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PRONAC 243122ArquivadoMecenato

Casco: Programa de Integração Arte e Comunidade

PAOLA MAYER FABRES
Solicitado
R$ 883,4 mil
Aprovado
R$ 883,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-10-01
Término
2025-10-01
Locais de realização (7)
Alecrim Rio Grande do SulHorizontina Rio Grande do SulItati Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulPorto Mauá Rio Grande do SulTerra de Areia Rio Grande do SulTrês Forquilhas Rio Grande do Sul

Resumo

Realizar exposição de artes visuais com ênfase na temática ambiental e na visibilização de práticas comunitárias sustentáveis situadas em diferentes distritos rurais no Rio Grande do Sul. A mostra se dará na cidade de Porto Alegre e reunirá um conjunto de obras produzidas por artistas visuais em parceria com produtores locais das comunidades do Vale do Três Forquilhas (no Litoral Gaúcho) e das comunidades ribeirinhas do Rio Uruguai (na Fronteira Noroeste do Estado).

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

O projeto visa a realização de uma exposição de artes visuais centrada no debate ambiental e na visibilização depráticas comunitárias de caráter sustentável (de diferentes áreas rurais do estado do Rio Grande do Sul). Dessemodo o projeto buscar contribuir com a implementação da Política Nacional das Artes em distritos rurais do RioGrande do Sul e ainda visa ampliar, via a interdisciplinaridade da arte, instâncias de debates ambientais, sociais eculturais de caráter local no território de atuação. Propõe-se a realização da mostra na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar de 01 Exposição de Arte em Porto Alegre que ficará em cartaz durante 2 meses;- Realizar 06 oficinas sobre arte (4h) com até 40 educadores da rede pública (em Terra de Areia e Horizontina);- Disponibilizar um site (sítio virtual do projeto) com registros da exposição, videos e ações promovidas;- Promover 04 visitas guiadas à exposição (2h) com até 30 alunos da rede pública das regiões de atuação e capital;- Promover 01 visita guiada à exposição (2h) com até 10 alunos especiais da rede pública;- Produzir um livro de (+- 150p, 4x4) com imagens das obras, textos críticos e depoimentos dos participantes paradoação a instituições de Escolas Públicas, Universidades, Bibliotecas e Centro Culturais da região e estado;

