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PRONAC 243724Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Festival Amazônia Queer

R. L. BOROVIK
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 175,3 mil
Captado
R$ 140,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

79.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Norte 2024 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Santarém
Início
2024-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Santarém Pará

Resumo

O Amazônia Queer é um festival que tem o propósito de fomentar e celebrar a expressão artística LGBTQIAPN+ na Amazônia. O projeto propõe a realização da segunda edição do Festival, em formato presencial, na Vila de Alter do Chão, Santarém/PA, em junho, mês em que se comemora o Dia Internacional do Orgulho LGBT+. Contempla 3 dias de shows de artistas LGBTQIAPN+ locais e da região, mostra competitiva de performances com premiações em dinheiro, rodas de conversa com objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia, uma feira criativa dando visibilidade aos empreendedores LGBTQIAPN+, uma área de exposição de artistas LGBTQIAPN+, desfiles de marcas e estilistas LGBTQIAPN+, curso de Produção Cultural com estratégias metodológicas para apoiar o protagonismo das pessoas LGBTQIAPN+, além da articulação do Fundo Amazônia Queer, de arrecadação de recursos para apoiar iniciativas e pessoas LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade. O Festival terá entrada gratuita.

Sinopse

O Amazônia Queer é um festival que tem o propósito de fomentar e celebrar a expressão artística LGBTQIAP+ na Amazônia. As atividades do festival consistem em shows de artistas da região ao lado de grandes nomes da cena LGBTQIAP+ nacionais, uma mostra competitiva com premiações em dinheiro e um fundo de arrecadação de recursos para apoiar iniciativas e pessoas LGBTQIAP+ em situação de vulnerabilidade social. Em maio de 2021, aconteceu a primeira edição do evento, online, e o presente projeto propõe a realização da segunda edição do Festival Amazônia Queer, agora no formato presencial em 3 noites de shows gratuitos, mostra competitiva de performances, rodas de conversa sobre as questões que envolvem a comunidade LGBTQIAP+ com objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia, além da articulação do Fundo Amazônia Queer. A segunda edição ainda irá trazer ao evento rodas de conversa, exposição, desfile, curso de Produção Cultural e uma feira criativa com artistas e empreendedores 100% LGBTQIAP+. Almeja-se realizar um evento com 100% de artistas LGBTQIAP+, mobilizar uma equipe com pelo menos 90% de pessoas LGBTQIAP+, promover uma plataforma para novos artistas LGBTQIAP+ e a oportunidade de serem orientados por nomes já consagrados na cena cultural amazônica e fomentar a criação de uma rede de apoio e colaboração entre organizações, coletivos e artistas LGBTQIAP+ na Amazônia. Todas as atrações serão gratuitas, tem classificação 12 anos, e contarão com recursos de acessibilidade.

Objetivos

Objetivo Geral: - Realizar o Festival Amazônia Queer na cidade de Santarém/PA, no mês de comemoração internacional do orgulho LGBTQIAPN+; - Realizar shows de artistas LGBTQIAPN+ locais e regionais; - Realizar a mostra competitiva, onde ocorrerá a seleção de vídeos e premiação em dinheiro; - Realizar um curso de Produção Cultural, preparando pessoas LGBTQIAPN+ para o mercado de trabalho na área; - Promover uma ação educativa de integração e enfrentamento ao preconceito e discriminação; - Promover desfiles, exposições e uma feira criativa, apresentando os trabalhos dos artistas LGBTQIAPN+ locais e da região; - Realização de um evento com 100% de artistas LGBTQIAPN+; - Mobilização de uma equipe com pelo menos 90% de pessoas LGBTQIAPN+; - Promover uma plataforma para novos artistas LGBTQIAPN+ e a oportunidade de serem orientados por nomes já consagrados na cena cultural amazônica; - Arrecadar, através do Fundo Amazônia Queer, recursos para organizações da sociedade civil que atuam com pessoas LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade social; - Fomentar a criação de uma rede de apoio e colaboração entre organizações, coletivos e artistas LGBTQIAPN+ na Amazônia. Objetivo Específico: 1) Produto APRESENTAÇÕES/SHOWS: realizar no mínimo 9 apresentações de artistas locais/regionais LGBTQIAPN+, durante 3 dias, com entrada gratuita. 2) Produto MOSTRA COMPETITIVA: promover o concurso de performance livre de artistas LGBQIAPN+ da Amazônia brasileira, com a temática "Os Corpos Queer Amazônidas e seus atravessamentos a partir da crise climática e o sufocamento midiático das populações tradicionais nortistas", com premiação em dinheiro para os 5 vídeos de trabalhos artísticos melhores colocados. 3) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar uma exposição de artistas locais/regionais LGBTQIAPN+. Uma das exposições será fotográfica, intitulada "ENSAIO VISUAL: O PROTAGONISMO E LIDERANÇA DAS MENINAS E MULHERES, NAS BEIRADAS DO BEIRADÃO", que versa sobre a perspectiva de gênero e sexualidade em movimentações culturais varjeiras, de autoria do Antropólogo Gabriel Rêgo Licata, após o festival a exposição ficará em exibição permanente no Núcleo de Pesquisa e Documentação das Expressões Afro-religiosas do Oeste do Pará e Caribe (NPDAFRO-UFOPA). 4) Produto FEIRA CRIATIVA: realizar uma feira com pequenos empreendedores e artistas locais/regionais LGBTQIAPN+. 5) Produto DESFILE: realizar desfile de marcas e estilistas locais/regionais LGBTQIAPN+. 6) Curso de Produção Cultural, voltado à formação de público na área cultural com plano pedagógico próprio e público-alvo composto prioritariamente por estudantes de qualquer nível escolar ou beneficiários de baixa renda; 7) Produto RODAS DE CONVERSA / CONTRAPARTIDA SOCIAL: sobre as questões que envolvem a comunidade LGBTQIAPN+, com objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia. FUNDO AMAZÔNIA QUEER: criar um Crowdfunding com o objetivo de arrecadar doações para a comunidade LGBTQIAPN+ na Amazônia. Serão selecionadas/apoiadas ao menos 5 iniciativas.

Justificativa

O Brasil é um dos países mais perigosos para a população LGBTQIAPN+ do mundo. A violência se expressa cotidianamente nas ruas, por meios dos insultos, piadas, agressão física e discriminação nos locais de estudo, de trabalho e de lazer e até mesmo na família. Os desafios enfrentados pela população LGBTQIAPN+ na Amazônia refletem dinâmicas culturais e geográficas particulares da região: pessoas indígenas, quilombolas, ribeirinhas, varjeiras que também se identificam com a comunidade LGBTQIAPN+ costumam ser as mais invisibilizadas, alvo de violência e excluídas das políticas públicas. Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) mostra que a cada uma hora uma pessoa LGBTQIAPN+ é agredida e, de acordo com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), em 2021 foram registrados 140 assassinatos de pessoas trans no país. Na Amazônia não é diferente. A violência se expressa cotidianamente nas ruas, por meios dos insultos, piadas, agressão física e discriminação nos locais de estudo, de trabalho e de lazer e até mesmo na família. Além disso, muitas camadas de preconceito e discriminação se sobrepõe: pessoas indígenas, quilombolas, ribeirinhas que também se identificam com a comunidade LGBTQIAPN+ costumam ser as mais invisibilizadas e alvo de violência. Ainda, sabe-se que o acesso à políticas públicas é precário na região, especialmente no que se refere à assistência social e saúde. A pandemia agravou a situação de LGBTQIAPN+s e intensificou problemas já enfrentados por gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis, intersexuais e por outras pessoas com distintas orientações sexuais e identidades de gênero. A pesquisa Diagnóstico LGBT+ na pandemia, realizada pelo coletivo #VoteLGBT em parceria com a Box1824, mostrou um impacto significativo da pandemia na saúde mental e financeira da comunidade. Doenças como depressão e ansiedade manifestam-se mais agressivamente entre a população LGBTQIAPN+, decorrente do convívio frequente com diversas formas de opressão. Por outro lado, a visibilização e fomento às expressões artísticas fortalece a população LGBTQIAP+, além de elevar a auto-estima e a integração com outros públicos. Não é a única, mas é sem dúvida uma importante ferramenta de combate ao preconceito e discriminação. A arte e o artivismo torna-se um precursor essencial quando intencionamos as movimentações culturais, políticas e a produção de conhecimento na região norte do Brasil. Dessa maneira, relacionar a agenda cultural com políticas de valorização do trabalho de pessoas LGBQTAIPN+ é uma ferramenta indispensável contra a produção da invisibilidade de corpos Queer nortistas. A relação que o Amazônia Queer estabelece, norteia como justificativa os seguintes pontos: 1) A visibilidade da produção cultural de pessoas LGBTQIAPN+ na Amazônia; 2) A empregabilidade de pessoas LGBTQIAPN+ na Amazônia; 3) A relação entre gênero, sexualidade, política e crise climática na Amazônia; 4) A movimentação artística das diversas camadas que constroem o sujeito Queer Amazônida; 5) A emergência e a singularidade de produtos artísticos com temáticas transversais na Amazônia. De acordo com a Lei 8313/91 o projeto se enquadra no Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Referente aos objetivos que serão alcançados com a proposta, transcrevo o trecho ao que refere-se o Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) No contexto da Amazônia, um festival LGBTQIAPN+ é especialmente significativo por conectar as comunidades locais a uma rede mais ampla de expressão cultural, promovendo a tolerância e a aceitação em uma região com uma rica diversidade étnica e cultural. Ao mesmo tempo, pode desafiar estereótipos e preconceitos, fortalecendo os laços entre diferentes grupos dentro da região amazônica. Por fim, o Amazônia Queer tem o potencial de influenciar políticas públicas, impulsionar debates e mobilizar a sociedade civil para promover a igualdade de direitos para a comunidade LGBTQIAPN+ na região amazônica.

Especificação técnica

1) Produto APRESENTAÇÕES/SHOWS: realizar no mínimo 9 apresentações de artistas locais/regionais LGBTQIAP+, durante 3 dias, com entrada gratuita. Cada show terá aproximadamente 60 minutos de duração, com cachê por apresentação, podendo ser banda, artista solo ou DJ. 2) Produto MOSTRA COMPETITIVA: realizar uma premiação em dinheiro para os 5 vídeos de trabalhos artísticos LGBTQIAP+ selecionados. Os valores da premiação: 1° lugar - R$ 2.000,00, 2° lugar - R$1.500,00, 3° lugar - R$1.000,00, 4° lugar - R$800,00 e 5° lugar - R$600,00. Serão selecionades e convidades jurades que possuam currículo artístico. Um deles será Gabriel Licata Rêgo, produtor do evento e que também produziu a primeira edição do festival em 2021, durante a pandemia de Covid19. 3) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: realizar uma exposição de artistas locais/regionais LGBTQIAP+. Serão previamente selecionades pela curadoria do evento, e ocuparão uma área do espaço com utilização das paredes. As peças expostas poderão ser comercializadas. 4) Produto FEIRA CRIATIVA: realizar uma feira com pequenos empreendedores e artistas locais/regionais LGBTQIAP+. Serão previamente selecionades pela curadoria do evento, e poderão oferecer diversos produtos como jóias e biojóias, roupas e acessórios, cosméticos, decoração, mobiliário, gastronomia, calçados etc. 5) Produto DESFILE: realizar desfile de marcas e estilistas locais/regionais LGBTQIAP+. Serão previamente selecionades pela curadoria do evento. Cada desfile terá duração de 40 minutos e serão apresentados em um único dia na programação. 6) Produto CURSO DE PRODUÇÃO CULTURAL: fomentar um curso de produção cultural, preparando pessoas LGBTQIAPN+ para o mercado de trabalho na área, totalizando 10 aulas, um mês de curso, duração total de 60h. 7) Produto RODAS DE CONVERSA/CONTRAPARTIDA SOCIAL: sobre as questões que envolvem a comunidade LGBTQIAP+, com objetivo conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia. Os palestrantes, serão previamente selecionades pela curadoria do evento, e serão abordados temas como preconceito de orientação sexual e identidade de gênero, exclusão, violação de seus direitos e dificuldade de acesso à educação e ao mercado de trabalho, enfrentamento da discriminação contra as pessoas LGBTQIAP+, entre outros. Alguns convidades: RAWI - multiartista bicha de 24 anos, da cidade de Santarém, PA, Amazônia. Lançou em 2021 o primeiro álbum visual do oeste paraense “Facão Que Abre os Caminhos”. Em 2022 lançou o single “PinkNCSJ”, participou do projeto sons do Pará da TV Liberal, se apresentou nos festivais como: Festival dos Rios, Amazônia de Pé, Se Rasgum e Psica. Em 2023 se tornou artista selo Natura Musical e venceu a categoria artista revelação no Prêmio Amazônia de Música. Val Munduruku - nascida em Jacareacanga, cidade banhada pelas águas azuis-esverdeadas do Rio Tapajós, é artivista e ativista, e a primeira do seu povo a assumir a homossexualidade. Faz parte da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós e do grupo musical Suraras do Tapajós. Participou da série exclusiva do Youtube “O Som do Rio”, lançado em 2022 ao lado de Maria Gadú. Sua postura atuante foi destaque nas últimas três Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP), na Espanha, Escócia e Egito, respectivamente. As rodas de conversa estarão na programação nos 3 dias de evento e serão gratuitas. FUNDO AMAZÔNIA QUEER: criar um Crowdfunding para arrecadação de recursos. Serão selecionadas ao menos 5 instituições que receberão esse recurso, previamente selecionadas e divulgadas.

Acessibilidade

1) Produto APRESENTAÇÕES/SHOWS:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. 2) Produto MOSTRA COMPETITIVA: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. 3) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. 4) Produto FEIRA CRIATIVA: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. 5) Produto DESFILE: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. 6) Produto CURSO DE PRODUÇÃO CULTURAL:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. 7) Produto RODAS DE CONVERSA?CONTRAPARTIDA SOCIAL:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais - Libras, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural. FUNDO AMAZÔNIA QUEER:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: audiodescrição, legendas, linguagem simples. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural.

Democratização do acesso

Os produtos da proposta serão oferecidos com gratuidade. Será adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN no 01/2023:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Roberto Largman Borovik - Coordenador Geral e financeiroConhecido por Borô, dirige desde 2011 o Espaço Alter do Chão, Centro Cultural de referência na Amazônia e a produtora e selo musical Alter do Som, que promove a música amazônica. A primeira edição do Amazonia Queer contou com apoiadores, como o selo Alter do Som. A produtora atua neste segmento desde 2018, com a realização do evento carnavalesco CarnaQueen. O projeto abraçou a comunidade LGTQIAP+ de Santarém de forma inédita e, em 2019, evoluiu para o CarnaQueer, que se repetiu no carnaval de 2020. Além de buscar lugares, pessoas ou instituições que se posicionam a favor da causa.Borô é Nascido em São Paulo, trabalhou como artista na Cia de Artes do Baque Bolado, Fractons Teatro-Circo, Grupo ARES, além de ter sido responsável pela programação circense das primeiras edições da Virada Cultural na cidade de São Paulo. Foi para Alter do Chão em 2008 e desde então participa da luta pela valorização do Carimbó na região. Foi idealizador e coordenador geral do Festival das Águas, que em 2016 reuniu diversos artistas em prol do aquífero de Alter do Chão. Em 2018 lançou o Selo Alter do Som, com o intuito de fortalecer e divulgar o Carimbó e outros ritmos amazônicos para outras regiões do Brasil e do mundo. Em 2021 lançou CDs, EPs e Clipes de diversos artistas regionais como Grupo Kuata de Carimbó, Suraras do Tapajós, Mestre Chico Malta, Dan Selassie, Família Galvão (do Mestre Silvan Galvão), Priscila Castro e Cristina Caetano. Realizou os festivais on-line Amazônia Queer e Alter do Som na Rede, além do estudo de viabilidade do projeto para receber circos itinerantes no Pq. da Juventude em São Paulo, capital, contratado pela O.S. Amigos da Arte, projeto inaugurado em 2022. RAWI - Produtor artístico e musicalRAWI é um multiartista queer de 24 anos, nascido e criado na cidade de Santarém, PA, Amazônia. Tem mais de 10 anos de vivência e trabalho com arte em várias linguagens, indo do teatro, poesia, artes plásticas, audiovisual a música. Lançou em 2021 o primeiro álbum visual do oeste paraense, participou do projeto sons do Pará da TV Liberal, se apresentou nos festivais como: Sairé, Amazônia em Pé, Se Rasgum, Psica, Festival dos Rios e CineAlter. É artista revelação do ano de 2023 no Prêmio Amazônia de Música e figura o corpo deartistas selo Natura Musical. Gabriel Licata Rêgo - Coordenador de Produção e CuradoriaMestre pelo Programa de Pós-graduação em Ciências da Sociedade (PPGCS), na linha de pesquisa, Sociedades Amazônicas, Sistemas Culturais e Sociabilidades, pela Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), vinculado ao Núcleo de Pesquisa e Documentação das Expressões Afro-religiosas do Oeste do Pará e Caribe (NPDAFRO), na linha de pesquisa, Memória, movimentos e população LGBTQIA+ na Amazônia, com bolsa da Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisa (FAPESPA). Além disso, tenho bacharelado em Antropologia pela (UFOPA). Ao longo dos anos tenho desenvolvido projetos relacionados às áreas de gênero, sexualidade, política, cultura, direito à cidades e comunidades amazônicas em Santarém - Oeste do Pará. Atualmente, faço parte do Projeto Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão: Guardiãs da sociobiodiversidade amazônica: Confluência de saberes nas relações entre humanos, não-humanos, paisagens e festividades nas comunidades de várzeas do Baixo Amazonas (PA), pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica (PROPIT-UFOPA). Sou Produtor Cultural e Audiovisual, procuro relacionar a antropologia, a cultura artística da Amazônia e a A(r)tivismo, para o fortalecimento, conservação e expansão das áreas protegidas, além da manutenção e disseminação da cultura Amazônida, trabalhando em conjunto com o desenvolvimento social, econômico e político. Um dos principais focos dos projetos culturais que executei é a empregabilidade, criação de renda e formação de produtores LGBTQIAPN+ da região Amazônica.. Val Munduruku - PalestranteValdinéia Sauré, 26, mais conhecida como Val Munduruku, tornou-se uma das lideranças do seu povo e da sua geração. É integrante da Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós (da qual é a atual presidente) de onde também faz parte do musical Suraras do Tapajós, primeiro grupo de carimbó do Brasil formado apenas por mulheres indígenas que trazem o protagonismo feminino na defesa das causas indígenas, ao tocar e cantar o carimbó (manifestação cultural paraense), com pautas voltadas para o direito da mulher, a defesa do território, o cuidado com o meio ambiente e a preservação dos povos originários. Integra o Engajamundo, organização de jovens que trabalha questões ambientais. Sua postura atuante foi destaque nas últimas três Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP), na Espanha, Escócia e Egito, respectivamente. Val também rompeu fronteiras dentro da aldeia ao ser a primeira mulher do seu povo a assumir sua homossexualidade. “Eu sou referência e recebo feedbacks muito bonitos de meninas e mães que me buscam para conversar”, conta. Hoje, ela vive em Alter do Chão, em Santarém, município do Pará, com a esposa Jaciara Borari, que também é ativista indígena. Além do ativismo e o musical, atualmente, Val tem trabalhado na divulgação da série documental O Som do Rio, produzida pela Maria Farinha Filmes para o YouTube. A produção traz a ativista e a cantora Maria Gadú em uma viagem pelo Rio Tapajós. Val também atua com consultoria e mentorias com projetos em organizações do terceiro setor. Gerlan Silva da Gama - Antropólogo e JornalistaFormado em Jornalismo e Antropologia com especialização em Docência do Ensino Superior e Metodologia do Ensino da Filosofia e Sociologia. Atualmente sou mestrando do programa de Pós-graduação em Ciências da Sociedade (PPGCS) da UFOPA. Tenho me dedicado por meio de minhas pesquisas mostrar uma outra visão das comunidades de várzea, estereotipadas por se localizarem em locais de difícil acesso e pela cultura particular. Como varjeiro/afroíndigena, me coloco no debate e na luta contra colonizadora usando instrumentos antropológicos e técnicas jornalísticas por meio da escrita para fazer frente às narrativas colonizadoras e buscando por meio de minhas pesquisas evocar a voz de um povo muito negligenciada em contar a sua própria história e falar da sua cultura como algo único e particular, não menos importante do que qualquer outra. Elizangela Santos de Araujo - Assistente ExecutivaGraduanda do curso de Antropologia vinculado ao Instituto de Ciências da Sociedade - ICS, pela Universidade Federal do Oeste do Pará - UFOPA, também vinculada ao Núcleo de Pesquisa e Documentação das Expressões Afro-religiosas do Oeste do Pará e Caribe (NPDAFRO), com bolsa da Fundação Arthur Bernardes (FUNARBE). Atuou como coordenadora e mediadora de leitura do grupo de leitura Ler o Brasil da Casa Sueli Carneiro. Busco constantemente a oportunidade de expandir meus conhecimentos, para que possa exercer o estudo etnográfico e etnológico com excelência. Possuo grande interesse em participar e realizar atividades relacionadas a projetos voltados para o estudo e ensino dos saberes locais da região amazônica, patrimônio imaterial da humanidade, também como no resgate de sua história e identidade através da busca dos incontáveis materiais deixados por seus ocupantes, estando muito empenhada em auxiliar no que for necessário para preservar e propagar conhecimentos ancestrais, principalmente na comunidades e territórios tradicionais, inspirando o máximo de pessoas sobre o valor de sua diversidade e singularidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.