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Circulação do premiado espetáculo circense "Fábrica de Nuvem" com intervenções visuais nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. O cronograma tem 5 meses e realizará 16 apresentações gratuitas e 3 intervenções visuais em unidades do CCBB, todas com intérprete de Libras. Com um ambiente lúdico e de classificação livre, busca-se disseminar ideias sobre mudanças climáticas de forma leve, sensibilizando o público sobre a nossa postura frente a essas mudanças. Ademais, traz para o debate o papel social que a mulher ocupa. A peça não utiliza texto verbal, a narrativa é conduzida pela expressão corporal dos artistas, com uma trilha sonora original. Integra elementos de dança urbana, teatro físico, mágica e manipulação de bonecos. As intervenções visuais são animações projetadas em superfícies de espaços comuns ou em imediações de cada CCBB, com o objetivo de chamar a atenção do público para a devastação da Amazônia. Com a estratégia de comunicação, prevê-se impactar 7.000 pessoas.
Este projeto apresenta uma narrativa envolvente tanto em seu produto principal (apresentação de um espetáculo) quanto em seu produto secundário (intervenção artística visual). Com uma classificação indicativa etária livre em ambos os produtos, busca-se garantir que pessoas de todas as idades possam desfrutar da experiência oferecida, mergulhando em uma jornada criativa e reflexiva sobre questões ambientais e sociais. O roteiro do espetáculo se baseia na expressão corporal como principal forma de narrativa, incorporando elementos regionais e identitários da cultura popular brasileira. A ludicidade da apresentação a torna acessível a todos os públicos, celebrando a capacidade de transformar desafios em momentos de magia e aprendizado. Com elementos do circo, da dança urbana, do teatro físico e do ilusionismo, o espetáculo proporciona uma experiência única, onde o espectador, mesmo diante da ausência de diálogos, é convidado a construir seu próprio entendimento da obra. A história do espetáculo narra a saga de uma funcionária da antiga fábrica de nuvens e suas peripécias para salvar o planeta da ameaça de uma crise climática. Encarregada da manutenção e da criação de nuvens que abastecem diversas regiões com chuva, a personagem se divide entre as funções de cuidar da casa, da maternidade e do clima. Cansada de sua tripla jornada de trabalho, ela acaba danificando o sistema do painel de controle e quebrando o botão responsável pelo equilíbrio climático desencadeando uma série de problemas. Vivendo um conflito entre ser o algoz e também a única com condições de reverter o destino da fábrica e, consequentemente, a situação climática do planeta, ela embarca em sua viagem de redenção. O encontro com a cobra Boitatá a permite encarar seus medos e a conduzirá para sua transformação pessoal. Essa jornada culmina na revelação do problema que está impedindo o pleno funcionamento da fábrica. As intervenções artísticas visuais do projeto "Fábrica de Nuvem" proporcionam ao público uma experiência visual envolvente. Nesse contexto, um filme animado é projetado nos espaços comuns ou entornos do CCBB, transformando a paisagem em uma tela imersiva. Essa animação, cuidadosamente elaborada, conta a jornada da personagem principal e sua relação intrínseca com a fábrica de nuvens. Ao explorar essa conexão, o filme destaca a vitalidade dos rios voadores, essenciais para a distribuição de chuvas e o equilíbrio climático em diversas regiões do país e além-fronteiras. No entanto, à medida que a narrativa se desenrola, somos confrontados com a realidade das queimadas na floresta, que representam uma ameaça direta a esse delicado sistema ambiental. As imagens vívidas e envolventes. Através dessa intervenção, somos levados a refletir sobre as consequências devastadoras das ações humanas no meio ambiente e a urgência de preservar e proteger os ecossistemas que sustentam a vida no planeta.
OBJETIVOS GERAIS: • Realizar a circulação do premiado espetáculo circense "Fábrica de Nuvem" nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, apresentando-o em unidades do Centros Culturais Banco do Brasil (CCBB); • Proporcionar pontes de comunicação com espectadores de forma ampla através da ausência de texto verbal e do uso de mímesis e do corpo como forma de linguagem; • Formar plateias, expandir o público e democratizar o acesso à cultura de forma gratuita e livre à todas as idades; • Chamar a atenção para as mudanças climáticas e contribuir na disseminação dos impactos das queimadas em florestas, incentivando uma reflexão profunda sobre a urgência de ações mais sustentáveis; • Além de entreter, oferecer medidas educativas e sensibilizar o público sobre a postura que adotamos frente aos impactos das mudanças climáticas que já nos afetam; • Beneficiar não somente o público e as cidades de execução do projeto, mas também a sociedade como um todo, fomentando a análise de que ações no cotidiano, ainda que pequenas, geram impactos em todas as pessoas; • Promover medidas de inclusão com acessibilidade física e acessibilidade à comunidade surda, por meio de seleção de locais que possuam capacidade de recepção de pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida, e também garantindo a presença de intérpretes de Libras em todas as apresentações e intervenções visuais do projeto; • Apresentar uma narrativa com elementos da cultura nacional e assim contribuir na construção de um processo identitário brasileiro, no senso de coletividade e de pertencimento, tendo em vista que o universo infantil sofre demasiada influência estrangeira; • Valorizar a cultura regional e toda a sua pluralidade e diversidade para promover e divulgar a cultura popular brasileira, utilizando como ferramenta elementos e personagens de lendas folclóricas de uma determinada região do país; • Disseminar narrativas que promovam a igualdade de gênero, destacando uma mulher da floresta como protagonista da trama, demonstrando o papel social que ela ocupa e a sobrecarga de tarefas em sua jornada tripla de trabalho (cuidando da fábrica, da casa e da maternidade); • Contribuir na conscientização sobre as desigualdades de gênero e promover uma reflexão crítica sobre os desafios enfrentados pelas mulheres em contextos vulneráveis ao impacto das mudanças climáticas; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: • Circular com espetáculo infantil intitulado "Fábrica de Nuvem", que possui 15 indicações e 4 prêmios CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a infância e Juventude), com 50 minutos de duração, executando 16 apresentações em território nacional, sendo 8 em São Paulo, 4 em Belo Horizonte e 4 em Brasília; • Realizar 3 intervenções artísticas visuais, com duração de 30 minutos, projetadas nos espaços comuns ou imediações dos CCBBs, nas seguintes cidades: São Paulo, Belo Horizonte e Brasília; • Disponibilizar acesso gratuito e de classificação livre às ações do projeto; • Garantir acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência auditiva em todas as sessões do espetáculo mediante a presença de intérpretes de Libras; • Utilizar as unidades do CCBB e seus recursos de acessibilidade física para estimular a presença de pessoas cadeirantes ou com dificuldade de locomoção; • Promover uma divulgação abrangente e específica para a comunidade surda; • Distribuir material gráfico divulgativo com informações técnicas sobre o espetáculo assim como informações sobre o cenário climático atual.
O projeto "Fábrica de Nuvem" foi selecionado no edital do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde a adesão à Lei Rouanet é um requisito essencial para atender às exigências do edital. Dada sua natureza multidisciplinar e seus objetivos culturais e sociais, o projeto se enquadra em diversos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, que define as áreas e atividades culturais passíveis de apoio, como os Incisos I, VI e IV. Esses incisos abrangem desde a produção e difusão de manifestações artísticas até a preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro. Além disso, ao apoiar um projeto cultural como o "Fábrica de Nuvem", a Lei Rouanet contribui para alcançar diversos objetivos estabelecidos no Art. 3º da referida norma, como o estímulo à produção cultural de qualidade, a democratização do acesso à cultura, a valorização da diversidade cultural brasileira e o estímulo à geração de emprego e renda no setor cultural. Assim, a adesão à Lei de Incentivo à Cultura é crucial para viabilizar financeiramente o projeto, contribuindo para o desenvolvimento cultural e social do país e promovendo a diversidade cultural e o engajamento com questões importantes para a sociedade. Além disso, a execução deste projeto contribui significativamente para a promoção e o fortalecimento da cultura circense no país, sobretudo em sua contemporaneidade. Ao combinar técnicas circenses com outras formas de expressão artística, o espetáculo não apenas preserva a tradição do circo, mas também a atualiza. Dessa forma, ele desempenha um papel fundamental na renovação e na revitalização da cultura circense brasileira, ampliando seu alcance e sua influência na sociedade, explorando temas que transcendem o virtuosismo. Partindo do pressuposto de que o universo infantil ainda é amplamente influenciado por narrativas estrangeiras, reconhecemos a importância do desenvolvimento de uma identidade cultural com elementos brasileiros. Por isso, o espetáculo traz à cena personagens populares e folclóricos, visando contribuir para a promoção de uma perspectiva artístico-educacional mais integrada e disseminar a relevância da cultura popular, especialmente da região Norte do país. As últimas pesquisas publicadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) escancararam o papel inequívoco do comportamento do Homem gerando impactos no clima. À medida que as mudanças climáticas se intensificam, este espetáculo emerge como uma necessidade urgente para refletir e questionar nosso comportamento diante dessas mudanças. Buscamos mostrar como as ações que causam degradação ambiental na região amazônica afetam não apenas outras regiões do país, mas também o clima global como um todo. Com isso, o espetáculo tem como objetivo suscitar nos espectadores um pensamento crítico em relação ao comportamento individual frente a essas mudanças. O saco plástico, com sua praticidade e versatilidade, tornou-se uma presença global em nossas vidas cotidianas, facilitando desde o transporte de compras até a embalagem de alimentos. No entanto, paradoxalmente, essa mesma conveniência tem um custo ambiental significativo. Na peça, o saco plástico assume uma dimensão simbólica ao se tornar uma representação visual de um problema ambiental complexo. Ao entrar na chaminé, ele não apenas obstrui o sistema, mas também simboliza a poluição desenfreada que impacta diretamente o clima. Essa metáfora destaca como escolhas aparentemente inofensivas, como o uso descartável do plástico, podem resultar em consequências ambientais devastadoras, provocando uma reflexão profunda sobre a necessidade urgente de práticas mais sustentáveis em nossas vidas diárias. Em uma cena marcante, a chaminé da fábrica é obstruída, representando visualmente os problemas causados pela poluição desenfreada. No final do espetáculo, a personagem desobstrui a chaminé, revelando uma quantidade surpreendente de lixo acumulado. Essa cena não apenas destaca visualmente os problemas causados pela poluição desenfreada, mas também serve como um momento de reflexão para o público. A imagem do lixo emergindo da chaminé ressoa como uma metáfora poderosa das consequências invisíveis de nossas ações diárias. Ela nos confronta com a realidade de que o descarte irresponsável de resíduos tem um impacto tangível no meio ambiente, mesmo que muitas vezes não vejamos diretamente suas consequências. No centro desta narrativa, encontra-se uma protagonista singular, que personifica não apenas a luta pela conservação do meio ambiente, mas também os desafios enfrentados pela mulher em uma sociedade patriarcal. Ao ver uma personagem feminina forte e multifacetada, as crianças, especialmente as meninas, são inspiradas a reconhecer seu próprio potencial e a capacidade de superar desafios. Isso promove o empoderamento feminino desde cedo, incentivando as crianças a desafiarem estereótipos de gênero e a desenvolver uma compreensão mais profunda das desigualdades de gênero e das injustiças sociais, promovendo uma cultura de igualdade e respeito mútuo. A protagonista, em sua complexidade, reflete a universalidade da experiência humana diante das crises ambientais, tornando a história acessível e relevante para diversos públicos. A abordagem da trama de forma lúdica e simbólica, confere ao espetáculo uma estética única e uma conexão mais profunda com as questões ambientais. Assim, "Fábrica de Nuvem" não apenas apresenta uma narrativa cativante, mas também transcende os limites da linguagem verbal, utilizando diversos recursos artísticos para transmitir a urgência da responsabilidade climática. A protagonista, em sua jornada de redenção, personifica a esperança de restauração, incentivando o público a refletir sobre seu próprio papel na preservação do planeta É importante ressaltar que este espetáculo infantil, apesar de ser apropriado para a faixa etária correspondente a partir do Ensino Fundamental I, possui caráter dialógico não apenas com crianças, mas também com toda a família, corroborando seu aspecto inclusive no que tange o fortalecimento de vínculos familiares. Sua característica ampla de comunicação, com a ausência de texto verbal e o uso do corpo como linguagem, impacta tanto as pessoas que se veem representadas pelas personagens da trama, como os indivíduos de outras regiões do país, estimulando a valorização e difusão cultural nacional. A temporada de circulação da presente proposta tem como objetivo mobilizar pessoas frequentadoras dos equipamentos culturais do CCBB de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, assim como transeuntes nas ruas próximas às unidades do CCBB. Dentro deste recorte de público-alvo, oferece atividades artísticas gratuitas de forma ampla e com impactos sociais coletivos.
Após ter 15 indicações ao 8º prêmio CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro Para a Infância e Juventude) e conquistar 4 dessas premiações sendo elas de Melhor Espetáculo, de Coletivo de Atores, de Preparação Corporal e de Técnico, a produção do projeto almeja expandir o trabalho artístico pesquisado e desenvolvido com outras regiões do país. Este reconhecimento do estudo e esforço executado à muitas mãos logo em seu ano de estreia serve como propulsor para o presente coletivo ansiar em compartilhar com mais pessoas as temáticas e reflexões tão relevantes abordadas na dramaturgia.
O espetáculo "Fábrica de Nuvem" é caracterizado por sua versatilidade e adaptabilidade, podendo ser apresentado tanto em espaços abertos quanto em locais fechados. Seu cenário é composto por duas plataformas conectadas por escadas, oferecendo diferentes níveis de visualização e proporcionando uma maior profundidade nas cenas. A plataforma mais elevada atinge cerca de 3 metros de altura, enquanto a estrutura, feita inteiramente de ferro, é montável para facilitar a instalação e desmontagem. As dimensões do cenário são de 4 metros de largura por 7 metros de comprimento. Para garantir um espaço adequado para a performance dos atores e a criação de diversos ambientes cênicos, recomenda-se uma altura mínima de 5 metros. Vale destacar que a estrutura de ferro não apenas confere estabilidade ao cenário, mas também suporta o peso dos artistas durante suas performances, permitindo que eles se equilibrem e se pendurem de maneira segura e confortável. Isso possibilita a realização de acrobacias e movimentos que complementam a narrativa do espetáculo, envolvendo ainda mais o público na história. A apresentação tem uma duração aproximada de 50 minutos e conta com trilha sonora do início ao fim, integrando-se de forma orgânica à narrativa. O roteiro segue acompanhando um dia na vida da personagem principal, conduzindo os espectadores por uma jornada emocional e envolvente. Além disso, balões infláveis em formato de nuvem são estrategicamente posicionados, conferindo à fábrica o aspecto de estar situada sob as nuvens, criando uma atmosfera mágica. Além disso, apresenta bonecos manipulados, como a imponente cobra Boitatá e um pássaro que contracena com a personagem principal, criando interações ao longo da peça. Um destaque é o vestido que ganha vida e um boi-bumbá que entoa uma canção encantadora nas nuvens. Truques de mágica, como troca rápida de roupa e o desaparecimento e reaparecimento do pássaro, adicionam um toque de mistério e surpresa à performance. Esses elementos, aliados à trilha sonora envolvente, proporcionam uma experiência teatral única e memorável para todas as idades. Além da apresentação do espetáculo em si, o projeto também inclui intervenções artísticas visuais Essas projeções animadas, cuidadosamente elaboradas, oferecem uma experiência visual imersiva e complementam a narrativa do espetáculo principal. O filme animado, adapta-se ao ambiente de projeção, proporcionando uma experiência sensorial lúdica e informativa. Utilizando uma caixa de som para produzir áudio, a intervenção busca chamar ainda mais atenção. Sua execução dura cerca de 30 minutos. A combinação entre a performance ao vivo e as intervenções visuais cria um ambiente artístico multifacetado, estimulando a imaginação e promovendo reflexões sobre questões ambientais e sociais.
O projeto "Fábrica de Nuvem" adota a acessibilidade como um de seus pilares, com uma atenção especial voltada para a comunidade surda, por meio da inclusão de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as suas apresentações e intervenções artísticas visuais. Essa decisão reflete o entendimento de que o acesso à cultura, educação e informação deve ser garantido a todos, independentemente de suas habilidades auditivas. Ao adotar medidas concretas para garantir que seu conteúdo seja acessível a esses espectadores, o projeto não apenas amplia seu alcance, mas também fortalece seu impacto social, educacional e cultural. Ademais, ao incluir intérpretes de Libras, o projeto não apenas facilita a comunicação para espectadores surdos ou com deficiência auditiva, mas também enriquece a experiência do espetáculo, tornando-a genuinamente inclusiva. Além disso, essa inclusão proporciona uma valiosa oportunidade educacional para o público ouvinte, muitos dos quais podem estar tendo seu primeiro contato direto com a língua de sinais, contribuindo para promover uma sociedade mais inclusiva e consciente das diversas formas de comunicação e expressão. Além das iniciativas voltadas para a inclusão de pessoas com deficiência auditiva, é importante destacar que tanto os Centros Culturais Banco do Brasil (CCBBs) quanto às salas de teatro onde ocorrerão as apresentações do projeto "Fábrica de Nuvem" estão preparados para receber pessoas com deficiência física ou motora. Isso inclui a presença de rampas de acesso, espaços reservados para cadeiras de rodas, banheiros adaptados e lugares específicos reservados para garantir conforto e acessibilidade a todos os espectadores. Essas medidas são fundamentais para assegurar que o acesso à cultura seja verdadeiramente inclusivo e aberto a todos, independentemente de suas capacidades físicas.
Para tornar o espetáculo circense "Fábrica de Nuvem" e suas intervenções artísticas acessíveis a um público amplo e diversificado em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, adotaremos uma abordagem inclusiva e abrangente. Compreendemos que tornar a cultura acessível a todos é crucial para fomentar uma sociedade mais informada, consciente e participativa, especialmente diante das questões ambientais e sociais abordadas pelo projeto. Por isso, ofereceremos apresentações gratuitas em todas as cidades contempladas, garantindo que pessoas de diferentes condições econômicas tenham a oportunidade de participar. Essa iniciativa visa promover a inclusão social, permitindo que famílias, jovens e idosos desfrutem do espetáculo sem barreiras financeiras. Além das apresentações em teatros, realizaremos intervenções artísticas em espaços públicos, por meio de projeções. Essa estratégia não apenas chamará a atenção para as questões ambientais, mas também levará a arte a pessoas que normalmente não frequentam teatros, ampliando o alcance do projeto. Outra medida importante será a inclusão de intérpretes de Libras em todas as apresentações e nas intervenções artísticas visuais, garantindo que a comunidade surda também possa participar do evento e tenha acesso à cultura e à informação de forma igualitária. Ademais, ao eliminar restrições de classificação etária e barreiras linguísticas, como a ausência de diálogos textuais, pretendemos despertar a curiosidade e atrair um público diversificado, incluindo crianças e adultos de todas as idades. Dessa forma, promoveremos a formação de uma plateia variada e inclusiva. Além disso, valorizaremos a diversidade cultural do Brasil ao incorporar elementos regionais e nacionais ao espetáculo, incluindo características da cultura do Norte do país, de onde se originam muitos dos elementos e personagens presentes na história. Ao apresentar esses elementos em regiões distintas, como o Sudeste e o Distrito Federal, buscamos não apenas promover uma experiência cultural enriquecedora para o público, mas também incentivar o reconhecimento e a valorização do patrimônio cultural e ambiental brasileiro em sua pluralidade. Essa abordagem contribuirá para fortalecer o senso de identidade e pertencimento das comunidades envolvidas, conectando diferentes regiões do país por meio da arte e da cultura. Também, por meio da temática ambiental do espetáculo, buscaremos oferecer medidas educativas e sensibilizar o público sobre a importância de adotar comportamentos mais sustentáveis. Pretendemos promover uma reflexão sobre as ações individuais e coletivas diante das mudanças climáticas, incentivando uma participação mais ativa na preservação do meio ambiente. Por fim, para garantir que as informações sobre o projeto alcancem o maior número possível de pessoas, utilizaremos mídias sociais, parcerias com instituições educacionais, organizações não governamentais e a imprensa local para divulgar amplamente o evento. Essas estratégias, quando implementadas de forma integrada, não apenas democratizarão o acesso à cultura e à arte, mas também despertarão uma consciência crítica sobre questões ambientais e sociais, promovendo uma sociedade mais justa e igualitária.
Como proponente do projeto, a Lusco Fusco, uma empresa carioca especializada em produção cultural e conteúdo, assume um papel central na realização das atividades propostas. Com uma trajetória diversificada e expertise em várias áreas, como produção de filmes, espetáculos de artes cênicas e projetos integrados, a Lusco Fusco traz consigo um histórico de sucesso e impacto. Destacando-se pela coprodução de filmes aclamados, como "O Medo e o Mar" e o premiado documentário "Babenco - Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer: Parou". Além disso, iniciativas inovadoras, como o "Casa Cais", uma plataforma itinerante dedicada ao intercâmbio cultural entre os países de língua portuguesa, destacam o compromisso da Lusco Fusco com a promoção da cultura. No campo das artes cênicas, a Lusco Fusco deixou sua marca com espetáculos como "Lua Gigante" e "Fábrica de Nuvem", que combinam teatro e circo para oferecer experiências culturais envolventes e acessíveis ao público. Assim, a Lusco Fusco trabalha para garantir o sucesso e a relevância desta iniciativa cultural, enriquecendo a experiência do público e promovendo o diálogo sobre questões importantes através da arte. A empresa será responsável por todas as etapas de execução do projeto, desde a pré-produção, passando pela execução das ações propostas, até a pós-produção, com a elaboração de relatórios e prestação de contas. DIREÇÃO GERAL, ARTÍSTICA E DRAMATURGIAJoão Ferreira é um profissional multifacetado, destacando-se como ator, bailarino e acrobata. Sua jornada artística inclui uma variedade de experiências significativas, começando com uma oficina do Tá na Rua com Amir Haddad, onde participou por três anos e meio, apresentando dramas nas ruas do Rio de Janeiro. Como ator, fez parte de uma companhia de teatro dirigida por Angel Palomero, atuando em peças como "Quantos atores cabem no fusca?" e "Todas as noites de todos os dias". Além disso, é graduado em Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna e pelo curso técnico da Escola Nacional de Circo. No campo da direção e coreografia, João Ferreira demonstrou seu talento ao realizar a direção de movimento do espetáculo "O Jogo!", indicado ao prêmio de melhor direção de movimento no 3º prêmio CBTIJ, e ao coreografar a peça final do filme "Riscado", premiado no Festival do Rio. Sua paixão pela acrobacia e dança aérea o levou a se dedicar intensamente, tornando-se mestre nessas áreas há mais de 20 anos. Além disso, dirigiu números circenses na formatura da Escola Nacional de Circo e na comemoração de 30 anos da ENC. Como arte/educador, João Ferreira compartilha sua expertise em escolas de educação infantil, como o Espaço Cria e a Jangada, promovendo a arte e a cultura entre as crianças. Sua vasta experiência culmina em sua participação como diretor geral e responsável pela dramaturgia dos espetáculos "Lua Gigante", contemplado pelo fomento da SMC de 2013 e "Fábrica de Nuvem", contemplado pelo fomento da SMC de 2022, que recebeu 15 indicações ao 8º prêmio CBTIJ, conquistando 4 prêmios, incluindo Melhor espetáculo. PREPARAÇÃO CORPORALAdelly Costantini é uma artista e produtora com formação em artes do circo pela Escola Nacional de Circo (2007) e pela Scuola di Cirko Contemporâneo Vertigo, na Itália (2009). Seu trabalho se destaca pela abordagem das múltiplas linguagens do circo e pela adaptação a diferentes públicos e locais. Entre seus espetáculos mais recentes estão "Onde guardo um sonho" (infantil-circo), "Mão" (performance circense de intervenção urbana) e "Lua Gigante" (infantil-circo). Além disso, participou do espetáculo de dança aérea "Vertigem", dirigido por Claudio Baltar, e assinou a direção de movimento dos números aéreos do espetáculo "Veracidade", do mesmo diretor. Premiada na categoria “Preparação corporal” pelo 8º prêmio CBTIJ pelo trabalho realizado em Fábrica de Nuvem. PREPARAÇÃO DE PALHAÇARIA E SUPERVISÃO DE DRAMATURGIA Ana Sauwen CONSULTORIA DE CULTURA POPULARRosane de Assis INSTRUTOR DE MÁGICAPatrick o Mágico INSTRUTORA DE MANIPULAÇÃO DE BONECOSLiliane Xavier ELENCOFlávia Costa é graduada em Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna (2011). Sua atuação concentra-se principalmente em temas como Dança, Educação Infantil, Sapateado e Tecnologia. De 2003 a 2012, fez parte do grupo carioca Intrépida Trupe, participando de espetáculos, turnês e temporadas. Recebeu o Programa de Fomento à Cultura do Rio de Janeiro para a montagem do espetáculo "As Quadro Texturas", onde atuou e dirigiu, e também para a Oficina de Educação "Afetos Sonoros", ambos em 2015. Em 2017, foi contemplada com uma Residência no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, onde iniciou a pesquisa do trabalho "Sinergia". Participou como jurada e professora no Festival de Joinville de 2017 a 2019 e é uma das fundadoras do Festival Sonoros, cuja primeira edição ocorreu em 2019. Atualmente, é a primeira representante do projeto Tap Into Life no Brasil. Julio Manhães começou sua jornada artística aos 5 anos com a dança, mas foi aos 10 que se apaixonou pelas Danças Urbanas. Ingressou no Centro de Dança Viva, onde aprimorou estilos como Hip-hop Dance, Popping e Breaking. Aos 15 anos, explorou danças latinas de salão como Zouk e Bachata, continuando seus estudos nessas modalidades. Ministrou workshops e monitorias dos 16 aos 18 anos e ingressou na Faculdade Angel Vianna aos 19, graduando-se em Bacharelado em Dança. Trabalha como Coreógrafo e Bailarino de artistas independentes brasileiros e em filmes nacionais, além de participar como intérprete-criador em companhias de dança. Atualmente, ministra aulas de Danças Urbanas no Centro de Dança Viva. CENOGRAFIAO Estúdio Chão, fundado no Rio de Janeiro em 2015 pelos arquitetos Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho, também conhecido como Doca, é um ateliê dedicado a projetos de arquitetura e cenografia. Com mais de doze anos de experiência, o estúdio colabora em uma variedade de projetos, desde expografia até arquitetura efêmera, instalações artísticas, arquitetura de interiores e cenários para dança e teatro. Sua abordagem visa ampliar o alcance da arquitetura, integrando-a às artes visuais e cênicas e promovendo uma interação mais significativa no campo da cultura. Recentemente, o estúdio tem se destacado por suas intervenções temporárias no espaço público, como a Ocupação Conexidade na Praça XV e a obra Transborda, no Museu de Arte do Rio, que recebeu Menção Honrosa na 8ª Edição do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel. FIGURINO, OBJETOS E ADEREÇOSAlice Cruz BONECOSArte5 (Eduardo Andrade) VISAGISMOMarco Chavarri DIREÇÃO MUSICALIsadora Medella é uma figura importante na cena carioca há 25 anos, destacando-se como cantora, compositora, instrumentista e arranjadora musical. Como fundadora do grupo "Chicas", recebeu o Prêmio Tim de música com o CD "Quem Vai Comprar Nosso Bagulho?" (Som Livre). No teatro, atuou como diretora musical e compositora de trilha sonora original, colaborando com artistas como Carla Camuratti em "Rainha da Beleza de Linen" e Bibi Ferreira em "Tango, Bolero e Cha Cha". Além disso, trabalhou com diversas companhias teatrais, incluindo Teatro de Nós, Troup pas Dargent, Coletivo daLua, entre outras. Indicada pela trilha sonora no 8º prêmio CBTIJ realizada no espetáculo Fábrica de nuvem. PROGRAMAÇÃO VISUAL E ILUSTRAÇÕESMartina Carvalho FOTOGRAFIARenato Mangolin ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃOPrisma Colab (Mario Camelo) DIREÇÃO DE PRODUÇÃOInês Abranches
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.