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PRONAC 243016InadimplenteMecenato

Turnê EUA - Trem das Cores - Gaia Wilmer e Jaques Morelenbaum

MARIANA CHIARELLA ORTIZ
Solicitado
R$ 787,7 mil
Aprovado
R$ 755,1 mil
Captado
R$ 380,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33608308000173Mongeral S.A Seguros e Previdência1900-01-01R$ 150,0 mil
00481841000168EDITORA NOTICIAS DO DIA LTDA1900-01-01R$ 90,0 mil
13699433000129Britania Componentes Eletrônicos Ltda.1900-01-01R$ 80,0 mil
09477652000196SDB COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 40,0 mil
75387274000265TV INDEPENDENCIA NORTE DO PARANA LTDA1900-01-01R$ 12,0 mil
77682946000100RADIO FM INDEPENDENCIA - LONDRINA LTDA1900-01-01R$ 4,0 mil
80830573000181RADIO FM INDEPENDENCIA - CASCAVEL LTDA1900-01-01R$ 4,0 mil

Eficiência de captação

50.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-07-01
Término

Resumo

O projeto consiste numa turnê do show Trem das Cores, de Gaia Wilmer e Jaques Morelenbaum, por 7 cidades dos Estados Unidos, realizando 12 shows e6 workshops, no mês de setembro de 2024. O grupo recebeu uma série de convites para se apresentar por lá e, assim, teve a ideia de levar quatro integrantes do Brasil, para se juntar a outros sete integrantes já residentes em New York, neste projeto que comemora e enaltece a incrível obra de Caetano Veloso. O grupo passará por: Washington, um show no Millenium Stage; New York, seis shows em três dias no Dizzy’s Club; Bath,um show na Chocolate Church; Orono, um show eum workshop na University of Maine; Cambridge, um show no Regattabar; Kittery, um show no The Dance Hall; Boston, um workshop no New England Conservatory,dois workshops na Berklee College of Music, um show no Berklee Performance Center, e por fim, retorna para New York, com um workshop naHunter College.

Sinopse

UMA VIAGEM INSTRUMENTAL PELA MÚSICA DE CAETANO VELOSO GAIA WILMER E JAQUES MORELENBAUM Classificação indicativa Livre Trem das Cores é um trabalho em homenagem à música de Caetano Veloso, artista fundamental nas vidas de Gaia Wilmer e Jaques Morelenbaum. A ideia, além do amor e imenso prazer em trabalhar juntos com a obra de Caetano, é celebrar seus 80 anos e, principalmente, valorizá-lo como compositor, para além de sua beleza como cantor e poeta – por isso a ideia de uma viagem instrumental por sua obra. Gaia e Jaques trabalharam pela primeira vez juntos em 2018, numa homenagem aos 70 anos Egberto Gismonti, com uma série de shows pelo Brasil, além da gravação do disco “Folia – The Music of Egberto Gismonti” com Gaia Wilmer Large Ensemble e Jaques sendo um dos convidados. Desde então, surgiu a vontade de fazerem algo juntos novamente, e durante a pandemia veio a ideia de um disco em homenagem a Caetano. Assim, em parceria com o selo Biscoito Fino, montaram um grupo formado por duas flautas, um clarinete, três saxofones, cello, guitarra, sanfona, baixo e bateria, e começaram a desenvolver arranjos para esse repertório: músicas menos e mais conhecidas, todas escritas por Caetano (incluindo parcerias, como Terceira Margem do rio – parceria com Milton Nascimento).

Objetivos

Objetivo Geral Em 2018 Gaia Wilmer e Jaques Morelenbaum se encontraram para uma homenagem ao compositor e multi-instrumentista Egberto Gismonti. Agora, quatro anos depois, se reencontram para homenagear o cantor e compositor Caetano Veloso. Assim, Trem das Cores nasceu de uma vontade de desenvolver mais trabalhos juntos, e tomou a forma de um disco em homenagem aos 80 anos de Caetano, com arranjos desses dois músicos para formação instrumental e em parceria com o selo Biscoito Fino. O projeto também tem por objetivo incentivar a escuta e a realização de eventos de música instrumental, e desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Objetivo Específico - Alcançar um público presente de algo em torno de 4000 pessoas nos shows; - Alcançar um público presente de algo em torno de 360 pessoas nos workshops; - Alcançar algo em torno de 200 mil pessoas nas redes sociais

Justificativa

Caetano esteve presente na vida de Gaia e Jaques de maneiras muito diferentes: foi um parceiro musical de muitos anos de Jaques Morelenbaum e esteve presente na infância e adolescência de Gaia Wilmer, em discos na casa de seus pais. Mas, tanto Gaia quanto Jaques tiveram uma coisa em comum com a obra de Caetano: apaixonamento. Ambos cresceram como músicos, com a presença dessa obra em suas vidas. A ideia de realização desse projeto com uma formação inteiramente instrumental vem da paixão por essa linguagem, mas também, muito fortemente, da vontade de valorizar Caetano por suas qualidades como compositor, independente do Caetano letrista, tão conhecido. Por isso a escolha do repertório está inteiramente vinculada às músicas, à qualidade musical dessas, independente da poesia. Desta forma, a escolha musical feita por Gaia e Jaques visa mostrar as diferentes qualidades de Caetano Veloso como compositor: ricos caminhos harmônicos, como em Luz dos Sol e Minha Voz, Minha Vida; variados gêneros da música popular brasileira, como em Um Dia e Queixa; profunda ligação com outros aspectos culturais brasileiros, como na parceria com Milton Nascimento em Terceira Margem do Rio; lembranças do tropicalismo, como em Trilhos Urbanos e Trem das Cores; lirismos melódicos cheios de profundidade e emoção como em Canto do Povo de Um Lugar, Trem das Cores, Luz do Sol e tantas outras. Além da imensa variedade estilística, da originalidade e da riqueza criativa presente em toda sua obra. O projeto atende ao Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes aspectos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E no Art. 3º I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivas de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;

Estratégia de execução

Passagens Aéreas GRU x JFK X GRU - Nova Iorque - Gaia Petrelli Wilmer - Maiara Moraes - Eduardo José Nunes Ribeiro - Mariana Chiarella Ortiz Passagens Aéreas GIG x JFK X GIG - Nova Iorque - Jaques Morelenbaum Passagens Aéreas JFK X DCA x JFK - Washington - Gaia Petrelli Wilmer - Maiara Moraes - Eduardo José Nunes Ribeiro - Jaques Morelenbaum - Yulia Musayelyan - flauta - Oran Etkin - Josué Batista dos Santos - Vinicius Gomes - Vitor Gonçalves - Eduardo Belo - Mariana Chiarella Ortiz Traslado NY x ME x MA - Gaia Petrelli Wilmer - Maiara Moraes - Eduardo José Nunes Ribeiro - Jaques Morelenbaum - Yulia Musayelyan - flauta - Oran Etkin - Josué Batista dos Santos - Vinicius Gomes - Vitor Gonçalves - Eduardo Belo - Mariana Chiarella Ortiz Traslado MA X NY - Gaia Petrelli Wilmer - Maiara Moraes - Eduardo José Nunes Ribeiro - Jaques Morelenbaum - Mariana Chiarella Ortiz

Especificação técnica

- um show de 1h20 no Millenium Stage (Kennedy Center)- seis shows de 1h20 no Dizzy’s Club (Jazz at Lincoln Center)- um show de 1h20 na Chocolate Church- um show de 1h20 e um workshop de 1h na University of Maine- um show de 1h20 no Regattabar- um show de 1h20 no The Dance Hall- um workshop de 1h na New England Conservatory- dois workshops de 1h na Berklee College of Music- um show de 1h20 no Berklee Performance Center- um workshop de 1h na Hunter College Todos os produtos terão ampla divulgação através da assessoria de imprensa e nas mídias sociais.

Acessibilidade

- No aspecto arquitetônico, os locais escolhidos para os shows serão completamente preparados para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas. Incluindo rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, piso tátil, rampas, elevadores adequados para pessoas com deficiência, corrimãos e guarda-corpos, banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas, iluminação adequada. - No aspecto comunicacional, o local será preparado com recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual, além de sinalização tátil ou em libras; linguagem simples, e a audiodescrição nos dias em que a equipe identificar a necessidade do público, com antecedência. - No aspecto atitudinal, será feito um estudo para contratação de um colaborador sensibilizado e capacitado para acompanhar e direcionar visitantes e usuários com diferentes deficiências nos locais de execução. Além de contratação de profissionais especializados com acessibilidade cultural, com formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva cultural. - Os materiais de divulgação serão disponibilizados em linguagem simples, bem como, conterão informações sobre os recursos de acessibilidade disponibilizados nos locais de execução.

