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Primeira circulação no país do espetáculo Projeto Galeano Latino-Americano, textos de Eduardo Galeano, última encenação do diretor Aderbal Freire-Filho, um dos maiores nomes do nosso teatro, estreada em Montevidéu pelo Grupo El Galpón, agora em português, com elenco inteiramente brasileiro. Serão seiscidades diferentes em duas regiões distintas do Brasil, com sessões a preços populares. Além disso o projeto engloba bate papos entre a equipe do espetáculo e o público, além da oferta de oficinas gratuitas de técnicas do romance-em-cena.
A adaptação de Aderbal Freire-Filho reúne em um único texto passagens de diversos livros de Eduardo Galeano, tendo como fio condutor As Veias Abertas da América Latina. Explora de forma crítica a história da colonização latino-americana e a imposição e desenvolvimento do modelo econômico e cultural europeu sobre os povos do continente.
- Realizar a produção, ensaios, e primeira circulação com elenco brasileiro do espetáculo Galeano Latino-Americano _ última criação do diretor Aderbal Freire-Filho, encenado orginalmente pelo grupo El Galpón, na cidade de Montevidéu no Uruguai; - Realizar uma oficina gratuita em cada cidade onde a obra for apresentada sobre as técnicas do romance-em-cena, gênero de representação teatral criado pelo diretor; - Realizar um ensaio aberto nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo Fortaleza e Recife; - Realizar bate-papos entre a equipe do espetáculo e o público, visando aproximar as plateias do universo da criação teatral contribuindo com a democratização do acesso aos métodos de trabalho inerentes à criação de produtos culturais; - Atingir um público total de mais de 10.000 pessoas com ingressos a preços acessíveis; - Alcançar novos públicos, tornando o espetáculo acessível a públicos de baixa renda, através da distribuição de pelo menos 10% de gratuidades, contribuindo para a democratização do acesso à população a produtos cultuais e artísticos; _ Atingir um público de variadas classes sociais, apresentando uma obra de valor cultural e reflexivo, porém de fácil entendimento; - Promover o desenvolvimento e a difusão de produções de artistas brasileiros; - Disponibilizar um produto de artes cênicas ao público jovem e adulto, sem distinção de gênero, formação cultural, ou classe social; - Fomentar o mercado cultural, gerando mais de 160 postos de trabalhos diretos e indiretos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar ensaios para a substituição de todo elenco original por atores brasileiros, e a reprodução da montagem original, para 8 semanas de apresentações na cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Poeira, num total de 32 apresentações (inclusivas com tradução em LIBRAS e audiodescrição); - Realizar 1 ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino na cidade do Rio de Janeiro. O ensaio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS; - Realizar a produção na cidade de São Paulo, em teatro de aproximadamente 300 lugares, para 5 semanas de apresentações, num total de 15 apresentações (inclusivas com tradução em LIBRAS e audiodescrição); - Realizar 1 ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino na cidade de São Paulo. O ensaio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS; - Realizar a produção na cidade de Fortaleza, no Teatro José de Alencar, para 3 apresentações, num total de 3 sessões inclusivas com audiodescrição e tradução em LIBRAS);- Realizar 1 ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino na cidade de Fortaleza. O ensaio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS; - Realizar a produção na cidade de Sobral, no Teatro Teatro São João, para 1 apresentação, (com audiodescrição e tradução em LIBRAS); - Realizar a produção na cidade de Recife, no Teatro Santa Isabel, para 3 apresentações, num total de 3 sessões inclusivas com audiodescrição e tradução em LIBRAS); - Realizar 1 ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino na cidade de Recife. O ensaio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS;- Realizar a produção na cidade de Garanhuns, no Teatro Reinando de Oliveira, para 1 apresentação, (com audiodescrição e tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina sobre técnicas do romance-em-cena na cidade do Rio de Janeiro, (com tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina sobre técnicas do romance-em-cena na cidade de São Paulo, (com tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina sobre técnicas do romance-em-cena na cidade de Fortaleza, (com tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina sobre técnicas do romance-em-cena na cidade de Sobral, (com tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina sobre técnicas do romance-em-cena na cidade de Recife, (com tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina sobre técnicas do romance-em-cena na cidade de Garanhuns, (com tradução em LIBRAS); - Realizar 8 bate-papos com equipe do espetáculo e o público presente com tradução em LIBRAS na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar 5 bate-papos com equipe do espetáculo e o público presente com tradução em LIBRAS na cidade de São Paulo; - Realizar 1 bate papo com equipe do espetáculo e o público presente com tradução em LIBRAS na cidade de Fortaleza; - Realizar 1 bate papo com equipe do espetáculo e o público presente com tradução em LIBRAS na cidade de Sobral; - Realizar 1 bate papo com equipe do espetáculo e o público presente com tradução em LIBRAS na cidade de Recife; - Realizar 1 bate papo com equipe do espetáculo e o público presente com tradução em LIBRAS na cidade de Garanhuns;
Após a estreia deste espetáculo no Teatro do El Galpón, em Montevidéu, Aderbal reuniu alguns atores e colaboradores no Rio de Janeiro, para uma leitura dessa obra, a fim de preparar terreno para trazer sua montagem para o Brasil. Dos nossos grandes encenadores contemporâneos, Aderbal certamente foi dos que mais se destacaram no esforço de promover um intercâmbio permanente entre a comunidade teatral dos países latinos, especialmente os da América do Sul, tendo participado de mostras, festivais e encontros na Argentina, Colômbia, Chile, Bolívia e, notadamente no Uruguai. É significativo que seu último espetáculo tenha partido justamente de uma reunião de textos desse expoente da literatura sul-americana, o genial escritor uruguaio Eduardo Galeano, outro grande pensador da nossa identidade e da nossa cultura. Com este espetáculo, estamos trazendo ao conhecimento do público brasileiro esse diálogo ímpar, necessário e provocador, agora traduzido para o formidável idioma brasileiro, entre dois dos maiores nomes da produção cultural do nosso continente. Apresentamos esse projeto de circulação incluindo as duas maiores capitais brasileiras, onde o diretor realizou a maior parte dos seus espetáculos em nosso país, e Fortaleza, no Ceará, sua cidade natal, e hoje grande polo gerador de teatro e cultura. Consideramos uma oportunidade extraordinária para que o público dessas cidades tenha um último contato com um dos nossos maiores encenadores de todos os tempos. Considerando a capacidade de público dos teatros indicados e os custos de realização, produção e deslocamento, bem como a população das cidades visitadas, acreditamos que o projeto satisfaz a condição de proporcionalidade entre a aplicação dos recursos e o público a ser alcançado. Nas palavras do próprio diretor, traduzidas do programa do espetáculo em Montevidéu: "Esse é um espetáculo sem fim. Um projeto teatral cujo desenvolvimento dramático vai além da cena: apresenta a América surpreendente e infinita contada e cantada por Eduardo Galeano e segue na plateia, onde cada espectador pode associar o que ouve e o que vê em cena com a América dos nossos dias. Quer dizer: a obra (a história) está posta (está exposta) mas segue do lado de fora do teatro. Mas, ainda que concentrada nas fronteiras da América, essa é uma viagem infinita, por terras infinitas, personagens inumeráveis, histórias sem fim. Nossa compreensão é que o teatro também é infinito e nos leva desde as fogueiras onde se reuniam as mulheres e homens primitivos até as ricas civilizações desta parte do mundo, muito além da superfície habitada, segundo o restrito conhecimento europeu; das praias de Bahamas, onde a bota de Colombo primeiro pisou essas terras, até as minas de Potos; do Canal do Panamá à Terra do Fogo, soltando um grito do Atlântico (ei!) até o Pacífico (ei!); dos tempos pré-colombianos até... Utilizamos diversos registros: o dramático, o narrativo, o medio y medio* (como o vinho, afinal Baco é um dos nossos deuses), o épico, o realismo, o esperpento, a tragédia, a comédia, o romance-em-cena... a dança. Uma dança que congrega todos os gêneros e agrega a variedade cênica às variedades literárias a que se refere o mesmo Galeano. Sobre uma de suas obras ele disse (e poderia dizê-lo sobre todas as outras): "ignoro a que gênero literário pertence essa voz de vocês (...) não sei se é novela, ou ensaio, ou poesia épica, ou testemunho, ou crônica..." A dança resume a poética cênica desse espetáculo, assim como quem sabe se poderia dizer que a música das palavras constrói a sinfonia que é a obra de Eduardo Galeano." Aderbal Freire-Filho (*) Assim no texto. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, segundo no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos para o espetáculo.
