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PRONAC 243414Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

SALVE O PRAZER! - ASSIS & CARMEM, o musical

Três É Editoração e Design Ltda.
Solicitado
R$ 2,29 mi
Aprovado
R$ 2,29 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-10
Término
2025-11-16
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Criação, produção e montagem do espetáculo de teatro Salve o Prazer! _ Assis & Carmen, o musical. Realização de temporada no Rio de Janeiro, com dez atores cantores e dançarinos, uma banda de cinco músicos e dois meses de ensaios. Total de 32 apresentações em teatro com capacidade mínima de 350 lugares. "Pra cantar, Ó Brasil amado, o teu feliz passado!"

Sinopse

Alegria! Um atuante grupo de teatro da cidade do Rio de Janeiro decide produzir e preparar um espetáculo musical para o próximo Carnaval, atendendo ao convite dos organizadores do evento, com o objetivo principal de reviver os acontecimentos dos festejos carnavalescos acontecidos entre 1930-40, uma década de ouro da música popular brasileira, recuperando a felicidade e o prazer que o povo tinha em brincar e cantar as músicas daquela época. O grupo de atores define que o enredo da peça será a relação de parceria artística e afetuosa que tiveram a cantora e atriz Carmen Miranda e o compositor Assis Valente, nesses dez anos de convivência, tornando essa amizade potencialmente relevante e cativante para diversos públicos, proporcionando momentos de muito sucesso e alegria, mas também alguns momentos reflexivos e tristes sobre os fatos dessa amizade. O texto enfatiza a realidade, a ilusão, o sonho, a saudade, a mentira, o destino, as cinzas de um sentimento que se foi e o atropelo de tudo e todos para subir na vida. Uma dramática comparação entre a brevidade de um balão junino que sobe e depois cai, e a fugacidade da vida com todos os seus dissabores, mas que também traz uma mensagem otimista de orientação, de autoproteção dos sofrimentos do amor que nos deparamos pela vida. Um musical que convida o público a se emocionar, refletir, cantar, dançar e celebrar a importância do amor, da amizade e da arte na construção dos nossos momentos de felicidade. Ao longo da peça, as músicas compostas por Assis e eternizadas por Carmen serão executadas ao vivo e entrelaçadas na narrativa, proporcionando uma ampliação poética da história e da cena, enfatizadas nas letras e versos do autor e valorizadas na interpretação da cantora e atriz. “A vida é boa, meu bem, é boa/Depende da gente querer/Se você chora à toa/É porque não sabe viver.../Eu quero ver você sorrir demais/Achando que a alegria é pouca”.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar um espetáculo, destacando a importância de Assis Valente e Carmem Miranda tem na história do teatro. - Buscar valorizar a identidade da cultura, por meio do debate promovido.- Gerar empregos de forma direta e indireta, entre profissionais e fornecedores, contribuindo para a retomada do setor cultural.- Ampliar o acesso e descentralização da fruição do produto cultural, a partir de realização na cidade do Rio de Janeiro. Objetivo Específico: Realizar Temporada do espetáculo " SALVE O PRAZER! - ASSIS & CARMEM o musical , com realização de 32 apresentações, em salas de teatro, com capacidade média de 350 lugares, disponibizando ingressos a sociedade, atingindo a cidade do Rio de Janeiro.

Justificativa

O projeto se enquadra no art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculos de artes cênicas. A lei de incentivo à cultura é uma forma de apoiar e fortalecer a produção cultural brasileira, permitindo que mais pessoas tenham acesso a eventos culturais, ao mesmo tempo em que incentivam a criação e a inovação. Aos olhos e ouvidos da população, Carmen Miranda, criada e forjada artisticamente no Brasil, era a primeira mulher considerada brasileira a criar para si uma personalidade pública _ e viver dela e se notabilizar como cantora e atriz. Foi a maior estrela do disco, do rádio, do cinema, dos palcos e dos cassinos brasileiros. Era adorada pelo público, respeitada pelos colegas, disputada pelos veículos de imprensa. Até então, nenhuma outra fora tão famosa na história da música brasileira. Assis Valente, negro, baiano, muito bonito e educado, compositor com talento para fazer música que chamava a atenção, conseguiu chegar até Carmen e mostrar suas composições que deram o início da parceria que levou a cantora a gravar 25 músicas dele, de 1932 a 1940, todas consideradas um grande sucesso e marcantes para a história musical de ambos. Trazer à luz do teatro a realidade dos fatos sobre esses dois grandes artistas é uma experiência teatral importante e cheia de significados, sofisticada, feita para divertir, alegre, romântica e contagiante, um musical genuinamente brasileiro, sobre as relações de dois mitos da música, no sentido de que possamos rever seus valores e fazer justiça para que nunca nos esqueçamos de Assis e Carmen e da importância que tiveram no desenvolvimento da linha evolutiva da MPB. "Vou cantando fingindo alegria para a humanidade não me ver chorar".

