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PRONAC 243575Apresentou prestação de contasMecenato

Vale da Música 2025 - Palco Flutuante e Ópera de Arame

FUTURA FONTE MIDIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL LTDA
Solicitado
R$ 2,73 mi
Aprovado
R$ 2,60 mi
Captado
R$ 1,60 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
52568821000122BRADESCO ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS LTDA.1900-01-01R$ 1,60 mi

Eficiência de captação

61.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-02-03
Término

Resumo

O Vale da Música 2024 (Palco Flutuante e Ópera de Arame) tem como objetivo realizar um festival de música instrumental na cidade de Curitiba, criando assim uma programação musical que acontece ao longo de todo o ano. Com apresentações diárias, o projeto pretende dar visibilidade a artistas locais e nacionais, fornecendo um espaço de qualidade para apresentação musical, fundamental para a produção artística da cidade e do Estado. O projeto conta também com a Exposição Arco das Artes, que tem como temática a Arte de Rua de Curitiba, e apresenta os principais muralistas da cidade, com recorte curatorial que tem como foco principal a produção jovem e contemporânea objetivando apresentar ao público talentos locais, além de também oferecer 4 oficinas como contrapartida social.

Sinopse

Vale da música Festival de música instrumental permanente O festival envolve apresentações diárias, pela manhã e a tarde, no Palco Flutuante, de terça a domingo. Todas as apresentações são instrumentais e o projeto pretende abarcar o maior número possível de ritmos musicais durante sua realização, tais como Jazz/Blues, Música Brasileira, Rock and Roll e World Music. A classificação indicativa é livre, o festival permanente tem duração de 12 meses e cada apresentação musical uma média de uma hora e meia de duração, aproximadamente duas bandas se apresentando por dia. Os músicos são escolhidos pela curadoria, e também podem submeter seus materiais para o corpo curatorial do projeto, que seleciona bandas de modo a compor e atualizar a programação do festival. Ainda, serão selecionados dois vídeos por mês, encaminhados para a curadoria do projeto, a serem colocados no canal no Youtube do Vale da Música.

