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PRONAC 243385Projeto incluído em pauta para avaliação da CNICMecenato

Fotografia, arte e cidadania – outros modos de ver e pensar a cidade

FUNDACAO VIDAL RAMOS
Solicitado
R$ 355,9 mil
Aprovado
R$ 355,9 mil
Captado
R$ 66,5 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
92816560000137BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL1900-01-01R$ 40,0 mil
86183449000158Cassol Pré-Fabricados Ltda1900-01-01R$ 20,0 mil
***888706**ANDRE SOUTO MAIOR PESSOA1900-01-01R$ 6,5 mil

Eficiência de captação

18.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Ministrar oficina de fotografia com câmera de celular, por meio de aulas teóricas e práticas, a crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, de baixa renda, acolhidos pela Fundação Vidal Ramos-FVR (Florianópolis/SC) no contraturno escolar; propor saídas de campo a cada uma de suas nove turmas; produzir uma exposição com as fotografias dos/as alunos/as ao final de cada semestre e difundi-la / divulgá-la a fotógrafos(as); professores(as); pesquisadores(as); comunidade escolar e interessados em geral.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Ministrar oficina de fotografia com câmera de celular, por meio de aulas teóricas e práticas, a 135 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos acolhidos pela Fundação Vidal Ramos-FVR (Florianópolis/SC) no contraturno escolar. Esta proposta pretende cumprir as prerrogativas do art. 3.º do decreto 11.453, de 23 de março de 2023: Ao ter como público-alvo crianças e adolescentes de populações menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica e/ou com poucas oportunidades de acesso à arte, ao lazer e a uma educação mais profunda, almeja "VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural"; Por entender que inserimos cada vez mais novas tecnologias no nosso cotidiano, quer "X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais"; Com a proposta de ampliar o conhecimento de crianças e adolescentes no uso da técnica de fotografia com câmera de celular, pretende "XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação". OBJETIVO ESPECÍFICO Produto 1 (principal) - oficina de fotografia - Oferecer oficina de fotografia com câmera de celular a 135 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos acolhidos pela Fundação Vidal Ramos-FVR (Florianópolis/SC) no contraturno escolar, com carga horária total aproximada de 640 horas, em um período de 10 meses de oficina, com o objetivo de ampliar o conhecimento e conscientizar para um olhar mais atento em relação aos espaços geográficos, à cidade, à preservação do patrimônio; de fortalecer vínculos sociais a partir de exercícios que desenvolvem o senso crítico e a capacidade de cognição; e de formar público para as artes (produto 1); - Promover 5 (cinco) saídas de campo (três com alunos/as de 6 a 11 anos e duas com alunos/as de 10 a 15 anos) ao centro histórico de Florianópolis ou a um local de referência histórico-cultural e ao entorno da sede da Fundação Vidal Ramos, com o intuito de, por meio de experimentações fotográficas, desenvolver o senso crítico, reflexivo e criativo; - Oportunizar experiências fotográficas na estrutura dos dois prédios da Fundação Vidal Ramos, com o intuito de desenvolver o senso crítico, reflexivo e criativo; - Promover 2 (duas) visitas à Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC) para os/as alunos/as conhecerem a instituição, o sistema braille e entenderem a realidade de pessoas cegas (ação cultural 1) — visita 1 = G3 _ 11 a 15 anos _ período da manhã (total 15 alunos/as); visita 2 = G7 _ 10-11 anos; G8 _ 11-12 anos; G9 _ 13-15 anos _ período da tarde (total 45 alunos); - Realizar rodas de conversa durante as aulas da oficina, com debates e exercícios suscitados pelos eixos temáticos; - Promover saídas a exposições de fotografia, despertando o olhar para a referida técnica como arte e linguagem estética, e promovendo a integração e inter-relação entre as crianças e os adolescentes; - Conscientizar para a importância de incluir pessoas com deficiência nas atividades culturais, por meio da inserção de braille nas etiquetas da exposição Como serão os resultados: - Duas exposições de fotografia coletivas exibidas; - 135 crianças e adolescentes impactados ética, estética e politicamente e 270 pessoas impactadas com a exposição; - 640 horas de oficina ministradas; - Uma profissional do cinema/fotografia contratada (oficineira); um profissional da área da fotografia contratado (fotógrafo); - Um estagiário da área do cinema contratado; - Três profissionais da área de gestão e produção cultural contratadas; - Cenário social da comunidade do Maciço do Morro da Cruz transformado. Que documentos juntar: Registrar, por meio de fotografia, as atividades realizadas durante a oficina de fotografia, sejam nas aulas ministradas, sejam nas saídas de campo; - Reunir, por meio de livro de presença, informações dos perfis dos frequentadores da exposição; - Registrar, por meio de fotografia, a abertura das duas exposições ao público; - Elaborar relatório com pesquisa de opinião, clipagem e registro das imagens das fotografias expostas por eles na FVR). Produto 2 - Exposição - Produzir 2 (duas) exposições fotográficas coletivas (uma a cada final de semestre) na sede da Fundação Vidal Ramos (produto 2).

