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Século XX1 é o novo espetáculo produzido pela PLATÔproduções, e que reúne em cena, Antonio Grassi, ator com larga experiência em teatro, cinema e TV e o autor e diretor Gerald Thomas. Tem seu objetivo geral focado em apresentar ao público um espetáculo inédito que reúne 2 significativos nomes da cultura brasileira: Gerald e Grassi que estreiam como parceiros de criação.Eles convidam a atriz paulistana Fabiana Gugli, parceira de longa data de Gerald, já tendo participado de mais de 20 dele; a atriz, cantora, compositora e diretora mineira Letícia Sabatella também iniciando uma parceria, além do multiartistaApollo Faria que participará pela 2ª vez de uma montagem de Gerald após ter realizado workshop com o mesmo.O objetivo é a criação, produção e apresentações do texto, além de ações decontrapartida(workshops, ensaios abertos e conversas públicas). As atividades do projeto serão realizadas em três regiões brasileiras (CO, NE, SE), contemplando a diversidade de público de 5 capitais.
Espetáculo teatral SÉCULO XX1 “Trata-se de uma adaptação livre de Esperando Godot de Samuel Beckett – texto esse que já montei na Alemanha, Inglaterra inúmeras vezes, assim como 19 outros textos desse autor com quem trabalhei de perto durante os últimos seis anos de sua vida em Paris. Adaptei 6 espetáculos vindos de sua prosa e fiz 12 estreias mundiais sendo que uma delas muito notória mundo afora: com Julian Beck do Living Theater, em seu único trabalho no palco fora da sua troupe teatral. Essa mesma “Beckett Trilogy” que nasceu no La MaMa ETC aqui em Nova York em 1985, ganhou o título de “Quatro Vezes Beckett” no Brasil onde a montei com Sergio Britto, Rubens Correa e Italo Rossi. Todos ganhamos o prêmio Moliere naquele ano. “SECULO XX1” está sendo escrito e concebido para o Grassi – a quem “namoro” platonicamente há mais de 20 anos. Eu uso a premissa de Esperando Godot não como o “beco sem saída” pelo qual é geralmente tomado, com o qual é equacionado (ou seja: o niilismo) mas sim, com alguns belos pingos de humor, muitos pingos de “nonsense” e leveza dado esse nosso exagerado excesso de tudo, em TUDO e por TUDO, desde a informação que recebemos até a precariedade e insegurança de como a processamos. Sim, digo leveza porque…tendo acabado de dirigir dois espetáculos de enorme sucesso de crítica e repercussão de público, “TRAIDOR”, escrita para Marco Nanini e “G.A.L.A”. para Fabiana Gugli, me sinto na obrigação abordar assuntos sociais e políticos sim, porém mais bem-humorados e menos trágicos.” Texto de GERALD THOMAS (março de 2024). Classificação indicativa pretendida de 14 anos.
Século XX1 é o mais novo espetáculo produzido pela PLATÔproduções, e que reúne em cena, Antonio Grassi, ator com larga experiência em teatro, cinema e TV e o autor e diretor Gerald Thomas. Esse projeto faz parte das celebrações de 70 anos de nascimento do encenador Gerald Thomas e tem seu objetivo geral focado em apresentar ao público brasileiro um espetáculo inédito que reúne em sua montagem dois significativos nomes da cultura brasileira: Gerald e Grassi que estreiam como parceiros de criação. Para essa montagem Gerald e Grassi convidam também a atriz paulistana Fabiana Gugli, parceira de longa data de Gerald, já tendo participado de mais de 20 peças ainda na Companhia de Opera Seca, criada há mais de 30 anos pelo encenador; a atriz, cantora, compositora e diretora mineira Letícia Sabatella iniciando também uma nova parceria com Gerald, além do multiartista Apollo Faria que participará pela segunda vez de uma montagem de Gerald após ter realizado workshop de teatro com o mesmo em 2023. "Trata-se de uma adaptação livre de Esperando Godot de Samuel Beckett _ texto esse que já montei na Alemanha, Inglaterra inúmeras vezes, assim como 19 outros textos desse autor com quem trabalhei de perto durante os últimos seis anos de sua vida em Paris. Adaptei 6 espetáculos vindos de sua prosa e fiz 12 estreias mundiais sendo que uma delas muito notória mundo afora: com Julian Beck do Living Theater, em seu único trabalho no palco fora da sua troupe teatral. Essa mesma "Beckett Trilogy" que nasceu no La MaMa ETC aqui em Nova York em 1985, ganhou o título de "Quatro Vezes Beckett" no Brasil onde a montei com Sergio Britto, Rubens Correa e Italo Rossi. Todos ganhamos o prêmio Moliere naquele ano. "SECULO XX1" está sendo escrito e concebido para o Grassi _ a quem "namoro" platonicamente há mais de 20 anos. Eu uso a premissa de Esperando Godot não como o "beco sem saída" pelo qual é geralmente tomado, com o qual é equacionado (ou seja: o niilismo) mas sim, com alguns belos pingos de humor, muitos pingos de "nonsense" e leveza dado esse nosso exagerado excesso de tudo, em TUDO e por TUDO, desde a informação que recebemos até a precariedade e insegurança de como a processamos. Sim, digo leveza porque…tendo acabado de dirigir dois espetáculos de enorme sucesso de crítica e repercussão de público, "TRAIDOR", escrita para Marco Nanini e "G.A.L.A". para Fabiana Gugli, me sinto na obrigação abordar assuntos sociais e políticos sim, porém mais bem-humorados e menos trágicos." (texto de Gerald Thomas, março de 2024). Objetivos específicos: Realização da criação, produção e apresentações deste texto inédito, além de ações de contrapartida composta por workshops, ensaios abertos e conversas públicas. As atividades do projeto serão realizadas em três regiões brasileiras (Centro Oeste, Nordeste e Sudeste), contemplando a diversidade de público de cinco capitais. A presente proposta prevê sete meses de realização total contemplando todas as fases de criação, produção, montagem e circulação do espetáculo teatral. A ideia inicial prevê uma temporada de estreia na cidade de São Paulo, com 20 apresentações presenciais, seguido de temporada na cidade do Rio de Janeiro (08 sessões) e mais 06 apresentações em 3 cidades a saber: Belo Horizonte; Brasília e Salvador (2 sessões em cada). Outras cidades poderão ser incluídas e/ou substituídas de acordo com as negociações de pauta; bem como, para atendimento de interesses do patrocinador, sem prejuízo para o projeto e definidos em comum acordo com a produção e equipe. Os ingressos serão praticados a preços acessíveis no valor máximo de R$80,00 (inteira), em teatros idealmente localizados na região central de cada cidade, com acesso facilitado por meio de transporte público. As atividades paralelas de caráter formativo serão realizadas em cada cidade, de acordo com plano de trabalho, com acesso gratuito para a população interessada em teatro e arte em geral. A estreia está prevista para novembro de 2024. A equipe de criação é formada por profissionais qualificados em sua área de atuação e que já desenvolvem trabalhos artísticos com Gerald Thomas como, o iluminador Wagner Pinto, o figurinista João Pimenta, o arquiteto e cenógrafo Fernando Passetti e o artista/educador Samuel Kavalerski. Para essa nova peça, Gerald inaugura mais uma parceria e convida o músico e instrumentista Tom Zé para a composição da trilha sonora. A direção de produção segue com assinatura de Dora Leão, parceira de Gerald em seus últimos projetos desde 2009.
É através de recursos advindos da renúncia fiscal federal, Lei Roaunet, que a maioria dos projetos culturais brasileiros podem ser realizados. Seja através de patrocínio obtido no setor privado, ou através de editais públicos, este é o mecanismo que transformou a produção cultural nacional, e segue sendo ferramenta fundamental para o crescimento do setor cultural , e pela realização de ações que democratizam o acesso e promovem a descentralização do bem cultural e a formação de novos públicos. Como é de notório conhecimento, o setor cultural sofreu um grande "apagão" com a ultimo governo e a pandemia. É de extrema importância contar com a Lei Federal de Incentivo a Cultura, buscando parceiros contribuintes de todo o país para retomar o papel protagonista que a cultura sempre teve. A proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.
