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PRONAC 243515Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ENCANTES | Fernando França

FERNANDO FRANÇA CÂMARA
Solicitado
R$ 441,3 mil
Aprovado
R$ 441,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-10-01
Término
2027-05-21
Locais de realização (2)
Rio Branco AcreBrasília Distrito Federal

Resumo

A proposta consiste na circulação da exposição de pinturas, inédita, intitulada ENCANTES do artista acreano Fernando França, que encaminha o espectador para um universo xamânico, que estrai da natureza da Amazônia o fantástico, tornando o impossível, possível e o invisível visível. O mergulho neste sonho Amazônico transcende as questões estéticas, já que tem como primícias, promover a sensibilização sobre a necessidade, urgente, da proteção da "alma" da floresta. A exposição está prevista para circular pelas cidades de Rio Branco e Brasília, e tem curadoria de Bené Fonteles.

Sinopse

A proposta consiste na circulação da exposição, inédita, ENCANTES do artista acreano Fernando França, que encaminha o espectador para um universo xamânico, que estrai da natureza da Amazônia o fantástico, tornando o impossível, possível e o invisível visível. O mergulho neste sonho Amazônico transcende as questões estéticas, já que tem como primícias, promover a sensibilização sobre a necessidade, urgente, da proteção da “alma” da floresta. ENCANTES, do artista acreano Fernando França, conduz o espectador para o universo mitológico amazônico, trazendo à tona, o fantástico que permeia as cosmovisões dos povos que habitam a floresta. Dessa forma, tanto o impossível se torna possível, quanto o invisível visível. O mergulho nesta outra esfera amazônica transcende as questões puramente estéticas e busca também, como primícia, promover a sensibilização para a necessidade urgente da proteção da "alma" da floresta. A exposição está prevista para circular pelas cidades de Rio Branco/AC e Brasília/DF, no mês de dezembro de 2024, tem curadoria de Bené Fonteles e é parte integrante da programação da Semana Chico Mendes 2024.

Objetivos

Objetivo geral O projeto objetiva a circulação da exposição inédita, ENCANTES do artista acreano Fernando França, pelas cidades de Rio Branco, no Museu dos Povos do Acre e em Brasília, no centro Cultural Banco do Brasil, em dezembro de 2024, como ação participante da semana Chico mendes 2024. ENCANTES, conduz o espectador para o universo mitológico amazônico, trazendo à tona, o fantástico que permeia as cosmovisões dos povos que habitam a floresta. Dessa forma, tanto o impossível se torna possível, quanto o invisível visível. O mergulho nesta outra esfera amazônica transcende as questões puramente estéticas e busca também, como primícia, promover a sensibilização para a necessidade urgente da proteção da "alma" da floresta. A proposta prevê ainda a realização de um workshop em cada uma das cidades visitadas onde o artista e curadoria irão discorrer sobre a obra, sua relação com a natureza e a necessidade urgente da preservação do bioma amazônico. Objetivos específicos: A) PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: · Realizar 01 exposição de artes visuais na cidade de Rio Branco; · Realizar o lançamento do catálogo com as obras contidas na exposição; · Realizar 01 exposição de artes visuais na cidade de Brasília; · Propiciar principalmente aos mais jovens acesso as características transformadoras da arte; · Buscar desenvolver junto à comunidade a consciência e a necessidade da preservação do patrimônio natural; · Fortalecer o setor cultural como eixo de desenvolvimento social e econômico; · Fomentar os processos de criação, produção, difusão, formação, pesquisa, intercâmbio e fruição das expressões artísticas no âmbito da diversidade cultural; · Fomentar a formação de plateia; · Fomentar a geração de emprego e renda. B) PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL: · Realizar 01 workshop/palestra (contrapartida social), em cada uma das cidades visitadas, apresentando a obra e a trajetória do artista, sua relação com a natureza e a necessidade urgente da preservação do bioma amazônico.

