Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa realizar, em 2024 e 2025: oficinas, exposições permanentes e itinerantes (como a do município de Baia da Traição, onde está localizada a maioria das aldeias indígenas, que integram a Terra Indígena Potiguara, onde vivem cerca de 3093 representantes dos povos originários residentes, distribuídos na cidade e povoações) e cursos de capacitação. Este projeto está sendo apresentado no edital da Petrobras.
Exposições - Arte Indígena no CCSF: A exposição conta com uma seleção de aproximadamente 30 peças de diversas etnias de povos originários brasileiros, que teve como origem a exposição “Brasil: Arte Popular Hoje” realizada inicialmente em 1987 no Grand Palais (FR) com Curadoria da Museóloga Lélia Coelho Frota apresentando a diversidade da produção dos indígenas. Serão exibidas fotografias, instrumentos, esculturas e peças ritualísticas que estão presentes no acervo do CCSF, apresentando diferentes perspectivas sobre a história indígena no Brasil. Artistas Negras e Negros no CCSF: Em um país como o Brasil, onde racismo estrutural esteve e ainda está presente de forma constante na sociedade, percebe-se a necessidade de contribuir para evidenciar a importância do trabalho e das/ dos artistas negras/os para o cenário artístico não apenas no Brasil como em diversos lugares do mundo. Além das obras, nessa exposição pretende-se levar ao público também um pouco sobre a história de cada uma desses artistas e sobre os seus respectivos processos de criação artística. Gente Paraibana: Destacar algumas das características especificas das pessoas que nasceram e vivem na Paraíba, enaltecendo a cultura do estado. Através de ilustrações, vídeos e instalações pretende -se mostrar aos visitantes alguns dos hábitos e costumes compartilhados pelos paraibanos, como a forma de falar, de se divertir, de se vestir, de se alimentar, de produzir artisticamente etc. A exposição tem como objetivo também aproximar o público paraibano do Centro Cultural São Francisco, exaltando o orgulho de ser paraibano. Com esta exposição pretende-se ainda demostrar aos turistas aspectos da cultura da região que, muitas vezes, são desconhecidos para quem vem de fora. Exposição sobre a história do Centro Cultural São Francisco: O Centro Cultural São Francisco é uma das mais importantes instituições Culturais da Paraíba, além de funcionar em um dos mais destacados complexos de arte barroca da América Latina a instituição ainda abriga um acervo diverso, formado por obras de arte popular, arte sacra católica, arte sacra afro-brasileira, e arte contemporânea. Mamulengos: Esta exposição pretende levar ao público alguns aspectos relativos à tradição da confecção de mamulengos, um importante elemento da cultura popular brasileira. Um dos principais recursos utilizados para ilustrara essa narrativa serão bonecos mamulengos encontrados no acervo de arte popular do Centro Cultural São Francisco. No período da exposição ocorreram periodicamente apresentações de teatro de mamulengo. Mestre Guarany: Como forma de comemorar os 140 anos de nascimento de Guarany propõe-se a realização de uma exposição sobre a trajetória de uma carranca de madeira que foi produzida pelo artista e que hoje se encontra no acervo do Centro Cultural São Francisco. Na referida exposição será abordado o contexto de criação da carranca, na região do rio São Francisco, a importância do seu autor e as exposições das quais a peça participou no Brasil e no exterior até finalmente chegar ao Centro Cultural São Francisco. Palestras: As palestras “Compensação da pegada de carbono” e “Apoio a campanhas ambientais” serão compostas de vídeos em ambientes próprios, com um monitor para mediar um pequeno debate com os participantes após a exibição. Contará com alguns painéis interativos com games para fixação do conteúdo pelos participantes. A sala levará o nome de “PETROBRAS – a energia do futuro”, e contará com informações das pesquisas da empresa sobre energia limpa e o seu apoio a projetos ambientais. Oficinas Infantis: Oficina de isogravura: A isogravura é uma técnica de produção de gravuras na qual placas de isopor são utilizadas como matriz. Essa técnica se assemelha a da produção de xilogravuras, que utiliza placas de madeira gravadas para produção de imagens. Através de oficinas de isogravura pretende-se aproximar crianças do universo da produção de gravuras, ajudando-as a compreender como este processo ocorre através de ensinamentos teóricos e práticos. Ao final do processo cada criança será estimulada a produzir sua própria isogravura. Oficina de reutilização de papelão: Oficina de reutilização de pedaços de caixas de papelão como suportes para pinturas. Babaus ou Mamulengos? Esta oficina tem como objetivo ensinar o participante como produzir bonecos do tipo mamulengos a partir do reaproveitamento de matérias que seriam descartados, bem como ensinar os diferentes nomes do teatro de bonecos em diferentes regiões. Argila em abordagem interdisciplinar: Durante as oficinas os participantes poderão saber mais sobre a origem e composição da argila a partir do olhar da química e da biologia. Além disso os alunos também aprenderão como este material foi utilizado pelos mais diversos povos em suas atividades cotidianos ao longo da história e como este material foi utilizado na história da arte. Ao final da oficina os participantes poderão interagir com a argila, aprender técnicas sobre como modelar o material e ainda produzirão obras inspirados no conhecimento apreendido durante a oficina. Oficinas Adultos: Oficina de xilogravura: O Centro Cultural São Francisco possui em seu acervo xilogravuras de artistas de diversas regiões do Brasil. Tendo como mote essas peças, pretende-se realizar uma oficina de Xilogravura. O objetivo é oferecer ao visitante a oportunidade de adquirir tanto conhecimento teórico sobre o que são xilogravuras e como elas são feitas, como o conhecimento prático sobre como produzir uma matriz para confecção de xilogravuras. Oficina de reutilização de papelão: Oficina de reutilização de pedaços de caixas de papelão como suportes para pinturas. Babaus ou Mamulengos? Esta oficina tem como objetivo ensinar o participante como produzir bonecos do tipo mamulengos a partir do reaproveitamento de matérias que seriam descartados, bem como ensinar os diferentes nomes do teatro de bonecos em diferentes regiões. Além de aprender a confeccionar os bonecos, os participantes poderão ainda aprender um pouco sobre a história dos mamulengos e sobre os artistas que os produzem. Oficina de modelagem em argila: O objetivo desta oficina é oferecer ao participante a oportunidade de ter a experiência de trabalhar com a argila enquanto material para o fazer artístico. Durante as oficinas os visitantes terão acesso a algumas das possíveis técnicas utilizadas para modelar argila , além de serem estimuladas a despertarem seu potencial criativo através do uso deste material. Ainda nestas oficinas os participantes poderão conhecer um pouco do trabalho de artistas que utilizam este material na confecção de suas obras tomando como exemplo as obras de artistas como Cícera Fonseca da Silva, que possui trabalhos expostos em diversas instituições culturais dentre elas o próprio Centro Cultural São Francisco . Cursos: Curso de Noções de Restauro Curso de Formação voltado para professores da rede pública e guias de turismo Festival: Festival de Reis do Centro Cultural São Francisco Realizar o Festival de Reis do Centro Cultural São Francisco: encontro entre reisados, cavalos marinhos, bois de reis e lapinhas, que são manifestações da cultura popular e tradicional encontradas em diferentes municípios da Paraíba. Normalmente, esses folguedos são associados ao ciclo natalino e possuem alguns aspectos em comum nos seus enredos e temas, com uma elaborada riqueza de detalhes, sejam eles cênicos, musicais, coreográficos ou de figurino. Reunir grupos das culturas populares e tradicionais da Paraíba para comemorar o ciclo natalino, período importante para a lapinha, os reisados, os bois de reis e os cavalos marinhos, incentivando o intercâmbio cultural, a circulação dos folguedos, a valorização e o reconhecimento dessas tradições como formadoras da identidade paraibana. Seminário: SEMINÁRIO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL: PRESERVAÇAO DA MEMÓRIA
Objetivo geral: Promover a cultura no estado da Paraíba por meio de exposições, oficinas para crianças e adultos e cursos de capacitação, visando a dar oportunidades para aqueles que vivem na Paraíba, enaltecendo a cultura do estado. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Objetivo específico Desenvolver as seguintes atividades:oficinas para crianças e adultos; exposições permanentes e itinerantes (como a do município de Baia da Traição, onde está localizada a maioria das aldeias indígenas, que integram a Terra Indígena Potiguara, onde vivem cerca de 3093 representantes dos povos originários residentes, distribuídos na cidade e pelas povoações Akajutibiró, Cumaru, Forte, Galego, Santa Rita, Laranjeiras, Silva, Bento, Tracoeira, Vila São Francisco, Lagoa do Mato, Vila São Miguel); e cursos de capacitação. Manter o dia a dia do Centro Cultural.
O projeto é destinado a crianças, jovens, adultos em vulnerabilidade social e turistas. Nesse sentido o projeto justifica-se em receber o incentivo fiscal, pois ele se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 abaixo descritos. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Destaca-se que o projeto atende o objetivo do Art. 3° da da Lei 8313/91. Inciso I, alinea c I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
0 Centro Cultural São Francisco (CCSF) está localizado em João Pessoa (PB), e contribui para a disseminação da cultura e a formação artística dos paraibanos, diletantes e pesquisadores do Brasil e do mundo. Dentre as atividades de formação educacional já exercidas pelo CCSF, citamos: oficinas de conservação e restauro, oficinas de educação patrimonial, realização de recitais, exposições diversas, lançamento de livros e realização de feiras culturais. Avoante Paraibana, nome do projeto, é uma homenagem à ave da Mata Atlântica que é símbolo do estado da Paraíba. Ela se defende de predadores e obtém alimento com maior eficácia por viver em coletividade (por isso também é conhecida como pomba-de-bando). O seu hábito de viver em coletividade remete ao que buscamos trazer ao povo paraibano, pois a cultura é fruto da sabedoria de um coletivo. 0 objetivo principal do projeto Avoante Paraibana é promover a cultura no estado da Paraíba por meio de seis exposições com duração de dois meses cada, exaltando a identidade brasileira e nordestina, Tais eventos serão acompanhados por oito oficinas, quatro voltadas para o público infanto-juvenil e quatro para o público adulto, além de um festival de manifestações culturais regionais e um seminário de patrimônio histórico e cultural. Um espaço contendo duas palestras virtuais sobre educação ambiental as ações da Petrobras e calculadora de pegada de carbono também será montado para visitantes e cursistas. Como contrapartida social, serão realizadas duas exposições itinerantes (pelo interior do estado ou pela região metropolitana?) e dois cursos de capacitação na área cultural e economia criativa.As exposições possuem os seguintes temas: "Arte Indigena no acervo do CCSF" (seleção de aproximadamente 30 peças de diversas etnias de povos originários brasileiros); "Artistas Negras e Negros no CCSF" (contribuir para evidenciar a importancia do trabalho de artistas negras/os para o cenário artistico, como forma de combater o racismo); "Gente Paraibana" (exposição que destaca algumas das características específicas das pessoas que nasceram e vivem na Paraíba, enaltecendo a cultura do estado através de ilustrações, vídeos e instalações); "A história do Centro Cultural São Francisco" (0 CCSF é uma importante instituição cultural da Paraíba, além de funcionar em um dos mais destacados complexos de arte barroca da América Latina, e abriga um acervo diverso, formado por obras de arte popular, arte sacra católica, arte sacra afro-brasileira e arte contemporânea. ); "Mamulengos" (que leva ao público aspectos relativos à tradição da confecção de mamulengos, um importante elemento da cultura popular brasileira); e “Do Velho Chico ao Centro Cultural São Francisco: a saga de uma carranca esculpida por Mestre Guarany” ( exposição sobre a trajetória de uma carranca de madeira que foi produzida pelo artista e que hoje se encontra no acervo do Centro Cultural São Francisco). 0 conhecimento adquirido nas oficinas conduz ao desenvolvimento pessoal dos alunos, capacitando-os para uma vida mais digna e plena. Estas ações também auxiliam a reestruturar a cadeia da economia da cultura na região, com a formação de mão de obra qualificada para diversas áreas culturais, concorrendo para a melhoria das políticas de promoção do turismo e fruição do patrimônio cultural. Promove ainda o desenvolvimento de uma cadeia de economia criativa, especialmente entre pessoas e grupos que dela mais necessitam, transformando trajetórias pessoais e a vivência de uma cidadania mais plena por seus participantes.
Capa:Formato aberto:466 x 297 mm (lobada 6mm)/ Cartão Supremo Duo Design 300 g/m2/ 5x0 cores/ Acabamento:Laminação Fosca Total Frente e Dobra Miolo: Formato: 230 x 297 mm/ Papel:Couche fosco Off-set 90 m/g2/ 5x0 cores - Encadernação Hotmelt, colado.
Produto - Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade fisica - 0 espaço possui rampas móveis, por exigéncia do patrimônio histórico, que permitem acessibilidade para pessoas com deficiéncia fisica. Acessibilidade visual - Todas as exposicões terão um Intérprete de Libras disponivel conforme contemplado na planilha orçamentária, caso seja necessário. Os vídeos que fazem parte das exposições e mostras contarão com legendas e tradução em LIBRAS. Acessibilidade auditivos - Este item está contemplado na planilha orçamentária, caso haja algum participante cursante as oficinas, e curso capacitação que necessite acompanhamento de intérprete de libras, igualmente, será disponibilizada uma pessoa, conforme previsto no orçamento.O centro cultural inclui o atendimento a surdos em parceria com a Associação de Surdos de João Pessoa. Todos os videos que serão feitos no periodo do projeto terão legendas, narrados e com tradução em libras. OBS: Uma a cada 54 crianças é autista, dentre outras neurodivergências; contudo, é raro vermos familias de crianças neurodivergentes em eventos culturais, demonstrando a importância de se realizar uma sessão adaptada. Desse modo, as familias encontram atividades de lazer em um ambiente mais tranquilo. Pessoas neurodivergentes apresentam dificuldades de processamento sensorial, ou seja, elas são mais sensíveis a luz e sons, necessitando de adaptações ambientais para seu conforto. Sera oferecido um dia a cada mês nas exposições do centro cultural para receber esse público de forma mais inclusiva, onde a quantidade de pessoas no ambiente será limitada, evitando barulho e movimentação excessivos. Seminário/ Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Acessibilidade física - O espaço possui rampas móveis, por exigência do patimônio histórico, que permitem acessibilidade para pessoas com deficiência física. Acessibilidade visual - Todas as exposicões terão um intérpretes de Libras disponivel conforme contemplado na planilha orçamentária, caso seja necessario. Os videos que fazem parte das exposições e mostras contarão com legendas e tradução em LIBRAS. Acessibilidade auditivos - Este item está contemplado na planilha orçamentária, caso haja algum participante cursante nas oficinas, e curso capacitação que necessite acompanhamento de intérprete de libras, igualmente, será disponibilizada uma pessoa, conforme previsto no orçamento.O centro cultural inclui o atendimento a surdos em parceria com a Associação de Surdos de Jodo Pessoa. Todos os videos que serão feitos no periodo do projeto terão legendas, narrados e com tradução em libras.
Todos os cursos são gratuitos. No processo de seleção dos alunos, são levados em conta os critérios socioeconômicos dos candidados. São priorizadas no processo seletivo pessoas desempregadas, de baixa renda e com baixa escolaridade. Duas das exposições elencadas acima serão transformadas em itinerantes, percorrendo a região metropolitana para ampliar a abrangência da disseminação da cultura, especialmente entre o público que não possui a oportunidade de ir até a capital, João Pessoa, para fruir de tão relevantes atividades culturais. Dentre as localidades em que serão realizadas, destacamos o município de Baia da Traição, onde está localizada a maioria das aldeias indígenas, que integram a Terra Indígena Potiguara. Lá vivem cerca de 3093 representantes dos povos originários residentes, distribuídos na cidade e pelas povoações Akajutibiró, Cumaru, Forte, Galego, Santa Rita, Laranjeiras, Silva, Bento, Tracoeira, Vila São Francisco, Lagoa do Mato, Vila São Miguel. Para disseminar a riqueza da cultura da Paraíba e contribuir pela perpetuação das tradições, o Festival de Reis será transmitido parcialmente por redes sociais (Instagram e YouTube), tendo antecipadamente o lançamento de teasers com os bastidores da festa para despertar a curiosidade do público e incentivar uma maior audiéncia.Serão oferecidas 4 oficinas para público adulto e 4 para o público infantil. Todas as atividades são gratuitas e abertas para alunos de escola pública e pessoas e público em geral.Art. 28 da IN nº 1 de 2023 - dentre as ações recomendadas, o projeto se compromete a:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27,totalizando 20% (vinte por cento);IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil;
O proponente excutará a atividade do diretor geral do projeto, este valor corresponde ao item 14 da planilha orçamentário. Nome: Marcondes Silva Meneses - Diretor do Projeto Cargo: Diretor geral Formado em Técnico de Contabilidade pelo Colégio Santo Antônio,Graduado em Filosofia, Formado em Arquitetura e Urbanismo pelo UNIPE (Centro Universitário de João Pessoa – PB), com destaque e pesquisa em Bens Culturais e patrimônio histórico; Mestrado em Arquitetura e Urbanismo PPGAU- UFPB: especialização em Igrejas e Edificações históricas, Foi pesquisador do Laboratório de Pesquisa Projeto e Memória (LPPM) do Programa de Pós-graduaçao em Arquitetura e Urbanismo da UFPB, Atual Diretro Geral do Centro Cultural São Francisco, um dos maiores Cetnro de cultura, arte, artesanato e espaços museólogos da Paraíba, desde 2019; Pós-Graduação em Conservação e Gestão do Patrimônio Cultural – em andamento Nome : Kátia Helena Duque Rossi Cargo: Gerente do Projeto Graduada em Pedagogia pela Universidade Católica de Petrópolis, Pós-graduada em Pedagogia Empresarial pela Universidade Estácio de Sá, possui os títulos de MBA e Pós MBA Executivo em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. Atualemte é Colaboradora da Comissão de Bens Culturais da CNBB. Principais projetos desenvolvidos e em desenvolvimento: Inventário da Arquidiocese do Rio de Janeiro; Revitalização da Catedral São Pedro de Alcântara; Projeto do Inventário e da Musealização dos Bens Culturais da Associação São Vicente de Paulo; Criação do museu da Irmãs Vicentinas; Projeto Despertar para Música; Projeto de pesquisa DUTAPAT (Dutos Terrestres Submetidos a Altas Pressões e Altas Temperaturas) EMOOR 2 (Enhanced Mooring), parcerias com Petrobras, UCP, FDC; Padronização do programa DMOOR 1 e 2 (Enhanced Mooring) Projeto do Laboratório de ensaios mecânicos para Amarras "Offshore Chains", (LEMOC)(em andamento) DMCOMP (Dutos de Materiais Compósitos).
PROJETO ARQUIVADO.