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O projeto "NA GINGA DA CULTURA" pretende oportunizar oficinas artísticas de capoeira a 60 (sessenta) crianças e adolescentes em situação de hipossuficiência e alta vulnerabilidade social domiciliadas no bairro de Padre Miguel, localizado no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro. O projeto prevê ainda a realização de uma apresentação pública na tradicional festa em comemoração à consciência negra, Festa de Zumbi dos Palmares, no bairro de Padre Miguel, na Praça Zumbi dos Palmares. O projeto contempla também, como contrapartida social, a realização de 2 (duas) apresentações públicas (rodas de capoeira) em escolas da rede pública de ensino, dedicadas a estudantes e professores, sendo ministradas, nestes eventos, palestras que tratarão dos aspectos culturais da capoeira.
O projeto prevê os seguintes produtos: oficinas de capoeira, 2 (duas) rodas de capoeira e palestras em escolas da rede pública de ensino e 1 (uma) apresentação pública em festa tradicional. A coordenação do projeto ficará a cargo de Jorge Felipe Fonseca Moreira, Mestre de Capoeira, conhecido como Columá, Pós Doutorado em Artes pela UERJ, Pós Doutor em História pela UFF, um dos principais expoentes da Capoeira no estado do Rio de Janeiro. As oficinas de capoeira serão coordenadas por Tais de almeida Costa, Mestra de Capoeira Agbara, com o apoio de sua equipe de profissionais, em especial Eliandro Luiz de Oliveira Berto, assistente cultural, Diretor Administrativo Financeiro do instituto GINGAR, e Rômulo Meira Reis, professor de capoeira, contramestre, e ocorrerão no espaço cultural Toca do Criolice, no bairro de Padre Miguel, gratuitamente disponibilizado para execução do projeto. Serão 264 (duzentos e sessenta e quatro) oficinas de capoeira ao longo de 44 semanas para 3 (três) turmas de 20 (vinte) alunos, totalizando 60 (sessenta) alunos. Atinente às contrapartidas sociais, serão realizadas 2 (duas) apresentações públicas, incluindo palestras e rodas de capoeira, prioritariamente em escolas da rede pública de ensino, dedicadas a estudantes e professores, preferencialmente nas redondezas do local do projeto. As palestras serão realizadas concomitantemente às rodas de capoeira, e serão proferidas pelo Doutor Jorge Felipe Fonseca Moreira, profissional da educação com comprovada capacidade intelectual e profundo conhecimento cultural sobre a temática "Capoeira". Outra contrapartida social prevê uma apresentação pública na tradicional festa em comemoração à consciência negra, Festa de Zumbi dos Palmares, no bairro de Padre Miguel, na Praça Zumbi dos Palmares, que será realizada com a participação de todos os membros do projeto, alunos e familiares.
Objetivo Geral: Propiciar atividades culturais, por meio da prática da capoeira, de forma inteiramente gratuita e democrática, a crianças e adolescentes em situação de hipossuficiência e alta vulnerabilidade social, incutindo os valores da cultura brasileira, oportunizando a inclusão social, o entretenimento e a integração dos participantes e impactando positivamente na saúde física e mental dos beneficiários do projeto. Objetivos Específicos: Oferecer às crianças e adolescentes, por meio da capoeira, um espaço de convivência com os valores, a memória cultural e a identidade do povo afro-brasileiro. Desenvolver a socialização e o fortalecimento de vínculos por meio de um ambiente inclusivo, interativo e salutar onde crianças e adolescentes respeitem diferenças e cultuem a harmonia, a união e a diversidade. Aprimorar capacidades, habilidades e aptidões por meio de atividades pautadas em experiências lúdicas, culturais e esportivas. Despertar o interesse pelas artes, em especial a música, buscando estimular a composição, a interpretação, a execução instrumental e vocal e a colaboração musical. Aprimorar o equilíbrio, a coordenação motora, a força, a resistência e a flexibilidade, trazendo bem-estar aos participantes. Estimular, através dos movimentos da capoeira, a criatividade, a improvisação, a memorização e a concentração. Enfatizar a importância da disciplina, do respeito às regras e do trabalho em equipe dentro e fora do contexto da capoeira. Promover a autoconfiança, a autoestima e a sensação de pertencimento dos beneficiários do projeto, auxiliando crianças e adolescentes no enfrentamento e superação de desafios. Incentivar hábitos saudáveis através da atividade física e da conscientização sobre cuidados com o corpo.
Esta proposta de projeto cultural tem como finalidade a captação de recursos visando oportunizar que crianças e adolescentes hipossuficientes e em vulnerabilidade social tenham acesso a atividades culturais relacionadas à capoeira. Em seu escopo, incluem-se oficinas de capoeira, rodas de capoeira e palestras. O projeto contemplará também a realização de uma apresentação pública na tradicional festa em comemoração à consciência negra, Festa de Zumbi dos Palmares, no bairro de Padre Miguel, na Praça Zumbi dos Palmares. Ainda que não se observe a obrigatoriedade contida no art. 32, da Instrução Normativa MINC n.º 11 de 10/04/2023, em função do presente projeto não contemplar a comercialização de ingressos ou produtos culturais, a proposta em comento prevê ainda a realização de 2 (duas) ações formativas para estudantes e professores prioritariamente da rede pública de ensino, por meio de palestras e apresentações de rodas de capoeira, visando à divulgação dos principais conceitos e técnicas da capoeira. Desde sua fundação, o Instituto Gingar vem desenvolvendo o projeto "NA GINGA DA CULTURA", que é executado em Padre Miguel, bairro localizado na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, conhecido por sua rica diversidade cultural e esportiva, refletida em suas manifestações artísticas, eventos culturais e esportivos e tradições locais. A capoeira é uma forma de expressão artística e cultural brasileira que combina elementos de dança, música, acrobacias e luta. Ela tem raízes profundas na história do Brasil e desempenha um papel importante em nossa identidade cultural sendo reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2014. O público-alvo do projeto "NA GINGA DA CULTURA" é formado por crianças e adolescentes hipossuficientes, domiciliadas principalmente em Padre Miguel, bairro localizado numa área geográfica reconhecidamente de altíssima vulnerabilidade social. Segundo dados do IBGE do ano 2000, Padre Miguel apresentava um Índice de Desenvolvimento Humano - IDH de 0,804, ocupando a 86ª de um total de 126 posições, relativamente a bairros da cidade do Rio de Janeiro. Já o Índice de Desenvolvimento Social (IDS) apontou, também no ano 2000, para o valor de 0,542, fazendo com que Padre Miguel ocupasse a 119ª colocação entre 158 regiões analisadas na cidade do Rio de Janeiro. Dados extraídos mais recentemente, relativos ao Índice de Progresso Social da Cidade do Rio de Janeiro _ IPS, que avaliaram bairros do Rio de Janeiro sob as seguintes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades, colocaram Padre Miguel no 95º lugar, de um total de 159 bairros analisados, colocando-o numa situação social bastante abaixo da média regional. A capoeira está entre as modalidades esportivas mais praticadas no bairro, com grupos e mestres renomados que contribuem para a preservação desse segmento cultural e a disseminação da cultura afro-brasileira. A comunidade de Padre Miguel é conhecida por seu forte engajamento em questões sociais, culturais e esportivas. Vale, entretanto, frisar que, localmente, em que pesem os esforços empreendidos pelo poder público, é sensível a enorme carência de projetos culturais, na região de Padre Miguel, em quantidade e qualidade minimamente satisfatórias para lidar com os desafios específicos enfrentados pelas crianças e adolescentes. Diante deste cenário, o projeto "NA GINGA DA CULTURA" surge como valioso instrumento para a promoção da cultura afro-brasileira, através da capoeira, manifestação artística que envolve música, dança, luta e ludicidade, e tem o intuito de socialização, a melhoria do bem-estar físico e a formação cultural de seus beneficiários. Importante registrar que a presente proposta atende fielmente o que dispõe o artigo 1º, incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX da Lei 8.313/1991. Vale ainda ressaltar que o projeto ora proposto atende ainda o expresso nos incisos I-c e II-c, do artigo 3º, também da Lei 8.313/1991. Inobstante, considerando o público-alvo a ser contemplado pelo projeto, composto por crianças e adolescentes, obedece a todos os dispositivos legais previstos no ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente. Vale ainda destacar que o projeto é dedicado exclusivamente a crianças e adolescentes em situação de hipossuficiência, que não dispõem de condições financeiras para arcar com as despesas desta iniciativa cultural. Por sua vez, o Instituto Gingar também não dispõe dos recursos financeiros próprios para execução do projeto, necessitando do apoio do Ministério da Cultura, através das leis de incentivo à cultura, para captar recursos junto aos contribuintes do imposto de renda, sejam pessoas físicas e/ou jurídicas, com o fito de angariar os recursos necessários para a fiel realização do projeto ora proposto.
A equipe do projeto se reserva o direito de definir a data, horário e local de realização dos produtos culturais, de acordo com a disponibilidade quando da execução do projeto, garantindo sua realização em locais adequados, respeitando padrões de qualidade exigíveis pelo público beneficiário, as regras de gerenciamento de riscos do projeto, os custos orçamentários previstos e as normas de acessibilidadeprevistas na legislação, mormente Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, que regulamenta o artigo 227 da Constituição Federal, bem como o Decreto 9.404/2018, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção daacessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.
O projeto pedagógico do "Na Ginga da Cultura" prevê a inclusão de abordagens históricas, culturais e artísticas, contemplando as seguintes temáticas: a importância cultural e histórica da capoeira; a capoeira como prática cultural e esportiva e como arte marcial; a dança e a música e os instrumentos musicais na capoeira; os movimentos da capoeira; as rodas de capoeira; e o estabelecimento de regras e normas de conduta para os alunos, visando garantindo um ambiente seguro e respeitoso. Os principais OBJETIVOS do projeto pedagógico são (i) promover o conhecimento histórico-cultural da capoeira e propagar a importância do respeito à cultura e às tradições da capoeira; (ii) desenvolver habilidades físicas e motoras; (iii) fomentar valores como respeito, disciplina e inclusão; (iv) trabalhar a ludicidade, desenvolver a criatividade e a improvisação e (v) promover a prática segura da capoeira por meio do estabelecimento de regras relacionadas ao risco nos movimentos de forma a garantir a integridade física dos participantes. A METODOLOGIA a ser aplicada prevê a realização de (i) aulas práticas com ênfase em movimentos, acrobacias e ritmo; (ii) aulas teóricas para aprendizado do conteúdo histórico e cultural da capoeira; (iii) a execução dos toques dos instrumentos utilizados na capoeira; (iv) exercícios de condicionamento físico; (v) atividades lúdicas para crianças; (vi) os ensinamentos práticos da roda de capoeira, sua tradição e fundamentos, destacando a importância da criatividade, do correto uso dos movimentos e golpes, orientando os alunos para a correta realização do jogo de capoeira. O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO do projeto contempla as seguintes temáticas: o respeito à cultura e às tradições; a arte da capoeira no contexto histórico e cultural; a música na capoeira com seus cantos e palmas; os instrumentos musicais utilizados na capoeira, suas finalidades, produção artesanal, toques e ritmos e sua localização nas rodas de capoeira; a hierarquia na capoeira com seu sistema de graduação baseado em cordas e cores; as rodas de capoeira e seus fundamentos; os golpes básicos, sequenciais, as acrobacias e a ginga. A AVALIAÇÃO será realizada por meio de demonstrações práticas de habilidades, testes teóricos sobre a história da capoeira e participação nas atividades e respeito às regras e às normas de conduta.
As oficinas de capoeira do projeto "NA GINGA DA CULTURA" serão realizadas no Toca do Criolice, famoso espaço cultural localizado no bairro de Padre Miguel, que dispõe de medidas de acessibilidade física compatíveis com o objeto do processo, em conformidade com o artigo 27 da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024. No tocante às atividades externas, ações formativas sob a forma de palestras e apresentações públicas (rodas de capoeira), sua realização se dará prioritariamente em escolas públicas, que, por força de lei, estima-se, já contemplam medidas de acessibilidade física. A produção se compromete a verificar previamente se os locais selecionados cumprem às exigências legais relativas à acessibilidade, buscando, sempre que necessário, atuar conjuntamente com a escola pública para suprir eventuais limitações. Cumpre ainda registrar que estes eventos contarão com intérpretes de libras, especialmente contratados para garantir acessibilidade para deficientes auditivos. Está prevista reunião prévia do tradutor com o palestrante e serão realizadas rodas de capoeira com a participação dos tradutores, previamente às apresentações públicas, visando garantir a qualidade da comunicação por Libras nos eventos culturais. No que concerne à acessibilidade visual, serão adotadas as medidas necessárias para garantir que o deficiente visual possa ouvir com absoluta clareza as exposições do palestrante. O projeto "NA GINGA DA CULTURA" disponibilizará um monitor especialmente preparado para realizar a audiodescrição das rodas de capoeira. A equipe de produção do projeto "NA GINGA DA CULTURA" se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade, e disponibilizará monitores para auxiliar os deficientes físicos e cidadãos que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, dedicando-lhes locais específicos nos eventos e adotando as providências necessárias para que a participação destes cidadãos possa atingir máxima aderência cultural.
