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PRONAC 243416Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PALHAÇOS SEM JUÍZO – ATUAÇÃO ARTÍSTICA JUNTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES VÍTIMAS E TESTEMUNHAS DE VIOLÊNCIAS ATENDIDAS EM FÓRUNS DE SÃO PAULO

SORAYA OCANHA AGE SAIDE MOURA
Solicitado
R$ 345,5 mil
Aprovado
R$ 345,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Realizar intervenções artísticas semanais em dois fóruns de São Paulo onde há a presença de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sexual e doméstica; Realizar encontros artísticos para levantamento de pesquisa, material cênico e registro; Oferecer residência artística para dois artistas profissionais; Realizar quatro palestras sobre prevenção e combate à violência infantil em Instituições de Ensino; Realizar duas palestras em fóruns sobre a relação entre Arte e Justiça a partir do projeto nos fóruns, o impacto no clima organizacional e combate à violência infantil; Divulgar nas redes sociais, ações, leis e campanhas que visam o enfrentamento e prevenção a violência contra crianças, adolescentes e de gênero.

Sinopse

Interação: uma dupla de palhaços se apresenta como assistentes da juíza, recebe crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência sexual e doméstica no momento em que chegam ao fórum para depor sobre as agressões sofridas. Se utilizando do jogo de improviso do palhaço, uma cena única é criada junto a criança e seus familiares. É teatro em tempo real. Reuniões de conteúdo: encontros semanais - presenciais ou online, para alinhamento acerca do ambiente do judiciário e da ação realizada junto ao público, levantamento de conteúdo para aprimoramento da abordagem, sua documentação e divulgação nas redes sociais, material que serve de base para a formação de artistas visando novos públicos e palcos, para a documentação do projeto, sua expansão e metodologia e também sua divulgação e sustentabilidade através da criação de oficinas, palestras, intervenções e espetáculos com foco no enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. Residência artística: o elenco recebe dois palhaços profissionais para atuarem juntos nos fóruns formando uma dupla com cada um deles por um período de três meses. Nesse tempo, o artista convidado participa de uma reunião mensal de conteúdo para aprendizagem e troca de experiências. A residência é uma oportunidade de artistas explorarem sua bagagem em palcos não convencionais e refletirem acerca do que querem comunicar e para qual público. Palestras interativas para funcionários dos fóruns: uma palestra em cada um dos dois fóruns atendidos pelo projeto com duração de duas horas e meia, onde uma dupla de artistas apresenta a relação entre Arte e Justiça a partir do projeto, de uma breve história do palhaço no teatro, de como o lúdico impacta os ambientes do judiciário e a importância do enfrentamento e prevenção das violências contra crianças, adolescentes e de gênero. Palestras interativas em instituições de ensino: dois artistas contam sobre a ação nos fóruns junto às crianças e adolescentes, a função da arte e do humor dentro de um fórum para a humanização do atendimento, sensibilizam o público acerca da importância do combate e prevenção à violência, esclarecendo aspectos (quando, como, onde procurar ajuda) e divulgando o Disque 100.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Através da arte, acolher crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência sexual e doméstica no dia em que elas vão ao fórum contar, protegidas pela Lei do Depoimento Especial, as agressões sofridas. Através do palhaço, da comunicação lúdica e espontânea que essa linguagem cênica propõe, favorecer crianças e jovens vítimas a se reconhecerem nesse ambiente e a se sentirem confiantes quando forem depor sobre as violências sofridas. Pelo viés da arte, contribuir para que se sintam acolhidos, pertencentes, com direitos, cidadãos. A interação entre os palhaços e a criança impacta positivamente todo entorno, pais, familiares e funcionários das varas e setores. A arte é humanizadora, tem um papel sutil e original, de transposição das experiências, que possibilita ressignificar episódios da vida, mesmo os mais difíceis e, juntamente com o humor, colaborar para o resgate da saúde psíquica e emocional das pessoas. A ação contínua visa fomentar a formação de público e sensibilizar para um olhar artístico, através do contato e do convívio com outras manifestações artísticas promovidas pelo palhaço, que se apoia em várias expertises como o improviso, a música, a contação de histórias, manipulação de bonecos, que servem de base às interações. Utilizando os cinco pilares fundamentais da linguagem: a verdade, o amor, o temor, a crítica e a graça, o palhaço constrói em tempo real uma cena única, em que a criança tem sempre o protagonismo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Duas vezes por semana, dois palhaços se apresentam como assistentes da Juíza, percorrendo corredores e salas de espera de dois fóruns de São Paulo para atuar junto às crianças e adolescentes, vítimas e testemunhas que estão ali para depor em processos criminais, acompanhadas por seus pais e/ou familiares; Atuar junto a adultos, quer sejam pessoas que procuram o Fórum ou foram convocadas para depor, testemunhas, peritos e advogados; Atuar com os funcionários do Fórum: juízes, promotores, defensores, policiais, pessoal do cartório, da limpeza, psicólogos, assistentes sociais e seguranças. Os temas trabalhados podem variar muito, de acordo com o interesse, a idade e o entendimento da plateia (que varia de crianças de dois, três anos a adolescentes de até 18 anos) mas em nenhum momento o motivo que os levou ali é tema das interações, para não interferir nos depoimentos. A atuação se baseia em diálogo, permissão e improviso junto ao público. As interações são semanais, uma por semana em cada um dos dois fóruns de São Paulo. Quatro horas/dia; 2. Realizar encontros semanais (presenciais ou online) com o elenco para alinhamento acerca do ambiente do Judiciário e da ação realizada junto ao público, levantamento de conteúdo para aprimoramento da abordagem,do material cênico, registro e sua documentação e divulgação nas redes sociais, além de duas reuniões iniciais de preparação na pré-produção e uma final para avaliação na pós-produção. Duas horas/dia. 3. Oferecer duas palestras, uma em cada fórum, com dois artistas, apresentando a relação entre Arte e Justiça a partir do projeto, de uma breve história do palhaço no teatro, de como o lúdico impacta os ambientes do Judiciário e a importância do enfrentamento e prevenção das violências contra crianças, adolescentes e de gênero. Palestra Em local oferecido pelos fóruns. Duração: duas horas e meia cada. 4. Oferecer quatro palestras, com dois artistas, sobre prevenção e combate à violência contra crianças e adolescentes em Instituições de Ensino, uma em cada instituição. Serão abordados e esclarecidos aspectos de como, quando, onde procurar ajuda, como reconhecer a violência e divulgar o Disque 100. Duração: duas horas e meia cada. 5. Divulgar o projeto nas redes sociais já existentes e usá-las como veículos de combate e prevenção a violência infantil e de genêro, objetivando abrir diálogo com a sociedade sob o tema Arte e Justiça, contando a ação nos fóruns junto às crianças, divulgando campanhas de enfrentamento à violência, leis e projetos de políticas públicas que norteiam o tema através de: Facebook, Instagram, LinkedIn, Youtube e site, com produção de postagens semanais, 3 podcasts, 2 vídeos e 1 artigo no total. 6. Oferecer residência artística para dois artistas para atuarem junto ao elenco, uma vez por semana durante 3 meses cada um. Neste tempo o artista convidado participa, além da atuação e aprendizagem in loco nos fóruns, de uma reunião mensal com a direção e elenco, para troca de experiências e desenvolvimento profissional. A residência é uma oportunidade de artistas explorarem sua bagagem em palcos não convencionais e refletirem acerca do que querem comunicar e para qual público. A estimativa de público que será beneficiado com todas as ações presenciais do projeto é de 2700 pessoas.

Justificativa

O Palhaços Sem Juízo é um projeto artístico inovador e pioneiro, onde palhaços atuam junto a crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de abuso e violência sexual e/ou violência doméstica, no dia em que elas vão aos fóruns criminais para relatar as agressões sofridas, protegidas pela Lei do Depoimento Especial (13.431/2017), que é uma jovem lei inserida no ECA para evitar a revitimização institucional dessas crianças. O principal propósito do projeto é o de favorecer a comunicação para que elas se sintam confiantes no momento em que forem contar a sua verdade dos fatos. O projeto também atua com todas as pessoas que compõem os depoimentos, familiares e testemunhas das crianças, além dos magistrados, equipe técnica (composta por psicólogos e assistentes sociais) promotores, advogados e seus clientes e testemunhas, funcionários e usuários dos fóruns. O que demanda técnica apurada, experiência e refinamento artístico, uma vez que as pessoas num fórum criminal estão muito tensas, afinal o que leva uma criança a um fórum, é uma violência praticada contra ela. O projeto conta com a aprovação da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo desde 2019. A Lei de Incentivo à Cultura é uma forma de apoiar artistas que estão engajados em seu tempo, realizando projetos artísticos ousados, baseados nas demandas sociais, considerando o seu público. A violência contra a criança e adolescente é um fato incontestável, uma epidemia. O projeto se insere justamente aí, trazendo visibilidade a um tema tão sensível à sociedade, atua no fórum criminal da Barra Funda, junto a crianças e jovens, desde 2019. Dar a chancela da Lei a um projeto implantado e bem aceito, que vai de encontro a uma questão social seríssima, a artistas que detêm uma expertise de mais de 30 anos trabalhando com o público infantil e juvenil em situação de vulnerabilidade. A Lei de Incentivo à Cultura viabiliza que empresas empenhadas em atingir as metas do ESG possam conhecer e patrocinar um projeto consonante com a melhoria de qualidade vida, de uma sociedade pacificadora e com justiça social, já que o projeto se alinha com alguns ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (metas globais definidas pela Assembleia das Nações Unidas para melhorar o mundo) citando 3: - Objetivo3:Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas as idades a arte é promotora de saúde emocional - há estudos que apontam que o riso promove melhoria dos índices dos hormonais associados a felicidade e bem-estar. Em 2019, foi feita uma pesquisa qualitativa junto aos trabalhadores do fórum Regional de São Miguel onde o projeto atuava e 97,5% dos entrevistados afirmaram que a ação tinha efeito positivo sobre o ambiente. - Objetivo 5:Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas _ a violência que acomete esse público em números terríveis e expressivos é consequência de uma sociedade edificada no patriarcado e no machismo estrutural, tóxico, que objetifica crianças, jovens e mulheres. Realçar a condição dessas vítimas e trazer o debate na sociedade através da arte é conscientizar para combater e prevenir a violência e uma mudança de cultura, visando equidade de gênero e reafirmando o que dita o ECA, que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos, cidadãos. - Objetivo16:Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis - O projeto contribui com o poder judiciário para a humanização do atendimento ao público. A arte é uma expressão e uma escolha de entrarmos em contato com a variedade de sentimentos e ações produzidas por um grupo no caso, uma sociedade, um fórum, uma família. Levantar experiências de reconhecimento dessa nossa natureza criativa nos faz mais aptos à diversidade e ao encontro com o outro, com a diferença em si. Uma sociedade inclusiva é mais generosa e mais saudável porque solidária. A arte nos aproxima de nós mesmos e daqueles que encontramos. O palhaço por ser uma figura às avessas, explicita nossas características mais vulneráveis e isso aprofunda um conhecimento da natureza humana. O Estado sendo propositor dessas experiências ficcionais e ao mesmo tempo tão reais se torna cúmplice de uma responsabilidade de cuidado social. Cuidar traz em si o mérito da responsabilidade porque nos revela enquanto agentes, artistas e partícipes das relações que produzimos, seja no encontro com o palhaço, seja na sua comunidade. A aprovação do projeto através da Lei de Incentivo à Cultura corrobora a importância deste projeto inovador e pioneiro. Levar Arte para o Judiciário é tratar o cidadão como tal, realçar o seu pertencimento na sociedade, desde a primeira infância reforçando o que o ECA propõe, que crianças e adolescentes são cidadãos com prioridade absoluta na garantia de sua proteção e direitos. Que outro valor pode ser comparado à vida senão o da Justiça e o da liberdade? Todas as ações planejadas no projeto estão alinhadas ao que determina a Lei 8.313/91, nos incisos abaixo especificados: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Acerca do artigo 3 da Lei 8.313/91, serão alcançados os seguintes objetivos: I - Incentivo à formação artística e cultural; II - Fomento à produção cultural e artística.

Estratégia de execução

- 80 dias de atividade em dois fóruns de São Paulo, 40 em cada um deles. - 40 dias de reunião para elaboração de conteúdo. - 6 dias de palestras - 126 dias de trabalho total (atuação, residência, reunião e palestras) - 86 dias de atividade junto ao público - Elaboração e divulgação das ações do projeto visando transparência -Estimativa de beneficiar com ações presenciais mais de 2.700 pessoas - Envolve mais de 15 profissionais em 12 meses de projeto (pré-produção, produção e pós-produção)

Acessibilidade

As intervenções artísticas acontecerão em dois fóruns já adaptados para receber com autonomia e segurança os portadores de necessidades especiais (rampas, corrimões, banheiros adaptados, tradutores de libra etc.), nos termos do Decreto nº 6.949 de 25 de agosto de 2009. O projeto se adapta ao público. O elenco traz bagagem artística e larga experiência de atuação em hospitais pediátricos, com lastro profissional e emocional para lidar com circunstâncias delicadas, adaptando a abordagem a cada situação, inclusive em casos em que a criança ou adolescente é PCD. Vale reforçar que nossa atuação não é impositiva, depende de aceitação e cumplicidade. A narrativa construída em jogo privilegia o outro, sempre um jogo do sim, onde a criança e adolescente são protagonistas. Nas palestras, da mesma maneira, não há nenhuma restrição, e o conteúdo é adaptado de acordo com o grupo formado.

Democratização do acesso

Todas as ações previstas nesta proposta são gratuitas, seja nos fóruns, quanto nas instituições de ensino, abrangendo todo o público. A ação do Palhaços Sem Juízo prioriza a criança e adolescente, em consonância com o ECA - Estatuto da Criança e Adolescente, que os considera sujeitos de direitos, numa condição especial de desenvolvimento e formação e por isso com prioridade absoluta na garantia de seus direitos e proteção. As ações atingem todos os públicos que frequentam os fóruns, sejam vítimas, seus familiares, testemunhas, funcionários e colaboradores. A arte abre perspectivas para a realidade e o palhaço está muito próximo do brincar dentro de um fluxo de emoções. Sem julgamentos, ele traz um mundo de possibilidades, sensível e imaginário. Isso dialoga com a natureza humana, sua capacidade criativa e espontânea de fabular, o que fortalece e potencializa a autonomia, a independência de cada um. Ao abrir seus espaços para a participação de artistas palhaços em seu cotidiano e, em especial, facilitar a integração com as crianças e adolescentes vítimas de violência, o Poder Judiciário ganha humanidade, capacidade de diálogo, fluxo do real com a imaginação. Atuar junto ao Poder Judiciário cumpre a vocação democrática da Arte: torná-la possível a pessoas que, em grande parte, não têm acesso aos aparelhos de cultura, que contribui para a formação de público. Muitas vezes o Palhaços Sem Juízo é a primeira referência de arte que crianças e jovens têm acesso. O projeto comunica à sociedade, por meio da ação direta e da divulgação através de suas redes sociais e das palestras interativas, a integração entre Arte e Justiça; dá visibilidade ao tema do enfrentamento e prevenção da violência através da arte, divulga leis como o ECA e a Lei do Depoimento Especial e outras iniciativas que atuam para uma mudança de cultura, uma sociedade pacifista e com justiça social. Através da residência artística, instrumentaliza artistas e os provoca na direção do propósito do seu fazer, de que outros palcos improváveis podem ser vislumbrados e acessados e quais públicos podem ser atingidos e beneficiados.

Ficha técnica

*Soraya Saide – fundadora e diretora do projeto Palhaços Sem Juízo - de atuação artística junto a crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violências atendidas em fóruns de São Paulo. O projeto através do convite do Tribunal de Justiça de São Paulo faz, há 4 anos, os vídeos da Campanha Não se Cale – Contra a violência a criança e adolescente. É atriz, palhaça e professora de teatro, é formada pela EAD/USP (Escola de Arte Dramática) e pela PUC-SP, onde cursou jornalismo.Integrou o elenco dos Doutores da Alegria por 26 anos, atuando como palhaça nos hospitais e é uma das criadoras da Escola Doutores da Alegria, que coordenou por 12 anos. É a roteirista do espetáculo “Vamos Brincar de Médico”, ganhador dos prêmios APCA e FENSA 2006 por transposição de trabalho social para o palco. Em 2019 atuou e participou da criação do Homem Que Fala - 1o espetáculo adulto dos Doutores da Alegria sobre saúde emocional. Atuou na Cia os Satyros. Atuou sob a direção de Gianni Ratto, Celso Frateschi entre outros. Atualmente ministra cursos em instituições de ensino – Escola Padre Quinha da Faculdade Prosaber RJ, Escola SP, curso de extensão Compaixão da Faculdade Einstein e curso de extensão Madalegria da Faculdade de Medicina da USP. *Roberta Calza - palhaça e coordenadora de formação no projeto - é atriz formada pele Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq incluindo o terceiro ano pedagógico. Participou com peças indicadas a melhor produção no Fringe Festival na Irlanda com “Mastrer Shuttefate” e “Bolt upright”. Lecionou no Conservatoire Nacional de Region de Sergi Pontoise, em Paris, como professora de movimento e teatro. No Brasil, ministrou curso de bufão para a companhia principal dos Satyros, entre outras cias. Faz parte do elenco dos Doutores da Alegria desde 2001, além de ser integrante do núcleo fundador da Escola Doutores da Alegria. Em 2019 participou do espetáculo “O Homem Que Fala” com direção de Celso Frateschi. Atuou na série da Netflix, “3%” e no cinema, em “Artigas, La Redota”, de Cesar Charlone. Fez a Direção de Fotografia do Documentário Multimidia La Vida No Vale Un Cobre. *Victor Mendes - palhaço e formador no projeto - formado pela EAD-USP, pelo Núcleo de Dramaturgia do Sesi/British Council e pelo Studio Beto Silveira, cursou Rádio e TV na Universidade Metodista de São Paulo. Estudou na escola Doutores da Alegria. Na TV atuou nas séries Psi, da HBO, 3 Teresas, da GNT, entre outras. No cinema atuou nos filmes: Os 3, de Nando Olival; Todas as Razões Pra Esquecer, de Pedro Coutinho; Música Para Morrer de Amor e Abe, de Fernando Grostein (Brasil/EUA). No teatro, atuou em Música Para Cortar Os Pulsos, de Rafael Gomes; Aldeotas, de Gero Camilo, com quem fundou a Cia. Tertúlia de Acontecimentos e escreveu as peças Razão Social, Umbigo e Andy (onde também atuou). Escreveu, atuou e dirigiu o espetáculo Melancia, da Cia. Monstro. Adaptou Momo e o senhor do Tempo, espetáculo infanto juvenil premiado onde também atua como ator. *Gabriela Lois - palhaça e formadora no projeto - é atriz, contadora de histórias e locutora formada no Teatro Escola Célia Helena e FAAP (Rádio e TV). Cursou “Formação Básica de Palhaços” da Escola Doutores da Alegria. Participou de cursos de Clown, Mímica, Teatro Físico e aulas de canto. Trabalhou como atriz em “Sete Contra Tebas”, de Esquilo, com direção de Inês Aranha; “Procura-se um tenor”, com direção de Ednaldo Freire; “Nunca se Sábado”, com direção de Isser Korich; “O Soldado e o Sacristão”, com direção de Jairo Mattos, entre outras. Fundou o grupo de humor Ex-Quesitos e a Cia de Teatro Infantil Abigail Conta Mais de Mil. Em 2012, lançou o CD e o show “Quem Quiser que cante outra”, no Lolapalloza, com o repertório de brincadeiras e histórias cantadas compostas pelo grupo. Em 2016, lançou seu primeiro livro infanto-juvenil – “Bora Muda?”. Em 2019, estreou “Sarau da Abigail”, no Sesc São José dos Campos. *Amanda Schmitz - palhaça e formadora no projeto - é atriz, palhaça, pesquisadora, produtora cultural, formada em Artes Cênicas pela Unicamp. Mestranda em Artes Cênicas pela ECA-USP, sob orientação de Felisberto Sabino da Costa, desenvolve pesquisa sobre máscaras peruanas e teatralidades andinas. Possui pós-graduação em Arte-Educação pelo SENAC-SP, formada em Gestão Cultural no CPF-SESC. Integrou o laboratório cênico Vagamundos, do CPT SESC, coordenado por Maria Thais. Fez a Formação Básica de Palhaço da Escola Doutores da Alegria, mesma instituição onde foi assistente pedagógica do Programa de Formação de Palhaço para Jovens. É uma das artistas fundadoras do Grupo Desembargadores do Furgão, que há 10 anos pesquisa a linguagem das máscaras teatrais, a comicidade e os espaços não convencionais como possibilidades para a cena. É uma das autoras - junto ao Núcleo de Dramaturgia Feminista, coordenado por Maria Giulia Pinheiro - dos livros de autoria coletiva “Mentiras e outros pequenos furtos: um inventário da verdade” e “Epistolária: cartas para a desobediência, a beleza e o fim”, publicados pela Editora Urutau. *Guto Gonçalves - Diretor / Business Partner - representando a AVOCAR – ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Jornalista formado em História pela PUC-SP, com mestrado em História Econômica pela USP (Universidade de São Paulo). Trabalhou por 20 anos no Grupo Folha, onde atuou como secretário assistente de redação, editor-adjunto, editor assistente nos cadernos Cotidiano e Poder, chefe de reportagem e editor-adjunto na Agência Folha, coordenador editorial de Política e Cidades na Folha Online. Em 2014, assumiu a diretoria jurídica da Entrelinhas Comunicação, onde coordenou as contas da área jurídica do Bradesco, do Grupo CCR, da Inepar, de escritórios de advocacia, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo