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PRONAC 243641Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Escola Afro-Rena

RENASCENCA CLUBE
Solicitado
R$ 554,7 mil
Aprovado
R$ 554,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a criação da Escola Afro-Rena aberta ao público, na sede do Renascença Clube, no Andaraí. Esta iniciativa tem como objetivo celebrar e promover a cultura afro-brasileira através da música, oferecendo aulas acessíveis e inclusivas. As atividades incluem tanto instrução prática quanto teórica, ministradas por profissionais qualificados e são complementadas por apresentações e eventos que visam enriquecer a experiência musical dos alunos e fortalecer os laços com a comunidade.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Geral Resgatar e preservar a cultura afro carioca por meio da música, valorizando sua rica tradição musical, reconhecendo-a como um elemento crucial da identidade cultural do Rio de Janeiro. ObjetivoS específicos Realizar oficinas de percussão e cordas para 90 pessoas;Realizar 2 apresentações / audições musicais apresentando o resultado final das oficinas;Realizar 2 ensaios abertos ao público.

Justificativa

A criação da Escola Afro-Rena na sede do Renascença Clube surge como resposta a uma demanda latente na comunidade local e como um compromisso em promover e celebrar a rica cultura afro-brasileira através da música. A região da grande Tijuca, no Rio de Janeiro, é marcada pela diversidade étnica e cultural, com uma forte presença da herança afro descendente, que se manifesta de forma expressiva na música e nas tradições locais. Este projeto é justificado pela necessidade de resgatar e preservar essa ampla cultura afro-carioca, reconhecendo-a como um elemento fundamental da identidade cultural do Rio de Janeiro. A música, em particular, desempenha um papel central nessa preservação, sendo uma forma de expressão ancestral que transmite histórias, valores e sentimentos ao longo das gerações. Ao oferecer aulas acessíveis e inclusivas de percussão e cordas para idosos e crianças/adolescentes da região, o projeto visa não apenas transmitir habilidades musicais, mas também fortalecer o senso de pertencimento e orgulho cultural entre os participantes. Além disso, as atividades complementares, como ensaios e audições abertos ao público, contribuem para enriquecer a experiência musical dos alunos e fortalecer os laços com a comunidade, promovendo um ambiente de celebração, respeito e colaboração. O Renascença Clube é um espaço reconhecido pela sua tradição cultural e de resistência a implementação do projeto não apenas atende a uma demanda identificada na comunidade, mas também se alinha aos valores de inclusão, diversidade e preservação cultural que são essenciais para o desenvolvimento social e cultural da região. O projeto atenderá o art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Em cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, o projeto cultural proposto atenderá os seguintes objetivos: I - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Em resumo, a Escola Afro-Rena desempenha um papel importante na promoção da diversidade, inclusão e preservação cultural na cidade do Rio de Janeiro. Ao celebrar a cultura afro-brasileira através da música, o projeto contribui para enriquecer a vida cultural da cidade e fortalecer os laços comunitários.

Estratégia de execução

PLANO DE COMUNICAÇÃO Como forma estratégica de divulgação e aproximação/interação com o público, serão adotadas as seguintes estratégias: • Articulação nas escolas e associações de moradores • Postagens em nossas redes sociais com fotos, posts • Contratação de uma empresa de marketing digital que organize e planeje as postagens e fique em contato direto com o público das redes sociais • Contratação de uma assessoria de imprensa a fim de divulgar as oficinas nos veículos de grande circulação • Afixação de 100 cartazes nas escolas públicas e equipamentos culturais • Afixação de 1 banner nas oficinas e no evento final • Realização de 05 spots de rádio. • Aquisição de 100 camisetas para divulgação do projeto

Especificação técnica

Projeto pedagógico em anexo.

Acessibilidade

PRODUTO: Aulas de música ACESSIBILIDADE ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todas as aulas acontecerão em locais adaptados a pessoas com deficiência, locais com rampa de acesso, banheiros adaptados e sinalização dando acesso amplo e irrestrito. Rubrica no orçamento: Não será necessário, pois o local já é adaptado. ACESSIBILIDADE ASPECTO COMUNICACIONAL: PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: partitura musical codificada em braile, caso tenha algum aluno inscrito com essa deficiência. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: material de apoio pedagógico PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: será disponibilizado intérprete de libras em aulas adaptadas e ensaios. Rubrica no orçamento: Intérprete de Libras, que fará a tradução simultânea das aulas. PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS INTELECTUAIS: Monitor ou profissional especializado para acompanhamento das pessoas com deficiências intelectuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Monitores. Produto - Apresentações Musicais/Ensaios Abertos ACESSIBILIDADE ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais onde acontecerão as apresentações serão adaptados a pessoas com deficiência. Rubrica no orçamento: não será necessário, pois o local já é adaptado. ACESSIBILIDADE ASPECTO COMUNICACIONAL: PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: teremos monitores para auxiliar o acesso, local reservado e demonstração das partituras em Braille. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Monitores (profissionais com experiência em atendimento a pessoas com deficiência visual, que farão a condução dos mesmos ao local reservado, distribuindo as partituras, relatando a apresentação e a adaptando no que mais for necessário. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: será disponibilizado interpretação de libras nas apresentações. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Intérprete de Libras, que fará tradução simultânea da apresentação, explicando as músicas todas, acordes e peculiaridades. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAIS: Monitor ou profissional especializado para acompanhamento das pessoas com deficiências intelectuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Rubrica Monitores. Todos os materiais de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, conforme inciso II e § 2º do artigo 27º da IN de 30 de janeiro de 2024 do Ministério da Cultura.

Democratização do acesso

Para garantir a democratização de acesso ao projeto da Escola Afro-Rena, vai adotar algumas estratégias: * Gratuidade para as aulas* Gratuidade na cessão dos instrumentos* Horários Flexíveis para as aulas, considerando as diferentes disponibilidades de tempo dos participantes, especialmente aqueles que trabalham ou estudam em período integral* Disponibilizar formulário online para inscrição nas oficinas* Parcerias com escolas e comunidades para identificar e alcançar potenciais participantes e garantir uma ampla representatividade na escola de música. *Atendendo ao disposto no Art.30 da instrução normativa nº 11, de 30 de janeiro de 2024 do Ministério da Cultura serão realizadas as seguintes ações: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

A proponente fará a gestão e realizará a função de Coordenação Administrativa , sendo também responsável pela gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Administrativa”. João Carlos Martin - Coordenador do Projeto Formado em engenharia elétrica pela Universidade Santa Úrsula, atua há 30 anos com administração pública no desenvolvimento de políticas públicas e projetos na área da educação, sustentabilidade, desenvolvimento regional, gestão de pessoas e planejamento. Suas experiências: Conselheiro do CREA-RJ; Membro do Conselho Diretor do CEFET-RJ; Diretor da Associação Fluminense de Engenheiros - AFEA; Vice-Presidente Cultural do Renascença Clube; Diretor de Infraestrutura da ASP Club Municipal; Membro do Conselho Deliberativo do Museu do Samba; Membro do Conselho Estadual de Direitos dos Negros- CEDINE - Governo do Estado do Rio de Janeiro; Membro do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro – COMDEDINE-RIO. Marcos Esguleba - Instrutor de Percussão O percussionista faz parte da Banda Muleke, de Zeca Pagodinho, há mais de 30 anos, uma década a menos do que o período em que “comanda” o ritmo na Unidos da Tijuca, sua escola de coração e onde também ostenta o título de baluarte do samba.É presença constante ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Paulinho da Viola, Roberto Carlos, Ney Matogrosso, Alcione e Chico Buarque. André Siqueira - Instrutor de Percussão Nascido no Rio de Janeiro começou seu aprendizado na música aos 13 anos,estudando violão erudito e bateria no Conservatório Brasileiro de Música. Anos mais tarde passou a se dedicar à percussão dando início à sua carreira acompanhando , em turnês e gravações, alguns artistas da nossa música popular brasileira e do exterior como: Carlos Lyra, Antonio Adolfo, Ivan Lins , Gloria Gaynor, Fafá de Belém, Dionne Warwick ,Simone ,Sandra de Sá, Mart'nália ,Maria Rita, Martinho da Vila, Ney Matogrosso , Hamilton de Holanda; entre outros. Marcio Hulk - Instrutor de Cavaquinho e bandolim É instrumentista referência na Música Brasileira, depois de décadas de carreira participando de projetos com artistas como Maria Rita, Chico Buarque, Fundo de Quintal, Bezerra da Silva, Altamiro Carrilho, Paulo Moura, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Exalta Samba, Ivan Lins, Leila Pinheiro e Elba Ramalho, entre tantos outros. Ganhador de vários prêmios como Prêmio Sharp e o Grammy Latino, por participar de obras de muitos artistas tocando no Brasil e no Mundo, o cavaquinista, nascido no Rio de Janeiro e posteriormente radicado em Niterói, iniciou sua carreira profissional em 1979, aos 14 anos de idade. Ao longo da década de 1980, Márcio Hulk já figurava entre "os maiores chorões do Rio de Janeiro", tocando ao lado de Raphael Rabello e Déo Rian em festivais do gênero. Fez parte da banda de Beth Carvalho de 1993 a 1999, além de excursionar com Alcione, Altamiro Carrilho, entre outros. Assinou o cavaco em alguns dos discos mais badalados da década, gravando com Soweto, Exaltasamba, SPC, Karametade, Swing e Simpatia, Os Morenos, Vavá, Elton Medeiros e Zeca Pagodinho. Claudio Jorge de Barros - Instrutor Violão 6 e 7 cordas Criador de um estilo próprio de tocar violão, se tornou referência no instrumento com o qual acompanhou - ao longo de cinquenta anos de carreira - nomes como Martinho da Vila, João Nogueira, Sivuca, Nelson Gonçalves, Wilson Das Neves, Cartola, Leila Pinheiro, Ismael Silva e outros. Foi integrante da alapositores da Vila Isabel fruto de sua participação como violonista no desfile da Unidos de Vila Isabel em 1988 quando a Escola se sagrou campeã com o enredo Kizomba, festa da raça. Em 2022 gravou um trabalho em duo com seu amigo de cinquenta anos, Guinga. Álbum dedicado as memórias suburbanas dos dois compositores e violonistas. Lançamento em janeiro de 2023. Ainda em 2022, Cláudio Jorge foi agraciado com o Prêmio Esperança Garcia, conferido pela Escola de Magistrados do Rio de Janeiro àqueles que de alguma forma colaboram na luta anti racismo. Armando Marçal - Instrutor de Percussão Nascido no Rio de Janeiro, começou na música aos 14 anos. É filho de Mestre Marçal, ,um dos maiores diretores de bateria de escola de samba de todos os tempos (atuou na Portela, Unidos da Tijuca e Viradouro), e neto de Armando Marçal. Nos EUA trabalhou com artistas como Pat Metheny, guitarrista, Paul Simon, cantor e compositor e Don Cherry, jazzista. No Brasil atuou ao lado de grandes nomes da música popular brasileira, como Gal Costa, Jorge Benjor, Caetano Veloso, João Bosco, Djavan, Vanessa da Mata, Chico Buarque, Blitz, Ivan Lins e Elis Regina. Introduziu percussão nos Paralamas do Sucesso e também foi integrante da banda de Lulu Santos. Mila Schiavo - Instrutora de Percussão Percussionista profissional, acompanha grandes nomes da Música Popular Brasileira, entre eles Caetano Veloso, possui uma escola de percussão e é profunda conhecedora do trabalho apresentado pelas baterias das Escolas de Samba. Ademir da Silva Reis - Instrutor de Bateria Ademir Batera, como é conhecido, é um percussionista brasileiro e integrante do grupo Fundo de Quintal. É conhecido como Ademir Batera.Começou a tocar com bandas de baile, mas só em 1980 foi tocar com um grupo, o Exporta Samba. Após a saída do grupo, tocou com artistas como Elza Soares, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Neguinho da Beija-Flor, Reinaldo, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Agepê, entre outros. Selma Ribeiro - Coordenação Técnica Graduada em Direito pela Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro, em 1994 e pós-graduada em 2013, em Projetos Sociais e Responsabilidade Social Empresarial pela Universidade Veiga de Almeida e certificação internacional pelo PMD PRO. Atuante no terceiro setor desde 2005, tendo como principais realizações: a coordenação administrativa do Instituto Jorginho Bola Pra Frente /RJ; a coordenação executiva do projeto “Formação Profissional de Jovens para Inserção Socioeconômica na Cadeia Produtiva do Turismo” – CUFA Central Única das Favelas/RJ / Ministério do Turismo; como analista de projetos na ASPTA – Agricultura Familiar e Agroecologia executando a manutenção da filantropia e certificados de utilidade pública Federal, Estadual e Municipal e na prestação de contas para agências financiadoras nacionais e internacionais (Fundação Ford, Actionaid, União Europeia, EED, Ministério do Meio Ambiente, Petrobras, Misereor e ICCO); como coordenadora administrativa financeira no Instituto Noos e atualmente como consultora de projetos socioculturais na Ás das Marcas, com foco na elaboração para leis de Incentivo, editais, gestão de projetos e prestação de contas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.