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PRONAC 243571Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival de Arte Analógica de São Paulo

14.093.374 JACOB MILTON BOSCH CONTRERAS
Solicitado
R$ 596,3 mil
Aprovado
R$ 596,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-08-01
Término
2027-08-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Festival de Arte Analógica de São Paulo éuma experiência única, onde os participantes podem participarde palestras, oficinas, mercado, exposioes fotograficas.obras fotográficas analógicas, explorar o processo criativo e vivenciar a magia do momento de revelar as imagens. A fotografia analógica, tem um valor especial na era digital em que vivemos. A tecnologia digital tem facilitado o acesso da imagem fotográfica, a cultura analógica preserva a essência artesanal, o cuidado no processo de criação e a valorização do tempo e da reflexão. Além de ser um evento de referência no cenário da arte analógica, o FAASP já na sua Quarta edição em 2024 desempenha um papel importante na preservação e valorização dessa forma de expressão artística. Ele promove o diálogo entre o analógico e o contemporâneo. O festival também contribui para a inclusão de artistas, fotógrafos e coletivos que trabalham com a arte analógica, promovendo a diversidade e a valorização da produção artística.

Objetivos

Objetivo Geral: O propósito primordial deste projeto é enaltecer e disseminar a cultura analógica, incentivando a participação da comunidade e facilitando a troca de saberes e experiências entre os participantes. Busca-se, ainda, fomentar a inclusão de artistas, fotógrafos e coletivos que se dedicam à arte analógica. O festival proporciona um espaço para que esses profissionais possam exibir suas obras, compartilhar vivências e ampliar suas redes de contatos, fortalecendo, assim, a comunidade artística analógica. Tal iniciativa visa valorizar o trabalho desses indivíduos, oferecendo oportunidades de crescimento, reconhecimento e acesso expandido a atividades relacionadas à arte analógica. Objetivos Específicos: Realizar e promover 24 palestras abertas ao público, divididas nos temas: fotografia brasileira e do fotojornalismo.Organizar e conduzir 14 oficinas divididas nas seguintes temáticas: experimentação fotográfica para crianças, cianotipia em tecido, retratos analógicos, fotografia lambe-lambe e revelação ecoconsciente.Promover três exposições: duas mostras temáticas presenciais e uma exibição coletiva de fotos nos telões do festival.Estabelecer a Feira FAASP (Filmes, Equipamentos Vintage, Fotografias), com a participação de 40 expositores.Convidar seis escolas públicas para visitar as atividades do festival, totalizando 240 alunos distribuídos em seis turmas.Criar um website para divulgação e compartilhamento do conhecimento adquirido durante o festival, por meio de vídeos, fotografias e textos. Produzir uma cartilha (8000 unidades) divulgando atividades do festival

Justificativa

A justificativa para a realização do Festival de Arte Analógica São Paulo é fundamentada em diversas reflexões da equipe do FAASP e em pesquisas correlatas que apontam a importância e a relevância da preservação e valorização da arte analógica. Abaixo, apresento algumas ponderações que ajudam a compreender a importância deste projeto: Preservação da Memória: A fotografia analógica desafia a natureza efêmera das imagens digitais, permitindo a preservação da memória de forma tangível. Ela cria objetos que podem ser transmitidos de geração em geração, fortalecendo a conexão com o passado e preservando as narrativas familiares. Valor Artístico e Estético: A fotografia analógica possui características estéticas únicas, como texturas, grãos e imperfeições, conferindo-lhe um apelo artístico singular. A valorização da fotografia analógica como uma forma de expressão artística distinta das imagens digitais realça sua qualidade estética e busca por uma estética alternativa. Experimentação e Processos Artesanais: A fotografia analógica oferece uma experiência única de criação artística, envolvendo processos manuais e experimentais. Com uma variedade de técnicas criativas possíveis apenas na fotografia analógica, como a pinhole, a colagem e a sobreposição de negativos, ela estimula a experimentação e a descoberta de novas possibilidades artísticas. Comunidade e Coletividade: A prática da fotografia analógica muitas vezes está associada a grupos e coletivos de artistas que compartilham interesses e técnicas. Isso ressalta a importância dos coletivos na promoção da fotografia analógica como forma de interação e colaboração artística, proporcionando um ambiente de aprendizado e apoio mútuo entre os membros. Educação Mediática: O Festival não se limita apenas à celebração da fotografia analógica, mas também serve como uma ferramenta de educação mediática. Busca refletir sobre a percepção sensorial das mensagens recebidas através das redes sociais e como isso afeta nossa visão do mundo. Ao oferecer um ambiente lúdico e educativo, o festival promove a análise permanente da influência da imagem na sociedade moderna. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação ao Art. 3º da referida norma:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Proposta sem necessidade de contrapartida formativa, atividades gratuitas.

Acessibilidade

A questão da acessibilidade física em relação às ações de contrapartida social, à distribuição de cartilhas e à realização de oficinas educativas para escolas públicas e visitantes do evento é crucial. Para garantir que todas essas atividades sejam inclusivas, estão previstas a disponibilização de material adaptado para diferentes necessidades e a realização de oficinas em locais que contam com estrutura acessível, incluindo banheiros e rampas de acesso para pessoas com deficiência ou com limitações físicas. Além disso, todas as atividades contarão com intérprete de Libras e audiodescrição, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência auditiva e visual. A mostra de equipamentos e as explicações técnicas dos processos da Fotografia Analógica para as seis turmas de visitantes, aproximadamente 240 alunos da rede pública de São Paulo, serão realizadas em espaços qualificados, visando garantir a participação plena de todos os interessados.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuidas. A distribuição das informações será realizada através do site oficial do evento, disponibilizado na internet, e também por meio de vídeos no canal do YouTube, uma plataforma aberta que permite registrar e quantificar os acessos e visualizações. Essa abordagem amplia significativamente a democratização do acesso às informações. Durante a fase de execução, será criado um site específico para o projeto FAASP 2024, onde uma página exclusiva será dedicada ao evento, contendo vídeos, fotos, textos e links temáticos de artistas, fotógrafos e oficineiros. A divulgação das palestras e produtos culturais do projeto ocorrerá por meio das redes sociais, incluindo Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e TikTok, ampliando assim o público-alvo beneficiado diretamente. As oficinas e rodas de conversa serão filmadas e as edições serão disponibilizadas no site do projeto e no canal do YouTube, onde o conteúdo será aberto e de acesso gratuito para qualquer pessoa com conexão à internet. Em conformidade com o Art. 30 da Instrução Normativa 11/2024, estão previstas as seguintes medidas para ampliação do acesso: Disponibilização, na internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos relacionados ao produto principal, acompanhados de tradução em Libras e audiodescrição.Realização gratuita de atividades paralelas aos projetos, como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Essas iniciativas visam tornar o evento acessível e inclusivo para todos os interessados, promovendo a democratização do acesso à arte analógica e estimulando a participação da comunidade.

Ficha técnica

Diretor : Daniel A. Rubio Diretor e responsável técnico e administrativo: Jacob Milton Bosh Contreras Karla da Costa: Fotógrafa Jacob Milton Bosch Contreras é um fotógrafo, produtor cultural e diretor do FAASP - Festival de Arte Analógica São Paulo. Como proponente e produtor do festival, ele tem trabalhado incansavelmente para promover e celebrar a arte analógica, oferecendo um espaço vital para artistas e fotógrafos compartilharem seu trabalho. Você pode segui-lo no Instagram em @arteanalogica e saber mais sobre o festival em www.faasp.com.br. Além de seu trabalho no FAASP, Jacob é membro da REDE de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil desde 2023. Como fotógrafo profissional, Jacob tem ampla experiência em eventos corporativos e estúdio, atuando nessa área desde 2015. Além disso, ele é voluntário em tempo integral na ONG The Family International, onde dedicou parte significativa de sua vida ao serviço comunitário de 1998 a 2010. Jacob também é professor de espanhol em escolas particulares e empresas na cidade de São Paulo, Brasil, desde 2010, compartilhando sua paixão pelo idioma e contribuindo para a educação de muitos. Sua dedicação ao campo da fotografia, cultura e educação o torna uma figura essencial na comunidade artística e educacional. Karla da Costa Karla da Costa é formada em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), concluindo seus estudos em 1998. Em 1999, participou do Curso de Iluminação Cinematográfica promovido pela FUNARTE, ministrado pelo renomado Diretor de Fotografia Waldemar Lima, conhecido por seu trabalho em "Deus e o Diabo na Terra do Sol". Sua trajetória profissional teve início no mercado cinematográfico, onde atuou em diversas funções, desde vídeo assist até 1° Assistente de Câmera, em longas e curtas metragens, ficção e documentários, séries de TV e publicidade, a partir do ano 2000. Além disso, aprimorou seus conhecimentos participando de oficinas, como a de Fotografia com Caio Reisewitz e Zé de Paiva nas Oficinas Oswald de Andrade, em 2002. Ao longo dos anos, Karla expandiu sua atuação para áreas como a iluminação cenográfica, colaborando com a light designer Lúcia Chedieck em peças teatrais, como "Vem Vai, o caminho dos mortos", dirigida por Cibele Forjaz, em 2006. A partir de 2010, iniciou projetos autorais, documentando trabalhos sociais e desenvolvendo séries fotográficas e projetos documentais, inclusive internacionalmente, como na Zâmbia. Paralelamente à sua prática cinematográfica, Karla também se envolveu em atividades educativas, orientando em projetos como o "Projeto Aprendiz de Cinema", de 2012 a 2017, e cooperando com o Coletivo Conviva Diferente, utilizando fotografia e cinema como ferramentas de aprendizado em aulas de português para imigrantes e refugiados desde 2017. Um dos pontos altos de sua carreira foi sua contribuição como Diretora de Fotografia e Operadora de Câmera no documentário "Bixa Travesty" (2017), que recebeu prêmios em festivais renomados como Teddy Awards, Festival de Berlim, Mostra La Ploma Valencia/Espanha, e Festival de Brasília, tendo sido finalista ao Prêmio ABC de melhor direção de fotografia em 2019. Karla também é membra do DAFB – Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia do Cinema Brasileiro e participou de diversas residências e workshops ao longo dos anos. Daniel A. Rubio Daniel A. Rubio é produtor e diretor de documentários com foco em questões sociais e ecológicas. Graduado em Comunicação, possui uma extensa experiência em televisão internacional, incluindo trabalhos para BBC e Aljazeera. Seus projetos abordam temas variados, desde a crise hídrica até questões sociais e de direitos humanos. Além de sua atuação na produção e direção de documentários, Daniel também é reconhecido por seu engajamento em projetos educativos e sociais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.