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PRONAC 243687Expirado o prazo de captação parcialMecenato

Festival MANA 4ª edição

AILA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 5,44 mi
Aprovado
R$ 5,16 mi
Captado
R$ 3,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 3,00 mi

Eficiência de captação

58.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-05-24
Término

Resumo

O Festival MANA surgiu em Belém como uma proposta de evento inédito na Amazônia. Nasceu com o intuito de visibilizar o protagonismo das mulheres no mercado da música, sendo um evento precursor no norte do país. Desde então, o evento tem grande importância na criação de novos espaços de diálogo entre artistas do Pará e do Brasil. Estimula encontros inéditos e pioneiros, que reveberam para além da Região. Com 3 edições já realizadas, este projeto contempla a nova edição do festival, em um formato ainda maior, com foco em apresentações de música regional amazônica, como carimbó, brega e guitarrada, e convidadas de outras regiões, além de intervenções com artistas visuais amazônicas. O projeto conta ainda com atividades multidisciplinares, e terá 5 dias de duração, com shows, oficinas, painéis de debate, mostra audiovisual, feira de empreendedorismo e feira gastronômica.

Sinopse

APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS (SHOWS E POCKET-SHOWS) Ocupar o centro histórico com shows de música regional do Pará, da Amazônia: brega, carimbó, calypso, guitarrada, de grandes artistas locais e nacionais. Com acesso ao público de maneira gratuita. Em um total de 6 shows. E durante os 3 dias formativos do Festival, teremos 2 pocket-shows por dia, no local sede do evento. Com nomes expoentes da música regional do Pará e da Amazônia. Em um total de 6 pocket-shows. Com acesso gratuito, por ordem de chegada. Classificação livre EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAISO Festival MANA apresentará obras de artes visuais em de grande formato / escala, que interagem com o espaço onde acontecerá o festival.Serão selecionados 15 artistas brasileiras atuantes na Amazônia e no panorama nacional, sob curadoria de Roberta Carvalho. A curadoria se pauta na diversidade de olhares e na representatividade da região.A exposição terá dois dias de duração e pretende escolher obras em diversos formatos: video mapping, video performance, esculturas, fotografia, monumentos, etc. Classificação livre FEIRA GASTRONÔMICA E FEIRA DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL A Feira Gastronômica destaca a contribuição das mulheres na gastronomia regional paraense. Composta por dez estandes geridos por empreendedoras locais, a feira é uma vitrine das tradições culinárias e da inovação gastronômica do estado. Os visitantes encontrarão uma diversidade de pratos autorais preparados com ingredientes autênticos, demonstrando a riqueza e a variedade da cozinha paraense. Esta feira não apenas promove a cultura alimentar do Pará, mas também apoia e empodera mulheres no cenário gastronômico regional. A Feira Criativa é uma vitrine do empreendedorismo de mulheres que une sustentabilidade e inovação na utilização de matérias-primas da Amazônia. Este evento reúne dez mulheres empreendedoras locais cujos negócios são fundamentados nos princípios da bioeconomia, destacando o compromisso com práticas ambientais e sociais responsáveis. A feira não apenas oferece um espaço para estas mulheres comercializarem seus produtos, mas também atua como um fórum educativo, promovendo a conscientização sobre a importância de preservar a biodiversidade regional enquanto se apoia o desenvolvimento econômico local. Este evento celebra a força e a criatividade das mulheres na liderança de um futuro mais sustentável. Serão selecionadas 20 empreendedoras mulheres para compor as feiras de gastromia e empreendedorismo cultural. OFICINAS E PAINÉIS DE DEBATE O projeto oferece oficinas e painéis de debate, envolvendo temas como: produção musical, técnica de luz / som, produção audiovisual, entre outros. As oficinas e painéis são gratuitos. As oficinas são voltadas especialmente para mulheres, com inscrição aberta online no site do festival, e painéis de debate serão acessados pelo público geral por ordem de chegada, no local do evento. A divulgação será realizada na imprensa e nas redes sociais do festival. Ambas as ações serão direcionadas para públicos diversos, de acordo com o nível de familiaridade que estes possuem sobre o tema. Serão ofertadas 30 vagas para cada oficina. As oficinas terão, em média, carga horária de 6h a 12h. Serão ofertadas um total de 6 oficinas e 12 painéis de debate na cidade de Belém. Público alvo: Artistas, produtoras, público em geral interessado em música, audiovisual, artes visuais, entre outras áreas artísticas. MOSTRA AUDIOVISUAL A mostra audiovisual irá exibir curtas, médias e longas, filmes, documentários e videoclipes, que abordam a temática da música regional da Amazônia, com o intuito de difundir os saberes das mestras da culturas popular, e os expoentes da música regional do Pará. Serão selecionados 20 obras audiovisuais, todas dirigidas por mulheres. Com entrada gratuita, retirada de ingresso antecipada. Classificação livre