Justificativa

Historicamente, tanto o Litoral Norte (que faz divisa com a costa do Atlântico), como a fronteira Noroeste do Estadodo Rio Grande do Sul (que faz divisa com a Argentina pelo Rio Uruguai), nos contam muito sobre a memória do Suldo país. Foi pelo Litoral Norte que chegaram as primeiras incursões portuguesas, por onde se estabeleceu a porta deentrada de africanos escravizados no Estado, onde se deu o principal ponto de trânsitos comerciais pelo antigo portode Cornélios e onde se registrou a formação das primeiras colônias europeias. A história da fronteira noroeste também resguarda importantes marcas do passado rio-grandense e do Brasil. Localpor onde chegaram os Jesuítas no século XVII, a região conserva a memória e as Ruínas dos Sete Povos dasMissões (Patrimônio da Humanidade pela Unesco) e concentra até hoje um foco de intercâmbio cultural e comercialcom os povos da fronteira. Ao lançar um olhar sobre essas duas localidades, nosso intuito em dar continuidade ao projeto Casco (projeto que játeve sua 1ª edição realizada pela Lei Aldir Blanc em 2021), é não apenas o de destacar a profunda relevânciahistórica das duas áreas de fronteira para o estado, mas também o de dar visibilidade à importância ecológica eambiental dessas duas regiões. Ambientalmente, ambas as regiões evidenciam uma forte presença de estudos conectados ao debate sobre a preservação ambiental e uma economia bastante ligada à produção agrícola. No entanto, tais zonas rurais vêm enfrentando severos impactos fruto do desiquilíbrio ecológico (lembrando que ambas as regiões foram foi fortemente atingidas pelas inundações e enchentes no ano de 2023). Assim, o projeto proposto pretende ampliar, via a interdisciplinaridade da arte, instâncias de debates ambientais,sociais e culturais no território de atuação, bem como possibilitar vivência de experiências artísticas por gruposcomunitários situados em áreas rurais pouco assistidos por programas e políticas culturais. Esses pontos vão aoencontro das premissas de descentralização, democratização e diversificação de acesso aos produtos culturais. Nesse sentido entendemos que o projeto tem inteira adesão ao que preconiza os incisos I, II, III, IV, V, V do Artigo 1ºda Lei 8.313/91, pois ele: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização derecursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seusrespectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira eresponsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos decriar, fazer e viver da sociedade brasileira. Para alcançar tais premissas, o projeto vai ao encontro do que estabelece o Art 3º da lei 8.313/91 nas alíneas d) doinciso I, e) do inciso II, d) do inciso III e a) e b) do inciso IV, uma vez que: I - incentiva a formação artística e culturalao estimular a participação de artistas locais e regionais; II - fomenta a produção cultural e artística ao realizar umaexposição de arte; III - preserva e difunde o patrimônio artístico, cultural e histórico ao proteger o artesanato etradições populares nacionais, além do IV - estimulo ao conhecimento dos bens e valores culturais ao garantirgratuidade a todos os produtos culturais (Exposição, Livro, Oficinas, Site), ao mesmo tempo em que visa a realizaçãode levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte. Imbuídos dessas premissas, entendemos que o projeto fará jus ao uso de incentivos fiscais para consecução dosresultados. Destacamos também que a proposta do Casco estimulará a economia local, pois gastos com contrataçãode produtores locais, alimentação, hospedagem, bem como material de produção e logística para realização dasobras serão efetivados na região do Vale e orla do Rio Uruguai. Nesse sentido o projeto tem total aderência àspremissas de fomentar a cadeia produtiva local e potencializar o impacto econômico indireto na economia,mobilizando serviços locais. Assim, reforça também laços entre os distintos atores sociais envolvidos no projeto,estimula novas atividades produtivas, visando a alavancagem da economia criativa e solidária local. Tais medidaspoderão ainda reverberar no fortalecimento de iniciativas que já existem nesses locais, como o ecoturismo, aagroecologia e o artesanato. Por fim, a escolha em realizar a exposição em Porto Alegre se deu para favorecer ointercâmbio da região com a capital, dando visibilidade aos potenciais artísticos, culturais e ecológicos dessesterritórios.

