Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Montar uma peça inédita, texto inédito compondo a 3a peça da Pentalogia do Muriqui, será a peça "Um Muriqui Ali, Ai que Quente". após montar e realizar duas temporadas de: "Um Muriqui Aqui" (1/5) e "Um Muriqui Acolá" (2/5), precisamos seguir com a pentalogia, concluindo mais uma etapa. Trata-se de peça de teatro com cações, coreografias e números circenses. 10 atores e um grupo circense. Peça para palco italiano com estrutura de alçapão, urdimento e coxias amplas. Serão 04 meses de ensaio e três meses de apresentação. Com 16 apresentações de "Um Muriqui Ali,Ai que Quente" (3/5) com bilheteria e 09 apresentações gratuitas de contrapartida 03apresentações de "Um Muriqui Aqui" (1/5) 03apresentações de "Um muriqui Acolá" (2/5) 03 apresentações de"Um Muriqui Ali,Ai que Quente" (3/5) Totalizando 25 apresentações.
Argumento – O SOL é muito maior do que Muriqui e Luaê pensam. Tebas explica o tamanho do sol, e fornece a única possibilidade de um ser vivo entrar vivo no centro do Sol. Ele tem a solução, uma amiga. Com muita comédia e números circenses, os números da velocidade da luz, do som e os conceitos de Tempo e Espaço serão transmitidos ao público. Luaê e Muriqui vão precisar vencer as barreiras do som, da luz e sentir o amor em vários tempos de Bakongo: Natural, Cósmico Social e Vital. “Kongo” refere-se a um grupo cultural, linguístico e histórico de pessoas que descendem do grande grupo Bantu que migrou do sul da região do Rio Benue (atualmente Nigéria) para a floresta equatorial do centro-oeste africano e proximidades. Remontando ao segundo milênio A.C., lentamente aconteceram ondas migratórias de comunidades Bantu em direção ao sul, processo que fez com que a maioria dos africanos que vivem na região ao sul do equador viessem a falar uma ou mais das 400 línguas relacionadas ao Bantu. Poucos séculos depois, na Idade do Ferro, assentamentos de Bantu foram estabelecidos através da região...”
Objetivo Geral Depois de trabalhar o elemento Terra em "Um Muriqui Aqui", com 23 Hexaedros montando 3 cenários ao vivo em cena coreografadamente. Depois de se aprofundar no elemento Água em "Um Muriqui Acolá" e montar um icosaedro ao vivo, em cena, agora iremos iluminar o elemento Fogo em "Um Muriqui Ali, Aí Que Quente" Representado pelo SOL, suas mitologias e suas metáforas. Trazer a cultura Bakongo e seu ciclo solar, em diversas visões de definição do amor eurocêntrico: - Eros = belo, vontade de viver, motivação, propósito, interesse _ força motriz ao bem ao belo - Páthos = Romântico, paixão, doença, obsessão - Ágape = Altruísmo, entregar-se ao outro, doar-se - Philia = amizade, lealdade _ Gentileza, respeito maior (família, Deus) ética E as afro-indígenas. Pretendemos colocar em cartaz uma peça conscientizadora do aquecimento global, da importância do equilíbrio dos planetas, do planeta com conceitos canônicos que a terra é redonda, introduziremos várias formas de definição dos afetos e doas amores. Dando continuidade a nossa perspectiva socioemocional, cuja primeira falamos de criar vínculos, amizades e fidelidade, na segunda Responsabilidade e Paciência trabalhando as cinco feridas emocionais: humilhação, traição, abandono, injustiça e rejeição. Objetivo específico: Criar mais um espetáculo com impacto artistico positivo. Colocando o elemento fogo, teatraedro no centro da dramaturgia e explorando as várias metáforas sobre o Sol e as informações astronômicas de tempo e espaço em relação ao Sol. - Dar continuidade a pentalogia do Muriqui, com duas peças já montadas e montar a 3a. - Pesquisar, elaborar e escrever uma dramaturgia inédita. - Ensaiar a peça "Um muriqui Aqui" (1/5) para se apresentar na contrapartida - Ensaiar a peça "Um muriqui Acolá" (2/5) para se apresentar na contrapartida - Montar uma peça inédita - 16 apresentações de "Um Muriqui Ali, ai que quente" (3/5) - bilheteria - Aprimoramento em Libras e intérprete de Libras > Contrapartidas - 03 apresentações de "Um Muriqui Aqui" (1/5) - 03 apresentações de "Um Muriqui Acolá" (2/5) - 03 apresentações de "Um Muriqui Ali, ai que quente" (3/5)
