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Realização da 16ª edição do Festival Cena Cumplicidades. O Festival, afetivamente chamado de Cena, consiste em um conjunto de iniciativas que oportuniza a difusão, a qualificação, a reflexão, e a articulação para dinamizar todo o circuito da cena (produção artística e teórica, pedagogia e processos de criação). Se traduz como uma plataforma artística internacional das artes da cena com foco na singularidade da dança e do corpo. Com mais de 15 anos de atuação, o festival se dedica à experimentação de linguagem, à formação de plateias e de novos talentos, e ao fomento da produção artística. Objetiva levar ao público trabalhos de artes da cena, ampliando seus horizontes.
Não se aplica por se tratar de um FESTIVAL que contem várias ações que serão definidas por um processo de curadoria, como descrito no cronograma das etapas de trabalho e no orçamento. Entre as ações estão: espetáculos diversos, residência artistica e workshop. Descrição do ProjetoInformações básicas quantitativas, qualitativas e conceituais do projeto O Que é?: Realização da 16ª edição do Festival Internacional Cena Cumplicidades. Existente desde 2008, o evento passou a apostar, a partir de 2010, em cumplicidades, objetivando a inserção de um espectro mais abrangente no seu perfil. Atualmente o Festival se traduz como uma plataforma artística internacional das artes da cena com foco na singularidade da dança e do corpo. Com mais de 15 anos de atuação, o festival se dedica à experimentação de linguagem, à formação de plateias e de novos talentos, e ao fomento da produção artística. Objetiva levar ao público trabalhos de artes da cena, ampliando seus horizontes. Promove cooperações com brasileiros e estrangeiros em geral para interações artísticas, no entanto, prioriza o intercâmbio com a produção ibero-americana. Trata-se de uma decisão política e estratégica, visando estreitar laços culturais e de economia da cultura com os países desse bloco. É, portanto, um movimento colaborativo com ênfase na singularidade da dança e do corpo. Apresenta nos teatros uma política de ingressos populares e acesso facilitado às escolas públicas (níveis fundamental 1, 2, e superior) e a ONGs e centros comunitários, além da interação com espaços públicos e não-convencionais, em um movimento integrado de promoção da cultura. Em síntese, o Festival consiste em um conjunto de iniciativas que oportuniza a reflexão, a difusão, a articulação, a qualificação e a pontencialização com potencial para dinamizar todo o circuito da cultura. Em 2023, o festival criou a mostra coreográfica e avaliativa CENA que qualificou grupos e bailarinos independentes de todo o país, promovendo a interação na formação e qualificação artística e fomentando a descoberta e consolidação de talentos. Os encontros promovidos pelo evento geraram um capital social inimaginável, focado em nutrir a formação e sensibilidade estética da juventude e de espectadores. Foram levados jovens de escolas públicas do Recife aos teatros, proporcionando a eles experiências únicas e a chance de conhecer o centro histórico da cidade do Recife. A edição do ano passado, 2023 apresentou os seguintes números na sua programação: 🔸 35 trabalhos artísticos 🔸 53 apresentações 🔸 6 workshops de dança 🔸 e a mostra de coreografias CENA Na edição de 2022, saindo da emergência sanitária, que sacudiu de maneira irreversível as atividades produtivas para o setor da dança na região e no mundo, o Festival trouxe os seguintes números: 🔸 23 Trabalhos artísticos 🔸 40 apresentações 🔸 3 Países (Portugal/Moçambique/Brasil) 🔸 6 estados da federação (PE/ RN /PB/ GO/ PR/ RJ) De Pernambuco teve trabalhos de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes. OUTRAS AÇÕES CULTURAIS DA PROGRAMAÇÃO/22: 🔸 5 WORKSHOPs 🔸 01 Residencia Artística de videodança (on line e presencial) 🔸 01 Mostra de videodança (Cine Teatro Apolo) CONCEITO; A edição de 2022 deu foco na produção artística considerada de superação e enfrentamento tanto dos impactos da pandemia do Covid 19, como das agruras do atual cenário de descaso e precariedade do país no âmbito da cultura. O Festival resolveu dar visibilidade a uma produção local, preponderantemente de Recife, que investiu em criação artística presencial, oportunizou a contratação de coreógrafos, técnicos e bailarinos locais, e, assim, contribuiu com a cadeia produtiva da dança do Recife. No âmbito internacional, e seguindo o mesmo raciocínio de consideração de investimento na produção local, o Festival programou os trabalhos desenvolvidos na Região NE (PB e RN) por artistas estrangeiros com artistas brasileiros (Oráculo do Corpo e Orivayá - o vento pediu para a folha dançar), ou trabalhos desenvolvidos fora do país por artistas nordestinos (Pin Dor Ama primeira lição e Santa Barba, ambos de Portugal). TRABALHOS: 1. SIVUCA - POESIA DO SOM (Companhia Municipal de João Pessoa) (PB) 2. DESENCONTRO (PE) - D'Ângelo Grupo de Dança, coreografia de Ivaldo Mendonça 3. ORIVAYÁ - O VENTO PEDIU PARA A FOLHA DANÇAR (PB)? Lua Camboatá/Tsumbe Malya-Moçambique/Brasil 4. ORÁCULO CORPO (PE) GIULIANA/Tsumbe Malya-Moçambique/Brasil 5. BYE BYE (RN) Produção independente - Diana Fontes 6. DANÇANDO VILLA (PR) Curitiba Cia de Dança 7. BOLHAS (PE) Cia de Dança Ferreiras (*3 apresentações) 8. PIN DOR AMA PRIMEIRA LIÇÃO (Portugal) ? Paulo Emílio e Dori Nigro 9. SANTA BARBA (Portugal) - Paulo Emílio (Portugal) 10. UM MERO DELEITE (GO) Nalini Cia de Dança (*2 apresentações) 11. BAILE DO MENINO DEUS (PE) Integrarte Recife 12. CIRANDA AO LUAR (RN) Angré Rosa 13. CAMARÓN ARTE Y FUEGO (RJ) - Studio Aire Flamenco 14. INVERSO CONCRETO (PE) Cláudio Lacerda/Dança Amorfa 15. PROVOC(AÇÕES) (PE) Jonas Alves / Aldeline Silva 16. A PRIMEIRA MANHÃ DA TERRA (PE) Thiago Alves 17. EU NÃO SEI CAIR(PE) - Jonas Alves 18. EDSON VOGUE (PE) *apresentação no CENAS URBANAS (batalha) 19. VICTOR MARINHO (PE) *apresentação no CENAS URBANAS (batalha) 20. HIANNE ALVES (PB) *apresentação no CENAS URBANAS (batalha) 21. ANDRÉ ROSA (RN) - residente 22. CENAS URBANAS, A BATALHA - all styles (16 artistas realizando 15 apresentações) 23. BAILE CHARME RECIFE, a festa! Com MÁRCIO FELLIPE e REBEKA BARBALHO *participações de DINIAN CALAZANS, JONAS ALVES, VICTOR MARINHO, HANNAH MARY.
GERALRealizar o Festival Cena Cumplicidades de artes da cena com apresentações e performances de dança, teatro e música, em Recife e região metropolitanta. ESPECÍFICOS . Compor uma parte da programação com 7 espetáculos de médio a grande porte de artistas/companhias internacionais e nacionais destinada a um público amplo e diversificado, com apresentações no Teatro de Santa Isabel (700 lugares) e no Teatro do Parque (805 lugares); . Constituir outro segmento da programação com 16 trabalhos de pequeno a médio porte (solos, duos, trios e grupos) em Teatros como o Apolo, Hermilo Borba Filho, Luiz Mendonça, Parque Dona Lindu, Galeria [de arte] Janete Costa, apresentando trabalhos mais investigativos; . Realizar uma plataforma de ações artístico-formativas constituída na sua pluralidade de: apresentações em 1 mostra de coreografias destinada a algumas centenas de bailarinos em formação e grupos/estudantes de escolas não formais, com doações de livros por participação/destaque, no Teatro Luiz Mendonça (500 lugares); 1 residência artística da Cie Malka (França) com bailarinos brasileiros; 1 Curso de danças da Cia Malka para 12 dançarinos de dança contemporânea/ urbana; 3 workshops de ballet; 2 workshops de jazz dance (1 para estudantes e 1 para professores); 1 workshop de Waacking Dance; 1 workshop Breaking no Brasil; 1 curso (2 dias) de dança contemporânea; . CONTRAPARTIDA SOCIAL, realizar duas apresentações de dois trabalhos de estudantes de escolas públicas em teatro do centro da cidade, Teatro Apolo (250 lugares), com acesso gratuito a todos integrantes da escola. . Por 4 finais de semana, promover a formação de plateia e a popularização da produção em dança de forma abrangente, junto a um público diversificado e amplo;
O Festival se apresenta como um encontro de mundos, envolvendo artistas representativos da dança nacional e internacional num processo de intercâmbio, que aposta numa maior federalização das atividades artísticas. Em 2023, foi integrada ao festival a mostra avaliativa CENA que, a partir do trabalho de professores e coreógrafos disponibilizados pelo festival, qualificou grupos e bailarinos independentes de várias partes do país, promovendo a interação na formação artística e fomentando a descoberta e consolidação de talentos. Tais iniciativas custeadas pelo festival geraram produtos coreográficos que foram apresentados sem ônus na grade do festival, que arcou com as despesas de produção, técnica e comunicação. Esses encontros promovidos pelo evento geraram um capital social inimaginável, focado em nutrir a formação e sensibilidade estética da juventude e de espectadores. A partir deles, foram levados aos teatros jovens de escolas públicas do Recife, proporcionando a eles experiências únicas como a chance de conhecer o centro histórico da cidade do Recife. A edição do ano passado, 2023 apresentou os seguintes números na sua programação: 🔸 35 trabalhos artísticos 🔸 53 apresentações 🔸 6 workshops de dança 🔸 e a mostra de coreografias CENA Para 2024, o Festival Cena CumpliCidades propõe uma programação artístico-cultural com ações como residências artísticas, cursos diversos e exibições de trabalhos em 5 teatros e espaços abertos do Recife. Ademais, visa a qualificação e reflexão voltadas para o redimensionamento das perspectivas de difusão da dança. Por meio de uma visão plural, o festival almeja se auto interpelar em como exercer seu papel neste mundo de agora _ não o desejável, mas o possível. Ele pretende compor uma programação à luz das desigualdades _ um dos marcos mais dilacerantes dessa atualidade _ apresentando trabalhos legítimos deste mundo de agora, com compreensão e empatia para com a realidade. Ao oportunizar uma tal dinâmica de saberes envolvendo os participantes e seus contextos culturais, o festival colabora para a qualificação profissional local da dança (artistas, professores, estudantes e técnicos), desenvolvendo e sensibilizando também o olhar do público espectador e oportunizando a esses cidadãos o direito de apreciar em sua cidade trabalhos que, salvo a ação do festival, o atendimento de tal ensejo implicaria em deslocamento para centros culturais de outras cidades. No âmbito da mediação cultural, o projeto vai programar algumas apresentações em horários do dia (manhã ou tarde) visando contemplar idosos e estudantes de escolas públicas. Para tanto, disponibilizará ingressos gratuitamente nos teatros para jovens de comunidades em situação de risco, mães ou idosos participantes de projetos sociais e/ou centros comunitários, e estudantes de escolas públicas ou profissionais que trabalhem com a linguagem da dança (escolas não formais de dança, grupos, coletivos e cias). Essas diretrizes significam, a sua vez, propostas artístico-culturais que podem se sustentar e se desenvolver mostrando quais são os aportes que a dança tem para fazer frente aos atuais desafios. As ações estratégicas serão articuladas visando alcançar uma maior visibilidade e valorização da produção artística, dando foros de descentralização à programação, mas também oportunizando que ela possa exercer equidade étnico racial na sua composição e dar atenção a trabalhos com pautas afirmativas em questões tais como gênero, raça/cor, etnia, pessoa idosa, pessoa com deficiência, povos e comunidades tradicionais. Tais trabalhos, eventualmente poderão advir de variadas especialidades de dança (danças populares e tradicionais, danças urbanas, étnicas, contemporâneas, e de corpos plus size e PCDs, além de danças de minorias subalternizadas, periféricas e não-hegemônicas, tais como funk, swingueira, twerk, brega funk, passinho, entre outras). Ao oportunizar a inclusão de danças de distintas especialidades e expressões em sua programação em 2024, o festival não somente reconhece nelas um potencial estético, mas toda uma carga de implicações possíveis, no que diz respeito a inclusão de saberes e expressões locais nas atividades a serem construídas. Embora o Festival tenha objetivos como os de promover difusão e qualificação de obras e artistas, no mínimo, pretende reunir sujeitos. E faz isso se destacando por suas características identitárias, distinguindo-se, dentre outros, pela sua forma de concepção, organização e curadoria. Neste sentido, é também um amplo espaço de entrelaçamento de relações sensíveis, trocas de diversas energias, compartilhamentos e oportunidades de participação e debates. Constitui-se, assim, em uma rede de difusão, formação e qualificação voltada para o desenvolvimento e intercâmbio artístico. Nela, trabalha de forma sinérgica com estabelecimentos de ensino formais (escolas e universidades públicas) e não formais (escolas de danças e projetos socioculturais e pedagógicos), como também atua com instituições culturais e diplomáticas a exemplo do Núcleo de Atividades Culturais-NAC (da Prefeitura do Recife), da Aliança Francesa do Recife, do Instituto Françês, do Projeto EmCena Arte e Cidadania, do Laboratório de Extensão e Ensino de Dança-LEED/UFPE e da Coordenação de Estágios do Curso de Dança também da UFPE. Ademais, o evento mantém relações de parceria de fluxo contínuo com artistas, grupos e companhias que, em razão de seus respectivos apoios e subvenções, por vezes, apresentam-se no evento sem recebimento de cachês artísticos, mas tendo em troca toda a estrutura necessária de produção, teatros e salas, técnica e comunicação, para o desenvolvimento de seus trabalhos, sejam eles pedagógicos e de criação artística (como cursos e residências), sejam de apresentações, mentorias e avaliações sobre a prática dos estabelecimentos e artistas envolvidos no evento. E por conta desta organização de seus elementos (que compõem este tipo de produção espetacular) conclui-se que os fenômenos, que dali podem derivar e expandir, dão sentido à sua existência, continuidade, e proporcionam espaços para fortalecimento e desenvolvimento de parcerias. O Cena é realizado com periodicidade regular de forma pública, de estrutura complexa, que envolve múltiplas vozes, cenas e propostas. Nele, do ponto de vista da mediação artística, as possibilidades de potencialização das experiências estéticas, podem ser alcançadas por todo o conjunto de alternativas que o evento proporciona no curto espaço de tempo em que decorre. Deste modo, configura-se como ambiente de "encontros" que proporcionam a circulação e promoção de obras, artistas, ideias, estéticas e públicos. Sendo espaço por onde circulam também distintos modos de subjetivação, desejos, anseios - tanto de quem o realiza quanto de quem o usufrui. É também espaço para realizações, nos quais, os esforços dedicados por cada dançarino, grupo ou coletivo, professores ou coreógrafos, e agentes culturais são apresentados e compartilhados com o público. Sendo assim, o Cena pode ser considerado como uma manifestação onde corpos se encontram e inúmeros fenômenos acontecem. Onde se perde, mas, também se ganha fôlegos. Espaço no qual, sujeitos, espectadores, públicos, colaboradores se encontram para também poderem exercer sua politicidade e sociabilidade. Nesse sentido, o Cena não se coloca somente como uma coleção de bons espetáculos, mas, sim, apresenta-se como construtor de um discurso, enraizado na comunidade na qual está inserido e com a consciência de seu caráter político e social.
PLANO DE DIFUSÃO E DISTRIBUIÇÃO - Descritivo Bens/Serviços: Ingressos (Venda Inteira R$40,00, venda Meia Entrada R$20,00, Convites, Cortesias); Programas; Espetáculos, Atividades Formativas, Ações Colaborativas, (quantitativo a ser definido durante pré-produção do Projeto pela curadoria) Quantidade: Previsão de Ingressos e pessoas com acesso às atividades - 3.000 (três mil pessoas) Destino: Público Regular de cada atividade (participantes e plateia) Forma de Repasse: Venda, Convites, Doação, Permutas, Convocação. Doação/Lançamento de Livros de dança: Estima-se atingir um público em torno de 3000 pessoas, de variadas faixas etárias, gêneros e classes sociais, com amplo espectro de escolaridade, residentes nas cidades participantes e demais cidades e estados vizinhos (há um público fiel dos interiores que acorrem ao evento), e, sobretudo turistas nacionais e internacionais que, comumente, se interessam pela programação do festival, até porque o evento divulga em agendas culturais. Além disso, atinge-se um público específico de profissionais (aficcionados por danças, bailarinos, performers, coreógrafos, artistas cênicos, jornalistas especializados, técnicos, professores, pesquisadores, críticos e produtores culturais), mas também de estudantes, praticantes de danças de distintas especialidades, amadores e apreciadores de arte em geral. OBS. Com um público geral de todas as faixas etárias e classes sociais, a organização do evento opta, preferencialmente, por utilizar espaços que promovam a acessibilidade de crianças, idosos, obesos, pessoas com mobilidade reduzida, gestantes e PCDs (pessoas com deficiências), entre outras com necessidades específicas; bem como prepara sua equipe de produção para atender (com acessibilidade comunicacional) e recepcionar esse público preferencial em todos os espaços de sua realização. Além do mais, e principalmente no caso de inscrição ou de retirada de entrada, vai alertar em suas redes sociais para que as pessoas possam se manifestar contactando o evento em relação às suas necessidades para que providências sejam tomadas quanto a sua recepção no Festival. Para além disso, a proposta de Acessibilidade Cultural do Festival vai desde os mecanismos de informação e comunicação, passando pela fruição estética e pela programação de criações a partir de lógicas corporais diversas (de pessoas com deficiências-PCDs, idosos, plus sizes, de culturas periféricas e étnicas, entre outras). LINKS PARA MATERIAL DO PORTIFÓLIO DO PROJETO Teaser | Festival Cena CumpliCidades 2022 https://www.youtube.com/watch?v=SrPD2fUfaqY Inverso Concreto - Cláudio Lacerda Dança Amorfa | Cena CumpliCidades 2022 https://www.youtube.com/watch?v=BIkdF03Q8vo Batalha All Style - Cenas Urbanas | Festival Cena CumpliCidades 2022 https://www.youtube.com/watch?v=NVuw0M1tKms&list=PLb3LZdrQPO4yI7EnWxerhAwRoUgawQlrf&index=7 Dançando Villa - Curitiba Cia de Dança | Festival Cena CumpliCidades 2022 https://www.youtube.com/watch?v=JKY9GRw0tow&list=PLb3LZdrQPO4yI7EnWxerhAwRoUgawQlrf&index=18 MÍDIAS DO CENA CUMPLICIDADES 2022 (fotos, playlist, site, instagram, facebook, YouTube) https://apptuts.bio/cenacumplicidades FOTOS DE OLINDA (Igreja e bailarinos dançando dentro) https://drive.google.com/drive/folders/1RloMMxM3tUm65tVlGFJxYt_9Wat_7Vkz?usp=share_link Cena Cumplicidades 2021 - Teaser Oficial https://www.youtube.com/watch?v=0P5Muz6WN0A&list=PLb3LZdrQPO4zn64rTcaOnWetUzD6Ggah4 Teaser Cena CumpliCidades 2019 https://www.youtube.com/watch?v=kARu3tFte94 Teaser Cena Cumplicidades 2015 https://www.youtube.com/watch?v=sJJ6zCuTPuw
O evento promove uma programação com difusão e formação que inclui manifestações tanto em teatros quanto em espaços urbanos, inserindo a dança e outras artes na arquitetura e paisagem urbana. Em Recife ocorre a programação indoor de dança, em 5 teatros: o Santa Isabel, o Hermilo Borba Filho, o Teatro Apolo, o Parque e o Teatro Luiz Mendonça. Essa programação, compartilhada entre espaços teatrais e pedagógicos como escolas não formais, espaços culturais, estúdios e universidades configura um dos aspectos importantes do evento: uma plataforma de estímulo a uma rede de difusão, formação e qualificação voltada para o desenvolvimento e intercâmbio artístico. Ademais, o Festival contempla o campo da videodança com curso de aperfeiçoamento e mostra artística, na promoção de residência artística (cujo resultado das criações será apresentado na programação), bem como fomenta a criação coreográfica atuando junto aos estabelecimentos de ensino tanto formais (escolas e universidades públicas) como não formais (escolas de dança), e, principalmente, junto aos grupos e cias profissionais. Por fim, estimula a leitura e o interesse pela história e conhecimento da dança doando livros aos participantes, notadamente àqueles que não recebem pro labore. Para além da promoção da circulação, difusão ou distribuição de obras, o festival promove a inclusão cultural (também por meio do acesso gratuito e a baixo custo) e se manifesta sensível à democratização do acesso aos bens artístico-culturais. Para tanto, trabalha de forma sinérgica com instituições culturais e diplomáticas a exemplo do Núcleo de Atividades Culturais-NAC (da Prefeitura do Recife), o Projeto EmCena Arte e Cidadania e da Aliança Francesa. Ademais, o evento mantém relações contínuas com equipamentos culturais e centros comunitários como o Compaz para os quais articula iniciativa de acesso à sua programação de público em situação de desfavorecimento social. Atua ainda em consonância com o Laboratório de Extensão e Ensino de Dança-LEED da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE e da Coordenação de Estágios do Curso de Dança, parceiros na viabilização das propostas do evento. No âmbito da mediação cultural, o projeto vai programar algumas apresentações em horários do dia (manhã e tarde) visando contemplar a frequência de idosos e estudantes em geral, mas, sobretudo aqueles advindos de escolas públicas. Para tanto, disponibilizará ingressos gratuitamente nos teatros para esses estudantes, assim como para jovens de comunidades em situação de risco, mães e idosos participantes de projetos sociais e/ou centros comunitários, como também para profissionais que trabalham com a linguagem da dança tanto nas escolas não formais de dança, como em grupos, coletivos e cias. O acesso de todos esses segmentos ao evento, é gratuito. A programação composta pela curadoria deverá, no bojo de suas ações, criar estratégias para a abordagem dos diversos perfis de público, daqueles mais especializados, com demandas específicas, até aqueles ainda inexplorados, porém com enorme potencial para se tornarem plateias de dança e dos distintos segmentos artísticos programados no evento. Para tanto, o Festival consistirá em ações de naturezas distintas, que darão forma a diferentes plataformas no âmbito de um mesmo evento, mas que terão finalidades complementares entre si para a consecução dos objetivos do projeto. 1. Programação de espetáculos considerados de grande porte, com companhias internacionais e nacionais renomadas, destinada a um público amplo e diversificado, em grandes teatros como o Santa Isabel, Teatro do Parque ou o Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu). 2. Programação de espetáculos de pequeno e médio porte (solos, duos, trios e grupos) apresentando trabalhos mais investigativos e, por vezes, de menor duração, em teatros convencionais e espaços não convencionais, a exemplo do Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro Apolo, Teatro Luiz Mendonça, Mercado Eufrásio Barbosa, entre outros. 3. Plataforma de ações artístico-formativas constituída de apresentações no Teatro Luiz Mendonça e/ou no Teatro Apolo de estudantes de escolas formais e não-formais de dança, de praticantes de danças de projetos culturais, centros comunitários e universidades públicas, além da oferta de cursos ou workshops, residências artísticas e/ou mesmo aulões de distintas danças (voltadas tanto para estudantes quanto para a qualificação de professores). Deverá ainda integrar este eixo a mostra Cena de coreografias com dezenas de participantes em apresentações sem pro labore envolvendo solos, duos, trios e grupos de distintas especialidades de danças, assim como dúzias de participantes das ações de formação e qualificação. Seguem duas propostas de atividades didáticas (Projetos Pedagógicos). Uma para Residência Artistica e outra para Cursos/Oficinas. As propostas serão enviadas em anexo devido ao espaço aqui disponibilizado para o teor completo dos dois documentos. Estes, seguirão em um único PDF.
Implementação de legenda em eventuais vídeos e VTs exibidos no evento. O evento só exibirá vídeos institucionais de patrocinadores e/ou apoiadores se apresentarem recursos de acessibilidade (audiodescrição e/ou libras). Item 15 do orçamento. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL - ACESSIBILIDADE ATITUDINAL - ACESSIBILIDADE METODOLÓGICA O evento prevê a contratação de assistentes de produção com formação em curso de licenciatura na Universidade Federal de Pernambuco UFPE cujo currículo lhes capacita para atuar na comunicação em LIBRAS e na Educação Inclusiva com vivências junto ao Núcleo de Acessibilidade (NACE), da UFPE, e ao público de PCD, idosos e autistas. Item 1 do orçamento - Assistente de produção ACESSIBILIDADE ESTÉTICA Diz respeito a superação de barreiras e a valorização da experiência estética da dança, incluindo a mediação em sessão específica por meio dos recursos e procedimentos de LIBRAS e eventualmente audiodescrição. Item 20 do orçamento - intérprete de libras ACESSIBILIDADE METODOLÓGICA: implica na utilização de procedimentos de trabalho pela equipe do festival que acolham e proative a participação das PCD e demais integrantes em eventuais apresentações no Festival. Para tanto, o evento contratará coordenador técnico com formação na Universidade Federal de Pernambuco UFPE cujo currículo lhe capacita para atuar na comunicação em LIBRAS e na Educação Inclusiva com vivências junto ao público de PCD, idosos e autistas. Item 9 do orçamento - coordenação técnica ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA E NOS TRANSPORTES: nas funções do evento ou atividades formativas que envolverem PCD, autista e, eventualmente, idosos, serão consideradas aspectos relacionados ao transporte e acesso físico. O evento utilizará de teatros com recursos de acessibilidade física e acomodação (poltronas) para pessoas plus size, cadeirante (espaço p/cadeira de rodas na plateia), PCD, pessoas com baixa visão e dificuldade para mobilidade física, tais como: . Existência de rampas/corrimãos . Estacionamento com vagas para PCDs e idosos . Banheiros adaptados com barras, elevação de sanitários entre outros artigos dos banheiros PNE.
01. Acesso gratuito total ou parcial às ações do Festival; 02. Apresentação gratuita de/em escolas, bem como em entidades vulneráveis; 03. Incentivo a trabalhos voluntários; 04. Ingressos gratuitos e/ou a preços populares; 05. Ações realizadas em pontos estratégicos da Região Metropolitana do Recife, de fácil acesso a todas as camadas sociais da população e estrangeiros.
Acompanhando a realização do festival e monitorando a execução do evento, a Associação Cultural de Artistas Integrados vai desempenhar sua função voluntária no âmbito do projeto. PRINCIPAIS PARTICIPANTES ARNALDO SIQUEIRA - curadoria e coordenação geral Doutor em Artes da Cena na área de teatro, dança e performance, no Instituto de Artes -IA/Unicamp, é componente do Grupo de Pesquisa Topologias do Espetáculo: arte e identidade contemporâneas - GEPETO, do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (Instituto de Artes da Unicamp-SP). Integra também o Grupo de Pesquisa Arte Cultura e Memória (CNPQ), do Departamento de Artes da UFPE. Nesta instituição implantou o Curso de Dança no qual atua como professor e coordenador do Laboratório de Extensão e Ensino de Dança-LEED, e também como Coordenador de Estágios (curriculares e não-obrigatórios). Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia-UFBA, tem especialização em Apreciação e Crítica da Arte, e em Dança em Cadeira de Rodas (UFJF). Dançou o Bolero, de Ravel, em apresentações nacionais do Béjart Ballet Lousanne e foi coreógrafo do espetáculo anual da Paixão de Cristo, de Nova Jerusalém-PE, por 20 anos (1999-2018). Foi pesquisador do Itaú Cultural no programa Rumos Dança (2006-2010), e co-diretor do Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas Apolo Hermilo em Recife-PE (2005-2012), onde idealizou e coordenou o projeto de criação artística em dança O Solo do Outro (2005-2012), e foi curador da mostra Dança Contemporânea (2005-2010). Escreveu alguns capítulos de livros, vários artigos e publicou os seguintes livros sobre dança: Flavia Barros; Ana Regina; Tânia Trindade e o Ensino Oficial da Dança em Recife; Zdenek Hampl: Perfis de Um Artista Inovador. É produtor e curador responsável pela internacionalização de festivais. A saber: Festival de Dança do Recife (2006); Cena Movimento (2008); Cena CumpliCidades, de 2011 até a presente data. Também idealizou e coordenou projetos culturais diversos como o Overseas Culture Interchange-Dança sem Fronteiras, de formação técnica e artística, e vem atuando como parecerista e membro de comissões de julgamento e análise de vários editais: Edital Festival Acessibilidança 2021 e 2022 (da Funarte); Edital Respirarte, (2020-Funarte); Chamada VALE de Patrocínios Culturais (2020); e palestrante em eventos culturais tais como mesa redonda sobre Produção e gestão de mostras e festivais - Módulo III (b) do Projeto Bolsa PARANÁ CRIATIVO 2022 (Lei Aldir Blanc-PR), no Fórum Internacional de Dança (fid) Corpos Urgentes (2021), e no INTRA-DRAMAS (2021 SESC-CPF/SP). MÔNICA BARROSO - coordenação de produção Com Áreas de atuação em Administração de projetos, Gestão Cultural, Produção Cultural, Artes Cênicas e Dança, Mônica tem formação acadêmica em Serviço Social e Espacializações nas áreas de Cultura, Administração de Projetos Culturais, Gestão Cultural, Economia da Cultura, Marketing Cultural, Planejamento e Desenvolvimento Social, entre outros. Na área da dança, tem formação e atuação em balé clássico, Dança Contemporânea, Danças Populares do Nordeste e em Projetos Independentes Locais, Nacionais e internacionais. Com PRODUÇÃO CULTURAL INDEPENDENTE, teve passagem como Membro da Comissão Julgadora do Concurso de Quadrilhas Juninas. Fundação de Cultura Cidade do Recife, Produção do artista da dança PETER DIETZ nos projetos: Paisagem Zero- SESC- Pompéia, SP, 2002; Bienal de Dança de SESC-Santos, 2002; Novadança - Brasília-DF, 2002, Bienal de Dança do Ceará, 2003, Produção Nordeste da Tournée Nacional da Márcia Milhazes Dança Contemporânea ? Rio de Janeiro, 2003, Produção do espetáculo de dança Samba no Canavial na Plataforma Internacional Estado da Dança, SP/ 2012, Elaboração e coordenação de produção da 24ª Festa de Reis realizada na Casa da Rabeca do Brasil 2019 e Produção executiva do Festival Cena Cumplicidades 2015 a 2022. Desde 1999 vem atuando em outras produções de grupos e instituições públicas e privadas, além de produzir publicações da área de dança, de circulações e atuar em pesquisas nas artes cênicas. MARINA VARELA - assessoria de comunicação Graduada em Comunicação Social e Jornalismo, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 2017. Tem como EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, entre outros, na área de Artes e Cultura, Projeto Festival Cena UNIversidade 2021 On-line, Projeto Cena Educa, Apresentação: espetáculo de dança na Aliança Francesa do Recife, CONCERTO JAZZ - Turnê do músico francês Samy Thiébault por cinco cidades do Nordeste, Teatro Waldemar de Oliveira, MASTERCLASSES - atividades pedagógicas desenvolvidas pelo músico Samy Thiébault realizando dois dias de masterclass para professores e alunos do Conservatório Pernambucano de Música, Festival Internacional Cena CumpliCidades como Coordenadora das mídias sociais do festival de 2018 até os dias atuais; e produções audiovisuais. CLARA NEGREIROS - DESIGNER, WEBDESIGNER Clara tem FORMAÇÃO ACADÊMICA em na Graduação de Desenho Industrial | UFPE 1985 e especializações em Ciência Política | UFPE 2001 e em Design da Informação | UFPE 2005. Como EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, atua com Programação Visual e Educação. Participou de alguns projetos como Baile do Menino Deus | 2005 a 2011, Fundaj | Projetos e Publicações, Gajop | Publicações, Janeiro de Grandes Espetáculos | Projeto 2008 a 2011, Cena Cumplicidades | Projeto 2017 a 2019, Reside - Festival Internacional de Teatro de Pernambuco | 2019 e em EDITORIAIS como Clarice, clarear o leitor de si mesmo em Clarice Lispector e JGE | Revista programação janeiro de Grandes Espetáculos. ERON VILLAR - COORDENAÇÃO TÉCNICA MESTRADO em designer - Eron Villar é ator, diretor, iluminador e dramaturgo, escritor e roteirista (DRT 3543/PE), possui 26 anos de carreira artística, já participou de mais de 50 espetáculos de teatro e dança , com alguns prêmios e viagens internacionais na mochila como França, Argentina, República Dominicana, Paraguai, Uruguai, Cuba e Espanha. Atua como Coordenador técnico no Festival Internacional de Dança do Recife desde 2006; Festival Recife do Teatro Nacional, desde 2007; Festival de Inverno de Garanhuns, desde 2007. Fez pós graduação em Estudos Cinematográficos da UNICAP. Formado como ator pelo Curso Regular de Teatro do SESC (1999) e graduado em LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - ARTES CÊNICAS pela Universidade Federal de Pernambuco (2008). Possui MBA em Gestão de Eventos pela Faculdade UnyLeya Brasília (2017); Mestre em Literatura e Intersemiose pela UFPE. Já participou de mais de 50 espetáculos de teatro, dança e música nas várias funções. Atualmente faz assistência de direção e iluminação da Paixão de Cristo do Recife, desde 2019.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$8.000,00 em 13/02/2026.