâneos à pequena Alice. Todas as ilustrações seguirão os traços originais de John Tenniel. O nosso percurso audiovisual segue para o final do século XIX quando um outro britânico, o escocês William Kennedy Laurie Dickson, engenheiro chefe na empresa de Thomas Edison, inventa em 1891 um instrumento de projeção interna para visualização individual, o cinetoscópio. Ali, o cinema começa efetivamente a germinar. Em pouco mais de uma década, mais precisamente 1903, os ingleses Cecil Hepwoth e Pecy Stow realizam o filme Alice in Wonderland. Desde então a obra de Lewis Carroll foi adaptada mais de 30 vezes para a sala escura e também para a TV, entre 1903 e 2010. Se a primeira adaptação para o cinema foi na Inglaterra, em 1903, muitas outras se seguiram em outros países, com características singulares de imaginários e adaptações de culturas diferentes. Alice no País das Maravilhas tem versões que vão da Disney (1951) ao animé japonês (1977), passando por variações russas, ucranianas e tchecas nos anos de 1980, até o universo sombrio do estadunidense Tim Burton (2010). Ao avançar para os primeiros experimentos de transmissão de imagens estáticas por ondas de rádio que daria início a televisão, a experiência da imagem em movimento entra na casa das pessoas e no conforto do lar. Apresentamos uma engenhoca inspirada na TV Mecânica de 1924 criada por John Logie Baird a partir de um sistema composto por disco giratório perfurado, onde luzes respondem a um sinal emitido via frequência de rádio, formando a imagem de Alice Lindell desenhada pelo próprio Carroll. Do pré-cinema às imagens eletrônicas, saltamos para o cinema de exposição, quando a imagem em movimento deixa a sala escura e invade o cubo branco. O cinema de exposição propõe outras maneiras de apresentação partindo de experimentações tecnológicas que, muitas vezes, desafiam a temporalidade convencional e criam diferentes tipos de discursos. O termo foi cunhado pelo crítico francês Jean-Christophe Royoux. A jornada promovida pelas Aventuras de Alice que atravessa a história do audiovisual, do pré-cinema e do pós-cinema se encaixa nas palavras do pesquisador francês Laurent Mannoni quando escreveu A grande arte da luz e da sombra: um olho cujas pálpebras se vão erguendo lentamente ao longo dos séculos, para finalmente se abrirem de todo sobre o mundo. O projeto contou com uma profunda pesquisa que envolveu a leitura de diversas traduções de Alice no País das Maravilhas para o português e a visualização na íntegra de 30 filmes de Alice para o cinema e TV que levaram a novas criações. Em resumo o objetivo do projeto As Aventuras de Alice é criar uma exposição artística, de linguagem imersiva, com efeitos e cenografia especiais, que mescle arte e tecnologias audiovisuais analógicas e digitais para apresentar um curadoria original que traduza para o século XXI os jogos de linguagem e as vivências criativas de uma das personagens mais consagradas da literatura infantil. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 2º do Decreto nº 10.755/2021: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar a originalidade de uma pesquisa curatorial que faz da literatura dos clássicos livros ‘Alice no País das Maravilhas" e "Através do Espelho e o que Alice Encontrou Por Lá" ponto de partida de uma jornada arte-expositiva que explora a magia de mais de dois séculos de criação de dispositivos óticos e sensoriais para apresentar o universo fantástico da literatura de Carroll. Criar uma atmosfera de curiosidade e inventividade, no qual a inspiração estética e o pensamento crítico são estimulados como ferramenta de participação; Empreender uma Exposição de Arte Imersiva e Interativa que transforma o consagrado livro numa experiência imersiva artística, cenográfica, audiovisual e sensorial desenhada para ocorrer num ambiente especialmente planejado para o projeto. A exposição estará disponível de terça à domingo das 10h às 22h. A exposição cumpre temporada estimada entre 90 dias em Curitiba/PR e pretende alcançar um público mínimo estimado em 30.000 pessoas, com distribuição gratuita de até 20% dos ingressos tendo em vista os valores captados. Ofertar um programa de Ação Educativa Presencial Especial com recepções educativas a grupos escolares e grupos do terceiro setor, realizando ações formativas que compreenderão visitas guiadas à exposição, acompanhadas de oficinas educativas de Arte e Tecnologia Audiovisuais Analógicas e Digitais, com atividades "mão na massa" (maker), oficinas de leitura e bate-papos sobre a curadoria da exposição e a linguagem da Arte Imersiva. Esta atividade será voltada exclusivamente a estudantes e professores de instituições públicas e realizada de forma totalmente gratuita. Prevista para um público máximo estimado de até 400 pessoas, de preferência sempre às terças e quartas-feiras das 10h-16h, sendo 10 datas, com 40 pessoas atendidas, em média, por sessão. Promover uma vivências culturais de arte, educação e entretenimento contemporâneas, interativa e participativa, que coloca em diálogo a arte e as experiências analógicas e digitais da imagem e do som; Produto no plano de distribuição: Contrapartidas sociais.

