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PRONAC 243739Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Exposição Orixás por Eury Moreira

VITORIA PECORA
Solicitado
R$ 638,3 mil
Aprovado
R$ 638,3 mil
Captado
R$ 12,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
***215328**MARIANE APARECIDA GUERRA1900-01-01R$ 10,0 mil
***681108**LUCIANA PRADO HADID CHAMMAS1900-01-01R$ 2,0 mil
36814456000132PARADOXA GESTAO CULTURAL LTDA1900-01-01R$ 1,00

Eficiência de captação

1.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Bernardo do Campo
Início
2024-08-01
Término

Resumo

O presente projeto visa desenvolver a circulação da exposição "Orixás", individual do artista visual Eury Moreira, com uma apresentação musical no dia da abertura e produção e distribuição gratuita do catálogo da mostra.

Sinopse

A exposição "Orixás" de Eury Moreira, no Centro Cultural dos Correios, mergulhará nas divindades da cultura iorubá, representando as forças da natureza. Composta pela representação de 15 dos orixás, a mostra destaca a meticulosa construção de vestimentas e assemblages do artista, que capturam a essência de cada energia divina. A ambientação cenográfica recria o ambiente de adoração, incorporando elementos como plantas e ervas. Além do impacto visual, a exposição visa difundir informação acerca dessa cultura, oferecendo um plano educativo com contação de histórias e visitas mediadas. Com a meta de atrair 30 mil visitantes, a mostra não apenas celebra a herança cultural dos orixás, trazida ao Brasil pelos povos escravizados, mas também busca engajar ao menos 300 pessoas em tais propostas educativas. Uma oportunidade única de explorar a rica mitologia iorubá por meio da expressão artística contemporânea.

Objetivos

Objetivo geral: Desenvolver a circulação da exposição "Orixás", individual de Eury Moreira no Centro Cultural dos Correios, na cidade do Rio de Janeiro. Objetivos específicos: 1- Realizar a exposição "Orixás" no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro. A exposição ficará disponível para visitação gratuita durante 1 mês e meio, aberta de terça a sábado; 2- Realizar uma apresentação musical no dia da abertura da exposição; 3- Realizar 8 contações de histórias dos orixás para 300 pessoas; 4- Atingir a marca de público de 30.000 visitantes; 5- Produzir o catálogo da exposição com distribuição gratuita.

Justificativa

O projeto visa a utilização da lei de incentivo à cultura pois enquadra-se no inciso VI, V e VIII do artigo 1º da lei 8313/1991, que sanciona a proteção das expressões culturais responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, a salvaguarda dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e o estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Também enquadra-se no inciso II e III do artigo 3º da lei 8313/1991, pois fomenta a produção artística e preserva e difunde o patrimônio cultural e histórico. Podemos citar, no âmbito da educação, a lei 10.639, de 2003, baseada na necessidade do ensino da história da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. Se hoje, após já alargarmos ligeiramente as discussões e vieses históricos, ainda é necessário avançar nos estudos e pesquisas decoloniais para ampliar as narrativas para o grande público, de uma forma acessível e democrática. Nesse sentido, o projeto almeja contribuir com a valorização da cultura negra brasileira resgatando a contribuição do povo negro na história do Brasil, indo de encontro com a lei 10.639 de 2003, citada acima. Sua temática versa a clarificação acerca da importância da cultura iorubá, tradicional cultura de origem nigeriana, na África Ocidental, que foi trazido ao Brasil pelos negros escravizados. Suas crenças em divindades oriundas das forças da natureza, nomeadas de orixás, demonstra a profunda conexão daqueles povos com o seu entorno, desenvolvendo seus costumes e preceitos acerca de uma relação de respeito com a natureza à sua volta. Com o processo de colonização, esses povos se viram obrigados a esquecer suas origens, sendo evangelizados. Assim, ocorreu o sincretismo dos orixás com os santos cristãos, visando a preservação da vida e dos costumes desses povos. Esse sincretismo está fortemente enraizado nos costumes brasileiros até hoje, desde atos como o uso de branco nas festividades do ano novo, o uso de plantas para fins espirituais, ou até mesmo, proteção da casa. O artista Eury Moreira conecta-se com esse saber secular ao representar tais forças da natureza em suas obras, seja com a delicada e detalhista construção de vestimentas, ou assemblages que representam os adês (indumentárias de cabeça) dos orixás. A exposição é composta por uma ambientação cenográfica, contando com o chão, plantas, mobiliário, e ervas que tentam recriar o ambiente de adoração desses deuses, a partir da dita cultura. Serão apresentados 15 orixás, a partir de suas vestimentas, assentamentos, e assemblages que representam cada energia. Além disso, a mostra contará com uma instalação em homenagem a Exu, o orixá mensageiro e guardião do panteão.

