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"Óculos de cor" contempla a montagem e temporada do espetáculo de teatro musical infanto-juvenil, livre adaptação do livro de Lilia Schwarcz, ganhador do Prêmio Jabuti 2023. Terá 2 atores protagonistas e 6 coadjuvantes e a trilha sonora será produzida especialmente para o espetáculo e executada ao vivo.
Alvo é um garoto cheio de energia, e está sempre com um assunto diferente na cabeça ― pode ser a história do Brasil, algum super-herói de uma série da TV ou a próxima viagem que vai fazer nas férias. Ele mora com a família em um bairro elegante, vai à escola todo dia pela manhã e, a despeito de ser um garoto curioso, pouco percebe sobre o mundo à sua volta, tão diferente do seu. Ebony adora fazer amigos e contar histórias ― e até contaria mais, se tivesse tempo. Com a agenda cheia, da aula de dança aos desenhos que adora fazer, a garota quase nunca para quieta. Seu mundo é grande demais! E ela está prestes a começar os estudos em uma nova escola, com professores e colegas que até então não conhecia. Quando Alvo e Ebony se encontram, uma jornada especial tem início na vida dos dois. Neste caminho, Alvo se dá conta de que o mundo é muito mais diverso do que ele imaginava e de que é possível “ver e enxergar” além das nossas próprias existências e com muito mais cores.
Objetivos Geral Realizar a montagem e a temporada do espetáculo teatral musical infanto-juvenil "Óculos de Cor". Objetivos específicos Realizar 24 apresentações do musical infanto-juvenil em teatro com capacidade de 300 lugares em média, na cidade de São Paulo; Contribuir para o fortalecimento das artes cênicas voltadas ao público infanto-juvenil, oferecendo um espetáculo de excelência artística e técnica; Gerar empregos no segmento das artes cênicas para atores, diretores, produtores, técnicos, músicos e outros profissionais do setor.
Apresentaremos ao público jovem o texto de uma autora nacional cujo reconhecimento de seu trabalho levou-a a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Acreditamos que, ao adaptar uma obra vencedora do Prêmio Jabuti de Literatura Juvenil iremos contribuir para a formação de público para as artes cênicas, pois leitores do livro serão atraídos para assistir, agora no palco, a história de Alvo e Ebony. O espetáculo irá reforçar a importância da reflexão sobre a branquitude e o racismo estrutural. Aplica-se aqui o que a autora, Lilia Schwarcz, afirmou sobre o livro: "um passo de uma jornada que nos leva, de fato, a ter atitudes que diminuam as diferenças na nossa sociedade". "Óculos de Cor" necessita do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para ser realizado pelos motivos que estão acordados aos itens abordados na Lei 8.313/91, conforme o Art. 1 da lei: "I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"; E conforme o Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) espetáculos de artes cênicas
Espetáculo musical infantil , com 1 hora de duração - 8 atores e 5 músicos em cena Palco italiano Teatro Fechado
Das Medidas de AcessibilidadeArt. 27. I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, commobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais eespaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas comdeficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturaisresultantes do projeto. PRODUTO : ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS (TEATRO MUSICAL) O TEATRO ESCOLHIDO SERÁ ACESSÍVEIS A TODOS (4) QUATRO SESSÕES COM INTERPRETE DE LIBRAS (2) DUAS SESSÕES COM AUDIODESCRIÇÃO EM TODO O MATERIAL DE DIVULGAÇÃO SERÁ INFORMADA A DISPONIBILIDADE DAS MEDIDAS DE ACESSO E TAMBÉM SERÁ FEITA UMA COMUNICAÇÃO ESPECIAL E DIRECIONADA PARA OS GRUPOS COM DEFICIÊNCIA
Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 30 da IN 01/2024 Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação doacesso: V- REALIZAR GRATUITAMENTE ATIVIDADES PARALELAS AOS PROJETOS TAIS COMO : ENSAIO ABERTO Será realizado um ensaio aberto, antes da estreia do espetáculo, com toda a estrutura de encenação: figurinos, cenário, luz, som, coreografias, músicas e interpretação, com cessão total dos ingressos disponíveis no teatro
A proponente realizará as seguintes funções: Coordenação de produção, direção de produção e coordenação financeira Coordenação Geral : S REZENDE PRODUÇÕES Autora : Lilia Schwarcz Adaptação: Carla Candiotto Direção Musical e trilha original : Gustavo Kurlat Direção Artística: Carla Candiotto Direção de Produção: Alessandra Trindade e Sílvia Rezende Produção Executiva : Murillo Sued Figurinista: Marco Lima Cenógrafo : Marco LIma Coreografia : Roberto Alencar Iluminação : Wagner Freire Elenco : a ser definido Fotografia : João Caldas Diretor de palco : Alex Sander CURRICULUNS ; AUTORA : Lilia Moritz Schwarcz é professora titular no Departamento de Antropologia da USP. Foi Visiting Professor em Oxford, Leiden, Brown, Columbia e Princeton, onde foi Global e Professora Visitante desde 2010. Em 2007 obteve a John Simon Guggenheim Foundation Fellow. E em 2010 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Científico Nacional. É autora, entre outros, de Retrato em branco e negro (1987. prêmio APCA), O espetáculo das raças (Companhia das Letras, 1993 e Farrar Strauss & Giroux, 1999), Racismo no Brasil (Publifolha 2001), As barbas do Imperador (1998, Prêmio Jabuti/ Livro do Ano e New York, Farrar Strauss & Giroux, 2004), A longa viagem da biblioteca dos reis (2002), O sol do Brasil (2008, Prêmio Jabuti categoria biografia 2009), Brasil: uma biografia (com Heloisa Murgel Starling; Companhia das Letras, 2015, indicado dentre os dez melhores livros prêmio Jabuti Ciências Sociais) e Lima Barreto triste visionário (São Paulo, Companhia das Letras, 2017). Coordenou, entre outros, o volume 4 da História da Vida Privada no Brasil (1998, Prêmio Jabuti categoria Ciências Humanas 1999) e a História do Brasil Nação. Mapfre/ Objetiva em 6 volumes (Prêmio APCA, 2011). Publicou com Lucia Stumpf e Carlos Lima A batalha do Avaí (Sextante, 2013, Prêmio ABL), com Adriana Varejão Pérola imperfeita: a história e as histórias na obra de Adriana Varejão (Companhia das Letras, Cobogó, 2014) e com Adriano Pedrosa o catálogo da exposição Histórias Mestiças (Cobogó e Instituto Tomie Ohtake, Jabuti melhor livro de arte 2016). Com André Botelho organizou duas coletâneas: Um enigma chamado Brasil em 2012 (Prêmio Jabuti 2010) e Agenda brasileira, em 2013. Foi curadora de uma série de exposições —A longa viagem da biblioteca dos reis (Biblioteca Nacional, 2002), Nicolas-Antoine Taunay e seus trópicos tristes (Museu de Belas Artes Rio de Janeiro, Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2008), Histórias mestiças (2015), Traições: Nelson Leirner leitor de si e leitor dos outros (Galeria Vermelho, São Paulo, 2015), Histórias da infância (Masp, 2016), Histórias da sexualidade (Masp, 2017). Desde 2015 atua como curadora adjunta para histórias e narrativas no Masp e é colunista do jornal Nexo. Gustavo Kurlat - DIRETOR E MÚSICAS ORIGINAIS Gustavo Kurlat é compositor, diretor musical, diretor teatral, dramaturgo e escritor, além de tradutor, educador e locutor. Atua nos segmentos de arte, cultura e educação, com projetos de teatro, cinema, música e publicidade em países como Brasil, Itália, Espanha, Estados Unidos, Uruguai, Argentina e Cuba. Em parceria com Ruben Feffer, compôs a trilha sonora do filme "O Menino e o Mundo", de Alê Abreu, concorrente ao Oscar 2016 de animação. É co-roteirista e compositor da trilha do longa-metragem de animação “Garoto Cósmico” (2008), de Alê Abreu. A trilha contou com as participações de Arnaldo Antunes, Vanessa da Mata e Raul Cortez, entre outros, e conquistou o primeiro prêmio no I Animage – Festival Internacional de Animação de Pernambuco. Na peça “Uma trilha para sua história” (2013), foi responsável por texto, roteiro e direção. Em parceria com Ruben Feffer, compôs a trilha, conquistando o prêmio APCA de melhor espetáculo de dança para crianças. Obteve também o prêmio Femsa de teatro infantil e jovem nas categorias Melhor autor e Melhor música original, além de ter sido indicado como Melhor diretor. Ganhou o Prêmio Shell de Teatro em 2004 pela música especialmente composta para "Pequeno Sonho em Vermelho". Em 2007 ganhou o prêmio Femsa de Teatro Jovem pela direção musical de “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde. Ganhou o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) pela direção musical de “Moinhos e Carrosséis” (1988) em parceria com Rogério Costa, e de “Antares” (1990), em parceria com Zero Freitas. Em parceria com Lorena Nobel, escreveu o livro “Quando Blufis ficou em silêncio”, lançado em 2014 pela Companhia das Letrinhas. O livro representou o Brasil na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha e foi finalista ao Prêmio Jabuti. Várias indicações aos prêmios Apetesp, Sharp, Panamco e Femsa Coca-Cola. Carla Candiotto - DRAMATURGIA E DIRETORA ARTÍSTICA Carla Candiotto, reconhecida como um dos principais nomes do teatro infanto-juvenil brasileiro, é atriz, diretora, autora, produtora teatral e fundadora da Le Plat du Jour, uma das principais companhias de teatro infantil do país, conhecida pelas adaptações dos contos tradicionais da literatura infantil como Cinderela, Alice no País das Maravilhas, Rapunzel, Peter Pan, Os 3 Porquinhos, Chapeuzinho Vermelho, Pinóquio e João e Maria; entre outros. Dirigiu também companhias como La Mínima, Circo Mínimo, Parlapatões, Pia Fraus, Cia Delas, Solas de Vento, Teatro Imprensa, Circo Amarillo, e outras. Dirigiu também, fora da Cia Le Plat Du Jour, entre outros, os premiados espetáculos Simbad, o Navegante e Canção dos Direitos da Criança. Recebeu cinco prêmios APCA e foi premiada oito vezes no Prêmio São Paulo de Teatro Infantil e Jovem (antigo Coca Cola) de melhor atriz, melhor texto, melhor direção e melhor espetáculo, além de ter recebido o Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2015, na categoria Arte para Crianças. Marco Lima - CENÓGRAFO E FIGURINISTA Premiado cenógrafo, figurinista e bonequeiro, com 30 anos de experiência em teatro, ópera, publicidade e eventos. Fundou em 1983, juntamente com Eduardo Amos, a Companhia de teatro de bonecos “A Cidade Muda”. Alguns trabalhos: Três Dias de Chuva, direção Jô Soares; Depois do Ensaio, direção Mônica Guimarães; Caros Ouvintes, direção Otávio Martins - Prêmio Shell 2014; O livro de Tatiana, direção de Bruno Garcia; O Grande Sucesso – musical, com direção de Diego Fortes. Criou cenário e figurino para projetos, com direção de Carla Candiotto, que foram premiados: Canção dos Direitos da Criança - Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem pelo Cenário; Cinderela Lá Lá Lá e Simbad, O Navegante - Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem pelo Figurino. Roberto Alencar Roberto Alencar é ator, bailarino, coreógrafo e artista visual.Atua na área artística há mais de 20 anos, e transita entre diversas linguagens: teatro, cinema, tv, dança contemporânea e performance.Como intérprete (ator e/ou bailarino) trabalhou com diretores (as) como Hector Babenco, Helena Ignez, Maurício Farias, José Possi Neto, Renata Melo, Cibele Forjaz, Elias Andreato, Marco Antônio Rodrigues, Sandro Boreli, Lu Favoreto, Sônia Mota, entre outros (as).Há oito anos é integrante do Coletivo Grua- Gentlemen de Rua. Como coreógrafo, diretor de movimento e/ou preparador corporal destacam-se os seguintes trabalhos:"Canção dos Direitos da Criança" - musical dirigido por Carla Candiotto."Lampião e Lancelote" - músicas de Zeca Baleiro, dirigido por Debora Dubois"O Casamento" - direção de Johana Albuquerque"Palavra de Stela" texto e direção de Elias Andreatto"Um beijo em Franz Kafka" direção de Eduardo Figueiredo"Testemunho líquido" direção de Erica Montanheiro"Cordel do amor sem fim" direção de Daniel Alvim"O que mantêm um homem vivo" com direção de Renato Borghi."Momo e o Senhor do Tempo" de Carla Candiotto."Morte e Vida Severina" com direção de Elias Andreato."Xandu Quaresma" direção de Débora Dubois."Pagu - Até Onde Chega a Sonda" de Martha Nowil com direção de Elias Andreato. Silvia Rezende Há trinta anos a produtora Sílvia Rezende vem desenvolvendo importantes trabalhos nas áreas teatro, música, eventos, publicidade e literatura. Dentre os projetos culturais realizados destacamos : Parque Musical – Patrocínio Vivo Instalado no Parque das Ruinas; Projeto Escola (2000 – 2003); Mauá o Imperador e o Rei - Direção: Sergio Rezende; Guerra de Canudos - Direção: Sergio Rezende; Lamarca : Direção: Sergio Rezende; O Homem da Capa Preta Direção: Sergio Rezende; Videobook, de Radamés Gnatalli (1999): Direção: Aloisio Didier No teatro : Um Pai (Puzzle) – com Ana Beatriz Nogueira (2015); Direção Guilherme Leme e Vera Holtz – CCBB Rio; Uma Relação Pornográfica (2014) - com Guilherme Leme e Ana Beatriz Nogueira; Direção Victor Garcia Peralta; Trágica. 3 (2014) com Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella e Miwa Yagizawa - Direção : Guilherme Leme Sem Medida : ( 2011–12) Direção Victor Garcia Peralta com Claudia Missura, Renato Scarpin e Flavia Guedes Seis Aulas de Dança em Seis Semanas ( 2011–12) - Direção Ernesto Piccolo com Suely Franco e Tuca Andrada, coreografia : Carlinhos de Jesus O Pintor ( 2010- 2011) – Com Antonia Frering, Gustavo Gasparani , Solange Badin – tradução Barbara Heliodora, adaptação João Emanuel Carneiro e direção de Guilherme Piva A Vida Que Pedi, Adeus (2009), de Sérgio Roveri; com: Ailton Graça e Vera Mancini – Produção executiva A Alma Boa de Setsuan (2008), de Bertold Brecht , Com: Denise Fraga, Ari França e outros - 5 indicações ao Prêmio Shell (Ganhador de Melhor Direção) - Produção executiva Entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.