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PRONAC 243314Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Bàyànni - Espetáculo Performático

LUCIANO DA SILVA CANDEMIL 82413711953
Solicitado
R$ 337,5 mil
Aprovado
R$ 337,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Samba
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Balneário Camboriú
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

Realização de 22 apresentações renovadas do espetáculo performático Bàyànni, alicerçadas em experiências estéticas afro-centradas, envolvendo teatro, dança e percussão popular. A proposta procura relacionar aspectos importantes das matrizes africanas que fazem parte da cultura afro-brasileira. As apresentações acontecerão em cidades catarinenses, contemplando 3 mesorregiões diferentes, garantindo 50% das apresentações para cidades com até 100 mil habitantes. Os locais escolhidos serão de fácil acesso ao público. Cada apresentação terá a duração de 40 minutos, sendo totalmente gratuita e contará com intérprete de Libras. A proposta inclui a elaboração de um site e um perfil em redes sociais onde serão disponibilizados os registros das apresentações, bem como, materiais relacionados ao tema.

Sinopse

O espetáculo Bàyànni é uma performance teatral em narrativa coreográfica que procura valorizar a história de mulheres negras que passaram de princesas à condição de escrava. Traz à cena o universo feminino dessas mulheres representadas na figura de Luiza Mahim, uma quituteira da antiga cidade de São Salvador, na Bahia, figura de extrema relevância na Revolta dos Malês. De certa maneira, o Bàyànni visa enfatizar a luta pelo respeito às mulheres, por meio da ligação da ancestralidade com a contemporaneidade, O espetáculo também apresenta um trecho de carta e poema de Luiz Gama; e inclui alguns quadros sobre o candomblé, uma religião de origem africana, na qual a música, a dança e a comida são alguns dos elementos principais na base da formação da cultura brasileira. Bàyànni é considerado um orixá da família de Xangô. Segundo alguns mitos, foi o seu irmão ou irmã que o ajudou a conquistar o trono de Oyó. Bàyànni pode também ser designada como uma espécie de coroa de búzios, usada na África pelos sacerdotes de Xangô, e que no Brasil complementa o traje deste orixá. A pesquisa para a composição de Bàyànni teve início no ano de 2013, com o desenvolvimento de uma performance experimental que culminou em mostra pública no Museu Víctor Meirelles e no Espaço Coletivo Degrau, ambos em Florianópolis. Agora, a artista Aldelice Braga pretende renovar o espetáculo, tendo como alicerces experiências artísticas concomitantes no segmento da criação e de formação. E por fim, pretende-se trazer à tona a reflexão e a conscientização da importância da cultura africana na formação e na construção de identidades brasileiras, resgatando suas fontes nas comunidades negras localizadas em Santa Catarina.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a circulação da versão renovada do "Bàyànni - Espetáculo Performático" em cidades catarinenses de 3 mesorregiões diferentes do estado. Envolvendo diversas linguagens artísticas, tendo como suporte epistemologias e experiências estéticas afro-centradas, visa promover e reverberar reflexões críticas sobre a importância das matrizes africanas para a cultura nacional, além de proporcionar momentos de fruição artística. Objetivo específico - Realizar 22 apresentações da versão renovada do "Bàyànni - Espetáculo Performático". - Produzir o novo cenário do "Bàyànni - Espetáculo Performático". - Produzir o novo figurino do "Bàyànni - Espetáculo Performático". - Adquirir 1 domínio de internet, com duração de 5 anos, para hospedagem do site do projeto. - Criar um site para disponibilizar materiais sobre o tema, agendas e registros das apresentações. - Cria um perfil no Instagram para divulgar as ações do projeto. - Elaborar 1 kit de artes gráficas para divulgação das apresentações - Imprimir 2 banners. - Produzir 70 camisetas contendo o nome do projeto e as logomarcas oficiais. - Elaborar 8 clipagens mensais de mídia. - Produzir um vídeo teaser com fotos das apresentações realizadas. - Disponibilizar uma gravação na íntegra do novo espetáculo "Bàyànni" no site e no canal do YouTube do proponente

