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PRONAC 243120Expirado o prazo de captação totalMecenato

Os Vermes Radiantes

QUINCAS ARTES LTDA
Solicitado
R$ 1,56 mi
Aprovado
R$ 1,56 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-07-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (5)
Brasília Distrito FederalRecife PernambucoPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Produzir e realizar a montagem do texto "Vermes Radiantes" do renomado autor Britânico Philip Ridley. O projeto consiste em Temporadas em São Paulo e Rio de Janeiro e circulação em 03 regiões do Brasil. Nordeste, Centro-Oeste e Sul.

Sinopse

A peça traz um texto ácido do autor inglês Philip Ridley que, através do seu humor perspicaz, constrói uma poderosa crítica social. Tudo começa com o jovem casal Jill e Ollie e seu filho recém-nascido, Benjy. Um dia, Jill e Ollie recebem uma proposta de uma tal senhorita Dee, que se apresenta como funcionária do Governo. A mulher anuncia ao casal que um projeto governamental lhes dará, sem nenhum custo, uma casa no subúrbio, a tão desejada casa dos sonhos. A única exigência feita é que eles estejam dispostos a fazer uma grande reforma no imóvel, o que estimularia os vizinhos a fazerem o mesmo. O casal, ainda que desconfiado, aceita a proposta e agarra a oportunidade de ouro, afinal de contas “Ollie é muito habilidoso com trabalhos manuais e poderá tranquilamente tocar a reforma”, argumenta Jill. Eles se mudam para a casa dos sonhos. Tudo parece perfeito até que, já na primeira noite, um homem em situação de rua invade o lugar, entra numa luta corporal com Ollie e acaba morto por ele. O casal se vê numa situação inusitada e, porque não dizer, fantástica: após o desespero inicial de ambos, o corpo do homem desaparece como mágica e em seu lugar surge um rico armário, de estilo único e beleza inigualável. Na noite seguinte, a situação se repete: numa luta física, outro invasor acaba morto por Ollie e, no lugar do corpo, surge uma cozinha completamente reformada. No dia seguinte, um novo morto e se descobre o corredor inteiramente novo. Jill e Ollie, num momento crucial de suas vidas, enquanto tentam compreender quem é Senhorita Dee e o que está por trás dos estranhos acontecimentos, têm que decidir se migram em definitivo do estupor para o desejo alucinante e dilemático de reformar a casa por inteira.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar 24 apresentações, do espetáculo teatral Vermes Radiantes em São Paulo e 16 apresentações no Rio de Janeiro, além de circular em 03 regiões Brasileiras. Porto Alegre, Recife e Brasília. 02 sessões em cada cidade, totalizando 46 apresentações. Desta maneira contemplaremos as regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste do Brasil. Esperamos fomentar a formação de público através da encenação deste espetáculo, além de atingir a camada da população menos favorecida por meio de medidas de democratização do acesso ao espetáculo e acessibilidade, descritas detalhadamente adiante. PRODUTO PRINCIPAL OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar: 24 apresentações em São Paulo _ Capital 16 apresentações no Rio de Janeiro 02 apresentações em Recife 02 apresentações em Porto Alegre 02 apresentações em Brasília Daremos acesso a população carente, através das ações de contrapartida social e acessibilidade, descritas adiante. PRODUTO SECUNDÁRIO Realizaremos 01 (um) ensaio aberto acompanhado de "bate papo" ao final do espetáculo.

Justificativa

Quando Leon C. Megginson proferiu "Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças", além de sintetizar de maneira singular o conceito darwiniano sobre seleção natural das espécies, ele também fez um alerta para a transformação que nos acompanharia, moldaria e se tornaria uma espécie de guia até os atuais dias: o animal humano e o animal irracional coabitam o mesmo mundo. A luta de um, de certo modo, é análoga a luta do outro. Nas últimas décadas, grandes metrópoles sofrem com uma higienização devastadora, que vem desde a segunda grande guerra. VERMES RADIANTES trata do poder de supressão do outro. Trata do que podemos nos tornar se cooptados pela ideia distorcida de ascensão, colocando em xeque até onde estamos dispostos a seguir para realizar os nossos mais ínfimos desejos. Philip Ridley, nome contundente da atual dramaturgia britânica, lança seu olhar para sua aldeia e acerta em cheio, com sua escrita cirúrgica, o coração dos grandes centros do mundo e sua gente adjacente. Ridley nos convida à uma reflexão sobre o nosso tempo e o nosso estado de inércia diante de uma sociedade higienista e nos incita a fazer uma trilha reversa até o mais profundo das civilizações recentes e refletir sobre como e porque fomos conduzidos até aqui. Com este espetáculo, propomos um olhar demorado sobre a nossa incapacidade de acesso ao estado de alteridade e, a partir da aldeia onde sobrevivem nossos protagonistas, convidamos o espectador a um exercício estranho - que diverte, mas também aterroriza: refletir sobre a ideia do humano transformado em matéria de ascensão, mediante ao sacrifício ou aniquilamento do outro da mesma espécie. Colocar VERMES RADIANTES em cartaz possibilita tornar o projeto meio e lugar não só de encontro artístico/social e entretenimento, mas também de reflexão, discutindo a obra, fomentando e atingindo um público além daquele que frequentemente tem acesso a essas formas de criação artística. Serão 48 apresentações como descrito acima no objetivo específico. Circularemos por 03 regiões Brasileiras no intuito de difundir este espetáculo fora do eixo SP- RJ. Como esta produção engloba, produção do cenário, figurino, adereços, além da contratação de atores, diretores, equipe técnica e criativa para oferecer um espetáculo digno e profissional para a população e em virtude da complexidade de uma produção deste porte, os altos valores agregados do mercado, necessitamos para viabilizar o projeto em epígrafe, utilizar o mecanismo de incentivo a cultura, conforme descrito na planilha financeira. Juntamente com as ações de acessibilidade / contrapartidas sociais comtemplaremos os seguintes itens da Lei 8313/91 os incisos I, III, IV, VIII e IX do artigo 1º, bem como atingiremos os objetivos II-c, II-e e IV-a do artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura. Art 1º I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Art 1º IIII - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Art. 1º IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional Art. 1º VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória Art. 3º IV A Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; (Vide plano de distribuição e acessibilidade) Seria impossível realizar este projeto sem o incentivo fiscal de instrumentos como a Lei de Incentivo à Cultura, que facilita a parceria com a iniciativa privada para a realização de importantes projetos culturais, com conteúdo e relevância, e que possam ser oferecidos ao grande público de forma acessível e ampla.

Estratégia de execução

O proponente será remunerado na Rubrica “Ator / Atriz”, itens 63 e 64 da planilha orçamentária, totalizando R$ 37.500,00 Será realizado 01 sessão de contrapartida social, com todos os itens da acessibilidade inclusos. (Libras, acompanhante para pessoas com deficiencia intelectual, programa explicativo em braile para os deficientes visuais e teatro com acessibilidade para idosos, cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção.

Especificação técnica

A aquisição de equipamentos só acontecerá quando sua compra for economicamente mais viável que sua locação. Neste caso, ao término de todas as atividades deste projeto cultural, o equipamento adquirido será doado a instituição UNIBES – União Brasileiro-Israelita para o Bem Estar Social

Acessibilidade

· ACESSIBILIDADE PARA IDOSOS / DEFICIENTES FISICOS E PESSOAS COM DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO - Atendendo o disposto no Artigo 27, inciso 2, do Decreto 5761/06 que diz: "proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do Artigo 23, da lei n 10.741, de 1 de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto do artigo 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999", o espetáculo teatral “VERMES RADIANTES” será apresentado apenas em teatros que disponham de estruturas adequadas à acessibilidade de Portadores de Necessidades Especiais, tais como rampas, elevadores, cadeiras especiais etc. · ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Realizaremos 07 sessões com tradução simultânea em libras, (02 em São Paulo, 02 no Rio de Janeiro e 01 em cada cidade da circulação, contemplando assim deficientes auditivo em todas as cidades. · ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Para os deficientes visuais e atendendo as recomendações da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT - e conforme permitido em lei, será impresso programa explicativo do espetáculo em braile, distribuído gratuitamente durante a temporada toda. Este programa pontuará todas as cenas, posicionamento no palco, movimentação de cenário, atores, tudo para que o deficiente visual possa acompanhar passo a passo do espetáculo. · Completando a ação acima descrita, será ofertado “visitação ao palco” 60 min antes do início do espetáculo, para os mesmos. · ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS - Será disponibilizado pela produção, um atendente que ficará a disposição de pessoas com deficiências intelectuais. Com todas as ações acimas descritas contemplaremos idosos, deficientes físicos, visuais, auditivos e pessoas com dificuldade em locomoção, ao acesso do espetáculo. Todas as ações serão devidamente informadas nos materiais impressos e divulgadas nas redes sociais. Essas medidas de acessibilidade estão inclusas na planilha orçamentaria nas linhas 90 / 91 / 92 / 93 As ações, acima descritas, também serão executadas no ensaio aberto de contrapartida social.

Democratização do acesso

Atendendo as regras previstas na I.N. nº 1 de 10 de abril 2023 capítulo IV sessão II: · Mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo · Mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta · Ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27 · Serão respeitados os critérios da meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e da meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art.23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 . Contratação de um estágiário na produção.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Texto: Philip Ridley Direção Geral: Alexandre Dal Farra Elenco: Maria Eduarda de Carvalho / Rui Ricardo Diaz Direção de Produção: Henrique Benjamin Cenário: Chris Aizner Figurino: Kleber Montanheiro Desenho de luz: Caetano Vilela CURRÍCULOS Direção Geral – Alexandre Dal Farra Doutorando pelo PPGAC da ECA/USP e mestre pelo Departamento de Letras Modernas da FFLCH – USP, Alexandre é dramaturgo, diretor e escritor. Foi vencedor e indicado diversas vezes a todos os principais prêmios brasileiros, tais quais, prêmio Shell, APCA, Prêmio Governador do Estado de São Paulo, Prêmio Questão de Crítica, Aplauso Brasil. Algumas de suas mais importantes peças são Abnegação III – Restos (Aplauso Brasil, encenada em Buenos Aires, onde ficou mais de dois anos em cartaz, com direção de Lisandro Rodrigues), Abnegação 1 (APCA, editado na França pela Les Solitaires Intempestifs, cumpriu temporada em Paris no Teatro Le Monfort com ampla aceitação de público e crítica), O Filho (APCA e Prêmio Governador do Estado de São Paulo). Teve textos traduzidos e montados no exterior, como na Argentina, Portugal, Alemanha e França, e suas peças participaram de todos os importantes festivais do Brasil, assim como, de alguns no exterior, tais quais o FIBA 2019, FITEI 2017, FITEI 2019, FITEI 2020 (participação adiada para 2021 por conta do Covid19). Seu mais recente trabalho foi Floresta (2020), texto e direção seus. Em 2021, estreará no FITEI (Porto, Portugal), a peça Reconciliação, criada em parceria com a artista portuguesa Patricia Portela. Lançou em 2013 o seu primeiro romance, Manual da Destruição, pela editora Hedra. Trabalhou com diversos dos mais importantes grupos e diretores brasileiros e estrangeiros, tais quais, Teatro da Vertigem, Grupo XIX de Teatro e Luiz Fernando Marques, Eric Lenate, Grupo Bagaceira (Fortaleza), Lisandro Rodriguez (ARG), Tillman Köhler (Alemanha), Guillaume Durieux (França), Patrícia Portela (Portugal), Pedro Vilela (Recife), entre outros. Foi curador do FIT Rio Preto 2019, edição de 50 anos do festival. Direção Produção: Henrique Benjamin - Benjamin Produções Com doze anos de carreira, Henrique Benjamin é responsável por importantes realizações na cena teatral paulistana. Em suas produções, podemos citar nomes como: Jarbas Homem de Mello, Nany People, Carmo Dalla Vecchia, Fafy Siqueira, Ulysses Cruz, Claudia Ohana, Denise Del Vecchio, Celso Frateschi, Walter Breda, Leopoldo Pacheco, Caio Paduan e Alexandre Reinecke. Entre seus espetáculos, destacam-se: “Forever Young” (2 indicações ao Prêmio Shell e 5 indicações ao Prêmio Bibi Ferreira), “O Leão no Inverno” (3 indicações ao Prêmio Shell) e Circuito Ordinário (Prêmio R7 de Melhor Peça). Rui Ricardo Diaz - Ator Em 2018 estreou a série Impuros da FOX. Atualmente está no ar com a série Rua Augusta da TNT. Trabalhou em Supermax da Rede Globo e na série francesa "Death Corner". No cinema, seus últimos trabalhos são “Blitz”(inédito), de Bosco Brasil, com direção de Renê Brasil, “Lula, o Filho do Brasil”, indicado pela ACIE como melhor ator, “Aos Ventos Que Virão", de Hermano Penna, ”A Floresta Que Se Move”, de Vinícius Coimbra, “De Menor”, de Caru Alves de Souza. Estudou no Teatro da Universidade Católica da PUC (TUCA), na Faculdade Belas Artes de São Paulo e na International School of Corporeal Mime Londres. Entre suas peças, destaque para “A Hora e Vez”, da Cia. do Sopro, com direção de Antônio Januzelli, “O Anjo de pedra”, de Tennessee Williams e ”A propósito da chuva”. Trabalhou com os diretores Cacá Carvalho, Paulo Fabiano, Inês Aranha, Marcello Airoldi, entre outros. Maria Eduarda de Carvalho – Atriz É bacharel em Artes Cênicas pela faculdade federal, Unirio. Tem extensa carreira no teatro onde encenou muitos espetáculos, como Anjo Negro, Dorotéia, Feliz Por Nada, Simples Assim e o elogiado monólogo Meninas e Meninos, eleito melhor espetáculo do ano de 2019 pelo crítico de cinema e teatro, Rodrigo Fonseca. Produziu e atuou, ao lado de Gregório Duvivier, no espetáculo Inbox e escreveu, produziu e protagonizou o espetáculo Atrás do Mundo. Na tv atuou na série Tudo Novo de Novo e em inúmeras novelas, como Paraíso Tropical, A Vida Da Gente, Sete Vidas, O Tempo Não Para, Éramos Seis e Cara e Coragem, todas na Rede Globo. Chris Aizner – Cenário Atuando no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista, realizou trabalhos ao lado de Diretores como JÔ Soares, Antonio Araújo, Cacá Carvalho, Antunes Filho, Leonardo Moreira, José Possi Neto, Clara Carvalho, Denise Weinberg, Kiko Marques, Antonio Nóbrega, Cassio Scapin, Maria Thaís, Newton Moreno, Odilon Wagner, Marco Antonio Pamio, Alonso Barros,Nelson Badkerville, Roberto Lage, entre outros. Na Cena Lírica, participou do Festival Amazonas de Ópera criando os Cenários e Figurinos para a Ópera LADY MACBETH OF MITZENSK, e no ano seguinte a estreia Mundial de ÇA-IRA, junto ao fundador da Banda Pink Floyd, Roger Waters. Dentre outras Produções Líricas estão THE FALL OF HOUSE OF USHER para o Festival de Inverno de Campos de Jordão, A VOZ HUMANA, O TELEFONE e CARMEN para o Theatro São Pedro/SP, LA BOHÈME para o Teatro Pedro II em Ribeirão Preto, e A HISTÓRIA DO SOLDADO pelo qual recebeu o Prêmio APCA pelos figurinos. Em 2012 ORFEU E EURÍDICE que inaugurou a Praça das Artes de São Paulo em Produção do Theatro Municipal de São Paulo sob direção de Antônio Araújo do Teatro da Vertigem, assinando os Figurinos. Em 2014 assina os Cenários da Ópera MEFISTÓFELE, para o Festival de Ópera do Theatro da Paz em Belém do Pará. Em 2018 assina o cenário para Estação Villa Lobos no Theatro Municipal de São Paulo e em 2022 Actéon, no projeto Ópera fora da Caixa. Contemplado pela Crítica a Indicações e Premiações de Cenografia e Figurino, dentre eles os Prêmios APCA, SHELL E FEMSA, BIBI FERREIRA. Figurino: Kleber Montanheiro Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Kleber Montanheiro é um profissional que atua em diversas áreas do fazer teatral. Com formação plural, trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros. Prêmios: Ganhou o prêmio APCA 2008 por “Sonho de Uma Noite de Verão” e o prêmio FEMSA 2009 por “A Odisséia de Arlequino”, ambos de melhor diretor. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de “A História do Incrível Peixe Orelha”. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Caetano vilela – Desenho de luz Caetano Vilela, paulistano, nascido em agosto de 1968, com mais de 30 anos de experiência profissional na área cênica. Seu nome ganhou destaque no mundo da ópera tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no exterior. Dentre as óperas que dirigiu, destacam–se: A Queda da Casa de Usher/Phillip Glass; Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk/Shostakovich; Ariadne em Naxos/Richard Strauss; Os Troianos/Berlioz e a estreia mundial da ópera Ça Ira de Roger Waters, compositor e fundador do Pink Floyd. Iluminou o musical The Sound of Music, sob a direção de Emilio Sagi, para a temporada 2009–2010, no Théâtre du Châtelet, em Paris. Em 2015 dirige e ilumina para o Theatro Municipal de São Paulo, um programa duplo com as óperas Um Homem Só/Camargo Guarnieri e Ainadamar/Oswaldo Golijov. Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho-2015 na Tchecoslováquia

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.