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PRONAC 243306Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival Ponte Que Pariu 2025

48.506.275 THIAGO MARINHO FREIRE COSTA
Solicitado
R$ 950,9 mil
Aprovado
R$ 950,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2024-11-15
Término
2025-04-15
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

O projeto cultural Ponte Que Pariu 2025, prevê a realização da quarta edição do bloco pré-carnavalesco, que tem como principal característica unir a energia e tradição das fanfarras de rua, a um festival de música brasileira. O bloco está marcado para o dia 22 de fevereiro de 2025 no Centro de Florianópolis/SC. Para completar, após o Carnaval, prevemos a realização duas palestras/bate-papo sobre economica criativa e carnaval, com profissionais de renome, e duas oficinas musicais em centros comunitários.

Sinopse

Não aplicável.

Objetivos

Objetivo Geral: - Realizar evento gratuito de longa duração (9h às 22 horas), em espaço público, com participação de uma fanfarra, 01 banda nacional, 3 bandas locais, 3 DJs e artistas circenses; - Realizar 01 palestra/bate-papo sobre economia criativa, com a professora da UFRB, Daniele Canedo, coordenadora do Observatorio da Economia Criativa / Bahia; - Realizar 01 palestra de rua com o professor Antônio Simas; - Realizar 02 oficinas musicais em centros comunitários (a definir), com oficineiros da Fanfarra da Ponte. Objetivo Específico: - Democratizar o acesso à cultura, através da realização de evento musical com artistas de valor reconhecido, de forma impactar diferentes grupos socioeconômicos; - Introduzir diferentes estilos musicais para ampliar o repertório cultural da comunidade, como também, fortalecer a cena cultural independente da cidade/estado através da contratação dos agentes locais; - Criar um ambiente inclusivo que celebre a diversidade cultural através da música; - Repetir os anos anteriores e garantir a integração de práticas sustentáveis no evento, através da gestão de resíduos.

Justificativa

Florianópolis/SC está notoriamente fora do circuito cultural brasileiro. E no Carnaval não é diferente: os festejos se resumem a poucos bairros e a diversidade cultural e de gêneros musicais não fazem parte do enredo. Após realizar nosso evento piloto em 2020, 2023 e 2024 de forma quase independente, buscamos para os festejos de 2025 fazer uso da Lei Rouanet de forma a concretizar e ampliar o projeto. Por que utilizar a Lei Rouanet: 1 - A lei é uma das únicas possiblidades de conseguirmos realizar o projeto de forma mais estruturada, com os devidos equipamentos e estruturas necessárias a receber o público, que oscila entre 12 a 15 mil pessoas por noite; 2 - Diferente das duas primeiras edições, nos quais a organização, produtores, fornecedores e artistas receberam como pagamento /cachê um valor bem abaixo do mercado, desejamos ser devidamente remunerados pro um projeto de valor reconhecido pelo público; 3 - A diversidade de ritmos é uma marca das nossas produções e do nosso Carnaval. Tem samba, maracatu, samba-reggae e outras brasilidades, mas tem também, discotecagem, latinidades e jazz. Tudo feito por bandas independentes locais e nacionais, de forma a fortalecer a rede e o intercâmbio artístico. Vale enfatizar, que ao realizar no Verão/Carnaval, período de alto movimento de turistas nacionais e internacionais, nós colaboramos também na difusão dos trabalhos musicais e artísticos entre os mais diferentes públicos; 4 - O calendário de eventos culturais musicais gratuitos de Florianópolis/SC é bem reduzido. Democratizar o acesso a cultura através de apresentações musicais com grupos de valor reconhecido é uma necessidade da cidade; 5 - As atividades complementares também são de grande importância para o projeto. Através das palestras, buscamos levar a nossa "causa" para o debate público. Qual o valor real do carnaval para a cidade? O quanto ela é importante para a economia e para os agentes que estão ao seu redor - esses temas serão debatidos pela professora Daniele Canedo. Já o professor Antônio Simas falará sobre a cultura da festa de rua, do carnaval, dos encatos. Ele mistura história, política, samba, dentre outros temas. A 'aula-aberta' do professor será realizada em espaço público (como tem sido no Rio de Janeiro), mais especificamente na Rua Victor Meirelles. Nosso projeto se enquadra no artigo 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991. Em especial, nos INCISOS: > I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; (nossa proposta é de acesso gratuito, de ampla difusão e sem restrições de idade e faixa social) > II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (através do intecâmbio artístico e uso de bandas locais) > III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; (trabalharemos com grupos e bandas locais - desde escolas de samba a grupos de música alternativa/independente) > IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; (a presença da escola de samba e de grupos de maracatu e samba-reggae estão previstos) > V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (o "palco aberto" está em nossa programação. Acreditamos ser uma forma de estimular e reconhecer novas bandas e agentes da cultura) > VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (nosso produto principal é o "CARNAVAL") > IX - priorizar o produto cultural originário do País. (os grupos musicais serão majoritariamente brasileiros) Através da realização do referido projeto alcançaremos os seguintes objetivos do artigo 3 da lei Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991. > II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; > III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; > IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

