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O Janeiro de Grandes Espetáculos - Festival Internacional de Teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco é uma iniciativa que integra anualmente o calendário cultural do Recife-PE. Ao longo de mais trinta anos, o JGE é pautado pelos princípios da democracia, diversidade e pluralidade de linguagens. A iniciativa se reverbera através do fomento e premiação de ações voltadas ao intercâmbio, formação de plateia e fruição da cadeia produtiva no estado. No escopo de sua programação, conta com ações formativas e espetáculos, com acessibilidade comunicacional e preços populares - da Região Metropolitana, interior do estado, além de produções nacionais e internacionais (selecionadas e remuneradas por meio de inscrição e curadoria).
Não se aplica. Por se tratar de um festival cuja a grade de programação está em processo de montagem, mediante edital e processo curatorial.
Objetivo Geral:Possibilitar, complementar, fortalecer e realizar a produção e fruição da 31a Edição do Janeirode Grandes Espetáculos, Festival Internacional de Teatro, Dança, Circo e Música dePernambuco - 2025, evento emblemático e comemorativo, por meio de ações formativas ecirculação espetáculos de teatro, dança, circo e música regionais, nacionais e internacionais apreços populares, com acessibilidade comunicacional e arquitetônica durante o mês dejaneiro de 2025 em diferentes teatros do Recife. Objetivos Específicos:● Valorizar artistas, técnicos (as) e produtores (as) da cultura pernambucana,premiando os espetáculos e profissionais de maior destaque da presente edição;● Contribuir para formação de plateia, desenvolvendo o pensamento crítico a partirdas artes;● Ampliar e difundir a produção artística-cultural, principalmente entre a população debaixa renda através da cobrança de ingressos a preços populares e percentual degratuidade para alunos da Rede Pública de Ensino;● Promover a inclusão através de ações de acessibilidade arquitetônica ecomunicacional;● Investir na troca de saberes e experiência através da circulação de espetáculos deoutras regiões do Brasil e do mundo em Pernambuco;● Fortalecer a diversidade e inclusão social no acesso à cultura e valorização da nossaprodução artística, promovendo a Mostra Amotrans e a Mostra Arte e Cultura Social; Metas:● Resgatar as bases do Janeiro de Grandes Espetáculos enquanto maior festival deartes em Pernambuco, sobretudo após afetações pela COVID 19 e consequenteredução de sua programação ao longo dos últimos três anos;● Garantir a melhoria dos serviços e iniciativas de acessibilidade, bem como ampliar asações formativas e o evento de premiação do 31o JGE.● Promover a participação mínima e remuneração de 100 (cem) grupos artísticos;● Contemplar uma média de público de 30 (trinta mil) pessoas;
Com o intuito de fomentar a produção local e possibilitar a interação com a cena nacional e internacional, em 1994, o atore diretor teatral Romildo Moreira (em memória), através da Prefeitura do Recife, criou o Festival Janeiro de GrandesEspetáculos. Já na sua primeira edição, a iniciativa fez circular 8 mil pessoas em 40 sessões teatrais. Após dois anos, e como quase término do projeto, a Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (APACEPE) assumiu a realizaçãodo evento sob a coordenação do produtor cultural Paulo de Castro. Desde então, o JGE tornou-se parte do calendáriocultural de Pernambuco. Dessa maneira, há 30 anos ininterruptos o referido evento se pauta ao desafio de aglutinar diversas manifestações e produções da cultura de Pernambuco numa perspectiva de troca de saberes, formação de plateia,inclusão, democratização do acesso à cultura e fortalecimento da cadeia produtiva através de uma experiência contínuaque conecta corpo, cidade e cultura. O festival faz parte do imaginário e da memória coletiva da cidade do Recife. Em sua trajetória ininterrupta, o festival já abarcou: intercâmbios nacionais e internacionais, encontros, fóruns,lançamentos de livros, CDs, lives e exposições fotográficas e de Artes Visuais, trazendo milhares de atrações regionais,nacionais e internacionais para os palcos e outros significativos equipamentos culturais do estado. Priorizando a formaçãotécnica na composição de suas atividades paralelas, o projeto se tornou carimbo no currículo dos mais exponentes artistasda cena do estado, tendo premiado ao longo dos anos mais de 600 técnicos, artistas, diretores e grupos. A premiação emdinheiro pretende reconhecer o valor monetário do trabalho artístico da cena, que muitas vezes sofre com a falta depresença de público pagante