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O projeto "Saberes da Amazônia" visa preservar e promover a riqueza cultural do Amapá, fomentando a interação entre gerações e valorizando saberes ancestrais. Realizado nos 16 municípios, o projeto oferece espaços de convivência para discussões sobre cultura, artesanato, culinária, música, dança e fitoterapia. Busca-se, ainda, estimular a inclusão social e representatividade de grupos historicamente marginalizados, garantindo acesso gratuito e universal às atividades.
O projeto "Saberes da Amazônia" é uma iniciativa inclusiva e abrangente que visa promover a preservação e o compartilhamento dos conhecimentos culturais e tradicionais do estado do Amapá. Com a missão de conectar diferentes gerações, o projeto cria espaços de convivência em todos os 16 municípios, oferecendo rodas de conversa, debates e atividades sobre cultura, artesanato, culinária, música, dança, fitoterapia e outros temas específicos da região. Além disso, busca estimular a interação e o protagonismo de agentes culturais representativos de diversos grupos sociais historicamente marginalizados, garantindo uma abordagem inclusiva que valoriza e preserva a diversidade cultural do Amapá. Com acesso gratuito em todas as localidades, o projeto busca proporcionar uma plataforma de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento dos laços comunitários, celebrando e protegendo os saberes ancestrais para as gerações presentes e futuras.
Objetivo Geral: Promover a preservação e valorização dos saberes culturais e tradicionais do estado do Amapá por meio do projeto "Saberes da Amazônia", estimulando a interação entre gerações e fomentando a inclusão social e cultural. Objetivos Específicos:1. Valorizar os Saberes Ancestrais: Reconhecer, respeitar e promover os conhecimentos tradicionais das comunidades amapaenses, preservando e difundindo práticas culturais, artísticas e terapêuticas. 2. Estimular a Integração Intergeracional: Criar espaços de convivência onde diferentes gerações possam trocar experiências, fortalecendo a interação entre idosos, adultos, jovens e crianças, e reconhecendo a importância do conhecimento transmitido pelos mais velhos. 3. Difundir a Cultura Local: Proporcionar rodas de conversa, oficinas e atividades que abordem aspectos como cultura, artesanato, culinária, música, dança e fitoterapia do Amapá, destacando suas peculiaridades e riquezas. 4. Promover a Inclusão e Representatividade: Estimular a participação e protagonismo de agentes culturais representativos de grupos historicamente marginalizados socialmente, como mulheres, pessoas negras, indígenas, comunidades tradicionais, LGBTQIA+, pessoas com deficiência e outros grupos minorizados. 5. Viabilizar Acesso Universal: Garantir a gratuidade e a acessibilidade em todos os municípios do Amapá, facilitando o envolvimento de toda a população interessada, independentemente de suas condições socioeconômicas. 6. Fomentar a Consciência Ambiental: Integrar práticas que valorizem a relação harmoniosa entre as comunidades do Amapá e o ambiente natural, promovendo a consciência sobre a importância da preservação da natureza e dos recursos naturais. 7. Avaliar Impactos e Resultados: Realizar avaliações regulares para medir o alcance dos objetivos propostos, coletando feedbacks dos participantes e analisando o impacto do projeto na preservação dos saberes e na integração comunitária.
