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PRONAC 243734Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

O RETÁBULO DE LINS

BARBARA PEREIRA COLLIER03070
Solicitado
R$ 267,7 mil
Aprovado
R$ 267,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2024-07-15
Término
2025-07-15
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

Realização da da exposição coletiva de Artes Visuais "ORetábulo de Lins", no Museu do Estado de Pernambuco - MEPE, com obras inéditas de 12 (doze) artistas visuais (Álvaro Caldas, Antônio Henrique, Clériston Andrade, FabíolaPimentel, Jéssica Martins, Maurício Arraes, Rikia Amaral, Roberto Ploeg, Romero deAndrade Lima, Tereza Perman, Timóteo e Vânia Notaro), convidados a ressignificar, através da pintura, cada um dos doze mistérios que compõem o "Retábulo de SantaJoana Carolina", narrativa contida no livro de contos "Nove, Novena" (1966), do escritor pernambucano Osman Lins, cujo centenário de nascimento se dará neste ano - 2024. Integrando as comemorações desta efeméride, o projeto inclui também ações educativas e de acessibilidade cultural, difusão de conteúdos em redes sociais, o lançamento de seu catálogo e um show da orquestra Criança Cidadã na abertura da exposição.

Sinopse

Realização da da exposição coletiva de Artes Visuais "O Retábulo de Lins", no Museu do Estado de Pernambuco - MEPE, com obras inéditas de 12 (doze) artistas visuais (Álvaro Caldas, Antônio Henrique, Clériston Andrade, Fabíola Pimentel, Jéssica Martins, Maurício Arraes, Rikia Amaral, Roberto Ploeg, Romero de Andrade Lima, Tereza Perman, Timóteo e Vânia Notaro), convidados a ressignificar, através da pintura, cada um dos doze mistérios que compõem o "Retábulo de Santa Joana Carolina", narrativa contida no livro de contos Nove, Novena (1966), do escritor pernambucano Osman Lins, cujo centenário de nascimento se dará neste ano - 2024. Integrando as comemorações desta efeméride, o projeto inclui também ações educativas e de acessibilidade cultural, difusão de conteúdos em redes sociais, e o lançamento de seu catálogo.

Objetivos

Objetivo Geral Fomentar as Artes Visuais e sua cadeia produtiva contribuindo para o desenvolvimento e valorização da cultura no Recife, por meio do conjunto de elos dessa cadeia que articula, de maneira direta e indireta, seja pelas ações de produção artística, seja pelas estratégias de registro, memória e documentação que emprega, seja pelas iniciativas de formação e/ou acessibilidade que empreende para promover e facilitar o acesso e/ou a fruição de diferentes públicos aos produtos culturais propostos, por meio da adoção de alternativas de acessibilidade que garantam a fruição por pessoas com deficiência; além de instaurar, por meio de sua proposta intersemiótica, um amplo painel que engloba diferentes poéticas artísticas e abordagens temáticas e estilos, corroborando a potência e riqueza da sua produção. Objetivos Específicos a) Exposição De Artes: Realização no Museu do Estado de Pernambuco - MEPE, a exposição coletiva de Artes Visuais "O Retábulo de Lins", composta por obras inéditas de 12 (doze) artistas visuais (Álvaro Caldas, Antônio Henrique, Clériston Andrade, Fabíola Pimentel, Jéssica Martins, Maurício Arraes, Rikia Amaral, Roberto Ploeg, Romero de Andrade Lima, Tereza Perman, Timóteo e Vânia Notaro), aberta à visitação por 30 (trinta dias), com a oferta da audiodescrição das obras disponível no espaço expositivo como recurso de acessibilidade. b) Curso/Oficina/Estágio: Implementar a ação educativa da exposição coletiva de Artes Visuais "O Retábulo de Lins" por meio da realização de 01 (uma) formação para os educadores do museu responsáveis pelo acolhimento e atendimento ao público, aberta à participação de docentes da Rede Pública de Ensino da Educação Básica, com carga horária de 3h; condução de bate-papos com a participação da curadora, de artistas participantes, e convidado(s) especialista na obra do escritor Osman Lins; visitas mediada à exposição, conduzidas pela equipe de educadores do museu, para público agendado, durante o período de visitação; promover a acessibilidade por meio da oferta de tradução simultânea para Libras em atividades da exposição. c) Catálogo: Publicar e distribuir gratuitamente ao público o catálogo da exposição. d) Apresentação cultural: Realizaçãoo de uma da orquestra Criança Cidadã na abertura da exposição.

Justificativa

O projeto se enquadra no Art. 1° da Lei 8.313/1991, em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para isso, de acordo com o artigo 3º da mesma Lei, o projeto irá atingir a finalidade estabelecida no inciso: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Existe na Literatura uma especificidade de suma importância a ser atentamente explorada, aquela precisamente que diz respeito ao fato de seu significado também repousar nas conexões que consegue acionar a partir de outras áreas, como por exemplo, a das Artes Visuais. Centrando-se aqui na obra do escritor pernambucano Osman Lins, cujo centenário de nascimento se dará neste ano - 2024 - este projeto tem como objetivo uma profunda reflexão sobre de que modo o texto literário pode ser ressignificado através da experiência de seu trânsito pela pintura. A proposta é tomar precisamente "Retábulo de Santa Joana Carolina", narrativa contida em Nove, Novena, seu segundo livro de contos, publicado em 1966, para ver o modo como cada um dos doze mistérios aí relatados se torna foz e confluência da linguagem icônica, ou seja, uma rede tecida no texto com elementos advindos da arte e que a ele adere tão perfeitamente que já não é possível encará-la como um mero conjunto de informações necessárias à construção textual, mas como algo mais esquivo a definições e que instiga no leitor um novo olhar. Assim, este projeto pensado para comemorar os 100 anos do autor - tem como objetivo a organização de exposição composta de doze quadros elaborados por doze artistas plásticos (ou pernambucanos de nascimento, ou que vivam aqui) que produziram cada um dos quadros do retábulo escrito por Lins. Nascido em Vitória de Santo Antão em 1925, o escritor Osman Lins não possui uma obra literária conhecida dos brasileiros, para além de Lisbela e o prisioneiro, levado ao cinema por Guel Arraes. Até mesmo no mundo acadêmico, os estudos sobre seus textos não constituem ainda vertente forte da atuação de pesquisadores e da reflexão contemporânea na área de Letras, apesar da densidade desses textos. Daí a importância de tal iniciativa. Se por um lado haverá eventos acadêmicos nas universidades, reforçando a excelência de sua ficção, por outro é necessário torná-lo conhecido do grande público, ao menos no estado que o viu nascer: Pernambuco. A exposição de arte cujo projeto aqui se apresenta traria para o público uma nova dimensão do autor e, somada às outras duas atividades que serão realizadas na abertura da exposição (o concerto da Orquestra Criança Cidadã dos meninos do Coque), constituiria evento de rara beleza, capaz de atrair para o escritor - tão pouco conhecido de seus conterrâneos - a atenção que tanto merece. O conjunto das doze obras que serão expostas, que existem apenas em função do projeto, qual seja, o de concretizar os 12 quadros descritos ao longo da narrativa "O retábulo de Santa Joana Carolina", escrita por Lins em homenagem à sua avó paterna. Figura de grande importância em sua vida, por tê-la criado após a morte prematura da mãe apenas dezesseis dias após o seu nascimento, ela surge em todos os quadros, que representam - na totalidade - sua biografia: vão do seu nascimento ao seu enterro. Para seu autor, embora o Retábulo apresenta preocupações estéticas, é também a mais política de suas obras. Política e violência: trata-se de protesto contra o modo de como o pobre é tratado nesse país. Mas não é apenas uma história sobre miséria no Nordeste e de uma mulher vivendo em Pernambuco - acrescenta ele -, é também a história de uma mulher projetada contra as constelações, projetada contra o mundo. Nascido em Vitória de Santo Antão em 1925, o escritor Osman Lins não possui uma obra literária conhecida dos brasileiros, para além de Lisbela e o prisioneiro, levado ao cinema por Guel Arraes. Até mesmo no mundo acadêmico, os estudos sobre seus textos não constituem ainda vertente forte da atuação de pesquisadores e da reflexão contemporânea na área de Letras, apesar da densidade desses textos. Daí a importância de tal iniciativa. Se por um lado haverá eventos acadêmicos nas universidades, reforçando a excelência de sua ficção, por outro é necessário torná-lo conhecido do grande público, ao menos no estado que o viu nascer: Pernambuco. A exposição de arte cujo projeto aqui se apresenta traria para o público uma nova dimensão do autor e, somada às outras duas atividades que serão realizadas na abertura da exposição (o concerto da Orquestra Criança Cidadã dos meninos do Coque), constituiria evento de rara beleza, capaz de atrair para o escritor - tão pouco conhecido de seus conterrâneos - a atenção que tanto merece. Com a chancela de uma das mais importantes instituições culturais do Recife, O Museu do Estado de Pernambuco, o projeto já nasce exitoso. O time de artistas e demais profissionais que serão mobilizados também atestam sua qualidade e seriedade. Graças aos recursos do edital, será possível executar com qualidade essa proposta de exposição que funde e articule difusão cultural e memória, formação de público e promoção de acessibilidade. O projeto também contribui para o desenvolvimento e valorização da cultura no Recife, instaurando um amplo painel que engloba diferentes poéticas artísticas e abordagens temáticas e estilos, corroborando a potência e riqueza da produção recifense. Sua relevância para o desenvolvimento da cadeia produtiva das Artes Visuais, é portanto, evidente, podendo ser percebida pela conjunto de elos dessa cadeia que articula, de maneira direta e indireta, seja pelas ações de produção e difusão artística, seja pelas estratégias de registro, memória e documentação que emprega, seja pelas iniciativas de formação e/ou acessibilidade que empreende para promover e facilitar o acesso e/ou a fruição de diferentes públicos aos produtos culturais propostos, por meio da adoção de alternativas de acessibilidade que garantam a fruição por pessoas com deficiência. Para além de uma exposição como mera mostra de um conjunto de obras de artistas, este projeto a propõe como ambiente de criação e difusão, focado nos sujeitos (artistas, interlocutores e públicos), acolhendo um conjunto de ações complementares e interdependentes que visam, em sua articulação, amplificar seus impactos a curto, médio e longo prazos.

Especificação técnica

Realização da da exposição coletiva de Artes Visuais "O Retábulo de Lins", no Museu do Estado de Pernambuco - MEPE, com obras inéditas de 12 (doze) artistas visuais (Álvaro Caldas, Antônio Henrique, Clériston Andrade, Fabíola Pimentel, Jéssica Martins, Maurício Arraes, Rikia Amaral, Roberto Ploeg, Romero de Andrade Lima, Tereza Perman, Timóteo e Vânia Notaro), convidados a ressignificar, através da pintura, cada um dos doze mistérios que compõem o "Retábulo de Santa Joana Carolina", narrativa contida no livro de contos Nove, Novena (1966), do escritor pernambucano Osman Lins, cujo centenário de nascimento se dará neste ano - 2024. Integrando as comemorações desta efeméride, o projeto inclui também ações educativas e de acessibilidade cultural, difusão de conteúdos em redes sociais, e o lançamento de seu catálogo.

Acessibilidade

PRODUTO CULTURAL 01 - EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: realização da exposição em espaço com requisitos de acessibilidade - ABNT NBR 9050/2020. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica, audiodescrição regionalizada de obras, mobilização de público divulgando a oferta da acessibilidade bem como de estratégia de comunicação com texto alternativo nas redes sociais. Acessibilidade para Pessoas Com Deficiência Auditiva: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica, oferta de legenda em conteúdos audiovisuais, mobilização de público divulgando a oferta da acessibilidade bem como de estratégia de comunicação com texto alternativo nas redes sociais. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica para promover o acolhimento e atendimento desse público. PRODUTO CULTURAL 02 - CURSO/OFICINA/ESTÁGIO Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: realização das atividades do projeto em espaço com requisitos de acessibilidade - ABNT NBR 9050/2020. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica, oferta de mediação apoiadas pela audiodescrição regionalizada de obras, mobilização de público divulgando a oferta da acessibilidade bem como de estratégia de comunicação com texto alternativo nas redes sociais. Acessibilidade para Pessoas Com Deficiência Auditiva: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica, oferta de visitas mediadas com apoio de intérprete de LIBRAS, mobilização de público divulgando a oferta da acessibilidade bem como de estratégia de comunicação com texto alternativo nas redes sociais. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica para promover o acolhimento e atendimento desse público PRODUTO CULTURAL 03 - CATÁLOGO Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: realização do lançamento do catálogo em espaço com requisitos de acessibilidade - ABNT NBR 9050/2020. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica, publicação, para download gratuito, do catálogo da exposição em formato PDF acessível com a audiodescrição das obras, atendendo aos pré-requisitos técnicos necessários para torná-lo acessível, e mobilização de público divulgando a oferta da acessibilidade bem como de estratégia de comunicação com texto alternativo nas redes sociais. Acessibilidade para Pessoas Com Deficiência Auditiva: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica, realização do lançamento do catálogo com apoio de intérprete de LIBRAS, mobilização de público divulgando a oferta da acessibilidade bem como de estratégia de comunicação com texto alternativo nas redes sociais. Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Intelectual: sensibilização da equipe envolvida na realização do projeto para a promoção da acessibilidade atitudinal e metodológica para promover o acolhimento e atendimento desse público.

Democratização do acesso

PRODUTO 01 - EXPOSIÇÃO DE ARTES - Não haverá cobrança de ingressos para o acesso à exposição, seu acesso será inteiramente gratuito, atendendo plenamente, dessa forma, os percentuais mínimos previstos na IN nº 01/2023/MinC, em seu inciso "I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)". O projeto ainda prevê o atendimento do inciso "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal" por meio da publicação nas redes sociais e no site da artista, para download gratuito; contempla ainda os incisos "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal", publicados no site da artista; "V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos", mobilizadas pela assessoria de comunicação do projeto; 'VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas", por meio das ações de formação de público propostas, tais como visitas mediadas incluindo ainda práticas / dinâmicas gratuitas para alunos de escolas das redes pública e privada e demais instituições de ensino formal, ações pontuais gratuitas com intérprete em libras para deficientes auditivos, impressão e distribuição gratuita de publicações de apoio à mediação (folder e cordel), bate-papos e eventos de lançamento. PRODUTO 02 - CURSO/OFICINA/ESTÁGIO - Não haverá cobrança de ingressos para as atividades de formação de público e de promoção da acessibilidade para PCD, seu acesso será inteiramente gratuito, atendendo plenamente, dessa forma, os percentuais mínimos previstos na IN nº 01/2023/MinC, em seu inciso "I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)". O projeto ainda prevê o atendimento do inciso 'VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas", por meio das ações de formação de público propostas, tais como visitas mediadas incluindo ainda práticas / dinâmicas gratuitas para alunos de escolas das redes pública e privada e demais instituições de ensino formal, ações pontuais gratuitas com intérprete em libras para deficientes auditivos, impressão e distribuição gratuita de publicações de apoio à mediação (folder e cordel), bate-papos e eventos de lançamento. PRODUTO 03 - CATÁLOGO - A publicação terá distribuição gratuita, sendo atendidos plenamente os percentuais mínimos previstos na IN nº 01/2023/MinC, em seu inciso "I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)". O projeto ainda prevê o atendimento do inciso "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal" por meio da publicação nas redes sociais e no site da artista, para download gratuito, da publicação da exposição em formato PDF acessível com a audiodescrição das imagens, atendendo aos pré-requisitos técnicos necessários para torná-lo acessível, permitindo que pessoas com deficiência tenham acesso ao seu conteúdo com autonomia; suas ofertas de contrapartida social (ações propostas de formação de público) contemplam o inciso "VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

//// Equipe Principal Barbara Collier | Produtora Doutoranda em Design, mestra em Artes Visuais pelo programa de pós graduação UFPE/UFPB, especializada em Economia da Cultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- 2007, Chefiou o setor de artes visuais e design da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, onde coordenou a última edição do SPA das artes e as duas últimas edições do edital de Artes Visuais do Recife. Coordenou os equipamentos culturais de artes visuais da fundação de cultura, entre eles: o Centro de Design, o Centro de Formação em Artes Visuais, o Museu Murillo La Greca e a gerência de Fotografia. Elabora e produz diversos projetos culturais independentes, entre eles: Exposições Relâmpago, Condomínio Branco do Olho, Virgulino o Cangaceiro das Flores, Água Forte, Pernambuco Experimental, O Pensamento Museológico de Gilberto Freyre Mapeamento SPA, Carimbos|José Cláudio, pesquisa e co-autoria no Livro de Sinhá Prendada a Artista Visual. Hoje atua de forma independente e autônoma pela Diletante Produção Cultural com o coletivo Escadaria, Juliana Notari, Uhiburae, Comuna dos Sonos. Elizabeth de Andrade Lima Hazin | Curadora Possuo Graduação em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (1977), Especialização em Literatura Inglesa na London University (1978/1979) Mestrado em Letras em Teoria Literária pela Universidade Federal de Pernambuco (1983), Doutorado em Letras (Literatura Brasileira) pela Universidade de São Paulo (1991), Pós-Doutorado em Literatura Brasileira pela Università di Roma " La Sapienza" (1993 e 1994) e Pós-Doutorado em Literatura Comparada pela USP (2010), junto ao Arquivo Osman Lins, depositado no IEB – Instituto de Estudos Brasileiros. Exerci a docência nas seguintes universidades: Universidade Federal de Pernambuco (1980-1987); Universidade Estadual da Bahia (1988 – primeiro semestre); Universidade Federal da Bahia (1988-2001); Universidade de Brasília (2001-2015). Fui ainda professora visitante de Literatura Brasileira na Universidade de Aarhus (Dinamarca), em 1997. Atualmente sou Professora aposentada e Colaboradora do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Teoria Literária e Literaturas da Universidade de Brasília. Embora tenha me dedicado à pesquisa ao longo de toda a minha vida acadêmica, tendo sido por muitos anos bolsista do CNPq - o que implica publicações, participação em eventos e orientações - considero que a importância de meu currículo para o projeto que ora proponho reside nos últimos dezesseis anos, a partir do momento em que me tornei líder do grupo de pesquisa “Estudos Osmanianos: arquivo, obra, campo literário”. Durante os últimos dezesseis anos, dos quais doze (2011-2022) como bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, abordei exclusivamente a obra literária de Osman Lins, tendo organizado onze eventos acadêmicos sobre a sua obra, de âmbito nacional (com alguns convidados internacionais), em São Paulo, Brasília e Recife, com financiamento de agências de fomento, como CAPES, CNPq e FAPDF. Participei da organização de oito livros e de quatro dossiês em Revistas Acadêmicas sobre o autor em questão. Levando em conta a totalidade de trabalhos de Iniciação Científica, Trabalhos de Conclusão de Curso (Graduação), e ainda trabalhos finais de Mestrado e Doutorado dos últimos quinze anos, orientei mais de trinta pesquisas sobre o autor pernambucano. Supervisionei, também, dois trabalhos de pesquisa ao nível de pós-doutorado, focados em sua obra. Por fim, divido atualmente a Presidência na Comissão Nacional do Centenário de Osman Lins com a Profa. Dra. Sandra Nitrini (USP): ela preside as atividades do Sudeste, voltadas para o lado acadêmico: curso de pós-graduação a ser oferecido no primeiro semestre deste ano (e do qual faço parte como docente), simpósio nacional e exposição de material arquivístico do escritor; eu presido as atividades do Nordeste, voltadas para um público mais amplo: exposição de artes plásticas, música, moda, rodas de leitura, oficinas literárias. LATTES: https://lattes.cnpq.br/366898895067915 Robson Teles Gomes | Coordenador da Ação Educativa Tenho Graduação em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (1997), Mestrado em Letras em Teoria Literária pela Universidade Federal de Pernambuco (2002), Doutorado em Letras (Literatura e Cultura) pela Universidade Federal da Paraíba (2014). Sou professor da Universidade Católica de Pernambuco (2019), professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade Católica de Pernambuco (2018), bolsista da CAPES como Coordenador do Projeto de Residência Pedagógica do Curso de Letras da Universidade Católica de Pernambuco (2002). Considero que a importância de meu currículo para a função de Coordenador de Arte Educativa no projeto em questão reside, principalmente, no fato de que sou Vice- Presidente do Instituto Cultural Osman Lins e tenho desenvolvido trabalhos em torno da obra do autor, tais como palestras, publicações de artigo e participação em bancas de Mestrado sobre a obra de Osman Lins. LATTES: https://lattes.cnpq.br/1280195165073882 //// Artistas Participantes Álvaro Caldas Iniciou seus primeiros traços na produção artística na Escolinha de Arte em 1971. Ingressou na Faculdade de Desenho Industrial da UFPE, deixando-a tempos depois para se dedicar à pintura. Em sua formação artística, teve contato com diversos artistas, como George Barbosa, Ana Vaz e Gil Vicente, na Oficina Guaianases. Entre 1990 e 1993, pintou paisagens ao ar livre com outros artistas pernambucanos, dentre eles José Cláudio, que foi marcante em sua formação e trabalho. Antônio Henrique Nascido em Recife,1952, iniciou-se na pintura em meados dos anos 1960. Em 1970 participou do Salão de Artes do Salesiano. Frequentou a Faculdade de Belas Artes da UFPE, em curso de ateliê sob a orientação do Artista Plástico Pierre Chalita. Foi fundador do Coletivo Grupo Corredor no Recife no início dos anos 1970, tendo produzido exposições no Pátio de São Pedro. Foi selecionado e expôs no Primeiro Salão de Arte Global de Pernambuco em 1974. Participou da exposição coletiva O Papel da Arte, no Bandepe. Participa das coletivas anuais do IMIP desde a sua segunda edição. Clériston Andrade Assumiu aos 70 anos as artes plásticas como sua atividade principal. Cartunista desde 1976, professor de Comunicação Social de 1988 a 2015, o pintor tem mestrado em Comunicação e Doutorado em Linguística, com elaboração do próprio Aparato de Análise de Enunciação Discursiva. Como artista, inscreve-se como pós-moderno, recorrendo de modo singular a todos os “ismos”. Fabíola Pimentel Fabíola Pimentel, arquiteta e artista plástica pernambucana, desenvolveu sua paixão pela pintura há mais de 10 anos, exibindo suas obras em várias exposições locais e internacionais. Utiliza a pintura como uma forma de expressar identificação e afeto, destacando-se pela representação cuidadosa de seus familiares. Jéssica Martins Jessica Martins, artista plástica recifense, desde criança sentiu-se atraída pelo desenho e pintura. Frequentou a Academia de Belas Artes, quando adolescente, estudou com Lenira Regueira. Cursou Comunicação Visual na UFPE e fez cursos de Cenografia (Fundaj), Fotografia (Liceu de Artes e Ofícios), direção de Arte para vídeos (Fundaj) e participou de oficinas de cerâmica e serigrafia. Expôs seus trabalhos em Pernambuco, Paris e Berlim. Ensina pintura e desenho no Museu do Estado de Pernambuco além de participar de vários projetos educacionais. Expressa suas experiências plásticas em pinturas, desenhos, esculturas e objetos. Maurício Arraes Nascido no Recife, aos 13 anos foi morar na Argélia, onde começou a desenhar, depois seguiu para a França onde estudou e continuou desenhando e pintando. Voltou ao Brasil em 1978 indo morar no Rio de Janeiro. Suas primeiras exposições apresentavam quadros ainda pintados na França, mas logo passaram a retratar aspectos urbanos e da sociedade brasileira. Expôs regularmente no Rio, São Paulo, Recife, além de Brasília, Salvador, Curitiba, Fortaleza, João Pessoa etc. Participou de exposições na Europa. Trabalhou no teatro (cartazes, cenários, trabalhos gráficos e ilustrações). Em 2009 Voltou ao Recife onde produz desenhos, gravuras, pinturas e esculturas em seu ateliê na Jaqueira. Esse ano (2023) teve 30 trabalhos incorporados ao Museu de Belas artes do Rio de Janeiro. Rikia Amaral Explora questões existenciais e de gênero a partir de estudos teóricos baseados, sobretudo, em mitologia, filosofia e psicanálise. Acredita na existência de um tempo mítico onde todos somos quimeras, híbridos – teóricos e fabricados – de máquina e organismo; sem gênero, sendo essa uma possibilidade de saída para o dualismo. Participou de diversas coletivas em Recife: “Imagens e seus argumentos”, no Casarão Toyolex, 2016; Na galeria de arte MoMa, “Olhar delas”; no Casato Café & Bistrô em 2017 e Exposição sobre Anita Malfatti na Galeria Capibaribe, na UFPE/CAC, no mesmo ano. E, 2023, em São Paulo, “G.A.F. S/Demandas”, no Massapê Projetos. “O grande circo do patriarcado”, no Espaço Canteiro, sob a curadoria de Talita Trizoli e “Exposição Ménage 1” no Ed. Vera/SP, através do Vórtice Cultural. Por fim, “Elas pintam o 7”, exposição coletiva no gabinete da vice-prefeita de Recife - Isabella de Roldão – e na Galeria Janete Costa. Em 2022, ganhou o Prêmio P.I.C.A. do Salão Vermelho de Artes Degeneradas e o prêmio de melhor pintura a óleo no 170 SAC, curadoria de @artttzs. Nasceu no Paraná, mas vive e trabalha em Recife. Roberto Ploeg Nasceu em Valkenburg aan de Geul na Holanda em 1955. Veio em 1979 para o Brasil no contexto de um estudo de mestrado em Teologia da Libertação. Desde 1982 reside no Nordeste brasileiro. A mudança da teologia para a pintura não foi muito radical para Roberto Ploeg. Segundo ele, teologia e arte são de essência metafórica, porque as duas procuram apresentar, de maneira pessoal, experiências universais em imagens literárias e visuais. Neste sentido, o teólogo é um artista da palavra. O caminho pessoal de Ploeg foi da palavra à imagem visual. Fez sua formação artística através de vários cursos em instâncias culturais em Olinda e Recife (MAC, Oficina Guaianases, Escolinha da Arte, UFPE, IAC, Fundaj). Após anos de atividades como educador popular no Nordeste Brasileiro, em 1995 opta definitivamente pela arte. Sua pintura é figurativa, parte da observação do real, absorvido com atenção para ser recriado em pinceladas vigorosas e luminosas. Tem preferência pelo retrato. O tema da sua pintura é o povo brasileiro visto no seu cotidiano e a exuberante natureza tropical com fortes contrastes de luz e sombra. Romero de Andrade Lima Nasceu no Recife em 1957. Desenha, pinta e faz esculturas desde criança, de modo autodidata, embora tenha contado com a preciosa orientação de seu tio e padrinho Ariano Suassuna. Foi na casa de Ariano que teve a oportunidade de presenciar as reuniões e os ensaios de arte que depois resultaram no que ficou conhecido como Movimento Armorial. Ele abraçou imediatamente o movimento, inicialmente como ouvinte, mas logo mais como membro efetivo, participando das inúmeras coletivas do grupo. Faz até hoje inúmeras exposições individuais, já que é um pintor que vive exclusivamente de sua arte. Tereza Perman Artista visual e designer pernambucana, nascida em 1970, no Recife, onde vive e trabalha. Na sua narrativa, a água é um elemento de vital importância, assim como o poder do feminino e da mulher nordestina, ancorados na memória afetiva. Entre suas técnicas e experimentos destacam-se pintura a óleo e aquarela. Timóteo Inicia-se na área artística aos 11 anos de idade, primeiramente com o ensino escolar e, logo depois, cursos na Escolinha de Arte de Pernambuco. Em 1980 inicia a carreira de artista profissional, participando em 1984 dos eventos do Salão dos Novos do Museu de Arte Contemporânea e outros eventos anuais de museus em Pernambuco e afora, até 1989. Em 1990 fez cursos com os professores: Maria Carmem, João Câmara e outros. Em 1992, a convite do pintor Cícero Dias, expõe em Paris e, no mesmo ano, participa de exposição no Palácio Ducale de Gênova (Itália), como parte das comemorações dos 500 anos do Desenvolvimento das Américas. Em 2000 faz uma exposição individual no Museu do Estado de Pernambuco. Em 2003 fez parte do evento de Participação do Brasil no Bazar Anual - 2003 da ONWG (United National Women's Guild) Genebra - Suisse. Faz ainda restauros de artes sacra. Vânia Notaro O curso de Engenharia Civil, pela Universidade Católica de Pernambuco foi apenas uma “burocracia” cumprida pela artista plástica. Pernambucana de Garanhuns, cedeu à vocação pelas artes plásticas com um curso de extensão em Belas Artes da UFPE, na década de 1990. Sua principal busca é pelo aperfeiçoamento das técnicas de luz e sombra, ponto forte das suas obras. Participou de 11 exposições coletivas, sendo 10 em Pernambuco e uma em New York City, EUA.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.