Justificativa

Dados iniciais da Justificativa - Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 contemplados neste projeto: I, II, III, VIII e IX: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre.... II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira ... III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais ... VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais ... IX - priorizar o produto cultural originário do País. - Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 a serem alcançados neste projeto: I (c), III (d), IV (b) e V (c) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, ... espetáculos de artes cênicas, ... III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, ... e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Por que a Lei de Incentivo à Cultura? A inclusão social e cultural é um dos alicerces fundamentais para uma sociedade mais justa e equitativa. Sendo assim e indo direto ao ponto, a Lei de Incentivo à Cultura torna-se um dos poucos senão raros mecanismos potentes de fomento capazes de possibilitar a execução de um projeto cultural dessa natureza artística e envergadura; e totalmente gratuito. É importante salientar que os atuais editais de cultura de nível municipal ou estadual, normalmente, não dão conta da amplitude proposta aqui. Por isso, se faz necessário, realizar o presente projeto por meio de uma ferramenta de incentivo federal. Por outro lado, contribui para que a Lei Federal de Incentivo à Cultura cumpra seu papel de fomentar a cultura, mas também de promover a inclusão e igualdade de oportunidades. Outro ponto que merece destaque é a possibilidade do elenco e da equipe técnica em compartilhar suas experiências e saberes artísticos e acadêmicos para um grande público. Sobre o Bàyànni - Espetáculo Performático A pesquisa para a criação do "Bàyànni" foi iniciada no ano de 2013, marcando o ponto de partida para o desenvolvimento de uma performance teatral experimental. Essa jornada culminou em uma apresentação pública realizada no Museu Víctor Meirelles e no Espaço Coletivo Degrau, em Florianópolis. Na sequência, a artista Aldelice Braga, idealizadora e atriz solo, continuou suas pesquisas e com o desejo de revitalizar o espetáculo procurou o diálogo com a dança e música, afro-centradas, criando experiências artísticas que a levaram a constituir parcerias com a UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina. Um dos resultados desse processo, foi o convite para participar do XV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, em 2015. Segundo Verger (1999), na mitologia iorubá, África Ocidental, Bàyànni é uma orixá de caráter feminino, irmã de Xangô. No Brasil, é chamado de Dadá Ajacá, sendo representado por uma coroa de búzios chamada Adê Baiâni. Em Salvador, na Bahia, é um orixá cultuado no Terreiro do Gantois, uma das poucas casas de candomblé que ainda cultua este orixá (CASTILLO, 2017). A respeito da relevância artística e política, este trabalho procura destacar a importância das mulheres negras diante de grupos hegemônicos. Por conta disso, aborda temáticas ligadas a esse universo feminino, enfatizando a situação e os problemas da mulher negra na história da sociedade brasileira, indo de encontro com as observações de Rosana Borges: "A negligência em reconhecer o papel das mulheres negras nas concepções e planos que delineiam o futuro do Brasil tem perpetuado a postergação de um diagnóstico mais preciso sobre desigualdade, pobreza e outras variáveis" (BORGES, 2020). Nesse sentido, a direção do trabalho aproveita para trazer à tona o debate a respeito da cultura afro-diaspórica (GILROY, 2001), de raízes ancestrais entrelaçadas pela história da relação Brasil-África (GUERREIRO, 2009) e propõe um recorte regional, investigando em quais pontos há similaridades com o contexto catarinense. O projeto também justifica-se pela trajetória, capacidade técnica e experiência do proponente, Luciano Candemil, e da atriz principal, Aldelice Braga, gerando um produto cultural de qualidade e que tem sua continuidade proposta pelo cunho artístico e formativo. Ao longo de mais de duas décadas de trajetória profissional, Aldelice Braga desempenhou múltiplos papéis, atuando como atriz, coreógrafa, professora de dança afro-brasileira e até mesmo como quituteira. Em 2019, essa abrangência a levou a diversas cidades ao redor do mundo, incluindo Rennes (França), Bolonha (Itália) e Almeria (Espanha). Foi uma das pioneiras na propagação da dança afro-brasileira em Florianópolis e localidades vizinhas, contribuindo significativamente para a formação das novas gerações de professores de dança afro e afro-brasileira no território catarinense. Luciano Candemil atua como músico, percussionista, compositor, professor, pesquisador e produtor musical. Luciano Candemil é doutor em música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Atua na música popular, em especial com os ritmos de matrizes africanas, participando de shows, gravações, elaboração e execução de projetos culturais, oficinas e workshops. No que se refere ao segmento da formação cultural, é importante ressaltar a escassez de iniciativas que registrem e disseminem a cultura afro-brasileira em Santa Catarina, com incentivo para sua prática e, consequentemente, acesso ao público em geral. Nessa direção é importante acrescentar resultados recentes da pesquisa realizada pelo Instituto Alana que informa que a lei sobre ensino de história e cultura afro-brasileira não é cumprida na maioria dos municípios brasileiros. Conforme aponta a pesquisa "71% das Secretarias Municipais de Educação realizam pouca ou nenhuma ação para implementar a Lei 10.639/03, promulgada há 20 anos para combater o racismo nas escolas" (INSTITUTO ALANA, 2023). Nesse sentido, acreditamos que as performances do "Bàyànni" podem ser consideradas como conteúdo, gerando debates e reflexões, e desse modo, colaborar como uma ferramenta de formação cultural. Em termos de conteúdo, a relevância histórica do projeto reside no resgate da história de Luísa Mahim, uma notável quituteira na antiga Bahia de São Salvador. A figura cativante de Luísa, fonte de inspiração para Aldelice, traz à tona o universo de uma mulher que lutou incansavelmente pela emancipação de seu povo, servindo de catalisadora para as histórias de outras mulheres contemporâneas. Atravessando a linha do tempo, desde a ancestralidade até os dias de hoje, "Bàyànni" mergulha profundamente na batalha pelo reconhecimento e dignidade das mulheres negras. BIBLIOGRAFIAS BORGES, R. M. R. BARBOSA, M. C.. Diálogos do "sexo débil": significações das cartas de mulheres no jornal A Matutina Meiapontense (1830-1834). Galáxia (São Paulo), p. 173-187, 2020. CASTILLO, L. E. O terreiro do Gantois: redes sociais e etnografia histórica no século XIX. Revista de História (São Paulo), p. a05616, 2017. GILROY, P.. O Atlântico negro: modernidade e dupla consciência. Editora 34, 2001. GUERREIRO, G.. Terceira diáspora_Salvador da Bahia e outros portos atlânticos. URL: http://www. cult. ufba. br/enecult2009/19287. pdf,(Acesso: 22 out. 09), 2009. INSTITUTO ALANA. Lei 10.639/03: a atuação das Secretarias Municipais de Educação no ensino de história e cultura africana e afrobrasileira / [organização Beatriz Soares Benedito, Suelaine Carneiro, Tânia Portella]. -- São Paulo, SP. Instituto Alana, 2023. VERGER, P. Notas sobre o culto aos orixás e voduns na Bahia de Todos os Santos, no Brasil, e na antiga costa dos escravos, na África. Edusp, 1999.

