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O projeto apresentado refere-se à itinerância do espetáculo de contação de histórias intitulado "Amadinho, o Reizinho do Sertão" de classificação indicativa livre.O objetivo é realizar 10 apresentações gratuitas no ano de 2025 em escolas públicas das cidades de Barra Mansa, Volta Redonda, Resende, Porto Real e Barra do Piraí. Como contrapartida social, após cada apresentação, realizaremos uma brincadeira interativa com o público, introduzindo palavras do vocabulário nordestino presentes na história. Nessa interação, a plateia será desafiada a adivinhar os significados, promovendo um debate esclarecedor sobre a linguagem do espetáculo e, evidentemente, prestando uma homenagem à rica cultura nordestina.
O projeto "Amadinho, o Reizinho do Sertão" busca promover a arte e a educação de forma lúdica e divertida para crianças, utilizando o teatro, a contação de histórias e músicas autorais cativantes. Além disso, tem como objetivo enaltecer a rica cultura do sertão nordestino, prestar homenagem ao renomado escritor Jorge Amado e estimular a reflexão sobre a influência dos meios de comunicação de massa em nossas vidas, incluindo o uso excessivo da internet. Sinopse:Amadinho, um garoto típico do sertão, vive uma infância ingênua e livre até se encantar por uma caixa mágica que reproduz imagens e sons: a televisão. A partir desse momento, sua vida se transforma completamente, sua cultura e estilo de vida perdem o interesse e apenas o que é mostrado na TV chama sua atenção.
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral do projeto "Amadinho, o Reizinho do Sertão" é realizar a circulação do espetáculo de contação de histórias em escolas públicas das cidades de Barra Mansa, Volta Redonda, Resende, Porto Real e Barra do Piraí. Serão realizadas 10 apresentações gratuitas, para crianças, professores e membros das comunidades escolares selecionadas. Também temos como objetivo promover uma brincadeira interativa e um bate-papo com a plateia ao término de cada apresentação e publicar um vídeo da apresentação no canal do YouTube da Cria Teatro Produções, com tradução em Libras e audiodescrição, e enviar esse vídeo para as escolas participantes, para uso didático em suas atividades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS : 1. Valorizar a cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão; 2. Democratizar e ampliar o acesso ao teatro, especialmente em regiões periféricas e interioranas; 3. Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; 4. Contribuir para a formação de plateia; 5. Gerar empregos no setor cultural e contribuir para o desenvolvimento econômico do país; 6. Realizar as 10 apresentações gratuitas planejadas em 2025, distribuídas da seguinte forma: • 02 (duas) em Barra Mansa; • 02 (duas) em Volta Redonda; • 02 (duas) em Resende; • 02 (duas) em Porto Real • 02 (duas) em Barra do Piraí. 7. Atender pelo menos 150 espectadores por apresentação, totalizando 1500 pessoas atendidas;
A história, escrita pela atriz e diretora Flávia Nascimento (pós-graduada em Artes Cênicas), durante o período de quatro anos em que participou como coordenadora dos projetos sociais "Um Caminhão para Ziraldo" e "Um Caminhão para Jorge Amado", pelo Centro Cultural Fundação CSN, via Lei Rouanet, viajando pelo interior do país, especialmente pela região do nordeste, homenageia a cultura popular brasileira genuína deste território e também traz a simplicidade da infância em uma atmosfera anterior à revolução tecnológica, onde a televisão, ainda preto e branco, era artigo de luxo e inacessível à população mais pobre. Em colaboração com Wellington Júnior, pernambucano e teórico do teatro, Doutorando do PPGAC-Unirio e supervisor do projeto, a narrativa destaca uma abordagem que enaltece a cultura do sertão, rica e diversificada. O personagem principal, Amadinho, presta homenagem a Jorge Amado e instiga a plateia a refletir sobre a influência dos meios de comunicação de massa em nossas vidas. Mesmo em um período anterior à revolução tecnológica, essa reflexão ecoa nos dias atuais, especialmente diante do uso excessivo da internet. Em seus mais de cinco anos realizando espetáculos em escolas do Estado do Rio de Janeiro, a Cria Teatro Produções, composta por Flávia Nascimento, Plínio Valiante e Vitor Macedo, oferece uma interpretação lúdica e interativa. A trilha sonora autoral, desenvolvida por Leandro Vilella, conhecido por seu trabalho nas bandas "Amplexos" e "Brincando que se aprende", recebe a preparação vocal de Ana Paula Pereira, licenciada em Artes pela UFRJ e em Música pela Faculdade Batista do Rio de Janeiro. Já a produção executiva será de Jefter Paulo, Bacharel em Produção Cultural pelo IFRJ. Com uma equipe capacitada, "Amadinho, o Reizinho do Sertão" tem como principal objetivo incentivar a valorização da cultura nordestina e promover a reflexão sobre o papel da tecnologia em nossas vidas, de forma leve e divertida. É importante ressaltar que o uso excessivo das tecnologias digitais na infância afeta significativamente o desenvolvimento cognitivo das crianças e pode acarretar uma série de problemas, como isolamento social, narcisismo, depressão, ansiedade e dependência. Nesse contexto, resgatar a brincadeira e a ludicidade se torna fundamental para contrabalançar os efeitos negativos desse mundo tecnológico em que vivemos, promovendo um desenvolvimento infantil saudável e equilibrado. Além de seus aspectos culturais, o incentivo nesta ação, por meio da Lei 8.313/1991, também tem um impacto positivo na economia criativa carioca. Este apoio é de suma importância para o seu pleno desenvolvimento, visto que esta produção artística é independente, ou seja, não possui vínculos com grandes produtoras e se enquadra no Art. 1° da referida Lei ao "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." Dessa forma, geraremos empregos e movimentaremos a cadeia produtiva do setor, contribuindo para o desenvolvimento econômico do território. Sendo assim, podemos alcançar mais pessoas e ampliar a capacidade de transformação que uma obra de arte é capaz de promover através de uma experiência cultural fundamentada em valores nostálgicos e significantes para a diversidade sociocultural das cidades selecionadas, especialmente em um contexto interiorano e distante do centro cultural metropolitano, onde as oportunidades de acesso a atividades artísticas são mais limitadas, compreendemos que levar o teatro para escolas municipais periféricas vai além do entretenimento. Representa uma oportunidade de acesso à cultura e à arte para crianças que, muitas vezes, não têm fácil acesso a essas experiências. "Amadinho o Reizinho do Sertão", não apenas proporciona diversão, mas contribui culturalmente para as cidades em questão, enriquecendo a vivência das crianças ao unir diversas perspectivas brasileiras em uma narrativa envolvente e inclusiva. Além de contribuir com o desenvolvimento cognitivo, emocional e social desses estudantes, estimulando a criatividade, a empatia e o pensamento crítico. Por fim, ao incentivar o projeto, o Ministério da Cultura, por meio da referida Lei, fortalece sua imagem institucional e reafirma seu compromisso com o desenvolvimento cultural brasileiro. Essa iniciativa está alinhada com os objetivos estabelecidos pelo Art. 3º do Decreto 11.453/23, a saber: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: AMADO, Jorge. O gato malhado e a andorinha Sinhá. Edição: 1ª edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. AMADO, Jorge. Capitães da areia. Edição: 1ª edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. SUASSUNA, Ariano. O santo e a porca. Edição: 35ª edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Edição: 39ª edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018. MATTOS, Sérgio. História da televisão brasileira: Uma visão econômica, social e política. Edição: 5ª edição. Petrópolis: Editora Vozes, 2010. SANTOS, Marília Paula dos. Ecos armoriais: influências e repercussão da música armorial em Pernambuco. Universidade Federal da Paraíba. Publicado em: 28 de dezembro de 2019. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/12809?locale=pt_BR. Acesso em: 10 de maio de 2020. <http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2007/resumos/r0259-1.pdf> Acessado em: 10 de maio de 2020. SILVA, Thayse de Oliveira. Os impactos sociais, cognitivos e afetivos sobre a geração de adolescentes conectados às tecnologias digitais. Revista Periódicos Eletrônicos em Psicologia. Publicado em: 2017. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862017000100009 . Acessado em: 18 de maio de 2020. JUCÁ, Beatriz; OLIVEIRA, Joana. Movimento Armorial, 50 anos do convite para que o Brasil mire as suas entranhas. El País Brasil. Publicado em 18 de outubro de 2020. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2020-10-18/movimento-armorial-50-anos-do-convite-a-que-o-brasil-mire-suas-entranhas.html. Acesso em: 13 de dezembro de 2020.
