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O projeto "CRIANCEIRAS" é uma Apresentação teatral, que utiliza elementos lúdicos do teatro e da musica para apresentar obras de grandes poetas brasileiros, além de prever o envolvimento de educadores e alunos, por meio da utilização de multilinguagens que despertem a curiosidade e o amor pelo mundo das artes. Serão realizadas apresentações musicais gratuitas com uma capacitação e formação para professores ministradas por uma arte educadora nas seguintes cidades: Campinas, São Paulo, Ribeirão Preto, Sorocaba e Santos.
Concebido pelo teatrólogo Luiz André Cherubini, reconhecido diretor do Grupo Sobrevento de Teatro de Animação, com mais de 30 anos de atividades nacionais e internacionais, com iluminação do renomado Renato Machado, cenografia e figurinos de Telumi Hellen e trilha sonora do compositor Marcio De Camillo, o espetáculo Crianceiras Manoel De Barros propõe uma convergência das artes entre o teatro, a literatura, as artes visuais, a música e o cinema de animação. O espetáculo mescla elementos reais e virtuais, com imagens em animação interagindo com atores e músicos em cena ao longo do percurso dramático, acompanhados por uma trilha sonora criada especialmente para o espetáculo cênico. ‘Bernardo’, ‘Sabastião’, ‘Caranguejo Se-Achante’, ‘o Menino Torto’, a ‘Garça’, o ‘Bem-Te-Vi’, e outras personagens ilustradas por Martha Barros, filha do poeta Manoel De Barros, saem do papel e ganham vida no palco, por meio de recursos tecnológicos e de linguagem. Divertida, a narrativa reafirma a proximidade do universo poético e a infância sem subestimar os pequenos, valorizando-os como seres humanos plenos e capazes de poesia. O Espetáculo é composto de 10 cenas. ROTEIRO DETALHADO Cena 1 – Poema BERNARDO Na primeira cena, um Homem se apresenta e diz: “esse espetáculo é uma tentativa de fazer da minha voz, a voz do poeta Manoel De Barros". Os atores-músicos vão compondo o cenário, quando a tela ganha vida com as iluminuras de Martha Barros, apresentando o primeiro personagem, “Bernardo”, considerado o alter-ego do poeta. Os atores interagem com esse personagem virtual, cantando e dançando, convidando o público a adentrar nesse universo lúdico vivido pelo poeta: " Bernardo já estava uma árvore quando eu o conheci; passarinhos já construíam casa, na palha do seu chapéu "... CENA 2 – Poema LINHAS TORTAS Na segunda cena, através do corpo, os atores-músicos declamam uma poesia, uma poesia em movimento, que apresenta outro personagem do imaginário do poeta, que se põe no lugar de um menino manco, que ganha destaque por ser diferente, tema este muito pertinente, para essa fase da primeira infância, onde o bulling se faz muito presente: " prefiro as linhas tortas como Deus/em menino eu sonhava de ter uma perna mais curta/só pra poder torto/ lá vai o menino torto/ subindo a ladeira do beco/ torto e deserto...ele era um destaque/ se eu tivesse uma perna mais curta, todo mundo haveria de olhar para mim/ lá vai! Toc, ploc, toc, ploc. CENA 3 – Mosaico poético “O MENINO E O RIO” Essa cena é uma homenagem do compositor Marcio De Camillo ao poeta Manoel de Barros. Sua inspiração o fez compor um poema a partir de versos distribuídos em vários livros, que para ele retrata essa infância pantaneira do poeta. A tela se torna personagem mais uma vez, revelando o olhar de encantamento desse menino que diz: “ cresci brincando no chão entre formigas, meu quintal é maior do que o mundo...por dentro de nossa casa passava um rio inventado, tudo o que não invento, é falso”; tendo como cenário as iluminuras de Martha Barros em animação, enquanto a música complementa a cena. CENA 4 – Poema “Os Rios Começam a Dormir” Na quarta cena apresentamos o Brasil do interior, no qual dois atores apresentam a catira, símbolo do folclore brasileiro, um ritmo marcado por batidas de palmas e pés, originariamente dançada só por homens, mas, atualmente, já sendo aceita a participação das mulheres. Com figurinos típicos dessa expressão cultural, o casal encena a poesia que diz: “ os rios começam a dormir, pela orla/ o dom de entardecer percorre as águas, percorre as águas/ nas entranhas dessas lagoas/ os sapos tocam viola/ a quinze metros do arco íris o céu é cheiroso/ a ciência ainda não pôde/ provar o contrário”. Na trilha musical, o ritmo do pagode caipira é apresentado na viola, acompanhado da alfaya e flauta. CENA 5 – Poema “Sonata ao Luar” (Sombra-Boa) Na quinta cena, mais uma vez, uma encenação entre atores, músicos e os personagens virtuais de Martha Barros em animação. Na tela é apresentada uma cena de amor, entre o peão “Sombra Boa” e “Maria”, com a ajuda da cachorrinha Ramela, que leva um bilhete para Maria, onde está escrito o local e o horário para o encontro romântico: “Maria me espera debaixo do ingazeiro, quando a lua tiver arta”. Atores e músicos interagem com o personagem virtual. CENA 6 – Poema O Silêncio Branco” Na sexta cena, a personagem que é apresentada é a Garça, descrita pelo poeta Manoel de Barros e desenhada por Martha Barros. “ o silêncio branco/ a elegância é o branco/ devem muito as graças/ elas chegam de onde/ a beleza nasceu”... em dado momento, a garça salta pra fora da tela, e transforma-se numa bailarina, que com seu figurino leve e esvoaçante, espelha os movimentos da graça da tela, dando vida ao poema “O silencio Branco”. CENA 7 – Poema “Se Achante” Na sétima cena, um Caranguejo muito “se-achante”, é representado por dois atores, com figurinos da época medieval, que dançam um minueto, como as danças dos salões dos castelos, com movimentos que lembram os movimentos de um caranguejo, fazendo um paralelo da arrogância dos monarcas da época, com o jeito altivo do caranguejo, segundo o olhar do poeta para o caranguejo: “ era um caranguejo, muito se-achante; ele se cahava idôneo para flor/ passava por nossa casa, sem nem olhar de lado/ parece que estava montado num coche de princesa”... CENA 8 – Poema “ O Idioma das Árvores” Na oitava cena, as palavras do poeta ganham imagens, o ator interage com a tela atuando e dançando com os elementos coloridos que vão compondo a tela, extraídos dos quadros de Martha Barros. “ Eu queria aprender o idioma das árvores/ saber das canções do vento/ nas folhas da tarde/ eu queria apalpar os perfumes do sol”... a letra chama atenção também para aqueles que se sentem “mais principal do que todos”... CENA 9 – Poema “ Um Bem-Te-Vi” A nona cena é um momento de interação com a plateia, onde os componentes da peça pedem para o público declamar os versos de Manoel de Barros, sentindo a poesia no corpo. Aqui eles vivenciam e aprendem sobre o momento do arrebol: “um leve e macio raio de sol, se põe no rio, faz arrebol”... CENA 10 – Poema “Sabastião” Na décima cena, mais uma interação entre o virtual e o real: na tela, a sombra de um peixinho apostando corrida com um jacaré, que de repente escapa pela lateral da tela e entra no palco: o jacaré entra na cena espirrando agua na plateia e interage com uma atriz que o tempo todo tenta fugir do jacaré levando consigo um adereços feitos de peixe.
GeralO projeto tem como objetivo apresentar o espetáculo "CRIANCEIRAS", idealizado e realizado pelo cantor e compositor sul-mato-grossense Márcio de Camillo a proposta leva a arte através da educação, oferecendo poesia, arte e música de forma gratuita tendo como público alvo alunos das redes municipais de ensino, centros sociais e culturais e instituições que contemplem crianças do ensino fundamental 1 (6 a 10 anos). O Teatro reúne poesia, música, imagem, ação e movimento em uma encenação delicada e divertida, concebida por artistas comprometidos com a arte contemporânea feita para crianças. o projeto já possui dois CDs, sendo o primeiro inspirado na obra de Manoel de Barros e o segundo na de Mario Quintana. A ideia que deu origem ao primeiro CD surgiu da necessidade de Márcio aproximar a filha da poesia e também do desejo de reverenciar a obra de um dos maiores poetas brasileiros, o mato-grossense Manoel de Barros. De acordo com o artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021 a presente proposta está em conformidade com os seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Específico1. Realizar 05 apresentações, para alunos das redes municipais de ensino, centros sociais e culturais e instituições que contemplem crianças do ensino fundamental 1 (6 a 10 anos). 2. Promover um bate papo entre alunos, professores e o músico Marcio de Camillo após as apresentações;
A União entre a Poesia e Música é um movimento que vem sendo passado de geração para geração, cultuado num patrimônio histórico valorizando o mundo afetivo coletivo. O projeto CRIANCEIRAS resgata a afeição, o carinho e o prazer pela literatura e fará o público reviver emoções se encantando com as poesias de Manoel de Barros e o estilo de cantar e declamar de Marcio de Camillo, conectando música, brincadeira e educação, criando melodias, letras e arranjos originais, sempre de olho numa poética que respeite a inteligência e a sensibilidade das crianças, além de levantar questões e propor reflexões acerca do cuidado com o meio ambiente através de poesias como "O MENINO E O RIO", "OS RIOS COMEÇAM A DORMIR" e "O IDIOMA DAS ÁRVORES". O espetáculo que percorre o Brasil inteiro há mais de quatro anos, além de animar e cativar o público com as poesias de Manoel de Barros, mescla elementos reais e virtuais. As personagens ilustradas por Martha de Barros, filha do poeta Manoel de Barros, saem do papel e ganham vida no palco, por meio de recursos digitais e de outras linguagens, interagindo com o cantor, músicos e atores ao longo do espetáculo. A união da poesia com a música é fascinante, especialmente se considerarmos que ambas as modalidades artísticas estão ligadas por grandes laços de afinidade, entre si. O projeto levará a escolas selecionadas e de forma lúdica a cultura literária e musical desenvolvida através da Poesia do grande mestre literário Manoel de Barros, combinados com a sensibilidade, a musicalidade e o bom gosto do compositor Marcio de Camillo. Uma proposta marcante que visa retratar a nossa cultura literária e musical, onde crianças em situação de vulnerabilidade social terão a oportunidade de conhecer literatura, música instrumental e popular O conceito de democratização da arte é pleno neste projeto, uma vez que privilegiará a circulação de espetáculos de forma totalmente gratuita e acessível, sendo possível apenas mediante uso da Lei de Incentivo à Cultura. Entende-se que esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se entende que as seguintes finalidades do Art. 3° da referida norma serão alcançadas com o projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural brasileira. Para a realização do projeto, no entanto, faz-se necessário e fundamental o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, de modo a possibilitar o amplo acesso à cultura e a produção cultural e a difusão das manifestações artísticas, estimulando a produção cultural como geradora de renda, emprego e desenvolvimento para o país. O projeto ensina poesia e literatura de um jeito divertido, sem subestimar os pequenos, valorizando-os como seres humanos plenos e capazes de compreender poesia.
Produto principal –ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Poesias: MANOEL DE BARROS Música: MARCIO DE CAMILLO Ilustrações: MARTHA BARROS Animação: Josué Júnior Tempo de duração do espetáculo: cerca de 60 min. Classificação etária: Livre Linguagem Cênica: MUSICAL - TEATRO DE SOMBRAS – CINEMA DE ANIMAÇÃO Público Alvo: Crianças de 6 a 10 anos (Fundamental 1) estudantes de escolas da rede municipal de ensino, associações e frequentadoras de centros sociais culturais. Público estimado: 1200 crianças
Produto principal – Apresentação musicalACESSIBILIDADE FÍSICA Os locais onde serão realizadas as apresentações atendem todos os requisitos necessários pela legislação que vão desde vagas no estacionamento, plataformas elevatórias, rampas, pisos táteis, sanitários adaptados entre outros. Item na planilha orçamentária: Não há previsão de gastos para acessibilidade física, uma que vez que os espaços locados para as apresentações já estarão adaptadas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO – A linguagem leve, músicas e cores do espetáculo permitem que pessoas com deficiência cognitiva participem e se identifiquem com o conteúdo passado. Haverá participação de um intérprete em LIBRAS e um monitor para acompanhar os portadores de necessidades especiais ou deficientes visuais; (Lei nº 13.146/2015) Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras e Monitores
Os produtos culturais resultantes dessa proposta terão a sua distribuição 100% gratuita, além disso, atenderão as seguintes medidas de democratização de acesso previstas no Art. 30 IN 11/2024 Em conformidade ao disposto no artigo 24 da IN nº 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
MARCIO DE CAMILLO – COMPOSITOR/ INTÉRPRETE e RESPONSÁVEL TÉCNICO FINANCEIRO Músico, compositor e instrumentista, Márcio De Camillo foi criado no Mato Grosso Sul. O artista lançou quatro cds e um dvd, gravado ao vivo em Campo Grande (MS). Destaca-se também como produtor artístico e cultural, tendo realizado importantes projetos para a região Centro-Oeste e o país, divulgando a música da fronteira para todo o Brasil e também para outras regiões do mundo. Na região merece destaque o projeto “Gerações”, patrocinado pela Petrobras (2006), o cd conta a história da música sul-mato-grossense em encontros de gerações de novos e tradicionais artistas. No Rio de Janeiro, o projeto “Violas do Brasil” (2004), que reuniu no Centro Cultural Banco do Brasil os principais violeiros brasileiros. Também no Rio realizou o projeto “Música do Brasil Central”, em cartaz até novembro de 2011, retratando a identidade musical, promovendo a arte e os artistas do centro-oeste brasileiro. Em 2008, Márcio percorreu quatro países – Espanha, Portugal, Itália e França – divulgando sua música e os instrumentos típicos de sua região, ampliando ainda mais seu raio de ação pela difusão da cultura regional, promovendo o acesso e o intercâmbio cultural. Apresentou durante três anos o primeiro programa de cultura regional, o “Meu Mato Grosso do Sul”, da TV Morena/Globo. Em 2012 lançou o projeto CRIANCEIRAS, começando com o cd Crianceiras Manoel de Barros, depois lançado como espetáculo cênico-musical, videoclipes de animação no canal de tv Gloob e depois na versão de aplicativo para tablets e celulares. Em 2015 lançou o segundo volume da série, desta vez, contemplando a obra de Mário Quintana, e em março de 2018, lançou o show Crianceiras Mário Quintana. NATH CALAN – BATERIA E PERCUSSÃO Graduada em Nutrição pela USP e Bacharel em Música – Habilitação em Instrumento (Percussão) pela UNESP, Natali Calandrin Martins estudou com Ricardo Bologna, Elizabeth Del Grande (Escola Municipal de Música), John Boudler, Carlos Stasi e Eduardo Gianesella (UNESP). Percussão popular estudou com Dinho Gonçalves (Souza Lima) e Guello (ULM). É musicista convidada com freqüência por diversas orquestras, entre as quais: OSUSP, Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra da UNITAU (Taubaté) e Sinfônica de Rio Claro. Como camerísta atuou como convidada pelo Percorso Ensemble e Grupo Durum Percussão Brasil, realizando concertos no Brasil e no exterior. Realizou duas temporadas de espetáculo de música-cênica, chamado “Waltz”, com texto de Nelson Rodrigues e direção de Bira Honorato, com as quais ficou seis meses em cartaz no Tendal da Lapa e Espaço Sátyros 2, com sucesso de público. Atualmente é timpanista da Orquestra Sinfônica de Santos, sob a regência de Luis Gustavo Petri, percussionista da Orquestra Filarmônica Bachiana, sob a regência de João Carlos Martins e professora de instrumento na Escola Auditório do Ibirapuera. Integra os grupos de música de câmara AUM (especializado em repertório do Edmundo Villani-Cortez) e “Seis com Casca”. Em janeiro de 2016 passou a integrar o elenco paulista do espetáculo cênico musical Crianceiras. TIAGO SORMANI – SOPROS E TECLADO Saxofonista¬ com formação erudita e popular, transita fluentemente por esses universos musicais valorizando a interpretação, técnica e por esses universos musicais valorizando a interpretação, técnica e improvisação. Faz shows constantemente em São Paulo e outros estados com a Banda Paralela (grupo de sopro e percussão), DJ William Ribeiro (trabalho de música eletrônica com saxofone), Miranda Kassin (I Love Amy – show em tributo a Amy Winehouse), Heroes (cover de David Bowie com o ator André Frateschi nos vocais) e o violonista Camilo Carrara (trabalho de pesquisa de repertório e improvisação). Fez parte das orquestras dos musicais "A Família Addams" (São Paulo/2012 e Rio de Janeiro/2013), “Crazy For You” (São Paulo/2013-2014), “Jesus Cristo Superstar” (São Paulo/2014) e “Mudança de Hábito” (São Paulo/2015). “Mudança de Hábito” (São Paulo/2015). Além dos saxofones (alto, tenor, barítono e soprano), toca flauta, flautim e clarinete. Em 2007 retomou os estudos do seu primeiro instrumento, o piano. É assistente de maestro dos corais Feliz Idade (Shopping Eldorado) e do Centro Paula Souza (FATEC). DRIELY PALACIO – ATRIZ Atriz DRT 39513/SP, nasceu em São Paulo/SP, 1986. Graduada em Teatro Arte-Educação pela Universidade de Sorocaba em 2013. Iniciou seus estudos artísticos em 2000, realizou os espetáculos, “Trilogia Sim” e “Romeu e Julieta” em 2001. Continuou seus estudos em 2002 no projeto “Alta Voltagem” do SESC POMPEIA no qual apresentou a peça “Manifesto” e no mesmo ano fez um curso básico de Cinema pela Secretaria da Cultura o que resultou no curta-metragem “Perseu”. Durante o ano de 2003 fez seus estudos no TUSP – Teatro da USP e realizou espetáculos de Qorpo Santo e “A Tempestade” de Shakespeare, com direção de Edgar Castro. Em 2007 iniciou seu trabalho como atriz no grupo Poesia, com direção de Tereza Athayde. Em 2011 e 2012 foi integrante do Coletivo Teatral Roda Pião, em Sorocaba, sendo atriz e produtora com o espetáculo “Coco Verde e Melancia”. Nos anos 2012 e 2013 trabalhou como estagiária na programação cultural e socioeducativa no SESC Sorocaba. Desde 2015 trabalha como atriz na Cia. Truks em São Paulo/SP, com direção de Henrique Sitchin. Desde 2016 é integrante da Cia. Nômades Urbanos, sob direção de Higor Lemo em São Paulo/SP, em 2017 integra o grupo Crianceiras, com direção de Luiz André Cherubini. Em 2016 e 2017 realizou alguns trabalhos publicitários como Filme institucional Kroton Educacional; Filme Vigor Mix; Filme Sorvetes Nestlè; Filme The Voice Kids e Filme Governo do Estado de São Paulo. JOÃO BRESSER– ATOR Formado profissionalmente em 1997 pela Escola de Artes Indac e em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas na Universidade Cruzeiro do Sul em 2005. Atuou nos espetáculos: "Pais e Filhos", de Ivan Turguêniev, direção de Adolph Shapiro, da Mundana Companhia, no FILTE-Festival Latino-Americano da Bahia em 2013; "O Apagão, a Comédia", de Peter Shaffer, direção de Zadoque Lopes, temporada no Teatro Zanoni Ferrite em São Paulo, em 2012; "A Alma Boa de Setsuan" de Bertolt Brecht, direção de Marco Antonio Braz, temporada no Teatro Renaissance e Teatro Tuca em São Paulo, Teatro dos Quatro no Rio Janeiro, e turnê pelo Brasil, entre 2008 e 2010; "Theatro de Brinquedo", apresentações em Festivais e na rede Sesc, entre 2000 e 2005 e "Submundo", temporada no Centro Cultural de São Paulo, Teatro do Jockey no Rio de Janeiro, e turnê pelo Brasil, entre 2002 e 2004, do Grupo Sobrevento, direção de Luiz André Cherubini; "O Beijo no Asfalto", apresentações nos CEU's de São Paulo, em 2004 e "Geração Trianon", temporada no Teatro João Caetano e no Teatro Municipal de São Paulo. IZABELLA MAGGI – PRODUTORA Graduada em Psicologia,trabalhou com alguns nomes da música brasileira como Renato Teixeira, Almir Sater, Xangai, Zé Geraldo, Ulisses Rocha e outros. Unir arte e educação para promover democratização cultural, bem como, transpor as fronteiras da cultura regional são as principais premissas dos projetos, como: “Nossa Escola, Nosso Canto” e “Intervalo Musical”, ambos realizados na rede pública de ensino de Campo Grande/MS, o Circuito universitário “Hermanos Irmãos”, que percorreu os onze câmpus da Universidade Federal espalhados pelo estado de MS em 2011 e 2012 elevando shows e palestras para dentro das universidades e no projeto “Crianceiras”. Além desses, o “Violas do Brasil”, e o “Musica do Brasil Central”, ambos realizados no CCBB-Rio, promoveram o acesso a genuína cultura brasileira, e o “Gerações”, que reuniu 42 nomes entre compositores, intérpretes e instrumentistas da música sul-matogrossense.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.