Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto prevê duas temporadas do espetáculo teatral Feio - vencedor do Prêmio Shell 2023, na categoria Melhor Iluminação para Ana Luzia de Simoni - da Dobra Teatro, em um teatro em Niterói e no Rio de Janeiro. Ambas as temporadas serão a preços populares e é prevista também a realização de 1 oficina de Teatro Gestual em cada cidade.
Espetáculo: Feio narra a história de um casal que é surpreendido por uma descoberta extraordinária revelada nas imagens de um exame. A peça reflete sobre os limites entre humanidade e tecnologia, e num jogo tragicômico traça relações entre filtros de embelezamento, emojis e reações fisiológicas do corpo humano. Classificação etária: 12 anos Oficina DesDobra: A oficina é um espaço dedicado à descoberta do teatro gestual, uma forma de comunicação artística que transcende as barreiras linguísticas e se concentra na expressão física e no movimento, promovendo a expressão e a criatividade. O encontro pretende ser uma ferramenta de desenvolvimento profissional e pessoal, capaz de oferecer material que pode contribuir para a reflexão sobre os caminhos individuais de artistas e interessados em artes. A metodologia segue a linha da autonomia criativa e tem como base o trabalho desenvolvido em 12 anos de oficinas ministradas pela Dobra, cuja principal fonte de inspiração é o trabalho desenvolvido na LISPA (London International School of Performing Arts - Escola Internacional de Artes Performáticas de Londres), além de conceitos de Jacques Lecoq, Dario Fo, Ariane Mnouchkine, Juliana Carneiro da Cunha, John Mowat, Julio Adrião e Eve Doe Bruce. Serão utilizadas máscaras larvárias, expressivas e balinesas, princípios de estudo do espaço cênico, ritmo e música, percepção corporal individual e do coro, estados de emoção. Os participantes terão a oportunidade de desenvolver um alto nível de escuta cênica, senso coletivo, visão dramatúrgica e disponibilidade corporal. Classificação etária: 16 anos.
Objetivo Geral: Realizar duas temporadas do espetáculo FEIO, uma na cidade de Niterói e a outra na cidade do Rio de Janeiro. Ao final do projeto terão sido apresentadas 21 sessões da peça. O projeto contempla ainda a realização de duas oficinas de teatro gestual, ministrada pela Dobra Teatro, sendo uma em cada cidade. A carga horária da atividade é de 12 horas cada. Objetivo Específico: - Realizar temporada de apresentações do espetáculo em um Teatro na cidade de Niterói; - Realizar temporada de apresentações do espetáculo em um Teatro na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar um total de 21 apresentações; - Realizar 4 apresentações com intérprete de libras, sendo 2 em cada cidade do projeto. - Realizar 2 oficinas gratuitas (uma em cada cidade do projeto) de teatro gestual, totalizando 24 horas de atividades. A oficina é indicada para artistas, estudantes, professores e interessados em artes no geral.
A Dobra investe há quase 12 anos em um trabalho sólido, comprometido com a pesquisa teatral e a busca de linguagem própria, contando também com os premiados e elogiados Hominus Brasilis, A Menina e a Árvore, Vermelha, A Mulher que Sonhava e Feio _ In loco (1ª versão de Feio) em seu repertório. Feio recebeu patrocínio através do FOCA (Fomento à Cultura Carioca) para realizar montagem, temporada e circulação. Estreou no Teatro Cacilda Becker, no Rio de Janeiro, em novembro de 2023 e depois, em 2024, seguiu circulação pelas Areninhas e Arenas Culturais. Foi laureado no 34º Prêmio Shell de Teatro, na categoria Melhor Iluminação, e é o quarto espetáculo da Dobra Teatro. A peça, com direção de Helena Marques, dramaturgia de Cecilia Ripoll e atuação de Breno Paraizo, Caio Passos, Fábio Lacerda e Reinaldo Dutra, narra a história de um casal que é surpreendido por uma descoberta extraordinária, revelada nas imagens de um exame. O espetáculo reflete sobre os limites entre humanidade e tecnologia, e num jogo tragicômico traça relações entre filtros de embelezamento, emojis e reações fisiológicas do corpo humano. A peça ainda aprofunda a contínua pesquisa da Dobra acerca do gesto atoral e do espaço cênico. Em 2014, com a peça "Hominus Brasilis", o grupo foi indicado ao Prêmio Shell RJ de melhor direção e ao Prêmio Cesgranrio na categoria especial pelo estudo do espaço cênico através da Plataforma. Dessa vez, a direção de Helena Marques propõe uma linguagem que busca o limite, as fronteiras, o lugar entre gesto e dança, entre figurativo e abstrato, entre ator e personagem, entre a limpeza da mímica e os borrões do improviso, entre as imagens que o texto anuncia e as imagens que realmente vemos, entre o simples e o sofisticado. Toda essa amálgama resulta em um espetáculo de grande aceitação do público, levando a teatros de difícil acesso um número surpreendente de espectadores. Dessa forma, a lei de incentivo à cultura é fundamental em nossa busca pela descentralização e democratização de acesso, com objetivo de proporcionar qua ainda mais pessoas apreciem um espetáculo comprometido com a qualidade e senso crítico de quem o assiste. Levar este espetáculo para novas regiões é possibilitar que um público ainda maior e mais diverso tenha acesso a obra e entendemos o Mecanismo de Incentivo a Projetos culturais como parte fundamental para realização deste objetivo. Por fim, a Dobra acredita que o teatro não é um fim em si mesmo, mas um meio para a conquista de novos e diferenciados olhares para temas essenciais à vida humana. O teatro, através de toda sua concepção cênica, é um canal através do qual as pessoas podem adquirir condições para melhor compreender o universo e se fazer protagonista em seu desenvolvimento e nós, enquanto artistas, somos cientes desses compromissos. Oferecemos, através deste projeto, nossa contribuição para efetiva reflexão e desenvolvimento da humanidade.
N/A
Duração do espetáculo: 70 minutos. Duração da oficina: 12h por turma.
Apresentações Temporada: O projeto contará com os seguintes mecanismos de acessibilidade de CONTEÚDO e acessibilidade FÍSICA: - Para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS em duas apresentações em cada cidade. Um total de 04 apresentações nas duas temporadas. - Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais de apresentação. OFICINA DesDobra As atividades contarão com os seguintes mecanismos de acessibilidade de CONTEÚDO e acessibilidade FÍSICA: - Para pessoas com deficiência auditiva: haverá intérprete de Libras; - Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais de realização das oficinas.
Produto principal: ESPETÁCULO TEATRAL Como previsto no inciso/medida do art. 29 da IN nº 11/2024, a proposta irá adotar como ações de democratização de acesso: - Em todas as apresentações do espetáculo serão disponibilizados 10% da capacidade do teatro para distribuição gratuita de ingressos para instituições com caráter social e/ou educativo; Contrapartida social: Oficina DesDobra Será realizada gratuitamente, duas oficinas para artistas e interessados no estudo de teatro gestual. As oficinas serão gratuitas e terão pelo menos 50% de vagas destinadas a estudantes e professores de escolas públicas.
Pagu Produções Culturais – Direção de Produção e produção executiva A Pagu Produções Culturais foi fundada em 2010 e, desde então, já realizou diversos projetos em diferentes áreas e segmentos das artes como música, teatro, cinema, eventos culturais e institucionais pelo Brasil e pelo mundo. Criada por Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal, a produtora acumula experiência em todas as etapas pelas quais um projeto cultural precisa passar para se tornar realidade, desde a pesquisa, elaboração e captação de recursos financeiros até o gerenciamento do projeto, passando pela execução, realização e prestação de contas. Em 14 anos foram realizados mais de 180 projetos, em mais de 40 cidades brasileiras, 5 países e somam 85 indicações à prêmios de teatro. A parceria com a Dobra Teatro já existe desde 2015, quando a produtora assumiu a direção de produção e produção executiva dos espetáculos criados pelo grupo. Em FEIO, a Pagu executou também as mesmas funções durante a montagem, temporada e circulação para realização do projeto aprovado pelo FOCA (Fomento à Cultura Carioca) 2022, e nesta presente proposta irá executar a direção de produção e produção executiva. Idealização: Breno Paraizo, Caio Passos, Fábio Lacerda, Helena Marques e Reinaldo Dutra Direção Geral e Artística: Helena Marques Dramaturgia: Cecilia Ripoll Direção de Produção: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal (Pagu Produções Culturais) Elenco: Breno Paraizo, Caio Passos, Fábio Lacerda e Reinaldo Dutra Colaboração Artística: Matheus Lima Direção Sonora: Breno Paraizo e Helena Marques Trilha Original: Breno Paraizo Cenário: Helena Marques Figurino: Tiago Ribeiro Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni Helena Marques> Diretora Geral, Artística e Sonora, Idealizadora, Cenógrafa Helena Marques é atriz, diretora e fundadora da Dobra. É formada em Artes Cênicas pela Unirio e pela LISPA (Escola Internacional de Artes Performáticas de Londres), além da formação em Canto Popular pela Escola Estadual de Música Villa-Lobos. Hominus Brasilis, espetáculo da Dobra em que dirigiu e atuou, recebeu indicações ao Prêmio Shell de Melhor Direção e ao Prêmio Cesgranrio na Categoria Especial, pela pesquisa do espaço cênico através da Plataforma, além de ter representado o Brasil nos EUA (2016), China (2017), Argentina (2017) e Portugal (2019). Cecilia Ripoll > Dramaturga Dramaturga, diretora, professora e atriz, Cecilia Ripoll é formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela UNI-RIO. Foi indicada ao Prêmio Shell RJ 2023 como autora pela dramaturgia PANÇA e ao Prêmio Shell RJ 2018 como autora pela dramaturgia ROSE. Está entre os 100 nomes que integram o Portal de Dramaturgia Brasileira. Breno Paraizo> Idealizador e ator Breno Paraizo é ator e professor de teatro, formado pela Universidade Estácio de Sá. Iniciou sua formação como ator pela Cia de Teatro Contemporâneo, onde concluiu o curso profissionalizante no primeiro semestre de 2015, com o espetáculo “O Rinoceronte”, de Eugène Ionesco. Foi integrante, como ator e músico, da companhia de teatro Casa 407, desenvolvendo uma pesquisa sobre a arte da palhaçaria e a linguagem do teatro de rua, resultando no espetáculo de rua “Casmurro”. Em 2018, participou do Projeto Brincantes do Brasil, apresentando o espetáculo de mesmo nome, nas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro. Em 2023 participou do espetáculo Feio, da Cia Dobra, como ator e diretor musical. Espetáculo contemplado pelo fomento à cultura carioca (FOCA). Caio Passos> Idealizador e ator Ator, Palhaço, Manipulador de Bonecos e Bacharel em Atuação Cênica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Indicado a Melhor Ator em 2016 e 2017 pelo 5° e 6° Prêmio Botequim Cultural com os espetáculos infanto-juvenis "UM SONHO PARA MÉLIÈS" e "A HISTÓRIA DAS HISTÓRIAS", ambos espetáculos na direção de Flávia Lopes. Atualmente, integra os elencos dos espetáculos "LUPITA", dirigido por Flávia Lopes, estreado em 2020 no Oi Futuro Flamengo tendo sua retomada em 2022 no Teatro SESI-SP e "PLUFT", da Cia. PeQuod, dirigido por Miguel Vellinho, estreado em 2022 no Centro Cultural FIESP - SESI SP, ganhando o Prêmio APCA 2022 na Categoria Grande Prêmio da Crítica - Teatro Infanto Juvenil e indicados em 8 categorias no prêmio CBTIJ 2023. Em 2023, integra ao elenco de dois espetáculos da companhia Dobra, sendo eles: "HOMINUS BRASILIS" como ator stand in, indicados ao Prêmio Shell 2014 na categoria Melhor Direção e “FEIO” estreado pelo edital FOCA em novembro de 2023, com a dramaturgia de Cecília Ripoll e direção de Helena Marques. Fábio Lacerda> Idealizador e ator Fábio Lacerda artista, formado pela Escola Teatro Martins Penna e pelo Programa de Formação do Artista de Circo do Circo Crescer e Viver. Integrou o projeto "Um caminhão para Jorge Amado", da Fundação CSN, que viajou pelo Brasil passando por quatro estados e mais de cinquenta cidades de 2009 a 2011. Atuando em diversos espetáculos como artista de circo no espetáculo de “Gira” dirigido por Luiz Igreja. Ator em “Boca de Ouro”, contemplado pelo Projeto Novas Cenas 2012 do Governo do Estado, “Caravana de Sonhos” (2015) contemplado com o circuito SESI de Teatro, com o qual recebeu o Prêmio Violeta de Prata de Melhor Ator e indicação à mesma categoria pelo 20º Festival de Teatro do Rio, “Tagarelando”, apresentado no Rio de Janeiro/RJ e em Rio do Sul/SC com o qual foi premiado na categoria Preparação Corporal pelo 4º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças no ano de 2017 indicado na categoria Melhor Ator. No Crescer e Viver, foi um dos 32 de todo o Brasil a receber o Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo 2015, como bolsista para incentivo de um ano de formação. Integrou como professor/estagiário os projetos “Circo Social”, destinado a crianças das comunidades do entorno da praça XI (RJ) "Circo Sem Limites”, voltado para deficientes de diversas naturezas, ambos no âmbito de artista-educador. Foi Professor de acrobacia no SESC-Barra Mansa em 2016 e já ganhou diversos prêmios e editais como ator e bailarino. Atualmente é professor de circo no Instituto Dagaz em Volta Redonda. Reinaldo Dutra> Idealizador e ator Reinaldo Dutra é ator, diretor, dramaturgo, bailarino, orientador corporal e professor de teatro da rede estadual do Rio de Janeiro. Há 20 anos trabalha como colaborador em diversos grupos de teatro fluminenses na realização de trabalhos artísticos e pedagógicos que visam fomentar a arte da cena como ferramenta para autonomia criativa. Seu campo de investigação é a dramaturgia gestual e seus desdobramentos na cena contemporânea.
PROJETO ARQUIVADO.