Objetivos

Objetivo geral O Projeto Vale da Música 2024 tem como objetivo realizar, na cidade de Curitiba, importante centro de produção musical do país, um festival de um ano de música instrumental, com apresentações diárias, focada especialmente em bandas locais, dando espaço e visibilidade a elas, mas também convidando conjuntos nacionais, de forma acessível e democrática para todos os visitantes e demais interessados. Através do fomento de um programa regular de música instrumental, pretende-se dar seguimento ao importante pólo musical que foi criado na cidade em 2018. Os principais objetivos do projeto são: - Oferecer programação regular de música instrumental, aberta ao público em geral. - Democratizar o acesso a este ramo musical, com ingressos a preços populares e programações semanais - Fomentar a formação de público - Possibilitar que artistas locais possuam um espaço para se apresentar - Profissionalizar o ramo musical da cidade de Curitiba, oferecendo espaço para que grupos jovens e em início de carreira se apresentem, ao lado de nomes mais consolidados da música instrumental, oferecendo, assim, um programa de formação musical. Conforme ditames do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, o projeto, dentro de suas funções, cumpre os seguintes Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Ao fomentar a produção musical instrumental, dando espaço para bandas iniciantes, bem como garantindo que outras, já com maior visibilidade, possam continuar a se apresentar, o projeto valoriza a cultura nacional, especialmente a música instrumental, vertente com menos possibilidades de apresentação que a música popular, o que faz com essa forma de expressão seja contemplada e difundida em escala nacional, sendo este um projeto que contempla bandas de outros locais e se configura, também, como um dos principais cartões postais de curitiba. Ao fazer isso, o projeto promove cidadania cultural e garante acessibilidade artística, tanto a músicos iniciando sua carreira quanto, a partir de suas contrapartidas, que haja formação de público e acesso aos meios da cultura. Objetivo específico a) Produto FESTIVAL/MOSTRA Serão oferecidas apresentações semanais de música instrumental, de terça a domingo, contabilizando uma quantidade aproximada de mais de 700 apresentações ao longo do ano, havendo uma previsão de público de mais de 300.000 pessoas no projeto. Ao realizar apresentações musicais de bandas em início de carreira e já consolidadas, pretende-se dar visibilidade a mais de 200 bandas locais, além de outras atrações nacionais. b) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Oficinas Vale da Música. Dedicadas a crianças de escolas públicas, adultos e público visitante com temáticas que contemplam música, natureza, e artes visuais. O público que frequenta a programação diurna da ópera de Arame tem contato constante com a natureza ao redor e as ofertas artísticas, como exposições de arte, esculturas, e apresentações de música instrumental, que fazem do roteiro de visitação uma imersão ao mundo da arte, da fauna e flora. Com o intuito de proporcionar uma experiência interativa e com caráter educacional, oferecerá três oficinas e encontros que podem ocorrer aos fins de semana e datas especiais. Todas as oficinas são gratuitas.Ministrada por profissionais capacitados, com vivência nos temas e didática, essas oficinas têm também a intenção de atribuir um valor educativo às crianças participantes. OFICINA DE ARTE COLETIVA- STENCIL Ministrante: pendente Duração: 90 minutosA ministrante contará um pouco sobre a história do Stencil, o objetivo é promover a criação de um mural coletivo. Cada participante poderá optar por um molde de stencil para preencher o tapume com as artes já desenvolvidas, ou usar a imaginação para confeccionar o seu próprio stencil com as técnicas aprendidas. OFICINA DE DANÇA - HIP-HOP Ministrante: Flavia Martins, professora de dança e educadora Duração: 120 minutosApresentar a cultura Hip Hop, elementos que envolvem esse movimento, e a importância na história da cultura popular. Trabalhar na coordenação motora utilizando técnicas básicas de dança: ritmos, expressão corporal, princípios de técnicas e o uso de metodologia participativa. OFICINA DE MÚSICA CORPORAL Ministrante: Andreza Prodóssimo Duração: 60 minutos O corpo dentro do contexto da educação musical pode ser considerado como base para a aprendizagem, uma vez que a execução de um som necessita de um gesto, uma intenção. Desta forma a música corporal é um caminho simples e acessível para o aprendizado musical, trazendo na prática o corpo como local do processo musical, o corpo agente, participativo e criativo do fazer musical e o corpo sonoro inserido no fazer musical no coletivo. A oficina de música corporal irá abranger a percepção do repertório sonoro- corporal de cada participante, buscando aprimorá-la e desenvolvê-la por meio de jogos rítmicos/melódicos e de improvisação e arranjos percussivos, ampliando a capacidade de escuta, a capacidade criativa além de ampliar a habilidade relacional. OFICINA DE PANDEIRO Ministrante: Luam Clarindo, músico. Duração: 120 minutos METODOLOGIA: A ideia é oferecer técnicas diversas do pandeiro tradicional ao moderno, do básico ao avançado, do samba ao forró, além de brincadeiras de improvisação com o instrumento. Abordar aspectos práticos, técnicos e culturais da história do pandeiro, tão difundido na cultura brasileira. c) Produto Exposição de Artes O projeto conta também com a Exposição Arco das Artes, que tem como temática a Arte de Rua de Curitiba, e apresenta os principais muralistas da cidade, com recorte curatorial que tem como foco principal a produção jovem e contemporânea objetivando apresentar ao público talentos locais. Como a exposição poderá ser vista gratuitamente por quem adentra no Vale da Mùsica para ver as apresentações de música instrumental, estima-se públicos iguais para as duas atividades (300.000 pessoas).

Justificativa

O Festival Vale da Música 2024 é um projeto importante para a cidade, tanto do ponto de vista de difusão e democratização da música instrumental, quanto uma forma de ativar e manter vivo um dos espaços de cultura mais importantes da capital. Falar da Pedreira Paulo Leminski é contar a história da música na cidade de Curitiba. É trazer lembranças e sentimentos de milhares de pessoas que tiveram a oportunidade de assistir de perto seus ídolos em um lugar rodeado de natureza. Muito antes de se pensar em criar um local para a realização de grandes concertos, o espaço era uma pedreira municipal que ajudou a construir ruas e edifícios de Curitiba. Foi somente em 1989 que o local de extração foi adaptado para a nossa Pedreira de fomento a cultura, com um grande festival de inauguração com as bandas Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil e The Wailers. A iniciativa de reaproveitar um espaço degradado partiu da Prefeitura Municipal e Fundação Cultural de Curitiba, na gestão de Jaime Lerner como prefeito. O batismo mais do que especial foi dado em homenagem ao poeta e compositor, morador do bairro Pilarzinho, o polaco Paulo Leminski. A partir daí a Pedreira Paulo Leminski foi palco de concertos de artistas de renome, como Paul McCartney, Ramones, AC/DC, Pearl Jam, Pavarotti, David Bowie, e muitos outros. Com capacidade de público de 22mil pessoas, é um dos principais palcos para shows internacionais em Curitiba. Neste projeto, pretendemos realizar nesse espaço tão importante para Curitiba shows diários de bandas estabelecidas e em começo de carreira, no gênero instrumental, propiciando ao público uma opção cultural de qualidade, e com regularidade o suficiente para formar plateias e fortalecer a cadeia produtiva musical de Curitiba. - Atrações diárias de música instrumental nos ritmos · Jazz/Blues · Música Brasileira · Rock and Roll · World Music Através da música é possível estudar história, geografia, perceber as contradições sociais e os dialetos de nossa língua. Portanto além da apreciação de sua beleza a música possui um caráter interdisciplinar que pode ser explorado nas mais diversas situações. Segundo JEANDOT, ouvindo determinado tipo de música, somos capazes de reconhecer o povo que a criou, como é o caso do samba ou então modos de vida como é o exemplo da música caipira e folclórica, que nos mostram realidades distintas. A música além de Arte é a expressão de sentimentos, pensamentos e porque não dizer: ideologias. Sendo assim, torna-se "instrumento" valioso para a educação, com possibilidades incontáveis de utilização em salas de aulas, espetáculos e outros locais. O Mundo musical, antes da era fonográfica achava-se limitado a uma elite de artistas, historiadores e amantes inteligentes que com certo preparo e formação musical buscavam na música o prazer do belo e uma motivação sensorial. O progresso técnico da gravação do som permitiu o contato com instrumentos de outras partes do mundo, como os instrumentos antigos, orientais e alguns deles, instrumentos de dois orifícios, como a "Okarina", considerados primitivos. É por isso que nos últimos 50 anos aparece uma nomenclatura chamada "World Music" onde o som de um instrumento antigo se funde com as novas tecnologias sonoras. Hoje encontramos citações da obra de Johann Sebastian Bach com instrumentos do período renascentista em centenas de gravações de músicas eletrônicas, pop e rock, sem falar dos elementos musicais provenientes do folclore brasileiro em todo seu desenvolvimento. Nos dias de hoje a música, como arte principal das culturas, se espalha por todos os cantos do nosso planeta e exige uma nova visão geral citada por grandes compositores como Hermeto Pascoal a "Música Universal". O projeto conta também com a Exposição Arco das Artes, de João Urban. Seu primeiro livro Boias-frias: Tagelöhner im Süden Brasiliens foi publicado em 1984, em alemão e posteriormente em português como Bóias-frias: vista parcial (1988), ambos com textos de Teresa Urban Furtado. Suas fotografias fazem parte de acervos como os do Museu Francês da Fotografia em Lièg, do Kunsthaus em Zurich, do MASP (Coleção Pirelli), do MAM (Coleção J. P. Morgan), do Museu da Fotografia da Cidade de Curitiba, do Instituto Brasileiro de Arte e Cultura e do Memória da Imigração Polonesa Romão Wachowicz, em Araucária, Paraná. Participou da XIV Bienal Internacional de São Paulo, em 1977, da XV Bienal de São Paulo, em 1979, da 5a Bienal de la Habana, Cuba, em 1994 e da China Pingyao Internacional Photography Festival, China, em 2013. Entre 2006 e 2007 sua obra foi apresentada na exposição Demarcação Temporal _ João Urban 40 anos de fotografia no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Em 2013 a exposição Aproximações, descendentes de imigrantes ucranianos e poloneses nas fronteiras agrícolas do Paraná circulou por por várias cidades do Paraná, com inauguração simultânea em Lviv - Ucrânia, Poznan - Polônia e São José dos Pinhais, Paraná. Em 2019, Aproximações ganhou uma nova edição no Museu Paranaense em Curitiba. Recebeu a Bolsa Vitae de Artes. João Urban, fotógrafo paranaense mais premiado no Brasil, traz em sua fotografia as tradições, arquitetura e cultura da região, que dialogam com o espaço. Este projeto pretende possibilitar que um financiamento regular de atividades musicais no Estado seja alcançado, o que é fundamental para fortalecer toda a cadeia produtiva da música, desde os músicos, até equipes técnicas ligadas ao projeto. Ajuda também a profissionalizar bastante essa categoria, capacitando e fortalecendo profissionais, que passarão a atuar com maior regularidade pra além do projeto. Ao trazer essa programação permanente para a cidade, focada principalmente em música instrumental, o projeto ajuda ainda na formação de público, movimenta milhares de turistas e locais. Nesse contexto, o presente projeto se adequa aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; No que se refere ao Art. 3° da da Lei 8313/91, pretende-se alcançar o seguinte objetivo: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Dentre os músicos já elencados, podemos citar: BANDAS / Estilo Musical Vem que tem Trio - (Samba Jazz) Taque Tique Tá - (MPB para Criança) Papo de Xarâ - (Samba Choro) As Brejeiras – (Choro) Bombaião – (Forró) Cariguá Trio (Brazilian Jazz) Art Bossa Trio – (Bossa Nova) Rogério Gulin –(Música Folclóricas) Serra Acima Trio – (Música Regional) Ebubu Fulo – (Samba) Faro Fusion – (Soul) Tria Dub – (Dub) InsTrioMental – (Rock) Tos in trio – (Blues Folk) Los Tangueteros – (Tango e Boleros) Decio Caetano – (Blues) Jazz Cigano – (Dixieland) Jazz Bop – (Latin Jazz) Fabián Siqueira & Abdul Al Barzani – (Música Árabe) Murilo da Rós & Arte Nómade – (Música Flamenca) ARTISTA / Especialidades – Rebecca Stauffer- tecidos - lira - trapézio Jessika Winnie - tecidos - lira - trapézio Talita Linhares - tecido - lira - trapézio Ricardo Tomé - malabarista - cômico - mágico Jorge Nicolas Ferreyra - malabarista - acrobata – mágico Leo Fressato - ator / cantor Iria Braga - atriz / cantora Diegho Bueno - ator/ cantor

Acessibilidade

Produto FESTIVAL/MOSTRA Acessibilidade física Durante as reformas estruturais da Pedreira Paulo Leminski, uma preocupação dos envolvidos sempre foi tornar o Parque acessível ao maior número possível de pessoas, de forma a contemplar todos aqueles que desejam entrar em contato com o espaço e com arte e cultura, independente de sua condição física ou social. Dessa forma, foram criadas rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e demais estruturas responsáveis por viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Essas estruturas que garantem acessibilidade física estão presentes em todo o espaço, de modo que todos os produtos culturais resultantes desse projeto contam com a existência de tais estruturas. Item orçamentário: Manutenção Predial Acessibilidade para deficientes visuais / Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos Os educadores do espaço serão instruídos a garantirem o pleno acesso do público com deficiência visual com síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, fomentando, nas visitas mediadas, a percepção e a consciência pelo toque, garantindo que tanto o público cego quanto o público vidente possam acessar as estruturas do espaço, confiando em outros sentidos que não apenas a visão. Além disso, o Parque disponibiliza audiodescrição do ambiente para deficientes visuais. Item orçamentário: Mediador Acessibilidade para deficientes auditivos Haverá sistema de legendagem para os deficientes auditivos em todas as apresentações que não sejam apenas instrumentais (videos de abertura dos shows e videos das oficinas, por exemplo). Ainda, sempre haverá descrição em texto sobre o projeto e as apresentações. Item orçamentário: Legendagem Produto Contrapartida social Acessibilidade física Durante as reformas estruturais da Pedreira Paulo Leminski, uma preocupação dos envolvidos sempre foi tornar o Parque acessível ao maior número possível de pessoas, de forma a contemplar todos aqueles que desejam entrar em contato com o espaço e com arte e cultura, independente de sua condição física ou social. Dessa forma, foram criadas rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e demais estruturas responsáveis por viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Essas estruturas que garantem acessibilidade física estão presentes em todo o espaço, de modo que todos os produtos culturais resultantes desse projeto contam com a existência de tais estruturas. Item orçamentário: Manutenção Predial Acessibilidade para deficientes visuais/Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos Os educadores do espaço serão instruídos a garantirem o pleno acesso do público com deficiência visual com síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, fomentando, nas visitas mediadas, a percepção e a consciência pelo toque, garantindo que tanto o público cego quanto o público vidente possam acessar as estruturas do espaço, confiando em outros sentidos que não apenas a visão. Haverá audioguias do espaço e das obras para os deficientes visuais. Item orçamentário: Mediadores Acessibilidade para deficientes auditivos Haverá sistema de legendagem para os deficientes auditivos em todas as apresentações que não sejam apenas instrumentais (videos de abertura dos shows e videos das oficinas, por exemplo). Ainda, sempre haverá descrição em texto sobre o projeto e as apresentações. Item orçamentário: Legendagem

Democratização do acesso

De acordo com as exigências deste Ministério, iremos cumprir as seguintes medidas de democratização presentes no artigo 23 da IN 01/2022: - 20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente - Sendo de R$ 15,00, são praticados preços populares, sendo que a totalidade dos ingressos respeitam o valor do vale cultura De acordo com as exigências deste Ministério, iremos cumprir as seguintes medidas de democratização presentes no artigo 24 da IN 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto;