Justificativa

Ministrar uma oficina a crianças e adolescentes e propor a produção de exposições com as fotografias resultantes das saídas de campo e das experiências fotográficas se torna importante, pois inclui em seu propósito não somente o ensino da técnica e sua exibição, mas também a promoção da cidadania, da consciência da preservação do patrimônio histórico-cultural e o incentivo a buscar outros modos de ver e pensar a cidade. Na mesma medida, além de ampliar as atividades da Fundação Vidal Ramos-FVR, fará com que seja possível dar continuidade a um trabalho realizado no projeto Hora Criativa — durante o mês de maio de 2022, ofereceu a oficina "A captura do olhar: a fotografia como meio de expressão" cujo foco, diferentemente, era a interação lúdica do ambiente, do corpo e do outro, autorretrato e selfie, paisagem, uso de luz e sombra e criação de cenários para fotografia —, proposta, segundo a gerente da instituição, muito bem recebida pelas crianças e pelos adolescentes. A FVR exerce seu papel educativo e social há 65 anos por meio de parcerias institucionais e governamentais, porém, com a captação de recursos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, será possível oferecer uma proposta múltipla e diversa — com atividades que incluam socialmente, fortaleçam vínculos e desenvolvam o ser humano nas suas variadas capacidades cognitivas —, com ferramentas de acessibilidade, o que promoverá um acesso mais universal ao produto cultural resultante. Nesse sentido, para que este projeto seja bem-sucedido, uma equipe técnica qualificada foi escolhida, prezando profissionais da cidade com domínio e atuação em diferentes áreas da economia criativa. O projeto apresentado está alinhado aos seguintes princípios do Art. 1º do Plano Nacional de Cultura: I - liberdade de expressão, criação e fruição; III - respeito aos direitos humanos; IV - direito de todos à arte e à cultura; V - direito à informação, à comunicação e à crítica cultural; VI - direito à memória e às tradições e VIII - valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável. Do mesmo modo, aos objetivos do Art. 2o do Plano Nacional de Cultura: I - reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional brasileira; II - proteger e promover o patrimônio histórico e artístico, material e imaterial; III - valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais; V - universalizar o acesso à arte e à cultura; VI - estimular a presença da arte e da cultura no ambiente educacional; VII - estimular o pensamento crítico e reflexivo em torno dos valores simbólicos; X - reconhecer os saberes, conhecimentos e expressões tradicionais e os direitos de seus detentores. PRIMEIRA PARTE: ART. 1º DA LEI 8.313/91 DE ACORDO COM AS FINALIDADES: O produto "oficina de fotografia" atenderá ao art. 1.º da lei 8.313/91, no que tange a essas finalidades do PRONAC: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: considerando que ver não depende apenas dos olhos ou do que nos é colocado diante deles, proporcionar uma prática que aumente as possibilidades de percepção do mundo e do cotidiano, que sensibilize para um mundo mais inclusivo, favorecendo a ampliação da cultura visual e do repertório artístico-cultural, é um dos propósitos de toda instituição que queira promover a igualdade de oportunidades, a valorização do homem integral, a promoção humana, a cidadania, a inclusão social e o fortalecimento de vínculos. Sabendo dessa relevância, não à toa, cada vez mais, a Fundação Vidal Ramos-FVR — instituição filantrópica, sem fins lucrativos, localizada em Florianópolis/SC, que há 65 anos cumpre finalidades educacionais e sociais, recebendo crianças e adolescentes de escolas públicas de Florianópolis/SC, moradores do Maciço do Morro da Cruz (adensamento populacional que se estende por quase 5 km, localiza-se na região central da Ilha de SC e possui mais de 22 mil moradores, divididos em 17 comunidades, de acordo com o último censo _ 2009) e encaminhados pelos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) — vem assumindo novos projetos e programas, com o objetivo de oportunizar trocas culturais e experiências diversas, desenvolver o sentimento de pertença e de identidade, ampliar o repertório cultural e artístico, desenvolver e motivar o potencial criativo, promover o livre acesso às fontes de cultura e contribuir para o exercício dos direitos culturais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: entendendo que ver pressupõe o direcionamento do olhar, que o modo como vemos as coisas e os objetos é influenciado por nossa posição no tempo e no espaço e que perceber pressupõe criar uma relação entre as coisas e nós mesmos, a depender do que acreditamos, possibilitar experiências nas quais é possível ver e perceber por intermédio de um objeto (neste caso, uma câmera de celular) significa não somente ensinar a tecnicamente usá-lo, mas, mais que isso, implica ensinar a desenvolver habilidades cognitivas diversas; estimular o interesse em subjetividades, representações, experimentações, aventuras, vivências e manifestações culturais as mais diversas; para além disso, despertar para a consciência do presente como mudança, ação necessária principalmente para populações menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica e/ou com poucas oportunidades de acesso à arte, ao lazer e a uma educação mais profunda. Ademais, por meio de aulas teóricas que divulgam histórias como as das fotógrafas Vivian Maier e Andrea Eichenberger, quer trazer luz a experiências de personagens contemporâneas, enaltecendo sua importância no cenário da fotografia dos séculos XX e XXI, respectivamente. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: as aulas práticas de fotografia consistirão em 5 (cinco) saídas de campo — atividade considerada importante para a instituição, mas não muito recorrente devido à falta de recursos para tal —, com visitas ao entorno da FVR e ao centro histórico de Florianópolis/SC ou a um local de referência histórico-cultural. Nesses locais, as crianças e os adolescentes terão a oportunidade de presenciar na cidade os modos de vida, os lugares de afeto e acolhimento, as rotinas, as sociabilidades, a vida cultural, os bens culturais, a circulação de corpos etc. Ademais, a proposta também contempla explorar o prédio histórico da instituição (com arquitetura em estilo art déco, abrigou, em 1910, a Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina _ EAA-SC, que passou a denominar-se Liceu Industrial de Santa Catarina em 1937), estimulando um outro olhar sobre um local já frequentado diariamente pelos discentes, com vistas à sua (re)visitação. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: querendo alargar as ferramentas de formação crítica e criativa, desta vez almejando também contribuir para a consciência da preservação do patrimônio material e imaterial de Florianópolis, potencializando a relação com a cidade; colaborar para o crescimento pessoal, a valorização da identidade, da cidadania e da autoestima; favorecer o desenvolvimento da inteligência emocional, da fruição e da sensibilidade à arte e à cultura, a FVR resolveu que uma oficina de fotografia com câmera de celular, principalmente por estarmos em um momento em que inserimos cada vez mais novas tecnologias no nosso cotidiano, seria útil para, além de ampliar o repertório e o conhecimento da técnica — convergindo os diferentes saberes e abrangendo áreas como geografia, português, artes, história, ciência etc. (caráter multidisciplinar) —, fazer as crianças e os adolescentes acolhidos na instituição ressignificarem os espaços urbanos e conhecerem outros modos de ver e pensar a cidade, reelaborando seus papéis na sociedade e atentando-se para a importância da manutenção dos espaços tombados e de convívio sociocultural, muitas vezes com risco iminente de sofrerem processos de gentrificação. O produto "exposição de fotografia" atenderá ao art. 1.º da lei 8.313/91, no que tange a essas finalidades do PRONAC: VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: a etapa em que as crianças e os adolescentes terão oportunidade de produzir uma exposição se faz importante na medida em que é um processo realizado de maneira coletiva cujo resultado enriquece visualmente o público, fomenta debates sobre o que será exposto, divulga a memória da cidade e da instituição e conscientiza para a importância de incluir socialmente as pessoas com deficiência. SEGUNDA PARTE: ART. 3º DA LEI 8313/91: ENQUADRAMENTO DOS OBJETIVOS O produto "oficina de fotografia" atenderá ao art. 3.º da lei 8.313/91, no que tange ao objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes: ao propor saídas de campo para a apreciação de exposições fotográficas de artistas locais ou nacionais, este projeto quer ampliar o repertório visual dos/as alunos/as, com vistas a fomentar a formação de público para a arte. O produto "exposição" atende ao art. 3.º da lei 8.313/91, no que tange ao objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore: como prática já adotada pela instituição, ao final da oficina, o resultado das saídas de campo e experiências fotográficas será exibido a toda comunidade escolar e aos interessados em forma de exposição, etapa imprescindível de socialização e de trocas de experiências entre o público em geral, os pais, familiares e amigos. O processo de montagem será feito de maneira coletiva, segundo a proposta da oficina, tendo as crianças e os adolescentes a liberdade de sugerir, por exemplo, onde as fotografias serão expostas (se na sala onde acontecerão as aulas ou nos corredores da fundação), como serão dispostas (curadoria) etc., o que lhes proporcionará autonomia de escolha, exercício reflexivo e segurança em futuras tomadas de decisão.

Estratégia de execução

A Fundação Vidal Ramos atende atualmente 135 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos e desenvolve com eles diversos projetos. Entre eles: Hora Criativa; Hora do Projeto; Hora do Estudo; Jiu-jitsu, Jogos e Brincadeiras; Hora Digital e Robótica, Oficina de xadrez, além de atividades recreativas, de leitura e saídas de campo (esta última não com tanta regularidade como gostariam, devido à falta de recursos). A Hora Criativa, especificamente, objetiva ambientar a criança e o adolescente com diversas manifestações artísticas, ampliando o repertório cultural e artístico e desenvolvendo seu potencial criativo. As oficinas oferecidas às crianças e aos adolescentes no contraturno escolar são desenvolvidas com projetos mensais cujos temas são escolhidos a partir de uma problemática de interesse coletivo do grupo e decididos de forma democrática. Em seu histórico, foram realizadas oficinas práticas de canto e violão (projeto Marambolê), com apresentações musicais; masterização e mixagem; contação de histórias; “teatralizando”; e oficinas teóricas, como “a roupa e a arte”; “o fantástico medo dos materiais para pintar”; “o que a música quer dizer?”; “no mundo dos quadrinhos”; “a magia das cores”; “mãos que criam com arte”; “a influência dos outros povos culturais de SC”; “Banda da Lapa – Zé Pereira”; “Literatura” e “Artesanato e cultura popular”. As turmas são separadas por faixas etárias e orientadas por educadores contratados com recursos provenientes do Termo de Colaboração com a Prefeitura Municipal de Florianópolis e do projeto da Lei de Incentivo ao Esporte Federal, e as aulas têm duração de 1 (uma) hora. A instituição funciona em duas estruturas que abrigam, ao total, 2 (duas) salas de apoio pedagógico; 9 (nove) salas de aula; 1 (uma) sala de costura criativa; 1 (uma) de robótica; 1 (uma) de inovação (informática); 1 (uma) de xadrez; 1 (uma) de fotografia; 1 (uma) de jiu-jitsu; 1 (uma) de jogos; 1 (uma) sala da escuta; 1 (uma) sala de reunião; 2 (duas) salas de estúdio de áudio, 1 (uma) biblioteca comunitária, 1 (uma) brinquedoteca, 1 (um) refeitório, 1 (um) auditório (com capacidade para 80 lugares), 1 (uma) secretaria e 1 (uma) quadra esportiva. A sala de aula que abrigará a oficina possui um espaço com cerca de 5x4 m2, janelas basculantes protegidas com grade, cortina de blackout para as experiências fotográficas, 15 carteiras e 15 cadeiras, mesa de apoio, armários espaçosos para guardar materiais de aula e com chave para armazenamento de eletrônicos e pertences de maior valor; é climatizada com ar-condicionado e possui quadro branco para uso do professor. Seleção de vagas: pelo fato de a oficina de fotografia ser destinada a crianças e adolescentes recebidas no contraturno escolar pela Fundação Vidal Ramos, não haverá uma seleção ou quaisquer critérios para o preenchimento de vagas. Todas as turmas (G1 a G9) serão contempladas/atendidas com a oficina. Saídas para a Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC): 2 visitas, sendo 1 visita da turma G3 (15 alunos de 11-15 anos); 1 visita da turma G7 (15 alunos de 10-11 anos); turma G8 (15 alunos de 11-12 anos) e turma G9 (15 alunos de 13-15 anos). Serviço de cobertura fotográfica da oficina: o registro das atividades em sala de aula será feito a cada mês (em um dos quatro encontros – a definir) e contemplará todas as nove turmas acolhidas pela FVR, com o intuito de documentar a evolução dos trabalhos e das dinâmicas realizadas.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO DA OFICINA DE FOTOGRAFIA A oficina de formação, cujo foco é o letramento visual e fotográfico, informacional e digital, será ministrada na Fundação Vidal Ramos (Florianópolis) pela professora e pesquisadora Ally Collaço, oficineira há 15 anos. Ela atenderá com aulas teóricas e práticas, crianças e adolescentes de 6 a 15 anos. As aulas teóricas terão a duração de 1 hora cada e serão ministradas às crianças e aos adolescentes acolhidos pela instituição (nove turmas: G1 - 6 a 8 anos - manhã; G2 – 9 a 11 anos, manhã; G3 – 11 a 15 anos, manhã; G4 – 6 e 7 anos, tarde; G5 – 8 e 9 anos, tarde; G6 – 9 e 10 anos, tarde; G7 – 10 e 11 anos, tarde; G8 – 11 e 12 anos, tarde; G9 – 13 a 15 anos, tarde). Número de vagas: 135 Duração: 11 meses Carga horária total: 640 h/aula Faixa etária - 6 a 11 anos – 75 alunos Turmas contempladas: G1 – 6-8 anos (manhã) – 15 alunos - semestre 1 e 2 G2 – 9-11 anos (manhã) – 15 alunos - semestre 1 e 2 G4 – 6-7 anos (tarde) – 15 alunos – semestre 1 G5 – 8-9 anos (tarde) – 15 alunos – semestre 1 G6 – 9-10 anos (tarde) – 15 alunos – semestre 1 Conteúdo programático: Mês 1 – 4 encontros O que é a fotografia? - Registros humanos; - Fotografia de papel; - Câmera escura; - Impressão natural. Mês 2 – 4 encontros Eu com os outros - Experiência fotográfica na Fundação Vidal Ramos (intuitiva); - Análise das fotos; - Regras de composição: terços, contraste de luz e de cores; - Experiência fotográfica na fundação (aplicação das regras); - Análise e comparação. Mês 3 – 4 encontros Eu e a cidade (cultura visual) - A câmera de João (curta-metragem de Tothi Cardoso); - Artistas Victor Meirelles e Martinho de Haro (registros da cidade); - Maratona Fotográfica de Floripa, Exposição “#poraí”, de Bruno Ropelato, ou evento similar; Mês 4 – 4 encontros Eu e a cidade (saídas fotográficas) - Saída fotográfica ao Centro Histórico de Florianópolis/SC ou a uma região de referência histórico-cultural; - Análise das fotos e seleção; - Conversa sobre formatos de exposição; - Conversa sobre audiodescrição. Mês 5 – 4 encontros Montagem e exposição - Montagem da exposição das fotos e outros materiais produzidos na oficina; - Impressão natural; - Câmeras e fotos de papel; - Câmeras escuras; - Exposição #poraí na fundação; - Exposição #poraí na cidade; - Visita de grupo cego da Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC) na FVR; - Ensaios e apresentação de audiodescrição dos grupos. Mês 6 – 2 encontros Encerramento do semestre 1 - Conversa sobre experiências e exposições; - Exposição para comunidade escolar. Mês 7 – 4 encontros Cultura visual – fotografia natural - Conhecer técnicas de impressão natural. Mês 8 – 4 encontros Cultura visual – fotografia de rua - Vida e obra de Vivian Maier; - Vida e obra de Andrea Eichenberger; - Saída fotográfica nos arredores da Fundação Vidal Ramos. Mês 9 – 4 encontros Cultura visual – exposições e saídas fotográficas - Saída para museu; - Conversa sobre impressões da visita; - Definição de tema final; - Saída fotográfica nos arredores da Fundação Vidal Ramos. Mês 10 – 4 encontros Montagem e exposição - Análise e seleção de fotos e escolhas de formatos; - Montagem. Mês 11 – 2 encontros Encerramento - Conversa sobre experiências e exposições; - Exposição para comunidade escolar. Faixa etária – 10 a 15 anos – 60 alunos G3 – 11-15 anos (manhã) – 15 alunos - Semestre 1 e 2 G7 – 10-11 anos (tarde) – 15 alunos – Semestre 2 G8 – 11-12 anos (tarde) – 15 alunos – Semestre 2 G9 – 13-15 anos (tarde) – 15 alunos – Semestre 2 Mês 1 – 4 encontros O que é a fotografia? - Registros humanos; - Câmera escura; - Registro intuitivo com desenho (representações visuais); - História da fotografia. Mês 2 – 4 encontros Eu com os outros - Experiência fotográfica na Fundação Vidal Ramos (intuitiva) - Análise das fotos; - Regras de composição: terços, contraste de luz e de cores, linhas de continuidade e plongée/contra-plongée; - Experiência fotográfica na fundação (aplicação das regras); - Análise e comparação. Mês 3 – 4 encontros Eu e a cidade (cultura visual) - A câmera de João (curta-metragem de Tothi Cardoso); - Artistas Victor Meirelles e Martinho de Haro (registros da cidade); - Maratona Fotográfica de Floripa, Exposição “#poraí”, de Bruno Ropelato, ou evento similar; Mês 4 – 4 encontros Eu e a cidade (saídas fotográficas) - Saída fotográfica no Centro Histórico de Florianópolis ou a uma região de referência histórico-cultural; - Análise das fotos e seleção; - Conversa sobre formatos de exposição; - Conversa sobre audiodescrição, braile. Mês 5 – 4 encontros Montagem e exposição - Montagem da exposição das fotos e outros materiais produzidos na oficina: - Impressão natural; - Câmeras escuras; - Exposição “#poraí” na Fundação Vidal Ramos; - Exposição “#poraí” na cidade; - Visita de grupo cego da Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC) na FVR; - Ensaios e apresentação de audiodescrição dos grupos. Mês 6 – 2 encontros Encerramento do semestre 1 - Conversa sobre experiências e exposições; - Exposição para comunidade escolar. Mês 7 – 4 encontros Cultura visual – fotografia para cegos - Sonia Soberats e a fotografia para cegos; - Experimentos com a luz; - Análise e seleção. Mês 8 – 4 encontros Cultura visual – fotografia em movimento - Daniel Mercadante e vídeos; - Gravações de takes; - Análise e seleção; - Edição final coletiva. Mês 9 – 4 encontros Cultura visual – exposições e saídas fotográficas - Saída para museu; - Conversa sobre impressões da visita; - Definição de tema final; - Saída fotográfica aos arredores da Fundação Vidal Ramos. Mês 10 – 4 encontros Montagem e exposição - Análise dos materiais e preparação para exposição; - Visita à Associação Catarinense para Integração do Cedo (ACIC) para a produção do braile (*1); - Fotos texturizadas. Mês 11 – 2 encontros Encerramento - Conversa final; - Exposição para comunidade escolar. A presente proposta de oficina será dividida em 3 eixos temáticos: - A história da fotografia e sua relação com as artes visuais; - Noções básicas de composição de imagem na fotografia; - A visibilidade e a invisibilidade das/nas imagens, focada na acessibilidade de pessoas cegas. Os objetivos são: 1) apresentar a história da fotografia e sua relação com o contexto atual; 2) apresentar noções de composição de imagem, 3) promover saídas fotográficas na própria instituição e na cidade, para desenvolver o senso crítico, reflexivo e criativo, com experimentações fotográficas, 4) promover montagem de mostras fotográficas (2 vezes no ano) e rodas de conversa sobre exemplos e exercícios realizados. Eixo temático 1 - A história da fotografia e sua relação com as artes visuais Objetivo: sensibilizar o olhar dos alunos para a presença e a importância da fotografia como meio de expressão, comunicação e arte no amplo universo imagético que os cerca. Metodologia: - Discussão sobre gostos na relação com imagens apresentadas em aula; - Experiência fotográfica na própria instituição (intuitiva). Recursos/estratégias: - Exibição de imagens e debates direcionados; - Apresentação de desafios em fotografia com critérios pré-estabelecidos, com foco em análise e produção de mostras fotográficas com e sem tema; - Construção de mecanismos artesanais para compreensão do conceito fotográfico; - Análise e produção de imagens; - Rodas de conversa. Eixo temático 2 - Noções básicas de composição de imagem na fotografia Objetivo: sensibilizar o olhar dos alunos para a presença e importância da fotografia como meio de expressão, comunicação e arte no amplo universo imagético que os cerca, direcionando o olhar para a composição de imagens. Metodologia: - Apresentação de regras básicas para composição de imagens, através de saídas fotográficas; - Saídas de estudo para mostras fotográficas em exibição na cidade. Recursos/estratégias: - Exibição de imagens apresentadas e debates direcionados; - Apresentação de desafios em fotografia com critérios pré-estabelecidos, com foco em análise e produção de mostras fotográficas com tema; - Análise e produção de imagens; - Rodas de conversa. Eixo temático 3 - a visibilidade e a invisibilidade das/nas imagens. Objetivo: sensibilizar o olhar dos alunos para a presença e importância da fotografia no amplo universo imagético que os cerca, direcionando o olhar para a composição de imagens, e refletindo sobre objetos fotografados e espectadores das exposições fotográficas. Metodologia: - Ampliação da cultura visual dos grupos, com exibição de exemplos, de homens e mulheres fotógrafas, em nível local, nacional e internacional, como: Sebastião Salgado (Brasil - Gênesis), Vivian Maier (EUA - fotografia de rua), Andrea Eichenberger (Brasil - translitorânea – Walker Evans), Bruno Ropelato (Brasil – SC #por aí), Sonia Soberats (Venezuela - fotografia cega), além de projetos fotográficos como Humans of NY e SP invisível. Recursos/estratégias: - Exibição de imagens apresentadas e debates direcionados; - Apresentação de desafios em fotografia com critérios pré-estabelecidos, com foco em análise e produção de mostras fotográficas com tema; - Análise e produção de imagens; - Rodas de conversa. *1 - Por demandar habilidades técnicas específicas e mais apuradas, escolheu-se por oportunizar as visitas à ACIC apenas aos adolescentes de 10 a 15 anos. (turmas G3, G7, G8 e G9).

Acessibilidade

Produto - oficina de fotografia ACESSIBILIDADE FÍSICA - A Fundação possui banheiros adaptados ao uso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e rampa de acesso para PcDs. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS e ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS - Para facilitar a compreensão do público e, em atendimento ao Art. 25 da Instrução Normativa n.º 01/23, de 10/04/2023, em sua seção I, a divulgação dos resultados nas redes sociais será realizada com legendas descritivas nos posts com imagens e vídeos, legendas (#pracegover/#pratodosverem) e legenda para surdos e ensurdecidos (LSE). Dentro do cronograma das aulas, crianças e adolescentes (10 a 15 anos) serão apresentados ao tema “Cultura visual – fotografia para cegos”, que versará sobre a experiência da fotógrafa cega Sonia Soberats e como se dá a fotografia para cegos, e a experimentação de fotografar com a luz. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - A Fundação Vidal Ramos não tem matriculado na instituição criança ou adolescente que apresente esse quadro. Produto – exposição ACESSIBILIDADE FÍSICA - A Fundação realizará a exposição em local de sua sede que não impeça o acesso de PcDs. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS e ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS - Cegos da Associação Catarinense para Integração do Cego (ACIC) serão convidados a prestigiar a exposição, cuja comunicação será acessível por meio de etiquetas no sistema braile, além de audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS - A Fundação Vidal Ramos não tem matriculado na instituição criança ou adolescente que apresente esse quadro. O seguinte inciso/parágrafo do art. 25 da IN n.º 0123, de 10/04/2023, será adotado no projeto: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. § 2º O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

Produto - oficina de fotografia: gratuita e destinada a 135 crianças e adolescentes acolhidos na Fundação Vidal Ramos, provenientes em sua maioria do Maciço do Morro da Cruz, dos Centros de Referência de Assistência Social - CRAS e de escolas públicas de Florianópolis. Produto - exposição: será de acesso gratuito a familiares, amigos e às comunidades do entorno da FVR, além de interessados que queiram visitá-la. Informamos que ela será amplamente divulgada para haver grande visibilidade e público engajado. Público beneficiado: crianças e adolescentes de 6 a 15 anos (de classes D e E da cidade de Florianópolis/SC) e comunidade escolar. Estimativa de público Alunos(as): 135 Comunidade: 270 (exposição) Estimativa de público beneficiado de forma direta: 405 Redes sociais: Instagram – 541 seguidores (até 27 de setembro de 2023); Alcance - 3,5 mil, Visitas – 348 (até 27 de setembro de 2023); Impressões - 13.173 (26 de junho a 23 de setembro de 2023) // Facebook – 944 seguidores (até 27 de setembro de 2023); Alcance – 915, Visitas – 432 (26 de julho a 26 de setembro de 2023). AMPLIAÇÃO DE ACESSO Ampliação de acesso: Para cada produto cadastrado no plano de distribuição citar explicitamente qual inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 da Secult a proposta irá adotar como ação de Ampliação de Acesso. Obs: retirar qualquer outra informação, como quantidade e valores de exemplares ou ingressos. Produto - oficina de fotografia O seguinte inciso do art. 28 da IN n.º 0123, de 10/04/2023 será adotado no projeto: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil. Produto - exposição O seguinte inciso do art. 28 da IN n.º 0123, de 10/04/2023, será adotado no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

Fundação Vidal Ramos Função: Proponente e Coordenação Geral Fundada em 3 de maio de 1958, a Fundação Vidal Ramos, localizada na Rua Victor Konder, 321, Centro, Florianópolis/SC, é uma instituição sem fins lucrativos, declarada de Utilidade Pública municipal e estadual, que atende 135 crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, moradores do Maciço do Morro da Cruz - Florianópolis/SC, advindas de escolas públicas ou encaminhadas pelos Centros de Referência da Assistência Social. Criada pela coparticipação de 12 entidades que se dedicam à Assistência Social às comunidades carentes de Florianópolis e do Estado de Santa Catarina, possui em seu quadro 1 coordenador geral, 1 assistente administrativo, 1 coordenador de apoio pedagógico, 1 psicóloga, 1 assistente social, 1 merendeira, 2 auxiliares de serviços gerais, 3 educadores de apoio pedagógico, 1 educador de jiu-jitsu, 1 educador de artes, 1 educador de jogos e brincadeiras, 1 educador de informática, 1 educador de xadrez. As oficinas oferecidas às crianças e aos adolescentes no contraturno escolar são desenvolvidas com projetos mensais cujos temas são escolhidos a partir de uma problemática de interesse coletivo do grupo e decididos de forma democrática. Sua sede funciona em prédio histórico (art déco) que manteve, de 1910 a 1937, a Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina, momento em que passou a denominar-se Liceu Industrial de Santa Catarina. Emanuela Ferreira Coelho de Azevedo Função: Coordenação do projeto Gerente desde 1996 da Fundação Vidal Ramos, é graduada em Ciências Contábeis pela Faculdade Barddal (2007). Desde 1999, é responsável pela apresentação da proposta, pelo gerenciamento e pela prestação de contas dos projetos realizados por meio de parceria com a Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio da Secretária de Assistência Social e da Secretária de Educação, especialmente os oferecidos no contraturno escolar a crianças e adolescentes de 06 a 15 anos. Atua na gestão do projeto “Mais Cultura”, implementado na Fundação Vidal Ramos por meio de parcerias de cooperação entre o município de Florianópolis, o Centro de Informática e Automação de SC – CIASC, a Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina - FEESC e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial-SENAC/SC, no período de 2012 a 2016, projeto este que nasceu de uma proposta do Ministério da Cultura (MinC) de vincular ações de resgate cultural nas comunidades sob intervenção das obras do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento. Responsável pela execução da parceria entre o SESI/Programa Atletas do Futuro e a Fundação Vidal Ramos no período de 2010 a 2015, cujo objetivo era promover formação e cultura esportiva, gratuitamente, a crianças e jovens de 6 a 17 anos. Em 2005, após ser selecionada em edital, participou de capacitação oferecida pela Coordenação Nacional do Projeto “Casa Brasil” — uma articulação entre diversos ministérios, órgãos públicos, bancos e empresas estatais brasileiras que visava à construção de espaços públicos que proporcionassem à população a utilização de tecnologias digitais, computadores e internet, permitindo, assim, a inserção de todos na sociedade da informação. Após a capacitação, implantou e fez a gestão administrativa e financeira do projeto na Fundação Vidal Ramos durante 5 anos. Rede Marketing Cultural Função: Produção executiva A Rede Marketing Cultural é uma empresa que desenvolve conteúdos e executa projetos a fim de promover conexões culturais entre as marcas e seu público. Presta serviços de consultoria, planejamento e gestão de projetos, conectando artistas e produtores com instituições e iniciativa culturais. Sua equipe possui experiência na gestão e planejamento, desenvolvimento e execução de projetos culturais, tendo desenvolvido ações para empresas, instituições sem fins lucrativos, órgãos públicos e agentes culturais. A equipe possui experiência na gestão e planejamento, desenvolvimento e execução de projetos culturais, tendo desenvolvido ações para empresas, instituições sem fins lucrativos, órgãos públicos e agentes culturais. Desde 2012 intensificaram a atuação, potencializando sua relação com a cultura e com a qualidade das ações desenvolvidas. O valor financeiro aportado no projeto cultural contribui para o desenvolvimento local, gerando trabalho e renda para a cadeia produtiva da área incentivada. https://drive.google.com/file/d/1QNXF_lKOVD-Bpop0MN5VCJqDoKN66JPs/view?usp=drive_link Ally Colaço Função: Ministrante de oficina Entusiasta nas aproximações possíveis entre cinema e educação. Interessada nas relações entre infância e feminismo. Professora e oficineira de cinema há 15 anos. Pesquisadora financiada pelo CNPq, cursando Doutorado em Educação (UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina), na linha ECO - Educação e Comunicação. Integrante do Coletivo Tecendo: cultura arte educação, da UFSC, e organizadora de projetos autônomos como o Projeto Casa Azul, a Ally Collaço - Escola de Cinema e outras Artes, o Cinema ao ar livre em Florianópolis e o Coletivo Cinema de Meninas. Fez parte da coordenação da Rede Kino - Rede Latino-Americana de Educação, Cinema e Audiovisual em 2020 e 2021. Denize Gonzaga Função: Assistente de produção Bacharel e licenciada em História pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2011) e bacharel em Museologia pelo Centro Universitário Barriga Verde – UNIBAVE (2014), possui experiência em elaboração/modelagem/execução de projetos culturais. Realizou os seguintes trabalhos: assistência de produção do 3º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), em 1999; produção executiva do X Salão Nacional Victor Meirelles (MASC-FCC), em 2008; do Prêmio Nacional Cruz e Sousa de Literatura 2008-2009 (Diretoria de Difusão Artística-FCC); da Comissão Catarinense do Livro - COCALI 2009 (Diretoria de Difusão Artística-FCC) e do Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2013 (Consultoria de Projetos Especiais-FCC); assistência de montagem do XII Salão Nacional de Artes de Itajaí (SNAI), em 2010; organização/produção executiva do Planeta.doc Conferência (Festival Internacional de Cinema Socioambiental), em 2017. Trabalhou, de 2013 a 2016, com a produção da banda instrumental catarinense Brass Groove Brasil, acompanhando-a na 16.ª Mostra Sesc Cariri de Culturas 2014 (Fortaleza/CE) e na Virada Cultural de São Paulo, ambos em 2015. Produziu o show da banda Bombardino no Choro no SESC Sorocaba, em 2015, dentro da programação do projeto Música de bandeja. Exerceu a função de assistente de produção no festival Floripa Instrumental 2022. Foi contemplada pelo prêmio de patrimônio imaterial do Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2020, com o projeto de um livro intitulado “A artesania tipográfica de Cleber Teixeira”, que registra o trabalho artesanal do tipógrafo carioca naturalizado em Florianópolis.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.

2027-05-01
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina