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PRONAC 243327Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Na Pança do Rei

Renato Luciano de Paula
Solicitado
R$ 2,20 mi
Aprovado
R$ 2,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-10-01
Término
2025-05-30
Locais de realização (5)
Salvador BahiaBelém ParáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Projeto prevê a montagem, produção e circulação do espetáculo "Na Pança do Rei" de Renato Luciano e Rodrigo Sestrem.

Sinopse

"Bem vindos a um lugar onde a fantasia impera, e aquele que a põe em dúvida, nesse mundo aqui já era. Some ou então vira estrela, bicho, colher , chorumela, apito, balão, quimera...” Os primeiros versos de "Na Pança do Rei" definem o mundo fantástico no qual o perspicaz Bibo está preso, enquanto procura descobrir, junto aos seres encantados e sem identidade do Reino de Duras Penas, o caminho de volta para sua casa, no mundo real. Nessa jornada, Bibo reconhece valiosos aliados em Fulana, Zé Ninguém, Oque, Quando e Qual, enquanto evita, a todo custo, tornar-se banquete do perverso Rei Glutão e seus comparsas, Rato e Faz Tudo. Ao descobrirem a existência de uma lenda capaz de levá-los ao seu destino - um livro de receitas que possui respostas para todas as perguntas - seguem para o Leste, sob orientação do misterioso poeta “Jardineiro”, onde enfrentarão grandes desafios, como derrotar Zumbacira, a feiticeira guardiã da receita, e escapar da "perigosa e famigerada charada" que pode prendê-los num looping-transe eterno. Somente vencendo seus medos mais profundos, conseguirão enfim derrotar o tirano Rei Glutão, ajudar Bibo a achar o caminho de volta pra casa e descobrir suas verdadeiras identidades. "Na Pança do Rei" é um musical que tem como base de sua concepção artística a celebração do multiculturalismo nacional e a nossa peculiaridade antropofágica de assimilar as várias culturas, transformando-as numa manifestação, genuinamente, brasileira. Estão presentes no espetáculo a literatura de cordel, o humor inspirado em Monty Python, o realismo fantástico de Lewis Carroll e ritmos brasileiros como samba, côco, maracatu e frevo, misturados ao rock, blues, jazz e outros ritmos do mundo.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover a expansão do teatro brasileiro, dentro do território nacional, fomentar o fazer cultural dos profissionais brasileiros, principalmente os oriundos das comunidades e periferias, autônomos, responsáveis por sua renda familiar. Contribuir para democratização do acesso à cultura, formação e multiplicação dos saberes. Realizar a Montagem, produção e circulação do espetáculo teatral "Na Pança do Rei", de Renato Luciano e Rodrigo Sestrem. OBJETIVO ESPECÍFICO: - Realizar a montagem do espetáculo Na Pança do Rei; - Realizar 16 apresentações na cidade de São Paulo; - Realizar 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar 2 apresentações na cidade de Belém; - Realizar 2 apresentações na cidade de Recife; - Realizar 2 apresentações na cidade de Salvador; - Impactar diretamente cerca de 4000 pessoas entre profissionais, público e alunos de intuições públicas; - Gerar cerca de 30 postos de trabalhos diretos e 90 indiretos. - Dar prioridade a uma ficha técnica diversa, priorizando a contratação de profissionais negros, LGBTQIAP+ e indígenas;

Justificativa

Além de promover a celebração da riqueza da cultura popular brasileira, fruto da mistura antropofágica de manifestações artísticas das mais diversas origens do mundo, através de uma trilha recheada de ritmos como maracatu, jazz, frevo, blues, côco, valsa e ijexá, e de instigar a curiosidade do público infantil em relação à língua portuguesa com o texto repleto de elementos da Literatura de Cordel, "Na Pança do Rei" nasce também da necessidade de criar uma obra que contribua para o desenvolvimento de um senso crítico na infância. Nosso espetáculo busca questionar os sistemas de opressão presentes na nossa sociedade e seus vários desdobramentos na vida individual, usando o lúdico como ferramenta ( a poesia, charadas, jogos e brincadeiras), mas sem privar o público infantil de questões tão essenciais da vida cotidiana, contribuindo para o despertar de um indivíduo capaz de conviver com mais consciência e responsabilidade social. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS 01 Circulação por 03 cidades, com 02 apresentações por cidade 01 Temporada com 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro 01 Temporada com 16 apresentações na cidade de São Paulo Duração do espetáculo: 90 minutos DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO - 01 palestra durante a temporada de estreia, em cumprimento ao Art. 30 da IN Nº 11/2024 CONTRAPARTIDA SOCIAL - 01 ensaio aberto do espetáculo antes da temporada de estréia para estudantes e professores da rede pública de ensino, em cumprimento ao Art. 32 da IN 11/2024

Acessibilidade

Produto Espetáculo de Artes Cênicas Será contratado um profissional para realizar um treinamento de sensibilização com a equipe do projeto, afim de que cada vez mais as propostas para efetivação do direito das pessoas com deficiência às artes e cultura serão efetivadas. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Serão selecionados espaços que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizarão as apresentações do espetáculo, o ensaio aberto e a palestraAcessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; - Audiodescrição em todas as apresentações. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras em todas as apresentações. Acessibilidade para deficientes intelectuais: - Monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais em uma sessão em cada temporada. Este monitor auxilia na mediação dos conteúdos transmitidos pelo espetáculo. Produto Contrapartida Social Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - O ensaio aberto acorrerá no mesmo local da temporada de estreia e será selecionado local que permitirá o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas. Acessibilidade para deficientes visuais: - Descrição de imagens em postagens nas redes sociais do espetáculo, com o uso da hashtag #PraCegoVer, como forma de atender a deficientes visuais; Acessibilidade para deficientes auditivos: - Intérprete de libras no ensaio aberto

Democratização do acesso

O projeto respeitará o Art. 29 da IN Nº 11/2024, contendo em seu plano de distribuição: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Conforme Art. 30 da IN Nº 11/2024, adotaremos a seguinte medida de ampliação de acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será oferecido ao público em geral, 01 palestra durante a temporada de estreia.