Justificativa

CRIAÇÃO E PESQUISA DE LINGUAGEM ARTE-EXPOSITIVA ORIGINAL Consideramos uma exposição uma forma de linguagem artística per si por entender que nela se traduz de maneira singular uma expressão criativa e curatorial de temas, ideias, conceitos e artes. A tradução de técnicas, formas e elementos como luz, espaço, sons, cor, corpo, mídias, tecnologia, objetos, narrativa, interatividade, cenografia etc. em arranjos criativos únicos, faz de uma exposição a linguagem mais apropriada para mostrar, contar e difundir experiências de conteúdo que mesclam arte, educação e entretenimento. As Aventuras de Alice ativa 3 dimensões contemporâneas da linguagem arte-expositiva: a Artística, que opera associações sensíveis e criativas; a Educativa, que cuida da função didática dos temas/tópicos abordados; e a do Entretenimento, que agrega às anteriores a camada da participação e da recreação (ou diversão). Apoiar a criação de uma proposta como essa é, então, investir no desenvolvimento de uma linguagem, que explora, através de um arranjo único, as potencialidades da Arte e Linguagem imersivas, com efeitos e cenografia especiais, para pensar e elaborar um trabalho artístico e curatorial cheio de nuances, capaz de falar às emoções, ao intelecto e ao coração. Sob os auspícios da sensibilidade artística, do apuro técnico e da curadoria inédita, buscamos criar não apenas conteúdo, mas Linguagem, e é nesse espírito e sentido de criação de linguagem que nossa exposição As Aventuras de Alice lança mão de uma forma nova de apresentar a estória, se aliando a Arte e a Tecnologia aplicada, para, através de pesquisa e de arranjo artístico originais, mostrar a personagem como tradução criativa do dando a ela uma forma arte-expositiva inovadora dentro de um evento inédito. CONSOLIDAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO Dos mesmos criadores de As Aventuras de Pinóquio, A Beleza Sombria dos Monstros de Tim Burton e Monet À beira d`Água, nossa proposta é um projeto autoral, com proposta registrada como propriedade intelectual, com objetivos de desenvolver no Brasil criações/produções de arte, educação e entretenimento que possam alcançar mercados internacionais. Com um time multidisciplinar formado por mais de 20 profissionais no processo de estudo e criação, dentre eles arquitetos, artistas visuais, atores, animadores 2D e 3D, cenógrafos, cenotécnicos, curadores, desenvolvedores RV, editores de vídeo, engenheiros, ilustradores e pintores digitais, produtores, professores, músicos e técnicos em diversas frentes, transformaremos a estória de um livro consagrado em matéria prima de uma experiência artística de fôlego, investindo também em aspectos educativos e de entretenimento para oferecer uma vivência imersiva no universo de animações, cenografias, cheiros, cores, descobertas, desenhos, escritos, geringonças, gestos, máquinas, movimentos, luzes, objetos, projeções, realidade virtual, sons, vídeos que comporão nosso passeio pelo universo de Alice, passeio esse que o público poderá mergulhar e imergir. IMPACTO ECONÔMICO Empregos Diretos: 50. Empregos Indiretos: 175. Geração de Impostos estimados de valor incentivado (R$ 1 - R$ 1,59)* R$ 1.431.000,00. Serviços contratados: Infraestrutura, Tecnologia, Comunicação, Gráfica, Atividades Liberais, Serviços Gerais, Arte e Cultura, em todos eles estão previstos a contratação de técnicos especializados. *Avaliação e Levantamento de Indicadores do Impacto Econômico e Social dos Programas de Fomento Direto à Cultura e Economia Criativa FGV Projetos - 11/ 2021 RELEVÂNCIA CULTURAL Conforme apontou o pesquisador estadunidense Martin Gardner em uma edição especial das Aventuras de Alice no País das Maravilhas que inclui notas e considerações históricas, a narrativa de Carroll traz uma série de referências aos costumes, imaginários e concepções sobre diferentes aspectos socioculturais da sociedade vitoriana: o mundo adulto versus mundo infantil; tensões da modernidade, como as noções de tempo, trabalho e lazer metaforizados na figura de um coelho tenso, preocupado e que vive atrasado; funcionamento da vida familiar; sonho (mundo subterrâneo) versus realidade (superfície). Muitas passagens são permeadas pelo humor, como por exemplo paródias e ironias de canções da época traduzidas para o universo infantil. Repleto de trocadilhos, enigmas, intrigantes jogos de linguagem e de lógica, o autor começa justamente com o seu próprio pseudônimo onde Charles Dodgson dá lugar à Lewis Carroll, nome que faz uma referência a Alice Liddell na quantidade de letras, posições das vogais, consoantes e letras duplas. ALICE LIDDELL LEWIS CARROLL Este jogo que segue ao longo do livro, com o Chapeleiro que tem o relógio parado às seis da tarde e por isso fica tomando chá compulsivamente, a Lebre de Março que propõe quantidades inferiores a zero numa alusão aos números negativos ou a Rainha de Copas, cruel e sem coração, que decreta pena de morte aos seus súditos antes mesmo do julgamento acontecer (invertendo a lógica da causa e consequência). RELAÇÃO DO PROJETO COM A CONTEMPORANEIDADE A estória de Alice inspirou a imaginação e o imaginário de uma série de pesquisadores e filósofos que desenvolveram reflexões a partir do livro. Um deles foi Gilles Deleuze, filósofo pós-estruturalista que escreveu a Lógica do Sentido na qual procurou estabelecer uma teoria do sentido a partir da obra de Carroll através da personagem que cresce e diminui de tamanho, das figuras de cartas de baralho sem espessura, das figuras espelhadas e invertidas. Neste trabalho, Deleuze chega, pelo caminho do não-sentido, a uma lógica do sentido. Assuntos como esse serão tratados na sala de TV da exposição, onde aparelhos de TV de diferentes décadas trarão entrevistas intercalados com desenhos animados de diferentes estilos e décadas. DIVERSIDADE DE PÚBLICO A capacidade de criação de imaginários e a extensa relação do livro com outros campos do saber e das artes como o cinema e a filosofia fazem com que a exposição As Aventuras de Alice seja de interesse de um público amplo, desde crianças em idade escolar até jovens e adultos interessados em cultura de forma geral e literatura, cinema, música, artes visuais e filosofia de forma particular. A exposição é muito convidativa também às visitas orientadas com escolas que podem estimular a imaginação de crianças e formá-las tanto para a história do cinema e do audiovisual hoje diluída nas telas de celular e computador , quanto para a importância de clássicos da literatura. Jovens de Ensino Médio e universitários também ganham na exposição e em suas atividades complementares espaços para conhecer linguagens experimentais, como o cinema de exposição, e formar o olhar para diferentes possibilidades de adaptação artística de uma obra (telas, ambientes imersivos, livros). Adultos de qualquer idade interessados em cultura, literatura, cinema, e especialistas de áreas do conhecimento abordadas nesta proposta também fazem parte do público-alvo. Portanto, a exposição Alice nas Telas se torna uma divertida aventura formativa para pais e filhos. SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91 O projeto tem por finalidade, dentre aquelas elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Sobre o Enquadramento no Artigo 7 - § 6º da IN 01/2023: Considerando a expectativa de público a ser alcançado pelo projeto explicitado no plano de distribuição (30.000 pessoas), o valor per capita será (bem) menor do que R$ 300,00: R$ 30.

Estratégia de execução

SOBRE DESLOCAMENTOS Serão 5 pessoas viajando em razão do projeto, todas elas com origem em SP e destino final Curitiba, locais de realização da exposição. Os profissionais que viajam são: o Diretor Geral, Curador, Arquiteto, Produtor Executiva e Assistente. SOBRE MEDIDAS DE COMPROVAÇÃO Metodologia e parâmetros a serem utilizados para aferição do cumprimento de metas 1. Borderôs Serão apresentados os borderôs, emitidos pela tiqueteira responsável pela distribuição dos ingressos, devidamente assinados pelo local de exposição e pela produção do evento. A partir destes borderôs será possível comprovar: (i) a quantidade de exposições; (ii) a capacidade do local de realização; (iii) a gratuidade dos ingressos; e (iv) a emissão de ingressos gerados para contrapartida social. 2. Declaração de Contrapartidas Serão distribuídos gratuitamente 10% dos ingressos com a finalidade de beneficiar ONGs, Associações de Moradores, Centros Comunitários, pessoas de baixa renda e professores e estudantes, principalmente alunos da Rede Pública Municipal de Ensino. Para comprovar esta medida, serão apresentadas as declarações subscritas pelas instituições recebedoras contando: (i) nome do projeto e código do PRONAC; (ii) o quantitativo de ingressos recebidos gratuitamente; (iii) o compromisso da instituição recebedora de promover a distribuição gratuita à população; e (iv) nome da instituição recebedora, CNPJ e dados do seu representante/subscritor (nome, RG e CPF e cargo que exerce). As mesmas providências serão tomadas diante da proposta de sessão gratuita destinada para o mesmo perfil de público. 3. Registro Videográfico da exposição Em fase de prestação de contas será entregue um DVD (ou outro suporte que pareça mais adequado) contando o registro em vídeo da exposição e das atividades de contrapartida. 4. Registro Fotográfico Serão entregues: (i) fotos da exposição comprovando a realização do projeto; (ii) fotos do local de realização, demonstrando a que o espaço escolhido está devidamente equipado com rampas de acesso, instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas; (iii) fotos das atividades de contrapartida social; e (iv) fotos do material de divulgação/ sinalização da exposição (banners, backdrop, fachada do local etc) demonstrando que foram observadas as regras de inserção das marcas do Governo e dos incentivadores; 5. Relatório de Mídia Será consolidado num relatório contendo cópia dos anúncios e mídias, além de informações sobre a veiculação.

Especificação técnica

“Afinal de contas quem sou eu? Ah este é o grande enigma!” Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll. SOBRE A PROPOSTA EXPOSITIVA O universo ficcional de Alice é o tema da exposição que celebra o clássico livro da literatura infanto-juvenil do inglês Lewis Carroll lançada em 1865.“AS AVENTURAS DE ALICE” parte da publicação original para apresentar a jornada da menina que enfrenta situações inusitadas pondo em xeque sua compreensão do mundo, explorando questões importantes como a Identidade, a Curiosidade e a Imaginação, refletindo sobre o concreto e o nonsense da Realidade e do Desconhecido. Dividido em duas grandes áreas, Superfície e Subterrâneo, nosso show apresenta 9 ambientes e aproximadamente 200 objetos que traduzem para a linguagem arte-expositiva a clássica e atemporal estória em cenários diversos. Todos esses cenários contarão o livro e a personagem e suas aparições na artes da literatura, no teatro, quadrinhos, cinema, televisão, artes visuais e inteligência artificial. São eles: SUPERFÍCIE Criador e Criatura BibliotecaGabinete de Curiosidades Vaudeville SUBTERRÂNEO Toca do Coelho Galeria da LagartaChá Maluco Rainha de CopasAtravés do Espelho SUPERFÍCIE 1. Criador e Criatura A estória e os personagens Alice, Coelho Branco, Dôdo, Lagarta, Rainha de Copas, Chapeleiro Lebre de Março e Gato de Cheshire. A primeira publicação de Alice no País das Maravilhas por Lewis Carroll e as primeiras ilustrações de John Tenniel. 2. Biblioteca Ambiente que apresenta o universo literário: sala de leitura no estilo vitoriano e as dezenas de edições e traduções, brasileiras e internacionais, do clássico livro de Carroll. 3. Gabinete de Curiosidades Uma sala lúdica, repleta de trabalhos artísticos, objetos, colagens, dispositos ópticos, miniaturas etc. que recriam uma espécie de gabinete imaginário de Lewis Carroll. 4. Vaudeville Sala que alude a um gênero teatral muito popular no século XX chamado Vaudeville. Nesse ambiente criamos uma espécie de ”Teatro de Variedades” no qual apresentamos uma série de cartazes históricos, livros 3D, traquitanas mecânicas e dispositivos ópticos de pré-cinema. SUBTERRÂNEO 5. Toca do Coelho Sala da travessia de Alice para o subterrâneo, ou seja, o mundo das maravilhas, apresentando uma colagem/imersão em exibição estereoscópica (CINEMA 3D), reunindo trechos de 21 filmes de diferentes países 6. Galeria da Lagarta Galeria com trabalhos artísticos inspirados na estória da personagem e instalação audiovisual sobre o encontro entre a Alice e a Lagarta. 7. Chá Maluco Instalação artística e cenográfica com trabalhos artísticos, instalação audiovisual com televisores, exibição de desenhos animados e trilha sonora. 8. Rainha de Copas Retratando as 13 cartas do naipe de copas, a videoinstalação apresenta 13 trechos de filmes de diferentes continentes e épocas, com cenas que representam o capítulo Campo de Croqué da Rainha. 9.Através do Espelho Sala dedicada ao livro “Através do Espelho ou o que Alice encontrou por lá”, cuja narrativa foi inspirada em uma partida de xadrez. Ambiente com cenografia artística, videoinstalação animada e trilha sonora.

Acessibilidade

Atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que: PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES Área: Artes Visuais Segmento: Exposição de Artes Visuais ACESSIBILIDADE - DEFICIÊNCIA FÍSICA: O espaço expositivo atenderá obrigatoriamente ao Art. 4 das Exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Atende também ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. As medidas de acessibilidade que serão observadas no espaço para atendimento a pessoas com limitação de locomoção serão, no mínimo, acesso por meio de rampas, corrimãos, banheiros adaptados e piso tátil. (Ítem Orçamentário: Piso tátil. Para os outros itens constantes na descrição não serão utilizados recursos do projeto). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As atividades realizadas no escopo do projeto serão adaptadas para acesso a PCD. Para tanto, os espaços expositivos estarão adequados com a presença de monitores especialmente treinados e especializados para atendimento a pessoas com qualquer nível de deficiência visual e intelectual. O conteúdo artístico e audiovisual da exposição será previamente gravado e adaptado para transmissão em audiodescrição. O arquivo será hospedado no site da produtora do espetáculo e poderá ser acessado através do QRCode disponível no material de divulgação do projeto. Através deste acesso as PCD`s poderão baixar facilmente o arquivo de audiodescrição em dispositivo móvel para acompanhamento do espetáculo por parte do público. Esta ação será amplamente divulgada para que as pessoas que necessitarem do auxílio da audiodescrição possam baixar o arquivo antes de irem ao local da exposição, porém no espaço expositivo também serão disponibilizados totens com QR Code para acesso facilitado ao arquivo no local de realização. Também teremos disponível um mapa tátil para fácil localização no espaço expositivo. (Item Orçamentário: Intérprete de libras/ Mapa Tátil/ Monitores. Para os outros itens constantes na descrição não serão utilizados recursos do projeto). PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Área: Artes Visuais Segmento: Ações Educ.Culturais sem/ofic/pal Form fom A.visu ACESSIBILIDADE - DEFICIÊNCIA FÍSICA: O espaço expositivo atenderá obrigatoriamente ao Art. 4 das Exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Atende também ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. As medidas de acessibilidade que serão observadas no espaço para atendimento a pessoas com limitação de locomoção serão, no mínimo, acesso por meio de rampas, corrimãos, banheiros adaptados e piso tátil. (Item Orçamentário: Piso tátil. Para os outros itens constantes na descrição não serão utilizados recursos do projeto). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO As atividades realizadas no escopo do projeto serão adaptadas para acesso a PCD. Para tanto, a ação de contrapartida contará com a presença de monitores especialmente treinados e especializados para atendimento em libras e para pessoas com qualquer nível de deficiência intelectual. (Item Orçamentário: Intérprete de libras / Monitores).

Democratização do acesso

DA DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 27 DA IN 01/2023: Cumpre informar que o objeto central do projeto é uma exposição de artes visuais com classificação livre, a ser realizada em planta com capacidade média para 2000 pessoas/dia e 200 em média p/hora. Serão 90 dias de exposição na primeira praça (Curitiba), sempre de terça à domingo, das 10h às 21h. Os ingressos terão preço médio de R$ 40,00 e, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: 01. Garantir o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 02. Garantir mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. 03. Garantir que a meia entrada seja assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 28 DA IN 01/2023: Conforme previsto no Artigo 28 da IN 01/2023, em complemento às ações previstas no Artigo 23, o projeto prevê as seguintes medidas de ampliação de acesso: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

RODRIGO GONTIJO Curador Artista multimídia, curador, professor no Curso de Comunicação e Multimeios da Universidade Estadual de Maringá e coordenador do projeto de extensão Cine UEM. É Doutor e Mestre em Multimeios pelo Instituto de Artes da UNICAMP e Bacharel em Comunicação e Multimeios pela PUC-SP. É autor de artigos sobre cinema experimental e expandido e organizador do livro "Cineclubismo a Distância" (Educ, 2022). É autor de trabalhos autorais para dança e performance onde investiga os diálogos entre linguagens através do Live Cinema. Foi curador da exposição As Aventuras de Alice ocorrida no Farol Santander em 2022. Em 2019 e 2022, fez parte da exposição “A Beleza Sombria dos Monstros – A Arte de Tim Burton” respectivamente no CCBB-SP e na OCA-SP sendo responsável pela sala de Pré Cinema Monstros Incompreendidos. Durante 7 anos fez parte do Núcleo Artérias com o qual ganhou 2 APCAs (Associação Paulista dos Críticos de Arte/ 2004 e 2008) e Rumos Dança (ItaúCultural/ 2007). Atuou no coletivo multimídia OP1 que se apresentando em diversos festivais como Motomix-SP, Panorama Sesi de Dança e Tangente Danse Contemporaine em Montreal/Canadá. Realizou a direção de imagens da peça multimídia What´s Wrong With the World – com Phila 7 (Brasil) e Station House Opera (Inglaterra) apresentada no OiFuturo/RJ (2008). Com os pianistas Lúcia Bismara e Paulo Edson, desenvolveu projetos de Cine Concertos que propõe releituras contemporâneas de filmes silenciosos e filmes clássicos reeditados em tempo real e trilhados ao vivo se apresentando em instituições como SESC-SP, SESI-SP e teatros no interior de São Paulo e em Maringá, PR. No campo do documentário dirigiu diversos trabalhos, dentre eles O escasso ar de uma ilha, sobre a guerra civil no Timor Leste, (premiado no Festival de Gramado/ 2005); Jaraguá - terra sem mal (Histórias dos Bairros/TV Cultura - 2008); On Marche realizado em Marrakech/Marrocos (2010). BEATRIZ ALCÂNTARA Coordenadora Pedagógica da Ação Educativa Presencial Formada em Arquitetura na Universidade Paulista – UNIP. No período entre 2009-2001 trabalhou como Arte Educadora do Educativo do Museu de Arte Moderna, MAM-SP, sob a coordenação de Vera Barros e Carlos Barmak nos programas Igual Diferente, Contatos com a Arte e Família MAM. Foi produtora e cenógrafa na empresa OYIÁ realizando algumas exposições pelo país. LULI HUNT Produção Executiva Tem em seu currículo importantes exposições artísticas e culturais, a saber: “Arte de Contradições. Pop, Realismos e Política. Brasil-Argentina 1960” - MON/CWB, Fundação Proa/CABA, GAMeC/ Bergamo e MAM/RJ. “Monet À beira d`Água” - Boulevard Olímpico/RJ e Parque Villa Lobos/ SP. “A Beleza Sombria dos Monstros: A Arte de Tim Burton” - CCBB/DF e OCA/ SP. “Tony Cragg” - MON/CWB e MuBE/SP. Além da produção executiva de exposições, também realiza produção executiva de publicações de livros importantes tais como: fotografia de Araquém Alcântara, “Cachaça”, “Bichos do Brasil”, “Sertão Sem Fim”, “Cabeça do Cachorro”, “Restinga”, “Acamara de Aramaca”, “Xilogravura Popular” e “Histórias das Águas: Rio Negro” dentre outros.Em ambos segmentos realiza prestação de contas de projetos incentivados por leis no âmbito Federal, Estadual e Municipal. PAULO CRISPIM Curador