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO Casco abrange uma ampla gama de públicos-alvo, incluindo artistas visuais, profissionais da cultura, agente do poderpúblico e diferentes comunidades tradicionais. Dentre aqueles alcançados pelo projeto citamos em especial: Profissionais das artes visuais: Rede de profissionais da arte, artistas, professores universitários, pesquisadores eestudantes das áreas de artes visuais e cursos afins. Público de jovens e adultos, predominantemente pertencentesàs classes B, C e D, vinculados a instituições de ensino e/ou com escolaridade ensino médio completo e superior;Produtores locais do Vale do Três Forquilhas e Fronteira Noroeste: Produtores locais da região do Vale do TrêsForquilhas, Público de faixa etária adulta e idosa, predominantemente pertencente às classes C, D e E, sem ensinocompleto e/ou superior; Povos tradicionais e representantes comunitários da região: As comunidadestradicionais que residem nos distritos onde os artistas atuarão constituem um público-alvo fundamental. Povosribeirinhos (pescadores de Cornélios), imigrantes argentinos, comunidades quilombolas (Quilombo da Boa Vista emde Terra de Areia e Quilombo Família Três Forquilhas), aldeias indígenas M´byá Guarani (Sanga Funda) e produtoresfamiliares. Isso inclui populações de diferentes origens étnicas, culturais e socioeconômicas. Enquanto a comunidadeindígena M’bya e as associações das cooperativas de agricultura local contam com a presença de lideranças dejovens à frente da comunidade, os grupos quilombolas e ribeirinhos trazem em sua estrutura social uma maiorpresença adulta e idosa. A equipe do projeto Casco também foi pensada visando integrar diferentes atores sociais dalocalidade. Contempla, portanto, representantes do setor agrícola, do setor cultural, funcionários da rede pública desaúde e outros membros ativos da comunidade. Essa diversidade de atores enriquece o diálogo entre artistas ecomunidades locais, contribuindo para a ampliação de público e integração interdisciplinar. Rede pública deeducação, cooperativas e organizações Locais: Instituições como escolas, associações comunitárias,cooperativas agrícolas e pontos de cultura próximos à região também podem ser consideradas públicos-alvo. Oprograma interage com essas organizações para promover a colaboração e a disseminação das atividades artísticas,com o objetivo de formar novas parcerias e abrir portas de continuidade para o projeto. A Coomafitt é uma importanteparceira do projeto. A Associação Quilombola da Boa Vista e a Comunidade M´byá Guarany da Tekoã Yy Rupa(Aldeia Olho D'água) são também parceiras, interessadas em explorar modelos de intercâmbio cultural que viabilizerenda às comunidades. Nesse grupo, insere-se também integrantes da rede pública municipal e estadual situada nosmunicípios de Osório, Maquiné, Itati, Três Forquilhas e Terra de Areia, especialmente nos distritos de atuação doprojeto (Aguapés, Morro Alto, Sanga Funda, Cornélios, Itati e Três Forquilhas). Os educadores constituem um públicoadulto, majoritariamente da classe C, com ensino completo. Público Geral Interessado em Arte, Cultura e noTurismo da região: Além dos públicos diretamente envolvidos no programa, existe um público mais amplo, quetambém é alvo do Casco. Isso inclui entusiastas da arte e da cultura que podem acessar informações sobre o projetopor meio das rádios locais, redes sociais ou outros canais de comunicação. Este grupo inclui públicos variados,frequentadores das regiões de atuação do projeto e provenientes de municípios mais próximos ou mais distante doEstado. ESTRATÉGIA DE DIVULGAÇÃO O projeto prevê assessoria de imprensa para cobertura do projeto a nível local, regional e estadual. Estimularemosque a imprensa repercuta não só o projeto de exposição, como também os bastidores dos processos de criação eprodução das obras de arte inseridas na mostra. Embora preveja a contratação de assessoria de reconhecidaatuação na cultura a nível estadual, também serão firmadas parcerias com o setor de imprensa das prefeiturasmunicipais das localidades de atuação do projeto, visando alcance e capilaridade nas cidades e distritos do LitoralNorte Gaúcho e da Fronteira Noroeste. Para maior alcance do projeto dentro do seu território de atuação, estabeleceremos também parcerias com as rádioscomunitárias locais. Essa estratégia de comunicação já fora implementada durante a 1ª edição do Casco e resultouem grande alcance e repercussão do projeto. A partir dessa parceria, artistas poderão compartilhar suas experiênciase propostas de trabalho a partir de entrevistas e depoimentos orais direcionados à audiência da rádio. Rádios comoMensageiro Rural (Abrangência pela região Noroeste), Radio Osório (abrangência por todo o Litoral Norte RS), RádioTom (Terra de Areia) e Rádio Clube do Povo (Três Forquilhas e Itati) serão nossos principais parceiros. A equipe de Produtores Locais do projeto, bem como a rede de apoio a ser estabelecida com o poder público,entidade locais e moradores é também parte da estratégia de divulgação. Tendo na sua equipe a presença dehabitantes e representantes comunitários atuantes em diferentes redes sociais (rede de cooperativas de produtoresrurais; rede de ensino público; rede de saúde; rede de artesãos; rede da associação quilombola e da aldeia indígenaTekoã Yy Rupa), cada colaborador da equipe Casco tem como compromisso a participação efetiva na difusão doprojeto, seja através do meio digital, seja no boca-a-boca, haja vista o alcance que o grupo, na sua totalidade, atingepela área do Vale. Utilizaremos também marketing digital em nossas redes sociais como ferramenta de comunicação: O Facebook terácomo público alvo a comunidade local (via páginas e grupos ligados a projetos e interesses municipais). O canal doInstagram será a principal rede de comunicação com o público ligado ao circuito da arte. A isso, soma-se também arede de difusão dos artistas participantes, direcionada ao circuito cultural local e ao circuito artístico nacional, capazde ampliar o acesso do Casco a outras localidades. As galerias representantes dos artistas convidados serãoacionadas a contribuírem com as divulgações. O projeto também prevê a produção de press release para distribuição à imprensa na capital de Porto Alegre e outroscanais institucionais ligados às artes visuais no Estado. Prevemos o envio de conteúdo para imprensa ecolaboradores da cultura [Blogs de Artes, Revistas Especializadas, Sites Especializados, Matinal Jornalismo, Mapadas Artes, Canal Contemporâneo, Jornais locais e regionais, Rádio Cultura, Arte 1, etc.]. Serão ainda previstasdivulgações diretas com representantes de programas de graduação e pós-graduação de Universidades Estaduais eFederais (UFRGS, UFPEL, UFSM, UNIJUÍ, IFRS OSÓRIO, UCS, FURG, entre outras) situada nas regiões deatuação ou que possuem cursos de Artes Visuais, visando a integração dos alunos nas programações públicasprevistas pelo projeto Casco.

Especificação técnica

Exposição artes visuais: Mostra com conjunto de obras artísticas realizadas em parceria entre artistas visuais,moradores e produtores rurais das comunidades do Vale do Três Forquilhas e das comunidades ribeirinhas da orla doRio Uruguai. A mostra contará com produções em vídeo, fotografia, objeto e instalação e exibirá também os bastidores da Etapa de criação coletiva, no qual foram realizadas as obras produzidas, visando dar protagonismo àsmoradores das comunidades envolvidos no projeto. A exposição também contará com obras de arte já realizadasnessas mesmas localidades durante a 1ª edição do projeto Casco (realizado no ano de 2021) Duração: 2 meses emcartaz. Livro: O livro contará com cerca de 150 páginas, brochura, 4x4 e contará com 16 textos e registros visuais das obraspresentes na exposição. 06 Oficinas sobre arte com educadores da rede pública: Título: "Arte e Comunidade: Modos de Integração".Duração: 4h total / Formato: presencial. Público-alvo: Educadores da rede pública da região. Municípios: Município deTerra de Areia (Litoral Norte Gaúcho) e Município de Horizontina (Fronteira Noroeste do Estado). Serão realizadas 3 oficinas em cada um dos municípios. Site do projeto: Página virtual com registros do projeto (com acesso livre e gratuito aos registros de vídeo, ao textossobre o projeto, às imagens de registro da exposição, dos bastidores de produção das obras realizadas e açõeseducativas).

Acessibilidade

Exposição de artes ACESSIBILIDADE FÍSICA: As galerias Augusto Meyer e demais galerias da Casa de Cultura Mario Quintana(possível local de realização da exposição) garantem acessibilidade via rotas acessíveis, com espaço de manobrapara cadeiras de rodas; piso tátil; rampas; elevadores adequados à pessoa com deficiência; banheiros femininos emasculinos adaptados para PCD’s; e Iluminação adequada (não é necessária a inclusão de provisionamentoorçamentário para esta acessibilidade). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: a exposição contará com um tradutor intérprete em Libras (TILS), paraatividades de roda de conversa com artistas durante o evento de abertura da exposição, visando a acessibilidade dedeficientes auditivos, bem como em circunstâncias de visitas guiadas pela exposição, desde que solicitadopreviamente (identificado no orçamento na rubrica “Intérprete de libras”). A exposição também contará com umMonitor Especialista em Inclusão e oferecerá visita guiada para alunos especiais e pessoas com transtorno doespectro autista (TEA), deficiência intelectual e deficiências múltiplas (identificado no orçamento na rubrica“Monitor”). Oficinas pedagógicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas serão realizadas em parceria com as Secretarias de Cultura e Educação dosmunicípios de atuação, em locais como escolas, bibliotecas, centro de convenções que possuam acessibilidade delocomoção plena conforme previsto na Lei da Acessibilidade (Nº 10.098, de 19/12/2000). Serão previstas localidadescom espaço de manobra para cadeiras de rodas, assentos para pessoas obesas e iluminação adequada. (identificadono orçamento na rubrica "locação de auditório"). Livro ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O livro será disponibilizado também em formato digital, para download gratuito,podendo ser traduzido em formato de audiodescrição por ferramentas gratuitas disponíveis na web. O livro contarácom comunicação acessível (não é necessária a inclusão de provisionamento orçamentário para esta acessibilidade). Site ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O sítio virtual do projeto terá acesso gratuito e contará com comunicação. acessível (não é necessária a inclusão de provisionamento orçamentário para esta acessibilidade).

Democratização do acesso

Ao atuar a nível distrital e em áreas predominantemente rurais, o projeto explora alternativas de descentralização dasartes visuais e propõe outras formas de produção artística para além dos circuitos das grandes cidades. Além dissoele conta ações de formação, ações voltadas para estudantes, professores de escolas públicas e produtores locais,entre outras medidas que visam alcançar um público mais amplo e heterogêneo. Destacamos que as formas de acesso aos produtos culturais atendem o que determina a INSTRUÇÃO NORMATIVAMINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, em seus artigos 29, 30 e 31, que versão diretamente dobre aDemocratização do Acesso. - A exposição de arte terá seu acesso totalmente gratuito e estão previstos transportes de deslocamento paramembros e representantes das comunidades envolvidas no projeto, do interior do Rio Grande do Sul até a cidade dePorto Alegre (com alimentação) e retorno. Também iremos promover visitas guiadas com alimentação e transportepara alunos e professores de escolas públicas de Porto Alegre. Essas ações, além de contar com a gratuidade do ingresso, atendem ao que preconiza o inciso II do Art. 30 (II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendoacessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seusacompanhantes), tendo observado o que instrui o inciso II do Art. 31 (II - de caráter educativo, a distribuição aprofessores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.). - O livro será distribuído gratuitamente e respeitará o que determina os incisos I, II e III, do Artigo 29 da referidainstrução normativa, que diz: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores,havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez porcento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuiçãogratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Em verdade, a distribuição do livro emescolas da rede pública das sete cidades onde o projeto contempla suas ações irá atender à suplementação indicadapelo inciso I do Art. 30 (I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto paradistribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte porcento.). - As oficinas serão também gratuitas e em espaços públicos e assim atenderão diretamente o que indica o inciso IVdo Art. 30: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Vale ressaltar o caráter educativo das oficinas, que vão aoencontro do inciso II do Art. 31, texto já mencionado. - O site do projeto também terá livre acesso. Esses produtos (e suas distribuições) atendem diretamente ao queindica o inciso III do art. 30: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições,das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras eaudiodescrição.

Ficha técnica

Coordenação Geral: PAOLA MAYER FABRES / ARTECONTEXTO.PG.COM.BR. Currículo: É curadora, crítica dearte e pesquisadora Doutora em História Teoria e Crítica de Arte pela ECA-USP. Mestra em Artes Visuais pelaUFRGS, em 2015, seu estudo centra-se nas intersecções entre arte, meio ambiente e território. Foi crítica de arte doCentro Cultural São Paulo (CCSP, SP), da Trienal das Artes: Frestas (SESC, SP), do SESC São Paulo e de revistascomo Select (Brasil), Terremoto (México, E-flux (USA), Contemporânea (Portugal), Umbigo (Portugal) e AteneoCultural (Espanha). Foi fundadora da revista Arte ConTexto (2012-2020) e autora do livro Experiencias de Arte yComunidad: Comunitaria. Atualmente, é coordenadora do Programa de Residência Comunitaria (Argentina), Ponta doCurral (na Bahia) e coordenadora e proponente da primeira edição do projeto Casco. Atividades da CoordenaçãoGeral: A Proponente é responsável por todas as etapas decisórias do projeto, realizando coordenação de processose logística; gestão e formação de equipe; além de atuar junto às etapas de Pesquisa territorial; Etapa de criaçãocoletiva de obras; Acompanhamento curatorial; Produção de textos críticos; Coordenação da produção de Curtametragem; Exposição e Livro. Coordenador Financeiro: LUCIANO NASCIMENTO Gestor Cultural, filósofo, esteta e Doutor em Estética e Históriada Arte (PGEHA, USP). Mestre em filosofia pela Universidade Federal de Ouro Preto. Foi professor universitário dasdisciplinas de Sociologia da Arte, Filosofia da Educação, Práticas de Ensino e de Arte Contemporânea no Curso deLicenciatura em Artes Visuais na FMU. Atualmente é diretor da Hybris Ensino e Cultura e do Coworking focado emArtes Visuais Ateliê Terra e membro do projeto ZL Vórtice fundado por Nelson Brissac, projeto de investigação epráticas urbanas experimentais que reúne pesquisadores, arquitetos, engenheiros e artistas, junto com ascomunidades do Jardim Pantanal, Zona Leste de SP, em colaboração com instituições públicas e privadas voltadaspara a urbanização, a preservação ambiental, a inovação tecnológica e a participação social. Coordenadora Curatorial: MARIA HELENA BERNARDES. Artista visual, escritora e professora independente deHistória e Teorias da Arte. Em sua atividade, intercruza o campo das artes visuais e da literatura aproximando asduas formas de expressão. Com André Severo, criou o Projeto Areal no ano 2000, projeto que se define como umaação de arte deslocada e aposta em situações transitórias capazes de desvincular a ocorrência do pensamentocontemporâneo dos grandes centros urbanos e de suas instituições culturais. Junto ao Projeto Areal, vemdesenvolvendo seu trabalho artístico e mantendo a série de livros “Documento Areal”, pela qual publicou ”Vaga emCampo de Rejeito (2003)” e (em coautoria com Severo) “Histórias de Península” e “Praia Grande (2010) “Arranco,Dilúvio e Ensaio”. Ao lado de André Severo, foi responsável em 2010 pela curadoria da mostra Horizonte expandido,realizada no Santander Cultural. É também autora de "A Dança do Corpo Seco" e "Em Torno de Nadja" (2005- 2020),entre outros. Coordenador Pedagógico: MAURÍCIO NASCIMENTO. Natural de Ijuí, é historiador, neuropedagogo e educadorespecial. Possui Pós-Graduação em Neuropedagogia e Educação Especial na Perspectiva da Inclusão pelaFaculdade Censupeg. Possui especialização em Atendimento Educacional Especializado - AEE, graduação emHistória - Licenciatura Plena pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1998),capacitação em Educação para Sistemas Socioeducativos e capacitação para Atendimento EducacionalEspecializado em Sala de Recursos. Tem experiência de docência em nível superior nas áreas de História, comênfase em História do Brasil, Sociologia do Desenvolvimento e Metodologia Científica e da Pesquisa, é professor decapacitação em Educação Especial e pesquisador de História do Design. Tem experiência em projetos de educaçãocriativa e design, com premiação a nível nacional pela Fundação Tomie Ohtake de São Paulo. Maurício Manjaboscofoi responsável pela articulação comunitária da primeira edição do programa de residência artística Casco: Programade Integração Arte e Comunidade. Artista visual 01: PATRICIA BOHRER. Bacharel em Pintura e em Desenho pela UFRGS, mestre em EducaçãoPopular e Movimentos Sociais pela UFSC, pós-graduada em Museologia e Patrimônio Cultural pela UFRGS. Étambém sócia-fundadora da ONG Instituto Curicaca na qual atua e pesquisa desde 1997 na área socioambiental comtemas como patrimônio imaterial, desenvolvimento humano, educação, natureza e cultura, bem como na produção dedesigner gráfico, ilustrações e materiais pedagógicos exclusivos da instituição. Artista visual 02: MILLA JUNG. Artista visual, pesquisadora e doutora em Artes pela ECA/USP e Mestre em Teoria eHistória da Arte no CEART/UDESC, atualmente investiga questões sobre imagem e esfera pública a partir da relaçãoentre práticas artísticas e espaços sociais. É coordenadora do projeto Comunidade: imagem e esfera pública,plataforma de práticas artísticas que investigam a produção e a circulação das imagens na esfera pública. Artista visual 03: LARYSSA MACHADA. Artista visual, fotógrafa e filmmaker interessada na construção de narrativasdocumentais de povos tradicionais. Produziu o documentário Somos Rio, no Pará, que retrata a luta do povoMunduruku contra as hidrelétricas. Em 2017 esteve como diretora e diretora de fotografia do longa-metragem JaçanãPahab Joopek, registro biográfico da pajé e parteira de Aldeia Velha, na região sul da Bahia (que participou defestivais como o Panorama Coisa de Cinema e o Cine Esquema Novo). Artista visual 04: EMANUEL MONTEIRO. Doutor e Mestre em Artes Visuais pela UFRGS. Professor naUniversidade Federal do Paraná. Sua pintura apresenta-se em módulos de papel dispostos lado a lado, com grossascamadas de tintas e materiais não convencionais como terra, sementes, flores, folhas de ouro, entremeadas comescrita pontiaguda de textos poéticos da literatura. Artista visual 05: PAULA SCAMPARINI. É graduada em Artes Visuais (Unicamp), Mestre e Doutora (UFRJ).Atualmente é professora na Graduação da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).Investiga o universo da imagem e da paisagem a partir de explorações com a linguagem fotográfica, escultórica,instalativa e performática. Artista visual 06: RODRIGUEZ REMOR. Artista visual e pesquisador interessado no binômio Arte e Natureza emprojetos que voltam seu olhar ao campo, à terra e à transmissão de conhecimento e tecnologias ancestrais decriadores populares e dos povos originários do Leste da América do Sul. A equipe do projeto Casco contará com 12 artistas visuais no total. 06 já foram definidos e os outros 06 a definir

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.