Ficha técnica

Renato Luciano de Paula (Ator e Coordenador Artístico) Começa seu contato com a música através do violão, instrumento no qual compôs suas primeiras melodias letradas. Adolescente, já se apresentava na cidade mineira onde nasceu, Visconde do Rio Branco. Seu primeiro álbum independente é Seu Novo Par. Em 2013, recebe o convite para participar do musical Gonzagão - A Lenda, dirigido e roteirizado por João Falcão. A partir desse espetáculo nasce uma das companhias mais importantes da cena teatral atual, a Barca dos Corações Partidos, da qual é integrante.Em 2017, o álbum De Toda Cor, produzido por Sérgio Chiavazzoli, é lançado pela gravadora Biscoito Fino. A faixa que dá nome ao álbum torna-se tema de uma novela de Gloria Perez, na Rede Globo.Em 2022, lança seu terceiro álbum solo Turista do Mundo. Rafael Lydio (Direção de Produção) Diretor da Paragogí Cultural, Rafael Lydio é produtor e gestor cultural com mais de 10 anos de experiência. Formado pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e pós-graduado em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC SP, possui em seu currículo produções de segmentos artísticos diversos, como festivais de música, dança, exposições, documentários, espetáculos musicais e teatro. Como produtor da Sarau Agência de Cultura Brasileira trabalhou com espetáculos recordistas em premiações, dentre eles os musicais Gonzagão - A Lenda, Ópera do Malandro, Auê, Suassuna - O auto do reino do sol, Musical Elza e Jacksons do Pandeiro. Fez parte de grandes produções como o Rock in Rio 2013, Jornada Mundial da Juventude 2013, Festival Villa-Lobos e TOCA. Produziu ainda a experiência intercênica Meu filho só anda um pouco mais lento, com direção de Rodrigo Portella. Duda Maia (Direção Artística) Duda Maia é formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou Dança contemporânea durante 13 anos. Foi professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras de 1998 até 2008.De 1996 até 2006 foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo, Cia. De Dança contemporânea que tinha sua pesquisa baseada na cultura popular do NE. Este grupo foi subsidiado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e criou diversas parcerias com grupos de dança popular e brincantes de Pernambuco.Trabalhou como diretora de movimento com os diretores: André Paes Leme, João Falcão, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes (nos filmes, Lisbela e o Prisioneiro e Romance), Marcelo Morato (Contos e Cantigas Populares - onde ganhou o Mambembe de melhor espetáculo juntamente com Marcelo Morato e Agnes Moço), João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara.Em 2012 assinou a direção do espetáculo infantil Uma Peça Como Eu Gosto, da Cia. Histórias Pra Boi Dormir juntamente com Lúcio Mauro Filho, com este espetáculo ganhou o prêmio de melhor direção – Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2012. Dirigiu o espetáculo “Clementina, Cadê Você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus, que estreou em outubro de 2013. No início de 2014, dirigiu o espetáculo A Dona da História, texto de João Falcão, com Lívia Falcão e Olga Ferrario, integrantes da Duas Companhias, grupo profissional com sede na cidade de Recife que este ano completa 10 anos, este projeto foi contemplado pelo Funcultura. A estreia deste trabalho foi em março de 2014.Trabalhou como Diretora Cênica do show Elizethíssima, projeto que teve idealização de Hermínio Bello de Carvalho, com as cantoras Alaíde Costa e Áurea Martins, prestando uma homenagem a Elizeth Cardoso. Em 2014, fez a Direção de Movimento de “Fala Comigo Como a Chuva e Me Deixa Ouvir”, espetáculo de Ivan Sugahara, trabalho que recebeu a indicação de Direção de Movimento na categoria especial do Prêmio Cesgranrio 2014. Diretora premiada por “Uma Peça Como Eu Gosto”, “A Gaiola” e ‘Auê’ (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, Duda Maia trouxe todo o seu reconhecido trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação do musical. Em 2018 estreou o espetáculo Elza, um grande sucesso que lhe rendeu os prêmios Reverência, Cesgranrio, Botequim Cultural e Bibi Ferreira de melhor direção. Carolina Villas Boas (Gestão Financeira e Prestação de contas) Carolina Villas Boas é produtora e gestora cultural formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com passagem pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia, em Lisboa, e especialista em prestação de contas e gestão financeira de projetos culturais. Possui mais de 10 anos de experiência no acompanhamento de projetos aprovados nas diversas leis de incentivo (federal, estaduais e municipais) e editais. Tem em seu currículo projetos de diversos segmentos artísticos, como exposições de arte, mostras de cinema, documentário, festival de música e espetáculos musicais, além de ter sido responsável pela prestação de contas dos projetos da produtora Sarau Cultura Brasileira, de 2013 a 2020. Atualmente ocupa a coordenação Financeira e de Leis de incentivo da Sarau.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.