O espetáculo terá cerca de 70 minutos. A proposta de realização de atividades paralelas (ação formativa) tem as seguintes caracteráisticas: - Conversa sobre o “Teatro na Cena Contemporânea” com a participação da equipe criativa do projeto com duração média 60 minutos. Aberta e gratuita para o público em geral de acordo com a capacidade do teatro e com tradução em libras; - Ensaio aberto terá duração média 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com a presença da equipe criativa e técnica. Aberto e gratuito, de acordo com a capacidade do teatro, para estudantes de teatro, atores e interessados em geral em artes cênicas - Worskhop de teatro terá três encontros presenciais de três horas de duração cada. Aberto à participação gratuita de no máximo 30 pessoas. O público será formado, principalmente por jovens estudantes de artes cênicas, previamente selecionados, via envio de carta de intenção.
Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O espetáculo e as atividades paralelas (conversa pública e ensaios abertos) serão realizados em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contém rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de um total de 06 sessões do espetáculo com tradução em libras (Língua Brasileira de Sinais). As conversas públicas (1 em cada cidade) serão realizadas com tradução em libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Realização de pelo menos 02 sessões do espetáculo com recursos de audiodescrição, que descreva elementos visuais do espetáculo, como cenários, figurinos e gestos do(a)s intérpretes - a escolha das cidades para receber as sessões se dará a partir do levantamento de entidades e grupos locais potenciais para a fruição do espetáculo. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações e atividades paralelas em locais com equipe treinada e sensibilizada para atendimento a este público quando necessário. As peças de divulgação a serem produzidas terão aspecto inclusivo, contemplando linguagem simples para atender pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e psicossocial, de modo a evitar barreiras na comunicação interpessoal, escrita e/ou virtual.
A estratégia de distribuição e comercialização do espetáculo teatral SÉCULO XX1 busca maximizar a democratização de acesso. Ingressos serão vendidos online e na bilheteria do teatro, com preços acessíveis e opções de descontos para estudantes, idosos e grupos. Além disso, haverá a distribuição de ingressos gratuitos (de 5 a 10% da lotação do teatro a cada apresentação) a comunidades carentes, escolas públicas e instituições sem fins lucrativos, por meio de parcerias e programas de inclusão cultural. Também haverá a cessão de ingressos gratuitos para deficientes auditivos em apresentações realizadas com tradução em libras. Ampliação de Acesso: Para ampliar o acesso ao espetáculo, várias iniciativas adicionais serão adotadas, tais como workshop, ensaios abertos e conversas públicas. As atividades paralelas serão realizadas, gratuitamente, a saber: • Realização de uma conversa sobre o “Teatro na Cena Contemporânea” com a participação da equipe criativa do projeto em cada uma das 3 cidades que receberão a circulação do espetáculo. (duração média 60 minutos). Aberta e gratuita para o público em geral de acordo com a capacidade do teatro e com tradução em libras;• Realização de um ensaio aberto antes das temporadas de estreia em São Paulo e Rio de Janeiro. (duração média 120 minutos, considerando o ensaio + perguntas e respostas para os participantes com a presença da equipe criativa e técnica. Aberto e gratuito, de acordo com a capacidade do teatro, para estudantes de teatro, atores e interessados em geral em artes cênicas;• Realização de um worskhop de teatro “Ser, Querer Ser Ator” com Gerald Thomas. A princípio será realizado em São Paulo com 3 encontros presenciais de 3 horas de duração cada aberto à participação gratuita de no máximo 30 pessoas. O público será formado, principalmente por jovens estudantes de artes cênicas, previamente selecionados, via envio de carta de intenção.
