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A proposta é a valorização e difusão do Patrimônio Material e Imaterial do etno-ritmo nordestino do Coco de Roda, a partir de uma instrumentação socioambiental ligado as tradições da oralidade popular no ParNa do Caparaó, na Vila de Patrimônio da Penha (ES). Atravésda experiencia da Mestra Popular da Paraíba, Maria da Penha e de outros oficineiros do sudeste, serão partilhados saberes e fazeres por meio de oficinas, rodas de coco, manifestações artísticas em espaços públicos. Incluindo oficinas de artesanato com a palha do coqueiro. E no final de quatro meses um festejo, com apresentações de músicos locais, palhaçaria, cortejo com o Boi Pintadinho de Patrimonio da Penha, e apresentação de Ciranda e Coco de roda da Mestra Penha.
Oficinas de coco de roda, brinquedo da cultura popular nordestina, para todas as idades e para todos brincantes interessados em aprender ou aperfeiçoar o conhecimento de ritmos brasileiros, brincadeiras populares ou cultura popular ancestral. Oficinas de artesanato com palha de coqueiro. Confecção de chapeu, cestos, esteiras, luminarias, etc. Para todas idades a partir de 7 anos. Oficinas de musicalidade do Boi Pintadinho de Patrimônio da Penha e Cortejo, para todos. No dia do festejo, apresentação de coco de roda e ciranda com Mestra Penha, oito apresentações de músicos locais e palhaçaria. Para todas idades.
A execução do projeto possibilitará a estruturação e capacitação do grupo local de experimentações brincantes Coquinho da Jussara que vem desenvolvendo esse brinquedo da cultura popular nordestina ancestral que é o coco de roda ou samba de coco. A ideia do Grupo é levar esse saber popular pra todas as pessoas interessadas gratuitamente. Tambem possibilitaremos um intercambio cultural facilitando o encontro do Boi Pintadinho do ES com a Ciranda e o Coco da Mestra Penha da PB. Serão oferecidas duas oficinas de coco de roda e musicalidade do Boi Pintadinho por mês durante quatro meses, e uma oficina de artesanato com palha de coqueiro por mês durante os quatro meses. E no final um festejo onde contaremos com apresentações de coco de roda e ciranda com a Mestra Penha, cortejo com o Boi Pintadinho da vila, palhaçaria e oito apresentações de músicos locais.
Existe a necessidade de trazer de outros estados pessoas capacitadas para formar e aperfeiçoar o grupo local interessado em desenvolver a cultura popular. O projeto se enquadra em praticamente todos incisos do art 1: I, II, III, IV, V, VI, VIII. E do art 3: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III- preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Oficinas de coco de roda com duração de 2 horas. Instrumentos estarão disponíveis. Oficinas de palha com duração de 4 horas. Contaremos com palha que já estarão disponíveis para confecção e facas para o trabalho. Cortejo do Boi dura em torno de 1h. Confeccionaremos máscaras e fantasias de palha. Apresentações com duração de 1h cada. Somente a da Mestra que tem duração de 2 horas. Todo evento será realizado na Cachoeira Vó Tuti.
Serão disponibilizados protetores auriculares para autistas no dia do festejo, os banheiros terão corrimão, audio descrição no material de divulgação virtual, terão assentos especiais para obesos e idosos, convites especiais para PCDs, e cuidadores disponíveis para PCDs e crianças. No local de realização tem guias tateis e não precisa de rampa.
As oficinas, rodas e apresentações serão todas gratuitas, em espaço aberto e acessivel. Durante o evento disponibilizaremos lives (gravação ao vivo) e registros dos encontros e do festejo.
A proponente além de idealizar e escrever o projeto, participará de toda o processo formativo das oficinas de coco de roda e é integrante do Grupo Coquinho da Jussara que no festejo realizará uma apresentação de samba de coco. Atuará como oficineira, trazendo conhecimento ancestral dos Pataxos na arte com as palhas do coqueiro. Também será responsável por parte da decoração do evento. Mestra Penha Maria da Penha Anjos do Nascimento foi registrada na cidade de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. Filha de Eunice do Nascimento,indígena da região de Alagoa Grande e José Francisco do Nascimento, quilombola nascida na comunidade de Caiana dos Crioulos. Aos 11 anos começou a brincar com coco de roda e ciranda com seu pai. Aos 15 anos, assumiu o protagonismo nessa brincadeira, que envolve o tripé: canto, toque e dança. Nos anos 90, em Várzea Nova (Paraíba), Penha passou a ser reconhecida como mestra, repassando seus saberes para as gerações seguintes por meio de apresentações, oficinas e vivências, dentro e fora do Estado. Ela tem compartilhado sua paixão pelo coco de roda e pela ciranda da Paraíba desde de início da sua trajetória até os dias atuais. A mestra Penha tem uma extensa experiência em ações culturais e apresentações que dão protagonismo à cultura da Paraíba. Entre os destaques, estão sua participação no FENARTE (FUNESC/PB) em 2000 e em eventos culturais promovidos pela Fundação Cultural de João Pessoa, como Estação Nordeste, Festa das Neves e São João. Em 2011, ela se apresentou no Festival Brincantes Brasileiros na Paraíba. No ano de 2012, ela levou sua arte para os municípios de Cajazeiras, Souzas e Juazeiro do Norte, atravessando os estados da Paraíba e Ceará, através do convite do Centro Cultural Banco do Nordeste. Em 2006, representou o Coco de Roda e Ciranda da Paraíba no prestigioso Encontro Sul-Americano das Culturas Populares, realizado em Brasília.E também participou de diversos documentários sobre o coco de roda e a ciranda. Em 2009, gravou primeiro CD, Ciranda Raio de Sol, pelo projeto Raízes da Alma (UFPB), consolidando seu trabalho e permitindo que sua música alcançasse um público ainda maior. Mestra Penha também realizou turnês em Olímpia (SP) e cidades vizinhas, incluindo uma apresentação na capital paulista em 2022. Em 2023, com o show “Paraíba Profunda”, se apresentou por diversas cidades do Brasil, junto com outros mestres, principalmente na capital de São Paulo, fazendo shows e oficinas. Também participou do Encontro de Culturas da Chapada dos Veadeiros em Goiás. A trajetória de Penha Cirandeira é um exemplo inspirador de dedicação à preservação e difusão da cultura popular. Suas performances e realizações são um testemunho vivo do poder transformador da arte. Marlon Luiz Fernandes. Músico, Artista plástico e brincante da cultura popular. Criador da página Espalha N'Goma Cultura e Artes ancestrais. É integrante do grupo Afrolaje Jongo e Capoeira. Realiza rodas de coco, samba de roda, capoeira e jongo. Foi integrante de diversas Escolas de Samba no Rio de Janeiro. Percussionista e arranjador com foco em ritmos Brasileiros. Multi Instrumentista participa de diversos projetos musicais no Rio de Janeiro. Dentre eles o Baile de Roça e o Grupo Espalha N'goma. Além de acompanhar diversos músicos. Desenvolve oficinas para ensino de ritmos brasileiros. Cantor, cantador e guardião das cantigas populares. Pesquisador da musicalidade brasileira e suas raízes. Ariane Alexandra Pedrosa começou sua carreira profissional aos 17 anos trabalhando como Cabeleireira. Depois buscou estudar a existência baseada na visão Oriental, se tornou Naturopata/Massoterapeuta e atua na área desde 2017. É viajante e para poder custear as viagens desenvolveu práticas artísticas como Artesanato com Palha de Coqueiro a aproximadamente 5 anos. Desenvolveu um método de oficinas para repassar o conhecimento que aprendeu com os Pataxós e outros Palheiros na estrada. E em uma dessas viagens encontrou com o Coco de Roda e se dedicou a fazer oficinas com Mestres que encontrou pelos caminhos e aprender dia a dia mais dessa brincadeira ancestral. Estudou com Mestre Ulisses e com diversas coquistas que conheceu. Hoje faz parte do Grupo de Experimentações Brincantes Coquinho da Jussara, onde desenvolve as funções de Tocadora, Coquista, brincante e produtora. Mariar Movimenta Educadora, estudante e pesquisadora do corpo, da música e do movimento; voz e percussão em grupos de forró, coco e maracatu; Compositora, facilitadora de oficinas para o desenvolvimento artístico-cultural por meio de atividades de dança e musicalidade, junto da contextualização histórico-originária de manifestações da cultura popular tradicional, contribuindo com experiências em dança de salão contemporânea, forró pé de serra, coco de roda e maracatu, compartilhando e adquirindo experiências profissionais e de vida através da prática e oralidade. Dançadeira, cantadeira e tocadora; brincante e pesquisadora da cultura popular tradicional; questionadora, curiosa dos conhecimentos de transmissão oral, das toadas às garrafadas; acredita na potência transformadora da arte e da cultura como base da educação e também na saúde de todas as relações através de uma comunicação transparente e cuidadosa. Stefany Veloso (Joaninha) 29 anos Atriz, palhaça, pandeirista, coquista e professora de inglês. Integrante do Bando Trapos, grupo de teatro que está atualmente com o espetáculo Pirajussara vozes a margem sob a direção de Cledson Catarina, espetáculo da qual começou a ganhar forma em 2020 4° Edição do Fomento à Cultura da Periferia da cidade de São Paulo e agora circulando pela 40° Edição do Fomento ao Teatro e também junto ao coletivo Quebrada de Coco realizando o Vai2, com ensaios e gravações com alguns mestres de Pernambuco e Paraiba Como coquista circulou com a oficina de coco de roda pelo proac com o projeto “Vem pra Roda” junto ao coletivo Quebrada de coco que também construiu um album musical e visual autoral intitulado ‘Caminhando se faz o caminho” contemplado pelo VAI. Como percussionista e cantora integrou o grupo musical Carnaval dos Bichos que realizou o cortejo e brincadeiras populares em Janeiro de 2023 Agnelo Junior de Oliveira SouzaTrabalhador da roça desde os 10 anos. Herdou o Boi Pintadinho de seu Pai, que recebeu de seu avô e assim foi nas gerações anteriores, sempre de pai para filhos. Em 1994 quando Agnelo nasceu, seu pai Luiz resgatou o boi, que com o tempo adormeceu novamente, pela questão da idade e perda dos responsáveis pelo Boi. Em 2002 o Boi reviveu graças a Agnelo e aos seus irmãos. Dentro da tradição do Boi Agnelo desenvolve a função de Musicista, Produtor e Organizador, dedicado a não deixar o boi adormecer novamente. Maria Zanuncio Cantora e culinarista. Aprendeu a cozinhar cedo, mas a musicalidade veio de fábrica. Demorou um tempo para assumir a música como profissão e enquanto isso, foi forjada pelas ruas, pelos bares, pelas cirandas e mangueios… Assumidamente capial, tudo o que pulsa da raiz a faz pulsar também e como boa capixaba ela começou sua carreira em 2015 no forró pé de serra, tendo também como paixão sempre o samba e o coco. Estudou percussão de 2015 a 2016 no projeto da banda Sinfônica de Venda Nova do Imigrante com o professor Léo de Paula. Passou pelas bandas Asma Radio, Bloco da Lua, Céu do Congo e Pássaro Vivo. Com esta última gravou o disco “Sobre Asas e Raízes” (2018). Formou-se em canto na Universidade Livre de Música Popular "Bituca" (turma 2018- 2020).
PROJETO ARQUIVADO.