Estratégia de execução

Contrapartida Financeira e/ou Social Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente e, ao seu final, será produzido um vídeo com imagens e dados das apresentações para ser veiculado nas redes sociais do proponente e produtora. Conforme dito anteriormente em outras seções da presente proposta, por conta da natureza das atividades e produtos, de fato este projeto se configura como uma grande ação de contrapartida. Estimativa de Trabalho e Renda O projeto envolverá diretamente ao menos 30 profissionais que receberão remuneração de acordo com valores praticados no mercado. De forma indireta, o projeto alcança ainda cerca de 220 profissionais das áreas de transporte, hotelaria, alimentação, técnicos e limpeza, incluindo também os produtores locais. Continuidade do projeto cultural O projeto em si, por meio das apresentações e das estratégias de divulgação, visa multiplicar os efeitos da sua proposta. A partir das ações oferecidas, o grupo participante deve se sentir motivado e inspirado em continuar seus estudos na área de artes cênicas, dança e musical, em especial,, no que se refere a dramaturgia afro-centrada, podendo abrir novas perspectivas profissionais, de formação, socialização e fruição artística

Especificação técnica

Ao iniciar o projeto serão definidas as cidades e os locais onde acontecerão as apresentações do “Bàyànni - Espetáculo Performático”, levando em conta os objetivos deste projeto, a diversidade de público, a diversidade de tipos de ambientes, questões de logística, interesse, calendário, bem como, a disponibilidade dos espaços, os quais necessariamente devem estar em conformidade com a questão da acessibilidade. Cabe ressaltar, que as apresentações acontecerão em cidades catarinenses, contemplando 3 mesorregiões diferentes, garantindo 50% das apresentações para cidades com até 100 mil habitantes. Nesse sentido, a equipe de produção ficará atenta durante a fase de agendamento para encontrar um equilíbrio em termos de amplitude geográfica e representatividade social. Conforme já mencionado, os locais escolhidos serão de fácil acesso ao público. Todas as 22 apresentações previstas no projeto serão oferecidas gratuitamente, independentemente de acontecer em espaços públicos ou privados, sendo que a grande maioria dos espetáculos acontecerão em teatros municipais, auditórios de instituições de ensino público, salas e anfiteatros de escolas públicas, arenas ao ar livre, salões comunitários, salas de teatro de coletivos teatrais, salas de café concerto, entre outros. Em relação ao processo de criação (preparação cênica), os locais dos encontros, preparações e ensaios, serão definidos no início do projeto durante reuniões do elenco com a equipe técnica, devendo ocorrer na cidade de Florianópolis, sede da atriz principal. Cada apresentação terá a duração de 40 minutos, sendo totalmente gratuita e contará com intérprete de Libras. O espetáculo é uma performance de teatro-dança em narrativa coreográfica, com abordagens históricas a respeito de mulheres negras, em especial, a figura de Luiza Mahim, além de poemas de Luiz Gama. Traz também alguns quadros sobre o Candomblé, hoje, uma religião afro-brasileira amplamente espalhada pelo Brasil. Além do teatro e da dança, a música é um dos pilares da performance, a qual é executada ao vivo com instrumentos de percussão presentes na cultura afro-brasileira, intercalando ritmos e cânticos de domínio público com momentos de sonoplastia e trilha sonora. Portanto, o elenco é formado por duas pessoas, uma atriz e um músico percussionista, além de um/uma intérprete de Libras. Rider Técnico (ideal) - 2 microfones de lapela (voz); - 2 microfones para percussão (tambores e efeitos sonoros) Mapa de Palco - O espetáculo poderá acontecer no período vespertino ou noturno, conforme local e público-alvo. - A instalação cênica será arranjada conforme cada espaço físico. - Em termos de área cênica, a maior parte será destinada para a performance da atriz, a qual ocupará sempre a parte centro-frontal. A depender de cada espaço, o músico percussionista ficará situado ao fundo do espaço ou em uma das laterais. PÚBLICO ALVO Apresentações: As apresentações terão classificação livre. O público alvo serão pessoas de qualquer idade com interesse em conhecer a complexidade e riqueza das expressões culturais afro-brasileiras, como por exemplo: estudantes, professores, artistas, pesquisadores e público em geral. Público alvo preferencialmente beneficiado: estudantes das escolas públicas, comunidades periféricas e público em geral. Instrumentos musicais que serão utilizados nas apresentações: - Instrumentos de percussão popular com grande variedade de timbres, como por exemplo: atabaque, cowbell, agogô, caxixis, xequerês, - Instrumentos de efeitos sonoros: pau-de-chuva, guizos, chocalhos diversos, maracas, móbiles diversos, e objetos sonoros que imitam sons da natureza. - Baquetas, conforme cada instrumento. Site: conforme já mencionado, o site será uma ferramenta para disponibilizar materiais sobre o tema do projeto, agendas e registros das apresentações, em especial, uma gravação na íntegra do “Bàyànni - Espetáculo Performático”. Será desenvolvido uma identidade visual para o site, além do registro e compra de domínio por até 5 anos.