em seus espetáculos. Desde 2023, o JGE passou a incluir cidades do interior através deparcerias com os SESCs regionais e grupos artísticos. Em 2024 aconteceu a edição comemorativa de 30 anos do Janeiro de Grandes Espetáculos. Na noite de abertura, o eventocontou com a apresentação da cantora, dançarina e compositora Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e daatriz pernambucana Fabiana Karla, com o espetáculo "Nessa Mesa de Bar" (Em homenagem ao cantor Reginaldo Rossi).Ambas as artistas foram as homenageadas da edição. Na culminância do festival, aconteceu no Recife Antigo a Festa dePremiação do JGE, que contou com apresentações na rua com grupos de circo e cultura popular. A edição atraiu umpúblico de 15.403 pessoas, mesmo com significativos cortes no orçamento para divulgação e programação. O Janeiro de Grandes Espetáculos - Festival Internacional de Teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco é umainiciativa que integra anualmente o calendário cultural do Recife-PE. Ao longo de quase trinta anos, o JGE é pautado pelosprincípios da democracia, diversidade e pluralidade de linguagens. A iniciativa se reverbera através do fomento epremiação de ações voltadas ao intercâmbio, formação de plateia e fruição da cadeia produtiva no estado. No escopo desua programação, conta com ações formativas e espetáculos, com acessibilidade comunicacional e preços populares - daRegião Metropolitana, interior do estado, além de produções nacionais e internacionais (selecionadas e remuneradas pormeio de edital e curadoria). Para 2025, a estimativa de público durante todo o evento é de 25 mil pessoas para uma programação que deve abrigar 100apresentações, 900 artistas e criadores e 200 técnicos. Para além de tais aspectos há um relevante trabalho calcado naformação, bem como no desenvolvimento da Economia da Cultura, da sustentabilidade social e ambiental, no turismocultural, no empreendedorismo e nas manifestações populares. Em 2016, a iniciativa conquistou o Prêmio Cenym deTeatro, concedido pela Academia de Artes no Teatro do Brasil, na categoria "Melhor projeto ou evento de incentivo aoteatro". O Festival já recebeu companhias de 12 países, entre eles, Argentina, Itália, Uruguai, Espanha, Suíça, Cuba, Canadá,Portugal, China, França, Países de Gales, Reino Unido e Eslováquia. Proporcionando uma programação cultural diversadurante o verão, período de alta temporada no turismo em PE. Apesar do legado e números expressivos, a partir de 2019, o contexto estrutural e capacidade de realização do JGE vem setornado cada vez mais difícil. Sobretudo nos últimos anos, não obtivemos o recurso mínimo compatível com a dimensãodo festival, fato esse que vem gerando reconfigurações e reduções na grade da programação. Agora, nos deparamos compertinentes desafios: ampliar diálogos e novas possibilidades de ocupações e afetações com os espaços de cultura, bemcomo complementar demandas orçamentárias de nossas iniciativas no sentido de abranger o alcance de públicos e melhorremuneração de artistas e técnicos. Por isso, buscamos através da Lei de Incentivo à Cultura possibilitar a realização do festival que conta em programação comespetáculos de música, dança, teatro e circo composta majoritariamente por espetáculos pernambucanos, com a seleção de06 espetáculos nacionais e 03 espetáculos internacionais, além de ações midiáticas e formativas. Mas, também, possibilitarações importantes como a gratuidade de ingressos para pessoas em situação de vulnerabilidade, aumento de ações deacessibilidades e sustentabilidade e gratuidade de atividades de formação com reserva para pessoas trans. É diante de tais apontamentos e inquietações que o nosso pleito para o aporte advindo da Lei 8313/91 se justifica e representa o lócus ideal para a nossa missão, especialmente pautada no Art. 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como no Art. 3º: Inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil. Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Dessa maneira, o referido mecanismo representa uma oportunidade ímpar no sentido de: ampliarmos o alcance da programação fomentando vivências variadas e inclusivas de acesso a bens culturais; gerarmos emprego e renda levando em conta o impacto da COVID 19 nas dinâmicas de artistas e técnicos, bem como podermos galgar novos caminhos e experiências por meio da troca e diálogo com diferentes espaços e espacialidades.
https://globoplay.globo.com/v/12263961/ https://www.youtube.com/watch?v=Mr-ePS-onI4 https://drive.google.com/file/d/1Wz907QF0aIX29lDu59n0i14K4vRoTJO8/view?usp=sharing
Não se aplica.
Acessibilidade arquitetônica: A programação dos espetáculos de teatro, circo, dança e música do Janeiro de GrandesEspetáculos prevê a ocupação de simbólicos teatros da Região Metropolitana do Recife e Interior do Estado. Algunsdesses equipamentos culturais possuem medidas que favorecem a acessibilidade física, como rampas de acesso,espaço para cadeirantes e elevador, a exemplo do Teatro de Santa Isabel, Teatro do Parque e o Teatro MarcoCamarotti (SESC). O planejamento estratégico de produção contará com uma equipe que cumprirá uma agenda devisitas prévias aos espaços das apresentações, afim de elencar possíveis problemas ou lacunas que possam serpreviamente sanadas;Acessibilidade de conteúdo:a) Contratação de uma Coordenadora de Acessibilidade que seja uma pessoa PCD e auxilie na execução de um planode acessibilidade possível;b) Tradução para a Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS em parte da programação dos espetáculos (até 20%); eaudiodescrição em 04 espetáculos;c) Divulgação toda a programação com ações de acessibilidade comunicacional contará com painel virtual exclusivoe será amplamente divulgada para associações, ONGS e instituições de apoio a Pessoa Com Deficiência (PCDs);d) Todos os materiais de divulgação audiovisuais contarão com LSE - Legendas para Surdos e Ensurdecidos, assimcomo adição da hashtag #PraCegoVerque fornecerá a tradução das imagens para pessoas cegas ou com baixa visão; e) Os vídeos produzidos pelo Proscênio Petrobrás também terão LSE - Legenda para Surdos e Ensurdecidos.
Desde os seus primórdios o Festival Janeiro de Grandes Espetáculos nutre em seu embrião a pluralidade de diálogos e consonâncias linguísticas da cultura. Em sua vasta trajetória, além de espetáculos de teatro, dança, circo e música, regionais, nacionais e internacionais, também já abarcou fóruns, rodas de diálogo, seminários, exposições, cursos de capacitação e formação artística, intercâmbios, dentre outros. A Edição comemorativa de 30 Anos do JGE pretende amplar a capilaridade dessa natureza democrática, especialmente pelas iniciativas e vivências abaixo elencadas: Inclusão: a) Ingressos a preços populares; b) Gratuidade para alunos da Rede Pública de Ensino, em té 20% da capacidade de público para os espetáculos agendados no Teatro de Santa Isabel, Teatro do Parque, e Tetaro Luiz Mendonça; c) Programação formativa gratuita composta por 05 (cinco) oficinas culturais promovidas por artistas envolvidos (as) nos espetáculos da programação; d) Interiorização: além da Região Metropolitana do Recife (Recife, Olinda, Jaboatão e Camaragibe), as cidades deGoiana (Mata Norte), Limoeiro (Agreste Setentrional), Caruaru (Agreste Central),Garanhuns (Agreste Meridional), Serra Talhada (Sertão do Pajeú) também receberão o festival. e) Por mais que o JGE sempre tenha oferecido espetáculos a preços populares (R$ 40 e R$ 20), este ano pretendemosoferecer gratuidade para pessoas Trans e Não-Binárias, através de inscrição na Lista Trans. f) Assim como gratuidade para pessoas que morem ao redor do teatro em comunidades de baixa renda, incentivando assim a vizinhança a utilizar e ocupar os teatros e espaços culturais que em sua maioria são equipamentos públicos.
O Roda Produção Cultural é uma empresa de produção cultural a mais de 12 anos no mercado que possui em seu currículoproduções como o Festival Estudantil de Teatro e Dança e é a produtora associada da APACEPE na realização do Janeiro deGrandes Espetáculos. A Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco - APACEPE, entidade sem fins lucrativos, foi fundada em 1984 para desenvolver e ampliar o mercado de trabalho dos produtores de Pernambuco. É presidida pelo gestor e produtor cultural Paulo Roberto de Figueiredo Castro. Dentre suas metas, busca congregar artistas, produtores, empresários, técnicos e pesquisadores da cultura para a consecução de objetivos comuns, especialmente pelo desenvolvimento de projetos culturais em todos os seus ramos. Paulo de Castro (Diretor Geral) - Gestão e coordenação das ações estruturantes do fetival, gerenciamento e acompanhamento dos grupos de trabalho, diálogo com gestores dos teatros, apoiadores e patrocinadores, bem como acompanhamento dos pagamentos e prestação de ocntas. Paulo de Castro Foi presidente das entidades de classe FETEAPE e do SATED/PE. Atualmente preside a APACEPE. Criou a Paixão de Cristo do Recife há 22 anos e produziu a nova Paixão de Cristo do Recife, Jesus, a Luz do Mundo. Há 24 anos vem produzindo e realizando através da APACEPE o Janeiro de Grandes Espetáculos, Festival Internacional de teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco. Há 16 anos criou a Mostra Brasileira de Dança Luciana Maria Raposo Meira Genu (Coordenação Técnica) Iluminadora Cênica de profissão e paixão, Luciana Raposo é uma das integrantes do Coletivo Lugar Comum. Coletivo que reune artistas de diversas áreas da cidade de Recife. Também faz parte como integrante e/ou parceira de diversos grupos na cidade. Entre eles, Grupo Grial de Dança, Duas Companhias, Coletivo Angu de Teatro, Cia Meias Palavras, Doutores da Alegria, Coletivo Resiste, Bote de Teatro, além de outros Grupos e Coletivos importantes da cidade. Paulo Araújo Pontes Filho. Recife-PE (Gerente de Programação) Ator e diretor, natural do Rio de Janeiro, iniciou sua carreira em Recife no ano de 1984. Como profissional, atuou em mais de 100 espetáculos teatrais, em TV e cinema. Destacou-se em AVOAR, de Vladimir Capella, direção de José Manoel; CERIMÔNIAS de Moncho Rodriguez; A LIRA DOS VINTE ANOS de Paulo César Coutinho; OS BIOMBOS de Jean Genet,; AUTOS CABRALINOS de João Cabral de Melo Neto; Em Nome do Desejo de Joâo Silvério Trevisan, ambos com direção de Antônio Cadengue; Paixão de Cristo de Nova Jerusalém de Plínio Pachecco e direção de Carlos Reis e Lúcio Lombardi. Atualmente integra o Grupo Os Fofos Encenam (SP). Como trabalhos mais recentes cumpriu temporada em São Paulo com os espetáculos Sueño, direção de Newton Moreno, e O Bem Amado, com direção de Ricardo Grasson. Na Tv já atuou em programas e minisséries como A Diarista, Amorteamo (TV Globo) e Poliana Moça (SBT). Sayonara da Silva (Produção Executiva). Atriz de teatro e Produtura Executiva da APACEPE, com participação em relevantes inicativas da cadeia produtiva, como: Paixão de Cristo do Recife” – 2002 a 2019, “Janeiro de Grandes Espetáculos” – até 2021, “Claudionor Germano – Dos 8 aos 80”, “Avec Elegance – Spok Frevo Orquestra”, dentre outros. Brenda Ligia. (Mestre de Cerimônias) Brenda Ligia é atriz, mestre de cerimônias, diretora, locutora trilíngue e apresentadora radicada no Recife. Sua formação em Comunicação Social pela Faculdade Oswaldo Cruz (SP), juntamentecom o curso técnico profissionalizante no Teatro Escola Macunaíma (SP). É Trilíngue, fala inglês, francês e português. Com experiência internacional, morou em Trinidad & Tobago, no Caribe, cursando faculdade na University of the West Indies. Como atriz, atuou em séries (Netflix, HBO Max, TV Globo). Nelson Leite (Coordenação Pedaógica - Oficinas artísticas) Formado em Pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Ator e produtor cultural, DRT nº 2892. Estreou como ator em 2001 na ocasião do Festival Recife do Teatro Nacional, em seguida atuou, produziu e circulou com espetáculos, por mostras e festivais de destaque em Pernambuco, como o Janeiro de Grandes Espetáculos, Palco Giratório (SESC) e o Festival de Inverno de Garanhuns. Estreou como ator-mediador, nas duas primeiras edições do projeto de teatro/educação “Que História é Essa?” em parceria com a Secretaria de Educação da Prefeitura da Cidade do Recife. Iintegrou o elenco de relevantes espetáculos da cena teatral de Recife, como: Dona Morte Vira Vida, Vozes do Recife - Um Concerto Poético, Outra Vez Era Uma Vez..., Paixão de Cristo do Recife, e mais recentemente a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Em 2012 integrou a equipe da Gerência de Políticas Culturais da SECULT-PE como assessor de linguagens artísticas até janeiro de 2023. Atualmente desenvolve uma pesquisa calcada na prática cineclubista e suas consonâncias com o cinema educação em Pernambuco. Em 2020 passou a integrar a equipe do LEVE - (Laboratório de Experiência, Visualidades e Educação) do Centro de Educação da UFPE.
PROJETO ARQUIVADO.