Justificativa

O discurso estético que envolve essa série é fundamentada pela sua vivência no Acre, busca representar o fantástico universo cujos portais são oferecidos, aos que se sensibilizam, pelas cosmovisões dos povos da floresta. As entidades estão todas por lá. É preciso um processo de reeducação para perceber o quanto elas têm a nos ensinar sobre a importância de viver em harmonia com a natureza, para que o céu não caia sobre as nossa cabeças, conforme alerta o Xamã Davi Kopenawa. O mundo pictórico, portando, é revestido pelo mundo fantástico. Não há limites entre a terra, as águas e o céu. Tudo é uma coisa só. Esse modo de perceber, que é ofertado segundo Fernando França pelos próprios Encantados, externa, em certa porção, a particularidade da série de pinturas ENCANTES. As obras refletem a sua visão sobre essas narrativas míticas, que são criações, repassadas ao longo do tempo de forma oral pelos povos da floresta. Indo além das versões contadas pelos antigos, recriando esse universo mitológico, de maneira que as entidades e seres da floresta interagissem e dialogassem, instaurando uma nova esfera interpretativa que redimensiona o poder encantatório do mito. Tomou também como fonte de pesquisa, estudos contemporâneos da antropologia, como o de Viveiros de Castro a respeito do pensamento ameríndio e seu perspectivismo, o qual se desvincula de uma visão antropocêntrica ao propor a extensão da categoria de humanidade a animais não-humanos. Refundar o entendimento de que somos parte integrante da natureza, e não apenas espectadores ou meros exploradores; procurar estender a nossa percepção para melhor compreendermos as "vozes" mais profundas do planeta; valorizar os modos de vida mais simples daqueles que habitam as matas, são algumas das perspectivas que procuraremos traçar a partir desse deslocamento do olhar ofertado pelos seres da floresta, sejam eles imaginários ou não. Assim, a partir dessa compreensão, este trabalho se apresenta como um instrumento de reflexão acerca do bicho homem na contemporaneidade e os seus modos de ver e estar no mundo. O que outrora era uma possibilidade de futuro se apresenta agora como um pesadelo no presente, as fortes mudanças climáticas ocorridas no Brasil o no mundo tem ceifado vidas e colocados milhares de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade. O momento atual nos apresenta uma verdadeira emergência em se tratado da necessidade da preservação e recuperação de ecossistemas, e da proteção de povos originários, como estratégia fundamental para a manutenção da vida como um todo. Em meio ao andamento da produção dessa série, testemunha dos inúmeros ataques sofridos, recentemente, pelas comunidades indígenas, resolvi complementar a mostra com retratos de importantes lideranças indígenas do Brasil, como Ailton Krenak e Davi Kopenawa, por exemplo. Uma das intenções é destacar o papel fundamental que essas personagens exercem em relação à preservação do nosso meio ambiente. o que está atrelado, evidentemente, ao modo encantado com o qual eles percebem o mundo. E a Lei De Incentivo à Cultura é instancia fundamental neste processo de sensibilizar e informar, através da arte, as populações em relação as circunstâncias que se apresentam, utilizado todo o seu alcance e sua capacidade agregadora para disseminar essa mensagem a todo o povo brasileiro. A exposição ENCANTES é parte integrante da programação da Semana Chico Mendes 2024, ponto focal brasileiro da luta pela preservação da floresta e dos povos tradicionais, que mais do que nunca exigem ações efetivas para frear a incidência dos desastres climáticos, e nossa exposição objetiva chamar a atenção da sociedade, em geral, utilizando a beleza estética das pinceladas de Fernando como pedido de socorro, ecoando a voz da nossa ancestralidade.

Estratégia de execução

Não aplicável.

Especificação técnica

Produto Principal - EXPOSIÇÃO DE ARTES O projeto prevê a realização duas exposições nas cidades do Rio Branco/AC e Brasília/DF, no mês de dezembro de 2024, as exposições terão a duração de 30 dias cada. As exposições irão acontecer de forma simultânea já que ambas fazem parte da programação da Semana Chico Mendes 2024, entretanto a abertura da exposição no Museu dos Povos do Acre, em Rio Branco/AC, ocorrerá no dia 15/12/2024 dia do nascimento de Chico e data da abertura da semana Chico Mendes 2024, e em Brasília, no centro Cultural Banco do Brasil, a abertura ocorrerá no dia 19/12/2024. Produto Secundário - CONTRAPARTIDA SOCIAL Em cada cidade visitada pelo projeto será realizado um workshop, com duração média de 40 minutos.

Acessibilidade

EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade Física: Espaço expositivo adequado garantindo acessibilidade a toda comunidade e em especial a idosos e pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizado no espaço expositivo vídeo apresentando a exposição, com legendagem para portadores de deficiência auditiva. Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado no espaço expositivo fones de áudio com audiodescrição para portadores de deficiência visual. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Presença de educadores/monitores no espaço expositivo aptos a receberem e atenderem esse público em específico. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: Espaço adequado garantindo acessibilidade a toda comunidade e em especial a idosos e pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes auditivos: A ação formativa contará com tradução simultânea de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: A palestra/workshop, será falada permitindo a participação de deficientes visuais. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Presença de educadores/monitores aptos a receberem e atenderem esse público em específico. RUBRICAS REFERENTES ÀS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE QUE SERÃO ADOTADAS NO PROJETO: EXPOSIÇÃO DE ARTES: Audiodescrição de vídeo explicativo da exposição, que será exibido em TVs dentro do espaço expositivo para atender a deficientes visuais. Legendagem de vídeo explicativo da exposição, que será exibido em TVs dentro do espaço expositivo para atender a deficientes auditivos. Monitoria. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Intérprete de libras - Interpretação das falas em linguagens de sinais. Monitoria.

Democratização do acesso

Democratização de acesso Todas as ações previstas no projeto aconteceram de forma gratuita, em locais com de fácil acesso que garantirão acesso de toda a comunidade e em especial a idosos e pessoas com necessidades especiais. O produto principal, EXPOSIÇÃO DE ARTES, está adequada aos incisos II, III, e IV do Art. 27º, e aos incisos I, II e IV do art. 28º da IN nº Nº 1, de 10 de abril de 2023, do Ministério da Cultura. O produto secundário, CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, está adequada aos incisos II, III, e IV do Art. 27º, e aos incisos I, II e IV do art. 28º da IN nº Nº 1, de 10 de abril de 2023, do Ministério da Cultura.

Ficha técnica

Fernando França - Artista/Direção Geral - INDIVIDUAIS - 2019 Encantes Amazônicos Centro Sete Sois Sete Luas, Pontedera, Itália; 2018 Encantes Amazônicos Centro Sete Sois Sete Luas, Ponte de Sor, Portugal; 2018 Encantes Amazônicos Centro Cultural Belchior, Fort./CE Brasil; 2017 Encantes Amazônicos, Centrum Sete Sois Sete Luas, Ribeira Grande, Ilha de Santo Antão, Cabo Verde; Ilha do Maio, Cabo Verde; Ilha Brava, Cabo Verde; Ilha do Fogo; Tarrafal, Ilha de Santiago, Cabo Verde; - Kaludoscópio, SESC Iracema, Fort./CE, Brasil; 2011 Diálogos, Memorial da Cultura Cearense – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fort./CE; 2007 Fernando França, Galeria de Arte Juvenal Antunes, Rio Branco/AC; - Fernando França, Centro Cultural Oboé, Fort./CE; 2006 Fernando França, Salle des Fêtes de Pont – Sainte – Marie – França; 2005 Os Meninos, Universidade de Fortaleza (Unifor), Fort./CE; 2004 Figuração, Museu de Arte da UFC (MAUC), Fort./CE; 2001 Bicicletices, Tagus Park, Lisboa – Portugal; 2000 20 anos depois, Galeria da Cultura, Universidade Federal do Acre, Rio Branco/AC; - Universidade de Fortaleza (UNIFOR), Fort./CE; 1998 Pé de Muro, Centro Cultural do Palácio da Abolição, Fort./CE Brasil; 1997 Ciclovia, Galeria da Universidade de Köln – Alemanha; 1996 Impressões Faciais, Atelier de Arquitetura Ricardo Accioly, Lisboa Portugal - Dança de Índia, Espaço Gan, Lisboa – Portugal; 1994 Asas 2, Aliança Francesa, Fort./CE Brasil; 1993 Asas, Hoffbrauhaus, Fort./CE; 1989 Impasse de Mágica, Pirata, Fort./CE; - Corsário, Galeria da Cultura, Universidade Federal do Acre, Rio Branco/AC; COLETIVAS: 2020 Signs of Apocalypsy, Centrum Sztuki Wspolczesnej Znaki Czasu, W Torum – Polonia; 2019 XX International Visual Art workshop in Marianowo, Polônia; 2017 XVIII International Visual Art workshop in Marianowo, Polônia; - Deontologia – Galeria Vicente Leite, Fort./CE; 2016 Festival Concreto, Fort./CE; 2016 5 Sentidos - Ink Galeria, Shopping RioMar, Fort./CE; 2013 Sobreposições – Galeria Vicente Leite FACET, Fort./CE; 2012 O Imaginário do Rei – Palácio do Planalto – Brasília/DF; Museu Nacional de Belas Artes – Rio /RJ; 2012 Cores – Ideal Clube – Fort./CE; - 2011 XVI Unifor Plástica, Universidade de Fortaleza, Fort./CE; 2010 Artistas Brasileiros; 2010, Salão Branco do Congresso Nacional, Brasília/DF; 2009 Exposição Cagece Mostra o Ceará – 1° prêmio desenho; XV Unifor Plástica, Universidade de Fortaleza/CE; Mostra França-Brasil Ao Estilo dos Pintores Franceses, Universidade de Fortaleza (Unifor)/CE. Bené Fonteles - Curador - Artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor. Inicia sua carreira em 1971, expondo no 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Em 2003, recebe da Presidência da República a comenda Ordem do Mérito Cultural. Curadoria e Expografia: 1974 – XXV Salão Municipal de Abril - sala Zenon Barreto - Sala Antônio Bandeira Fortaleza/CE; 1975 – Exposições individuais de Burle Marx, Fernando Coelho e Joubert Moraes no Museu de Arte Moderna da Bahia; 1976 – AMIGOS! Mario Cravo Neto, Vicente Sampaio e Miguel Rio Branco no Instituto Goethe em Salvador; 1983 – Preáoca Luiz Hermano na Galeria Laila Zahran em Cuiabá – MT; 1983 a 1986 Adir Sodré, Dalva de Barros, Gervane de Paula, e outros, no Museu de Arte da Universidade Federal de Mato Grosso no qual foi diretor e na Fundação Cultural de MT; 1998 - Casa de Cultura de Cuiabá - Athos Bulcão e Rubem Valentim; 1990 – ARTISTAS Museu de Arte Moderna de SP Luiz Hermano, Roberto Micoli, Ralph Geher e outros; Armadilhas indígenas Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Siron Franco, Wesley Duke Lee, Mario Cravo Neto, Rubem Valentin, Ligia Pape, Cildo Meireles e dezenas de outros artistas Museu de Arte de SP, Funarte Rio e Fundação Cultural de Brasília; Bardi 90 Wesley Duke Lee, Aldemir Martins, José Roberto Aguilar, Adir Sodré, Ivald Granato e dezenas de artistas Museu de Arte de SP; Mostra de serigrafias e esculturas Rubem Valentim no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará / MAUC; 