Acessibilidade

De acordo com a presente proposta, os locais escolhidos terão acesso a cadeirantes, pessoas com pouca mobilidade e idosos. Serão também consideradas as seis dimensões da acessibilidade (barreiras: arquitetônica, atitudinal, comunicacional, metodológica, instrumental, programática), conforme a Lei Federal de Acessibilidade (Decreto-Lei 5296 de 2 de dezembro de 2004) que regulamenta as Leis 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica; e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade em todos os espaços culturais. PRODUTO: Apresentações do Bàyànni - Espetáculo Performático ACESSIBILIDADE FÍSICA: serão escolhidos espaços que proporcionem a todas as pessoas uma maneira confortável e inclusiva de assistir o espetáculo. Estes locais deverão ter uma entrada espaçosa e livre de obstáculos, facilitando o acesso para cadeiras de roda e outras necessidades de mobilidade. Os corredores devem ser amplos, bem iluminados, com corrimão, bem como, contando com banheiros acessíveis nas proximidades. Na medida do possível, será dada preferência para espaços culturais que já possuam pisos antiderrapantes e já tenham instaladas as sinalizações para Braille. No espaço da plateia, haverá fileiras espaçosas, com áreas designadas para cadeiras de rodas e assentos acessíveis, quando for possível. Itens da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: Coordenação geral. Produção das apresentações. Assistente de produção. Produção executiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Antes de iniciar o espetáculo será feita a audiodescrição completa: descrição do ambiente, do cenário, do figurino e dos instrumentos utilizados. O programa do espetáculo terá uma versão em áudio, gravada ou narrada, garantindo o acesso às informações essenciais sobre o elenco, enredo e equipe de produção. Itens da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: Coordenação geral. Produção das apresentações. Assistente de produção. Locução gravada. Estúdio de gravação. Produção executiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contratação de um intérprete de Libras e reserva se assentos situados nas proximidades do palco. Itens da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: Coordenação geral. Produção das apresentações. Assistente de produção. Intérprete de Libras. Produção executiva ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão reservados assentos situados em locais específicos conforme a limitação apresentada. Itens da planilha orçamentária: os recursos, conforme foram previstos, fazem parte e estão inclusos nos seguintes itens do Orçamento: Coordenação geral. Produção das apresentações. Assistente de produção. Produção executiva. PRODUTOS: Site e Perfil no Instagram Conforme consta nos objetivos específicos, a criação do site e do perfil no Instagram visam disponibilizar materiais sobre o tema do projeto, divulgação das agendas e registros das apresentações, entre outros materiais em diferentes formatos, com o intuito de aumentar a visibilidade. Em outras palavras, conforme planilha orçamentária, o site e o perfil no Instagram são produtos de divulgação. Tendo em vista que o foco das apresentações é a interação presencial, e que o projeto em si tem caráter de contrapartida, ou seja, todas as apresentações são gratuitas, os materiais disponíveis no site e no Instagram visam atender outros públicos, em especial aqueles com problemas de locomoção ou situados a longa distância, mas que se interessam pelo tema. Contudo, tanto o site quanto o perfil no Instagram, fornecerão materiais e informações que garantam as medidas de acessibilidade, como por exemplo, a audiodescrição do cenário, do figurino, dos instrumentos utilizados, dos atores, e principalmente do programa do espetáculo, contemplando informações sobre o elenco, enredo e equipe de produção. Site: inserção de textos alternativos, uso de alto contraste de cor, uso de links, uso de texto como apoio para a formatação, bem como, todos os conteúdos supracitados em audiodescrição. Perfil no Instagram: inserção de texto alternativo para imagens e legendas automáticas para vídeos, além da criação de postagens com alto contraste de cor. Item da planilha orçamentária: Coordenação geral. Site - elaboração e manutenção. Social media. CONTRAPARTIDA Conforme consta em "Outras Informações", todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente. Sendo assim, conforme Instrução Normativa, não haverá a necessidade de propor outras atividades, pois o projeto em si, já se configura como uma grande ação de formação cultural.

Democratização do acesso

Todas as 22 apresentações previstas no projeto serão oferecidas gratuitamente, independentemente de acontecer em espaços públicos ou privados, sendo que a grande maioria dos espetáculos acontecerão em teatros municipais, auditórios de instituições de ensino público, salas e anfiteatros de escolas públicas, arenas ao ar livre, salões comunitários, e assim por diante. Vale frisar que, normalmente, estes espaços já se encontram em locais de fácil acesso. Portanto, não haverá nenhum tipo de comercialização. Além disso, conforme consta na síntese do projeto, 50% das apresentações serão realizadas em cidades com até 100 mil habitantes, preferencialmente cidades fora do circuito cultural, sendo assim, temos aqui mais uma maneira de promover a democratização do acesso. Medidas de ampliação do acesso No que se refere ao Art.29 da Instrução Normativa nº 11/2024, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de ampliação do acesso: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Todas as ações da presente proposta cultural são gratuitas. Ou seja: 100% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo.III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o Decreto no 8.537, de 5 de outubro de 2015. Meta da presente proposta: 100%. Todas as entradas serão inteiramente gratuitas. No que se refere ao Art.30 da Instrução Normativa nº 11/2024, neste projeto serão adotadas os seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Todas as ações da presente proposta cultural são gratuitas. Ou seja: 100% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Está previsto a criação de um site e de um perfil no Instagram onde serão disponibilizados imagens, trechos do espetáculo e uma gravação na íntegra de uma das apresentações. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Está previsto a realização de ensaios abertos antes do início da circulação do espetáculo. Meta: realizar 2 ensaios abertos. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. Está previsto a realização de apresentações em escolas públicas as quais serão preferencialmente voltadas para o público infantojuvenil. Meta: realizar 2 apresentações com linguagem adaptada.

Ficha técnica

Atividades a serem realizadas pelo proponente: Luciano da Silva Candemil, na condição de responsável legal da MEI Luciano da Silva Candemil 82413711953, e considerando sua experiência na dimensão musical, artística, acadêmica e de produção cultural, será o responsável pela gestão do projeto, contemplando todos os encaminhamentos que envolvem o Ministério da Cultura. Além disso, conforme plano de trabalho e orçamento do projeto, e respeitando o limite máximo permitido ao proponente, será o coordenador geral do projeto e o músico do espetáculo. Projetos realizados pelo proponente com recursos incentivados nos últimos 5 anos - Percussão Catarina: Oficinas de ritmos afro-brasileiros. PIC - Programa de Incentivo à Cultura. Fundação Catarinense de Cultura. 2023-2024.- Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais Vol.3. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2023. - EP autoral Um sonho para toda vida. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2023..- Percussão Catarina: Oficina de ritmos afro-brasileiros. Prêmio Elisabete Anderle 2022. Fundação Catarinense de Cultura.- Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais Vol.2. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2022.- EP autoral Dois de Fevereiro. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2022.- Oficina de Percussão Afro-Brasileira. Edital Aldir Blanc SC 2021.- Livro digital e audiolivro: Histórias Especiais. Lei de Incentivo à Cultura de Balneário Camboriú. 2021. Luciano Candemil - Coordenador e Músico Natural de Florianópolis, atua como músico, percussionista, compositor, professor, pesquisador e produtor musical. Luciano Candemil é doutor em música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e mestre em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Na Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI) obteve as seguintes titulações: Especialização em Educação Musical, Licenciatura em Música e Bacharelado em Música. Atua na música popular, em especial com os ritmos de matrizes africanas, participando de shows, gravações, elaboração e execução de projetos culturais, oficinas e workshops. Como compositor tem diversos prêmios em festivais e discos gravados. Na área acadêmica tem diversos trabalhos realizados em congressos nacionais e internacionais, bem como, vários artigos publicados nas principais revistas acadêmicas de música no Brasil (OPUS, ABEM, ORFEU), das quais também atua como parecerista. Em 2016 lançou o livro Didático Musical Percussão Catarina. Nos últimos anos teve diversos trabalhos culturais realizados por meio de editais de fomento cultural, a saber: LIC de Balneário Camboriú (2023, 2022, 2021, 2016, 2015, 2014), Lei Aldir Blanc (2021/2022) e Prêmio Elisabete Anderle (2022/2023). Aldelice Batista Braga - Direção artística e atriz principal Em seus mais de vinte anos de carreira, Aldelice Braga pode participar como atriz, coreógrafa, professora de dança afro-brasileira e quituteira, atuando em diversas cidades do mundo, como Rennes (França), Bolonha (Itália), Florianópolis e Itajaí (SC/Brasil). A artista possui ampla experiência com artes cênicas afro-centradas, e com danças africanas, sendo uma das precursoras da difusão da dança afro-brasileira em Florianópolis e cidades ao redor, responsável pela formação das novas gerações de professores de dança afro e afro-brasileira em território catarinense. Neste momento culminante de sua carreira, a artista busca dar continuidade e verticalizar o seu trabalho autobiográfico Bàyànni, através da inovação com uso de tecnologias e produção de obra audiovisual. Thuanny - Direção cênica THUANNY é artista multimídia com formação e mestrado em teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Possui histórico de atuação notável no teatro negro e na arte-educação em Santa Catarina, seu trabalho e pesquisa abrangem diversas áreas, incluindo teatro, música, audiovisual, direção e produção. Atuando durante 8 anos na produção, atuação e gestão de projeto do Coletivo NEGA .Uma característica do seu trabalho é a valorização e a colocação da arte negra no cerne de suas criações. Recentemente, THUANNY deu um passo significativo em sua carreira ao dirigir seu primeiro curta-metragem, que faz parte integrante do projeto multimídia #NãoPrecisaSerForte. Lieza Neves - Produção Executiva Jornalista e produtora cultural há mais de 15 anos, com experiência na elaboração e execução de eventos culturais, como a Feira do Livro de Brusque (2009 - 2017), a Feira Caravanserai (2012 - 2015) e a Mostra Jogral (2017). Atuou como técnica do setor de Cultura no Sesc de Brusque entre 2004 e 2006 e foi Presidente da Associação Jogral de Arte e Cultura de 2012 a 2020. Na produção executiva de projetos - da escrita aos relatórios - aprovou pelo edital Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura a Circulação do espetáculo “Linhas e Tramas” (2017), a Pesquisa e Publicação “Vozes e Memória: o que os antigos falavam” (2019) e na edição de 2022 os projetos “Edino menino e seu violino” e “Vozes e Memória - Museu virtual ”, “Sobre Romeu e Julieta” e “Percussão Catarina”. Pelo edital da LIC de Balneário Camboriú escreveu os projetos e fez produção executiva dos projetos “Histórias Especiais – livro digital e audiolivro” (2021), seu volume II e “Dois de fevereiro – EP autoral” (2022). Em 2021 aprovou 8 propostas no edital da Lei Aldir Blanc de Santa Catarina e em 2020 foram 7 no edital da Lei Aldir Blanc de Brusque. Bell Bandeira - Produção das oficinas Artista, empresária e produtora da A Braço Arte e Educação. Contadora de histórias, musicista e educadora atua desde 2008 no estado de Santa Catarina na formação de público e na capacitação de educadores. Em 2008 realizou o projeto “Samba de Roda do Recôncavo” em escolas municipais na cidade de Cidade de Jaraguá do Sul-SC. Em 2009 realizou o Projeto – 100 Anos de Noel Rosa – em teatros de Jaraguá do Sul, Vale do Itajaí. Em 2010/2011 realizou o projeto Ciranda de Xita – O folclore e suas Cantigas em 12 CMEIs de Jaraguá do Sul, com espetáculo de contação de histórias e oficinas de formação musical para educadores. Em 2012/2013/2014 produziu a concepção e registro do CD Autoral Musical – Multidões nos Estúdios do Café Maestro Produções. Marcio Rodrigo Souza e Silva - Design gráfico Formado em Música/Percussão (UFSM-2003) e atua na pesquisa e realização de projetos de edição sonoros e visuais. Realiza gravações em home studio para composições musicais e locução. Fez a captação de voz e mixagem da audiodescrição do filme “Por onde você anda?” (2022), da revista em quadrinhos “Cura”, do filme documentário “Canto ao Mar”, de 5 vídeos do 3° FestiRua Online (2021), e do filme “Vento Solar” (2019). Fez a edição de imagens e sonorização do vídeo “Pequenos Estranhos”, que integrou a Maratona Virtual de Florianópolis em 2020. Atuou na produção da websérie “Sob a Lua Cigana” (2021), realizada por meio do edital de Apoio às Culturas de Florianópolis. Thiago Furtado - Assessoria de imprensa Jornalista formado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali). Entre 2014 e 2015, assinou a coluna Varal Cultural, no Jornal O Combativo, com circulação nas cidades de Itapema, Bombinhas e Porto Belo, em que realizava entrevistas com artistas e produtores culturais, escrevia perfis de agentes de cultura, publicava crônicas e poemas. Possui trabalhos na área do jornalismo documental, com foco na preservação e valorização do patrimônio imaterial – sobretudo através do projeto Retratos de Porto Belo. Mariana De Castro Da Silva Atua como fotógrafa autônoma desde 2021, com experiência em Ensaios Fotográficos, Fotografia de Shows/Eventos e Fotojornalismo, com suas fotografias publicadas em mais de 50 matérias. Experiência em voluntariado com cerca de três anos nas áreas de Produção Audiovisual, Marketing Digital e Social Mídia, na Instituição de apoio à criança e o adolescente, Instituto Sorrir.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.