Estratégia de execução

O proponente será remunerado na Coordenação do Projeto

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Os Teatros serão escolhidos levando em conta que sejam devidamente equipados com rampas de acesso,corrimão, elevadores e instalações sanitárias adequadas (banheiros adaptados) para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia. Não haverá custos para o projeto nesta ação. rampas, corrimão, banheiros adaptados, para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia. Não haverá custos para o projeto nesta ação. rampas, corrimão, banheiros adaptados. Atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Não haverá custos para o projeto nesta ação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras 02 sessões por semana. Realizaremos também apresentações , com tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Serão 02 tradutores intérpretes de LIBRAS em 02 sessões por semana, se revezando durante o espetáculo em local específico para este público. Os custos com essa ação estão na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. Desta forma julgamos atender os arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL Os Teatros serão escolhidos levando em conta que sejam devidamente equipados com rampas de acesso,corrimão, elevadores e instalações sanitárias adequadas (banheiros adaptados) para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia. Não haverá custos para o projeto nesta ação. rampas, corrimão, banheiros adaptados,para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na platéia. Não haverá custos para o projeto nesta ação. rampas, corrimão, banheiros adaptados. Atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Não haverá custos para o projeto nesta ação. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em 02 sessões por semana- Serão 02 tradutores intérpretes de LIBRAS se revezando durante o encontro em local específico para este público. Os custos com essa ação estao na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS O projeto prevê 32 apresentações em teatros com capacidade de 350 lugares, disponibilizando portanto 10.000 ingressos De acordo com Artigo 27 da Instrução Normativa nº 1/2023, para atender a demanda de democratizaçao adotaremos as seguintes medidas. 1) Disponibilizaremos ingressos gratuitos, na proporção de 10% (dez por cento), dos ingressos disponiveis (1000 ingressos), para os estudantes da rede pública de ensino e ou instituições que atendam pessoas ou grupos minoritários ou em vulnerabilidade social.2) até 10% (dez por cento), serão distribuidos para patrocinadores e apoiadores do espetáculo.3) até 10 % (dez por cento), para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Publico alvo: formadores de opiniao, jornalistas, artistas e criticos em geral.4) Disponibilizaremos mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor de 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.5) 50% (cinquenta por cento), dos ingressos restantes serao disponibilizados ao público em geral ao preço maximo de R$ 100,00 Como medida de ampliação da democratização de acesso, adotaremos a seguintes medidas: Com esta ação atenderemos o disposto Art. 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 no seguinte inciso VI - realizar, ratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos. Serão realizadas duas palestras com o público. 1) Com esta ação atenderemos o disposto Art. 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 no seguinte inciso VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, e palestras. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIALO projeto preve 1 ensaio aberto seguido de 1 encontro com a equipe do projeto, em teatro com media de 350 lugares. De acordo com Artigo 30 da Instrução Normativa nº 1/2023, para atender a demanda de democratizaçao adotaremos as seguintes medidas. 1) Disponibilizaremos ingressos gratuitos, na proporção de 100% (cem por cento), dos ingressos disponiveis (300 ingressos), para os estudantes da rede pública de ensino e ou instituições que atendam pessoas ou grupos minoritários ou em vulnerabilidade social.Como medida de ampliação da democratização de acesso, adotaremos a seguintes medida:2) Registrar e apresentar palestras com a participação do público. Com esta ação atenderemos o disposto Art. 28 da Instrução Normativa nº 1/2023 nos seguintes itens VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, palestras. 3) Haverá duas vez por semana , tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). Serão 02 tradutores intérpretes de LIBRAS se revezando durante o encontro em local específico para este público. Os custos com essa ação estao na planilha orçamentária. 4) - Realização de Palestras - Serão realizadas 2 palestras.

Ficha técnica

Idealização e Rotei: Ivo Fernandes Texto e dramaturgia:Carla Faour Elenco: Soraya Ravenle, Alan Rocha e grande elenco (+8 atores a definir) Direção Artística: Gustavo Gasparani Direção Musical e Arranjos: Wladimir Pinheiro Cenário:Marieta Spada Figurino:Claudio Tovar Iluminação: Maneco Quinderé Direção de Movimento e Coreografia:Renato Vieira Design Gráfico: Felipe Taborda Coordenação de Produção: Sula Villela Direção de Produção: Marília Milanez Realização e Administração: Tres E Produções Currículos: Ivo Fernandes é diretor, produtor, ator, roteirista e dramaturgo. Iniciou sua carreira de ator em 1973 e já trabalhou com diversos diretores, como Amir Haddad, Augusto Boal, Aderbal Freire-Filho e Luiz Arthur Nunes. Ator de teatro, cinema e televisão, entre as peças encena[1]das destacam-se: A Tempestade, de William Shakespeare, direção de Luiz Arthur Nunes; A vida como ela é, de Nelson Rodrigues, direção de Luiz Arthur Nunes; O Avarento, de Molière, direção de Amir Haddad; Noite de Reis, de William Shakespeare, direção de Amir Haddad; O momento de Mariana Martins, de Leilah Assumpção, direção de Luiz Arthur Nunes; e O mercador de Veneza, de William Shakespeare, direção de Amir Haddad. Carla Faour é autora, roteirista, diretora e produtora. Uma das mais conceituadas e premiadas roteiristas e dramaturgas de sua geração. Criadora e roteirista da série Segunda chamada (TV Globo), vencedora dos Prêmios APCA de Melhor Série Drama/ 2019 e ABRA de Melhor Roteiro de Série Ficção Drama 2019. Colaboradora da novela Além do horizonte (2013/2014), roteirista do seriado Tapas e beijos (2014/2015) e de Malhação – Seu lugar no mundo (2015/2016) (Tv Globo), escreveu ainda a série Amor Veríssimo (2013) para o GNT. Em cinema, escreveu o roteiro do filme Chacrinha, O Velho Guerreiro, indicado a Melhor Roteiro Original no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2019). Escreveu mais de dez peças teatrais, entre as quais se destacam: A arte de escutar, indicada a melhor texto nos principais prêmios do teatro carioca (Shell, APTR e Contigo); Açaí e dedos, indicada ao Prêmio Contigo de Melhor Autor; Obsessão, pela qual recebe os Prêmios APTR e FITA de Melhor Autor, e é indicada novamente ao Prêmio Shell. É ainda autora de Procópio, com direção de Dani Barros, do musical Céu estrelado, direção de João Fonseca e Vinicius Arneiro, e Eu, Capitu, direção de Miwa Yanagisawa. Também é autora de A força do destino e Nenê Bonet, adaptações literárias para o teatro. Carla já ministrou cursos e palestras em instituições conceituadas como SESI, SESC, Fundação Oscar Americano, Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. É mentora do LANANI (Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas – parceria da FLUP com a TV Globo). Soraya Ravenle Lançou seu primeiro disco solo em 2011, com músicas de Paulo César Pinheiro e direção musical de Alfredo Del Penho, pela Biscoito Fino, selecionado para o Prêmio da Música Brasileira de 2011. Em 2015 realiza vários shows com Marcelo Caldi, no show Entre o espanto e a ternura, duo de piano, voz e sanfona com repertório de clássicos da música brasileira e canções inéditas do próprio Marcelo. Em 2017 lança com o grupo Libertango o disco Quatro ventos, com repertório de músicas brasileiras tangueadas e clássicos argentinos. Em 2017 estreia o solo Instabilidade perpétua, do livro homônimo de Juliano Garcia Pessanha, no CCJF. Em 2020, protagoniza com Claudio Lins o musical argentino Monstros, de Martim Rodrigues e Emiliano Dionisi, com direção de Victor Garcia Peralta, e a peça Tom na fazenda, de Michel Marc Bouchard, com Armando Babaioff e direção de Rodrigo Portela, participando de temporadas pelas capitais do Brasil e em Paris no Festival de Avignon até 2023. Em 2021, na pandemia, desenvolve a cantoria Ubirajara, a partir das cantorias na janela do prédio onde mora, estreando em 2021 no teatro Petragold e passando por Niterói, SP e Paris. Alan Rocha é ator e músico, premiado como melhor ator coadjuvante no APTR, Botequim Cultural e no Paris Shorts Films Awards. Foi indicado também aos prêmios Bibi Ferreira e Cesgranrio. Estreou em 2008 nos palcos teatrais como ator no espetáculo Besouro Cordão de Ouro, de Paulo Cesar Pinheiro, com direção de João das Neves. Desde então, realizou vários espetáculos com grandes nomes do cenário teatral, com destaque para: o premiado É samba na veia, é Candeia e Forrobodó com direção de André Paes Leme; Ary Barroso, de Diogo Vilella e sup. de Amir Haddad; e o premiado Samba Futebol Clube, de Gustavo Gasparani. De 2015 para cá, foram mais três espetáculos com Gasparani: o premiado Gilberto Gil – Aquele abraço, Sambra (com Diogo Nogueira) e Bem Sertanejo (com Michel Teló). Dirigido por Karen Acioly, protagonizou o espetáculo Benja, o primeiro palhaço negro do Brasil, na Bienal de Circo de Marseille e no La Gare Franche. Pelo musical A cor púrpura ganhou os prêmios APTR e Botequim Cultural de melhor ator coadjuvante e inúmeras indicações. Na TV atuou nas novelas Amor perfeito, Malhação e Nos tempos do Imperador, da Globo. É também um dos protagonistas da série A Revolta dos Malês. No cinema está nos longas M8, Doutor Gama e em Os suburbanos e aguarda as estreias de Campo Santo, Mussum e Vitória, no qual atua ao lado de Fernanda Montenegro. Em 2022, pelo curta Baile de máscaras ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante em Paris no Paris Shorts Films Awards. Já na música, realiza seu trabalho com a Orquestra Céu na Terra e em 2019 lançou seu 1° CD autoral, Alumiou, entre outros. Gustavo Gasparani é diretor, ator, autor e produtor, com formação em canto e dança. Iniciou sua carreira em 1982, no TACA - Teatro Amador do Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Participou de mais 60 espetáculos teatrais, fundou uma das companhias de teatro mais importantes do país, a Cia dos Atores, dirigiu shows com grandes nomes da MPB (Fafá de Belém, Beth Carvalho, D. Ivone Lara, Emilio Santiago, Arlindo Cruz, Elza Soares, entre outros), escreveu e produziu espetáculos musicais de destaque na cena teatral contemporânea, recebendo os principais prêmios do país. No audiovisual, participou de filmes, novelas e series da TV Globo. Desde 1990 é também professor de teatro, trabalhando em diversas instituições, e publicou cinco livros.Com a Cia dos Atores viajou em tournées nacionais e internacionais participando de vários festivais, obtendo enorme reconhecimento e sucesso. A Cia recebeu os principais prêmios de teatro do país, incluindo os prêmios APTR 2009 – Categoria Especial, por seus 20 anos de trabalho; e Questão de Crítica e Aplauso Brasil 2019 – pelos 30 anos de trabalho com o espetáculo Insetos.Em parceria com a Aventura Entretenimento escreveu e/ou dirigiu os espetáculos: Sambra – 100 anos de samba, com Diogo Nogueira; Bem sertanejo – O musical, com Michel Teló; Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte; e Vozes negras: A força do canto feminino, como autor e diretor. Em parceria com a Chaim Produções, dirigiu e escreveu os espetáculos: Gilberto Gil – Aquele abraço e Zeca Pagodinho - Uma história de amor ao samba. Os espetáculos musicais de sua autoria, produzidos nos últimos anos, acumulam mais de 100 indicações aos prêmios mais importantes de teatro do país. Wladimir Pinheiro é pianista, compositor, cantor e ator. Iniciou seus estudos de canto aos 8 anos de idade. Teve aulas com Marie-Françoise Boucquet no ateliê musical Sons Croisès, em Paris, e foi bolsista do ateliê em Monte Argentario, na Itália. Vencedor do concurso Jovens Solistas – Petrobrás Pró-Música em 2002, também participou do grupo de Música Antiga da UFF, da Orquestra Sinfônica Nacional e da Orquestra Só Música. Como ator, integrou os elencos de A canção brasileira; Hans, o faz tudo; Fedegunda; Milton Nascimento: Nada será como antes; SamBra; protagonizou Ataulfo Alves – O bom crioulo e foi destaque na montagem de 2010 de Orfeu, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, no papel de Poeta. Como compositor, seus trabalhos de maior expressão incluem Lapinha, que contou a história da cantora lírica Joaquina Maria Conceição da Lapa e Os Dez Mandamentos, pelo qual Wladimir recebeu uma indicação ao Prêmio Bibi Ferreira pelas músicas e letras do espetáculo. Marieta Spada é cenógrafa e figurinista, graduada em 2008 pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Trabalhou em mais de 100 produções, sendo 24 musicais, 10 exposições, além de filmes, ópera, ballet e na Comissão de Frente da Mangueira. Trabalhou oito anos com Hélio Eichbauer, que ganhou a triga de ouro na Quadrienal de Praga. Além de ter participado da Quadrienal duas vezes como visitante, em 2007, teve seu trabalho selecionado para ScenoFest e apresentado para uma banca de jurados, e um projeto de cenário e figurino, exibido na mostra de estudantes do Brasil. Foi recentemente indicada para o Prêmio APTR 2022, é cocriadora do canal Cenogravando e membro da diretoria da Associação Grafias da Cena. Cláudio Tovar é é ator, dançarino, cenógrafo, figurinista, diretor e dramaturgo. Integrou o Dzi Croquetes, grupo que revolucionou o cenário teatral brasileiro. Em 1975, criou o espetáculo Romance, do qual foi autor, cenógrafo, figurinista, ator e bailarino. Em Paris, participou de Les Milles et une Nuits, como cenógrafo e figurinista, e Les Amuse Gueules. Em 1980, foi cenógrafo, figurinista e coreógrafo de As Mil e Uma Encarnações de Pompeu Loureiro, pelo qual recebeu o Prêmio Mambembe de Melhor Cenário. Como produtor, autor e diretor, realizou espetáculos como Sapatinho de cristal, Simbad de Bagdad e Caixa de brinquedos. Participou ainda da remontagem de A ópera do malandro e do musical O baile. Os inúmeros trabalhos de Tovar em teatro lhe valeram diversos prêmios, entre eles o Shell de Melhor Cenário por Veneza, o de Melhor Figurino por Somos irmãs e o Apetesp de Melhor Figurino por Elas por Ela, entre outros. Maneco Quinderé aliou técnica à intuição para criar projetos de luz que desde a década de 80 dominam a cena cultural do Brasil. Seus mais de 40 anos dedicados à iluminação o transformaram em um dos mais conceituados profissionais em atividade no país. É impossível pensar em iluminação e não se lembrar de Maneco Quinderé. Ele domina a luz com propriedade, seja no teatro, em concertos, espetáculos de dança, shows ou na arquitetura. Maneco Quinderé é um colecionador de prêmios. Traz em seu currículo dois Moliére, cinco prêmios Shell, quatro Mambembes e muitos outros. O iluminador assina obras-primas para espetáculos, shows, balés, óperas, desfiles, exposições e parcerias com grandes arquitetos. Renato Vieira é diretor artístico e coreógrafo da Renato Vieira Cia de Dança, em seus mais de 35 anos de carreira artística. Criou peças que receberam excelentes críticas da imprensa especializada, destacando-se os espetáculos Terceira margem, Suíte Jazz, Ritornelo, Dociamargo, Boca do lobo e Blue bonjour tristesse (os quatro últimos em parceria com Bruno Cezario), indicados como Melhores do Ano pela crítica do Rio e de São Paulo. Sua história com musicais é um capítulo à parte. São mais de trinta espetáculos, destacando-se sua parceria com o diretor Gustavo Gasparani, que teve início com As mimosas da praça Tiradentes (2012), consagrou-se em Samba Futebol Clube, roteiro e direção de Gustavo Gasparani – que recebeu o Prêmio Cesgranrio 2014 na Categoria Especial –, e prosseguiu em SamBra (2015), Gilberto Gil - Aquele abraço, o musical (2016), Bem sertanejo e Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao samba (2017). Por este último espetáculo Renato Vieira foi indicado pela coreografia e direção de movimento ao Prêmio Cesgranrio 5 Edição, entre outros. Felipe Taborda é designer gráfico, autor e curador, estudou cinema e fotografia na London International Film School (Inglaterra), Communication Arts no New York Institute of Technology e Graphic Design na School of Visual Arts (USA). Desde 1990 tem seu próprio estúdio, atuando principalmente nas áreas cultural, editorial e fonográfica. Em 2008 publicou o livro Latin American Graphic Design pela editora Taschen (Alemanha), e teve duas mostras retrospectivas simultâneas: Todo al Revés / La Obra Gráfica de Felipe Taborda, na Espanha; e Cara a Tapa / La Música Visual de Felipe Taborda, no México. Em 2022 a Galeria Gallo, Universidad Católica de Chile, apresentou a retrospectiva El Diseño es el Mesaje / El Arte Gráfico de Felipe Taborda. É correspondente internacional das revistas: Experimenta (Espanha) e Grafikmagazin (Alemanha). Sula Villela iniciou sua carreira de produtora em 1991 e desde então já trabalhou com diversos diretores: Amir Haddad, Aderbal Freire-Filho, Moacyr Góes e Ivo Fernandes. Assinou a produção dos espetáculos Santa Maria do Circo, de David Toscana, adaptação e direção de Ivo Fernandes; A Tempestade, de William Shakespeare, direção de Luiz Arthur Nunes; A vida como ela é, de Nelson Rodrigues, direção de Luiz Arthur Nunes; O Avarento, de Molière, direção Amir Haddad; Noite de Reis, de William Shakespeare, direção Amir Haddad; Samba Valente de Assis, de Zé Trindade Netto; entre muitos outros. Marília Milanez é direção de produção, sócia e produtora da Nitiren Produções Art. Ltda, e com diversos trabalhos realizados, dentre as quais destaco: 2024 – O Pagador de Promessas de Dias Gomes e direção Marcus Alvisi, com Diogo Vilela, Patrícia Pinho, Luiz Furlanetto e a Cia Funarj de Teatro, Arte e Repertório, no Teatro Laura Alvim; 2021 a 2023 – Cauby Uma Paixão roteiro Flavio Marinho e direção de Marco Aurélio Monteiro com Diogo Vilela e banda em Teatro Sesc Glória, Vitória/ES; Teatro dos 4 no Rio de Janeiro, Niterói no Teatro da UFF, Teatro Rival, Cine Teatro Brasil Vallourec, BH/MG; 2020 – Live transmitida do Teatro Claro Net, Rio de Janeiro de show durante a pandemia. 24/Outubro; 2019 - A Verdade de Florian Zeller e Direção de Marcus Alvisi, comédia com Diogo Vilela (vencedor do Prêmio Humor 2020 – Melhor Performance), Carolina Gonzalez, Claudia Ventura e Paulo Trajano em São Paulo no Teatro Vivo; no Rio no Teatro Maison de France e circulação por Marília, Bauru, Piracicaba, Lençois Paulista e Botucatu, São Paulo; 2018 - Cauby! Cauby! Uma lembrança de Flavio Marinho / Direção de Diogo Vilela e Flavio Marinho, no Teatro Municipal Carlos Gomes e no Centro Cultural João Nogueira - Imperator; 2013 – Ary Barroso – Do Princípio ao Fim texto e direção Diogo Vilela e Supervisão Artística de Amir Haddad. Rio de Janeiro, Teatro Municipal Carlos Gomes, e turne por de Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Vitória, Campinas e São Bernardo do Campo, entre outros. Tres E Produções foi fundada em 1997 com o objetivo de fomentar a cultura, principalmente através da atividade teatral no estado do Rio de Janeiro, tendo desenvolvido desde então projetos de montagens de espetáculos bem como projetos específicos na área de formação de plateia e de audiovisual, edição e patrimônio, sempre relacionados com a atividade teatral. Entre suas principais produções teatrais destacam- -se: Antes de ir ao baile (1980), Megera (1983), Hello Gershwin – musical (1987), Descalços no parque (1990), Beijo no asfalto (1991), O gigante da floresta encantada (1992), A guerrinha do fogo (1999). Em 2018 produziu a apresentação do projeto Ocupação negra – Um Rio de Janeiro em janeiro, espetáculo de dança contemporânea incentivado pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial/ SEPPIR, encenado no Centro de Artes Calouste Gulbenkian. Atualmente, participa do projeto “Memória Tá na Rua”, para a restauração, processamento e digitalização completa do acervo do consagrado grupo Tá na Rua, do diretor Amir Haddad.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.