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Realização da exposição "As Bárbaras", de Cláudia Jaguaribe, focada na história feminina e reconhecimento de figuras históricas. O projeto contempla a realização da exposição em três cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Recife), além da produção de um livro/catálogo da exposição, e de duas atividades formativas específicas, além do oferecimento de visitas guiadas por monitores dentro do programa educativo.
Não se aplica
OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo geral a realização da exposição "As Bárbaras" de Cláudia Jaguaribe, que será apresentada em temporada de 2 meses no Rio de Janeiro, no MAR (Museu de Arte do Rio), e 2 meses em Recife no MAMAM (Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães). A exposição parte de uma extensa pesquisa da artista na busca por figuras de mulheres importantes na história brasileira, mas nem sempre reconhecidas e lembradas, com um propósito de retirar das sombras mulheres de diferentes origens e condições sociais, articulando uma reflexão social, cultural e estética fundamental para nossa sociedade. A exposição é acompanhada de um programa educativo, com monitores para visitas guiadas, e de ações formativas de contrapartida, propostas em dois formatos distintos: um curso presencial, e um curso online. Além da exposição, será realizado um livro/catálogo, que preserva materialmente elementos fundamentais dessa proposta artística, permite sua distribuição mais ampliada pelo território brasileiro, e seu acesso por diversas pessoas interessadas em seu assunto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar a exposição "As Bárbaras", por período de 2 meses no Rio de Janeiro, no MAR (Museu de Arte do Rio)- Realizar a exposição "As Bárbaras", por período de 2 meses no Recife no MAMAM (Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães)- Produzir o livro/catálogo da exposição, em 500 cópias impressas, e também com disponibilização de versão digital gratuita no site da artista- Realizar um programa educativo apresentado por monitores treinados para visitas espontâneas e para grupos agendados, em todas suas localidades- Realizar uma ação formativa de contrapartida em formato de curso presencial, em cada cidade que recebe o projeto- Realizar uma ação formativa de contrapartida em formato de curso online, com acesso amplo a pessoas de diversas localidades- Garantir a acessibilidade de diferentes públicos conforme descrito no item acessibilidade;- Garantir a democratização de acesso a diferentes públicos conforme no item "democratização de acesso";- Promover o Ministério da Cultura com a aplicação da marca nos materiais de divulgação e promoção da exposição;
Resgate e celebração da história feminina Silenciadas, Esquecidas, Apagadas, E agora, recuperadas. Nome feminino de origem grega, Bárbara significa "estrangeiro" ou "não-grego", ou seja, um não-cidadão. As memórias e os vestígios da vida de mulheres exemplares - por isso mesmo, bárbaras na expressão original do nome _ as incorporam à nossa memória. Nosso ponto de partida é a história de Bárbara de Alencar , minha antepassada, brasileira do século XVIII, uma das lideranças da Revolução Pernambucana de 1817. O recorte da investigação alcança diferentes regiões do Brasil, num arco temporal que vai do século XVI ao XX. Essas brasileiras esquecidas foram, não poucas vezes, mortas na luta pela conquistas femininas e na busca dos direitos humanos. Sem memória não há identidade. Na contramão dessa amnésia histórica coletiva, investigamos por meio de uma dimensão e linguagem artística a participação feminina na construção da nossa cidadania. Sob uma perspectiva e linguagem contemporânea, recuperamos nosso passado para avançar no presente. "As Bárbaras" retira das sombras mulheres de diferentes origens e condições sociais. Algumas escravizadas, outras analfabetas; algumas indígenas, outras quilombolas. Alcança ainda mulheres em tempos mais próximos de nós que lutaram contra a ditadura militar e pela emancipação feminina. Uma pauta indispensável, até porque muitas dessas questões ainda persistem e aguardam evolução no campo dos direitos humanos. A revisão desse passado esquecido através da iconografia é realizada em arquivos históricos, buscando imagens de época somados a novos registros, produzidos pela artista, explorando caminhos imagéticos em viagens aos locais relacionados às personagens, com captação em fotografia e em vídeo. O resultado, editado para compor tanto uma exposição quanto um livro-arte, é dirigido a um amplo público, do apreciador das artes visuais ao acadêmico e escolar. O presente projeto se justifica legalmente, ao atender o inciso II do Art. 3º da LEI No 8.313, ao destinar seus recursos para: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Também atende ao Art. 1º da referida lei, em seus incisos: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
Ações Formativas / Contrapartidas 1. Oficina presencial: Projeto Fotográfico Duração: 3h Realização: 1 sessão presencial em cada cidade do projeto, com 20 participantes Sinopse: Como realizar um projeto fotográfico? / A escolha do tema / A pesquisa de imagens relativas ao tema: imagens de arquivos e dos locais a serem fotografados / A execução da fotografia: escolha de equipamentos e processos / Edição e tratamento de imagens / Design da exposição e escolha dos materiais envolvidos na sua produção / Texto e curadoria 2. Oficina online: Editoração de Projetos Fotográficos Duração: 3h Realização: 1 sessão online, com disponibilização da gravação, com expectativa de público de 500 pessoas, totalizando participantes e visualizações posteriores Sinopse: Como produzir um foto-livro? / Compreensão do escopo do material fotográfico e análise do conteúdo / Design gráfico e tratamento das imagens / Escolha de texto / Escolha dos processos gráficos, digital ou offset / O processo do livro “As Bárbaras”
Especificações técnicas do Livro/Catálogo da exposição: Dimensões: formato fechado 17 x 24cm formato aberto 34 x 24 cm Materiais:Capa dura, forrada em Saphir, com baixo relevo e hotstamping Guardas em color plus 180g Miolo com 224, impressão 4 cores, Págs em papel Munken 120grs e Pólem bold 90g, pintura lateral e fitilho de 7mm. Encarte em Pólem natural 80g Acabamento costurado e colado Tiragem: 500 exemplares impressos Os exemplares impressos atendem às exigências de distribuição gratuita e a preço populares estabelecidas na IN. O livro também será disponibilizado em versão ebook inteiramente gratuita hospedada no site da artista, com expectativa de 1050 visualizações, o que identifica a quantificação total apresentada no plano de distribuição do referido item.
De forma a tornar todos os produtos deste projeto amplamente acessíveis à população portadora de diversas necessidades especiais, o projeto propõe o desenvolvimento das seguintes ações de acessibilidade: PRODUTO: Exposição Acessibilidade Arquitetônica: realização de todas as atividades em locais de acessibilidade física universalAcessibilidade Comunicacional: desenvolvimento de recurso de mapa tátil e de audiodescrição da exposição para acessibilidade visual; presença de monitor treinado para receber a acompanhar pessoas com necessidades específicas de acessibilidade intelectual à exposição; Itens orçamentários referentes: PRODUTO: Livro / Catálogo Acessibilidade Arquitetônica: Não se aplicaAcessibilidade Comunicacional: recurso de versão audiolivro do livro/catálogo, com audiodescrição das obras para acessibilidade visual; Itens orçamentários referentes: PRODUTO: Contrapartidas Acessibilidade Arquitetônica: realização de todas as atividades presenciais em locais de acessibilidade física universalAcessibilidade Comunicacional: tradução em LIBRAS para as atividades formativas no caso de inscritos com essa necessidade, para acessibilidade auditiva. Itens orçamentários referentes:
Com vistas à democratização do acesso, o projeto será realizado em espaços de fácil acesso via transporte público. As exposições terão entrada gratuita. O livro em versão impressa será vendido, atendendo a todas as restrições da democratização, conforme detalhado no Plano de Distribuição do projeto, mas será também disponibilizado em versão digital gratuitamente, para alcance de um público maior. A seguinte de Ampliação do Acesso, do Art. 30 da IN 11/2024 será adotada no projeto:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
Com uma equipe majoritariamente feminina, em conexão com o tema da exposição proposta, “As Bárbaras” é capitaneado por Cláudia Jaguaribe, acompanhada de profissionais relevantes tanto do campo das Artes Visuais, como da pesquisa histórica, e da produção textual. Com ampla experiência e atuação em projetos de exposições, e publicações, Claudia Jaguaribe tem mais de 20 livros publicados, alem de ser co-fundadora de duas editoras especializadas em fotolivros. Essa expertise se reflete nas ações e produtos artísticos desse projeto, mas também nas ações formativas que as acompanham, possibilitando a criação de redes e a qualificação de profissionais de diversas áreas, além do contato com uma artista e editora experiente. Nos documentos anexos a esse projeto, incluímos exemplos de outras exposições e livros realizados com sucesso pela proponente, que ilustram e comprovam sua expertise, excelência e reconhecimento artístico. A LIMIAR PRODUÇÕES ARTÍSTICAS, empresa proponente do projeto, é responsável pelas atividades ligadas à coordenação geral, produção executiva e administração completa do projeto desde a proposição do projeto até a prestação de contas. FICHA TÉCNICA Concepção geral e coordenação do projeto: Claudia Jaguaribe Design da exposição: Alvaro Razuk Curadora: Ângela Berlinde Designer gráfico: Mariana Lara Resende | Estúdio Marijaguar , Leticia Moura | Cj31 Coedição: Editora Vento Leste, Editora Tui Edição de vídeo: J MAC FILMES | João Macfarland Textos: Maria Eduarda Castro Magalhães Marques Assistente de fotografia: Marina Shmidt Kehl, Victor Barbosa da Silva Assistente administrativo: Maria José Rodrigues Oliveira Impressão das obras: Chris Kehl, Art Prime Designer Confecção das molduras em acrílico: Acual Acrílicos, Art Molduras Morumbi | Suhmaya Assessoria de Imprensa: Mai Carvalho | A4&Holofote CURRÍCULOS Claudia Jaguaribe Claudia Jaguaribe é formada em história da arte, artes plásticas e fotografia, pela Boston University, EUA. Sua atuação profissional é voltada para seu trabalho como artista visual e a pesquisa editorial de fotografia. Trata principalmente da questão da paisagem urbana, do meio ambiente e da cultura . Suas obras são voltadas para uma representação do real em um registro plástico e conceitual procurando ampliar as possibilidades da fotografia. Ao misturar realidade e subjetividade, estimula a percepção que temos do que estamos vendo criando camadas de entendimentos e narrativas. A materialidade de suas obras questiona a própria natureza da fotografia. Expande os formatos tradicionais da fotografia, transforma imagens em foto-esculturas, integra e utiliza o vídeo e a internet em suas instalações. Sua produção desde o início foi ligada à pesquisa editorial. Muitas de suas séries encontram a sua expressão final em formato de livro. Tem 20 livros publicados , premiados e reconhecidos pela singularidade da integração fotográfica e projeto gráfico. Em 2013 co-fundou a editora de fotolivros Editora Madalena e em 2018 a Ed Tuí. Trabalhou em inúmeras instituições culturais tais como a Fundação Rio, ministrou cursos e desenvolveu projetos com a Escola São Paulo e com o Festival de Fotografia Paraty em Foco durante muitos anos. Participou de conselhos de diferentes instituições tais como Paço Imperial, no Rio de Janeiro Seus trabalhos estão em diversos museus e coleções brasileiras e internacionais tais como Museu de Arte Moderna – São Paulo, Pinacoteca de São Paulo-São Paulo, Inhotim – Instituto de Arte Contemporâneo – Brumadinho, Itaú Cultural, Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro, SESC-SP, Victoria and Albert Museum, em Londres, Maison Européene de la Photographie – Paris, Instituto Ítalo Latino Americano – Roma, Hangar Art Center – Bruxelas entre outros. Alvaro Razuk Arquiteto, formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo com especialização em projetos para exposições culturais, cenários e museografia. Trabalha nesta especialidade desde 1996 tendo desenvolvido diversos projetos para vários artistas, curadores e instituições no Brasil e no exterior, dentre os quais podemos destacar o projeto expográfico para a 32a e 33a Bienal Internacional de São Paulo, o pavilhão do Brasil na 58a Bienal de Veneza, Entrevendo Cildo Meireles no SESC Pompeia e as montagens brasileiras das exposições Genesis e Amazônia do fotógrafo Sebastião Salgado, dentre outras. Ângela Berlinde Artista e curadora independente em Fotografia, é Doutora em Comunicação Visual (Minho, Portugal) e Mestre em Fotografia (Utrecht School of Arts-Holanda). Tem Pós-doutoramento na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é curadora de projetos e exposições de arte contemporânea. Co-fundadora do festival Encontros da Imagem (Braga, Portugal), tem comissariado fotografia contemporânea na Europa, Ásia e América Latina. É Professora Adjunta na Universidade Lusófona de Lisboa, foi curadora convidada da Bienal de Fotografia de Beijng (CAFA Art Museum, 2018), e integra o conselho de curadores do Museu da Fotografia em Fortaleza desde 2017. João Macfarland Diretor, montador, editor e videomaker especializou-se em videoarte, projetos culturais e em conteúdo publicitário. Desde 2007 atende marcas como Coca-Cola, Microsoft, Netflix e Intel, produzindo peças interativas, projetos especiais e ações em mídias sociais. Assinou videoclipes de IZA e Anitta para o Rock in Rio/Lisboa. Em 2021, participou do projeto de documentário do campeão olímpico Ítalo Ferreira. Dirigiu vídeos para exposições do MAM, do Itaú Cultural e da Fundação Ema Klabin. Para Claudia Jaguaribe, fez a montagem e edição dos vídeos Entre Nós e Inside Out, apresentados no Festival de Fotografia de Israel em 2019 e no Festival de Arles em 2023. Maria Eduarda Castro Magalhães Marques Graduada, mestre e doutora em História Social da Cultura pela PUC- Rio, foi diretora executiva da Fundação Biblioteca Nacional por mais de seis anos. É autora de uma longa série de livros, com destaque para Mira Schendel, a Estética da Expressividade Mínima (2001) e A Ordem Terceira de São Francisco do Recife, Homens de Negócio, de Fé e de Poder Político (2005), e o recente Fio a Fio (2022). Em 2024, faz curadoria da exposição 1654, sobre a rendição dos holandeses, para o Museu do Estado de Pernambuco. Atua como autora e curadora independente. Mariana Lara Resende Diretora criativa e fundadora do Estúdio Marijaguar, tem mais de 20 anos de experiência em estratégia de comunicação, construção de marca, design gráfico e digital. Recebeu indicações e prêmios de design como Dieline Packaging Design (USA), Feira Miolo (BR), Rencontres de la Photographie (Arles, FR), Premier Print Awards (US) Kassel Best Books (DE), Prémio Jabuti (BR) . Atende clientes de arte e cultura, publicidade, moda, bem estar e gastronomia. Entre seus clientes estão a Casa Museu Eva Klabin, Instituto Victor Brecheret, Companhia das Letras, Edition Bessard, Inner Beauty, e Nivea. Leticia Moura Formação: Comunicação Visual, Desenho Industrial e Artes Plásticas na FAAP, São Paulo, e Artes Plásticas e Museologia na University of Colorado at Boulder, EUA. Em 1991 fundou a Editora MAS, especializada na edição de livros de arte e publicações institucionais. Atua nas áreas de livros de arte, literatura, fotografia, história, institucionais, culinária; e na comunicação visual de marca, identidade, produtos, exposições. Alguns cllientes: Pinacoteca do Estado de São Paulo, IMS, Itaú Cultural, Sesc, Tisara Produções [Masp e CCBB], Editora Metalivros, Vento Leste Editora, Editora Martins Fontes. Vento Leste Editora Editora de Mônica Schalka, é uma casa publicadora de fotografia, poesia, literatura e arte, com atuação em festivais de fotografia e literatura, eventos e exposições por todo o Brasil. Vento Leste é uma plataforma geradora de conteúdo, propostas para o presente e o futuro. Alguns autores: Christiano Xavier, Claudio Edinger, Joao Marcos Rosa, Luciano Candisani, Lucas lenci, Marcelo Greco, Dani Tranchesi, Diogenes Moura, Marcio Vasconcellos, Maureen Bisilliat, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.