A participação do proponente NÃO se dará de forma voluntária. Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará as funções de: 1 – COORDENADOR DO PROJETO 2 – DIRETOR DE PRODUÇÃO OBS: Caso o proponente venha a captar recursos, o proponente também exercerá a função de Captador de Recursos
APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO: Realização de 32 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, 15 apresentações na cidade de São Paulo, 3 apresentaçòes n cidade de Fortaleza, 1 apresentação na cidade de Sobral, 3 apresentações na cidade de Recife e 1 apresentação na cidade de garanhuns do espetáculo Galeano Latino-Americano; Valor do Ingresso Rio de Janeiro e São Paulo: R$ 80,00 (inteira), R$ 40,00 (meia entrada), R$ 30,00 (promocional) e R$ 15,00 (meia entrada promocional). Valor do Ingresso Fortaleza, Sobral, Recife e Garanhuns: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia entrada), R$ 20,00 (promocional) e R$ 10,00 (meia entrada promocional) Duração: 100 minutos Classificação: 10 anos ENSAIO ABERTO: Realizar um ensaio aberto gratuito nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Recife, fechados para ONGs e Instituições públicas de ensino. Os ensaios abertos contarão com a presença de um intérprete de LIBRAS; Duração: 100 minutos Classificação: 10 anos OFICINAS: Realizar 1 oficina gratuita de técnica do processo romance em cena, para adultos acima de 16 anos nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Sobral, Recife e Garanhuns. Número máximo de 30 inscritos. DEBATE / BATE-PAPOS: Realizar um bate-papo sobre a temática e processo de criação do espetáculo após todas as sessões de sábado nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo; Realização de um bate papo nas cidades de Fortaleza, Sobral, Recife e Garanhuns. A atividade contará com um intérprete de Libras. Total de 17 bate-papos
Em atendimento a IN nº 1, de 10 de abril de 2023, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Iremos realizar 32 sessões inclusivas com intérprete de Libras na cidade do Rio de Janeiro; 15 sessões inclusivas com intérprete de Libras na cidade de São Paulo; 3 sessões inclusivas com intérprete de Libras na cidade de Fortaleza; 1 sessão inclusiva com intérprete de Libras na cidade de Sobral; 3 sessões inclusivas com intérprete de Libras na cidade de Recife; 1 sessão inclusiva com intérprete de Libras na cidade de Garanhuns; Deficientes visuais: Serão realizadas 32 sessões inclusivas com audiodescrição na cidade do Rio de Janeiro e 15 sessões inclusivas com audiodescrição na cidade de São Paulo; 3 sessões inclusivas com audiodescrição na cidade de Fortaleza; 1 sessão inclusiva com audiodescrição na cidade de Sobral; 3 sessões inclusivas com audiodescrição na cidade de Recife; 1 sessão inclusiva com audiodescrição na cidade de Garanhuns; Pessoas com TEA (transtorno do espectro autista): Em todas as sessões teremos lugares reservados de fácil escape, prioridade na entrada e saída do espetáculo e abafadores de ruídos. PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (ENSAIO ABERTO): Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Realizar 1 ensaio aberto com intérprete de Libras na cidade do Rio de Janeiro; realizalizar 1 ensaio aberto com intérprete de Libras na cidade de São Paulo; realizalizar 1 ensaio aberto com intérprete de Libras na cidade de Fortaleza; realizalizar 1 ensaio aberto com intérprete de Libras na cidade de Recife; Pessoas com TEA (transtorno do espectro autista): Em todas as sessões do ensaio aberto teremos lugares reservados de fácil escape, prioridade na entrada e saída do espetáculo e abafadores de ruídos. PRODUTO SECUNDÁRIO – BATE PAPOS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização dos bate papos seguidos do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuindo rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Os bate-papos, em todas as cidades, contarão com intérprete de Libras para o público deficiente auditivo; PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (OFICINAS): Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização da oficina apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Intérprete de libras para atender aos alunos PCDs auditivos em todas as cidades
Nosso projeto se propõe a atingir não apenas o público habitual dos teatros, mas também classes menos favorecidas economicamente, universitários e pessoas de baixa renda, com ênfase nas escolas e universidades públicas. Junto a este público específico, pretendemos atingir formadores de opinião, como professores, coordenadores, alunos e profissionais envolvidos com teatro, literatura, música e cinema. Além das apresentações do espetáculo o projeto também oferece: Ensaios Abertos: Realização de 1 ensaio aberto gratuito nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza e Recife. fechado para ONGs e Instituições Públicas de ensino. Os quatro ensaios abertos contarão com tradução em Libras. Oficinas: Realização de 6 oficinas gratuitas, sendo uma em cada cidade, com intérprete de libras Bate papos: Realização de bate-papo gratuitos após sessões específicas semanais (Rio de Janeiro, São Paulo aos sábados; Fortaleza e Recife às sextas-feiras; Sobral e Garanhuns aos domingos), com intérprete de libras Para o PRODUTO PRINCIPAL, serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade às regras previstas na IN nº 1, de 10 de abril de 2023: - Distribuição gratuita de 10% dos ingressos a organizações sociais e/ou instituições públicas de ensino; - Comercialização de 20% dos ingressos com valor promocional; - Cobrança de valor de meia-entrada em 50% dos ingressos disponíveis para venda. - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do espetáculo, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
FICHA TECNICA A participação do proponente NÃO se dará de forma voluntária. Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará as funções de: 1 – COORDENADOR DO PROJETO 2 – DIRETOR DE PRODUÇÃO OBS: Caso o proponente venha a captar recursos, o proponente também exercerá a função de Captador de Recursos Idealização: Direção e Dramaturgia: Aderbal Freire – Filho Assistente de Direção no Brasil: Fernando PhilbertAssistente de Direção El Galpón: Héctor Guido Tradução: Eric Nepomuceno Direção de Arte: Ney Madeira Coordenação do Projeto: Oscar Jose, Gillray Coutinho e Isio Ghelman Iluminação/Brasil: Ana Luzia de SimoniDireção de Produção: Oscar José Elenco: Isio Ghelman, Ana Barroso, Isaac Bernart, Gillray Coutinho, Orã Figueiredo, Kadu Garcia, Veronica Bonfim, Milton Filho e uma atriz a ser convidada. Aderbal Freire–Filho - Direção e DramaturgiaCriou a maioria dos seus espetáculos no Rio de Janeiro, a partir de 1972. Dirigiu também em outras cidades do Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre). Em Montevidéu, com os elencos da Comedia Nacional del Uruguay e da Institución Teatral el Galpón montou outros espetáculos, bem como em Buenos Aires, Amsterdã e Madri. Recebeu os prêmios Molière, Shell (em 2003 e 2004), Golfinho de Ouro, Mambembe, entre outros. Alguns de seus espetáculos mais conhecidos são: MÃO NA LUVA(Oduvaldo Vianna Filho); A MORTE DE DANTON (Buchner); AS YOU LIKE IT (Shakespeare); TURANDOT ou O CONGRESSO DOS IINTELECTUAIS (Brecht); SENHORA DOS AFOGADOS (Nelson Rodrigues); LUCES DE BOHEMIA (Valle-Inclán); O HOMEM QUE VIU O DISCO VOADOR (Flávio Marcio); CASA DE BONECA (Ibsen); TIO VANIA (Tchecov); A PROVA; SONATA DE OUTONO; O QUE DIZ MOLEIRO, O PÚCARO BÚLGARO e AS CENTENÁRIAS (em cartaz). Criou, em 1990, o CENTRO DE DEMOLIÇÃO E CONSTRUÇÃO DO ESPETÁCULO. Além de diretor, é também autor de O TIRO QUE MUDOU A HISTÓRIA (em parceria com Carlos Eduardo Novaes), NO VERÃO DE 1996..., XAMBUDO, ISABEL, CÃO COISA E A COISA HOMEM, peças já encenadas. Publicou CONVERSACIONES COM UN DIRECTOR DE TEATRO, com o crítico Rubén Castillo, em Montevidéu (Ed. Banda Oriental) e assina artigos em revistas nacionais e estrangeiras. Foi coordenador da comissão que projetou o Curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). De 1994 a 1999, foi membro do Conselho Assessor do Festival Iberoamericano de Teatro, de Cádiz, Espanha. Tem espetáculos incluídos na Enciclopédie mondiale des arts du spectacle dans la seconde moitié du XXe. Siècle, La scène moderne (Éditions Carré, Paris, 1997). Fernando Philbert – Assistente de Direção/BrasilIniciou sua carreira de direção como assistente de Gilberto Grawonski, Domingos Oliveira e tendo como mestre desde o ano de 2008 o diretor Aderbal Freire Filho, ao lado de quem Philbert foi assistente em mais de quinze peças, entre elas Hamlet com Wagner Moura, A Ordem do Mundo com Drica Moraes, Incêndios com Marieta Severo, Macbeht com Renata Sorrah e Daniel Dantas. Como codiretor assinou junto com Lázaro Ramos a direção de O Topo da Montanha com Lázaro e Thaís Araújo. Como diretor em 2016 assinou O Escândalo Felipe Dussaert com Marcos Caruso que ganhou todos os prêmios de melhor ator no Rio de Janeiro em 2016. Dirigiu Louise Cardoso em 2018/19 em O que é que ele tem. E desde de 2017 está com Contos Negreiros do Brasil em viagem por Rio e SP. Espetáculos “Três Mulheres Altas “com Sueli Franco, “Como não ser Montgomery Cliff “com Gustavo Gasparani”, Órfãos”, com Ernani Moraes”,” Gaivotas” de Matei Visniec Kadu Garcia - ElencoAtor, palhaço, produtor, professor e diretor. Em mais de 30 espetáculos em 26 anos de palco, foi dirigido por Aderbal Freire-Filho, Fernando Philbert, Amir Haddad, Dani Barros, Denise Stutz, Vinicius Arneiro, Isabel Cavalcanti, André Paes Leme, Juliana Jardim, Beatriz Sayad, entre outros. Artista fundador do grupo de palhaços Roda Gigante, projeto que pesquisa a interface Arte, Saúde e Educação, realizando intervenções artísticas e educacionais em hospitais do RJ, desde 2009. Entre 2O05 e 2008 atuou como palhaço besteirologista na ONG Doutores da Alegria/RJ. Assessor em arte-educação para o curso de Preceptoria da Associação Brasileira de Educação Médica – ABEM. Sócio da produtora Saravá Cacilda Projetos Culturais. Professor de atuação do curso de bacharelado e licenciatura em Teatro da Faculdade Cesgranrio. No cinema integrou o elenco dos longas-metragens minha mãe é uma peça 3, de Susana Garcia; Homem Onça, de Vinicius Reis; Mundo Novo, de Álvaro Campos, onde foi indicado ao Redentor de Melhor Ator no Festival do Rio 2021; A Assembleia – Brasil, de Heloisa Passos, Juliana Jardim e Beatriz Sayad. Na tv participou da novela Deus salve o rei e A Dona do Pedaço; das séries Sob Pressão, (TV Globo), Nós (Canal Brasil), D. P. A. (Gloob) e Amar é para os fortes (Amazon) Veronica Bonfim - ElencoBaiana, Doutora em Ciência Florestal (UFV-MG) e artista brincante. Atua como docente do ensino superior e como artista. Atriz, cantora, compositora, produtora e escritora, vem acumulando trabalhos na TV, cinema, teatro, literatura e música. Cursou a Escola de Música Villa-Lobos e oficinas/workshops de teatro e corpo com Oswaldo Montenegro, Duda Maia, Fátima Toledo, Ateliê dos Atores, Oficinas no Teatro Poeira e Tá na Rua. Trabalhou com alguns diretores consagrados, como: Aderbal Freire Filho, Jaime Além e Jaques