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PRONAC 243347Apresentou prestação de contasMecenato

MESTRE DIDI: FORMA ESPIRITUAL

MV ARRUDA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,51 mi
Aprovado
R$ 1,31 mi
Captado
R$ 600,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
52815131000120ITAU-BBA TRADING S/A1900-01-01R$ 223,7 mil
04238150000199Itaú Gestão de Ativos S/A1900-01-01R$ 72,2 mil
01548981000179Financeira BEMGE, Crédito, Financiamento, Investimento1900-01-01R$ 69,5 mil
61557039000107ITAU SEGUROS S/A1900-01-01R$ 68,4 mil
65654303000173DIBENS LEASING S/A - ARRENDAMENTO MERCANTIL1900-01-01R$ 68,4 mil
18225006000122BETA CORRESPONDENTE E TECNOLOGIA LTDA1900-01-01R$ 49,3 mil
31781135000165ITAU UNIBANCO COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA1900-01-01R$ 48,5 mil

Eficiência de captação

45.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-07-01
Término

Resumo

A presente proposta prevê a realização da exposição Mestre Didi: Forma Espiritual. A mostra apresentará um importante conjunto de obras produzidas por Mestre Didi ao longo das décadas de 1960 a 2010. Também serão exibidos trabalhos de outros artistas brasileiros que dialogam com a produção de Didi. Além da exposição prevê-se também a publicação de um catálogo bilíngue da mostra.

Sinopse

Mestre Didi: Forma espiritual apresenta uma exposição inovadora do escultor afro-brasileiro e sacerdote do candomblé Mestre Didi (1917, Salvador, Bahia, Brasil-2013, Salvador). Suas esculturas colocam a religiosidade afro-diaspórica em diálogo criativo com estéticas modernas e a cultura popular, formando uma contribuição artística marcante. Com a maior seleção de obras de Didi já apresentada nos Estados Unidos, a exposição contextualizará suas inovações ao incluir trabalhos importantes de seus colegas artistas. Sua abordagem compartilhada da espiritualidade sincrética e o uso de linguagens visuais africanas moldaram de forma indelével a arte brasileira do século XX–um legado que ressoa em meio à atual reinterpretação dos modernismos globais.

Objetivos

O principal objetivo do projeto é celebrar, divulgar e difundir internacionalmente a produção artística de Mestre Didi, artista plástico, escultor e sacerdote brasileiro que realizou trabalhos de grande relevância para os estudos sobre a arte sacra ligada às religiões Afro-Brasileiras. Toda a sua obra está ligada ao universo Nagô, povo de origem Iorubana. Suas esculturas, feitas predominantemente com materiais orgânicos, palha, couro, fibras naturais, bambu, búzios e contas, são herdeiras da arte tradicional do povo Iorubá e dos objetos litúrgicos, bem como das representações simbólicas de entidades do culto aos orixás do candomblé. Elementos da cultura religiosa e visual iorubá, como os símbolos dos orixás e as forças da natureza são retrabalhados pelo autor em peças que evocam a ancestralidade, as entidades e as narrativas desta religião da diáspora africana no Brasil. Destacam-se como objetivos específicos do projeto: - Realizar a exposição Mestre Didi: Forma Espiritual nos Estados Unidos, na instituição cultural Museo Del Barrio, localizada em Nova York. A exposição será realizada pelo período de 12 de março até 20 de julho de 2025 (aproximadamente 128 dias). Além da produção artística de Mestre Didi, a exposição também apresentará a produção de artistas que dialogaram e forma influenciados por Mestre Didi como Abdias Nascimento, Aurelino dos Santos, Agnaldo Manoel dos Santos, Emanoel Araújo, Rubem Valentim, Ayrson Heráclito e Goya Lopes; - Produção de um catálogo impresso da exposição, em uma versão bilíngue (português/inglês) com tiragem prevista de 2.500 exemplares, sendo 1.000 em português e 1.500 em inglês; - Realizar a título de contrapartida social um simpósio, que tem como foco atender estudantes, professores e visitantes em geral, oferecendo um ciclo de 08 (oito) palestras com artistas, educadores e pesquisadores convidados das mais diversas áreas relacionadas à temática expositiva.

Justificativa

O projeto visa levar a importante e relevante produção artística de Mestre Didi para os Estados Unidos, produzindo a maior exposição do artista já apresentada fora do Brasil. As realizações de Mestre Didi desempenham um papel fundamental na história, na cultura e na memória do povo negro. Mestre Didi foi um importante pesquisador e líder religioso e realizou trabalhos de grande relevância para os estudos sobre a arte sacra ligada às religiões Afro-Brasileiras. Sua obra está ligada ao universo Nagô, povo de origem Iorubana. Suas esculturas, feitas predominantemente com materiais orgânicos, palha, couro, fibras naturais, búzios e contas, são herdeiras da arte tradicional do povo Iorubá e dos objetos litúrgicos, bem como das representações simbólicas de entidades do culto aos ancestrais. A obra de Mestre Didi expande percepções, amplia repertórios e engrandece a produção artística brasileira. É por meio de sua capacidade de atribuir valor estético aos elementos sagrados do candomblé que ele desponta como figura de relevância nacional e internacional no panorama das artes plásticas. No que se refere a utilização do presente mecanismo de incentivo, por não se tratar de um projeto de caráter comercial, a utilização do mecanismos de incentivo à cultura de maior importância no país de faz necessária para viabilizar as ações propostas e dessa forma, contribuir com divulgação e o fortalecimento da cena artística brasileira dentro e fora do país, na sua plena diversidade social, cultural e racial. Sobre o enquadramento do projeto nos artigos 1° e 3°, indicamos abaixo os incisos relacionados: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

o PRODUTO CATÁLOGO segue com as seguintes especificações: Formato fechado: 23 x 31 cm vertical 256 páginas: 224 páginas em munken print white 150g 5 x 5 cores CMYK + 1 pantone (front matter and plates)32 páginas em pólen soft 70g 4 x 4 cores CMYK (document section) capa dura costurada com revestimento de tecido importado + duas cores de serigrafia sobrecapa em masterblank 135g impressão 5 x 5 guardas em masterblank 135g 4 x 4 cores pré-impressão: tratamento e prova de 250 imagens tiragem: 1.000 cópias na versão em português e 1.500 cópias na versão em inglês O catálogo contará com textos assinados pelo curadores e histpriadsores e críticos de arte, a saber: Robert Conduru é Professor de História da Arte na Southern Methodist University em Dallas, Texas. Sua pesquisa aborda a arte contemporânea moderna e a arquitetura no Brasil, com ênfase na arte afro-brasileira. Ele publicou o livro Arte Afro-Brasileira (c/ Arte) e foi co-curador da exposição Axé Bahia: The Power of Art in Afro-Brazilian Metropolis (Fowler Museum, UCLA, 2017). Abigail Lapin Dardashti é Professora assistente de História da Arte na University of California, Irvine. Seu projeto de livro atual “Itinerant Modernism: Politics and the Rise of Afro-Brazilian Art”, estuda a arte afro-brasileira e o intercâmbio durante o período da ditadura militar. Ela fez a curadoria de exposições BRIC, Brooklin e na Taller Puertorriqueño, Philadelfia, e trabalhou como curadora convidada em diversos museus. Josélia Aguiar é escritora e historiadora com PhD em história na Universidade de São Paulo. A biografia do escritor modernista Jorge Amado, escrita em 2018, ganhou o prêmio Jabuti em 2019. Fez a curadoria da FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty ), em 2018 e 2019. Dirigiu a Biblioteca Mario de Andrade de 2019-2021. Reiteramos que na aba ANEXAR DOCUMENTOS consta o portfólio do proponente comprovando a capacidade técnica de realização do proponente. Portfólio este acatado na habilitação passada.

Especificação técnica

O Projeto Expográfico segue anexado.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE PRODUTO EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as atividades da exposição serão desenvolvidas em local adaptado para o acesso de pessoas com deficiência relacionada à mobilidade. O Museo Del Barrio possui rampas, banheiros adaptados e elevadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição de algumas obras - rubrica Audiodescrição. Criação de uma plataforma online com diversos materiais acessíveis da exposição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras nos registros audiovisuais disponibilizados na plataforma online acessível. rubrica Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A exposição não apresenta restrições de acesso para pessoas com deficiências intelectuais. O projeto prevê a disponibilização na plataforma virtual do projeto de um manual pedagógico com atividades sugeridas para pessoas com deficiências. PRODUTO CATÁLOGO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O conteúdo da publicação terá a sua versão digital disponibilizado para acessibilidade digital no website do projeto ► é a melhoria do design da usabilidade na nossa plataforma, através de técnicas e ferramentas para melhorar a experiência de usuários com necessidades especiais. Dessa forma, pretendemos reduzir barreiras permitindo que pessoas com diferentes tipos de deficiência consigam acessar sozinhas o nosso website e as informações nele disponíveis. Intencionamos, com essa acessibilidade, que os usuários não precisem contar com a ajuda de terceiros, mantendo, assim, a sua autonomia para tarefas que podem ser simples ou essenciais. As ferramentas (“pluguins”) que seguem, tem por objetivo colocar o nosso website dentro das normas internacionais de acessibilidade, conforme a cartilha da WW3.Watool Ele funciona como uma barra de rolagem, que fica do lado direito da página. Assim, o usuário pode escolher o tamanho da fonte, o nível do contraste, iluminação, mudança no espaçamento de palavras, e entre outras melhorias, o que torna o conteúdo acessível para pessoas com deficiências distintas ou que necessitem de diferentes tecnologias assistivas ao mesmo tempo O livro será disponibilizado gratuitamente na versão digital com recurso de audiodescrição, para contemplar pessoas com deficiências visuais no website do projeto e youtube. PRODUTO SIMPÓSIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Museu del Bairro, em sua sede, atende aos art.23 e art.27 da Lei de Acessibilidade (Decreto-lei 5296, leis 10.048 e 10.098), e em consonância com o prescrito nos artigos 41 e 42 da Lei 13.146/2015, disponibiliza aos portadores de necessidades especiais e idosos rampas de acesso aos pavimentos expositivos e de serviços (auditório, café, ateliê, loja), elevadores com sinalização em braile para acesso ao estacionamento, espaços expositivos, auditório, café, ateliê, loja; sanitários adaptados em todos os andares, além de cadeiras de rodas (duas) à disposição do público que requisitar seu uso. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras durante a realização do ciclo de palestras. rubrica Intérprete de libras

Democratização do acesso

O Museo Del Barrio pratica a modalidade contribuição voluntária. - Disponibilização gratuita da publicação na sua versão digital com recursos de audiodescrição para contemplar pessoas com deficiências visuais no website do museu; - Distribuição gratuita de 10% da edição impressa do catálogo para estudantes da rede pública de ensino, Associações, ongs, bibliotecas ou salas de leituras para o publico de baixa renda.- Acessibilidade de conteúdo com linguagem de sinais no evento de lançamento da exposição e do catálogo a partir da mediação cultural.

Ficha técnica

Vitória Arruda – MV ARRUDA PRODUÇÕES - Coordenação Geral do Projeto Gestão de serviços e produtos: treinamentos, palestras, publicações, exposições e outros eventos socioculturais e educacionais com mais de 300 exposições realizadas (média de 16 exposições por ano), entre nacionais e internacionais, acompanhadas de publicações impressas. Entre elas: Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (2023), Ensaios para o Museus das Origens (2023), Tomie Ohtake Dançante (2022), Anna Maria Maiolino - PSSSIIIUUU... (2022), Pierre Verger (2021), Di Cavalcanti, Muralista (2021), Murakami por Murakami (2019), AI-5 50 anos - Ainda não terminou de acabar (2018), Alucinações Parciais: Exposição-Escola com obras-primas modernas do Brasil e do Centre Pompidou (2018), Histórias afro-atlânticas (2018), Julio Le Parc: da forma à ação (2017), Yoko Ono: O céu ainda é azul, você sabe... (2017), Gaudí: Barcelona, 1900 (2016), Leda Catunda: I love you baby (2016), Picasso: mão erudita, olho selvagem (2016), Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México (2015), Joan Miró – a força da matéria (2015), Tomie Ohtake 100-101 (2015), Salvador Dalí (2014), Yayoi Kusama: Obsessão Infinita (2014) Rodrigo Moura - Curador / Vive e trabalha em Nova Iorque, NY 2019-Atual – Curador Chefe, El Museo del Barrio, Nova York 2016-2019 – Curador adjunto de arte brasileira, Museu de Arte de São Paulo 2013-2016 – Diretor Artístico, Instituto Inhotim, Brasil 2011-2013 – Diretor Artístico Adjunto, Instituto Inhotim, Brasil 2013 – Curador, 43º Salão (Inter)Nacional de Artistas da Colômbia 2004-2011 – Curador, Instituto Inhotim 2004-2006 – Curador, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Brazil Participou de inúmeros júris, incluindo a primeira edição do Prêmio Marcantonio Vilaça/CNI/Sesi (2004), 15º Salão da Bahia (Museu de Arte Moderna da Bahia, 2008), Prêmio Pipa (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2011), 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil (2011), Ford Foundation Creative Futures Grant Panel (2021), Prêmio Sauer Artist (2022), Latinx Artist Fellowship (2021 e 2023) e Terry Riley Humanitarian Award for the Arts (2023), entre vários outros. Coordenou a implementação e primeira edição do Bolsa Pampulha, um dos mais bem-sucedidos programas de bolsas para artistas emergentes do Brasil. Moura também foi responsável pelos programas acadêmicos e artísticos do Instituto Inhotim, incluindo ciclos de música e cinema, seminários, simpósios e programas de mediação. Foi docente do Piesp (Programa Independente da Escola São Paulo) e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Curatoriais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013). Curadoria de exposições e comissões *seleção* 2023 – Algo Belo – Reformulando La Colección. Co-curadoria com Susanna V. Temkin e Lee Sessions. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2022-2023 – Raphael Montañez Ortiz: Uma Retrospectiva Contextual. Co-curadoria com Julieta González. El Museo del Barrio, Nova York, e Museo Tamayo, Cidade do México. 2021 – En Foco: A Experiência Porto-riquenha de Nova York, 1973-74. Co-curadoria com Susanna V. Temkin. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2021 – Pintores Populares e Outros Visionários. Co-curadoria com Susanna Temkin. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2021 – Estamos indo bem: a trienal 20/21. El Museo del Barrio, Nova Iorque. Co-curadoria com Elia Alba e Susanna Temkin. 2020 – Taller Boricua: Uma Gráfica Política em Nova York. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2019 – Djanira: A memória de seu povo, Museu de Arte de São Paulo and Casa Roberto Marinho, Rio de Janeiro. Co-curated with Isabella Rjeille. 2019 – O Tempo Mata – Imagem em Movimento da Coleção Julia Stoschek, Sesc Paulista, São Paulo. 2018 – Melvin Edwards: Fragmentos linchados, Museu de Arte de São Paulo. 2018 – Imagens do Aleijadinho, Museu de Arte de São Paulo. 2018 – Visões da Terra/O Mundo Planejado – Coleção Luis Paulo Montenegro, Galeria de Arte Santander, Madri. Ayrson Heráclito Curador Convidado É artista visual e curador cujas instalações, performances e fotografias abordam a espiritualidade afro-brasileira e exploram as conexões entre a África e a diáspora nas Américas. Ayrson foi cocurador da 3ª Bienal da Bahia em 2014 e da marcante exposição itinerante Histórias Afro-Atlânticas organizada pelo Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 2018. Mestre Didi - ARTISTA Além de escultor e escritor, Mestre Didi foi um importante pesquisador e líder religioso, e realizou trabalhos de grande relevância para os estudos sobre a arte sacra ligada às religiões Afro-Brasileiras. Toda a sua obra está ligada ao universo Nagô, povo de origem Iorubana. Suas esculturas, feitas predominantemente com materiais orgânicos, palha, couro, fibras naturais, búzios e contas, são herdeiras da arte tradicional do povo Iorubá e dos objetos litúrgicos, bem como das representações simbólicas de entidades do culto aos ancestrais. Elementos da cultura visual iorubá, como pássaros, cobras, lanças e chamas são retrabalhados pelo autor em peças que evocam a ancestralidade, as entidades e as narrativas da religião deste povo africano. Publicou seu primeiro dicionário de Iorubá-português em 1946, que levou à criação do departamento de estudo da língua Iorubá na Universidade Federal da Bahia em 1960. Em 1961, publicou a coletânea de contos populares ancestrais africanos intitulada Contos Negros da Bahia, livro com ilustrações de Carybé. Ao longo da década, publicou diversos outros livros. Em 1964, apresentou sua primeira exposição de esculturas na Galeria Ralf, em Salvador, e a exposição Emblemas de Orixá, na galeria Bonino, no Rio de Janeiro. Ao longo de sua trajetória, Mestre Didi realizou diversas exposições individuais, além de ter participado de exposições de grande relevância histórica, como a 1a Bienal de Artes Plásticas realizada no Convento do Carmo, em Salvador, em 1966; Exposição Internacional de Arte Afro-Brasileira, apresentada na Nigéria, em Gana e Senegal; A Mão Afro-Brasileira, realizada no MAM de São Paulo, em 1988; Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500, na Fundação Bienal de São Paulo (2000). Robson Bento Outeiro, Produção Executiva É graduado em Administração com especialização em Marketing Cultural e pós-graduado em História da Arte e Literatura. Com experiência comprovada de mais de dez anos de atuação na área - colaborou sempre em parceria, em projetos de grande relevância no mercado cultural: Entre os anos de 2011 e 2012, respondeu pela coordenação de artes visuais, centros culturais e museus da Cidade da SMC-RJ. Sempre atuando em iniciativas de gestão cultural, tendo como ênfase a estruturação, a circulação e o fomento à produção cultural e projetos de Arte Educação, de Preservação e Memória. De dez/2012 a dez/2016, assumiu a direção executiva da Cidade das Artes respondendo pela gestão e planejamento estratégico de recursos e na formulação de políticas públicas. Desde março de 2017, vem atuando na coordenação de programas e projetos independentes e, em paralelo respondendo pela Superintendência Executiva da Fundação Iberê Camargo no âmbito da gestão de equipamentos culturais. El Museo del Barrio El Museo é especializado em arte latino-americana e caribenha, com ênfase em obras de Porto Rico e da comunidade porto-riquenha na cidade de Nova York. É o museu mais antigo do país dedicado à arte latina. A missão do El Museo del Barrio é apresentar e preservar a arte e a cultura dos porto-riquenhos e de todos os latino-americanos nos Estados Unidos. Através de suas coleções, exposições e publicações variadas, programas públicos bilíngues, atividades educativas, festivais e eventos especiais, El Museo atua na formação de um público diversificado sobre a riqueza das artes e da história cultural do Caribe e da América Latina. Ao apresentar esta herança cultural aos jovens, o El Museo está a criar a próxima geração de frequentadores de museus, ao mesmo tempo que fomenta o interesse pela arte caribenha e latino-americana nacional e internacionalmente.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-08-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo