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Projeto voltado à mulheres em privação de liberdade que visa através da arte do grafite contribuir na ressocialização, empoderamento e quebra de paradigmas. Serão realizadas oficinas lideradas por grafiteiras experientes na arte do grafite, dismistificando a predominância masculina neste universo. As educadoras e palestrantes partilharão suas trajetórias, dificuldades e superações além de apresentar histórias inspiradoras de mulheres no grafite. Serão desenvolvidas rodas de conversa sobre temas que atravessam o universo feminino, como a violência de gênero. No projeto cada aluna executará uma arte autoral que culminará na publicação do livro "As Minas nos Muros" que mesclará a história feminina no grafite, trabalhos das educadoras e das alunas.
Livro - As Minas nos Muros Esta obra tem por objetivo resgatar e valorizar a história e trajetória das mulheres na arte do hip-hop, mais especificamente na arte visual do grafite. No qual será realizado um apanhado histórico com as primeiras atuações femininas neste cenário, tanto no âmbito nacional como mundial, apresentando registros históricos e contando brevemente a história dessas mulheres. Criando uma cronologia temporal para a contemporaneidade o livro apresenta o cenário atual e a atuação das mulheres no grafite, os grandes nomes brasileiros e destacando o trabalho das educadoras que atuarão no projeto. Se propondo a ser um registro histórico para a atualidade e para as próximas gerações e se comprometendo a destacar as lutas femininas para conquistar e consolidar o seu espaço nas artes urbanas, espaço esse que durante muitos anos foi majoritariamente masculino. Como fechamento de forma especial, as últimas páginas desta obra se propõe ao relato do trabalho desenvolvido ao longo do projeto, seu potencial de ressocialização, reflexão e empoderamento no processo de socioeducação das mulheres em privação de liberdade através da arte, fazendo um breve relato da trajetória de algumas participantes e com registro fotográfico de suas obras autorais executadas ao longo do projeto. Palestras - Grafiteiras convidadas Ao longo do cronograma do Projeto serão mescladas com as aulas práticas 4 palestras, na qual grafiteiras do cenário atual serão convidadas a partilhar com as alunas um pouco de sua trajetória artística e de vida, suas dificuldades, preconceitos enfrentados, conquistas e sucessos. Cada palestra terá a duração de 90 minutos, onde a convidada através de recursos visuais (power point) apresentará um pouco do seu trabalho, trará o seu relato e responderá perguntas das alunas. Lançamento do Livro Na Instituição participante do projeto (Presídio Feminino de Campinas) será realizado um evento de Lançamento do Livro "As Minas nos Muros", no qual será formalizada a entrega dos exemplares às participantes e também os exemplares disponibilizados para a biblioteca da Instituição. Será um evento de celebração e comemoração pela execução exitosa do projeto. O evento poderá contar com a participação de representantes dos patrocinadores, representantes da SAP e das Secretarias de Cultura.
OBJETIVO GERAL: Desenvolver um ciclo de palestras e oficinas na arte do Grafite ministrado por mulheres grafiteiras para mulheres no Presídio de Campinas e publicação do livro "As Minas nos Muros". OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Desenvolver durante 4 meses oficinas gratuitas de grafites às detentas, duas vezes por semana com aulas de 90 minutos totalizando 25 aulas. - Realizar 4 palestras de 90 minutos cada com grafiteiras experientes partilhando suas trajetórias e apresentando suas artes. - Executar 3 rodas de conversas e debates de 90 minutos cada sobre temas que atravessam o universo feminino, como violência e desigualdade de gênero. - Apresentar e enaltecer a histórias de superação de mulheres no contexto da arte urbana (2 primeiras aulas introdutórias) - Publicar 1500 exemplares do livro "As Minas nos Muros", contendo o histórico feminino no grafite e o resultado alcançado com este projeto - Distribuir de forma gratuita dos 1500 exemplares do livro "As Minas nos Muros" nas instituições parceiras deste projeto (unidade prisional), Centros de Atendimento femininos da Fundação CASA e escolas públicas da cidade de Campinas, conforme porcentagens estabelecidas na Lei 83313/91 e na IN 11/2024
Este projeto encontra conssonância com os incisos I e III da Lei 8313/91 buscando contribuir ao livre acesso à todas manisfestações de cultura, independente do gênero e condição social e valorizar e difundir suas manisfestações artíscas e suas criadoras. A cultura hip-hop nasceu nos guetos americanos como forma de expressão de uma comunidade invisibilizada, com seus direitos sociais e cidadania suprimidos e marginalizados. Tendo na manifestação musical, dança e arte nos muros uma forma de manifestar suas dores, anseios, revoltas, forma de ver o mundo e, acima de tudo uma forma de protesto contra as desigualdades sociais. Rapidamente essa expressão cultural ganhou força e visibilidade, principalmente através da música, conquistando espaço nos grandes veículos de comunicação e se transformou na voz de uma comunidade oprimida e marginalizada através do rap e do funk. Da mesma forma, a quantidade de artistas que colocavam sua arte nos muros através do grafite, afinal nunca teriam espaço nas grandes galerias de arte dominada pelas elites, aumentava diariamente. Porém, diferente da música, inicialmente sendo criminalizada e vista como depredação de patrimônio público, obrigando os grafiteiros a atuar de forma clandestina e desenvolver sua arte nas madrugadas. Como nos relata em sua obra "Guerra e Spray"(2012), BANKSY mostra como a paisagem urbana passava a ser uma grande galeria de arte a céu aberto, democratização a manifestação artística, permitindo aos mais diferentes tipos artísticos se expressarem e fazendo com que a sociedade convivesse diariamente com uma linda forma de protesto e alerta social. Gradativamente, essa arte foi ganhando seu reconhecimento e valorização, deixando de ser criminalizada e adentrando todos os espaços culturais e sociais, com grandes nomes conhecidos mundialmente e sendo compreendida como uma importantíssima manifestação cultural das massas. Muito bem relatada por ESTRELLA na obra "A poética do grafite e a visualização do ambiente urbano"(2003), no qual os espaços urbanos democratizaram as manifestações artística antes restrita a espaços fechados e elitizados, permitindo aos guetos mostrarem seu olhar social, artístico e coletivo. No início de sua trajetória histórica o ambiente do grafite era majoritariamente masculino, especialmente pelo seu contexto clandestino, onde os grafiteiros em muitas situações arriscavam suas vidas buscando os melhores espaços e de maior visibilidade para sua arte, subindo de forma arriscada em edifícios e pontes. Porém, ao longo dos anos esse cenário foi gradativamente mudando, e as mulheres também foram compondo e buscando o seu espaço na arte do grafite. Tendo logicamente, que lutar contra uma estrutura social machista e patriarcal, que acreditava que esse espaço não caberia às mulheres. Hoje, muitas mulheres fazem parte desta cena cultural, tendo suas artes extremamente valorizadas e amplamente divulgadas pelo mundo, resultado de muita luta, resistência e desafios travados por suas antecessoras, que não permitiram ser silenciadas, excluídas e apagadas dos muros por uma sociedade machista. Assim, pretendemos através dessa expressão artística das massas e dos guetos, que encontra um eco muito forte de representatividade dentro dos presídios, trazer a valorização e a história dessas importantes mulheres que compõe a história do grafite para dentro dos presídios, como ferramenta de trabalho para diferentes aspectos sociais, culturais, emocionais e de igualdade de gênero. Sabemos o grande potencial transformador que as artes imprimem nos vários aspectos humanos, tanto individual quanto coletivo e especialmente em coxtextos críticos de confrontação com uma realidade opressora, marginalizada e excludente, na qual a arte pode ter um papel de ressignificação, luta e resgate do indivíduo, sendo uma ferramenta poderosa que nos toca de forma profunda e irremediável. Ernest Fisher em sua obra "A necessidade da Arte"(2007, p.57) com maestria alude que: "A arte eleva o homem de um estado de fragmentação a um estado de ser íntegro total. A arte capacita o homem para compreender a realidade e o ajuda não só a suportá-la como a transformá-la, aumentando-lhe a determinação de torná-la mais humana e mais hospitaleira para a humanidade. A arte, ela própria, é uma realidade social." A arte é uma importante ferramenta de reintegração social, reestruturação emocional, interlocução de anseios e sonhos, e inclusive geração de renda e perspectivas de futuro pós cárcere. Mas acreditamos que ela precisa ter uma identificação com o público que será acessado e estimulado e, dessa forma, o grafite por ser uma arte popular, das ruas e extremamente democrática é um facilitador para o trabalho que estamos propondo, pois encontra reverberação e identificação com nosso público-alvo. Outro ponto forte para a criação de vínculos e maior interlocução entre educador e educando é a propositura das aulas serem totalmente ministradas por mulheres, que vivenciam as mesmas realidades discriminatórias, machismos, lutas de gênero, criando um ambiente e trocas reais, pertencimentos, vínculos emocionais e empatia. Buscando dessa forma, enaltecer não as dificuldades das mulheres, mas prestigiar histórias de lutas e vitórias e criar uma rede de fortalecimento e empoderamento tanto no cárcere como no processo de ressocialização. Temos convicção de que somente à partir da compreensão da compelxidade estrutural das desigualdades de gênero essas mulheres poderão entender sua trajetória de vida e à partir daí estabelecer ferramentas para lutar não somente por seus direitos, mas pelo de todas as mulheres, ressignificando sua existência e papel social e transformando-se numa multiplicadora pelas causas femininas em seu contexto familiar e social. E finalmente, alinhando nossos objetivos ao Art. 3º incisivo II b (edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes) entendemos que a concretização deste trabalho na publicação de um livro é mais uma forma de utilizar a arte como ferramenta de reflexão e transformação social, pois ela se propõe a fomentar um registro histórico das mulheres no Grafite e dismistificar papéis socias ligados à gênero, clarificando a arte para todos e incentivando as novas gerações e buscar o seu espaço e fazer da nossa sociedade um território mais equânime, democrático e saudável. Atendendo ainda à IN 11/2024 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS as oficinas de grafite, palestras e rodas de debate serão ofertadas de forma totalmente gratuitas à 40 mulheres em privação de liberdade e a distribuição dos 1500 exemplares do livro "As Minas nos Muros" ocorrerá de forma 100% gratuita.
Destacamos que essa é a primeira proposta que o proponente encaminha para o Ministério da Cultura e devido não possuir histórico de execução de atividades culturais anteriores, enquadrou seu orçamento nas diretrizes determinadas pela IN 11/2024 Art. 4º inciso 6º, dispensanso dessa forma a comprovação de atuação na área. A OSC não possui nenhum funcionário com registro em carteira de trabalho.
Oficinas presenciais de Gráfite Projeto Pedagágico - Todas as aulas serão ministrada de forma presencial e terão duração de 90 minutos, tendo para cada turma uma educadora especialista (grafiteira) e uma auxiliar de turma. Serão utilizados vários recursos audiovisuais para o desenvolvimento das atividades, desde power point com as abordagens específicas do tema a ser trabalhado, apresentação de fotos em telão via data show de artes do grafite no Brasil e no mundo com o objetivo de ampliar as referência e proporcionar a percepção de diferentes tendências dentro da arte do grafite. Diversificação de materiais a serem explorados pelas alunas, desde o lápis grafite, giz de cera, aquarela e tinta acrílica, até finalmente a utilização do spray. As aplicações também serão variadas, iniciando no papel, telas, bases de madeira (base de skate/telas de 50X50) e painéis em madeira. Caso haja a possibilidade e seja autorizado pela instituição parceira, a última etapa serão as intervenções em muro na própria instituição. As aulas serão desenvolvidas em dinâmicas variadas, com aulas teóricas abordando conteúdos históricos e rodas de conversa e debates sobre temas que atravessam o universo feminino (preconceitos e desigualdades de gênero, ) com a apresentação de documentários relacionados ao tema, aulas práticas e palestras com grafiteiras convidadas. A útilização dos espaço físicos, quantidade de materiais ofertados, bem como atividades externas estarão sempre em conssonância com o Regimento Interno da Instituição e atendendo a todos os critérios de segurança exigidos. Serão exploradas diferentes técnicas de aprendizagem, desde o desenho livre, estilização de letras, sombreamentos/Esfumaçado, desenhos 3D, técnicas de ampliação, desenho por encaixe, grades, entre outros. Será proposto a cada participante a criação de uma obra autoral, que expresse um pouco de sua história e visão de mundo. A aluna poderá escolher a técnica artística com a qual se sentirá mais confortável e será auxiliada pelas educadoras durante seu processo de criação. Será realizada uma selação das melhores produções para compor o conteúdo do livro "As Minas nos Muros" Materiais utilizados: Papel, lápis grafite, borracha, caneta esferográfica, lápis de cor, canetinhas multicor, marcador Posca, tinta aquarela, pincéis (tamanhos variados), tinta acrílica, Tela de pintura 30x30, Tela Madeira 50x50, base de skate, Tinta Spray, rolo de pintura, Painel de madeira 2mx1,5m, data show, telão portátil, notebook, máscara facial, óculos acrílico de proteção e luvas. Livro "AS MINAS NOS MUROS" Paginação - 96 páginas + capa Formato fechado - 210x280 mm Material (páginas internas) - offset LD 90g/m² 4x4 cores DOBRA Material Capa - Brochura em papel TRIPLEX 300g/m² 4X4 cores laminação BOOP fosco com de reserva de brilho Lombada - Quadrada Padrão Americano com costura, SHIRINK INDIVIDUAL Tiragem - 1500 exemplares Ilustrações - Fotografias
O Projeto será desenvolvido dentro das dependência do Presídio Feminino de Campinas, no qual serão utilizadas a estrutura de acessibilidade do próprio equipamento público que já compõe a estrutura ofertada para as detentas no cotidiano. Se tratando de equipamentos públicos do Estado de São Paulo, os mesmo devem atender às prerrogativas legais exigidas de oferecimento de estrutura mínima para cadeirantes e público com mobilidade reduzida, como largura adequada das portas, rampas de acesso, barras nos banheiros, entre outros como determina a Lei nº 13.146 de 6 de julho 2015, do Decreto nº3.298 de 20 de dezembro de 1999 e o Decreto nº9.404 de 11 de junho de 2018. Em relação à acessibilidade de conteúdo as educadoras trabalharão com materiais alternativos, caso se faça necessário, como massas de modelar e argila, possibilitando às alunas PCDs executarem as suas experimentações em materiais que possibilitem uma vivência tátil. Em relação aos conteúdos artísticos e audiovisuais que serão trabalhados durante as oficinas, serão previamente gravados e adaptados para transmissão em audiodescrição e legendas descritivas. O arquivo será disponibilizado ao setor pedagógico responsável da unidade prisional e poderá ser baixado e disponibilizado às alunas não só para o momento das aulas, mas também para outros momentos que se façam necessários ou oportunos.
No período de execução do Projeto, as oficinas, palestras e rodas de conversa serão ofertadas de forma gratuita à todas as detentas que se mostrarem interessadas sem qualquer restrição etária, de tempo de cumprimento de pena, de gravidade delitiva, ou qualquer outro fator descriminatório. Se pretendendo ser o mais democrático e irrestrito possível, sempre acatando e respeitando os regimentos internos das Instituições às quais nos vincularemos para o adequado desenvolvimento do projeto. O único fator delimitante será o número de 40 vagas a ser ofertado para cada edição do projeto, mas caso uma aluna não seja contemplada de imediato, poderá ser inserida em turmas subsequentes havendo a prorrogação e continuidade das atividades. Por questões de segurança pública, é inviabilizado qualquer tipo de ensaio aberto ou de divulgação de imagens internas via transmissão por internet por se tratar de equipamentos públicos de privação de liberdade e segurança pública. Na segunda fase do projeto, após a publicação do livro, todas as participantes serão presenteadas com um exemplar e a instutuição participante receberá alguns exemplares para manter em sua biblioteca. Será desenvolvido um plano de distribuição de exemplares que contemplarão os Centros de Atendimento Femininos da Fundação CASA, orgãos administrativos da SAP, , Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura do município de Campinas e escolas públicas do município de Campinas. Esta ação busca se alinhar à Lei nº14.399 de 8 de julho de 2022 - Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, levando conteúdo cultural de forma gratuita e democrática à população. Todos os exemplarem do livro "As Minas nos Muros" serão distribuídos de forma totalmente gratuita, não havendo qualquer tipo de comercialização do produto deste projeto atendendo plenamente às diretrizes da Lei 8313/91 e a IN 11/2024 no seu Art. 30 incisos I e VII
Carolina Bovo Criscuolo Cargo na Instituição - Diretora Geral Função no Projeto - Coordenadora Geral (Planejamento/ Coordenação/ Fiscalização Financeira/ Acompanhamento do Projeto Pedagógico/Desenvolvimento das rodas de conversa e debates) Currículo resumido - Paulistana, 43 anos, graduada em Educação Físicapela UniFMU SP em 2004 e pós-graduada em Saúde Mental pela FACEL em 2008. Durante os anos de 2006 e 2008 trabalhou no Hospital Psiquiátrico Nina Rodrigues em São Luís do Maranhão, desenvolvendo e ministrando diversas oficinas corporais e terapêuticas aos usuários do equipamento. Em paralel efetuou alguns atendimentos junto ao CAPS II da mesma cidade, com proposituras no ramo da atividade física e terapêutica através do movimento corporal. No Estado de São Paulo, se efetivou como servidora pública do Estado, onde permaneceu por 12 anos atuando na Fundação CASA na execução de medidas socioeducativa para adolescentes em situação de privação de liberdade, incialmente como professora de Educação Física, posteriormente como Coordenadora Pedagógica no ano de 2020 e finalmente com Encarregada de Área Técnica de 2021 à 2022, desligando-se da instituição no ano de 2022. Foi sócio fundadora e ocupou o cargo de Diretora Executiva no Instituto Jurema durante os anos de 2019 à 2022 e mais recentemente atuou na equipe de produção do Projeto Sabores e Lembranças desenvolvido pelo Instituto ADUS. Atualmente sócio fundadora e Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Gabriela Linhares Lustosa Cargo na Instituição - Vice Diretora Geral Função no Projeto - Social Media e Comunicação (Criação da arte visual do projeto e desenvolvimento de conteúdo digital) Currículo resumido - Brasiliense, formada em Design de Moda pelo IESB (Brasília-DF) e pós-graduada em Design de Produtos de Moda pelo SENAI (São Paulo-SP). Orientou sua carreira desde o início para a Moda Sustentável e socialmente responsável. Sua atuação se pauta no princípio de que os profissionais da moda podem contribuir na construção de um mundo mais justo, menos desigual e verdadeiramente democrático. Suas experiência pessoais e profissionais são marcadas por experiências em alguns países estrangeiros, como a Índia, Israel e Turquia além de outros países da Europa onde morou por dois anos. Em 2014 criou a Lua dos Ventos, uma marca autoral priorizando a sustentabilidade e a conscientização sobre a cadeia produtiva do setor. A produção seguia conceitos de slow fashion, com a contratação de costureiras locais, upcycling com materiais reaproveitáveis, ou aquisição de tecidos e materiais prioritariamente certificados. No ano de 2022 atuou no projeto "Mão Empoderadas", realizado na zona Leste de São Paulo onde realizou e estruturou oficinas para inclusão de mulheres artesãs de baixa renda no mercado de trabalho. Atualmente, atua no projeto Monet à Beira D'água, um programa educativo itinerante que leva a arte para dentro das escolas públicas do país. Está finalizando o MBA na ECA - USP em negócios e estética da moda. É sócio fundadora e Vice Diretora Geral do Instituto GUATÁ. Soraya Silva Paes Leme Cargo na Instituição - Diretora Executiva Função no Projeto - Coordenação Editorial (Planejar e coordenar as etapas de confecção do livro) Currículo resumido - Paulistana, 44 anos, mulher cisgênero e mãe. Com 15 anos de experiência no mundo editorial de livro, ao longo de sua carreira teve a oportunidade de colaborar ativamente na produção de inúmeros títulos, em diferentes segmentos e gêneros, trabalhando em editoras renomadas e na pretação de serviço para autores nacionais. Em 2017, na cidade de Peruíbe, litoral Sul de SP, um novo trabalho com arte e estamparia à levou a uma jornada na promoção de eventos culturais e feiras de arte alternativa, que mais tarde culminou na fundação do Coletivo Ciranda das Artes, que reunia artesãos, artistas e arteiros com talentos diversos em prol do mesmo propósito criativo. Não demoraria para esse percurso de feiras despertasse o interesse pelas terapias integrativas e naturais, levando à busca por cursos e especializações, tornando-se terapeuta holística. Atualmente, concilia seu trabalho editorial com as terapias, além de compor a diretoria executiva do Instituto Guatá didicando-se à projetos inspiradores. Inaiá Vilas Boas Função no Projeto - Educadora Especialista - grafiteira (Desenvolvimento do conteúdo programático das aulas/Ministrar aulas de grafite/Orientar trabalhos autorais das alunas) Currículo resumido - Paulista, 41 anos, nasceu na cidade de Ribeirão Preto e atualmente mora em Franca, interior de SP. A artista recebeu o legado da arte por sua família, começando pela avó e também dois nomes consagrados de sua família nas charges e cartuns, César Augusto Vilas Boas, seu pai e Glauco Vilas Boas, seu tio. Assim, podemos dizer que Inaiá herdou a chamada "veia artística" da família. Em Ribeirão Preto, trabalhou muitos anos com comunicação visual e ilustrou dois livro infantis durante esse período. Participou de vários encontros de grafite do estado de SP, ministrou cursos de grafite para crianças carente no estado da Bahia. Eventos que participou: "Afeto na lata" e "Cachorro Loco SP". Portifólio anexo Lola Cauchick Função no Porjeto - Educadora Especialista - muralista (Desenvolvimento do conteúdo programático das aulas/Ministrar aulas de grafite/ Orientar trabalhos autorais das alunas) Currículo Resumido - Nasceu em 1986 em Ribeirão Preto, cidade onde mora atualmente. É artista visual desde 2006 quando conheceu o grafite e passou a pintar seu trabalho pelas ruas de Ribeirão Ptreto. Em 2012 no Chile desenvolveu seu personagem que passaria a ser sua marca "A Corujex", e com o reconhecimento do seu trabalho começou a viajar à varios encontros nacionais e internacionais. Seus personagens são animais coloridos e mulheres de várias nacionalidades e biotipos, mas passa também por vários estilos como o conceitual, abstrato e preto e branco. Sua técnica de pintura é com spray e látex, o que caracteriza seu trabalho como grafite, pois Lola é muralista chegando a pintar sozinha 20 MT de painel. Lola faz também trabalhos de ilustração em lápis de cor, tinta acrílica e marcadores permanentes e aquarelas, procurando sempre desenvolver suas habilidades com outras técnicas. A arte e as cores sempre fizeram parte de sua vida, pois sua avó materna Clara Cauchick (83 anos) é artista plástica abstracionista, muralista ativa até os dias de hoje. Eventos: Semana de Portinari em Brodowski (anos de 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019); GRAFFITIFEST - 2012 (Chile); GRAFFITIVALE - 2012 (Paraibuna - SP); STREET OF STYLES - Curitiba - PR (anos de 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016); VIRA COPOS GRAFFITI (Mural Coletivo no Aeroporto de Viracopos em Campinas); HALL OF FAME - 2013 (Brasília); RECIFUSION - 2014 (Recife); MOF - 2014 (Rio de Janeiro); MEETING OF STYLES BRASIL - 2014 e 2015 (Porto Alegre - RS e Rio Grande - RS); Bienal Brasileira de Design Floripa - 2014 (Florianópolis); BTC - Bahia de todas as cores 2ª edição - 2016 (Madre de Deus - BA); Ribeirão Trap Festival - 2022 e 2023 (Live Paint); Festival João Rock - 2016, 2017 e 2018.
PROJETO ARQUIVADO.