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O Festival dos Povos Originários: Herança viva, Diversidade e Integridade será o maior encontro entre os povos originários fora do território indígena que reúne durante 3 dias uma imersão de saberes indígenas através das diversas atividades apresentadas como apresentações musicais, rodas de conversa, apresentações culturais das etnias, cantos, danças, pintura corporal, exposição e venda de arte indígena e além de cerimônias com as medicinas da floresta. Esse projeto terá sua realização em duas cidades do Amazonas: Manaus e Maués, ambas que compreendem um número acrescido de indígenas. Esse é um projeto cultural importante para o fortalecimento da etnicidade indígena na região Amazônica. O festival tem o potencial de promover a valorização e o respeito pela cultura indígena e a integração entre os povos indígenas e a sociedade não indígena.
O Festival da Cultura Indígena é um evento cultural que celebra a diversidade cultural dos povos indígenas do Brasil. Idealizado para se realizado anualmente na região Aamzônica, e conta com uma programação diversificada, incluindo exposições, apresentações artísticas, palestras, oficinas, artesanato e workshops. O festival tem como objetivo promover o conhecimento e a valorização da cultura indígena, bem como promover a integração entre os povos indígenas e a sociedade não indígena. A programação do festival geralmente inclui as seguintes atividades: Exposições de arte, música, dança, artesanato, lingua materna e gastronomia indígena. Essas exposições apresentam a diversidade artística e cultural dos povos indígenas. Apresentação de música indígena e grupos musicais indígenas. Palestras e debates sobre cultura indígena: Essas palestras e debates abordam temas relacionados à história, cultura, cosmologia e direitos dos povos indígenas, território. Oficinas e workshops sobre cultura indígena: Essas oficinas e workshops oferecem a oportunidade de aprender sobre a cultura indígena por meio de atividades práticas. Oficina de artesanato indígenaO festival é uma oportunidade única de conhecer a diversidade cultural dos povos indígenas do Brasil. O evento é aberto ao público e gratuito. Impacto do festival: O Festival da Cultura Indígena tem um impacto positivo na sociedade, promovendo o conhecimento e a valorização da cultura indígena. O festival também ajuda a promover a integração entre os povos indígenas e a sociedade não indígena. É uma oportunidade de aprender sobre a história, cultura, cosmologia e direitos dos povos indígenas. O evento também oferece a oportunidade de conhecer pessoas de diferentes povos indígenas e aprender sobre suas experiências. O festival é uma importante ferramenta para a promoção da cultura indígena e para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Objetivo Geral Promover a valorização, preservação e disseminação da rica diversidade cultural dos povos indígenas, proporcionando um espaço de encontro, troca de experiências e celebração de suas tradições ancestrais. Objetivos Específicos: a) Realizar 1 festival de cultura indigena em duas cidades do Amazonas (Nas cidades de Manaus e Maués). b) Compor uma programação de 3 dias de festival, sendo 2 dias na cidade de Manaus/AM e 1 dia na cidade de Maués/AM. c) Mobilizar um público de no minímo 6 mil pessoas para a programação do festival. d) No produto Espetáculo de Artes Cênicas: realizar 4 apresentações teatrais. Haverá ainda 6 oficinas culturais, 3 rodas de conversa e 1 painél com duas horas de duração cada, com os seguintes temas: Oficina 1: Grafismo, Oficina 2: Moda Indígena, Oficina 3: Contação de histórias, Oficina 4: Artesanato e adereços indígenas, Oficina 5: Tambor Xamanico, Oficina 6: Bioinstrumentos, Roda de Conversa 1: Cosmologia e Simbologia por trás dos rituais indígenas, Roda de Conversa 2: Demarcação de Terras, preservação do Meio Ambiente, protagonismo indígena. Roda de Conversa 3: Saberes e Fazeres com os Pesquisadores Doutores e Ativistas. Painel 1: Línguas Maternas e Palavras do dia-a-dia. Essa atividades serão realizadas apenas uma vez e serão divididas entre as programações das duas cidades. e) No produto Exposição de Arte: realizar 2 feiras de artesanato com exposições artisticas e desfile de moda, sendo uma na cidade de Manaus/AM com duração de dois dias e outra na cidade de Maués/AM com duração de 1 dia. f) No produto Festival ou Festa Popular: realizar 8 apresentações de grupos e artistas musicais, serão divididas entre as programações das duas cidades.
