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O projeto Festival V+: Vozes, Versos e Vivências no Cerrado emerge enquanto proposta de Festival, resultante de investigação profunda sobre a evolução do movimento Hip Hop, uma manifestação social, política e cultural com raízes na cultura negra e periférica. Bem como uma necessidade para as cidades de Goiânia, Senador Canedo e Aparecida de Goiânia.
O projeto Festival V+: Vozes, Versos e Vivências no Cerrado emerge enquanto proposta de Festival, resultante de investigação profunda sobre a evolução do movimento Hip Hop, uma manifestação social, política e cultural com raízes na cultura negra e periférica. Bem como uma necessidade para as cidades de Goiânia, Senador Canedo e Aparecida de Goiânia. Classificação: acima de 16 anos.
Objetivo Geral Incentivar a ampliação do acesso e participação da população à fruição e à produção dos bens culturais ao produzir um festival, que busca valorizar a vasta cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão regional, através da realização de um festival de Rap e Hip Hop que não apenas celebre, mas também valorize a riqueza da cultura local, contribuindo assim para a promoção e preservação da diversidade cultural na comunidade. Objetivo específico - Realizar dois festivais de rap e hip hop de pequeno porte em Senador Canedo e Aparecida de Goiânia, e um maior na capital Goiânia; - Promover 16 batalhas de rima classificatórias (32 inscritos), espaço aberto para intervenções artísticas como break dance e slam poesia; - Contratar 6 cantores reconhecidos no meio regional; com exceção de Goiânia que terá 6 cantores regionais e 1 nacional; - Serão mensurados os resultados através do número de apresentações, participantes e público presente, conforme detalhado no Plano de Distribuição; - Produzir um festival maior em Goiânia, composto por 8 batalhas de rimas classificatórias; - Proporcionar intervenções artísticas como break dance e slam poesia e a presença de 6 cantores conhecidos no meio, além de um cantor nacional em Goiânia. - Serão mensurados os resultados da produção mediante critérios como a qualidade das apresentações, a participação do público e o impacto cultural, devidamente registrados no Plano de Distribuição para prestação de contas. - Proporcionar um espaço no muro da ONG para expressão artística do grafite. De forma que o evento seja marcado e lembrado pela posteridade. - Desenvolver atividades com o intuito de fortalecer e articular as cadeias produtivas, bem como os arranjos produtivos locais que compõem a economia local cultural; - Apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, abrangendo expressões como arte digital e novas tecnologias; - Propor a realização de um festival de Rap e Hip Hop que não apenas celebre, mas também valorize a riqueza da cultura local, contribuindo assim para a promoção e preservação da diversidade cultural na comunidade; - Movimentar a sociedade através da criatividade e da inspiração que esse movimento periférico pode proporcionar.
O projeto Festival V+: Vozes, Versos e Vivências no Cerrado trata-se de um festival de Hip Hop que busca o fortalecimento, promoção da arte, a visibilidade e o diálogo entre artistas, produtores, pesquisadores e comunidades locais, por meio da difusão do Hip Hop enquanto mediador das vivências nas regiões periféricas de Goiânia. Sendo assim, o produto artístico busca contribuir para a democracia, credibilidade e diversidade à cena do Hip Hop, movimento cultural que inclui a musicalidade do rap e o break enquanto dança. As transformações são necessárias para oferecer mais acessibilidade, rompendo estigmas, atraindo a sociedade civil e investimentos para essa área que possui potencial de movimentar a economia criativa de Goiás. Reconhece-se que em Goiás, a luta para conquistar a legitimidade foi uma jornada árdua para os membros do movimento e em 2022, a cultura do Rap foi declarada patrimônio imaterial de Goiânia, garantindo apoio e a realização de suas manifestações, sem discriminação. Desta forma, o projeto pretende valorizar as expressões da identidade do rap goianiense, a proclamação do orgulho negro, debater sobre a invisibilidade das mulheres rappers, bem como trazer o sentimento de inclusão e pertencimento aos rappers e consumidores da cultura do hip hop. A ideia do projeto nasce do desejo em estimular o crescimento do rap no cenário goianiense, visto que é fruto de um conjunto de análises da equipe, formada 80% por aqueles que estão diretamente envolvidos no movimento, lutando para levar o conhecimento ao imaginário popular. Para que isso ocorra, o Festival será produzido em Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e culmina em Goiânia, além disso as gravações dos eventos serão disponibilizados no Youtube e em plataformas de áudio para que haja maior alcance. Devido a sua magnitude e o impacto que pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.
Não se aplica.
Produto: FestivalAcessibilidade Física: Os locais de apresentações serão adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contarão com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Nos espaços, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: As apresentações contará com intérpretes de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdos.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A apresentação contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência, e acessibilidade arquitetônico, contando com um espaço reservado para aqueles que necessitarem.
Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 27 da IN nº 01/2023. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso II do artigo 28 da IN nº 01/2023, a saber: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
Willian Rodrigues - VideoMaker Trabalha desde 2004 de forma autodidata com produção de videoclipes musicais, tem 4 curtas e 2 documentários. Dentro da linguagem institucional tem 8 anos de atuação. Do ano de 2004 à 2019 fez 162 trabalhos audiovisuais (Videoclipe) e mais de 200 produções musicais nos estilos urbanos, sertanejos, pop gospel, filmagens de casamentos, eventos sociais e aniversários. Tem habilidades em edição, mixagem e masterização de áudio, arte designer (Corel Draw e Photoshop), fotografia, Câmera Man e iluminador Possui certificados e prêmios como produtor visual, como: Homenagem da academia de letras e do museu de arte de Santo Antônio de Goiás pela produção de filmes que valorizam a cultura, mérito como produtor audiovisual em videoclipes pelo espaço cultural Renascer e produtor do arquivo histórico digital no Youtube. No ano de 2004 montou uma produtora chamada WR INDUSTRIA CINEMATOGRÁFICA para atender o estilo musical urbano que aflorava. Foi o primeiro goiano a gravar 162 videoclipes musicais desde então. Tem o maior cast de trabalho audiovisual do Brasil no segmento Urbano. Já gravou vários DVDS para artistas e também em 2013/2014 fez uma breve passagem pela TV CERRADO como produtor e diretor do programa O SOM DAS RUAS. Se considera um autodidata, pois em 2004 não havia faculdades direcionadas ao audiovisual como nos dias de hoje, somente em 2017 e 2018 entrou para a UNINTER e fez 2 anos e meio de MARKETING DIGITAL. A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto e receberá pela rubrica de Coordenação Geral. —--------------------------------------------------------------- Kleuber Garcêz é músico, compositor, produtor cênico, produtor cultural e musical, ilustrador e designer gráfico. O início acontece em 1997 participando de festival competitivo em Goiânia e ao longo desses 27 anos acumula mais de sessenta premiações em festivais por todo Brasil. Ainda na seara de festivais competitivos, Kleuber Garcêz quando não está competindo é convidado a compor banca de jurados dos festivais locais. Como compositor Kleuber Garcêz tem músicas gravadas por vários intérpretes no estado de Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Pernambuco. Entre eles; Maria Eugênia, Cláudia Vieira, Sabah Moraes, Luciana Clímaco, Dandara Modesto, Grace Carvalho, Luciana Clímaco, Carlos Brandão, Luna, Lorena Li, Cristiane Perné, Larissa Moura, entre outros. Tem parcerias com; João Caetano, Gustavo Veiga, Paulo Monarco, Raul Misturada, Thiago K, Ney Couteiro, Anthony Brito, Diego Mascate, Pedro Constantino, entre outros. Como produtor musical executou os trabalhos: EP - Tudo Torto em Linha Reta - Pó de Ser (2011), Álbum - A Dança da Canção Incerta - Pó de Ser (2015), Álbum - Wilton Jhon (2017). Trabalhos de co-produção: Álbum - Divino - Kleuber Garcêz (2018), Álbum - Azagaia - Bebel Roriz (2018), EP - DODECAFONA - Pó de Ser (2021), Álbum Afrodizíaca - Erika Ribeiro (2022), Álbum - Os Deuses Que Dançam - Mundhumano (2009 - 2023) Como Produtor Cultural: Projeto Cantautores (2007/2008), Vinil Vivo (2014 a 2019), Dia Bonito (2014), Show de Calouros (2015-2016), Festival OffSina (2014 e 2016), Festival Alakayê (2019 - 2020) Foi conselheiro e curador artística na área da música popular, de 2019 a 2021 no Centro Cultural UFG, Conselheiro Municipal de Cultura na área da música popular, de 2013 a 2016 na Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia. Como produtor executivo trabalhou na execução dos álbuns: Banda Pó de Ser “Tudo Torto em Linha Reta” (2011), Banda Pó de Ser A Dança da Canção Incerta (2016), Do cantor e compositor Wilton Jhohn (2017), Do próprio álbum “Divino” (2018), Da multi-artista Bebel Roriz no álbum “Azagaia” (2018), Da cantora e compositora, da cantora Magda Coffe (2018), Da cantora e compositora Cristiane Perné (2019), Da cantora e compositora Érika Ribeiro (2021), Da banda Mundhumano (2022), Do compositor Bruno Brogio com data de lançamento pra março de 2024, Da cantora Poly Pimpão com lançamento previsto pra maio de 2024. —---------------------------------------------------------------------------------------------------- Nina Soldera é cantora artista de múltiplas linguagens. Iniciou seus trabalhos na música em 2006, cantando em blocos de percussão, escolas de samba e afoxé. É vocalista e fundadora da Mundhumano (2013). Na música se apresenta em formatos solo, trio (Meimundhu), banda (Mundhumano) e em rodas de samba. Em 2020, em função da pandemia pelo novo Corona Vírus, adaptou projeto Caixinha de Música para o formato digital, realizando vídeos de releituras de músicas e lives/shows com bilheteria espontânea. É Filha de Ogum, mulher preta de axé, mãe. Cantora, atriz-performer, produtora e artista textual. Formada em Produção Cênica. É do coletivo de escritores e poetas Goiânia Clandestina. Foi dentre as 4 mulheres de Goiás selecionadas para formação da FLUP Digital/2020 – Uma Revolução Chamada Carolina, em homenagem aos 60 anos da publicação do livro Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus; tendo seu texto "Compra-se Ouro" selecionado e publicado na coletânea Carolinas – A Nova Geração de Escritoras Negras Brasileiras, da editora Bazar do Tempo. Produtora cultural e cênica: do espetáculo noite dos assassinos, Espetáculo encenado pelo Máskara - Núcleo Transdisciplinar de Pesquisa em Teatro Dança e Performance, no Festival Universitário de Artes Cênicas UFG/2019; festival Goiânia clandestina, realizado pelo coletivos de escritores e escritoras Goiânia Clandestina em 2018 - Foram 5 edições, com linhas temáticas de diversidade de gênero, etnia, feminista, poesia marginal, ocupou espaços como Teatro Sonhus, DCE UFG, Café Goiânia Ouro, Oficina Cultural Geppetto; abertura do Festival Goiânia Clandestina com o escritor Mazinho Souza, idealizador do festival e o convidado escritor Marcelino Freire; Festival Goiânia Clandestina na Oficina Cultural Geppetto, Produção cênica e direção artística de Nina Soldera, estreiou em 2017 e circulou por casas noturnas, pubs, teatros e projetos culturais de Goiânia - sendo apresentado de 2017 a 2020. Atua com Performance de dança, teatro e música. —-------------------------------------------------------- Reginaldo Barbosa Santos - Coordenador do Projeto É presidente do ponto de cultura MOVIMENTO E AÇÃO INSTITUTO desde 2023. Trabalhou no QUINTAL DO JORJÃO de 2011 a 2020 fazendo registro de imagens de fotografia das edições de eventos culturais do Quintal do Jorjão. Foi Coordenador de Eventos do PONTÃO DE CULTURA REPÚBLICA DO CERRADO/UFG de 2007 a 2010, realizando a curadoria de festivais, dinâmicas de produção cultural, gerenciamento das equipes de trabalho dos eventos culturais e de formação, suporte à coordenação geral junto à Rede de Pontos de Cultura. Também possui experiência como: Assessor na Diretoria de Eventos da Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia (2011/2016), Assessor da Secretaria de Governo da Prefeitura de Goiânia (2013), Assessor na Assessoria Municipal de Juventude de Goiânia (2001/2004), Assistente de Produção Audiovisual dos curtas do cineasta e diretor Baralle Neto (Goiânia 1999/2003)
PROJETO ARQUIVADO.