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Realizar uma nova temporada do espetáculo teatral "A Origem do Mundo" na cidade de São Paulo, totalizando 16 apresentações.
SINOPSE Duas atrizes experimentam, com humor, diferentes linguagens teatrais para recriar passagens importantes da história e questionar nomes como Freud, Sartre e até mesmo a NASA em relação ao que foi dito sobre a vulva e a vagina. A montagem investe num jogo que imprime o ritmo frenético das HQs, com direito a duas paródias musicais assinadas por Luisa e Julia – uma inspirada num clássico de Zezé Di Camargo & Luciano e outra no tema do musical Os Miseráveis, de Claude-Michel Schönberg. O cenário é composto por pilhas de livros que representam variados elementos.
Objetivo Geral O projeto "A Origem do Mundo - Temporada e Circulação" tem como objetivo realizar uma temporada com 16 apresentações na cidade de São Paulo do espetáculo "A Origem do Mundo". Objetivos específicos a) Produto "Espetáculo de artes cênicas"- Realizar 16 apresentações na cidade de São Paulo/SP, alcançando um público de aproximadamente 2.400 pessoas.- Fomentar a cadeia produtiva do teatro, gerando pelo menos 10 empregos diretos e 30 empregos indiretos. b) Produto "Contrapartida Social" - Oferecer gratuitamente 1 oficina online de dramaturgia e escrita criativa, visando alcançar ao menos 250 pessoas nos primeiros 12 meses após seu lançamento.
Após temporadas de sucesso de crítica e público em São Paulo e Rio de Janeiro (com ingressos esgotados na maioria das sessões) , o espetáculo "A Origem do Mundo", busca viabilizar novas sessões na cidade de São Paulo para atender a demanda que se manteve alta após sua última temporada. Com dramaturgia e atuação de Julia Tavares e Luisa Micheletti e direção de Maria Helena Chira, a peça trata de assuntos urgentes relativos ao corpo das mulheres e de pessoas que possuem vulva e vagina. A peça inclui, dá visibilidade e ressignifica o órgão sexual feminino e seus símbolos de maneira extremamente leve e divertida. Tabus como menstruação, orgasmo feminino, anatomia do clitóris, diferença entre vulva e vagina e dinâmicas de poder entre gêneros ao longo da linha do tempo, são colocados em cena de maneira lúdica, didática e criativa. Por mais séria e relevante a temática, a adaptação dos quadrinhos de Liv Stromquist (publicado em mais de 25 países) para o teatro, trouxe uma proximidade maior com o público brasileiro e bastante humor e ironia através das diversas linguagens teatrais pelas quais as atrizes transitam propositalmente na montagem (do teatro de depoimento, ao musical, passando por cenas onde a quarta parede é quebrada pelas próprias atrizes-narradoras). É cada vez mais indispensável incluir novas perspectivas às narrativas hegemônicas sobre quem somos, por que somos e como o mundo se organiza em termos de gênero. "A Origem do Mundo" utiliza o humor e a linguagem popular para aproximar o grande público de um assunto árduo, porém necessário. A peça tem forte função pedagógica e inclusiva, pois ensina, educa e traz à luz muitas informações históricas que desconhecemos, mas de maneira a entreter e cativar o público jovem e adulto de todos os gêneros e idades. Acreditamos que por meio do patrocínio cultural conseguiremos os recursos financeiros necessários para apresentar novamente este espetáculo e fazê-lo chegar a novas plateias, formando e ampliando seu público e fazendo ecoar ainda mais as mensagens trazidas no espetáculo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais.IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Release de imprensa Release de imprensa A ORIGEM DO MUNDOA Origem do Mundo, peça inspirada em uma HQ editada em 25 países, a partir de reflexões sobre a hegemonia masculina na construção de tabus históricos sobre a vulva e a vaginaCom dramaturgia e atuação de Luisa Micheletti e Julia Tavares, o espetáculo tem direção de Maria Helena Chira e potencializa a didática bem-humorada e sagaz do livro da artista gráfica e cientista política sueca Liv Strömquist. Lançada em 2014 na Suécia, a graphic novel A origem do Mundo – uma história cultural da vagina ou a vulva vs. o patriarcado foi editada no Brasil em 2018, no catálogo do selo Quadrinhos, da Cia da Companhia das Letras. Apinhado de ilustrações – num traço incisivo impresso em preto, branco e vermelho – e suscitando discussões sobre temas urgentes com muita informação histórica e a leveza de um sarcasmo impagável, a obra rodou o mundo, sendo editada em 25 países e atingindo, até o momento, a marca de mais de 100 mil exemplares vendidos. Arrebatada pelo contato com esse anárquico libelo feminista, uma dessas leitoras, a atriz, apresentadora e escritora Luisa Micheletti foi logo tomada pelo desejo de adaptar o texto da artista sueca para a linguagem teatral, com vistas de expandir a didática bem-humorada e instigante de Liv Strömquist para o público brasileiro.Para a surpresa de quem teve contato com o livro apinhado de informações de potencial interesse pouco difundidas, vieram à tona constatações simbólicas como o fato de, somente em 1998, a cientista australiana Hellen O’Connell ter descoberto que o clitóris, bem mais que um “pequeno ponto” da anatomia íntima feminina, compreendia um órgão infinitamente complexo, com cerca de dez centímetros. No livro, também é narrada a infame realidade de que a sonda Pioneer, lançada pela NASA em 1972, endereçou a hipotéticos seres alienígenas representações dos seres que habitam a Terra com ilustrações que exaltavam o pênis masculino em detrimento da ausência figurativa da genitália feminina.“Na opinião da NASA, até os alienígenas se incomodariam ao serem confrontados com a imagem de uma vulva, e isto poderia causar mal-estar em outros planetas. A ausência da tal ‘linha’, que define a vulva, continua firme e forte em bonecas, manequins e ilustrações, indicando que a genitália feminina mais se aproxima de ‘nada’ do que de ‘algo em si’, ideia que foi reforçada por teorias psicanalíticas ao longo do século XX e que serão vistas, por outro ângulo, na encenação”, explica Luisa.No processo de verter a força simbólica do texto original e do poder de síntese das ilustrações sem perder mão da mesma verve riot-grrrl da HQ, na linguagem cênica, outra entusiasta do livro de Strömquist, a atriz, roteirista e dramaturga Julia Tavares foi escalada para, a quatro mãos com Luisa, realizar um processo de carpintaria capaz de traduzir o manancial de informações presentes no livro. Trabalho de imersão que resultou no espetáculo A Origem do Mundo, e que agora será apresentado ao público no Teatro Mínimo do Sesc Ipiranga, em São Paulo, de 14 de abril a 21 de maio, com direção de Maria Helena Chira. “O livro traz algo muito novo. É como um ‘upload’ de consciência histórica feito em nível social por meio da arte, que sempre aponta caminhos. Como artistas, também estamos aqui para falar do nosso tempo e poder abrir novas trilhas de pensamento e de existência. Queremos furar bolhas, falar não só para as mulheres, porque isso é algo urgente. No Brasil e no mundo, precisamos criar essas pontes de diálogo, e o humor é a melhor forma de fazer isso, porque podemos dizer coisas duríssimas e divertir ao mesmo tempo. Ninguém quer sair de casa só para apanhar”, brinca Luisa. Em 2020, em entrevista mediada por Luisa num evento online da Cia. Das Letras (encontro que facilitou o acordo de concessão dos direitos para a adaptação teatral brasileira), Liv Strömquist também destacou esse poder de seduzir o público por meio do humor: “Todos aqueles homens obcecados pela genitália feminina… Uma história muito ridícula, e eu quis rir dela. Foi esse meu ponto de partida. Em vez de escrever um artigo, foi mais divertido fazer quadrinhos”, afirmou a cientista política.Quando destaca a secular obsessão masculina por controlar tudo que envolve o corpo da mulher, Strömquist faz referência ao capítulo inaugural de A Origem do Mundo, excerto que inspira o primeiro de três atos da adaptação teatral brasileira, “A Vulva”, e entre menções a outros personagens, coloca em xeque até mesmo pensamentos equivocados de figuras luminares do século XX, como o do psicanalista Sigmund Freud (1856 – 1939) e do filósofo Jean-Paul Sartre (1905 – 1980): o primeiro, por ter disseminado a tese de que haveria duas formas distintas de orgasmo feminino, o vaginal e o clitoriano; o segundo, por ter estabelecido uma afrontosa analogia da genitália feminina como um reles “buraco”. Recortes como esse, de um sucessivo absurdo histórico de hegemonia masculina sobre o domínio de interpretação da sexualidade feminina, são representados de forma camp e ganham impagável abordagem no dinâmico jogo de cena de Luisa e Julia, que assumem papeis diversos ao longo da montagem de A Origem do Mundo.“Claro que um homem pode rir disso, mesmo que não tenha como se identificar. Mas ser representada nesse lugar é muito mais importante para a mulher, porque deixamos de ser representadas durante muito tempo. Veja a dificuldade de se achar dados sobre a vulva e o tempo em que o clitóris ficou perdido no mundo”, provoca Julia.Majoritariamente feminina, a equipe a cargo da montagem se vale de recursos aparentemente parcos, mas que ganham potência no relance das intervenções de luz, no suporte de livros dispostos como objetos cenográficos, na trilha sonora de Nana Rizinni e em duas hilárias paródias musicais assinadas por Luisa e Julia, inspiradas em um clássico de Zezé Di Camargo & Luciano e no tema do musical Os Miseráveis, de Claude-Michel Schönberg. Um jogo sagaz, em que tudo converge para imprimir o mesmo ritmo frenético presente na HQ. A despeito do tom majoritariamente cômico, A Origem do Mundo não abre concessões sobre outras facetas da obra original, como a possibilidade de constante ressignificação e a capacidade de produzir momentos de grande densidade, como explica a diretora do espetáculo. “Quando entrei no processo, o texto delas já estava bem adaptado, mas mexemos em muitas coisas. Esse é o tipo de dramaturgia que não se encerra nunca. A lógica é essa, porque se trata de algo novo contar uma história como essa. O texto é muito vivo, se ajusta ao discurso conforme tudo acontece. O livro tem essa estrutura de informar, de dar os dados em meio à coisa sarcástica, em meio a momentos de porrada. O misto das duas coisas será pontual pra que as pessoas voltem para casa e pensem mais profundamente sobre o que viram”, conclui Maria Helena.
Temporada: São Paulo/SP - 16 apresentações Apresentações em teatros de médio porte, para aproximadamente 150 a 200 pessoas Duração: 50 min Classificação indicativa: 16 anos.
Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física: as apresentações acontecerão em espaços fechados (teatros ou espaços similares) que ofereçam banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirantes. · Item da planilha orçamentária: locação de teatro Acessibilidade para PcD Auditivos: intérprete de libras. · Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. Acessibilidade para PcD Intelectuais: abafador de som/ruído infantil e adulto; poltronas preferenciais (com prioridade de entrada nos teatros/espaços). · Item da planilha orçamentária: material de consumo (protetor auditivo). Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: Não se aplica, uma vez que o conteúdo será gravado e lançado em plataforma de streaming (YouTube). Acessibilidade para PcD Visuais: exposição oral. · Itens da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para PcD Auditivos: intérprete de libras e legendagem descritiva. · Itens da planilha orçamentária: intérprete de libras. · Itens da planilha orçamentária: legendagem descritiva Acessibilidade para PcD Intelectuais: Utilização de linguagem simplificada · Itens da planilha orçamentária: não se aplica.
De acordo com o art. 30 da IN nº 11/2024, adotaremos as seguintes medidas de democratização do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
FICHA TÉCNICA Proponente: Micheletti Serviços de Artes Cênicas LTDA - Coordenação geral e produção executiva (serviços remunerados) Luisa Micheletti – idealizadora, atriz e dramaturga. CPF 315.016.948-80 Julia Tavares – atriz e dramaturga. CPF 102.186.087-56 Maria Helena Chira – diretora e diretora de produção. CPF: 309.828.158-83 Mateus de Lima - Coordenador administrativo - CPF 325.128.748-69 CURRÍCULOS A Micheletti Serviços de Artes Cênicas LTDA presta serviços artísticos de atuação,apresentação, roteiro, mestre de cerimônia e publicidade desde 2010 no Estado de São Paulo. A empresa pertence à idealizadora do projeto “A Origem do Mundo”, Luisa Micheletti. Alguns de seus principais trabalhos foram: - Apresentação do programa semanal Bastidores, para o canal Multishow (de 2010 a 2017) - Apresentação de festivais musicais para o canal Multishow – Rock in Rio, SWU, Lollapalooza (2010 a 2017) - Atuação no longa-metragem Estamos Juntos, de Toni Venturi (2011) - Apresentação do programa Inove Sempre, para a Coca-Cola e Mutishow (2012) - Atuação na websérie Look no Truque, para Nívea (2014) - Atuação no longa-metragem Rota de Fuga, de Pablo Uranga (2016) - Atuação na campanha Campari Red Experience (2016) - Atuação no longa-metragem Compro Likes, de André Moraes (2018) - Atuação no longa-metragem Amaração, de Eric Belhassen (filmado em 2014, lançado em 2021) - Atuação na série Rio Heroes – Fox Premium / Mixer Films (2018 e 1019) - Atuação na peça A Carruagem de Berenice (2018) - Mediação da mesa “Mulheres e tecnologia” na Casa TPM (2019) - Apresentação e roteiro do evento Fru.to (alimentação sustentável) – (2019 e 2020) - Workshop sobre atuação e Shakespeare – Escola Vera Cruz (2018 a 2020) - Atuação em conteúdo customizado para Mapfre (2020) - Apresentação do festival musical Balaclava Records / Heineken (2020) - Apresentação do evento “Falando de Música – Facebook e Instagram” (2021) - Atuação na série de ficção “A História Delas”, do canal Star+ (2022) - Realização de temporada de 6 semanas da peça “A Origem do Mundo”, no Sesc Ipiranga (2023) Luisa Micheletti, idealizadora, atriz e dramaturga. Luisa Micheletti é atriz, escritora e apresentadora. Como apresentadora esteve à frente de programas musicais por 12 anos nos canais MTV Brasil e Multishow e das transmissões ao vivo de festivais como Rock in Rio, Lollapalooza, SWU. Como atriz atuou nas novelas da Globo: Novo Mundo (2017) e Malhação (2013/2014). Criou e protagonizou a série de ficção “Desprogramado” (Multishow / Gullane) e atuou nas duas temporadas da série “Rio Heroes”, da FOX Premium (2018 / 2019). No teatro integrou o elenco de "O Balcão", de Jean Genet, "Fantasmas", de Ibsen e "H.A.M.L.E.T." (as três com a cia Club Noir), "Quero Morrer Com Meu Próprio Veneno" (dir. Mika Lins), A Carruagem de Berenice (Márcio Macena / Zeca Baleiro), O Aquário (dir. Cássio Brasil) e escreveu e protagonizou a peça "Soror" (dir. Caco Ciocler). Participou dos longas metragens “Linha de Passe”, de Walter Salles e Daniela Thomas, “Estamos Juntos”, de Toni Venturi e “Rota de Fuga”, de Pablo Uranga. Publicou "Nem Sofá, Nem Culpa" (contos, 2017) e "Dentro do Outro" (poemas, 2020), ambos pela Ed. Laranja Original. Atualmente está em cena e assina a dramaturgia de “A Origem do Mundo”, adaptação dos quadrinhos de Liv Stromquist. Julia Tavares, atriz e dramaturga Julia Tavares é roteirista, dramaturga e atriz. Escreveu para os canais “Porta Dos Fundos”, e “Faculdade Descomplica”. Desenvolveu conteúdos para o Podcast de humor “Esse Mundo Está Perdido”, uma parceria Amazon Music e Porta Dos Fundos. Atualmente trabalha no roteiro do longa metragem “A Missão de Ulisses” para Conspiração Filmes. Como dramaturga, escreveu e atuou no monólogo de comédia "Julia & Julia", dirigido por Debora Lamm e atualmente ensaia a adaptação do livro “A Origem do Mundo” escrito por Julia Tavares e Luisa Micheletti. No teatro, integrou o elenco de "Paralelamente" com direção de João Rodrigo Ostrower e Lisa Eiras. Esteve também em cartaz com os espetáculos “Estamos Indo Embora” dirigido por Luiz Felipe Reis, “O Corpo da Mulher como Campo de Batalha” com direção de Fernando Philbert, “The Pride” com direção de Victor Garcia Peralta. Em Janeiro de 2015 foi indicada ao prêmio Yan Michalski de Melhor atriz, por "Noises Off". Atualmente integra o elenco principal da série infantil “Detetives do Prédio Azul”. Maria Helena Chira - diretora Maria Helena Chira é atriz, diretora e produtora. Formou-se em Artes Cênicas pela USP, onde também fez mestrado na área. Começou na Cia. De Teatro em Quadrinhos, em textos de Martin Crimp, Leonardo Moreira e Shakespeare. Idealizou, produziu e atuou no espetáculo Ensaio, com direção de Leonardo Moreira, que estreou em São Paulo em 2013 e fez temporada no Rio de Janeiro em 2014. Nesse mesmo ano, fez parte do elenco de Vidas Privadas, de Noel Coward, dirigido por José Possi Neto. Seu trabalho mais recente tem sido a estreia mundial de uma obra de Valter Hugo Mãe, A Desumanização, em São Paulo. Dirigida por José Roberto Jardim, Maria também idealizou e produziu o espetáculo, que contou com a presença do próprio autor, diretamente de Portugal, e tem feito, desde sua estreia em 2019, temporadas de sucesso em Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Na direção, estreia em SP com o espetáculo A Origem do Mundo, baseado na HQ de Liv Stromquist, que faz uma primeira temporada de sucesso de público e crítica, com sessões esgotadas desde a primeira semana. Estreou na TV na minissérie Som & Fúria na Rede Globo, dirigida por Fernando Meirelles. Fez algumas novelas (Tititi, Cheias de Charme, Sangue Bom, na Globo) e séries (Psi/HBO, Se eu fosse você/FOX, Prata da Casa/FOX). Ganhou o Prêmio Telas de Melhor Atriz pelo seu trabalho ao lado de Matheus Nachtergaele na série Zé do Caixão. Em 2022, integrou o elenco da série Todas as garotas em mim, na Record TV. Mateus de Lima - Coordenador administrativo Produtor cultural e consultor para leis de incentivo e editais culturais, trabalhou por 5 anos nos programas “Núcleo de Memória” e “Arte e Tecnologia” da Fundação Telefônica e por 2 anos na área de “Desenvolvimento Cultural e Patrocínios” da Telefônica/Vivo. Desde 2013 atua como consultor e produtor cultural independente, elaborando projetos para leis de incentivo e editais e fazendo a produção executiva de projetos culturais. Entre 2017 e 2018 foi técnico da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, na Coordenação de Cidadania Cultural, área de Fomentos Culturais. Projetos aprovados em editais e leis de incentivo: • “Loreta - Álbum de estreia” (Música, 2023). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Turma do Folclore - Lidando com as emoções” (curta-metragem em animação, 2023). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Festival CHIII - 2ª, 3ª e 4ª edição (Música). Coordenação administrativa e prestação de contas (2021, 2022 e 2023). • “O Amor e seus fins” (Teatro, 2022). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Conexões Criativas Rec Beat” (Música, 2021). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Festival REC BEAT SP” (Música, 2021). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Fé Refeita - Kimani” (Audiovisual, 2020). Coordenação administrativa e prestação de contas. • “Turnê Luiza Lian - Azul Moderno” (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Entre Muros e Poesias - Fernaum”, (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Festival AMOBANTU” (Música, 2019). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Espetáculo “Umbigo - Gero Camilo”, Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Gravação do álbum “Quartabê - Lição #2: Dorival” (Música, 2018). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • “Mulheres Ácidas” (Teatro, 2017). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Projeto “Em cartaz: Gero Camilo”, Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas. • Gravação do álbum “Quartabê – Lição #1: Moacir” (Música, 2015). Elaboração, coordenação administrativa e prestação de contas.
PROJETO ARQUIVADO.