Povos indígenas ao redor do mundo são donos de cultura e saberes que merecem respeito, visibilidade e escuta. Esses conhecimentos e visões ensinam lições sobre o bem-viver em equilíbrio com o planeta. As populações indígenas devem estar no centro e assumir o protagonismo nas discussões. Na Amazônia, os povos originários são os mais afetados pela crise climática, portanto o Festival de Música da Cultura indígena, será um espaço para que as vozes indígenas sejam ouvidas. A demarcação de territórios indígenas não é apenas uma questão de direitos, mas também de preservação ambiental, pois de acordo com a UNEP, áreas protegidas por comunidades indígenas são vitais para biodiversidade, terras indígenas demarcadas desempenham um papel crucial na luta contra o desmatamento, além de que reconhecer essas áreas é reparar séculos de opressão e marginalização dos povos originários, pois a Amazônia é sinônimo de diversidade e perceber que nela vive uma população que convive nesse território que necessita de perspectiva, de oportunidades, de estar presente nos espaços pautando seus conhecimentos e tomando decisões, essas vozes precisam ser multiplicadas. A cultura indígena é dos fortes; os povos indígenas são mestres de ciências e culturas ancestrais, reconhecer e valorizar seus saberes devem estar no centro das propostas culturais, sendo de responsabilidade proteger e conservar as tradições e manifestações culturais, os saberes e o fazer. Os povos indígenas tem seu passado, futuro e presente entrelaçado com a floresta, por isso fazem-se necessárias políticas públicas que fomentem atividades culturais que evidenciem as riquezas culturais desses povos donos de toda uma sabedoria que os inspirou e os guiou ao longo dos tempos. Citamos, a expressão da inteligência, a competência criadora e a adaptação de cada etnia assim como patrimônio cultural e linguístico e todo o instrumental por eles inventado. Na luta pela sobrevivência, a usurpação de seus saberes e fazer, tudo isso foi capaz de fazê-los sobreviver até os dias atuais, transmitindo os ricos acontecimentos em seus mitos, cantos, festas, rituais que demonstram as potencialidades da criatividade humana que ultrapassa limites espaciais e temporais. O saber indígena apesar de sua transmissão tradicional é progressivo e evolutivo. O saber indígena foge a uma observação superficial, é uma experiência é expressão cultural dos povos que criaram junto com uma produção musical própria, também toda uma produção de instrumentos musicais interpretando tudo de mais profundo, característico e expressivo. A noção de protagonismo Indígena no Brasil, está enraizada a um processo de sistematização da consciência de luta que se fortalece gradualmente alcançando um público maior na busca por legalidade e legitimidade. Justamente por isso se torna crucial a organização de um festival musical que valorizem os povos originários, devido à sua profunda conexão e conhecimento tradicional da fauna e flora, nada mais oportuno que seja realizada a produção de um Festival de Música da Cultura Indígena na região Norte, precisamente na cidade de Manaus, onde briga um grande número de comunidades indígenas nas cidades circunvizinhas e também na cidade de Maués, onde tem um efetivo número de pessoas indígenas que vivem em áreas de grande importância ecológica. Também é necessário pontuarmos uma das principais necessidades de realização do festival que se trata da negação de sua origem, segundo a página Amazonas em dados, muitos indígenas não se identificam, o que resulta de pressões sociais, tentativas de assimilação e busca por aceitação em sociedades onde a diversidade cultural é desafiada, esse rompimento com a conexão cultural pode ter consequências prejudiciais tanto aos indivíduos como as comunidades de origem. Tudo isso pode ter um impacto significativo na saúde mental como a sensação de não pertencimento, identidade fragmentada e conflitos internos que levam a problemas como depressão, ansiedade e baixa autoestima. A diversidade cultural enriquece as sociedades e cada cultura contribui com perspectivas únicas para o mundo.
Contrapartidas: Incluir a logo dos patrocinadores em todos os materiais de marketing, como cartazes, banners, folhetos e redes sociais.Menções regulares e agradecimentos durante as apresentações e eventos.Espaço de Exposição: Designação de estandes ou áreas específicas para os patrocinadores exibirem produtos ou informações sobre suas empresas.Oportunidade de interação direta com o público.Participação em Atividades: Incluir os patrocinadores em atividades específicas, como palestras, mesas-redondas ou oficinas relacionadas à cultura indígena.Oportunidade de colaborar em apresentações culturais. Realizar parcerias com estudantes e professores de insituições públicas para a participação no evento. Realizar palestras nas instituições de ensino público sensibilizando a comunidade escolar para as causas, questões e direitos dos indígenas. Materiais Promocionais Personalizados: Produção de materiais promocionais exclusivos para os patrocinadores, como vídeos, entrevistas ou artigos destacando seu apoio ao evento.Destaque especial nos boletins informativos e releases à imprensa. Material Pedagógico: Durante a produção do festival será construído um material de cunho pedagógico a ser entregue nas escolas públicas sobre a conscientização da valorização da cultura indígena e amazônica, identidade amazônida e pertencimento, negacionismo de sua origem e a importância dos saberes e fazer indígena para a cultura global. Em formato de cartilha que será disponibilizado à alunos e professores provindos de parcerias no festival. Publicidade em Mídias Digitais: Promoção dos patrocinadores nas plataformas digitais do evento, incluindo site oficial, redes sociais e e-mails marketing.Parcerias para a criação de conteúdo exclusivo para redes sociais.Agradecimentos em Comunicados à Imprensa: Inclusão de agradecimentos aos patrocinadores em comunicados à imprensa e cobertura de mídia relacionada ao evento. Relatórios de Impacto: Entrega de relatórios detalhados sobre o impacto e os resultados alcançados pelo festival, destacando o papel dos patrocinadores.Reuniões pós-evento para discutir resultados e feedback.
Comunicação: Utilizar redes sociais, sites e veículos de mídia e impresso para promover o evento e garantira participação do público. Incluir a participação ativa das comunidades e influencers indígenas na divulgação. Sustentabilidade: Priorizar práticas sustentáveis como a utilização de materiais recicláveis, energia limpa e gestão responsável dos resíduos. Legado: Buscar estabelecer o festival como um evento anual que contribua para a preservação e promoção contínua da cultura indígena, gerando conscientização e respeito duradouro O Festival será realizado durante 2 dias na cidade de Manaus, num local que seja de fácil acesso e garanta a participação da sociedade manauara. Também faremos o festival na cidade de Maués, num espaço comunitário e cultural que chame a atenção da comunidade a participar.
1. Acessibilidade para o Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: Rampas e/ou Elevadores para garantir a acessibilidade a todas as áreas do teatro e demais atividades, incluindo entradas, áreas de assentos e banheiros. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Apoio de Voluntários, disponibilizar voluntários treinados para auxiliar pessoas com deficiência visual na locomoção pelo evento. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Apoio de Voluntários para tradução em libra das atividades. Justificativa: Já contamos em nosso coletivo, do Memorial Puxirum, com profissionais que atuam como interprete de libras.Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Adaptação de Linguagem, Simplificar o texto do espetáculo e das oficinas, rodas de conversa e painel para facilitar a compreensão. Apoio de Mediadores: Contar com mediadores capacitados para auxiliar na compreensão do conteúdo antes e durante o espetáculo. 2. Exposições de Arte Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico:Rampas e Elevadores para garantir a acessibilidade a todas as áreas do teatro e demais atividades, incluindo entradas, áreas de assentos e banheiros. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Apoio de Voluntários, disponibilizar voluntários treinados para auxiliar pessoas com deficiência visual na locomoção pelo evento. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Apoio de Voluntários para tradução em libra das atividades. Justificativa: Já contamos em nosso coletivo, do Memorial Puxirum, com profissionais que atuam como interprete de libras. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Adaptação de Linguagem: Simplificar o texto do espetáculo para facilitar a compreensão. Material Explicativo Simplificado: Disponibilizar materiais explicativos em linguagem clara e acessível. 3. Festival Popular Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: Áreas Acessíveis: Garantir que todas as áreas do festival, incluindo palcos, barracas e áreas de convivência, sejam acessíveis com rampas e pisos táteis. Banheiros Adaptados: Disponibilizar banheiros acessíveis em vários pontos do festival, com sinalização clara. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Apoio de Voluntários, disponibilizar voluntários treinados para auxiliar pessoas com deficiência visual na locomoção pelo evento. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras nos Palcos: Garantir que todas as apresentações e shows tenham intérpretes de Libras. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Adaptação de Linguagem: Simplificar a apresentação para facilitar a compreensão. Material Explicativo Simplificado: Disponibilizar materiais explicativos em linguagem clara e acessível.
Reservar 30% dos lugares a estudantes e professores da rede pública de ensino, permitindo o engajamento desse público no festival. Oferecer oficinas culturais, educacionais e artísticas gratuitas e em zonas de vulnerabilidade como parte do programa do festival, incentivando a participação de diferentes públicos. Oferecer uma transmissão online gratuita do evento para permitir que pessoas que não podem comparecer pessoalmente também participem virtualmente. Incluir e dar destaque a grupos marginalizados, como povos indígenas urbanos e outras minorias étnicas, promovendo uma abordagem inclusiva e diversificada.
FICHA TÉCNINA Proponente W. C. S. NETO & L. R. T. MONTEIRO LTDA, com nome fantasia MEMORIAL PUXIRUM será responsável pela direção executiva e artística do Festival de Música da Cultura Indígena. Leina Regina Tavares Monteiro, integra a diretoria do MEMORIAL PUXIRUM (proponente deste projeto) e irá compor a direção geral do projeto e também em atividades desenvolvidas no decorrer do festival como pesquisa, palestrante, fotografia e moda indígena. Leina é doutoranda em Ciências da Educação pela UNADES - Universidade Del Sol pela República do Paraguai, trabalha há 20 anos na área da Educação teve sua formação inicial em pedagogia UEA. Percorreu sua jornada profissional na Semed, Sesc AM e atualmente pertencente ao quadro de professores efetivos da Secretaria de Educação do Amazonas, pesquisadora e escritora dos Grupos e Movimentos de Manifestações Culturais e Artisticas do Amazonas, buscando retratar a cultura imaterial e concomitantemente o reconhecimento da sociedade nas identidades plurais e influências culturais dos amazônidas, situando como estão associados seus saberes culturais, o fazer, as expressões, a musicalidade, que envolve os mestres da cultura popular e folclore que fazem com que esses movimentos resistam e se perpetuem na história. Seu trabalho de mestrado ganhou ênfase em sua defesa, pois a pesquisa retratou “ O Resgate dos saberes culturais dos Rezadores de Almas” onde alcançou notoriedade da banca de defesa, além do respeito e admiração em retratar uma temática distinta que compreende imenso valor sociocultural para a sociedade. Está desenvolvendo seu trabalho de tese e também um documentário com o objetivo de registrar o rito dos Rezadores de Almas à comunidade local, às instituições de ensino, instituições acadêmicas e ao público em geral. Waldemir Coelho Santos Neto ou nome artistico Neto Simões será o Coordenador de Produção, sendo o idealizador do Grupo Memorial Puxirum (proponente deste projeto), grupo da cultura popular e etnica que apresentaem suas canções ocotidiano amazônico e proponente deste projeto. Neto Simões empresário de banda diversos estilos musicais forró, regional amazônica e baile, tecladista, sanfoneiro, violonista,produtor de bandas e compositor de trilhas sonoras, trabalhou com o Maestro Eduardo Agnes na criação da trilha sonora da Lenda do Guaraná no ano de 2005 vindo no ano seguinte se tornar o Diretor musical e compositor da mesma por vários anos acumulando um repertório de 85 músicas instrumentais sendo todas de autoria do mesmo. Foi instrutor de teclado e violão pela Prefeitura de Maués, Fundação Gualter de Almeida. Direcionou a apresentação da Lenda do Guaraná no Teatro Amazonas, participou de turnê internacional, assim como recebeu prêmios em festivais de música e apresentações com o grupo Pingo de luz em Maués e o grupo Çapó com músicas autorais indígenas, em 2023 foi sanfoneiro da Irmandade do Divino Espírito Santo tocando pelas ruas da cidade e fazendo oficinas e apresentações no Liceu de Arte de Maués. Sua participação se destaca também nas apresentações de boi de terreiro e pelos diversos arranjos que criou para os bois atuais de algumas cidades incluindo Parintins. Atualmente está em conclusão de um documentário, como produtor musical sobre a recomendação das Almas feito pela Doutoranda Leina Regina Tavares Monteiro, atua na área musical cultural há 20 anos. Cleumir da Silva Leda, sua função no projeto é assistente de direção e Coordenador de Grupo Musical. Cleumir iniciou sua carreira na música aos 16 anos como guitarrista acompanhando diversos artistas da música Amazonense, contribuiu por anos na composição de trilhas sonoras do espetáculo Lenda do Guaraná realizado no teatro Amazonas no ano de 2010. Cursou Bacharelado em Música Instrumental/flauta transversal e Licenciatura em Música pela UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS, participou da Orquestra Sinfônica da UEA-Amazonas, recitais de flauta e piano nos espaços culturais de Manaus, é integrante do grupo Çapó (grupo musical indígena) que retrata a cultura e o cotidiano de seu povo. Também houveram participações no Grupo musical Casa de Caba, participou do Festival de Corais do Amazonas. Laiz Sateré irá compor a programação das oficinas de grafismo e moda indígena, além de apresentação musical. Laiz é cantora e compositora de musicas autorais na língua materna indígena etnia Saterê-Mawé, cujo o trabalho é uma expressão única de cultura e identidade, destaca-se na habilidade do grafismo e moda indígena, como seu coletivo, revela-se uma riqueza de talentos e profunda conexão com sua herança cultural. Principais eventos: The Sthorm Festival 2023, Festival Cultural Satere Mawe 2021, Sonora Brasil 2021. Ana Mary Melo Azevedo será palestrante e apresentadora Grupo de dança "Dança da cutia" artes cênicas. Doutoranda em Antropologia Social- UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, Pesquisadora e Produtora da Manifestação Cultural: Dança da Cutia, minha cultura, minha identidade na cultura Mura. Ana é indígena da etnia Mura ja vem desenvolvendo um trabalho artístico há mais de uma década com a Dança da cutia em apresentações em escolas, espaços culturais, feiras, documentário. Heron Santos na direção musical. Ele ministra aulas de música em comunidades indígenas, com instrumentos indígenas propiciando amistura de instrumentos nativos e não nativos fenômenoconhecido como diglossia cultural. Participou do grupo musical Myrá Yiá idealizado e dirigido pelo próprio. Participou do evento Encontro de música Popular Ayipaguana, evento realizado pela Secretaria de Economia Criativa do Estado do Amazonas, Espetáculo Glorioso, Concerto de Natalino na equipe de Produção da Sec-AM, produção de CD AMANA OUARY, Cursou topicos especiais em cognição musical e o curso Letras e artes pela Universidade do estado do Amazonas. Rafhael Mendonça, sua função no projeto: apresentador e diretor do grupo musical e cênico "Çapó". Ele é compositor, cantor, multi-instrumentista, pesquisador e produtor musical. Atuou diversas produções culturais independentes, com imersões na Argentina e Colômbia, amante da cultura popular, idealizou o grupo "Çapó" e lançou o álbum "Papagaio Falante", em 2021, com produções musicais que valorizam o tambor de gambá e suas perspectivas amazônicas,participou do projeto "Missigenação do Gambá de Maués", no festival "Sonora Brasil" produzido pelo SESC - AM. Uma trajetória artística que naveja no infinito da batida do tambor Beats Eletrônicos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.