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PRONAC 243079ArquivadoMecenato

Um Muriqui ai que Quente (3/5)

COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO
Solicitado
R$ 1,25 mi
Aprovado
R$ 1,25 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-02-02
Término
2025-10-02
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montar uma peça inédita, texto inédito compondo a 3a peça da Pentalogia do Muriqui, será a peça "Um Muriqui Ali, Ai que Quente". após montar e realizar duas temporadas de: "Um Muriqui Aqui" (1/5) e "Um Muriqui Acolá" (2/5), precisamos seguir com a pentalogia, concluindo mais uma etapa. Trata-se de peça de teatro com cações, coreografias e números circenses. 10 atores e um grupo circense. Peça para palco italiano com estrutura de alçapão, urdimento e coxias amplas. Serão 04 meses de ensaio e três meses de apresentação. Com 16 apresentações de "Um Muriqui Ali,Ai que Quente" (3/5) com bilheteria e 09 apresentações gratuitas de contrapartida 03apresentações de "Um Muriqui Aqui" (1/5) 03apresentações de "Um muriqui Acolá" (2/5) 03 apresentações de"Um Muriqui Ali,Ai que Quente" (3/5) Totalizando 25 apresentações.

Sinopse

Argumento – O SOL é muito maior do que Muriqui e Luaê pensam. Tebas explica o tamanho do sol, e fornece a única possibilidade de um ser vivo entrar vivo no centro do Sol. Ele tem a solução, uma amiga. Com muita comédia e números circenses, os números da velocidade da luz, do som e os conceitos de Tempo e Espaço serão transmitidos ao público. Luaê e Muriqui vão precisar vencer as barreiras do som, da luz e sentir o amor em vários tempos de Bakongo: Natural, Cósmico Social e Vital. “Kongo” refere-se a um grupo cultural, linguístico e histórico de pessoas que descendem do grande grupo Bantu que migrou do sul da região do Rio Benue (atualmente Nigéria) para a floresta equatorial do centro-oeste africano e proximidades. Remontando ao segundo milênio A.C., lentamente aconteceram ondas migratórias de comunidades Bantu em direção ao sul, processo que fez com que a maioria dos africanos que vivem na região ao sul do equador viessem a falar uma ou mais das 400 línguas relacionadas ao Bantu. Poucos séculos depois, na Idade do Ferro, assentamentos de Bantu foram estabelecidos através da região...”

Objetivos

Objetivo Geral Depois de trabalhar o elemento Terra em "Um Muriqui Aqui", com 23 Hexaedros montando 3 cenários ao vivo em cena coreografadamente. Depois de se aprofundar no elemento Água em "Um Muriqui Acolá" e montar um icosaedro ao vivo, em cena, agora iremos iluminar o elemento Fogo em "Um Muriqui Ali, Aí Que Quente" Representado pelo SOL, suas mitologias e suas metáforas. Trazer a cultura Bakongo e seu ciclo solar, em diversas visões de definição do amor eurocêntrico: - Eros = belo, vontade de viver, motivação, propósito, interesse _ força motriz ao bem ao belo - Páthos = Romântico, paixão, doença, obsessão - Ágape = Altruísmo, entregar-se ao outro, doar-se - Philia = amizade, lealdade _ Gentileza, respeito maior (família, Deus) ética E as afro-indígenas. Pretendemos colocar em cartaz uma peça conscientizadora do aquecimento global, da importância do equilíbrio dos planetas, do planeta com conceitos canônicos que a terra é redonda, introduziremos várias formas de definição dos afetos e doas amores. Dando continuidade a nossa perspectiva socioemocional, cuja primeira falamos de criar vínculos, amizades e fidelidade, na segunda Responsabilidade e Paciência trabalhando as cinco feridas emocionais: humilhação, traição, abandono, injustiça e rejeição. Objetivo específico: Criar mais um espetáculo com impacto artistico positivo. Colocando o elemento fogo, teatraedro no centro da dramaturgia e explorando as várias metáforas sobre o Sol e as informações astronômicas de tempo e espaço em relação ao Sol. - Dar continuidade a pentalogia do Muriqui, com duas peças já montadas e montar a 3a. - Pesquisar, elaborar e escrever uma dramaturgia inédita. - Ensaiar a peça "Um muriqui Aqui" (1/5) para se apresentar na contrapartida - Ensaiar a peça "Um muriqui Acolá" (2/5) para se apresentar na contrapartida - Montar uma peça inédita - 16 apresentações de "Um Muriqui Ali, ai que quente" (3/5) - bilheteria - Aprimoramento em Libras e intérprete de Libras > Contrapartidas - 03 apresentações de "Um Muriqui Aqui" (1/5) - 03 apresentações de "Um Muriqui Acolá" (2/5) - 03 apresentações de "Um Muriqui Ali, ai que quente" (3/5)

Justificativa

A Cia Um Brasil de Teatro e Artes, é uma cia de atores e equipe em sua grande maioria negros, periféricos e LGBTQIA+, cuja ausência de subvenção para produção inviabiliza a montagem de espetáculos de médio porte e alta complexidade técnica. Para garantir resultados de excelência é necessário uma boa equipe e condições de ensaio e trabalho adequados, diferente de realizações sob o sistema da precariedade e precarização do menor custo. Justifica-se a lei pela realidade sociocultural de um país onde raramente uma bilheteria cobrirá esses custos de produção, e as oportunidades de subvenção são mínimas. Tornando a vida da equipe insustentável sem trabalho, pois a negritude periférica não tem recursos excedentes e nem rede de apoio que possa garantir alguns meses de ensaio sem remuneração. Justifica-se Pedagogicamente: Ao falar de Sol falamos universo, dos planetas, da velocidade da luz, do som que não se propaga no vácuo e das premissas básicas de porque que aterra é redonda. Justifica-se Integrar o Circo nessa peça pois a primeira integrou as artes plásticas, a segunda a dança e agora é o circo. Justifica-se ter um texto novo inédito pois cada texto é feito na sua oportunidade de realização consolidando as necessidades do momento e estreando atualizado. Justifica-se ver as várias visões de amor, ou algumas visões de amor definidas pela humanidade em diversas culturas pois contempla nossa pesquisa etnográfica. Justifica-se diante da epidemia de saúde mental fragilizada na infância e juventude, espetáculos com foco no desenvolvimento socioemocional do indivíduo.

Estratégia de execução

O Muriqui: Muriqui só para os íntimos, para os outros Sr. Mono-Carvoeiro. Para os estudiosos, biólogos e desconhecidos: (Brachyteles Arachnoides). Ele é endêmico da Mata Atlântica Brasileira. Com quase 1,60 m de comprimento e pesando até 15 kg, o Muriqui é o maior Macaco do Novo Mundo, e o maior primata não Humano das Américas. Pesquisa: 1 Max Mu em 2010 na Aldeia Tenodé Porã imersão de 15 diasÉ considerado uma espécie em perigo pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), sobre tudo devido a destruição e fragmentação de seu habitat e pela caça ilegal. Muriqui vem do Tupi muri'ki e significa gente que bamboleia, que vai e vem. A espécie é conhecida como “o povo manso da floresta”, graças a seus hábitos pacíficos e de permanência em grupo. De braços e pernas longos e finos, gosta de se balançar nas árvores segurando-se apenas pela cauda, que é preênsil. Suas atividades são quase sempre lúdicas e muito simpáticas para as crianças. O Mono-Carvoeiro é um dos primatas mais ágeis, por isso é capaz de conseguir 171 espécies de frutas, até mesmo no final das ramas. Eles podem balançar com rapidez pelas árvores, percorrendo até 12m com apenas um braço. Os Monos-Carvoreiro têm evoluído numa sociedade muito flexível para acompanhar o amadurecimento imprevisível das frutas. Eles se movem ao redor das florestas, sozinhos ou em grupos de até 20 indivíduos, que se separam poucas horas depois. Trabalham em equipe e compartilham a comida que acham. Sua comunicação física é o abraço, estão sempre se abraçando e por isso transmitem bondade e afetuosidade. Nunca brigam. Quando precisam disputar algum território eles gritam, quem grita mais alto, vence. Para o nosso espetáculo esse grito é: “um grito de paz pela natureza”. São considerados um dos primatas mais ameaçados de extinção do mundo por: A) Destruição da floresta que é seu habitat original; B) Caça ilegal nas áreas estatais preservadas; C) Comércio ilegal em áreas privadas Escolhemos o Muriqui pela sua conduta exemplar de não violência, e, pela sua natureza bondosa serem inspiradoras para as crianças. E protegê-lo trata de olhar e observar seu habitat, seu contexto na natureza, que por sua vez precisamos cada vez mais da natureza também. Portanto, ao olhar para o Muriqui cuidamos de nós também. ● Está em extinção e é o maior macaco das américas ● Nunca briga, suas disputas são resolvidas no grito quem grita mais alto vence. Para nós: “UM CANTO DE PAZ PELA NATUREZA”. ● Sua comunicação Corporal é o abraço. ● Carinho, arte, paz em um só ser são valores indispensáveis para um mundo onde a violência e o pânico são síndromes, é nossa contribuição para diminuição dos sintomas citados. A Região: Em São Paulo o Muriqui existia, talvez ainda exista algum na aldeia Tenondé Porã que está localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari Monos no extremo Sul da metrópole de São Paulo e é uma área de uso sustentável. Abrange cerca de 1/6 (56 hectares) da área da metrópole paulistana, está inserida dentro da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo e da Área de Proteção dos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo. Seu nome deve-se aos rios: Capivari e o seu principal afluente, Monos. Monos deriva do nome de uma espécie de macaco que ocorre na região, o Mono-Carvoeiro, já em processo de extinção que é mais conhecido como Muriqui. Por isso é de grande importância o seu destaque para a sua preservação. O rio Monos e Capivari são considerados mananciais estratégicos para o futuro abastecimento da metrópole por ainda serem cristalinos e cercados de floresta. A área sofre pressão urbana pela expansão desordenada da cidade e em especial pela especulação imobiliária. Alguns loteamentos clandestinos e moradias sem infraestrutura de loteamento e saneamento estão se instalando na área, um processo semelhante ao que aconteceu na represa do Guarapiranga e Billings. Represas que hoje já sentem os efeitos do grande impacto ambiental gerado pelas ocupações urbanas de seus arredores. Essa é uma das razões de escolhermos a aldeia desta região. A urgência de preservação. Apesar de participar da gestão local com representação no Conselho Gestor, a realidade da aldeia Tenondé Porã é de não possuírem meios para produção dos próprios recursos para subsistência e manutenção de sua cultura. Esta relação enfraquece o senso de ligação com o uso da terra e com as raízes culturais da aldeia, levando a população a um caminho indesejável de exclusão social por baixo nível de renda e distanciamento com os meios de manutenção da vida como prevê o SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) para áreas de uso sustentável. Hoje a aldeia não possui mais recursos para por exemplo: construir suas ocas. Ou seja, a degradação ambiental impossibilita a manutenção e perpetuação de suas raízes culturais. Essa realidade retrata os efeitos da escassez de recursos ambientais na vida humana. Intenciona-se que a venda de artesanatos e de shows melhore suas condições. O SNUC dá condições plenas para que a população humana que habita áreas de uso sustentável e conservação, vivam e perpetuem sua cultura e simultaneamente conservem o ambiente e seus recursos. O fortalecimento do vínculo com a terra pelas populações indígenas da região, através de seu uso sustentável, cria pressão contrária à especulação imobiliária da APA e serve de proteção do espaço territorial. Assim, este espetáculo teatral terá além de papel artístico e educacional o papel de ativação de cidadania para ações de conservação. Citamos as aldeias do Jaraguá enfrentando a especulação imobiliária enquanto pessoas morrem de calor na Europa.

Especificação técnica

Palco Italiano, 10 atores, para o público infantojuvenil

Acessibilidade

Todos os espaços serão escolhidos dentro da legislação vigente de acessibilidade. Teremos intérprete de Libras. E o elenco irá aprender Libras para eventualmente, se possível usar a Linguagem em cena no gestual natural da encenação.

Democratização do acesso

- Os ingressos serão a apreços populares de até R$ 40,00 - Ao Todo serão 25 apresentações sendo: 16 com bilheteria e 9 fechadas grátis para alunos de escolas públicas e professores de todas as redes de ensino, ou crianças de entidades assistenciais e em situação de vulnerabilidade. - Faremos contato com entidades assistenciais para distribuição de até 10% das cadeiras para ONGS e outras entidades.

Ficha técnica

A Cia Um Brasil de Teatro e Artes surgiu em 2004, quando iniciou a produção do Espetáculo Diário Dum Carroceiro. Realizando uma pesquisa Etnográfica, trazendo "Um Olhar" para o Brasil como protagonista, olhares pouco vistos, esquecidos e apagados. Reativando uma memória indígena, negra e humanitária que em 2005 sequer chegava nos livros de história: Focado em Luiz Gama, Luiza Mahin e outras personalidades negras. Trazendo à tona o debate do racismo ambiental e suas intersecções. A Cia Um Brasil de Teatro e Artes realizou diversos trabalhos e debates no âmbito Municipal, Estadual e Federal. Citamos alguns trabalhos destes quase 20 anos: > 2024 – Exibição do Documentário #NossaFamilia em 8/03 de 2024 no CEU Carrão > 2023 - Temporada no Teatro Alfredo Mesquita com as peças "Um Muriqui Aqui" e "um Muriqui Acolá"; > 2023 - Contemplada pelo 13o Prêmio Zé Renato (de Teatro para produção das peças " Um Muriqui Aqui 1/5" e " Um Muriqui Acolá 2/5". O projeto contemplado pela Secretaria Municipal de Cultura, ocorreu em parceria com o CEU do Instituto Bacarelli no Carrão (Tatuapé) beneficiando estudantes da DRE - Delegacia Regional Educacional da Penha. Contemplada pelo PROART/ SME - para circuito da Exposição Reciclos Muros Invisíveis em 4 CEUS;2023 - Contemplada pela SMDH - Secretaria Municipal de Direitos Humanos para realizar a Exposição Memorial Luiz Gama 10 anos; > 2022 - Realizou o Clube de Leitura Vem Crescer Mana para mulheres negras periféricas de Carapicuíba; > 2020 e 2021 - Realizaram a Ação Catadoras, programa virtual no YouTube via Jornalistas Lives para gerar soluções para Cooperativa de Catadores; > 2019 - Foi uma das Cia de teatro curadora e produtora do 1o Fórum de Performance Negra do Estado de São Paulo; > 2019 - Max Mu, Diretor da Cia Um Brasil de Teatro e Artes foi homenageado pela Câmara Municipal pela sua luta antirrascista. > Documentário #NossaFamilia, lançamento na FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty em 2019; Max Mu - Direção Artistica, Dramaturgo Mestrando em Artes da Cena, (Célia Helena / Itaú Cultural), Pós-Graduado em Arte-Educação e Graduado em Pedagogia pela Universidade Claretiano. Leciona Artes Cênicas em projetos sociais desde 1997. Fez cursinho pré-vestibular no Núcleo de Consciência Negra da USP, onde passou a atuar em causas para promoção da igualdade racial. Foi Co-Fundador do CENE – Coletivo de Estudantes Negros em 1994 aproximadamente. É curador da Exposição Reciclos Muros Invisíveis em 2023 foi curador nos CEU´s de São Paulo, pelo Proart/SME, a exposição de foto escultura está em circuito desde 2014. Virada Sustentável 2014: Reciclos e a outra face dos catadores: https://www.youtube.com/watch?v=_PpbZb8sq0I Em 2023 realizou a Curadoria da Exposição Luiz Gama 10 anos que realizou em 2013, está em cartaz até 31/03/2024 no Sítio da Ressaca, ao lado do Centro Cultural Jabaquara Mãe Sylvia de Oxalá: https://www.ciaumbrasil.com.br/luiz-gama https://www.facebook.com/MemorialLuisGama/ Ainda em 2023 e 2022 dirigiu dois espetáculos infantis que foi autor; “Um Muriqui Aqui”, e “Um Muriqui Acolá”, contemplado no 