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PRONAC 243713Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Música Boa

ANTONIO FAGNER LACERDA BARBOSA SILVA
Solicitado
R$ 111,6 mil
Aprovado
R$ 111,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PE
Município
Bonito
Início
2024-07-25
Término
2025-07-25
Locais de realização (1)
Bonito Pernambuco

Resumo

O Festival Música Boa reúne os músicos locais e os melhores artistas participantes de um programa de música regional (xote, xaxado, baião, forró pé-de-serra, brega) promovido por uma rádio comunitária do agreste pernambucano, a Rio Bonito FM 104,9. A apresentação, aberta ao público e com transmissão online com medidas de acessibilidade, busca dar oportunidade e visibilidade aos cantores do interior do estado de Pernambuco e fortalecer o trabalho musical de muitos profissionais, fomentando a participação popular e incentivando a produção cultural local.

Sinopse

O "Festival Música Boa" é uma iniciativa que visa celebrar os ritmos musicais característicos do agreste central pernambucano, além de promover talentos musicais dessa microrregião do nordeste, sendo uma plataforma de visibilidade de novos talentos musicais surgidos num programa de rádio comunitária, estendendo uma trajetória de sucesso que teve início com os projetos "Coisas da Terra" e o "Troféu Música Boa". O projeto teve sua origem em 2017, quando o radialista Fagner Lacerda lançou o programa "Coisas da Terra". Esse programa regional valorizava gêneros musicais nordestinos, como forró, baião, repente e xaxado, e abria espaço para artistas populares. Rapidamente, o "Coisas da Terra" atraiu uma audiência significativa e revelou uma demanda por espaços que permitissem aos artistas locais compartilharem seus talentos. O quadro "Coisas da Terra" foi criado convidando cantores locais para se apresentarem no programa de rádio e exibirem seus talentos como intérpretes e/ou compositores. Isso se tornou um ambiente de visibilidade para novos talentos e um espaço de experimentação e intercâmbio musical. Com o sucesso da iniciativa, o projeto ultrapassou as fronteiras da rádio comunitária, com cantores de cidades vizinhas se apresentando no programa e criando uma rede de intercâmbio cultural. O mundo digital ampliou ainda mais o alcance, atraindo uma audiência online que buscava se reconectar com suas raízes culturais. Canais como o YouTube, Instagram e Facebook se tornaram ferramentas poderosas para alcançar um público mais amplo. Com o objetivo de ampliar o alcance dos artistas e interagir de forma mais dinâmica com o público, o quadro "Coisas da Terra" evoluiu para o "Troféu Música Boa". Iniciado em outubro de 2019, se tornou espaço para revelação de novos talentos musicais do agreste central pernambucano. Os candidatos se inscreviam gratuitamente e passavam por uma seletiva conduzida por uma equipe técnica de jurados, incluindo músicos e compositores de várias regiões do Brasil. Aparticipação popular se dava através de votação na internet, com os pré-selecionados disputando a simpatia do público. Agora, com o "Festival Música Boa", nossa intenção é continuar a jornada musical. O festival terá duração de dois dias e sua programação contará com a apresentação dos participantes do Troféu Música Boa 2024 e com músicos locais como Leninho Filho, Maurício Ramalho, Sebastião Silva, Ewerton Guedes e Michele Fraguiny que tocam expressões regionais como o brega recifense (declaradao patrimônio imaterial do Recife em 2015), forró (cujas matrizes forma declaradas patrimônio cultural pelo IPHAN), e outros ritmos nascidos no território em tela. O festival terá produção musical de Manoelzinho do Acordeon, cantor, compositor e acordeonista, possui mais de 30 anos dedicados ao forró em suas distintas matrizes e esteve no palco ao lado de grandes nomes como Petrúcio Amorim, Dominguinhos. Genival Lacerda e Assisão. Na ocasião Manoelzinho irá captar material audiovisual para compor divulgação de sua carreira e elaboração de um DVD que contará com medidas de acessibilidade. O "Festival Música Boa" também reforçará seu compromisso com a acessibilidade. Medidas arquitetônicas, como rampas e corrimões, serão implementadas para facilitar o acesso ao local do evento. Profissionais capacitados estarão presentes para atender às necessidades do público com deficiência. Haverá uma área reservada para pessoas com dificuldades de mobilidade e para pessoas do espectro autista e outras demandas de sociabilidade. Este festival não pretende ser apenas uma vitrine para talentos emergentes; busca ser um evento que valoriza e promove a música como um meio de união e celebração cultural. Com um histórico de sucesso e crescimento contínuo, o "Festival Música Boa" tende a ser um ponto de encontro para amantes da música regional de todas as idades e um catalisador para a cena musical de Bonito, fortalecendo a herança sonora da região do agreste central e unindo a comunidade em torno da música. Também buscamos fomentar a economia local ao prever a contratação de serviços e profissionais locais, além disso, esperamos contribuir com a formação de novos públicos ao levar alguns cantores para apresentações nas escolas do município. Em diálogo com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, realizaremos em 2 (duas) escolas uma roda de conversa sobre produção musical, autoria e composição com alunos e professores de modo a tratar o tema em sua transversalidade pedagógica. A intenção é fomentar novos públicos e compartilhar o processo de criação musical.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realização do Festival Música Boa, com 2 (dois) dias de duração, promovido por rádio comunitária do agreste central pernambucano com apresentação aberta ao público, transmissão online com inserção de janela de intérprete de Libras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Realizar dois (2) dias de festival musical com acesso aberto ao público, incentivando a circulação de mais de mil (1.000) pessoas nos dois dias de festival promovendo a participação e fruição dos bens culturais.2) Promover a difusão cultural por meio de palestras formativas sobre composição musical como contrapartidas sociais em duas (2) escolas públicas da região beneficiando em média oitenta (80) alunos por escola, totalizando cento e sessenta (160) estudantes beneficiados.3) Criar uma (1) página permanente na internet com informações do festival, portfólio de artistas participantes, vídeos das apresentações como forma de criar novos canais de comunicação e promoção do trabalho artístico. 4) Promover a integração musical de gêneros musicais regionais (xote, xaxado, baião, forró pé-de-serra, brega) e divulgar o trabalho de mais de dez (10) artistas do agreste central pernambucano em início de carreira. 5) Realizar a transmissão online do festival, com medidas de acessibilidade comunicacional (janela de intérprete de Libras), alcançando em média três mil (3.000) viausalizações online.

Justificativa

A cultura é um elemento essencial para a identidade de uma região, e a música desempenha um papel fundamental nessa manifestação. A região do agreste central pernambucano é celeiro de músicos regionais como Alcimar Monteiro, Petrúcio Amorim, Flávio José e tanto outros que encarnam a poeticidade e musicalidade em versos e melodias de forrór, baião, xote e tanto outros ritmos. A região do agreste também é berço de inúmeros talentos musicais que enfrentam desafios para obter a merecida visibilidade. O "Festival Música Boa" surge como espaço de valorização de nossos ritmos musicais tradicionais e busca ser uma resposta à necessidade de reconhecer, valorizar e incentivar esses artistas locais, além de fomentar a profissionalização da cadeia musical e promover a aproximação das cidadãs e cidadãos às artes, proporcionando o contato com a diversidade de experiências estéticas e artísticas. Ademais, o munícipio de Bonito vem se destacando no cenário estadual com seu desenvolvimento turístico. Sabemos que produção cultural e desenvolvimento turístico possuem interrelação de promoção social, portanto, investir na profissionalização musical através de um festival terá impactos positivos no desenvolvimento econômico local. A cadeia produtiva em torno das duas ações gera empregos e mantém a economia regional ativa, permitindo bem-estar e perspectiva de vida para seus habitantes. Desenvolver um festival musical pode ser um componente importante no processo de desenvolvimento local. Bonito é referência-polo entre os munícipios que compõem a parte sul do agreste central pernambucano, o que faz da localidade um lugar de fluxos e trocas interculturais, fomentar um evento musical na cidade é dar visibilidade à diversidade e experimentação musical que pode surgir daí. O festival Música Boa é o resultado final de dois projetos anteriores: "Coisas da Terra", um programa de música regional que apresentava jovens talentos numa estação de rádio comunitária, e o "Troféu Música Boa" que premiava as melhores vozes em votação popular. Esses projetos ilustram nosso sucesso em dar espaço e oportunidades aos artistas locais e envolver a comunidade. A ampliação do projeto para um grande festival de música representa um passo significativo para a profissionalização da cultura local e o fortalecimento da economia criativa da região agreste. Além de impulsionar a cultura, nosso evento busca fomentar o turismo cultural, atraindo visitantes interessados na riqueza musical e artística do agreste pernambucano. Outro ponto a ser considerado é a oportunidade da profissionalização do próprio festival ao ter uma intervenção em espaço aberto e franqueado ao público e ao prever a construção de uma página oficial na internet. Com a criação do site damos perenidade à ação que poderá captar novos parceiros para ampliação de suas ações nos anos seguintes. Também fomenta a profissionalização técnica local ao gerar emprego e renda em atividades que demandam novas e constantes atualizações técnicas. Ao longo do ano o público e participantes poderão ter acesso a informações atualizadas, além de assistir as apresentações gravadas do festival. O site também poderá abrigar um mini-portfólio dos participantes de cada ano, de forma a dar mais visibilidade e promoção do trabalho dos artistas. Além disso, a plataforma abrigará textos informativos sobre os ritmos regionais, curiosidades e muita música. O festival Música Boa pode ser um grande captalizador do fomento à cadeia produtiva do audioviusal local. E a acessibilidade é ponto importante nesse processo. Nossa preocupação com a acessibilidade se reflete na inclusão de intérpretes de Libras nas transmissões e na consulta a especialistas para garantir que todos possam participar plenamente. Também estamos comprometidos em fomentar a economia local e promover a conscientização sobre a diversidade na sociedade. Também é importante destacar o modo como o projeto fomenta a cadeia econômica local ao contratar músicos e serviços locais em todas as etapas do projeto. Os cantores atuam no palco como profissionais da música e recebem seu cachê pelo serviço realizado. É o reconhecimento e incentivo para profissionalização da carreira de muitos que se iniciam naquele momento. Nossa proposta busca não apenas promover a cultura e a música local, mas também incentivar a inclusão social e a consciência sobre a importância da acessibilidade na sociedade. Acreditamos que o show final será um evento marcante, capaz de deixar um legado duradouro para a cultura e os artistas do agreste pernambucano. Com essa proposta, esperamos contribuir para a formação de uma sociedade mais inclusiva, consciente e conectada com sua cultura e raízes. A realização do festival em questão cumpre o desafio de promover a difusão dos artistas locais, além de incentivar o senso de pertencimento, a preservação e valorização dos elementos regionais. Ademais, cabe salientar que, devido as dificuldades de financiamento de eventos regionais e a carência de políticas públicas locais no setor cultural, o uso do Mecanismo de Incentivo permite que essa dificuldade seja amenizada quando promove a participação da sociedade local como membro coletivo de patrocinio. Desta forma cumpre-se quase a totalidade do preconizado nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 no que concerne à preservação, divulgação, valorização e desenvolvimento de bens de valor científico, notadamente cumprindo o disposto nos incisos: I: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V: salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII: estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX: priorizar o produto cultural originário do País. Além do mais, no que concerne ao Art 3º da referida Lei, a promoção do festival atende também aos incisos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O apoio da Lei permitirá que os incisos citados sejam atendidos por meio da reaização do festival, contribuindo para o desenvolvimento da produção cultural local. Com a promoção da rodas de conversa e fomração em escolas públicas da região buscamos ampliar o acesso a pontos importantes para a cultura regional.

Especificação técnica

Festival Duração: 2 dias Quantidade de público previsto: 1.000 Apresentações: Artistas locais, repentistas, trio de forró pé-de-serra entre outros Contrapartida Social - Roda de conversa Duração: 1 dia Quantidade de escolas atendidas: 2 Quantidade de alunos atendidos: 60 em cada unidade escolar (120 estudantes atendidos) Abordagem metodológica: As rodas de conversa abordarão o processo de criação, autoria e composição de letras e músicas. Buscará tratar o tema do ponto de vista da transversalidade pedagógica, dialogando com disciplinas como produção textual, história e literatura. Duração de até 1h30 com alunos e professores de escolas da rede púbçica de educação.

Acessibilidade

Formação com estudantes de escola pública (contrapartida social): Em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Bonito-PE serão escolhidas escolas ou outros espaços com medidas de acessibilidade como: Acessibilidade Física: O local para formação a ser prospectado terá acessibilidade para deficientes físicos como rampas, corrimões e banheiros adaptados, e terá um programa integrado atendendo a demanda de portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Em prospecção junto à Secretaria Municipal de Educação, ao se identificar estudantes portadores de deficiência visual, será preparado material audio-descritivo a ser disponibilizado previamente. Acessibilidade para deficientes auditivos: Será diponibilizado intérprete de LIBRAS devidamente capacitado cumprindo o preconizado em legislação federal e municipal, esta última obriga eventos sediados em espaços do poder executivo municipal a presença de um intérprete de LIBRAS. Festival cultural: O local de realização do festival será definido em parceria com a Secretaria de Obras e a Secretaria de Turismo locais. Acessibilidade atitudinal: Serão contratados profissonais capacitados para atendimento ao público com necessidades especiais para atuação durante os dias de festival; Acessibilidade comunicacional: Haverá a previsão da presença de intérprete de LIBRAS no palco principal do festival durante as apresentações. Será disponibilizado QR Code com audiodescrição das estruturas do evento e principais pontos de atração cultural; Acessibilidade física: Caso haja necesidade, serão confeccionadas estruturas provisórias de rampa e niveladores de piso para pessoas como deficiência de locomoção.

Democratização do acesso

Todas as ações realizadas serão gratuitas com acesso amplo e irrestrito, conforme capacidade do local. Caso seja realizado em espaço fechado, os ingressos serão disponibilizados na plataforma do Rodeador Cultural (www.rodeadorcultural.com) online mediante cadastro prévio. As rodas de conversa com estudantes de escolas públicas também serão gratuitas e o acesso se dará em parcerias com as escolas beneficiadas que definirão os critérios de indicação dos estudantes por meio de estratégia pedagógica de cada unidade escolar.

Ficha técnica

1) Nome: Fagner Lacerda.Função: Produtor artístico e membro da comissão julgadora.Currículo: Radialista e comunicador. Atua na Rádio comunitária Rio Bonito FM 104,9 onde conduz um programa de música regional. Desempenha funções de locutor e comunicador em estabelecimentos comerciais da região agreste pernambucana. 2) Nome: Silvanna Sales. Função: ApresentadoraCurrículo: Cursando último período de Marketing, atuou como locutora nas rádios Verdade FM (Bonito-PE) de 2009 a 2019; Rádios Liberdade (Caruaru-PE) de 2017 a 2018 e na Rádio Central Nordestina (Camocim de São Félix-PE) de 2004 a 2009. 3) Nome: Manoelzinho do Acordeon (Manoelzinho de Bonito).Função: Produtção musical e juradoCurrículo: Cantor, compositor e acordeonista, Manoelzinho possui mais de 30 anos dedicados à música, Manoelzinho do Acordeon carrega consigo as heranças da sonoridade nordestina, e encontrou no acordeon seu toque pessoal. Como integrante da banda Pisa na Fulô participou de programas no sudeste como Faustão, Xuxa e Heber Camargo. Também fez parte das bandas Quenga de Coco, Brucelose, Jorge de Altinho e Alcimar Monteiro. Com carreira solo hámais de 10 anos já dividiu palco com artistas renomados como Assisão, Domiguinhos, Petrúcio Amorim. 4) Nome: Isabely Maída.Função: Fotógrafa, responsável pela produção e divulgação das imagens oficiais do evento nas redes sociais e site.Currículo: Graduada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, estudante técnica de Produção Audiovisual e Licenciatura em Letras - Língua Espanhola (UFPE), atua nas áreas de fotografia e produção de conteúdo para redes sociais. 5) Nome: Jefferson Mariano. Função: Diagramador e responsável pela elaboração da identidade visual do projeto e construção de site.Currículo: Com experiência na área de designer gráfico, atua na liderança da agência de publicidade e marketing “Control+N” onde desenvolve trabalho de criação de imagens e motion para empreendedores no mercado. 6) Nome: Gleisson Alves. Função: Intérprete de Libras.Currículo: Possui licenciatura em Ciências Biológicas pela FAMASUL, Pós-graduação em Libras e Braile pela FACOL. Possui diversos cursos de capacitação na área de Libras, tendo atuado nessa função por 9 anos em escolas da rede municipal e estadual de educação. 7) Nome: Robson Cabral Função: Transmissão online Currículo:Proprietário da DJR Studio, produtora de conteúdo audiovisual. Atua no mercado há mais de 20 anos de experiência em produção de conteúdos para os mais variados meios de comunicação, além de transmissão de eventos para mídias sociais. 8)Nome: Lindoberg Campos. Função: Produção executiva Currículo: Com doutorado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio já coordenou projetos de extensão na área de audiovisual e cultura popular na Universidade Federal de Ouro Preto. Produz documentários voltados para valorização dos elementos linguísticos e culturais regionais do Brasil. Foi secretário-executivo do Congresso ALALITE Rio 2018 na PUC-Rio que contou com programação acadêmica e musical, como Danilo Caymmi, Bia Stutz e Grupo Sacra Vox. Coordenou e executou em Pernambuco, entre 2021 e 2023 projetos culturais através da Lei Federal de Incentivo à Cultura que visavam a publicação e distribuição de livros em escolas públicas do agreste central, oficina pedagógica para estudantes e capacitação para o corpo docente. Coordenou o núcleo de legendagem do Laboratório de Linguagens da UFOP, tendo legendado e coordenado ações de legendagem em material institucional e produzidos pela comunidade local. Mais informações: rodeadorcultural.com ou youtube.com.br/@rodeadorcultural

Providência

PROJETO ARQUIVADO.