Ficha técnica

Ravi Pimentel (proponente): proponente do projeto, é sócio diretor da Futura Fonte, produtora cultural ativa na cidade de Curitiba. Em parceria com a DCSet, é um dos idealizadores do projeto Vale da Música, que acontece na Ópera de Arame e tem como objetivo fomentar a cena local, além de levar turistas e moradores a uma profunda imersão ao mundo da música. Trabalhou na produção do festival Lupaluna em 2011 e 2012 e, como parceiro do Parque das Pedreiras, foi responsável pela implementação do setor operacional de eventos culturais. Hoje faz a gestão de atividades culturais que ocorrem durante o dia no Parque das Pedreiras. Assumirá a função de supervisão do projeto em todas as suas frentes artísticas e de produção, garantindo a correta execução de todos os núcleos que compõem o projeto, seu andamento, a coerência estética, a relação com o público, além de ser responsável ainda por propor alterações que se fizerem necessárias. (rubrica - diretor geral/curador) Fayruz Obeid: Coordenadora Geral do Projeto, é responsável por supervisionar de forma operacional e técnica a implementação e produção do projeto. Coordenando e direcionando todos os colaboradores na execução de todas as atividades dentro dos direcionamentos do diretor geral. Em sua trajetória profissional, destacam-se a participação e produção de cerimoniais de casamento, gestão de equipe em projetos arquitetônicos e gestão e coordenação de equipe das duas edições do Vale da Música. (rubrica – coordenador geral) Jordana Pimentel, coordena todo o setor de atendimento ao público e supervisiona a integralidade da produção do projeto. Em sua trajetória profissional, destacam-se sua participação como produtora executiva de todas as edições do festival paranaense Lupaluna, assim como a coordenação de logística dos festivais musicais Tribal Tech, XXXperience, Club Vibe e agência 24 Bit. (rubrica - produtor executivo) Gabriella Camargo: desde 2014, coordenadora de marketing da empresa DC Set, empresa concessionária do Parque das Pedreiras (Ópera de Arame e Pedreira Paulo Leminski) e especialista na promoção de eventos culturais e turnês internacionais. Será a responsável por realizar o programa de visitas, agendar escolas, criar as mediações possíveis com as obras e propor possibilidades de apreciação lúdica e educativa para o espaço, fundamental para a democratização e acessibilidade do projeto (rubrica - coordenação dos monitores). Luigi Castel: diretor técnico, diretor cênico e produtor artístico e executivo. Dentre os projetos culturais que atende, citam-se o Vale da Música 2018, realizando o projeto de sonorização, o Festival Psicodalia, na direção técnica desde 2014, os espetáculos João Cidadão e Concerto Em Ri Maior da Cia dos Palhaços (rubrica - técnico de som). João Dias: graduado em direito pela USP. Trabalhou entre 2010 e 2013 no escritório especializado em direito do entretenimento Cesnik, Quintino e Salinas Advogados. Atuou como coordenador jurídico e consultor de projetos culturais do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) entre 2013 e 2018. No projeto, terá como função atuar junto a instituição para garantir a execução de atividades com foco educativo e em acessibilidade, além de acompanhar todo o andamento da execução, de modo a garantir que tanto as normas do Ministério sejam respeitadas quanto que o projeto possa ser realizado nas suas melhores condições, acompanhando a relação com patrocinadores e com o público, garantindo que questões de democratização e acessibilidade sejam respeitadas, bem como realizando a prestação de contas (rubrica - consultor técnico) Gabriel Castro - Gabriel Castro, clarinetista, saxofonista, flautista, compositor e arranjador é um músico argentino residente em Curitiba desde 2008. Ao longo de sua trajetória profissional dedicou-se à interpretação e pesquisa de música popular latino-americana. Atualmente continua se aperfeiçoando como compositor e arranjador, tendo feito a direção musical e curadoria das duas edições do projeto Vale da Música além de tocar as novas composições dos seus mais novos trabalhos que misturam a música rio-platense com o rico universo rítmico brasileiro. (rubrica – Curador Musical) Milena Costa (curadora)Milena Costa é curadora e pesquisadora. Possui mestrado e doutorado em Sociologia (UFPR) com doutorado sanduíche naUSC. Tem graduação em artes visuais e especialização em história da arte. Atua como curadora da Galeria Ponto de Fuga, espaço dedicado à exibição e estudo da fotografia contemporânea. Suas pesquisas visuais e acadêmicas focam nas áreas no pensamento decolonial, estudos de gênero e arte contemporânea latino-americana. Seu trabalho visual e curatorial já foi exibido no MAC- Pr, Museu da fotografia de Curitiba, Galeria Airez, Galeria Ponto de Fuga, Centro de Arte Contemporânea de Quito e na Gelb Gallery (Andover- EUA). (curadora exposições)

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2026-02-03
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná