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Produzir um livro que documente a história de Felicio Brandi, ex-presidente do Cruzeiro Exporte Clube. O livro será resultado de uma pequisa inédita sobre a presença da Colônia Italiana em Belo Horizonte, com foco entre as décadas de 1920 e 1980. O projeto também documentará como o imigrante Felice Brandi, que deixou San Constantin di Rivello, na Itália, aos oito anos de idade e faleceu em 2004, contribuiu para desenvolver dois traços fortíssimos da cultura italiana na cidade.
Com o acesso livre e democrático à parte da tiragem do livro, sendo distribuído para equipamentos culturais, como bibliotecas públicas, este projeto também estará ao alcance de portadores de necessidades especiais. Os deficientes visuais poderão ter acesso à obra através de programas específicos de leitura, por exemplo, disponibilizados nesses equipamentos culturais. A obra será disponibilizada em formato de áudio-livro para instituições que trabalham com o público formado por pessoas com deficiência física.
O projeto tem como objetivo documentar, em forma de biografia, a partir de pesquisa, depoimentos e entrevistas de história de vida e/ou temáticas, a história Felicio Brandi, ex-presidente do Cruzeiro Exporte Clube. O ineditismo torna este projeto riquíssimo para a cultura e a memória brasileira, em especial de Minas Gerais. De maneira inédita, esta obra permitirá que seja recuperado um período bastante importante da história da formação social e cultural de Belo Horizonte, onde os imigrantes italianos foram personagens centrais. Doutor em história e professor da Universidade Estadual de Maringá, João Fábio Bertonha, autor de vários textos sobre a imigração taliana no Brasil, confirma que pouco material até hoje foi produzido a respeito da Colônia Italiana em Minas Gerais. "Os italianos imigrados para Minas Gerais são pouco estudados em comparação aos de São Paulo e Rio Grande do Sul". Resgatar a participação italiana na formação de uma cultura gastronômica (fabricação e consumo de massa) em Belo Horizonte e como os imigrantes contribuíram para a construção do Cruzeiro Esporte Clube é o mais importante objetivo a ser cumprido na obra literária que será executada. Entre os objetivos específicos estão: * Resgatar os motivos que fizeram Belo Horizonte ser destino de milhares de italianos; * Explicar dos pontos de vista social e cultural como a comunidade italiana estava inserida na então jovem capital mineira (fundada em 1897), com enfoque nas forças produtivas e econômicas, nas relações sociais, de lazer e esporte; * Apurar como os belorizontinos enxergavam o surgimento do futebol, esporte trazido por Charles Muller ao país em 1895 e, portanto, ainda uma novidade para a população; * Contribuir para que aumente o grau de conhecimento sobre a relação da comunidade italiana com o futebol em Belo Horizonte; * Resgatar a história de Felice Brandi dentro da comunidade italiana, em Belo Horizonte, no futebol mineiro e brasileiro; * Contar o contexto histórico da comunidade italiana e como Felício Brandi surgiu no futebol; * Apresentar as razões históricas que determinaram uma grande mudança no esporte mineiro, com o início da Segunda Guerra Mundial e a proibição, por parte do Governo Federal, de qualquer menção pública aos países do Eixo (Alemanha-Itália-Japão). Por isso, o Palestra Itália precisou abandonar o nome e acabou rebatizado de Cruzeiro Esporte Clube; * Detalhar o desenvolvimentismo que tomou conta do país no final dos anos 50 e 60. Entre os principais feitos da época, está a construção do Mineirão e o surgimento de uma equipe que marcou época no futebol brasileiro: o Cruzeiro campeão da Taça Brasil de 66, formado com participação decisiva dos italianos; * Demonstrar o legado histórico, esportivo e cultural que o Cruzeiro Esporte Clube deu ao país, tendo como foco os anos de 1930 a 80. Serão reproduzidas 4.000 cópias do livro, que será distribuído em âmbito nacional, serão reproduzidas 500 cópias do livro traduzido para o inglês para distribuição internacional. O lançamento deverá acontecer em janeiro de 2025, como uma homenagem ao aniversário do Cruzeiro Esporte Clube. O livro será vendido pelo preço de R$ 53,20.
Os últimos censos realizados no Brasil ratificam como os imigrantes italianos deixaram sua marca na construção de Belo Horizonte. Estima-se que os mineiros que descendem de italianos sejam em torno de 1,5 milhão de pessoas, algo em torno de 7,5% da população de todo o Estado. Os ítalo-mineiros estão concentrados fortemente em Belo Horizonte, Sul de Minas Gerais e Zona da Mata (Juiz de Fora). Na capital mineira, a história da comunidade italiana é fundamental para explicar o crescimento da cidade, que recebeu os primeiros imigrantes antes mesmo de sua fundação, a partir de 1895, quando desembarcaram os primeiros europeus vindos de uma Itália que vivia grave crise econômica. No campo do trabalho, os italianos instalaram as primeiras fábricas de macarrão e passaram a vender a mercadoria por toda Belo Horizonte. A famosa "massa" gerava renda com sua fabricação e comércio ao mesmo tempo que constituía uma oportunidade para reunir as pessoas para confraternização. Para além do trabalho, os imigrantes buscam espaços para o lazer. Nas primeiras décadas do século XIX, o palco que reúne os italianos é o do Palestra Itália. Depois da Segunda Guerra Mundial, o Palestra vira Cruzeiro. Nos dois instantes, um nome desponta como fundamental na trajetória do clube: Felice Brandi. Conhecer a história de Belo Horizonte significa explicar o papel que o futebol desempenha na vida de seus habitantes. No início da cidade, quando ainda não havia uma cultura de lazer, o futebol assumiu esse lugar. Os belorizontinos começaram a se reunir para acompanhar os times do município. Entre os diversos que havia, o Palestra e o Cruzeiro rapidamente despontaram como os times que reuniam a comunidade italiana em torno de si. E Felice Brandi apareceu com destaque nesse processo. Para compreender o quão marcante é a presença da colônia italiana belorizontina na construção da cultura local torna-se importante ressaltar a tradição do movimento iniciado na capital no início do século passado. E a tradição permanece intacta. Recente pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha para medir as maiores torcidas do Brasil, mostra que o Cruzeiro aparece em sétimo lugar no ranking, arregimentando 3,24% da preferência daqueles que gostam de futebol. Dessa forma, portanto, os ítalo-mineiros deixaram sua marca permanente no esporte mais popular do Brasil. O projeto se justifica como uma chance de contar a história pouco conhecida de Felice Brandi, fundamental para enriquecer a ainda pequena bibliografia existente sobre futebol, gastronomia e a comunidade italiana que existe em Belo Horizonte. O presente livro será realizado após o Brasil ter recebido, em 2014, a Copa do Mundo, evento que abriu uma série de possibilidade para pesquisas relacionadas ao esporte. A pesquisa qualitativa que acontecerá em publicações de época e assim será possível analisar o que os movimentos da colônia italiana representaram nos âmbitos local, nacional e mundial. A obra proposta também permitirá a análise de uma explosiva combinação: futebol e política. Nos anos 70, o futebol mineiro, assim como o de outros estados, sofreu pressão da Ditadura Militar para que fosse utilizado como instrumento de divulgação do regime. "Uma herança italiana à cultura mineira" é justificado por ser uma pesquisa inédita e de grande relevância na história mundial: imigração e futebol. Apesar da relevância, o material sobre o tema é escasso e reforça a necessidade de aprofundar os estudos nessas questões. Por tudo isto, é de grande relevância que a história e o exemplo deste grande homem estejam documentados e ao alcance de todos os brasileiros. A Lei Rouanet é um mecanismo essencial para o financiamento de projetos culturais no Brasil, pois permite que empresas e pessoas físicas direcionem parte de seus impostos para iniciativas que contribuem para a diversidade cultural do país. Se faz importante ressaltar que ao se considerar o Artigo 1º da Lei 8313/91 o projeto "Mostra Cultural" está relacionado aos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Já em relação ao Artigo 3º da Lei 8313/91 o "Mostra Cultural" atende aos objetivos dos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
Formato: 15,5 X 23,0 4.000 exemplares (em Língua Portuguesa) 500 exemplares (em Língua Inglesa) CapaCores: 4 / 1Papel: Cartão 250Acabamento:Laminação foscaVerniz localizadoOrelhas de 8,0 cms Miolo880pgs, papel pólen 70 - cor: 1x1 24pgs (último caderno), papel: couché fosco 115, cor: 4/4Acabamento em cola PUR. Detalhe : a lombada mede em torno de 4,7 cms.
Com o acesso livre e democrático à parte da tiragem do livro, sendo distribuído para equipamentos culturais, como bibliotecas públicas, este projeto também estará ao alcance de portadores de necessidades especiais. Os deficientes visuais poderão ter acesso à obra através de programas específicos de leitura, por exemplo, disponibilizados nesses equipamentos culturais. A obra será disponibilizada em formato de áudio-livro para instituições que trabalham com o público formado por pessoas com deficiência física.
Serão doados 50% do produto livro (2000 exemplares) para todos os 853 municípios de Minas Gerais, com os seguinte critérios: 8 livros para cidade com mais de 200 mil habitantes, 4 livros para cidade com mais com 50 mil a 200 habitantes, 2 livros para cidade com menos de 50 mil habitantes, totalizando 1898 para bibliotecas municipais ou estaduais, além disso serão doados para BRASÍLIA - Biblioteca Central da UnB 4 livros – Biblioteca Nacional de Brasília 4 livros – Biblioteca Pública de Brasília 4 livros – SÃO PAULO Biblioteca Florestan Fernandes (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP) 4 livros - RIO DE JANEIRO - Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ 4 livros - Biblioteca do Centro de Educação e Humanidades – UERJ 4 livros – Biblioteca da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) 4 livros - Biblioteca Nacional 4 livros – BELO HORIZONTE Biblioteca Pública Benedito Leite Cidade de Belo Horizonte 4 livros – Biblioteca Estadual 10 livros - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG – BAHIA - Biblioteca Central da UFES Estado da Bahia Secretaria de Cultura do Município de Condeúba, Bahia 10 livros para serem distribuídos em escolas, faculdades e bibliotecas públicas de salvador e municípios do interior da Bahia, RIO GRANDE DO SUL 10 livros para serem distribuídos em escolas e bibliotecas da região, ENTIDADES – Federação Brasileira de Futebol 10 livros, Federação Mineira de Futebol 10 livros – Estádio Magalhães Pinto – Mineirão 4 livros e outros equipamento públicos não mencionados. Os livros em Língua Inglesas serão distribuídas para órgãos internacionais de futebol como Fifa, AFA entre outros, embaixadas internacionais no Brasil e internacional. As outras partes da edição – 40% e 10% - serão, respectivamente, vendidas em livrarias brasileiras e doadas para uso a critério do patrocinador.
MPRO Comunicação e Eventos - Proponente (Direção Geral e Coord. de comunicação) - A MPRO Comunicação e Eventos é uma empresa que atua nas áreas de: eventos, comunicação e design. A equipe integra estratégia e criatividade para construir marcas e experiências culturais que fazem toda a diferença no mundo social e cultural. Sua área de atuação abrange toda a cadeia produtiva: assessoria, planejamento, escrita, captação, produção, prestação e coordenação de eventos culturais, sociais, feiras, exposições e convenções. Os organizadores e a equipe técnica são devidamente qualificados para a gestão e realização do evento com a excelência necessária tanto na área de diversidade cultural e criatividade, quanto na organização, segurança e controle. Juliana Carvalho de Lima: (Coordenação do projeto e direção artística) Gestão de todas as atividades relacionadas à execução do projeto, entre elas: organizar, planejar, orientar, gerenciar e acompanhar a execução do projeto proposto. Produção executiva, produção artística, direção geral e de execução. Currículo resumido: Graduada em Comunicação Social, com habilitação em Produção Editorial, Diretora financeira da MPRO Comunicação e Eventos. Em mais de 10 anos de atuação na área, já produziu outros eventos culturais como, FIC - Festival Internacioal de Corais, Festival de Boteco de Extrema, Música na Igreja entre outros projetos culturais. Pedro Henrique Blank Menegassi: Experiência literária: escreveu o livro-biográfico “O Príncipe – A Real História de Dirceu Lopes”, que conta atrajetória do ex-jogador do Cruzeiro Dirceu Lopes, atleta de destaque do time mineiro e da seleção brasileira entre os anos 60 e 70. O trabalho teve 340 páginas e feito em parceria com a Editora Asa de Papel, também de Belo Horizonte. O livro em questão foi editado pelo diretor da Asa de Papel Álvaro entil. O trabalho de apuração da biografia ocorreu em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo (terra natal do biografado), Rio de Janeiro e São Paulo. O rabalho foi realizado entre setembro de 2013 e maio de 2014. O lançamento ocorreu no dia 4 de junho de 2014, em Belo Horizonte. Também está screvendo a história do humorista Mauro Faccio Gonçalves, o Zacarias, integrante do humorístico "Os Trapalhões", exibido pela Rede Globo de televisão entre os anos 70 e 90. O autor também é ex-aluno do curso de mestrado em ciências sociais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Mário Fabiano da Silva Moreira (coordenador de Comunicação / Design Gráfico) Graduado em Comunicação Social, com habilitação em Produção Editorial, pós Lato sensu em Design e Cultura, Diretor de Comunicação da MPRO Comunicação e Eventos, Designer Gráfico no CREA-MG – Setor de Comunicação, Subsecretário de Cultura de Contagem, Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Juventude, Presidente da Fundação de Cultura de Contagem, Assessor da Fundação de Cultura de Contagem, Coordenação de eventos Cultural, Diretor de publicidade e Coordenação de eventos Cultural, Prefeitura Municipal de Brumadinho, Coordenador de Publicidade e Produção Editorial - Prefeitura Municipal de Contagem Ivan dos Santos Cândido (Produção) Publicitário, pós-graduado comunicação e mídia/UFMG. Especialista em marketing, audiovisual e eventos. Prêmio Nacional de Mídia Livre 2009 e 2010: Prêmio Machado de Assis 2008/FBN; Selo Cultura e Pensamento/2007. Idealizador Programa Quiproquó (duBem/RedeMinas) Consultor MINC/Revelando os Brasis; Produtor Café das Artes (FCS e Oi Futuro); Shows: Jorge Ben Jor, Seu Jorge, Renegado, Banda Vitória Régia (Tim Maia), Zé Ramalho, BNegão, João Donato, etc. Idealizador Bloquim duBem e Ponto de Leitura BCAP, Produção Carnaval/BH; Mercado do Cruzeiro 40 Anos; Festival FUROR/2014-15; Banda Mole 40 anos; Conexão Vivo de Música 2014; Coord. espaço O Distrital - Cultura e Gastronomia; Prod. executivo 1º Festival Meninada. Ana Carolina Coimbra Kroger Graduada em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica – PUC Minas / Betim, Atuação em setores Financeiros de Grandes empresas no período de 1995 a 2016, Atuação no setor Financeiro da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Contagem no período de janeiro de 2017 a março de 2023, atuando também como assistente de produção nos eventos culturais realizados pela Secretaria. Assistente de Produção nas apresentações do Festival Internacional de Corais em Belo Horizonte e Contagem no período de 2019 a 2023. Fernanda Peixoto Ferreira, Fotógrafa, atua na área de fotografia por mais de 14 anos, experiência em fotografia de eventos, pessoas, turismo e publicitária. Formação: Curso de Letras- Português / Inglês, UNI-BH – Centro Universitário de Belo Horizonte 1998, Escola de Imagem de Belo Horizonte 2002, Fotografia Pessoas, Fotografia Publicitária, Fotografia Eventos, Iluminação, Sotwares: Adobe Photoshop, Adobe Lightroom
PROJETO ARQUIVADO.