13o Edital do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura. Já organizou intercâmbio Brasil x Portugal de Teatro por 04 anos. Onde em 2003 se apresentou no XXIII Festival Fazer a Festa de Porto. Em 2017 e 2018 escreveu as peças da Cia de Dança Brasileira “Levanta Poeira”, de Montreal, da diretora Raquel Bastazin, onde foi dramaturgo e ator na peça: “I Love Quebrada”, Montréal, Quebec – Direção Raquel Bastazian , Théâtre le Gesu. ( 01 de Deszembro): https://www.youtube.com/watch?v=F8MLvUkZEsY . e dramaturgo e pesquisador na peça “Deixem-me Dançar!” Direção Raquel Bastazin, Escola Levanta Poeira, Théatre Rialto, Domingo, 18/06/ 2017, Montréal Quebec. Eduardo Silva - Preparador de Elenco Ator e Preparador de elenco. Biólogo formado pela USP. Um dos atores mais premiado do Brasil, com 21 Prêmios de Melhor Ator. Ficou reconhecido com o personagem "Bongô" do Castelo Rá-Tim-Bum. Atualmente pode ser visto em séries, cinema e teatro. Como preparador de elenco, prepara os principais coletivos negros de teatro de São Paulo, de longa-metragem, série e programas de televisão. Desde 2021 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. Embora desde 2006 sempre esteve conectado com os trabalhos da Cia Um Brasil. Marcelo Secco Marcelo Secco é filho de músico e cantora, se formou em arquitetura em 1999, cursou também o curso superior de música da FPA – Faculdade Paulista de Artes, incompleto. Saxofonista. Arquiteto E Cenografo. Foi o responsável por toda a Técnica da peça “Torquemada 17 Balas” de 2010 a 2012, criando, instalando e operando luz, som e projeção. A peça” Torquemada 17 balas” do Coletivo Garoa onde um dos fundadores foram Max Mu e Rodrigo Caldeira. Simultaneamente desenvolve as atividades de arquiteto e de músico no cenário alternativo. Projetou o Icosaedro de “Um Muriqui Acolá”. Desde 2022 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. BETHO PACHECO Bailarino, Ator, Coreógrafo, Produtor Cultural, formado bailarino pelo Teatro Brasileiro de Dança (TBD), e Ator pela Escola de Artes Dramáticas Emilio Fontana, fez especialização em Gestão Cultural na Firjan, Empreendedorismo Direcionado ao Terceiro Setor no IBEMC, Produção Executiva de Shows e Eventos na IATEC, graduando em Pedagogia na Universidade Estácio de Sá. Como coordenador do núcleo de dança no Grupo Cultural AfroReggae- RJ, (2001 a 2020), na favela de Vigário Geral RJ, onde criou um grupo de pesquisa de movimento e introdução da Dança Negra Contemporânea utilizando sua própria metodologia de trabalho baseado nas técnicas de dança moderna de Lester Horton, Jose Limon e Kaus Vianna. Através desse grupo de estudo surgiu o Grupo Makala, Em 2022 assume a Coreografia da Cia Um Brasil de Teatro e Artes e iniciam uma pesquisa coordenada entre o corpo e suas dimensões no espaço cênico. Rodrigo Caldeira Foi fundador de 2 grupos de pesquisa continuada, criação e trabalho coletivos, em São Paulo: O Hangar de Elefantes, que teve destaque com a obra site specific Terra À Vista (2011-2013) em que foi proponente do projeto contemplado pelo PROAC 2011 Produção de Obras Inéditas; e o Coletivo Garoa junto com Max Mu e outros integrantes, com destaque no projeto Torquemada (2010-2012) a partir de obra de Augusto Boal, que teve início com o convite para a intervenção na Bienal de Arte de São Paulo em 2010. Desde 2021 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. Desde 2010 acompanha os trabalhos da Cia Um Brasil com proximidade foi ator em “Quando as Máquinas Param”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.