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PRONAC 243162Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Amplia Eli

ASSOCIACAO CENTRO CULTURAL ELIZIARIO RANGEL
Solicitado
R$ 891,0 mil
Aprovado
R$ 891,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
ConstruçãoManuImplant d EquipamCult em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Construção de equipamento cultural
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Serra
Início
2024-06-06
Término
2027-05-15
Locais de realização (1)
Serra Espírito Santo

Resumo

O presente projeto "Amplia Eli" visa a ampliação do Centro Cultural Eliziário Rangel (CCER), localizado em São Diogo, Serra - ES bem como a adapatação física da atual estrutura para garantir a acessbilidade da instituição.

Sinopse

Histórico: O CCER é uma associação cultural sem fins lucrativos localizada no bairro São Diogo II, na Serra/ES, em funcionamento permanente desde novembro de 2016. Tem o compromisso com a promoção, difusão e democratização de ações artísticas e culturais na sociedade serrana e capixaba, desenvolvendo atividades continuadas com o público médio mensal de 5 mil visitantes presenciais. Multicultural, é o único no município da Serra que possui essas características, sendo o 1º a abrigar um teatro na cidade, mantendo atividades, programas e projetos culturais e artísticos de natureza continuada, em diversas linguagens. O CCER está aberto ao público em geral para visitação de 2º à sábado, das 8h às 21h, com entrada livre e gratuita.O espaço físico do CCER é constituído por uma edificação de quatro pisos/andares, totalmente adequado e adaptado para as atividades que vem desenvolvendo. Possui teatro com capacidade para 85 pessoas e equipado com um tablado de madeira; iluminação cênica; sonorização; uma sala multiuso equipada para linguagens do corpo e dança bem como ações do audiovisual; uma galeria de arte disponível para exposições temporárias; uma biblioteca com acervo físico de 8 mil exemplares e uma biblioteca virtual com acervo de mais de 20 mil exemplares, inclusive com audiolivros para pessoas com baixa visão e/ou não alfabetizadas, e em ambas possuem o acesso gratuito; uma residência artística para experiências e intercâmbios culturais com período de permanência e resultados planejados; um espaço de convivência denominado Praça 849; um terraço multiuso com projeto/proposta de observação astronômica; além do mirante com vista panorâmica da cidade. Ressalta-se, assim, que o CCER é o primeiro e único empreendimento de natureza cultural e artística do gênero e com essa magnitude na cidade de Serra. Por fim, pontuamos que o acesso a internet no espaço cultural é liberada para utilização dos frequentadores, público em geral e parceiros(as) realizadores(as) de projetos, garantindo, assim, amplo acesso também às atividades virtuais ofertadas pela instituição, à guisa das produções audiovisuais disponíveis no canal do youtube bem como o acesso a biblioteca virtual. MEMÓRIA CULTURAL: Batizado com o nome do líder negro abolicionista da Revolta do Queimado, ocorrida no que atualmente denomina-se como “Sítio Histórico do Queimado”, na zona rural do município da Serra, o CCER preza, também, pela dimensão da preservação da tradição das histórias das minorias políticas na cidade de Serra e região. Na busca do fortalecimento da proposta de ser uma instituição que fomenta vivências transformadoras, cada um dos espaços/ambientes da instituição recebe o nome de diversas personalidades pretas do Queimado, ao qual destacamos a “Sala Ayo”, que, na língua yorubá, significa “criança”, em homenagem às crianças pretas escravizadas e que somaram à luta pela liberdade na Insurgência do Queimado, ao qual Eliziário Rangel - líder preto que batiza a instituição - ajudou a coordenar. Assim, é o modo pelo qual o CCER preserva a memória de natureza imaterial dos personagens insurgentes da cidade. ACOLHIMENTO ÀS VISITAÇÕES: O CCER oferece ao público serviços de visitação guiada pelos espaços físicos permitindo, ao mesmo tempo, que o público conheça as instalações físicas da instituição bem como a história e à memória da Revolta do Queimado, maior insurgência negra abolicionista da região sudeste brasileira e que teve a cidade de Serra como território de acontecimento. A visita guiada pode ser feita de modo espontâneo ou com agendamento prévio, inclusive pelo público assistido pela rede de equipamentos públicos da Serra, e de outros municípios, como: escolas, equipamentos da assistência social (CRAS, CREAS e Centro Pop), da saúde (UBS, CAPS, CAPSi e CAPSad), grupos de 3º idade, coletivos e outras grupos organizados, incluindo instituições de terceiro setor da cidade que trabalham com públicos diversos, desde a infância até a terceira idade. SERVIÇOS: Além da visitação guiada, descrito acima, o CCER oferece:1 - Biblioteca Carlos Peito de Homens: acesso ao acervo da Biblioteca de modo gratuito e continuado. São mais de 8 mil exemplares físicos e 20 mil exemplares na versão virtual da biblioteca do CCER. No acervo virtual é possível encontrar áudio-livros, facilitando o acesso a literatura a pessoas com deficiência ou baixa visão, a crianças ainda não alfabetizadas e a pessoas de terceira idade com questões de letramento, locomoção e/ou afins. 2- Galeria Benedita Torreão: serviço aberto para a visitação das exposições na Galeria Benedita Torreão, no segundo piso da instituição, que recebe exposições de artistas capixabas e nacionais. As visitas podem ser guiadas desde que previamente agendadas para grupos escolares ou de outras instituições ou, ainda, visitas livres e espontâneas durante o expediente da instituição, sem a necessidade de agendamento. Tudo é oferecido gratuitamente e para todos os públicos. 3- Sala Ayo: sala multiuso, localizada no térreo, é utilizada para aulas regulares de incentivo à saúde integrativa, para reuniões e capacitações, mostras audiovisuais, aulas e vivências de dança entre outras atividades. Além disso, pela característica única na cidade, o CCER vem atraindo e colaborando para que grupos e atrações culturais possam ser criados ou reunidos para atuações de modo regular; esses grupos são chamados de grupos residentes. 4– Grupos Teatrais Residentes (Atrevida Trupe e Imprópria Trupe): O CCER abriga dois grupos teatrais residentes que atuam com ensaios continuados e que ofertam oficinas e apresentações teatrais gratuitas ou de colaboração espontânea, tanto no espaço do Teatro Eliziário Rangel, quanto fora da instituição, contribuindo para a fruição e intercâmbio cultural. A Atrevida Trupe é uma companhia de teatro constituída por 10 integrantes, majoritariamente da terceira idade e com trajetória no campo dos direitos humanos, e que reside no CCER desde 2018.Já a Imprópria Trupe é um grupo teatral composto por 5 jovens artistas e teve sua formação inaugurada em 2017 após uma formação técnica de teatro oferecida pelo CCER e tem se apresentado e sendo premiado em vários circuitos de festival de teatro pelo país, evidenciando a produção cultural e teatral feita na cidade de Serra para públicos e territórios inéditos. 5- Oficinas Permanente e Pontuais: O CCER abre as portas para as oficinas permanentes e pontuais. Atualmente oferta mais de 30 oficinas das mais diversas linguagens culturais e artísticas de modo regular durante o ano e abre as portas para proposições de grupos de artistas de outras cidades que aqui queiram se apresentar e ajudar na formação de outras sensibilidades. Via de regras as oficinas permanentes são ofertadas durante a semana e as pontuais durante o final de semana. As oficinas são o coração da instituição e permitem o acesso continuado da população às artes e culturas, ajudando a tecer outro sensível na cidade. O público alvo é, no geral, as famílias - de diversas configurações - que frequentam com crianças até pessoas de terceira idade. É nesse sentido que esse projeto, apresentado aqui, visa garantir a expansão do CCER, entendendo que a garantia do direito à cultura inserida em rede. O compromisso da cultura como direito estruturante é essencial à visão, missão e valores do CCER e dão sentido ao funcionamento da instituição, respaldando nossos serviços como acesso a bens culturais e artísticos de modo democrático e gratuito para um público ainda mais abrangente, como é ofertado pela instituição ao longo de 7 anos de existência. Por fim, o projeto ganha e expressa sua importância e relevância social, cultural e ética, na formação de novas sensibilidades e afetividades para com a população serrana, reforçando o caráter de relevância cultural e artística da instituição, sendo o caráter público das ações culturais o principal compromisso do CCER.

Objetivos

Objetivo Geral: O presente projeto "Amplia Eli" visa a ampliação física e melhorias do Centro Cultural Eliziário Rangel (CCER) a fim de melhor atender a população da cidade de Serra e adjacências e potencializar as atividades ofertadas por esse importante equipamento cultural, bem como melhorar a acessibilidade da instituição. Objetivo Específico: 1) Aquisição de um lote de 288m² ao lado do CCER; 2) Adaptação do lote para uma área de convivência; 3) Construção de uma nova recepção do CCER; 4) Construção de um palco no lote adquirido para apresentações culturais e oficinas continuadas; 5) Melhoria de infra-estrutura e segurança no acolhimento de visitações estudantis que chegam de ônibus através do estacionamento na nova área ampliada, 6) Aquisição de uma plataforma a fim de garantir a acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida para os 4 pavimentos do CCER.

Justificativa

A cidade de Serra, a mais populosa cidade do Espírito Santo, não dispõe de leis de incentivo à cultura, tendo seu desenvolvimento nas políticas culturais aflorado com as recentes conquistas da Lei Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo, que não condiciona a viabilidade do projeto de ampliação do Centro Cultural Eliziário Rangel. Da mesma forma, é recente a criação da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba e tem o limite inferior ao necessário para a realização desse projeto. Além disso o uso de outras modalidades de recursos, como emendas parlamentares, veta a possibilidade de aquisição de terreno para ampliação de instituições, sendo assim, esta lei, à nível federal, uma solução para a concretização da ampliação da instituição que irá atender de melhor formas as oficinas e grupos que já estão instalados aqui, como grupos de capoeira e de danças, que contam com espaços limitados para as suas atividades. O presente projeto se enquadra dentro dos parâmetros VI (preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro) e VIII (estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória) do Artigo 1 da lei 8.313 de 23 de janeiro de 1991. O parâmetro VI justamente por entender o Centro Cultural Eliziário Rangel, em seu sétimo ano de funcionamento, como um patrimônio vivo da cultura popular serrana e capixaba. Já o parâmetro VIII pela dimensão democrática, popular e acessível das ações culturais da instituição, desde seu amplo funcionamento - de segunda à sábado das 8h às 21h - passando pelo serviços ofertados (biblioteca, teatro, galeria de arte, salas de ensaio, oficinas pontuais e permanentes e eventos) até a dimensão da preservação da memória da Insurgência do Queimado, a maior revolta abolicionista do sudeste brasileiro, ocorrida em 1849, na cidade da Serra, que contou com Eliziário Rangel, que batiza a instituição, como o grande articulador da Insurgência, que segue viva em memória na instituição. Dessa forma, avaliamos que essa é a plataforma ideal para que o Centro Cultural Elziário Rangel atinja seu objetivo de ampliação e adaptação de acessibilidade.

Especificação técnica

Será anexado um desenho da espansão e dos espaços do CCER, a serem contemplados nesse projeto.

Acessibilidade

O atual projeto prevê, justamente, a ampliação e a estruturação do Centro Cultural Eliziário Rangel (CCER) para garantir uma melhor acessibilidade. No que diz respeito à acessibilidade física atualmente o CCER se sedia um edifício próprio que conta com 4 andares sem elevador ou plataforma de acessibilidade. Está previsto nesse projeto a compra desse dispositivo que irá garantir o acesso dos usuários de baixa mobilidade o acesso a todos os espaços da instituição. Além disso, no que tange a acessibilidade de conteúdo, serão instalados guias de orientação para pessoas cegas ou de baixa visão. Além disso a expansão com a aquisição do terreno em anexo ao CCER permitirá que atividades como de capoeira, zumba e forró, atualmente com público majoritário de 3º idade, não precisem se locomover até o 3º andar e façam suas atividades no térreo, garantindo não só melhor locomoção quanto também incentivando aos transeuntes na rua a também aderirem às atividades do centro cultural, que são predominantemente gratuitas ou de contribuição espontânea.

Democratização do acesso

A ampliação do Centro Cultural garantirá uma nova chegada à instituição, garantindo mais segurança sobretudo para os visitantes escolares e de terceiro setor que aqui chegam de ônibus. Atualmente a parada dos ônibus é feita diretamente na rua, colocando em xeque a segurança da chegada das pessoas que aqui circulam. Com a nova expansão a chegada será mais segura uma vez que permitirá estacionar os veículos, sobretudo ônibus, diretamente nas dependências do centro cultural, tornando mais seguro e democratico o acesso. Além disso, atualmente a instituição tem horário de funcionamento de segunda a sábado das 8h às 21h. Com o novo espaço teremos mais opções culturais e espaços interativos e de socialização num território marcado pela escassez de espaços de convivência, fortalecendo, assim, a democratização do acesso ao espaço cultural e reinventando as possibilidades de fazer e consumir arte e cultura no território.

Ficha técnica

Antônio Martins Vitor Júnior | Psicólogo, especialista em empreendimentos culturais pela PUC-MG, mestre e doutorando em Psicologia Institucional pela UFES. É fundador e diretor do Centro Cultural Eliziário Rangel, cuja atuação está ligada à gestão e produção cultural, produção de subjetividades, cultura, educação e ativismo cultural. Atualmente é professor de Psicologia da Faculdade Multivix Serra | No projeto “Amplia Eli” atuará como coordenador geral, articulando desde as negociações da compra do lote para expansão da instituição quando colaborando na coordenação das obras de melhoria e de acessbilidade do CCER. Geyzamara Ferreira Martins | Administradora, tem trajetória como professora e atua com produção e gestão cultural, além de ser secretária executiva e coordenadora do Centro Cultural Eliziário Rangel, na Serra, desde 2016. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração de Empresas do Terceiro Setor e Gestão Administrativa de Projeto. | No projeto “Amplia Eli” atuará como coordenadora administrativa, no controle das finanças e na coordenação das obras de melhoria e de acessibilidade do CCER. Allan Cancián Marquez |Jornalista e mestre em Comunicação pela UFES, desenvolvedor de conteúdo web, gerente de mídias sociais e marketing digital com experiência em diversos projetos e clientes. Atualmente, é bolsista em um projeto de divulgação dos acervos da Midiateca Capixaba e Social Media no Centro Cultural Eliziário Rangel. Foi desenvolvedor de conteúdo web na Beta Rede | No projeto “Amplia Eli” atuará como coordenador de mídia, articulando as etapas das obras com o público em geral. Roberta Portela é atriz,preparadora de elenco, arte-educadora e produtora cultural. Mestre em Artes Cênicas pela Ufop-MG e Pós Graduada Lato Sensu em Preparação Corporal nas Artes Cênicas pela FAV-RJ.Qualificação Profissional em Dança Contemporânea, pela FAFI-ES. Atualmente é Produtora e Preparadora de Elenco do Centro Cultural Eliziário Rangel além de integrante e fundadora do grupo Poéticas do Corpo, Gestora e arte educadora do espaço Cine Teatro Ribalta. | No projeto “Amplia Eli” atuará como produtora do evento de reabertura do novo CCER.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.