Informamos que o proponente será remunerado nas seguintes funções dentro do projeto:Dora Leão - Gestão e produção do projeto. Participação nos ensaios e todas as apresentações do espeteaculo na função de diretora de produção Ficha Técnica Equipe_criação e produção Criação e Direção Geral: Gerald Thomas Ator Protagonista: Antonio Grassi Elenco convidado: Fabiana Gugli + Apollo Faria + Leticia Sabatella Desenho de Luz: Wagner Pinto Cenografia: Fernando Passetti Trilha Sonora: Tom Zé Figurinos: João PimentaAssistente de Direção: Samuel Kavalerski Assessoria de Imprensa: Ney Motta Direção de Produção: Dora Leão Produção e Administração: PLATÔproduções Mini bios: ANTONIO GRASSI - Além de sua larga experiência no teatro, cinema e televisão, Grassi se dedicou nos últimos anos à formulação de políticas públicas para a área cultural. Foi Secretário de Estado de Cultura/RJ, Presidente da Fundação Theatro Municipal/RJ, Vice-Presidente do Fórum Nacional dos Secretários e dirigentes estaduais de Cultura e Presidente da Funarte/MinC (2003/06 e 2010/13). No âmbito internacional, foi o idealizador do Espaço Brasil no ano do Brasil na França (2005), criador junto ao Instituto Camões e Instituto das Artes de Portugal do prêmio de dramaturgia luso-brasileira “Antonio José da Silva”, responsável pela presença brasileira no Festival Internacional Tchecov em Moscou (2005) e a Estação de teatro russo no Brasil (2006). Foi o curador da participação brasileira em duas edições da Quadrienal de Praga , tendo conquistado a Triga de Ouro – o prémio máximo da Mostra-2011. Comissário do Ano do Brasil em Portugal (2012) e coordenador da programação cultural na Participação do Brasil na Feira de Frankfurt (2013), dentre outros. FABIANA GUGLI - Atriz, com formação em Artes Dramáticas (EAD) e dança. Entrou para a Cia. de Ópera Seca em 1999, tendo atuado em 15 espetáculos de Gerald Thomas, entre eles, os solos Terra em Trânsito e G.A.L.A., Um Circo de Rins e Fígados (com Marco Nanini), Deus Ex-Machina, Ventriloquist e a ópera Tristão e Isolda. Ainda em teatro, fez Refúgio, Os 39 Degraus, Travesties e Huis Clos. Em cinema, participou dos longas O Banquete, com direção de Daniela Thomas, Não Pare na Pista, de Daniel Augusto, O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia, entre outros. Alguns de seus trabalhos em TV incluem as minisséries Passaporte para a liberdade, PSI, Unidade Básica, Amorteamo e Supermax. APOLLO FARIA - Ator profissional, formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul e pelo CPT Antunes Filho – SESC SP. Iniciou profissionalmente no teatro infantil e posteriormente estudou e trabalhou com diversos profissionais renomados nacionalmente e internacionalmente como: Antunes Filho, Bibi Ferreira, Antônio Abujambra, Judith Malina & The Living Theater, Catherine Marnas & Compagnie Dramatique Parnas, Christoph Schlingensief. Com o passar dos anos, Apollo, além de ator, se especializou como dançarino (tap dancer, ballet clássico e jazz), produtor cultural, dramaturgo e sound designer profisional. Desde 2020 apresenta o espetáculo solo infantojuvenil “Os Sapatinhos Vermelhos”, percorrendo todo o Estado de São Paulo. Como dramaturgo escreve críticas teatrais para a plataforma virtual “Portal Afro” e para a revista espanhola “Estampa”. Em 2022 Apollo foi vencedor do prêmio “Solano Trindade” de dramaturgia, com seu texto “Diário Negro”, sendo considerado um dos melhores do mesmo ano. Atualmente está no elenco do espetáculo de teatro “Traidor” com Marco Nanini e direção de Gerald Thomas. LETICIA SABATELLA - Atriz, cantora, compositora e diretora, nascida em Belo Horizonte-MG. Leticia tem 40 anos de teatro e 30 anos de Rede Globo. Vive com intensidade no mundo do teatro, das operas, ballets e carnavais de rua. Cresceu dentro do Teatro Guaíra, e do terreiro em Minas Gerais, onde a família tinha um bloco de carnaval de rua chamado “O Fuzuê”, foi aprendiz do “Grande Circo Místico”, foi integrante por anos do “Coral Sinfônico do Paraná”, foi vocalista do “Tuba Intimista” e do coro cênico “O Abominável Sebastião das Neves”. Também teve uma trajetória profissional que muito favoreceu a sede de histórias, não só as novelas de época, mas cada lugar que frequentou e se envolveu. Sempre demonstrando grande versatilidade e talento. Além de atuar, cantou também em novelas que participou, como, “Sangue Bom”, “Hoje é dia de Maria”, “Romance”, “Amorteamo” e “Nos tempos do imperador”. Sua experiência com os índios a levou a iniciar uma carreira como diretora de cinema, em 2008, com o longa documental “Hotxuá”, com a participação do Gringo Cardia. Participou do "Alfarrábio Sonoro", um show-recital que entrelaça duas obras da literatura brasileira - "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, e "Morangos Mofados", de Caio Fernando Abreu. GERALD THOMAS - Autor e diretor de teatro e ópera cujas habilidades alcançam a dramaturgia, iluminação, cenografia, figurino, desenho e música. Nascido em 1954, em Nova York (EUA), entre 7 e 15 anos de idade morou no Rio de Janeiro com seus pais. Sua extensa trajetória o fez passar por pelo menos 15 países e vencer por duas vezes o Prêmio Molière e uma vez o Prêmio Mambembe. Criador de uma estética elaborada a partir do uso diferenciado de cada um dos recursos teatrais e orientada pelo conceito “ópera seca”, Thomas renova a cena brasileira nas décadas de 1980 e 1990, dirigindo, entre outros: Fernanda Montenegro, Tônia Carrero, Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Ney Latorraca e Julian Beck, em peças marcadas pela ousadia e irreverência, tornando-o um dos mais instigantes encenadores da atualidade. O filósofo Gerd Bornheim considera que Thomas representa, no campo das discussões teatrais, mais do que um propositor de estéticas, “um pensador prático criador de uma Poética, ou seja, de um modo de produzir o novo”. WAGNER PINTO - Iniciou sua trajetória como Lighting Designer em 1982. Ao lado de Gerald Thomas desde 1986 na Cia. Ópera Seca. Indicado para importantes prêmios como “melhor iluminação”. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro em 1994, 2016 e 2018, com os respectivos espetáculos “Penteseléias” (dir. Daniela Thomas e Bete Coelho), “A Máquina Tchekhov” (dir. Denise Weinberg e Clara Carvalho) e “Dilúvio” (de Gerald Thomas). Em 2010, Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem “Quem Tem Medo de Curupira?” (dir. Débora Dubois). Em 2012, Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita “L’Efant et les Sortilèges“(dir. Lívia Sabag). FERNANDO PASSETTI - Arquiteto (FAU/USP, 2015), atua como cenógrafo em diversos campos da cultura. Fez projetos de exposição e cenários para shows, óperas, musicais, ballets, cinema e teatro nos principais palcos líricos do país. Recentemente assinou a cenografia de óperas para Theatro São Pedro, além de colaborar com coletivos teatrais. Busca manter a atividade multidisciplinar a fim de construir amplo repertório e garantir a permeabilidade entre as diversas especialidades de projeto em que atua. Possui extensa pesquisa acerca de novos materiais não usuais na cenografia e como utilizá-los de maneira eficiente, reduzindo custos e resíduos. Em “Dilúvio”, de Gerald Thomas fez parte da equipe de cenografia. DORA LEÃO - Economista, gestora e produtora cultural. Sócia-diretora da PLATÔproduções. Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica/PUC-SP. Autora do livro “O Papel da Mídia Impressa no Embate Marketing Cultural X Marketing Social” (CRV, 2012). Em 2007, recebeu o Prêmio APCA de “Produção em Dança”. Coordena a produção de diversos projetos e núcleos artísticos independentes. Atua também na difusão de artistas, espetáculos e projetos nacionais e internacionais, no Brasil e no exterior. Desde 2009 colabora com o diretor Gerald Thomas em seus projetos no Brasil. Em 2023 coordenou a produção da PQ’23 Brasil - Mostra Países e Regiões na 15ª Quadrienal de Praga. A representação brasileira recebeu o prêmio “melhor trabalho em equipe” desta edição.
PROJETO ARQUIVADO.