O projeto será realizado no Parque Metropolitano Francisco Dias Velho, Centro, Florianópolis/SC. Instagram do projeto: https://www.instagram.com/blocopontequepariu/ Instagram das duas produtoras envolvidas no projeto - Casa de Noca: https://www.instagram.com/noca_floripa/ - Arvo: https://www.instagram.com/arvofestival Ponte que Pariu na Mídia:2024 - https://globoplay.globo.com/v/12328612/- https://www.youtube.com/watch?v=fRfColj8QGw 2023- https://www.youtube.com/watch?v=IerHW6p4nbw- https://www.youtube.com/watch?v=CxX5fp_-DzI 2020- https://www.nsctotal.com.br/noticias/fotos-bloco-ponte-que-pariu-leva-alegria-do-carnaval-de-rua-a-regiao-da-ponte-hercilio-luz- https://ndmais.com.br/cultura/bloco-na-ponte-hercilio-luz-da-sequencia-ao-pre-carnaval-de-florianopolis-neste-sabado/ After movie 2020 - https://www.youtube.com/watch?v=RqYz0zXXv-c -

Especificação técnica

Não aplicável ao projeto.

Acessibilidade

- Os shows, palestras e bate-papos contarão com intérpretes em Libras; - Todos os espaços utilizado pelo projeto dispõem de acesso e estruturas adaptadas a pessoas com mobilidade reduzida. O local do evento principal contará com banheiros específicos para PcDs; - A comunicação do projeto fará uso da linguagem simples. Como referência utilizaremos o manual da Enap - Escola Nacional de Administração Pública, que dá dicas e orientações sobre o tema; - Nossa comunicação em redes sociais seguirá diretrizes de acessibilidade como colocar menções e hashtags ao final do conteúdo, limitar o uso de emojis e evitar caracteres especiais, para que não sejam um entrave no meio da leitura. Evitaremos também usar arroba ou a letra X como recurso de linguagem neutra. Por exemplo, em vez de “tod@s” ou “todxs”, por exemplo, usaremos “todes” ou “todas e todos”. Buscaremos escrever com com uma linguagem clara, com pontuação, acentuação e gramática corretas. Utilizaremos também a hashtag #PraCegoVer e as devidas descrições em nossa comunicação nas redes sociais; - Incluiremos de legendas em vídeos para torná-los acessíveis a pessoas com deficiência auditiva ou para aquelas que preferem ou precisam de legendas para compreender o conteúdo; - Planejamento de mídias e divulgação com confecção de convites e materiais acessíveis e intervenção direta junto às instituições de atendimento a pessoas com deficiência como APAEs (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), ACIC (Associação Catarinense de Integração ao Cego) entre outras, para divulgação; - Para o Ponte Que Pariu, montaremos uma Área PdC, próxima ao palco.

Democratização do acesso

- Todas as atividades do projeto serão de acesso gratuito; - O local de realização é de fácil acesso, numa localidade central da cidade, região com terminais de ônibus municipais, intermunicipais e estaduais; Sobre nosso plano de comunicação / alcance de público: Planejamos a comunicação/divulgação com base em cinco frentes: redes sociais, assessoria de imprensa, mídia paga, materais gráficos e ativações de marca. Acreditamos que dessa forma conseguiremos cobrir bem os espaços, mobilizar a comunidade e atingir diferentes públicos. Nas redes sociais faremos os lançamentos e apresentaremos a programação. Iremos também abordar nosso cotidiano através de relatos e vídeos de cobertura. Através dos posts patrocinados, usaremos ferramentas de direcionamento geográfico e por temas de interesse para atingir nosso público. Dentre os posts patrocinados, destaque para os VTs gravados especialmente para informar ao público dos eventos principais do projeto. Somadas, as redes sociais da Casa de Noca, parceiros e artistas, somamos cerca de 80 mil seguidores. As redes sociais também serão o espaço para publicarmos os registros fotográficos e audiovisuais do projeto. Para furar a bolha das redes sociais e alcançar outros públicos, nossa assessoria de imprensa terá foco nos meios de comunicação tradicionais, como rádios, impressos e sites de notícias. A produção estará responsável em divulgar junto a grupos e associações culturais dos bairros da região. Para completar, prevemos a distribuição de cartazes A3 por pontos de cultura, instituições de ensino, bares, entre outros pontos estratégicos da capital catarinense. - Mailing list: nossa mailing list conta com mais de três mil endereços. Dentre esses seguidores, contamos com diferentes perfis: desde os interessados em participar das oficinas, ao público interessado nos eventos musicais;- Jornais, rádios e TV serão atingidos através dos trabalhos da assessoria de imprensa. Além de matérias, buscaremos espaços com inserções ao vivo, entrevistas, etc.- A mídia paga será distribuída em diferentes veículos de publicidade, e vai garantir que o grande público tenha ciência do nosso projeto. O investimento em busdoor, outdoor, publicidade em sites e páginas do Instagram, e inserções de rádio estão em nossa planilha. Tanto a localidade dos outdoors, como a área de circulação dos busdoors serão pensados de forma estratégica, tendo em vista alcançar diferentes grupos sociais e comunidades. Para completar, planejamos a intervenção direta junto às instituições de atendimento a pessoas com deficiência como APAEs (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), ACIC (Associação Catarinense de Integração ao Cego) entre outras, para divulgação.

Ficha técnica

O projeto é trabalho conjunto entre as produtoras Casa de Noca e Arvo. Marinho Freire (48.506.275 THIAGO MARINHO FREIRE COSTA) - Coordenador de projeto Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela UFBA, Marinho Freire atua a mais de 15 anos com gestão cultural, elaboração e execução de projetos culturais, eventos e festivais de música, e comunicação. Recentemente, concluiu o curso de UX e UI Design, tendo em vista a vontade de atuar na área de comunicação, pesquisa e tecnologia. Como produtor, Marinho tem atuado em Florianópolis/SC e Salvador/BA, é sócio da empresa Casa de Noca (@noca_floripa), do Chaaama Festival (@chaaamafestival) e do bloco carnavalesco Ponte que Pariu (@blocopontequepariu). É também idealizador de projetos culturais como Torto (2019), Laboratório de Apoio à Arte Baiana (2021) e do livro infantil digital "Fica em Casa, Olga" (2021). Outros trabalhos relevantes são os podcasts Histórias da Bahia e Papicast (através da Agência Dindon), a atuação como produtor-executivo freelancer na Casa Devassa (2020), como produtor de programação na Virada Sustentável Salvador (2019), assistente de transporte na Copa América (2019), e como produtor-executivo e diretor de palco no Salvador Mapping (2018). Através da Casa de Noca foi contemplado com o Prêmio Funarte Festivais de Música 2020, Prêmio Funarte de Programação Continuada para Música Brasileira 2015 e o Prêmio de Culturas Populares 2018, do Ministério da Cultura. Produziu eventos e shows com bandas e artistas de renome nacional como João Bosco (MG), Baiana System (BA), Ponto br (BRASIL), Larissa Luz (BA), Orquestra Contemporânea de Olinda (PE), BNegão (RJ), Rincon Sapiência (SP), Ponto de Equilíbrio (RJ), Siba (PE), Orquestra Nômade (SP), Metá Metá (SP), entre outros. Rafael Rodriguez- Produtor-executivo e apoio técnico especializado em licenças e alvarás, para eventos em espaço público Com formação em Engenharia de Aquicultura pela Universidade Federal de Santa Catarina, Rafael Rodriguez encontrou sua verdadeira paixão no mundo dos eventos culturais e produção artística. Desde maio de 2016, tem se destacado como consultor, prestador de serviços e mentor na realização de eventos culturais de grande impacto. Seu conhecimento em engenharia proporciona uma abordagem única para o desenvolvimento e aplicação de ferramentas de estudo de viabilidade, controle orçamentário e análise de risco. Especializado em projeção de cenários e no controle financeiro, prestou serviço a importantes eventos do calendário catarinense, como o Arvo Festival, Festival de Choro da Primavera, Feira Gastronômica dos Imigrantes, Ekoa Festival e Flow Floripa Festival. Rafael é o sócio fundador do espaço cultural Casa de Noca (2011 a 2018) e da Casa de Noca Produtora (2012- atual), onde lidera projetos, planejamento estratégico e a gestão de eventos com artista nacionais como Baiana System, Orquestra Contemporânea de Olinda, BNegão, Ponto de Equilíbrio, Aláfia e muitos outros. Atualmente, é também sócio do espaço cultural Bugio, que se destaca como ponto de apoio à circulação de artistas independentes, e pelos eventos de rua. Mônica Becker (da produtora Base Cultural) - gestão financeira / prestação de contas  Atua há 12 anos em Florianópolis;  Trabalha com produção executiva de eventos culturais e artísticos;  Contratação e gerenciamento de staff para Festivais;  Trabalha com foco na democratização das expressões artísticas, aproximando a arte das pessoas através de projetos inovadores e abrangentes;  Incentiva, promove e produz artistas locais fortalecendo os talentos do Estado de Santa Catarina. Projetos Realizados - Fanfarra da Ponte e Núcleo de Estudos Fanafrra da Ponte – Produção Executiva da Fanfarra da Ponte e do Núcleo de Estudos Janeiro 2021 - atual, Florianópolis/SC - Documentário Rendas ao Vento, sobre as rendeiras de Florianópolis. São 3 episódios de 15 minutos cada um, abordando os diferentes aspectos da atividade da Renda em Florianópolis. A Base Cultural fez a produção executiva. - Produção executiva do FICASC - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense – realizado no período de 14 a 20 de setembro de 2020.https://www.ficasc.com.br/ . - Produção executiva do FICASC - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense – realizado no período de 10 a 14 de setembro de 2019 nas cidades de Lages, São Joaquim e Urubici. - Livro de fotografias “Carvão Mineral em Santa Catarina: uma visão fotográfica”. Dezembro de 2018, Santa Catarina. Livro de fotografias artísticas de Pedro Malamam e fotografias antigas que registram a história da extração do carvão em Santa Catarina, contendo aspectos culturais, sociais e econômicos desta atividade. Projeto realizado através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. - 2º SIMB - Seminário de Improvisação Musical Brasileira Maio de 2018, Florianópolis/SC Projeto selecionado no Edital Elisabete Anderle de Cultura do Estado de Santa Catarina de 2017. O Seminário de Improvisação Musical Brasileira reúne instrumentistas, críticos musicais e musicólogos para pensar e debater coletivamente a improvisação musical brasileira. Foram 7 oficinas de diferentes instrumentos e canto, 1 oficina de prática de conjunto, 3 palestras e 4 concertos - Expedição Brasil do Fotógrafo Renan Rosa Outubro de 2015 a dezembro de 2016, Brasil Livro de fotografias artísticas da população brasileiras, seus costumes e cultura além de paisagens do nosso país. Projetorealizado através da Lei Rouanet http://expedicaobrasil.art.br/ - Seminário de Improvisação Musical Brasileira Abril 2015, Florianópolis Projeto selecionado no Rumos Itaú Cultural - abril 2015 - http://seminariomusical.com.br/ Bruno Andrade- diretor técnico (sonorização e iluminação) Bruno Andrade é um profissional de áudio com vasta experiência em direção técnica, som ao vivo e estúdio. Trabalhou com artistas nacionais e internacionais em festivais de grande porte. Além disso, possui conhecimento em mixagem, masterização e gravação em home studio, com uma sólida formação que inclui diversos workshops e cursos. Seus quatro trabalhos mais recentes incluem: Em maio de 2023, atuou como diretor técnico, diretor de palco e técnico de som para Kiko Dinucci e Juçara Marçal com a Noca Fora de Casa em Florianópolis/SC. Em 2022, desempenhou o papel de diretor técnico em shows de artistas renomados, como Baco Exu do Blues, Don L, Flora Matos, Racionais MC's e Criolo com a Whatafunk Produtora em Florianópolis/SC. Em outubro de 2022, foi o técnico de som responsável pelo show de Karol Conká em Florianópolis/SC. Em setembro de 2022, assumiu a direção de palco para shows de artistas como Jorge Ben Jor, Planet Hemp, Emicida, Rael e outros, durante o Floripa Ecofestival em Florianópolis/SC. Com seu histórico de colaborações com artistas renomados e compromisso em proporcionar a melhor experiência sonora, ele continua a se destacar no mundo do áudio ao vivo e em estúdio. Rodrigo Trindade- diretor técnico (estruturas) Rodrigo Trindade é um renomado profissional no mundo dos festivais de música, com uma vasta experiência em garantir que os eventos ocorram sem problemas e com segurança. Com um olhar afiado para detalhes técnicos e uma paixão pela música ao vivo, tornou-se um dos principais diretores técnicos de Santa Catarina. Nos últimos anos, atuou em festivais de valor reconhecido como Floripa Eco Festival, Arvo Festival, Chama Festival, entre outros.Além de sua especialização técnica, Rodrigo é conhecido por sua habilidade em gerenciar equipes multidisciplinares, garantindo que todos os aspectos da produção de um festival estejam sincronizados. Sua abordagem meticulosa e seu compromisso com os mais altos padrões de segurança tornaram-no uma figura respeitada na indústria. Soma-se aos eventos citados, outros de grande porte, como o Lollapalooza, Serasa Experian, Summit Cidades 2023, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.