Duração do Espetáculo: 45 minutos. Público-alvo: Crianças, professores e membros das comunidades escolares selecionadas. Classificação: Livre. Quantidade de apresentações: 10. Distribuição: Gratuita. Estimativa de público por sessão: 150 pessoas. Estimativa de público total: 1.500 pessoas. Contrapartida social: Além da distribuição ser totalmente gratuita, após cada apresentação, iremos propor uma brincadeira interativa com o público, introduzindo palavras do vocabulário nordestino presentes na história. Nessa interação, a plateia será desafiada a adivinhar os significados, promovendo um debate esclarecedor sobre a linguagem do espetáculo e, evidentemente, prestando uma homenagem à rica cultura nordestina. Também publicaremos um vídeo da apresentação com audiodescrição e interpretação de Libras. Este vídeo será enviado para as escolas selecionadas, com o intuito de serem utilizados como atividades didáticas complementares. Sonorização: Dispomos de equipamentos de som adaptados para espaços alternativos, incluindo caixa de som, mesa de som e microfones headsets sem fio para o elenco. Cenografia: O cenário é composto por um biombo desmontável, tecidos e duas paredes de papelão, o que facilita sua montagem e a desmontagem, garantindo, assim, maior flexibilidade na escolha de locais. Dessa forma, a peça se torna versátil e adaptável a espaços alternativos, possibilitando apresentações em ambientes diversos.
Acessibilidade Física: 1. As escolas selecionadas para a realização do projeto serão instituições de ensino fundamental que possuam estruturas acessíveis, como rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos preferenciais, garantindo a acessibilidade para pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: 1. Em todas as apresentações, haverá a presença de um intérprete de Libras para atender pessoas com deficiência auditiva.2. Será produzido e publicado um vídeo da apresentação completa, com audiodescrição para pessoas com deficiência visual e interpretação em Libras para deficientes auditivos. Este vídeo será disponibilizado para as escolas selecionadas, com o propósito de servir como material didático complementar.3. Todo o material gráfico e promocional prévio do espetáculo destacará a presença do intérprete de Libras durante as apresentações.4. Os vídeos promocionais do espetáculo serão legendados. O proponente irá garantir que 100% das ações sejam acessíveis.
O projeto "Amadinho, o Reizinho do Sertão" contempla cinco cidades da região Sul Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, onde há pouca circulação de espetáculos e circuitos de artes. Sendo assim, com o objetivo de ampliar o acesso à cultura e à arte para crianças que, muitas vezes, não têm acesso a essas experiências, todas as apresentações serão gratuitas, em escolas da rede pública de ensino e contemplarão os alunos e os membros da comunidade escolar selecionada. Serão realizadas duas apresentações em cada cidade, totalizando 10 apresentações. Após cada apresentação, haverá uma brincadeira interativa e um bate-papo com o público, explorando a linguagem do espetáculo e a rica cultura nordestina. Além disso, adotaremos o inciso III do Art. 30 da Instrução Normativa MINC 11/2024, à saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. Dessa forma, nosso objetivo é facilitar o acesso de crianças de diferentes classes sociais para que possam desfrutar desta contação de histórias. Estimamos um público total de 1500 pessoas, com cerca de 150 espectadores por dia.
FICHA TÉCNICA: Texto/Direção: Flávia Nascimento. Elenco: Flávia Nascimento, Plínio Valiante e Vitor Macedo. Coordenação Geral: Plínio Valiante. Produção Executiva: Jefter Paulo. Pesquisa: Wellington Junior. Figurinista: Junio Nascimento. Preparadora Vocal: Ana Paula Pereira. Trilha Sonora: Leandro Vilela Intérprete de Libras: Expedito Stuart. Realização: Cria Teatro Produções. CURRÍCULOS RESUMIDOS: Flávia Nascimento - Texto, Direção e Atriz Atriz, diretora e dramaturga com 18 anos de carreira, portadora de Esclerose Múltipla, pós-graduada em Artes Cênicas, acumula 13 anos de experiência como professora de teatro. Lecionou em redes SESC e projetos sociais, incluindo o "Mais Cultura nas Escolas", um projeto próprio beneficiado pela Lei Federal. Há 6 anos, leciona no Teatro Gacemss, em Volta Redonda. Fundadora do Cordão Popular Companhia de Teatro, recebeu quatro troféus no Prêmio "OLHO VIVO", nas categorias: Direção, Dramaturgia, Espetáculo e Elenco, pelo espetáculo Solúvel, de sua autoria. Durante o período de 4 anos coordenou os projetos sociais "Um Caminhão para Ziraldo" e "Um Caminhão para Jorge Amado", pela Fundação CSN, via Lei Rouanet. Em 2018, fundou a Cria Teatro Produções, produtora de espetáculos teatrais voltados para o público infantil, além de projetos para o audiovisual. Seu curta-metragem "Olívia Olhos Gulosos" foi premiado como melhor curta-metragem no 3º Lab de Campanhas da Primeira Infância de 2021. Além disso, foi responsável pelo roteiro do documentário “O Experimental”, contemplado no Edital Retomada Cultural RJ 2. Plínio Valiante - Coordenação Geral, Proponente e Ator Ator, produtor e gestor cultural com 8 anos de experiência no mercado. Formado em Marketing pela UNESA, fundou a Cria Teatro Produções em 2018, produtora de espetáculos teatrais e audiovisual. Elaborador de projetos, possui propostas aprovadas nos editais "Cultura Presente nas Redes", "Lei Aldir Blanc", "Lei Paulo Gustavo", entre outros. Ao todo, são mais de 18 espetáculos apresentados. Tendo, como os mais relevantes, “Amadinho, o Reizinho do Sertão”, apresentado pela Cria Teatro Produções e que lhe rendeu o Prêmio Olho Vivo em 2021, categoria “Melhor Ator”; "Solúvel", espetáculo premiado e apresentado pelo Cordão Popular Companhia de Teatro. No audiovisual, produziu e atuou no documentário "O Experimental", contemplado no edital "Retomada Cultural RJ2". Em 2023, ingressou na Escola Sesc Artes Dramáticas para cursar técnico em teatro, tendo aulas com profissionais renomados do setor cultural, como: Tatiana Henrique, Renato Carrera, Miwa Yanagizawa, Hadassa Martins e Simone Kalil. Atualmente, também é o responsável pela produção e gestão dos grupos "A Super Trupe Divertida", formado por alunos da primeira turma da ESAD, e do "Grupo 2x1", ao lado de Jefter Paulo, fundador do Instituto Nossa Senhora do Teatro no Rio de Janeiro. Vitor Macedo - Ator Ator, produtor e fotógrafo com 7 anos de experiência. Formado em fotografia pela UNICSUL. Fez parte do corpo de elenco e da produção teatral da companhia Arte in Foco entre os anos de 2019 e 2022. Atualmente, é integrante dos grupos Cria Teatro Produções e Cordão Popular Companhia de Teatro. Recebeu o Prêmio Olho Vivo 2022, na categoria "Melhor Ator", pelo júri técnico. Também foi finalista no mesmo prêmio em 2020. Em 2023, ingressou no curso técnico de teatro na Escola Sesc Artes Dramáticas e realizou o curso de produção cultural do @cesso, realizado pelos idealizadores do Rio Webfest, maior festival de webseries da américa latina. Jefter Paulo - Produção Executiva Bacharel em Produção Cultural pelo IFRJ e pós-graduando em Divulgação Científica e Popularização da Ciência, pela FIOCRUZ. Integrou a equipe de produção da REDEPOP23 e da 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Membro fundador do Instituto Nossa Senhora do Teatro é ator, diretor artístico e de produção, autor, instrutor de teatro e corpo da Oficina Escola Nossa Senhora do Teatro. Atuou como professor de teatro pelo SESC do Engenho de Dentro, SESC Paraty – Cena ao Redor, no Projeto Mais Educação,pela Prefeitura do RJ, no Projeto Adolescer - pela Marinha do Brasil. Fundou com Ricardo Andrade Vassíllievitch, no ano de 2012 o Celeiro das Artes, na cidade de Paty do Alferes, e desenvolve um trabalho artístico e de preservação da história na região com o espetáculo Marianna Crioula – Um grito de resistência, em que atua e assina a produção executiva, a assistência de direção e a preparação corporal. Wellington Junior - Pesquisa Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Estética e Teoria do Teatro. Membro da equipe editorial da Revista Experimenta/o - revista da graduação em Teatro da Unirio. Bacharel em Estética e Teoria do Teatro na Unirio. Doutorando do PPGAC-Unirio. Mestrado do PGGAC-Unirio. Teórico do teatro, professor de teatro, crítico e pesquisador. Organizador do livro Memórias da Cena Pernambucana (Vol.1); Idealizador e organizador do Seminário Internacional de Crítica Teatral (ao lado da Renascer Produções Culturais); Ganhou o prêmio Minidrama da SP Escola de Teatro em 2010 (SP). Diretor artístico do grupo Coletivo (in) comum. Crítico participante da Residência Crítica da MIT-SP ( Mostra Internacional de Teatro de Sao Paulo) em 2020. Escreveu os seguintes textos teatrais: Sodomia Song, Dez Joanas D'Agreste, Os amores de Romeueinstein e Eu não sou João Caetano. Crítico colaborador dos sites: TeatroPe, Quarta Parede e Mostra Capiba de Teatro. Professor da Coart/Uerj dos cursos de Dramaturgia e Corpo Poético do Ator. Ganhador do prêmio de pesquisa científica da Unirio em 2017 com uma investigação sobre o simbolismo no Teatro. Ganhador do prêmio de incentivo acadêmico da Unirio em 2019 pelo projeto Artes Cênicas em Extensão da Unirio. Junio Nascimento - Figurinista Licenciando em Teatro pelo IFF Campus Campos-Centro, é ator, bailarino, dramaturgo, iluminador e figurinista com 11 anos de experiência. É integrante do Grupo Moinho Cênico e Co-fundador do Coletivo Lista Negra, teve destaque no Ciclo de Leituras Dramaturgia Negra - Palavra Viva em 2020. Ingressou no E.T. Martins Pena e na Escola Sesc Artes Dramáticas. Foi contemplado no edital Firjan Sesi 2023 com o musical "Reza a lenda... O bater de asas dos pés d'água". Com experiência em iluminação, assinou cenas de produções como “Quando a polícia para” e “Prometeu Br”. É assistente de iluminação em "Menina Mojubá". Ana Paula Pereira - Preparadora Vocal Formada em Licenciatura em Artes pela UFRJ, Licenciatura em Música pela Faculdade Batista do Rio de Janeiro e Administração de Empresas pela UFF de Volta Redonda. Com mais de 10 anos de experiência trabalhando em Barra Mansa, atuou como professora de música no Colégio de Aplicação UBM e regente do coral da Terceira Idade do Sesc, Coral do Clube Municipal, Coral Vozes do SEST SENAT, entre outros. Atualmente, leciona música na Casa de Cultura Arte in Foco e no Setas Studio. É cantora, professora e compositora, com suas composições reconhecidas no Projeto Cultural Sonora Compositora. Participou dos editais Cultura nas Redes 1 e 2, sendo contemplada. É diretora artística do documentário "O Experimental", sobre o artista Flávio de Carvalho, contemplado no Edital Retomada Cultural RJ 2. Além disso, compôs a trilha sonora do espetáculo "Solúvel”. Leandro Vilela - Trilha Sonora Leandro Vilela é guitarrista e membro fundador da banda Amplexos, produtor e educador musical, instrumentista e compositor. Trabalhou ao lado de grandes nomes nacionais como os de Lenine, Síntese, Marcelo Yuka, MC Marechal e Oghene Kologbo. Expedito Stuart - Intérprete de Libras Licenciado em Pedagogia pela UNOPAR, Pós-Graduado em Letras-Libras pela Faculdade Dom Alberto e atualmente cursa sua 2ª Licenciatura em Letras-Libras pela UNIASSELVI. Professor e Tradutor-Intérprete de LIBRAS no Teatro Celso Peçanha em Três Rios.
PROJETO ARQUIVADO.