da Ação Educativa Presencial Historiador, graduado e licenciado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP (2007). Mestre pela Universidade Federal do ABC – UFABC (2017) em “o currículo e as questões étnico-raciais em disputa”. É Doutorando pela Universidade de São Paulo (USP), no programa Diversitas, pela FFLCH (2019). Atuou como professor concursado de História, na Rede Municipal de São Paulo e atualmente exerce o cargo de professor de História e Sociologia no ensino médio privado em São Paulo. Participa da elaboração de sequências didáticas de acordo com a BNCC, atuou na formação docente e na elaboração de currículos em parceria com a Secretaria de educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ), é autor da coleção Interaçãohumanas, livro didático de Ciências Humanas Integradas para o ensino médio, aprovado no PNLD 2021, pela editora do Brasil. Coautor da coleção: Direitos Humanos na Escola, para estudantes do fundamental anos finais, pela editora Cereja. É, também, coautor da obra: Novas Práticas para o Ensino Médio (História), concorrente no PNLD 2021 (Objeto 3). LEE DAWKINS Arquitetura e Cenografia Artística Formado em Cenografia Teatral pela Nottingham Trent University, trabalha nas áreas de cenografia, expografia e montagem fina há 30 anos. No Brasil trabalhou por vários anos como cenógrafo para teatro, cinema e exposições, também se especializou em coordenação de montagem fina para exposições de arte. Desenhou exposições para várias unidades do SESC, Farol Santander, Instituto Sangari, Centro de Cultura Judaica – atualmente Unibes Cultural, Jardim Botânico de SP. ANDRÉ NIGRO Diretor Musical É músico, compositor, produtor e professor. Como instrumentista, participou de inúmeros projetos dos mais variados estilos, como a orquestra de música étnica Grupo Bayaka e bandas como Big Time Orchestra e Confraria Da Costa. Com esses projetos excursionou por todo o Brasil, além de EUA e América do Sul e participou de muitos programas de TV como Superstar e VideoShow da Rede Globo, além de participações em programas de grandes nomes da TV brasileira como Ana Maria Braga, Amaury Jr. e Ronnie Von. Como compositor e produtor, atua no audiovisual desde 2003 compondo trilhas para teatro, cinema, publicidade e internet. Podem se destacar a adaptação para teatro do clássico “Dois Perdidos numa noite Suja” (2003) e os premiados “O Descarte” (2010) e “Projeto 3 Clipes 1 Curta” (2013),projeto este que conta com a participação de grandes artistas como Milton Nascimento, Arnaldo Antunes , Fernanda Takai e Andy Summers. Como professor, leciona há 10 anos na rede de escolas “Arte & Música Cwb”, desenvolvendo cursos de técnica, teoria e produção musical. LEO REA LÉ Direção Geral Criou e coordenou a execução da exposição digital de arte imersiva “Monet À beira d`Água” (Boulevard Olímpico/RJ e Parque Villa Lobos/SP), e da exposição “A Beleza Sombria dos Monstros: A Arte de Tim Burton” (CCBB/DF e OCA/SP); produziu 8 apresentações do cine concerto da “Trilogia Senhor dos Anéis” em 4 estados brasileiros (SP, RJ, POA e BH); produziu a exposição internacional “A Valise Mexicana - A Redescoberta dos Negativos da Guerra Civil Espanhola de Capa e Taro” (Caixa Cultural SP). Entre 2015 e 2017 atuou como produtor executivo de vídeo do estúdio da universidade federal do ABC, sendo responsável pela produção e realização de mais de 110 vídeos educativos. Entre 2014-2012 foi professor-pesquisador da Universidade Aberta do Brasil/Capes no programa anual de Capacitação Docente para o Uso das Novas Tecnologias e Metodologias de Ensino, atuando especificamente na Universidade Federal do ABC. Foi integrante do grupo de pesquisa INTERA - Inteligência em Tecnologias Educacionais e Recursos Acessíveis. Mestre (2015 - 2017) no programa de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do ABC com pesquisa sobre produção de linguagem em videoaulas Pós-Graduado (2006) como Especialista em Teorias e Práticas Artísticas pelo IA - Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp. Graduado em Educação Artística - habilitação em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu, USJT, (2002).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.