Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto visa realizar visitas de palhaço em um hospital da rede pública, atuando em diferentes alas hospitalares, atendendo um público diverso, tanto em relação a idade como aspectos socioculturais. Além das visitas, será oferecida uma oficina de formação de palhaçaria hospitalar, que dará a oportunidade para alguns participantes atuarem dentro do hospital, de forma voluntária, para adquirir experiêncianaárea.
Julieto e Esbelta, a dupla de palhaços, percorre as diferentes alas do hospital, engajando-se em interações improvisadas com as pessoas presentes em cada ambiente. Não possui classificação indicativa etária.
Objetivo Geral Realizar atuações de palhaços em diferentes alas de um hospital do SUS a fim de promover um bem-estar geral, estabelecendo um ambiente mais acolhedor e descontraído para pacientes, acompanhantes e funcionários. Além das visitas, oferecer uma oficina gratuita de formação em palhaçaria hospitalar para pessoas a partir de 18 anos. Objetivo específico Realizar 160 visitas de palhaço em um hospital público. Capacitar 20 palhaços de hospital através de uma oficina. Conduzir 08 visitas de palhaço com a participação de alguns alunos da formação.
O ambiente hospitalar, por lidar diretamente com a fragilidade da vida, é uma realidade complexa que afeta não apenas os pacientes, mas também seus acompanhantes e os funcionários. Para os pacientes, representa um espaço permeado por vulnerabilidade, ansiedade e desconforto, onde enfrentam não apenas desafios físicos, mas também emocionais. Para os acompanhantes, é um cenário emocionalmente desafiador, marcado pela espera ansiosa e pela constante preocupação com o bem-estar do ente querido. Por sua vez, os funcionários enfrentam uma carga intensa de trabalho, em um ambiente árduo e estressante, que exige um alto nível de concentração e cuidado. Diante dessas três perspectivas, o projeto PALHAÇADA DE PLANTÃO: o riso a serviço da Saúde surge como uma iniciativa que tem o intuito de promover o bem-estar geral para o espaço clínico. Por meio de visitas às diversas alas hospitalares, a dupla de palhaços Julieto e Esbelta busca proporcionar momentos de leveza, alegria e descontração. Com sua abordagem lúdica e criativa, os palhaços buscam não apenas entreter, mas também criar uma atmosfera positiva e acolhedora no ambiente hospitalar, contribuindo para o bem-estar e a recuperação dos pacientes, além de oferecer apoio emocional aos acompanhantes e funcionários. Serão realizadas 160 visitas no período de 10 meses, a um hospital da rede pública de saúde (vinculado ao SUS), onde a dupla fará intervenções no ambiente hospitalar. O olhar sensível do palhaço diante das adversidades revela uma perspectiva única e profundamente humana. Em meio às situações difíceis e desafiadoras, o palhaço encontra uma maneira singular de enxergar o mundo. Com sua sensibilidade aguçada, ele é capaz de captar as nuances sutis das emoções humanas, oferecendo um olhar compassivo e acolhedor para aqueles que enfrentam dificuldades. O palhaço transcende as barreiras da dor e do sofrimento, transformando-os em oportunidades de conexão, empatia e resiliência. Sua abordagem gentil e amorosa convida as pessoas a encontrarem o humor e a esperança mesmo nos momentos mais sombrios, lembrando-nos da capacidade de transformação e superação que reside dentro de cada um de nós. A presença de palhaços em visitas hospitalares desempenha um papel crucial na humanização do ambiente hospitalar e no bem-estar dos pacientes, familiares e profissionais de saúde. Os palhaços oferecem não apenas entretenimento, mas também conforto emocional e apoio durante momentos difíceis. Sua abordagem lúdica e humorística cria uma atmosfera leve e descontraída, aliviando o estresse e a ansiedade associados à hospitalização. Além disso, as interações com os palhaços promovem a socialização, estimulam a comunicação e ajudam a restaurar a sensação de normalidade em um ambiente muitas vezes marcado por procedimentos médicos invasivos e rotinas monótonas. Para os pacientes, as visitas dos palhaços representam uma pausa bem-vinda na rotina hospitalar, trazendo momentos de alegria e reforço no ânimo. Para os familiares, é reconfortante ver o ente querido sorrindo e se divertindo, mesmo em meio às adversidades da doença. Já para os profissionais de saúde, os palhaços oferecem um suporte emocional valioso, ajudando a aliviar a carga emocional do trabalho diário e promovendo um ambiente de trabalho mais positivo e colaborativo. A presença de palhaços em hospitais vai além do entretenimento superficial; ela é essencial para promover a humanização da assistência à saúde e para proporcionar momentos de alegria e conforto em meio às circunstâncias desagradáveis da vida hospitalar. No mundo todo, diversos artistas, palhaços e profissionais da saúde têm se preocupado com a Saúde, que engloba não só a ausência de doenças, mas também qualidade de vida e bem-estar. Diversas iniciativas de palhaçaria hospitalar foram expandindo as perspectivas, desde o contexto pediátrico, abrangendo setores de adultos, a geriatria e a reabilitação, crianças e adolescentes com necessidades especiais, à preparação pré-operatória, às situações de coma, à reabilitação, aos cuidados paliativos, às zonas de catástrofe e isolamento, contextos de psiquiatria, com resultados não somente na melhoria do ambiente do serviço, mas também na redução do número de comportamentos destrutivos. A capacitação do palhaço, seja ele um profissional ou voluntário, deve englobar tanto os conhecimentos artísticos da palhaçaria quanto as habilidades técnicas e de sensibilidade necessárias dentro do ambiente hospitalar. Com essa perspectiva em mente, o projeto oferece uma oficina de formação gratuita com duração de 36 horas, abordando ambos os aspectos essenciais para atuar no hospital, com ênfase na ética, empatia e sensibilidade. Após a conclusão da oficina, serão selecionados voluntários para se juntarem a Julieto e Esbelta nas visitas hospitalares, visando aplicar os ensinamentos adquiridos. Além disso, os participantes receberão adereços cênicos que serão utilizados durante as visitas. Ademais, o projeto foi concebido de maneira descentralizada e inclusiva, reconhecendo a diversidade das comunidades atendidas pelos hospitais públicos. Essas comunidades abrangem pessoas de diferentes cidades vizinhas, com realidades econômicas, orientação sexual e identidade de gênero diversas e um grande contingente em situação de vulnerabilidade social. As intervenções serão direcionadas a uma ampla faixa etária, desde bebês até idosos, refletindo a diversidade das alas hospitalares. As visitas serão totalmente gratuitas, tanto para o hospital quanto para os pacientes, e os espaços de atuação serão adaptados para garantir a inclusão de pessoas com deficiência. Além disso, as intervenções serão flexíveis e adaptáveis, com foco nas necessidades individuais de cada pessoa atendida. Acreditamos que o projeto esteja alinhado às orientações da Lei 8.313/91, onde enquadra-se nos incisos I, II, III, IV, VIII e IX do Art. 1º que dizem, respectivamente, sobre: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humano e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Entendemos também que o projeto tem como finalidade o fomento à produção cultural e artística mediante a realização de intervenções em artes cênicas e o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais mediante a distribuição gratuita de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, conforme o Art. 3º inciso II alínea c e inciso IV, alínea a. Além disso, de acordo com a Instrução Normativa nº 11, de janeiro de 2024, acreditamos que o projeto esteja de acordo com as medidas de acessibilidade previstas no Art. 27, incisos I e II, que dizem respeito aos recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida e aos recursos no aspecto comunicacional, para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual. Somando-se a isto, a democratização do acesso prevista no Art.29, pois todas as atividades não terão cobrança de ingresso e o acréscimo da contrapartida social, em forma de oficina, como anunciado no Art. 30, inciso V e no Art. 32, parágrafo 1º.
Oficina: Palhaçada no hospital Duração: 36 horas, dividida em 3 módulos de 12h. Objetivos: - Capacitar e preparar os participantes para atuar como palhaços em hospitais de forma empática, sensível e ética. - Promover treinamento prático em técnicas da palhaçaria, improvisação e jogo, adequado e sensível às necessidades do ambiente hospitalar; - Aprimorar as habilidades dos participantes para se comunicarem de forma empática e sensível com pacientes, familiares e profissionais que atuam em hospitais, reconhecendo as particularidades de cada interação; - Abordar questões éticas, como respeito à privacidade dos pacientes, limites de atuação e responsabilidade dos palhaços; - Orientar sobre medidas de biossegurança e higiene a serem seguidas durantes as visitas aos hospitais; Público-alvo Pessoas maiores de 18 anos que trabalhem ou desejem trabalhar como palhaços no ambiente hospitalar. Metodologia: Exercícios práticos, atividades em grupos, jogos teatrais e musicais. Conteúdo programático Módulo 1: Palhaço, um ser de afetos Este módulo propõe um mergulho para dentro de si, buscando o lado inadequado, ingênuo e bobo de cada participante. Essa busca é fundamentada em uma escuta profunda de si, do momento presente e do outro. O objetivo é se relacionar com tudo o que acontece, percebendo e transbordando os seus afetos, sem julgamentos internos e externos. Uma escuta com todo o corpo, estabelecendo uma relação empática consigo e com as outras pessoas. Programa: - Escuta de si e do outro; - Pontes do olhar; - Triangulação e compartilhamento; - Afetar e ser afetado; - Estado de jogo; - Fundamentos da improvisação e improvisação de cenas/situações. Módulo 2: Compondo o seu palhaço Este segundo módulo é dedicado a composição dos palhaços dos participantes, na elaboração de um repertório de ações e de elementos estéticos, como o figurino e a maquiagem. Também será aprofundado aspectos técnicos específicos da palhaçaria e da lógica e estado de palhaço. Programa: - Experimentação de figurino, maquiagem e adereços; - Lógica do palhaço: formas de pensar, agir e reagir; - Estado de palhaço: - Gesto e ritmo; - Foco e interesse; - Dramaturgia das sensações e dos problemas. Módulo 3: Palhaçada no hospital Neste módulo, serão abordadas as especificidades da palhaçaria hospitalar, sensibilizando os participantes para as complexidades desse ambiente, incluindo as necessidades emocionais dos pacientes, familiares e profissionais de saúde. Será estimulada a empatia e o respeito à diversidade cultural, promovendo valores éticos como privacidade, profissionalismo e segurança. Capacitaremos os participantes a lidar com situações delicadas, fornecendo orientações sobre medidas de higiene e segurança hospitalar. Programa: - Entradas e saídas de um quarto no hospital; - Estratégias para lidar com situações delicadas; - Particularidades na atuação em ambiente hospitalar; - Instruções sobre biossegurança e higiene.
VISITAS HOSPITALARES Acessibilidade física: O local das visitas será dentro de um hospital, tendo como critério de escolha do mesmo a acessibilidade. Acessibilidade para deficiência intelectual: As visitas interagem com a necessidade de cada indivíduo, não possuem grande ampliação sonora e acontece a partir da interação entre o palhaço e o paciente, familiar ou funcionário, sendo respeitados os limites e interações possíveis. Acessibilidade para deficiência auditiva: As visitas podem ser adaptadas, sem a necessidade da linguagem falada. Mesmo assim, todo o conteúdo produzido e compartilhado nas redes sociais contará com legendagem. Acessibilidade para deficiência visual: As visitas serão adaptadas para estimular a pessoa com deficiência visual atras dos outros sentidos, como tato, audição, de acordo com a interação que surgir no momento da visita. OFICINA DE FORMAÇÃO Acessibilidade física: Será escolhida, uma sala ampla, com portas com largura suficiente para receber cadeirantes, de preferência no andar térreo, ou, se em outros andares, com acesso por rampas ou elevadoras Acessibilidade para deficiência visual: Não há necessidade de audiodescrição durante a oficina, pois a maneira de contato se faz pelo sensível, através do toque, da percepção e da escuta. Acessibilidade para deficiência auditiva: Há a previsão de contratação de profissional que fará a tradução em libras caso exista algum participante da oficina com deficiência auditiva.
No intuito de alinhar o projeto no que prevê a IN 11/24, dentro do Art. 30, inciso III, IV, V e VI, serão disponibilizados, na Internet, registros audiovisuais das visitas, acompanhado com libras e audiodescrição; será garantida a captação e veiculação de imagens das atividades e das visitas por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; serão realizadas, gratuitamente, atividades paralela ao projeto, em forma de oficina.
Proponente, palhaça, assistente da oficina: Mariana Horlle Atriz, dramaturga, arte-educadora, palhaça. Formada no curso de Teatro pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005-2008). Especialista em Música, pela Universidade Feevale (2013) e Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2021). Integrante do Grupo Oigalê – Cooperativa de Artistas Teatrais desde 2012, onde atuou como atriz e instrumentista no espetáculo O Baile dos Anastácio e na substituição do espetáculo O Negrinho do Pastoreio e Miséria Servidor de Dois estancieiros. Atualmente atua como atriz e instrumentista nos espetáculos Deus e o Diabo na Terra de Miséria, A Máquina do Tempo e Circo de Horrores e Maravilhas, espetáculos de Teatro de Rua. Atuou, junto ao grupo Ato. Cia Cênica, no projeto #7x Beckett. Trabalhou na construção dramatúrgica do Grupo Beckett-we. Atuou, em 2021, na performance E O Que Restou do Barro Silenciou a Mulher, dirigida do Lili Monteiro (São Paulo). Trabalha como oficineira de teatro na APABB-RS, uma ong voltada para o atendimento de pessoas com deficiência. Atuou como arte-educadora em projetos de contraturno escolares junto à Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre). Começou sua pesquisa na linguagem da palhaçaria no ano de 2015. Cursou oficinas com Melissa Dornelles Porto Alegre, Fábio Castilhos, Márcio Ballas e com o Grupo Tia Teatro. Em 2016 ingressou no projeto Doutores Palhaços, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), tendo realizado visitas como palhaça no Hospital da Criança Conceição (Porto Alegre) e no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (Porto Alegre). Em 2024, junto ao grupo Médicos do Sorriso, realizou visitas no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (Porto Alegre). Palhaço, ministrante da oficina de formação: Fábio Castilhos Ator, diretor, dramaturgo e palhaço. Formado no curso de Graduação em Teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (2004-2007). Mestrando em Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2022). Co-fundador da TrupeZonaDeTeatro (2015). Foi integrante do grupo de pesquisa Ator Autor (2007-2008), coordenado por Tatiana Cardoso e também do Grupo Experimental de Teatro da Prefeitura de Porto Alegre (2009-2010), coordenado por Maurício Guzinski. Dirigiu e assinou a dramaturgia do espetáculo “O Baú - Lembranças e Brincanças”, com o qual ganhou o prêmio Tibicuera de Teatro Infantil de Melhor Direção e Melhor Dramaturgia. Começou sua pesquisa na linguagem da palhaçaria em 2007. Cursou oficinas de palhaço com Pepe Nunez (Espanha), Martin Martinez (Argentina), Ivan Prado (Espanha), Ésio Magalhães (Barracão Teatro), Tato Villanueva (Argentina), Avner Eisenberg (EUA), Ricardo Puccetti (Lume Teatro), entre outros. Ator/palhaço no espetáculo “Enfim Sós – Uma tragicomédia clownesca” (2015), contemplado pelo Prêmio Funarte Caixa Carequinha de Estímulo ao Circo, com o qual realizou visitas sistemáticas em dois asilos de Porto Alegre/RS durante 9 meses. Ator/palhaço, diretor e dramaturgo no espetáculo infantil “Viajantes das Galáxias” (2017), com o qual ganhou o Prêmio Tibicuera de Melhor Dramaturgia e foi indicado a Melhor Ator. Em 2018 estreou seu primeiro trabalho solo na linguagem da palhaçaria, “Palhaço, demasiado palhaço”. Ministrou com Melissa Dornelles diversas edições da Saída de Emergência, oficina/intervenção de palhaços (2015-2016). Ministra a oficina “Te Joga Palhace!” desde 2017, tendo realizado mais de 20 edições em formatos intensivos e extensivos. Realizou visitas no asilo Vila Florida em Porto Alegre/RS (2022). Realizou junto ao grupo Médicos do Sorriso visitas nos hospitais Santa Rita (Porto Alegre), Presidente Vargas (Porto Alegre) e Centenário (São Leopoldo) nos anos de 2022 a 2024. Produção Executiva: Amora Produções Culturais A Amora Produções Culturais surgiu em 2012 na cidade de Porto Alegre e desde então tem atuado intensamente na gestão de projetos culturais via editais e leis de incentivo. Dentre os principais trabalhos já realizados destacam-se: direção executiva para o Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação (Pelotas – 2010) elaboração do projeto do espetáculo Estremeço da Cia Stravaganza aprovado no edital Myriam Muniz e Fomento Porto Alegre (Porto Alegre - 2012), concepção, elaboração e direção executiva no festival Canto Livre Estudantil (Porto Alegre - 2014 e 2016), concepção, elaboração e direção executiva no projeto Arte Movie – Festival de Curtas (Rio Grande do Sul 2014, 2016 e 2020), concepção e elaboração do espetáculo Zaoris aprovado no FAC das Artes (Porto Alegre – 2014), concepção, elaboração e produção executiva do espetáculo #7xbeckett aprovado no edital Funarte na Rua e Fumproarte (Porto Alegre – 2014), concepção, elaboração e produção executiva no projeto Incorpore – Mostra de Dança Inclusiva (Chapecó 0 2018), concepção, elaboração e produção executiva no projeto Cine Circular (várias cidades – 2019), elaboração do projeto Caravaggio: Uma história de Fé (Farroupilha – 2019), concepção e elaboração do projeto Em busca de uma infância perdida (várias cidades – 2020). Foi produtora executiva da primeira edição do Projeto “Impulso: viajando pelo mundo”.
PROJETO ARQUIVADO.