O projeto "Projeto Saberes da Amazônia" visa construir um mundo melhor, promovendo interação entre gerações e valorizando a vasta sabedoria dos idosos para que se sintam reconhecidos e essenciais à comunidade. Será realizado no estado do Amapá, abrangendo os 16 municípios. Propõe-se a criar espaços de convivência onde rodas de conversa e discussões sobre cultura, artesanato, culinária, música, dança fitoterapia e temas específicos do Amapá serão promovidos. Busca-se aceitar a imperfeição como parte do crescimento comunitário, fortalecendo a resiliência das comunidades. A preservação dos conhecimentos ancestrais é crucial, pois está intrinsecamente ligada à história, cultura e identidade das comunidades. Entretanto, enfrenta riscos de extinção devido à globalização, mudanças climáticas, perda de territórios e falta de reconhecimento. Valorizar, respeitar e apoiar ativamente essas práticas tradicionais é essencial para garantir sua continuidade e contribuição para o bem-estar das comunidades locais e da humanidade como um todo. O Amapá, por sua localização geográfica e características específicas, já enfrentou desafios relacionados ao isolamento em relação ao restante do Brasil. Situado no extremo norte do país, o Amapá é geograficamente distante dos principais centros urbanos do Brasil, o que pode dificultar a conectividade e a integração logística com outras regiões. Sua localização na Amazônia, com vastas áreas de floresta tropical e rios, contribui para a dificuldade de acesso terrestre e a dependência de vias fluviais e aéreas para comunicação e transporte de bens. Essa situação geográfica única pode impactar diversos aspectos, como a logística de abastecimento, a prestação de serviços essenciais, a atração de investimentos e o desenvolvimento econômico da região. Em algumas situações, o isolamento geográfico pode levar a desafios adicionais na oferta de serviços de saúde, educação e infraestrutura, especialmente em áreas mais remotas do estado. A cultura ancestral do Amapá é marcada por cerimônias rituais, mitologia, música, dança, artesanato, além do conhecimento profundo sobre a fauna, flora e medicina natural. A arte indígena inclui pinturas corporais, elaboração de instrumentos musicais, cestaria, cerâmica e esculturas, muitas vezes com significados simbólicos associados à cosmologia, crenças espirituais e à relação com o meio ambiente. Apesar das influências da colonização, muitos elementos da cultura ancestral indígena ainda persistem no Amapá, principalmente entre as comunidades indígenas remanescentes, que lutam para preservar suas tradições, línguas e conhecimentos ancestrais em meio aos desafios da contemporaneidade. A valorização e o respeito pela cultura indígena são fundamentais para a preservação da diversidade cultural e histórica do Amapá e do Brasil como um todo. A perda dos ensinamentos e práticas da cultura ancestral representa um risco significativo para as gerações mais jovens. A falta de transmissão desses conhecimentos pode resultar na erosão e eventual extinção de tradições valiosas, sabedorias e práticas culturais únicas que enriquecem a identidade de uma comunidade ou região. Os saberes ancestrais são fundamentais para compreender a história, a conexão com a terra, a natureza, as práticas de cura, os rituais e a visão de mundo de uma determinada cultura. Quando esses conhecimentos não são transmitidos, há um risco real de desconexão entre as gerações, levando à perda de identidade cultural e à diminuição da diversidade cultural. Fatores como a rápida modernização, a influência de culturas dominantes, o afastamento das tradições em prol da tecnologia e da globalização, assim como a falta de interesse das gerações mais jovens em aprender e preservar os conhecimentos tradicionais, contribuem para esse risco. Sem a preservação ativa e a transmissão desses saberes, existe o perigo de que práticas culturais se percam irreversivelmente. Isso não apenas empobrece a diversidade cultural, mas também priva as futuras gerações de uma compreensão mais profunda de suas raízes, história e identidade cultural, enfraquecendo o tecido social e a conexão comunitária. É fundamental reconhecer a importância de preservar e transmitir os conhecimentos ancestrais para garantir que essas tradições continuem a enriquecer a identidade cultural e a sabedoria das comunidades para as gerações vindouras. Estratégias que promovam a valorização, documentação e ensino desses saberes são essenciais para manter viva a riqueza da cultura ancestral. O Projeto "Saberes da Amazônia" tem como objetivo estabelecer uma conexão sólida com cada município do estado do Amapá, abrangendo os 16 existentes. A estratégia central é articular e colaborar com agentes locais em cada uma dessas áreas, a fim de criar espaços de convivência que possibilitem rodas de conversa e discussões sobre diferentes aspectos culturais, artísticos e terapêuticos específicos do Amapá, como cultura, artesanato, culinária, música, dança e fitoterapia. Essa abordagem busca promover uma integração efetiva e significativa entre gerações, reconhecendo e valorizando a rica sabedoria dos idosos, enquanto contribui para a vitalidade e identidade cultural de cada município da região amapaense. O povo do Amapá preserva a natureza por meio de práticas culturais e valores intrínsecos à sua identidade. Compreendendo a importância vital da Amazônia, a população amapaense mantém uma forte conexão com a natureza, valorizando-a como fonte de vida, sabedoria e subsistência. Por meio de tradições ancestrais, como a pesca sustentável, técnicas de agricultura de subsistência e o uso consciente dos recursos naturais, as comunidades do Amapá mantêm uma relação harmônica com o ambiente ao seu redor. O "Projeto Saberes da Amazônia" se destaca como uma iniciativa vital na proteção e transmissão dos conhecimentos ancestrais, oferecendo uma abordagem multifacetada para combater a possível perda dessas tradições culturais. Ele cria espaços de convivência que permitem a interação entre diferentes faixas etárias, facilitando a transmissão de saberes dos mais velhos para os mais jovens. Essa troca intergeracional é crucial para preservar e manter viva a riqueza das tradições e sabedorias locais. A abordagem do "Projeto Saberes da Amazônia" inclui uma ênfase na fitoterapia e em práticas terapêuticas tradicionais. Ao educar sobre os benefícios e uso de plantas medicinais, não só se promove a saúde, mas também se preservam os conhecimentos sobre esses recursos naturais valiosos. Essas ações são fundamentais para incentivar a preservação da identidade cultural local, estimulando um sentimento de orgulho e pertencimento entre as gerações mais jovens. Por meio dessas estratégias, o projeto não apenas protege os saberes ancestrais, mas também assegura que as futuras gerações tenham acesso e compreensão das tradições culturais únicas do Amapá. O financiamento do "Projeto Saberes da Amazônia" é crucial por diversos motivos essenciais. Primeiramente, o projeto visa preservar a riqueza cultural e ancestral do estado do Amapá, promovendo a transmissão de conhecimentos, tradições e práticas únicas da região. Além disso, ao criar espaços de convivência intergeracionais, o projeto fortalece os laços entre diferentes faixas etárias, promovendo a coesão social e o respeito mútuo. A discussão sobre fitoterapia resgata saberes tradicionais, contribuindo para a saúde comunitária e o bem-estar. A valorização do artesanato local não apenas preserva tradições, mas também pode impulsionar oportunidades econômicas sustentáveis. Ao apoiar essa iniciativa, está-se valorizando a diversidade cultural, promovendo o desenvolvimento socioeconômico e investindo no legado cultural duradouro das comunidades amapaenses.
Projeto Pedagógico: "Saberes da Amazônia" Objetivos Educacionais:Preservar e compartilhar os conhecimentos culturais e tradicionais do Amapá. Promover a interação entre diferentes gerações, valorizando os saberes dos idosos. Criar espaços de convivência nos 16 municípios do Amapá. Oferecer atividades sobre cultura, artesanato, culinária, música, dança, fitoterapia e temas específicos da região. Estimular a participação e protagonismo de agentes culturais representativos de grupos socialmente marginalizados. Metodologia e Estratégias de Ensino-Aprendizagem:Aulas expositivas sobre temas culturais e tradicionais do Amapá. Dinâmicas de grupo para estimular a interação entre os participantes. Atividades práticas, como oficinas de artesanato, culinária e práticas de fitoterapia. Discussões em grupo para troca de experiências e conhecimentos. Utilização de recursos audiovisuais e materiais didáticos específicos para enriquecer a experiência educativa. Conteúdo Programático:História e cultura do Amapá. Artesanato local: técnicas tradicionais, materiais e significados culturais. Culinária regional: pratos típicos, ingredientes locais e tradições culinárias. Música, dança e expressões artísticas da região. Fitoterapia e conhecimentos sobre plantas medicinais. Material Didático:Apresentações, vídeos e materiais informativos sobre os temas abordados. Utensílios e materiais para as oficinas práticas. Recursos audiovisuais e textos informativos sobre a cultura e tradições do Amapá. Avaliação:Feedback dos participantes sobre a experiência e o aprendizado. Autoavaliação dos envolvidos. Observações e análises dos facilitadores. Avaliações formais ou informais sobre o progresso e alcance dos objetivos educacionais. Recursos Humanos:Facilitadores com conhecimento e experiência nas áreas culturais e tradicionais Cronograma: Julho de 2024 - Setembro de 2024: Pesquisa e Mapeamento Realização de levantamentos e pesquisas de campo sobre as expressões culturais locais. Identificação de grupos étnicos, comunidades tradicionais e seus saberes. Análise preliminar das práticas culturais, tradições e manifestações presentes na região. Diálogos e Escutas Participativas Organização e realização de diálogos abertos e entrevistas com diferentes grupos sociais. Coleta de informações, necessidades e desejos das comunidades para valorização de suas culturas. Análise e compilação dos resultados obtidos. Setembro de 2024 - Março de 2025: Produção de Conteúdo Cultural Desenvolvimento e criação de ações culturais com base nos dados coletados. Elaboração de performances artísticas, exposições, oficinas e produções audiovisuais. Início dos processos de produção de publicações e materiais informativos. Abril de 2025 - Junho de 2025: Formação e Capacitação Realização de workshops, cursos e treinamentos para agentes culturais. Capacitação técnica e artística para fortalecimento das habilidades dos participantes. Desenvolvimento de estratégias para o fortalecimento do protagonismo dos grupos marginalizados. Abril de 2025 - Junho de 2025: Difusão e Circulação Cultural Início da difusão dos conteúdos culturais produzidos. Realização de eventos, exposições itinerantes, festivais e mostras culturais. Apresentações e compartilhamento das expressões artísticas em diferentes localidades dos municípios do Amapá. Abril de 2025 - Junho de 2025: Continuidade da Difusão Cultural Continuação e expansão das atividades de difusão e circulação cultural. Avaliação e monitoramento do impacto das ações realizadas. Elaboração de relatórios finais e documentação dos resultados obtidos durante o projeto. Ações de Inclusão:Adoção de estratégias para tornar as oficinas acessíveis a todos os participantes, considerando suas diversidades culturais, sociais e necessidades especiais.
O projeto "Saberes da Amazônia" desenvolverá suas ações em espaços cedidos, principalmente nas paróquias da Igreja Católica, com quem a entidade proponente, a Educ, tem mais acesso. Outros espaços serão cedidos pelas prefeituras. A entidade priorizará locais que atendam às necessidades de acessibilidade, considerando os aspectos arquitetônicos, atitudinais e comunicacionais, para garantir a inclusão de todas as pessoas com deficiência. Além disso, a Educ conta em seu quadro com um profissional especializado, qualificado e habilitado para atender pessoas com deficiência, com mais de 10 anos de experiência no atendimento a pessoas com necessidades educacionais especiais. Essas medidas estão contempladas no orçamento do projeto, pois a remuneração do profissional está previsto no orçamento, assim como um valor para consultoria em acessibilidade. A seguir, detalhamos as medidas de acessibilidade para cada produto cultural ofertado. PRODUTO: Roda de Conversa sobre Cultura Amazônica Medidas Arquitetônicas: - Rampas de acesso com inclinação adequada. - Banheiros adaptados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. - Piso tátil para orientação de pessoas com deficiência visual. Medidas Atitudinais: - Sensibilização e treinamento dos colaboradores para lidar com pessoas com deficiência de maneira adequada e respeitosa. - Combate a atitudes preconceituosas e discriminatórias contra pessoas com deficiência. - Promoção de uma cultura de inclusão e valorização da diversidade. Medidas Comunicacionais: - Disponibilização de audiodescrição para todas as sessões. - Presença de intérprete de Libras em todas as rodas de conversa. - Produção de materiais impressos em braile para pessoas com deficiência visual. PRODUTO: Oficina de Artesanato Tradicional Medidas Arquitetônicas: - Rampas de acesso e espaços amplos para circulação. - Banheiros adaptados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. Medidas Atitudinais: - Sensibilização e treinamento dos colaboradores para lidar com pessoas com deficiência de maneira adequada e respeitosa. - Combate a atitudes preconceituosas e discriminatórias contra pessoas com deficiência. - Promoção de uma cultura de inclusão e valorização da diversidade. Medidas Comunicacionais: - Audiodescrição dos processos e técnicas utilizadas. - Presença de intérprete de Libras durante todas as oficinas. - Materiais de artesanato adaptados com texturas diferenciadas e produção de materiais impressos em braile. PRODUTO: Apresentação Musical Medidas Arquitetônicas: - Rampas e acessos facilitados. - Banheiros adaptados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. - Piso tátil no local de apresentação. Medidas Atitudinais: - Sensibilização e treinamento dos colaboradores para lidar com pessoas com deficiência de maneira adequada e respeitosa. - Combate a atitudes preconceituosas e discriminatórias contra pessoas com deficiência. - Promoção de uma cultura de inclusão e valorização da diversidade. Medidas Comunicacionais: - Disponibilização de audiodescrição das performances musicais. - Presença de intérprete de Libras para tradução das letras e falas. - Equipamentos de amplificação sonora individual. - Produção de materiais informativos em braile. PRODUTO: Exposição de Arte Medidas Arquitetônicas: - Rampas de acesso. - Banheiros adaptados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. - Piso tátil em todas as áreas da exposição. Medidas Atitudinais: - Sensibilização e treinamento dos colaboradores para lidar com pessoas com deficiência de maneira adequada e respeitosa. - Combate a atitudes preconceituosas e discriminatórias contra pessoas com deficiência. - Promoção de uma cultura de inclusão e valorização da diversidade. Medidas Comunicacionais: - Descrição em braile das obras expostas. - Audiodescrição disponível via fones de ouvido. - Presença de intérprete de Libras disponível para visitas guiadas. - Vídeos com legendas e legendagem descritiva. O projeto "Saberes da Amazônia" contempla medidas de acessibilidade e inclusão social, direcionando suas atividades a grupos vulneráveis, como mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, além de incluir idosos nas atividades, valorizando seus conhecimentos. A Educ se compromete a atender plenamente os requisitos de acessibilidade com medidas arquitetônicas, como rampas de acesso, banheiros adaptados e piso tátil; medidas atitudinais, como treinamento de colaboradores, combate ao preconceito e promoção da inclusão; e medidas comunicacionais, como audiodescrição, intérprete de Libras, materiais em braile e legendagem descritiva. Com a inclusão destas medidas, a Educ garante que todas as ações do projeto estarão acessíveis a todos os públicos, promovendo a inclusão e a equidade.
O projeto "Saberes da Amazônia" será inteiramente gratuito em todos os municípios do estado do Amapá. A proposta é garantir o acesso amplo e igualitário a todas as atividades, possibilitando que indivíduos de diferentes comunidades e regiões participem sem barreiras financeiras. Essa gratuidade tem como objetivo principal promover a inclusão e a participação de todos, independentemente de sua condição socioeconômica, assegurando que todos os interessados tenham a oportunidade de contribuir, aprender e compartilhar suas experiências no âmbito cultural e comunitário.
No contexto do projeto "Saberes da Amazônia", a coordenação desempenha um papel crucial e multifacetado. Suas responsabilidades abrangem desde a gestão estratégica até o acompanhamento e coordenação de todas as atividades envolvidas, garantindo o alinhamento com os objetivos e metas estabelecidos. Aqui estão algumas das funções desse papel: Planejamento Estratégico: A coordenação é responsável por elaborar o plano estratégico do projeto, delineando metas, cronogramas e recursos necessários para cada fase.Gestão de Recursos Humanos: Encarrega-se de designar e supervisionar as equipes envolvidas, garantindo que estejam alinhadas com as demandas do projeto. Isso inclui recrutamento, treinamento e gerenciamento de pessoal.Orçamento e Gestão Financeira: Elabora e gerencia o orçamento do projeto, alocando recursos financeiros de maneira eficiente para as diferentes atividades e necessidades.Coordenação de Atividades: Supervisiona a execução de todas as atividades planejadas, assegurando que estejam alinhadas com os objetivos e prazos estabelecidos.Relacionamento com Stakeholders: Estabelece e mantém comunicação eficaz com todas as partes interessadas, sejam elas comunidades locais, parceiros, patrocinadores, governo ou outros colaboradores, garantindo uma colaboração harmoniosa.Avaliação e Monitoramento: Realiza o acompanhamento contínuo do progresso do projeto, avaliando o desempenho em relação aos objetivos e ajustando estratégias, se necessário.Resolução de Problemas: Lida com desafios e problemas que possam surgir durante a implementação do projeto, tomando decisões assertivas e encontrando soluções eficazes.Garantia da Qualidade: Assegura que as atividades sejam conduzidas com excelência, mantendo altos padrões de qualidade em todos os aspectos do projeto.Documentação e Relatórios: Supervisiona a documentação adequada de todas as etapas do projeto, bem como a preparação de relatórios para prestação de contas e avaliação.Promoção e Visibilidade: Colabora na promoção do projeto, divulgando suas atividades, sucessos e impactos positivos para o público-alvo e outras partes interessadas.Em resumo, a coordenação desempenha um papel integral no sucesso do projeto "Saberes da Amazônia", garantindo que todas as operações estejam alinhadas com os objetivos do projeto e que todas as partes envolvidas estejam trabalhando de maneira harmoniosa e eficaz para alcançar os resultados desejados. A coordenação está a cargo de Veramoni: Resumo do Currículo: Veramoni Veramoni é uma educadora, oficineira, escultora, contadora de histórias. Atua no teatro como diretora, roteirista e atriz. É empreendedora social e líder da Educ, tendo recebido o Prêmio Mulher Destaque 2016 pela Câmara Municipal de Laranjal do Jari – AP, pelos serviços prestados à sociedade. É doutoranda em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra (CEIS20/UC), especialista em Arte Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade de Brasília (UnB), e pedagoga pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Autora de diversos livros e blogs, Veramoni liderou o Projeto Ateliê Jari, que levou oficinas culturais itinerantes para comunidades ao longo do Rio Jari. Veramoni atua desde 2001 na gestão de projetos sociais e culturais. A Equipe Técnica da Educ é a responsável pela execução do Projeto. Segue o Resumo do Currículo. Maria Batista Maria Batista é uma artista educadora e ativista envolvida em ação social, educação, cultura e arte. Começou como catequista e líder comunitária, oferecendo orientação a casais e cursos para noivos, pais e padrinhos. Fundou o Grupo MOJOCAP, utilizando teatro e música para orientar jovens e organizou mutirões para construir casas e escolas para pessoas carentes. Maria escreveu um livro sobre suas experiências e se dedicou à contação de histórias infantis. Foi cofundadora da Cooperativa Agulhas Versáteis e do Grupo Simbiose de teatro musical e contação de histórias, além de atuar na EDUC como coordenadora de projetos. Saint Clair Leite (San Clé) Saint Clair Leite é um profissional multifacetado atuando em tecnologia da informação, produção audiovisual, artesanato e educação social. Como produtor audiovisual, participa da criação, gravação, edição e produção de conteúdos em áudio e vídeo. Além disso, tem experiência como artesão, educador social e oficineiro, atuando na Educ, na Amel ou na Igreja. Possui habilidades em web design e manutenção de sistemas de informática. Raimunda Alves (RAI) Raimunda Alves possui formação acadêmica em educação ambiental, gestão pública e fisioterapia. É pós-graduada em Educação Ambiental e Sustentabilidade, graduada como Tecnóloga em Gestão Pública e está cursando o 10º período de Fisioterapia. Atuou na Cooperativa Agulhas Versáteis e é sócia fundadora da Associação de Promoção da Educação e Cidadania. Rai dedica-se ao voluntariado em projetos de sustentabilidade e possui talentos artísticos em Patchwork e pintura em tela. Ozéias Coutinho Ozéias Coutinho é um artesão autodidata focado em sustentabilidade, educação e cultura. Destaca-se na produção de esculturas em argila, idealizando o Projeto Terracota, que visa a inclusão social e a construção da cidadania de crianças e adolescentes através de oficinas de produção com argila. Oédson Coutinho Oédson Coutinho é um compositor, educador social e produtor cultural. Originário do Pará, mudou-se para o Amapá na década de 1990 e tem desempenhado um papel significativo na região. É um importante membro do Partido dos Trabalhadores em Laranjal do Jari e organizador de eventos culturais como o Jari Cultural. Produziu o "Espetáculo de Histórias Cantadas: O Show daqueles Bichinhos", combinando música e narrativa. Karla Soeiro Karla Soeiro é tecnóloga em Gestão Ambiental e técnica em Meio Ambiente pelo IFAP. Defensora da Amazônia, atua em projetos da Educ como educadora socioambiental, oficineira, atriz e roteirista. Bismarck Santiago Bismarck Santiago iniciou sua trajetória na Educação como educador social da Educ em 2009. Atuou em projetos em regiões vulneráveis, desenvolvendo atividades de arte, cultura e orientação de crianças e adolescentes. Ao longo dos anos, destacou-se por sua influência positiva nas comunidades onde atuou. Outros profissionais poderão colaborar de modo esporádico, de acordo com a necessidade.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.