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo principal contribuir para a valorização e difusão da música amazônica, com toda a sua diversidade de estilos e ritmos, focado na música regional da Amazônia, produzido e protagonizada por mulheres, através da realização da 4ª edição do Festival MANA, o maior palco das artistas da música no Pará, com acesso à programação inteiramente gratuito. A arte como instrumento poderoso de mobilização, promovendo o debate e a desconstrução de conceitos universalizantes sobre a mulher. Colocar em prática a linguagem artística e a prática técnica entre artistas mulheres do Pará, da Amazônia e do Brasil, promovendo o intercâmbio de informação cultural da arte produzida por mulheres na região amazônica. Com o intuito de fomentar também o debate sobre o fortalecimento de mulheres no meio artístico cultural, e consequentemente na sociedade como um todo. Um evento com duração de 5 dias, sendo os 3 primeiros dias para ações formativas e exibição de filmes/clipes, composta por oficinas, painéis de debate e mostra audiovisual, e os ultimos 2 dias com shows de música regional, como carimbó, brega e guitarrada, além de intervenções de artistas visuais amazônicas, com shows musicais, feira de empreendedorismo e feira gastronômica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Festival - Estimular o consumo de música regional da Amazônia: brega, calypso, guitarrada, carimbó, feita por mulheres - Realizar 5 dias de festival com estrutura de médio e grande porte, adequada para atividades culturais formativas e artísticas, com um público estimado de mais de 15 mil pessoas. - Contratar em média 50 artistas para os 5 dias de programação com enfoque na música regional amazônica - Contribuir para formação de jovens consumidores de arte regional e popular - Realizar 2 dias de feira de empreendedorismo cultural e gastronômico com expositores locais, com enfoque no empreendedorismo protagonizado por mulheres; 1. Feira gastronômica, com enfoque na gastronomia regional, com média de 10 empreendimentos gastronômicos 2. Feira Criativa que apresentará uma curadoria de 10 empreendedoras locais que trabalham com matérias primas da região amazônica com foco na sustentabilidade e bioeconomia - Apoiar pequenos e médios artistas da região da Amazônia brasileira - Realização de diversas ações de sustentabilidade, tais como: 1. selo "Evento Neutro" e "Lixo Zero" em parceria com a associação "Composta Belém"; 2. parceria com o instituto ARAL - Associação de Catadores de Águas Lindas e Eccapan; 3. ativações com ações lúdicas voltadas para educação ambiental e consumo consciente do público. Apresentação Musical (Shows Música Regional) - Realizar shows de seis (6) artistas / bandas de música regional amazônica: brega, carimbó, guitarrada, calypso, protagonizada por mulheres amazônidas e brasileiras - Realizar pocketshows de (12) artistas / bandas de música regional amazônica: brega, carimbó, guitarrada, calypso, protagonizada por mulheres amazônidas e brasileiras Mostra Audiovisual - Realizar uma (1) mostra gratuita de produções audiovisuais da Amazônia (curtas, médias, longas, videoclipes), com obras criadas / dirigidas por mulheres - Exibir vinte (20) produtos audiovisuais Exposição de Artes Visuais - Realizar uma (1) exposição de artes visuais de mulheres artistas amazônidas, com intervenções urbanas em grandes formatos, que ocupará o centro histórico da cidade, durante os dois dias do Festival nas ruas - Exibir curadoria com a seleção de trabalhos / obras de vinte (15) artistas mulheres da amazônia Contrapartidas sociais - Oferecer, de forma totalmente gratuita, uma programação de 3 dias de formação e de negócios para o mercado cultural, com foco e protagonismo nas mulheres da música amazônica - Estimular a profissionalização e formação da cadeia produtiva da música e da cultura na região Norte, dentre eles profissionais da cultura, artistas, produtoras, técnicas e para mulheres de comunidades periféricas de Belém - Realizar oficinas/painéis de debate com profissionais de diferentes segmentos do mercado, debates com pautas sobre emergência climática e cultura na Amazônia - Realizar seis (6) Oficinas gratuitas com 30 vagas cada, nas áreas de produção musical, audiovisual e técnica - Realizar doze (12) Painéis de debate com 200 vagas cada, nas áreas de negócios da musica, indústria criativa, patrocínio e fomento, questões socioambientais, mudanças climáticas, empreendedorismo cultural, questões raciais e protagonismo amazônico.

Justificativa

O Festival MANA, realizado em Belém do Pará, constitui uma iniciativa pioneira e fundamental no cenário cultural brasileiro, especialmente no que diz respeito às mulheres na indústria da música da região amazônica. O Festival não apenas oferece uma plataforma para a que mulheres sejam reconhecidas e celebradas, mas também atua como um catalisador para discussões profundas sobre a importância da equidade de gênero no mercado cultural. Com uma programação protagonizada por mulheres, e que valoriza a música da região amazônica, o Festival MANA destaca as contribuições das mulheres no mercado da música, ao mesmo tempo que promove a equidade de gênero e o desenvolvimento de carreiras artísticas femininas. Este evento é aberto a todos os públicos, o que reforça seu papel educativo e inclusivo, apresentando a arte como um instrumento eficaz na mobilização social, debate e desconstrução de estereótipos. Além disso, o festival contribui significativamente para a economia local, fomentando o comércio, o turismo e a indústria de serviços em Belém. Ao proporcionar emprego e renda para uma vasta equipe técnica e artística, o Festival MANA demonstra o impacto positivo que iniciativas lideradas por mulheres podem ter em suas comunidades e além. Em resumo, o MANA não é apenas um evento de música, é uma afirmação de cultura, de direitos e de espaços de mulheres na sociedade. Por todas essas razões, justifica-se plenamente a realização e o apoio contínuo a este festival, que se estabelece como um marco no fortalecimento das mulheres na cultura regional e nacional. Com foco na formação, serão ofertadas oficinas gratuitas, que fortalecem mulheres em espaços amplamente ocupados por homens, como as oficinas voltadas para setores técnicos: luz, som, assistentes de palco). Os painéis convidam artistas mulheres, instrumentistas, compositoras, jornalistas, técnicas, produtoras para debaterem sobre o fortalecimento da mulher nas artes, na música, e na sociedade. Todos os cinco dias do festival acontecerão em espaço público, aberto, com acesso inteiramente gratuito. Com o intuito de fomentar a inclusão de artistas e grupos de música regional, as contratações para as apresentações musicais serão focadas em gêneros como carimbó (reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Brasil), brega, calypso e guitarrada. Assim, os investimentos públicos serão integralmente alocados para o apoio e a promoção do carimbó como patrimônio cultural, além dos ritmos regionais mencionados na Lei Rouanet. Este projeto, por ser totalmente gratuito, promove não apenas a geração de emprego e renda para uma ampla equipe técnica e artística especializada, mas também proporciona inúmeras contrapartidas sociais de maneira gratuita, que valoriza a diversidade da cultura popular local, fortalece os setores comercial, de serviços e o turismo cultural na região. Com o objetivo de direcionar recursos para a valorização dos patrimônios culturais imateriais e ritmos locais, solicitamos respeitosamente a aprovação desta proposta no artigo 18, a fim de maximizar as possibilidades de captação de patrocínios por meio do incentivo fiscal federal. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

O patrocínio deste projeto não será exclusivo via edital. Apenas 3 milhões será via edital da Petrobras, o restante (um poucos mais de 2,4 milhões, já que o valor total do projeto é 5.438.692,50) iremos captar normalmente.

Especificação técnica

SHOWSQuantidade: 6 Duração: durante os 2 dias de festival Quantidade de público: 15 mil pessoasLocal: Belém/PA EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS Quantidade: 1 Quantidade de artistas envolvidos: 15 Duração: durante os 2 dias de festival Quantidade de público: 15 mil pessoasLocal: Belém/PA OFICINAS (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) Quantidade: 6 Carga Horária de cada oficina: 6 a 12 horas Quantidade máxima de participantes por oficina: 30 pessoasLocal: Belém/PA PAINÉIS DE DEBATE (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS) Quantidade: 12 Duração: 1 hora por painél Quantidade máxima de participantes por painél: 200 pessoasLocal: Belém/PA POCKET-SHOWS Quantidade: 6 Duração: durante 3 dias de festival Quantidade de público: 350 pessoasLocal: Belém/PA MOSTRA AUDIOVISUAL Quantidade: 1 Quantidade de obras audiovisuais selecionadas: 20 Duração: durante 1 dia de festival Quantidade de público previsto: 250 pessoasLocal: Belém/PA

Acessibilidade

O projeto possui uma consultora e diretora de acessibilidade PCD que faz o planejamento e acompanhamento das ações de acessibilidade do festival com contratação de equipe de especialistas e de colaboradores PCDs. O objetivo é garantir que o Festival MANA seja realizado em locais que atendam as necessidades de acessibilidade dos portadores de necessidades especiais, de acordo com as normas vigentes, contando com rampas de acesso e reserva de espaços (área PCD), tanto nas ações formativas quanto nos dias das apresentações artísticas. A programação artística do Festival será realizada em espaço aberto, público, no centro histórico da cidade, onde serão disponibilizados banheiros químicos específicos para portadores de necessidades especiais. Em termos de acessibilidade de conteúdo o festival contará com libras durante toda a programação do Festival, para portadores de necessidade especial auditiva, promovendo ainda mais a democratização dos conteúdos culturais difundidos. Será também oferecido o serviço de receptivo especializado na comunicação e auxilio de pessoas com necessidades especiais. Abaixo as medidas de acessibilidade que serão adotadas no projeto por produto, em relação aos deficientes físicos ou com dificuldade de locomoção; aos deficientes visuais; deficientes auditivos e deficientes intelectuais.PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAISMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores treinados para fazer audiodescrição ao vivo, caso necessário.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender as necessidades. PRODUTO: MOATRA AUDIOVISUALMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: filmes selecionados com opção de audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: filmes elecionados com intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender as necessidades. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAISMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores treinados para fazer audiodescrição ao vivo, caso necessário.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: as obras não terão audios.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender as necessidades.

Democratização do acesso

O Festival MANA é um evento totalmente gratuito, e por ser um projeto realizado com recurso público, tem obrigatoriamente, um compromisso ético de retornar aos cidadãos de Belém, cidade de realização do festival, ações que fomentem o desenvolvimento local, tanto para público quanto para a produção cultural local com contratação de fornecedores e equipe experiente local. Sendo assim, o Festival levará oficinas de capacitação gratuitas para comunidades locais, que serão ministradas em locais de fácil acesso ao público em geral, com o intuito de fomentar na população local o interesse pelas artes, tanto como apreciadores quanto como sujeitos produtivos. De forma que a democratização de acesso está intrínseca à atividade e atende ao artigo 21, IX da IN nº 5/2017/MinC. Além disto, o acesso a todas as apresentações artísticas do festival é gratuito e livre para todos os públicos. O Festival irá disponibilizar na internet um vídeo doc, como registro audiovisual oficial do evento, no canal oficial do Youtube. Com o MANA, temos o objetivo de criar uma experiência transformadora e enriquecedora para as mulheres da música da Amazônia, criando intercâmbios fundamentais com outras regiões do Brasil, e realizando não apenas um Festival, mas oportunidades reais de crescimento e reconhecimento na cena musical amazônida e brasileira.

Ficha técnica

Direção Geral e Produção Executiva - 11:11 ARTE Responsável pela direção geral do projeto, organização de grupos de trabalho, cronogramas, objetivos, parcerias e gerenciamento de atividades das demais áreas envolvidas no projeto: comunicação, produção e técnica. AÍLA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS EIRELI, com nome fantasia "11:11 ARTE". Focada em produção cultural, a 11:11 realiza projetos na área cultural, desde 2011, que envolvam artes integradas, com foco principal em música e artes visuais, promovendo, através de projetos pioneiros, o intercâmbio e diálogo cultural entre a a Amazônia e o Brasil, bem como produzindo e realizando projetos dentro do Estado do Pará, assim colaborando para formação de público e difusão da arte e cultura nortista. Idealizou, coordenou e fez curadoria do Festival LÁ DO PARÁ, evento de artes integradas que reuniu diversos artistas do estado do Pará no SESC São Paulo em 2013. Fez a Coordenação Geral e Produção Executiva de todas as edições do Festival AMAZÔNIA MAPPING (desde 2013), pioneiro evento de arte e tecnologia na Amazônia, que integra o mapa dos raros festivais no mundo neste perfil. Idealizou e fez a curadoria do Festival VIVA BREVES (2014), importante evento de formação profissional e apresentação artística no Marajó que reuniu teatro, dança, música, culinária, fotografia e videomapping. Produziu o Projeto PROJEÇÕES DO FEMININO (2014), ganhador do Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais / MINC edital 2013, que circulou por 3 capitais da Amazônia Brasileira: Rio Branco (AC), Belém (PA) e Macapá (AP), levando intervenções visuais com projeção mapeada em fachadas de prédios históricos destas cidades. Fez a direção artística e produção executiva do CD O SOM DA AMAZÔNIA e Turnê Nacional de Lançamento (2013), de Mestre Solano, um dos maiores mestres da guitarrada paraense, projeto aprovado no Edital Natura Musical 2012 e 2013. Idealizou e fez a produção executiva do "MANA", um festival de música e feminismo, que acontece desde 2017, na cidade de Belém do Pará. O evento discute o protagonismo das mulheres na música e abre espaço para o debate e fortalecimento de artistas da Amazônia e do Brasil, através de mesas de debate, palestras, oficinas, shows, mostra audiovisual, intervenções urbanas e muito mais. Faz a gestão de carreira da cantora Aíla, que é um dos principais nomes contemporâneos da música brasileira que vem da Amazônia, e da artista visual Roberta Carvalho, destaque das artes visuais brasileira. Aíla - Diretora artística e curadora geral / musical Responsável pela curadoria geral e musical do projeto, escolha de formatos, conteúdos e formatação da programação formativa e artística. Direcionamento e acompanhamento de toda a montagem do Festival, aprovação de releases de imprensa e toda e qualquer divulgação do projeto. AÍLA é uma das principais vozes da música contemporânea da Amazônia. É fundadora e diretora artística de festivais pioneiros na Região Norte do país, como o MANA, que destaca o protagonismo das mulheres na indústria musical, e o AMAZÔNIA MAPPING, que integra intervenção urbana, música, artes visuais e tecnologia. Foi diretora musical da NAVE no Rock in Rio 2022, que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Suas letras falam sobre questões importantes, como gênero e feminismo, e de amor, da paixão a sofrência, embaladas pela música popular das bordas do país. Suas turnês já passaram por palcos como Coala Festival e Rock in Rio. “Sentimental", seu novo álbum, é uma imersão nos ritmos populares amazônidas, fincado na cultura brasileira. Site: http://www.ailamusic.com Roberta Carvalho - Diretora artística e curadora da exposição de artes visuais Responsável pela curadoria da exposição de artes visuais do projeto, acompanhamento da produção das obras que serão exibidas, escolha de formatos, conteúdos e formatação da programação. Direcionamento e acompanhamento de toda a montagem do Festival, aprovação de releases de imprensa e toda e qualquer divulgação do projeto. Artista visual, multimídia e diretora artística. Desenvolve trabalhos envolvendo vídeo, intervenção urbana, projeção, realidades mistas, instalação e projetos interativos. Formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará, fez mestrado em artes visuais pela Universidade Estadual Paulista. Foi vencedora do Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais, e participou de várias exposições e projetos nacionais e internacionais, como Brasil Futuro: As Formas da Democracia, HEALING - Life in Balance”, no @weltkulturen.museum em Frankfurt, Festival On_OFF 2019 (Itaú Cultural), Virada Cultural de São Paulo (2013 , 2016 , 2018 e 2019), Festival de Luzes de São Paulo (SP, 2018), Amazon Connection, Bruxelas-Bélgica, 2018, Arte Pará 2015, 2017 e 2019, Periscópio – Zipper Galeria (São Paulo, 2016), 7ª Mostra SP de Fotografia (2016), Visualismo – Arte, Tecnologia, Cidade (Rio de Janeiro, 2015), Festival Multiplicidade (2014), entre outros. Suas obras integram os acervos do Museu de Arte Contemporânea Casa das 11 Janelas (PA), Museu de Arte do Rio (MAR) e Museu da Universidade Federal do Pará. Além de artista, sua poética abrange atuações como artista-curadora e diretora artística em projetos que envolvem artes visuais, tecnologia e questões sobre o território amazônico. É criadora do Festival Amazônia Mapping, um projeto pioneiro de arte e tecnologia no Brasil. No Rock in Rio 2022, foi diretora artística e curadora da NAVE, uma instalação imersiva que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Foi curadora-adjunta da exposição Brasil Futuro: as Formas da Democracia (na edição Pará). Site: http://www.robertacarvalho.art.br

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.

2026-03-15
Locais de realização (1)
Belém Pará