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Criação e edição uma publicação/ livro que traz parte da memória das artes cênicas do sul do país, a partir do recorte de um dos grupos mais renomados dos anos 70, o "Grupo de Teatro Província: Memórias", composto de textos, depoimentos de personalidades, fotos e matérias publicadas em revistas e periódicos. Com uma tiragem de 500 exemplares impressos e uma versão em formato virtual gratuito, o livro será distribuído para teatros, aparelhos culturais, bibliotecas comunitárias e públicas, escolas e universidades de arte de diversas regiões do país.
Trata-se do resgate de memórias de um tempo passado, de artistas recém-saídos da escola de arte dramática e totalmente possuídos por Dioniso, que criaram o Grupo de Teatro Província, cuja vida se estendeu por dez anos, de 1970 a 1980, e produziu quinze espetáculos. Esta é a história dessa década de trabalho intenso e gratificante, que representou uma fundamental contribuição para o teatro gaúcho. Dentre os vários grupos do teatro nos anos que realizaram uma importante trajetória na cena por- to-alegrense nas últimas décadas, o Grupo de Teatro Província talvez seja o menos lembrado, apesar da regularidade de suas produções e do mérito artístico dos espetáculos. Apesar disso, a prática do Grupo Província sintetiza uma série de procedimentos e caminhos que vários núcleos do teatro gaúcho passariam a ter dali em diante, rumo à sedimentação do seu trabalho. Criado em 1970, o grupo integrava professores e alunos do Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e imprimiu um caráter experimental em suas propostas de montagem, o que o levou a ser considerado, por muitas pessoas, como esteticista e de frágil posicionamento político, em comparação com o trabalho de contestação ao regime autoritário que o Teatro de Arena de Porto Alegre desenvolvia na época. No entanto, um olhar mais apurado a respeito do caminho trilhado pelo Grupo Província, por meio da análise contextual, do período e de suas propostas cênicas, implica a desmistificação de suas escolhas estéticas, em direta cone- xão com os pressupostos políticos de seus integrantes. É inegável a contribuição do Curso de Arte Dramática desde o início de suas atividades, em 1958, à formação de profissionais das artes cênicas, à época ligado à Faculdade de Filosofia e, a partir de 1967, denominado de Centro de Arte Dramática, quando então passa a oferecer maior variedade de cursos, antes de ser integrado ao Instituto de Artes da UFRGS e ter a denominação atual de Departamento de Arte Dra- mática. Sua finalidade – qual seja, formar diretores de teatro, professores de arte dramática e atores – se amplia com sua integração ao movimento teatral de Porto Alegre. Responsável pelo fomento de inúmeras montagens teatrais de mérito ao longo de sua existência, a contribuição do curso vai além da criação de espetáculos, sendo o celeiro de onde vão se organizar núcleos diversos. As montagens de peças tiveram direção artística de professores e de alunos do curso de direção e se tornaram, mais do que simples ativi- dades curriculares, parte da vida cultural da cidade. São memórias embebidas de afetividade. Situando os fatos de seu contexto histórico, carregados de conteúdo de uma pesquisa com recortes de jornais contendo matérias, entrevistas, comentários e críticas com foco no trabalho do GTP. Eram tempos em que Porto Alegre tinha vários jornais, e cada um deles possuía seu crítico de teatro. A imprensa escrita de então concedia um enorme espaço às artes cênicas. Desafortunadamente hoje a imprensa perdeu quase que totalmente o interesse pelo palco.
OBJETIVO GERAL Produzir uma publicação/ livro que traz parte da memória das artes cênicas do sul do país, a partir do recorte de um dos grupos mais renomados dos anos 70, o "Grupo de Teatro Província: Memórias", composto de textos, depoimentos de personalidades, fotos e matérias publicadas em revistas e periódicos. Com uma tiragem de 500 exemplares impressos e uma versão em formato virtual gratuito, o livro será distribuído para teatros, aparelhos culturais, bibliotecas comunitárias e públicas, escolas e universidades de arte de diversas regiões do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Disponibilizar a publicação em plataforma digital gratuitamente; Produzir um PDF ACESSÍVEL, garantindo o acesso para deficientes visuais; Realizar uma palestra online para estudantes e professores de escolas públicas, como CONTRAPARTIDA SOCIAL.
Dentre os va´rios grupos do teatro nos anos que realizaram uma importante trajeto´ria na cena por- to-alegrense nas u´ltimas de´cadas, o Grupo de Teatro Provi´ncia talvez seja o menos lembrado, apesar da regularidade de suas produço~es e do me´rito arti´stico dos espeta´culos. Apesar disso, a pra´tica do Grupo Provi´ncia sintetiza uma se´rie de procedimentos e caminhos que va´rios nu´cleos do teatro gau´cho passariam a ter dali em diante, rumo à sedimentaça~o do seu trabalho. Criado em 1970, o grupo integrava professores e alunos do Departamento de Arte Drama´tica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e imprimiu um cara´ter experimental em suas propostas de montagem, o que o levou a ser considerado, por muitas pessoas, como esteticista e de fra´gil posicionamento poli´tico, em comparaça~o com o trabalho de contestaça~o ao regime autorita´rio que o Teatro de Arena de Porto Alegre desenvolvia na e´poca. No entanto, um olhar mais apurado a respeito do caminho trilhado pelo Grupo Provi´ncia, por meio da ana´lise contextual, do peri´odo e de suas propostas cênicas, implica a desmistificaça~o de suas escolhas este´ticas, em direta cone- xa~o com os pressupostos poli´ticos de seus integrantes. E´ inega´vel a contribuiça~o do Curso de Arte Drama´tica desde o ini´cio de suas atividades, em 1958, à formaça~o de profissionais das artes cênicas, à e´poca ligado à Faculdade de Filosofia e, a partir de 1967, denominado de Centro de Arte Drama´tica, quando enta~o passa a oferecer maior variedade de cursos, antes de ser integrado ao Instituto de Artes da UFRGS e ter a denominaça~o atual de Departamento de Arte Dra- ma´tica. Sua finalidade _ qual seja, formar diretores de teatro, professores de arte drama´tica e atores _ se amplia com sua integraça~o ao movimento teatral de Porto Alegre. Responsa´vel pelo fomento de inu´meras montagens teatrais de me´rito ao longo de sua existência, a contribuiça~o do curso vai ale´m da criaça~o de espeta´culos, sendo o celeiro de onde va~o se organizar nu´cleos diversos. As montagens de peças tiveram direça~o arti´stica de professores e de alunos do curso de direça~o e se tornaram, mais do que simples atividades curriculares, parte da vida cultural da cidade. Va´rios grupos de teatro surgem entre meados dos anos 1960 e finais dos 70, tais como o Grupo de Teatro Independente que deu origem ao Teatro de Arena de Porto Alegre, o Grupo Girassol e a Tribo de Atuadores O´i No´is Aqui Traveiz. Contudo, em comparaça~o com esses nu´cleos, o Grupo Provi´ncia inau- gura uma posiça~o muito particular. Por um lado, sua pra´tica distingue-se da realizada pelos grupos citados ao manter sua produça~o ligada ao âmbito universita´rio, com uma proposta de integraça~o conti´nua entre alunos e professores. Por outro, destoa do exerci´cio de montagens de final de ano ou das atividades curri- culares do departamento. Esse tipo de atuaça~o afirmativa enquanto teatro de grupo, mas realizado dentro do âmbito universita´rio, tem inserça~o semelhante à pra´tica que o Grupo TEAR e o Teatro Vivo exerceram ao longo dos anos 80, em que va´rios de seus membros exercem a atividade teatral em conciliaça~o com suas trajeto´rias docentes e discentes no Instituto de Artes. Entre esses estudantes, preparados por Gerd Bornheim para a constituiça~o intelectual, estavam Luiz Arthur Nunes, que se afirmaria como principal diretor arti´stico do Grupo Provi´ncia, e Maria Luiza Martini, mentora intelectual do grupo, juntamente com Maria Helena Lopes6, professora de expres- sa~o corporal com formaça~o em dança que, naqueles anos, assinava seus primeiros trabalhos na direça~o. Produzir uma publicação impressa e virtual, chamada GRUPO DE TEATRO PROVÍNCIA: MEMÓRIAS - Teatro experimental na Porto Alegre dos anos 1970, salvaguardando em documento de larga distribuição, a memória e história de um dos grupos fundamentais do estado faz-se urgente e necessária para o país. Com aproximadamente 200 pa´ginas, a obra será distribuída gratuitamente em instituiço~es culturais como galerias, museus e teatros. O projeto conta ainda com versa~o digital distribui´da gratuitamente, a versa~o online em PDF para o pu´blico ler ou baixar o arquivo e o PDF Acessi´vel para todas as pessoas com deficiência visual produzido por uma das maiores empresas de prestaça~o de serviços de acessibilidade do Estado, a OVNI Acessibilidade universal. Um PDF acessi´vel e´ um documento que funciona como um espelho de qualquer tipo de publicaça~o impressa e que pode ser acessado por meio dos leitores de tela, programas utilizados pelas pessoas com deficiência visual para, por exemplo navegar pelos conteu´dos disponi´veis na internet. Os leitores de tela permitem que os textos da respectiva publicaça~o sejam lidos por uma voz sintetizada e descriça~o das imagens publicadas que, sa~o embutidas em forma de texto no co´digo do PDF. Assim, o conteu´do integral do documento torna-se completamente acessi´vel a quem na~o enxerga. Como a descriça~o das imagens fica invisi´vel, ja´ que esta´ embutida no co´digo do PDF, o documento pode ser oferecido no mesmo formato para quem tem ou na~o deficiência visual. A nossa história, através deste livro, recupera e resguarda um elemento na formação de uma sociedade e de sua história, assim como, uma classe artística que se assegura no registro de sua identidade enquanto percurso de formaçao. Contempla a Lei 8.313/91 em seus artigos:1o: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; 1o: VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; 3o: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: b) ediça~o de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Capa: 54x23cm, 4x0 cores, Ti Escala em Supremo 300g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson.Miolo: 368 pgs, 15,8x23cm, 1 cor, Ti Preta em Polen Natural Soft 80g. Sistema CTP. Prova Impressão Digital.Lombada:20mm, Colagem Sistema PUR, Largura Lombada (m 20, Entrega em Porto Alegre, Dobrado(Miolo), Laminação BOPP Fosca, Nº Lados 2, DOBRA.
PRODUTO LIVRO ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: A obra estará disponível online sem restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Por se tratar de obra impressa e online, não há restrição de acesso para deficientes auditivos. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Será produzido o PDF ACESSÍVEL, para pessoas com deficiência visual. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: As palestras serão realizadas de forma online, não havendo restrição de acesso físico. ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Como o conteúdo é trabalhado a partir da oralidade, não há restrição de acesso para pessoas com deficiência visual.
Conforme artigo 21 da IN, que prevê a ampliação do acesso ao produto cultural, propomos a disponibilização dos conteúdos a partir da criação da publicação em formato online, com download gratuito por qualquer interessado. (Art. 21, inciso: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial de Cultural.)
GESTÃO ADMINISTRATIVA FINANCEIRA/ PROPONENTE - PRIMEIRA FILA PRODUÇÕES A Primeira Fila Produções surge no ano de 2013 com uma proposta diferenciada: agregar múltiplos parceiros, profissionais qualificados e com atuação destacada nas mais diferentes áreas da cultura, desenvolvendo um rico portfólio em termos de planejamento cultural, produção e realização de produtos e projetos artístico-culturais. De 2017 a 2021, assinou como agente cultural do “Porto Alegre em Cena”, um dos mais importantes festivais de artes cênicas da América Latina. Em seu histórico, a produção local de espetáculos nacionais como: “Incêndios”, com direção de Aderbal Freire-Filho, e no elenco Marieta Severo, Felipe de Carolis, Keli Freitas, Marcio Vito, KelzyEcard, Fabianna de Mello e Souza, Julio Machado e Isaac Bernat; “Bem Vindo Estranho”, com adaptação e atuação de Regina Duarte, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini, e direção de Murilo Pasta; “Pluft, o Fantasminha”, montagem do Teatro Tablado com Cláudia Abreu no elenco, direção de Cacá Mourthé; “Perdas e Ganhos”, adaptado do texto de Lya Luft, com direção de Beth Goulart, e Nicette Bruno no elenco; “Tribos”, com direção de Ulysses Cruz e Antonio Fagundes e Bruno Fagundes no elenco; “Opera do Malandro”, texto de Chico Buarque e direção de João Falcão; “Eu Não Dava Praquilo”, direção de Elias Andreato com atuação de Cassio Scapin; “Galileu Galilei”, com direção de Cibele Forjaz e atuação de Denise Fraga; “Cassia Eller o Musical”; e “O Impecável”, com Luiz Fernando Guimarães. Na produção de publicações, é responsável pelo livro 5 Casas, de Bruno Gularte Barreto, "Theatro São Pedro"- 160 anos, "Corpo Futuro", "Luiz paulo VAsconcellos", de Luciano Alabarse, entre outros. COORDENADORA GERAL - LETÍCIA VIEIRA - Diretora da Primeira Fila Produções, atua, desde 1993, no mercado de produção cultural, tendo produzido inúmeros shows, espetáculos de teatro locais e nacionais, eventos culturais e projetos especiais. Na produção de eventos e espaços culturais de referência da cidade, desempenhou atividades na programação artística do Theatro São Pedro por mais de cinco anos (incluindo seus dois períodos de atuação); no Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural – FUMPROARTE durante quatro anos; em dez edições do Porto Alegre em Cena; na Feira do Livro de Porto Alegre por quatro edições; e no Clube de Cultura por um período de cinco anos. Desde 2008, ministra o curso de “Produção Cultural e Formatação de Projetos de Leis de Incentivo e Editais” na Casa de Teatro de Porto Alegre, tendo realizado anteriormente o mesmo curso no Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA por um período de cinco anos. AUTOR - Luís Artur Nunes (Porto Alegre, Brasil, 1946) é diretor, professor e pesquisador. Formou-se em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, obteve título de Mestre em Teatro pela State University of New York e recebeu o Ph.D. em Teatro pela City University of New York. Em 1990, lecionou na Escola de Teatro e no Programa de Pós-Graduação da UNIRIO, vindo a aposentar-se em 2004. Dentre as peças que realizou como diretor teatral estão A vida como ela é (1991), teatralização das crônicas de Nelson Rodrigues pela qual ganhou o Prêmio Sated/RJ; A volta ao lar (1992), de Harold Pinter; Vestido de noiva (1993), de Nelson Rodrigues; Que mistérios tem Clarice (1998), teatralização de textos de Clarice Lispector; Chico Viola (1998), escrita por ele mesmo; O correio sentimental de Nelson Rodrigues (1999); Arlequim, servidor de dois patrões (2002), de Carlo Goldoni, e A maldição do vale negro (2004), de Caio Fernando Abreu, pela qual ganhou o Prêmio Molière, entre outras. COAUTOR - Antônio Hohlfeldt - Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1973), Mestrado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1991) e Doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1998). Atualmente é professor titular 40 horas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Sul-Rio-grandense e Brasileira, além de experiência na área de Comunicação Social, especialmente em Teoria da Comunicação e História do Jornalismo, atuando principalmente nos seguintes temas: artes cênicas, criação dramática, teoria e história do jornalismo, comunicação social e teoria da comunicação. realizou estágio pos-doutoral em 2008, na Universidade Fernando Pessoa. Atua nos PPGs de Escrita Criativa (Faculdade de Letras, PUCRS) e de Comunicação Social (FAMECOS, PUCRS). Doutor em Letras (PUCRS) e Pós-Doutor em Jornalismo (Universidade Fernando Pessoa, Portugal). Pesquisador CNPq 1d. Integrante do IHGRGS. Professor do PPGCom-FAMECOS e do PPGLetras, em Escrita Criativa. Autor de "Teorias da Comunicação: Conceitos, escolas e tendências" (Vozes, 2001), em 15a. edição. Diretor de Relações Internacionais da Rede ALCR; ex-presidente e membro do Conselho Curador da INTERCOM; membro da AHM; membro da SBPJor; integrante do Conselho de ética do Sindicato dos Jornalistas do RGS. DIRETOR DE ARTE - Flávio Wild, diretor da WILD STUDIO DESIGN, designer gráfico e arquiteto, nascido em Porto Alegre em 1964. Focado na área cultural – cinema, literatura, teatro e música – e editorial, foi premiado no Brasil e no exterior, teve trabalhos selecionados em publicações especializadas e participou de inúmeras mostras coletivas e individuais. Conquistou importantes prêmios ao longo da carreira, como o Lápis de Bronze do The One Show festival, de Nova York, o Prêmio Ouro da Bienal Brasileira de Design Gráfico da ADG e o Prêmio Açorianos de Literatura nas categorias capa e projeto gráfico. Silêncio em Siena é seu livro de estreia. COORDENADORA DE COMUNICAÇAO - Bruna Paulin é comunicadora e artista. Jornalista e Mestre em Comunicação pela PUCRS, trabalha no mercado da cultura desde 2006. Em 2011 fundou a Assessoria de Flor em Flor, onde assina projetos de comunicação de festivais, eventos, produtoras, empreendimentos, instituições e artistas, com serviços de produção de conteúdo, estratégia e relacionamento. Também é a host do podcast A História do Disco. Entre seus clientes estão eventos como Cine Esquema Novo, Circuito Orelhas, Kino Beat, Casa de Cinema de Porto Alegre, Quintal Produções, Porto Alegre em Cena, entre outros. Instagram @assessoriadefloremflor www.facebook.com/BrunaPaulinAssessoriaDeFlorEmFlor
Periodo para captação de recursos encerrado.