Morelenbaum (Musical Orfeu, 2011), Andrucha Waddington (Série Sob Pressão – 3ª Temporada), Amir Haddad (Grupo Tá na Rua), Cláudio Segóvia (Musical Brasil Brasileiro Tour Europa), Tim Rescala e Ciro Barcelos (Musical Tropicalistas), Oswaldo Montenegro (Musicais, séries, trilhas, cinema durante 10 anos), Duda Maia (Musical Elza), Gustavo Gasparani (Vozes Negras), Luíz Antônio Pilar (Musical Leci Brandão) e André Lemos (Marielle Presente). Participou de documentário do ganhador do Oscar Spike Lee, produziu, e protagonizou seu 1º musical infantil, adaptação do seu livro “A menina Akili e seu tambor falante”, onde também assina direção artística, roteiro e músicas, com direção de Rodrigo França; Integra o elenco da 4ª temporada da série 3%, na Netflix e fez parte do elenco da série Além da Ilha, com Paulo Gustavo e grande elenco, na Globoplay; Tem um CD - Olhos d’África” e um EP - “Trilhas de um menestrel” (ambos independentes), disponíveis nas plataformas digitais e no YouTube. Ana Barroso - ElencoCom 40 anos de carreira no teatro, Ana Barroso começou no Tablado no final da década de 70 como aluna de Maria Clara Machado, Carlos Wilson Damião, Bernardo Jablonski e outros. Aprofundou sua formação em oficinas com mestres como Philippe Gaullier, Amir Haddad, Rubens Correa, Luiz Carlos Vasconcellos, Ron Daniels, Aderbal Freire Filho, Cesar Brie, Victor Olivares (voz) e outros. Trabalhou na Italia com o grupo Teatro Due Mondi, aperfeiçoando suas técnicas de Clown e teatro de rua. Nos anos 90 participou ativamente do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo sob a direção de Aderbal Freire Filho com quem seguiu trabalhando em diversas produções. O Grupo foi responsável por espetáculos importantes no cenário teatral carioca como “O Tiro que Mudou a História”, “Tiradentes Inconfidência no Rio” e “Turandot e o Congresso dos Intelectuais” entre outros. Trabalhou em inúmeros espetáculos com diretores como Moacir Chaves, Ivan Sugahara, Rodrigo Nogueira, Fernando Philbert e Rodrigo Penna. Atualmente produz e atua no solo “Isabel das Santas Virgens e sua Carta à Rainha Louca”, adaptação do romance de Maria Valéria Rezende, com direção de Fernando Philbert. Desenvolve também um trabalho voltado para o público infantil com a dupla de Clowns Lasanha e Ravioli, conquistando diversos prêmios ao longo de 35 anos. Em TV participou de inúmeras produções e novelas como Verdades Secretas, O Outro Lado do Paraíso, A Dona do Pedaço e Nos Tempos do Imperador, na Rede Globo, e A Terra Prometida e Jesus na Rede Record. Orã Figueiredo - ElencoEm 37 anos de carreira, Orã Figueiredo atuou no teatro, no cinema e na televisão. No teatro, são 42 espetáculos, sendo 40 no papel de ator e dois na função de diretor. Em 2003, recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator pelo espetáculo "O Que Diz Molero", com direção de Aderbal Freire Filho. No cinema, são 19 longas-metragens com destaque para os filmes "Júpiter" (protagonista), de Marco Abujamra, em 2019, e "O Primeiro Dia de Um Ano Qualquer", de Domingos de Oliveira, em 2012, com o qual foi indicado para o Prêmio de Melhor Ator no Festival do Rio. Na televisão, atuou em cinco novelas inteiras e em cerca de 20 séries com destaque para "Tapas e Beijos" (oito temporadas) e "Sob Pressão" (duas temporadas), na TV Globo, e "Sem Filtro" (uma temporada), na Netflix Isio Ghelman - ElencoAtor profissional desde 1985, atuou em mais de 60 espetáculos. Em 2015, recebeu o Prêmio APTR de Melhor Ator em papel coadjuvante por seu desempenho na peça A estufa, de Harold Pinter, com direção de Ary Coslov. Entre seus espetáculos de teatro mais recentes destacam-se: Julius Caesar – Vidas Paralelas, adaptação e direção de Gustavo Gasparani, a partir da obra de William Shakespeare, em comemoração aos 35 anos da Cia dos Atores, que lhe valeu uma indicação para o Prêmio APTR de Melhor Ator em papel coadjuvante; Coração de Campanha, de Clarice Niskier, com supervisão artística de Amir Haddad; Fim de Caso, uma adaptação de Thereza Falcão do romance de Graham Greene; Os desajustados, de Luciana Pessanha; O garoto da última fila, de Juan Mayorga; Ivanov, de Tchekhov; Até o final da noite, de Julia Spadaccini; Vianinha conta o último combate do homem comum, de Vianinha; Jacinta, de Newton Moreno; Novecentos, de Alessandro Baricco; Moby Dick, de Herman Melville; Traição, de Harold Pinter; O púcaro búlgaro, de Campos de Carvalho; Sonata de outono, de Ingmar Bergman; Nada de Pânico, de Michael Frayn e Memória da Água, de Shelag Stephenson, tendo sido dirigido por Aderbal Freire-Filho, Ary Coslov, Victor Garcia Peralta, André Paes Leme, Felipe Hirsch, Miguel Falabella, Domingos Oliveira, Enrique Diaz, Guilherme Piva e outros. Na televisão, esteve recentemente no ar na novela Fuzuê (TV Globo), de Gustavo Reiz, com direção artística de Fabrício Mamberti, no papel de Vieira e na série No Ano Que Vem, com direção de Maria Flor e Mari Macedo, no Canal Brasil. Esteve também no papel de Alípio na novela das 21h da TV Globo, Um lugar ao sol, de Lícia Manzo com direção artística de Mauricio Farias e também na minissérie Passaporte para Liberdade, de Mário Teixeira, uma parceria da TV Globo com a Sony Pictures Television, com direção artística de Jayme Monjardim, no papel de Herbert Katz. Entre 2015 e 2017, integrou o elenco do novo Zorra (TV Globo), com Direção Geral de Mauro Farias. Destacam-se também sua atuação na série Amorteamo, de Cláudio Paiva e Newton Moreno, com direção de Flávia Lacerda e nas duas temporadas de Aline, seriado exibido na TV Globo, dirigido por Mauricio Farias, no papel do psicanalista Yuri. Foi ainda o protagonista da série Gente Lesa, com direção de Alê Braga e Victor Garcia Peralta exibida no canal GNT. No cinema, além de ter atuado em diversos curta-metragens, fez recentemente o personagem Carlos no longa-metragem Domingo à Noite, de André Bushatsky, contracenando com Marieta Severo; Watson no longa-metragem Lucicreide vai para Marte, de Rodrigo César e Jerome em Querido Embaixador de Luiz Fernando Goulart. Fez ainda o personagem José no drama bíblico Maria, a mãe do filho de Deus, dirigido por Moacyr Góes e Norman Jones, pai de Stuart Angel Jones em Zuzu Angel, de Sérgio Rezende. Isaac Bernat - ElencoAtor, diretor e professor de interpretação da Faculdade Cal de Artes Cênicas. Doutor em Teatro pela UNIRIO. Autor do livro “Encontros com o griot Sotigui Kouyaté", Prêmio Botequim Cultural de ator por “Incêndios” de Wajdi Mouawad, direção de Aderbal Freire Filho. Prêmio Zilka Salaberry, pela direção de “Lili, uma história de circo” de Lícia Manzo. Prêmio Zilka Salaberry de melhor Texto com “Rosa e a Semente” com o grupo Pedras. Prêmio Coca Cola como ator em “As Aventuras de Pedro Malazartes”. Entre as suas encenações, destacam-se: “Projeto Mulheres da Palavra” “ Cora do Rio Vermelho” de Leonardo Simões, “ Tenho quebrado copos” de Ana Martins , “ O Encontro entre Malcolm X & Martin Luter King Jr” de Jeff Stetson, “Carolina Maria de Jesus - Eu Amarelo”, de Elissandro de Aquino, “ Deixa Clarear” e “ Por Amor ao Mundo - Um Encontro com Hanna Arendt” ambas de Marcia Zanelatto, e “ Calango Deu” de Suzana Nascimento. Como ator seus trabalhos mais recentes são: “Pá De Cal” de Jô Bilac, “agosto” de Tracy Letts, “Incêndios” e “Céus” de Wajdi Mouawad, “Cara de Fogo” de Marius Von Mayenburg, “Mulheres sonharam cavalos” de Daniel Veronesi e “Mão na Luva” de Oduvaldo Vianna Filho Gillray Coutinho - ElencoRecebeu os Prêmios Eletrobrás e Qualidade Brasil como Melhor Ator (Rio de Janeiro/2006 e São Paulo/2007) por O Púcaro Búlgaro. Indicado ao Prêmio Shell (Rio/2006) por esse mesmo trabalho. Indicado na categoria Elenco para o Prêmio Questão de Crítica/2015 em Vianinha Conta o Último Combate do Homem Comum. Atuou em outros mais de 20 espetáculos de teatro. Foi um dos fundadores do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, de Aderbal Freire-Filho (1990-1995) e um dos criadores da Companhia do Paraíso (1994-1998). Faz parte da Coordenação Provisória da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais – SBAT. Além dos espetáculos citados acima, atuou em outras diversas montagens assinadas por Aderbal Freire-Filho, tais como A Mulher Carioca Aos 22 Anos, A Paz Perpétua, Jacinta, Hamlet, O Que Diz Molero, Luzes da Bohemia e Estatuto de Gafieira. Entre espetáculos de outros diretores citam-se As Polacas A Alma Boa de Setsuan e Palhaços. Escreveu e/ou dirigiu espetáculos como Linda, Lear, Novas Histórias do Paraíso, Dança do Homem Com a Mala, Blues – Uma Fantasia em Três Atos. No audiovisual atuou em mais de 40 produções, entre novelas, séries e filmes, como A Vida Invisível (longa premiado na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2019 e indicado para representar o Brasil no Oscar 2020), Ricos de Amor, Pérola, Giovane Improtta, O Nome da Morte, Operações Especiais, Casa da Mãe Joana 2, Meu Nome Não é Johnny; A Grande Família, o filme; Os Normais 2, Impuros, A Grande Família, A Diarista, Mandrake, Os Suburbanos, Fantástico, Éramos Seis, Hebe, JK, Cordel Encantado, Arte do Artista e Magnífica 70. Milton Filho – ElencoAtor, Cantor, Diretor, Dançarino, Produtor e Arte-Educador. Carioca da Zona Norte, 42 anos. Milton Filho esteve entre os 50 melhores atores de 2019, segundo crítico e colunista da UOL Miguel Arcanjo pelo personagem “Benjamin - o Chefe dos Palhaços” do premiado musical “Chaves – Um Tributo Musical” e foi indicado como melhor ator ao 33° Prêmio Shell pelo espetáculo “ Joãozinho e Laíla - Ratos e Urubus Larguem Minha Fantasia”. Sua formação passa pelas oficinas da Lona Cultural Terra em Guadalupe onde viveu sua infância e adolescência e já na vida adulta, passou a dar oficinas de teatro livre na lona para retribuir tudo o que havia aprendido. Vem se destacando no meio teatral pela sua versatilidade. Esteve em cartaz em mais de 25 espetáculos, dentre eles os musicais: As Cangaceiras - Guerreiras do Sertão, Contos Negreiros do Brasil, Sambra, Zeca Pagodinho - Uma História de Amor ao Samba, Chacrinha - O Musical, As Mimosas da Praça Tiradentes, Orfeu, A Revista do Ano, É Samba na Veia - É Candeia, Amigo Cyro Muito Te Admiro, João do Vale, Zé Kéti - O Musical, Cabaré Dulcina, Um Rio Chamado Machado e muitos outros. Dividiu o palco com Ricardo Blat, Daniel Dantas, Maria Luísa Mendonça, Cláudio Tovar, Isabel Fillardis, Stepan Nercessian e muitos mais. Sendo dirigido pelos maiores diretores do Brasil como Aderbal Freire Filho, Sérgio Módena, André Paes Leme, Gustavo Gasparanni, Ernesto Piccolo, Márcio Vieira, Vilma Mello, Édio Nunes, Andrucha Wadington, Ernesto Piccolo, Fernando Philbert, José Pontes e Zé Henrique de Paula. Idealizou, produziu e dirigiu o musical, O Mar Serenou – Um Conto de Clara. Protagonizou em 2014 a Paixão de Cristo, sendo o primeiro Jesus Cristo negro em Vista Alegre. Já participou de 7 longas e 9 curtas. E em teledramaturgia estreou em 2019 na novela AMOR SEM IGUAL da Rede Record, como Chico, enfermeiro da casa de idosos. No streaming está na segunda temporada de Dom, como Alcione. No momento está no ar na novela Fuzuê, da Tv Globo, como Edgar.
PROJETO ARQUIVADO.