Democratização do acesso

Todos os itens do Artigo 27 serão cumpridos a risca, como exemplo: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. § 1o As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas. § 2o Os ingressos ou produtos culturais poderão ser comercializadas de forma adicional ao plano de distribuição aprovado, desde que com recursos não incentivados. § 3o A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. § 4o Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). § 5o O valor total da receita prevista no projeto deve ser igual ou inferior ao Custo Total do Projeto. § 6o É permitida a transferência de quantitativos não utilizados nas cotas dos incisos I, III e IV para a cota prevista no inciso II do caput. § 7o Os projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei no 12.761, de 2012. § 8o A distribuição gratuita prevista no inciso II do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3o do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Art. 29. Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Além de que todo o material produzido, como fotos e vídeos, ficará disponível gratuitamente nas mídias sociais.

Ficha técnica

Jazzmin Produções é a responsável pela direção geral do projeto, balizando tudo para que saia conforme foi a ideia inicial foi concebida, delegando funções e cruzando atividades e conceitos. Jazzmin Produções é uma empresa especializada na produção de eventos culturais. Trabalha em parceria com artistas de grande calibre da cena musical, independentemente do gênero, desde que tanto o artista quanto sua apresentação representem bem a cultura do nosso país. Vem trabalhando há mais de 12 anos no Projeto Bateras 100% Brasil, que é o maior encontro de bateristas da América Latina e Recorde Mundial na Categoria "Crescendo" no Guinness Book, com a participação de 104 bateristas, sendo 70% mulheres! O projeto reúne bateristas profissionais e amadores, em shows eletrizantes com apresentações musicais por todo o território brasileiro. Realizou com eles mais de 50 Shows, em cidades como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Santos, Palmas, Manaus, Santo André, Fortaleza, Aracaju e muito mais. Sendo o último show em novembro de 2021, no Memorial da América Latina, quando juntaram 200 bateristas e inúmeras participações pra lá de especiais. Ao longo dos anos, a produtora vem realizando projetos como Quintas Musicais no Restaurante Buttina (ficando responsável pela programação semanal por 8 anos seguidos), shows de Isabel Fillardis, Thulla Melo, Banda Black Rio, Ultrasoul, Jadiel Oliveira, Zeca Baleiro, Amoy Ribas, Thiago Espirito Santo, Edu Ribeiro e Daniel D´Alcântara, Luciana Melo, DMN, Serial Funkers, Seamus Blake (CAN), Vinícius Gomes (USA), Cleber Almeida, Marcos Nimrichter, Vera Figueiredo, RadioBounce, Cuca Teixeira Groove Reunion, TuNormalis, Projeto Unknown, Rafael Abdalla (USA), Trio Macaíba, Oran Etkin (USA), além de festivais como Groove Sound Lab, Hip Hop Guarulhos e 1ª Mostra Jazz à Paulista (todos aprovados e executados pelo Proac SP), e 3º Fomento ao Forró (aprovado pela SMC), atuando desde a concepção dos projetos e passando por todas as etapas da produção executiva. Gaia Wilmer Saxofonista, compositora, arranjadora e produtora musical natural de Florianópolis, Gaia Wilmer se divide atualmente entre o Brasil e os Estados Unidos. Gaia vem se destacando no cenário do jazz contemporâneo e da música instrumental brasileira com trabalhos autorais e colaborações que transitam entre o jazz, a música brasileira, a improvisação livre e elementos da música erudita, com uma linguagem única e criativa. Como líder, seus principais grupos atualmente são o Gaia Wilmer Sexteto (grupo formado na cidade de São Paulo, dedicado a tocar composições próprias fundamentadas na pesquisa da cultura propular brasileira e com o qual lançou seu primeiro disco Nosso Carnaval em setembro de 2022 e acaba de gravar o segundo, selecionado pelo edital Proac, do estado de São Paulo, uma homenagem ao escritor Mario de Andrade, a ser lançado no segundo semestre de 2023), o Gaia Wilmer Octeto (grupo também dedicado a tocar suas composições e arranjos de temas brasileiros, e com o qual lançou o disco Migrations pelos selos Red Piano Records e Biscoito Fino) e o Gaia Wilmer Large Ensemble (grupo com o qual desenvolveu um projeto em homenagem aos 70 anos de Egberto Gismonti, aprovado pelo edital do CCBB, com participações do próprio homenageado e outros grandes músicos do cenário instrumental brasileiro, e com o qual acaba de lançar um disco pelo selo de jazz americano Sunnyside em janeiro de 2023, com um show de lançamento na casa de jazz de Nova York Dizzy’s Club at Lincoln Center). Além de seus trabalhos autorais, vem colaborando com músicos como Bob Moses, Yamandu Costa, Sergio Santos e Jaques Morelenbaum em diversos projetos e trabalha entre Boston, Nova York e Brasil com direção musical de bandas e festivais, produção musical de discos e compondo e escrevendo arranjos para grupos com formação que variam de duos a big bands e orquestras. Com Jaques Morelenbaum, Gaia gravou um disco em homenagem a Caetano Veloso, em parceria com a Biscoito Fino e com participação de Mônica Salmaso, a ser lançado em agosto de 2023. E com Bob Moses, gravou um disco com composições feitas em conjunto pelos dois artistas, a ser lançado no início de 2024. Gaia formou-se pela Berklee College of Music e pelo New England Conservatory. Jaques Morelenbaum Carioca, em 49 anos de carreira como músico, Jaques Morelenbaum tomou parte em 900 álbuns, colaborando, como violoncelista, compositor, arranjador, regente e produtor com importantes nomes da Música Brasileira como Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti, Gal Costa, Milton Nascimento, Chico Buarque, entre tantos outros. Participou também de produções musicais com uma série de artistas internacionais, entre eles Sting e Ryuichi Sakamoto, com quem começou a tocar em 1992, e com quem inaugurou a Japan House em São Paulo, com um concerto ao ar livre no Auditório Ibirapuera em 2017 para um público de 20.000 pessoas. Gravou com os portugueses Mariza, Carminho, Madre Deus, Dulce Pontes, Danças Ocultas e Rui Veloso, as cabo-verdianas Cesária Évora e Mayra Andrade, os franceses Michel Legrand, Juliette Greco e Henri Salvador, o angolano Paulo Flores, os japoneses Sadao Watanabe, Goro Ito, Choro Club e Gontiti, os norte-americanos David Byrne, Melody Gardot e Chris Botti, os espanhóis Maria Dolores Pradera, Clara Montes e Presuntos Implicados, os italianos Luciano Pavarotti, Paolo Fresu, Patty Pravo, Mario Biondi, Massimo Modugno e Adriano Celentano, os argentinos Fito Paes, Jairo e León Gieco, os colombianos Santiago Cruz e Antonio Arnedo, o cubano Omar Sosa e a mexicana Julieta Venegas. Maiara Moraes Maiara Moraes é flautista, compositora e arranjadora do sul do Brasil, radicada em São Paulo desde 2012. Em 2018 lançou seu primeiro disco solo "Nós", acompanhada de Salomão Soares (piano) Marcos Paiva (contrabaixo) e Pedro Henning (bateria). Em 2019, a convite do selo Blaxtream, gravou seu segundo disco "Cabeça de Vento" apenas com composições autorais. É flautista da Orquestra Mundana Refugi, Gaia Wilmer Sexteto, além de participar de diversas formações da cena musical paulistana. Dedica-se ao ensino da flauta popular, ministrando cursos e oficinas de flauta popular brasileira em diversas cidades de Santa Catarina, São Paulo e Paraná. Em julho de 2019 participou do Festival de Música de Ibiapaba (CE) e também ministrou oficina para sopros na EEMAN em João Pessoa/PA e em 2020 deu aula no FIMUCA (UFRN). É professora da Escola de Música do Parque Ibirapuera, em São Paulo. Edu Ribeiro Músico, baterista, compositor e professor, Edu Ribeiro conta com 5 premiações no Grammy Awards como compositor, produtor e instrumentista. É integrante fundador do Trio Corrente e do Vento em Madeira que somam mais de 10 álbuns lançados e incontáveis apresentações nos quatro continentes. Trabalhou ao lado de alguns dos mais importantes nomes da música brasileira e internacional como João Bosco, Yamandú Costa, Ivan Lins, Hamilton de Holanda, Mônica Salmaso, Leny Andrade, Leila Pinheiro, Stacey Kent, Maria Schneider, Brad Mehldau, Randy Brecker, Paquito D’Rivera, Sadao Watanabe, Mike Stern, entre muitos outros. Atua constantemente na área da educação, é coordenador pedagógico na Escola de Música do Estado de São Paulo e professor titular da graduação e pós graduação na Faculdade Santa Marcelina. Ministra aulas e workshops em diversas escolas do Brasil e do mundo como na Julliard School of Music em NYC, Ecole de Musique Didier Lockwood em Paris e Escola de Música de Brasília, entre outras.

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Florianópolis Santa CatarinaSão Paulo São Paulo