1991 – Faz com Radhá Abramo a curadoria do Metrô Estação República obras de Luis Hermano, Roberto Micoli, Xico Chaves e Antonio Peticov; 1992 – Exposições retrospectivas de Rubem Valentim Museu de Arte de Brasília, Galeria da ECT, Casa de Cultura da América Latina e Palácio do Itamaraty no DF; Viva Yanomame Vivos! - Claudia Andujar sobre os Yanomami e pinturas feitas por Tomie Ohtake, Roberto Micoli, Celeida Tostes, Siron Franco e outros Conjunto Cultural da Caixa em Brasília; 1993 – Olhar nu olhar” Ralph Gehre Galeria Athos Bulcão Brasília; O ritmo do rito Rubem Valentin Museu de Arte Moderna Bahia; 1995 – Jogos do olhar Fernando Coelho Museu de Arte Moderna Bahia; 1996 – Claudia Andujar e Rosa Gauditano Instituto Goethe Salvador; Yanomames Vivos! e Armadilhas indígenas Museu de Arte Moderna Bahia; 1997 – TERRA com Regina Vater, Marlene Almeida, Ralph Gehre, Wagner Barja e outros no Espaço Cultural 508 Sul em Brasília; 2001/2002 – Rubem Valentim, Pinacoteca SP, Museu de Arte Bahia e Pampulha, ECCO Brasília e Museu Belas Artes Rio. Lindemberg Freitas - Coordenação de Produção - Artista Visual, Produtor Cultural, Administrador e - PRINCIPAIS PRODUÇÕES: Festival Internacional de Arte Urbana – Festival Concreto – ENEL / Oi FUTURO / CAGECE – 2013 a 2023 | Escola de Artes Moita Redonda / ENEL 2018-2023 | Mobiliário Urbano – Parques Criativos / MARQUISE 2023 | Livro Novos Olhares sobra a Monalisa / – 2022 | Museus Comunitários: Memória e Patrimônio –– 2022 | Amplitude Escola de Arte Urbana – SECULT/CE – 2022 | Edital Cultura Viva - Escola de Artes Moita Redonda – 2020 | Prêmio Fomento Cultura e Arte do Ceará – 2020 | Ateliê Zé Tarcísio – 2018 | Arquivos da Memória – Maciço de Baturité / ESMALTEC – 2017 | Prêmio FUNARTE Circulação Artes Visuais, Bestiário Nordestino, São Paulo/SP / Juazeiro do Norte/CE – 2016 | PRÊMIO – Chico Albuquerque de Fotografia – 2016 | Vando Figueiredo - PROGRAMA BNB DE CULTURA – 2016 | Murais Cinéticos Narcelio Grud – 2016 | Grupo Uirapuru – Prêmio Rodrigo Melo Franco – IPAHN – 2015 | Grupo Uirapuru CAIXA CULTURAL Fortaleza/CE-Curitiba/PR – 2015 | Percursos Urbanos – Palácio da Abolição – 2014 | NATURA MUSICAL – Grupo Uirapuru – 2013 | Grupo Uirapuru CENTRO CULTURAL CORREIOS RIO – 2013 | Claudio Cesar – 20 Anos ESPAÇO CULTURAL CORREIOS FORTALEZA – 2012 | Irmãos Aniceto – PROGRAMA PETROBRAS CULTURAL Crato/CE, Fortaleza/CE, Niterói/RJ, Rio de Janeiro/RJ, Santos/SP e São Paulo/SP – 2011 | Vando Figueiredo” no CENTRO CULTURAL CORREIOS FORTALEZA – 2011 | Grupo Uirapuru – Instrumentos Musicais de Barro – PROGRAMA BANCO DO NORDESTE, DE CULTURA, circulação Fortaleza/CE, Juazeiro do Norte/CE e Souza/PB – 2010 | Prêmio Circuito FUNARTE de Música Popular – Grupo Uirapuru – Recife/PE, Souza/PB, Natal/RN e Cascavel/CE – 2010| Sérvulo Esmeraldo – Ocupação de espaço – CENTRO CULTURAL BNB – 2009 | Grupo Uirapuru, PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS – FUNARTE Cascavel/CE – 2009 | Sérvulo Esmeraldo e Alex Nicolaef CENTRO CULTURAL CORREIOS FORTALEZA – 2009 | Retrospectiva Gravada – Stênio Diniz CENTRO CULTURAL CORREIOS FORTALEZA – 2009 | Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz – Contos Africanos – Fortaleza/CE 2007/2008 | “se do barro viemos...” CAIXA CULTURAL SALVADOR – 2007/2008 | Tudo de Barro – Bosco Lisboa CENTRO CULTURAL CORREIOS FORTALEZA – 2007 | Rogai CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA – 2006 | Curadoria Promessa Paga do ESPAÇO CULTURAL CORREIOS DE FORTALEZA – 2006 | CD-ROM arquivo da obra do Artista Plástico Zé Tarcísio - SECULT - Fortaleza/2005. Carmen Luisa – produção Executiva - Graduada em Comunicação Social/ Jornalismo UFC , mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC (2005). Foi professora titular da Unifor (1998-2022) e professora assistente da Universidade Mackenzie (2007), em São Paulo. Atualmente faz especialização em Antropologia Cultural na PPUC do Paraná. Desenvolve atividades nas áreas de Artes, Cultura Popular e Povos Indígenas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.