Todos os produtos culturais previstos pelo projeto "NA GINGA DA CULTURA" serão inteira e obrigatoriamente GRATUITOS e franquedos ao público em geral, de todas as idades, gêneros, cor e classes sociais. Em conformidade com o que dispõe os incisos III e IV do artigo 30 da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024, o projeto "NA GINGA DA CULTURA" terá os registros audiovisuais das oficinas, palestras e apresentações públicas disponibilizados na página do Instituto Gingar na Internet: https://institutogingar.ong.br, bem como em suas redes socias (Instagram e Facebook) e garantirá aos interessados a captação e veiculação de imagens de todas as suas atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
COORDENADOR DO PROJETO - Jorge Felipe Fonseca Moreira, Mestre de Capoeira, conhecido como Columá; Graduação plena em Educação Física, Mestrado em Educação Física e Cultura e Doutorado em Educação Física e Cultura, todos pela Universidade Gama Filho, Pós doutorado em Artes pela UERJ, Pós doutorado em História pela UFF; Professor I de Capoeira junto à FAETEC, Membro do Grupo de trabalho da salva guarda da capoeira IPHAN/RJ, Diretor pedagógico da federação desportiva de capoeira do Rio de Janeiro. COORDENADOR CULTURAL - Tais de Almeida Costa, Mestra de Capoeira, conhecida como Agbara, formada por Mestre Columá; Graduação plena em Educação Física pela UFRRJ, Mestrado em Educação e Diversidades Étnico-raciais pela UFRRJ, doutoranda em Educação no programa de Pós graduação em Educação pela UFF; Professora de Educação Física na Rede Estadual de Educação do Rio e também na rede educacional do município de Nova iguaçu; Presidente da Cia. Brasileira de Capoeira em 2022, Instrutora de Capoeira na Escola Municipal de Capoeira Mestre Pastinha em Nilópolis (a 1ª Escola Pública de Capoeira do Brasil) entre 2003 e 2018, integrante do Movimento Cultural Jongo da Lapa desde 2009, integrante do coletivo Mulheres na Capoeira do RJ , atualmente colaboradora em projeto social da Fundação Amélia Dias e atende a crianças com diferentes tipos de deficiências: intelectuais, mentais e físicas. PROFESSOR DE CAPOEIRA - Rômulo Meira Reis, Contramestre de Capoeira, Doutor em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Mestre em Ciências do Exercício e do Esporte, Especialista em Administração e Marketing Esportivo pela Universidade Gama Filho. Graduado em Capoeira, Educação Física e Administração de Empresas. Professor Substituto no Instituto de Educação Física e Desportos da UERJ. Professor de Natação do Rioaquatics. Integrante do BASis para avaliações externas de instituições, autorização e reconhecimento de cursos do SINAES pelo INEP. Líder do Grupo de Pesquisa em Gestão, Esporte, Cultura e Lazer (GPGEL) e integrante do Grupo de Pesquisa em Escola, Esporte e Cultura (GPEEsC), ambos cadastrados junto ao CNPq. Membro da Associação Brasileira de Gestão do Esporte (ABRAGESP). ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - Eliandro Luiz de Oliveira Berto, Diretor Administrativo Financeiro do instituto GINGAR, conhecido como Murphy, Graduação plena em Ciências Contábeis (Universidade Estácio de Sá); Pós graduando em Gestão Fiscal e Tributária (término previsto para2023); CEO da empresa Conterj Assessoria Contábil Ltda.; Professor de Capoeira - Corda Roxa; Especializado em formação, didática e técnica da arte capoeira (Unisuan 2013); Projetos sociais em Padre Miguel na associação de moradores Dom Jaime Câmara (2011 a 2018).
PROJETO ARQUIVADO.