A Cia Um Brasil de Teatro e Artes, é uma cia de atores e equipe em sua grande maioria negros, periféricos e LGBTQIA+, cuja ausência de subvenção para produção inviabiliza a montagem de espetáculos de médio porte e alta complexidade técnica. Para garantir resultados de excelência é necessário uma boa equipe e condições de ensaio e trabalho adequados, diferente de realizações sob o sistema da precariedade e precarização do menor custo. Justifica-se a lei pela realidade sociocultural de um país onde raramente uma bilheteria cobrirá esses custos de produção, e as oportunidades de subvenção são mínimas. Tornando a vida da equipe insustentável sem trabalho, pois a negritude periférica não tem recursos excedentes e nem rede de apoio que possa garantir alguns meses de ensaio sem remuneração. Justifica-se Pedagogicamente: Ao falar de Sol falamos universo, dos planetas, da velocidade da luz, do som que não se propaga no vácuo e das premissas básicas de porque que aterra é redonda. Justifica-se Integrar o Circo nessa peça pois a primeira integrou as artes plásticas, a segunda a dança e agora é o circo. Justifica-se ter um texto novo inédito pois cada texto é feito na sua oportunidade de realização consolidando as necessidades do momento e estreando atualizado. Justifica-se ver as várias visões de amor, ou algumas visões de amor definidas pela humanidade em diversas culturas pois contempla nossa pesquisa etnográfica. Justifica-se diante da epidemia de saúde mental fragilizada na infância e juventude, espetáculos com foco no desenvolvimento socioemocional do indivíduo.
O Muriqui: Muriqui só para os íntimos, para os outros Sr. Mono-Carvoeiro. Para os estudiosos, biólogos e desconhecidos: (Brachyteles Arachnoides). Ele é endêmico da Mata Atlântica Brasileira. Com quase 1,60 m de comprimento e pesando até 15 kg, o Muriqui é o maior Macaco do Novo Mundo, e o maior primata não Humano das Américas. Pesquisa: 1 Max Mu em 2010 na Aldeia Tenodé Porã imersão de 15 diasÉ considerado uma espécie em perigo pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), sobre tudo devido a destruição e fragmentação de seu habitat e pela caça ilegal. Muriqui vem do Tupi muri'ki e significa gente que bamboleia, que vai e vem. A espécie é conhecida como “o povo manso da floresta”, graças a seus hábitos pacíficos e de permanência em grupo. De braços e pernas longos e finos, gosta de se balançar nas árvores segurando-se apenas pela cauda, que é preênsil. Suas atividades são quase sempre lúdicas e muito simpáticas para as crianças. O Mono-Carvoeiro é um dos primatas mais ágeis, por isso é capaz de conseguir 171 espécies de frutas, até mesmo no final das ramas. Eles podem balançar com rapidez pelas árvores, percorrendo até 12m com apenas um braço. Os Monos-Carvoreiro têm evoluído numa sociedade muito flexível para acompanhar o amadurecimento imprevisível das frutas. Eles se movem ao redor das florestas, sozinhos ou em grupos de até 20 indivíduos, que se separam poucas horas depois. Trabalham em equipe e compartilham a comida que acham. Sua comunicação física é o abraço, estão sempre se abraçando e por isso transmitem bondade e afetuosidade. Nunca brigam. Quando precisam disputar algum território eles gritam, quem grita mais alto, vence. Para o nosso espetáculo esse grito é: “um grito de paz pela natureza”. São considerados um dos primatas mais ameaçados de extinção do mundo por: A) Destruição da floresta que é seu habitat original; B) Caça ilegal nas áreas estatais preservadas; C) Comércio ilegal em áreas privadas Escolhemos o Muriqui pela sua conduta exemplar de não violência, e, pela sua natureza bondosa serem inspiradoras para as crianças. E protegê-lo trata de olhar e observar seu habitat, seu contexto na natureza, que por sua vez precisamos cada vez mais da natureza também. Portanto, ao olhar para o Muriqui cuidamos de nós também. ● Está em extinção e é o maior macaco das américas ● Nunca briga, suas disputas são resolvidas no grito quem grita mais alto vence. Para nós: “UM CANTO DE PAZ PELA NATUREZA”. ● Sua comunicação Corporal é o abraço. ● Carinho, arte, paz em um só ser são valores indispensáveis para um mundo onde a violência e o pânico são síndromes, é nossa contribuição para diminuição dos sintomas citados. A Região: Em São Paulo o Muriqui existia, talvez ainda exista algum na aldeia Tenondé Porã que está localizada na Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari Monos no extremo Sul da metrópole de São Paulo e é uma área de uso sustentável. Abrange cerca de 1/6 (56 hectares) da área da metrópole paulistana, está inserida dentro da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde de São Paulo e da Área de Proteção dos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo. Seu nome deve-se aos rios: Capivari e o seu principal afluente, Monos. Monos deriva do nome de uma espécie de macaco que ocorre na região, o Mono-Carvoeiro, já em processo de extinção que é mais conhecido como Muriqui. Por isso é de grande importância o seu destaque para a sua preservação. O rio Monos e Capivari são considerados mananciais estratégicos para o futuro abastecimento da metrópole por ainda serem cristalinos e cercados de floresta. A área sofre pressão urbana pela expansão desordenada da cidade e em especial pela especulação imobiliária. Alguns loteamentos clandestinos e moradias sem infraestrutura de loteamento e saneamento estão se instalando na área, um processo semelhante ao que aconteceu na represa do Guarapiranga e Billings. Represas que hoje já sentem os efeitos do grande impacto ambiental gerado pelas ocupações urbanas de seus arredores. Essa é uma das razões de escolhermos a aldeia desta região. A urgência de preservação. Apesar de participar da gestão local com representação no Conselho Gestor, a realidade da aldeia Tenondé Porã é de não possuírem meios para produção dos próprios recursos para subsistência e manutenção de sua cultura. Esta relação enfraquece o senso de ligação com o uso da terra e com as raízes culturais da aldeia, levando a população a um caminho indesejável de exclusão social por baixo nível de renda e distanciamento com os meios de manutenção da vida como prevê o SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) para áreas de uso sustentável. Hoje a aldeia não possui mais recursos para por exemplo: construir suas ocas. Ou seja, a degradação ambiental impossibilita a manutenção e perpetuação de suas raízes culturais. Essa realidade retrata os efeitos da escassez de recursos ambientais na vida humana. Intenciona-se que a venda de artesanatos e de shows melhore suas condições. O SNUC dá condições plenas para que a população humana que habita áreas de uso sustentável e conservação, vivam e perpetuem sua cultura e simultaneamente conservem o ambiente e seus recursos. O fortalecimento do vínculo com a terra pelas populações indígenas da região, através de seu uso sustentável, cria pressão contrária à especulação imobiliária da APA e serve de proteção do espaço territorial. Assim, este espetáculo teatral terá além de papel artístico e educacional o papel de ativação de cidadania para ações de conservação. Citamos as aldeias do Jaraguá enfrentando a especulação imobiliária enquanto pessoas morrem de calor na Europa.
Palco Italiano, 10 atores, para o público infantojuvenil
Todos os espaços serão escolhidos dentro da legislação vigente de acessibilidade. Teremos intérprete de Libras. E o elenco irá aprender Libras para eventualmente, se possível usar a Linguagem em cena no gestual natural da encenação.
- Os ingressos serão a apreços populares de até R$ 40,00 - Ao Todo serão 25 apresentações sendo: 16 com bilheteria e 9 fechadas grátis para alunos de escolas públicas e professores de todas as redes de ensino, ou crianças de entidades assistenciais e em situação de vulnerabilidade. - Faremos contato com entidades assistenciais para distribuição de até 10% das cadeiras para ONGS e outras entidades.
A Cia Um Brasil de Teatro e Artes surgiu em 2004, quando iniciou a produção do Espetáculo Diário Dum Carroceiro. Realizando uma pesquisa Etnográfica, trazendo "Um Olhar" para o Brasil como protagonista, olhares pouco vistos, esquecidos e apagados. Reativando uma memória indígena, negra e humanitária que em 2005 sequer chegava nos livros de história: Focado em Luiz Gama, Luiza Mahin e outras personalidades negras. Trazendo à tona o debate do racismo ambiental e suas intersecções. A Cia Um Brasil de Teatro e Artes realizou diversos trabalhos e debates no âmbito Municipal, Estadual e Federal. Citamos alguns trabalhos destes quase 20 anos: > 2024 – Exibição do Documentário #NossaFamilia em 8/03 de 2024 no CEU Carrão > 2023 - Temporada no Teatro Alfredo Mesquita com as peças "Um Muriqui Aqui" e "um Muriqui Acolá"; > 2023 - Contemplada pelo 13o Prêmio Zé Renato (de Teatro para produção das peças " Um Muriqui Aqui 1/5" e " Um Muriqui Acolá 2/5". O projeto contemplado pela Secretaria Municipal de Cultura, ocorreu em parceria com o CEU do Instituto Bacarelli no Carrão (Tatuapé) beneficiando estudantes da DRE - Delegacia Regional Educacional da Penha. Contemplada pelo PROART/ SME - para circuito da Exposição Reciclos Muros Invisíveis em 4 CEUS;2023 - Contemplada pela SMDH - Secretaria Municipal de Direitos Humanos para realizar a Exposição Memorial Luiz Gama 10 anos; > 2022 - Realizou o Clube de Leitura Vem Crescer Mana para mulheres negras periféricas de Carapicuíba; > 2020 e 2021 - Realizaram a Ação Catadoras, programa virtual no YouTube via Jornalistas Lives para gerar soluções para Cooperativa de Catadores; > 2019 - Foi uma das Cia de teatro curadora e produtora do 1o Fórum de Performance Negra do Estado de São Paulo; > 2019 - Max Mu, Diretor da Cia Um Brasil de Teatro e Artes foi homenageado pela Câmara Municipal pela sua luta antirrascista. > Documentário #NossaFamilia, lançamento na FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty em 2019; Max Mu - Direção Artistica, Dramaturgo Mestrando em Artes da Cena, (Célia Helena / Itaú Cultural), Pós-Graduado em Arte-Educação e Graduado em Pedagogia pela Universidade Claretiano. Leciona Artes Cênicas em projetos sociais desde 1997. Fez cursinho pré-vestibular no Núcleo de Consciência Negra da USP, onde passou a atuar em causas para promoção da igualdade racial. Foi Co-Fundador do CENE – Coletivo de Estudantes Negros em 1994 aproximadamente. É curador da Exposição Reciclos Muros Invisíveis em 2023 foi curador nos CEU´s de São Paulo, pelo Proart/SME, a exposição de foto escultura está em circuito desde 2014. Virada Sustentável 2014: Reciclos e a outra face dos catadores: https://www.youtube.com/watch?v=_PpbZb8sq0I Em 2023 realizou a Curadoria da Exposição Luiz Gama 10 anos que realizou em 2013, está em cartaz até 31/03/2024 no Sítio da Ressaca, ao lado do Centro Cultural Jabaquara Mãe Sylvia de Oxalá: https://www.ciaumbrasil.com.br/luiz-gama https://www.facebook.com/MemorialLuisGama/ Ainda em 2023 e 2022 dirigiu dois espetáculos infantis que foi autor; “Um Muriqui Aqui”, e “Um Muriqui Acolá”, contemplado no 13o Edital do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura. Já organizou intercâmbio Brasil x Portugal de Teatro por 04 anos. Onde em 2003 se apresentou no XXIII Festival Fazer a Festa de Porto. Em 2017 e 2018 escreveu as peças da Cia de Dança Brasileira “Levanta Poeira”, de Montreal, da diretora Raquel Bastazin, onde foi dramaturgo e ator na peça: “I Love Quebrada”, Montréal, Quebec – Direção Raquel Bastazian , Théâtre le Gesu. ( 01 de Deszembro): https://www.youtube.com/watch?v=F8MLvUkZEsY . e dramaturgo e pesquisador na peça “Deixem-me Dançar!” Direção Raquel Bastazin, Escola Levanta Poeira, Théatre Rialto, Domingo, 18/06/ 2017, Montréal Quebec. Eduardo Silva - Preparador de Elenco Ator e Preparador de elenco. Biólogo formado pela USP. Um dos atores mais premiado do Brasil, com 21 Prêmios de Melhor Ator. Ficou reconhecido com o personagem "Bongô" do Castelo Rá-Tim-Bum. Atualmente pode ser visto em séries, cinema e teatro. Como preparador de elenco, prepara os principais coletivos negros de teatro de São Paulo, de longa-metragem, série e programas de televisão. Desde 2021 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. Embora desde 2006 sempre esteve conectado com os trabalhos da Cia Um Brasil. Marcelo Secco Marcelo Secco é filho de músico e cantora, se formou em arquitetura em 1999, cursou também o curso superior de música da FPA – Faculdade Paulista de Artes, incompleto. Saxofonista. Arquiteto E Cenografo. Foi o responsável por toda a Técnica da peça “Torquemada 17 Balas” de 2010 a 2012, criando, instalando e operando luz, som e projeção. A peça” Torquemada 17 balas” do Coletivo Garoa onde um dos fundadores foram Max Mu e Rodrigo Caldeira. Simultaneamente desenvolve as atividades de arquiteto e de músico no cenário alternativo. Projetou o Icosaedro de “Um Muriqui Acolá”. Desde 2022 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. BETHO PACHECO Bailarino, Ator, Coreógrafo, Produtor Cultural, formado bailarino pelo Teatro Brasileiro de Dança (TBD), e Ator pela Escola de Artes Dramáticas Emilio Fontana, fez especialização em Gestão Cultural na Firjan, Empreendedorismo Direcionado ao Terceiro Setor no IBEMC, Produção Executiva de Shows e Eventos na IATEC, graduando em Pedagogia na Universidade Estácio de Sá. Como coordenador do núcleo de dança no Grupo Cultural AfroReggae- RJ, (2001 a 2020), na favela de Vigário Geral RJ, onde criou um grupo de pesquisa de movimento e introdução da Dança Negra Contemporânea utilizando sua própria metodologia de trabalho baseado nas técnicas de dança moderna de Lester Horton, Jose Limon e Kaus Vianna. Através desse grupo de estudo surgiu o Grupo Makala, Em 2022 assume a Coreografia da Cia Um Brasil de Teatro e Artes e iniciam uma pesquisa coordenada entre o corpo e suas dimensões no espaço cênico. Rodrigo Caldeira Foi fundador de 2 grupos de pesquisa continuada, criação e trabalho coletivos, em São Paulo: O Hangar de Elefantes, que teve destaque com a obra site specific Terra À Vista (2011-2013) em que foi proponente do projeto contemplado pelo PROAC 2011 Produção de Obras Inéditas; e o Coletivo Garoa junto com Max Mu e outros integrantes, com destaque no projeto Torquemada (2010-2012) a partir de obra de Augusto Boal, que teve início com o convite para a intervenção na Bienal de Arte de São Paulo em 2010. Desde 2021 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. Desde 2010 acompanha os trabalhos da Cia Um Brasil com proximidade foi ator em “Quando as Máquinas Param”.
PROJETO ARQUIVADO.