Estratégia de execução

As passagens aéreas previstas no projeto serão utilizadas da seguinte forma: Etapa de pré-produção - visita técnica 3 trechos: São Paulo - Rio de Janeiro 3 trechos: Rio de Janeiro - São Paulo Beneficiários: Artista, Coordenadora do projeto, produtora. Etapa de produção - montagem da exposição 4 trechos: São Paulo - Rio de Janeiro 4 trechos: Rio de Janeiro - São Paulo Beneficiários: Artista, Coordenadora do projeto, produtora e curadora. Etapa de produção - entrevistas com imprensa local 2 trechos: São Paulo - Rio de Janeiro 2 trechos: Rio de Janeiro - São Paulo Beneficiário: Artista Etapa de produção - desmontagem da exposição 3 trechos: São Paulo - Rio de Janeiro 3 trechos: Rio de Janeiro - São Paulo Beneficiários: Artista, Coordenadora do projeto, produtora

Especificação técnica

Exposição de artes visuais 2 meses de duração Cidade: Rio de Janeiro

Acessibilidade

Produto: Exposição Medidas de acessebilidade no aspecto arquitetônico: O Centro Cultural dos Correios está preparado para receber visitantes PcD. Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual: obras táteis, áudio-descrição da exposição, autocontraste na paleta de cores da exposição para facilitar a leitura dos textos por pessoas com baixa visão Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: intérpretes de libras nas oficinas educativas Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: a sonorização´e iluminação da exposição será controlada para que não afete pessoas sensíveis à ruídos ou fotosensíveis. Medida de acessibilidade atitudinal: Oficina para os funcionários da instituição, trazendo-os para o universo da cosmologia retratada e mitigando preconceitos religiosos. Os mediadores serão treinados para atender diferentes perfis de públicos. O texto curatorial será revisado a partir da premissa da linguagem facilitada para a compreensão de todas as pessoas, independetemente do grau de escolaridade. Produto: Catálogo Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência visual: áudiolivro que será disponibilizado por meio de QrCode na exposição e nas redes sociais do artista. Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: catálogo físico será diagramado de forma minimalista com viés pedagógico, com revisão de texto a partir da premissa da linguagem facilitada. Produto: Apresentação musical Medidas de acessebilidade no aspecto arquitetônico: O Centro Cultural dos Correios está preparado para receber visitantes PcD. Medida de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: intérpretes de libras.

Democratização do acesso

Todos os produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição da Instrução Normativa de 2024.

Ficha técnica

Vitória Pecora - proponente e coordenadora Graduanda em Marketing, e experiência em Filosofia, com ênfase na área de Estética e Teoria Crítica, possui oito anos de experiência no mercado de artes visuais. Atuou nas áreas de gestão, produção e comunicação da Pinacoteca de São Bernardo do Campo, OMA Galeria, e Ateliê Casa Sete, além de projetos institucionais, como no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, Caixa Cultural de Salvador, Museu de Arte do Rio de Janeiro e Centro Cultural dos Correios de São Paulo. Já produziu e coordenou mais de 100 exposições, eventos e projetos em equipamentos públicos e privados, e gerenciou a participação da OMA Galeria em mais de 10 feiras de arte contemporânea nacionais e internacionais. Eury Moreira - artista Nasceu no interior de São Paulo e tem 46 anos, autodidata nas artes, Eury é um artista que navega do barroco ao modernismo. Em 2005, o artista fez suas primeiras telas sobre a umbanda e expôs as obras na capital paulista. É fascinado pelo tema, por suas cores e influências de outras religiões como o catolicismo e espiritismo e ainda elementos da cultura africana e indígena. "Orixás” é sua primeira exposição individual, já com um sucesso de público de 22 mil visitantes no Memorial da América Latina. Eury possui obras em galerias de arte e de São Paulo, Rio de Janeiro e Los Angeles. Ana Carolina Ralston - curadora É pesquisadora e curadora de arte. É mestra em jornalismo cultural pela Columbia New York University na Espanha e pós-graduada em arte, crítica e curadoria pela PUC-SP. Atualmente, dedica-se à pesquisa sobre arte natureza e a relação entre o universo ambiental e tecnológico. Ralston organiza textos e projetos para instituições, entre elas Pavilhão da Bienal, MIS-SP, Centro Cultural Correios, MuBA, Praça das Artes e Biblioteca Mário de Andrade. Foi curadora adjunta do museu FAMA, onde assinou exposições de Louise Bourgeois, Arthur Bispo do Rosário entre outras. Também foi diretora artística da Galeria Kogan Amaro, com unidades em São Paulo e Zurique, onde apresentou dezenas de exposições, além de criar o núcleo de jovens artistas. Tatita Emrich Gomes - contadora de histórias É professora, artesã e contadora de histórias. É formada em Letras - Literatura pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e mestranda em Língua Portuguesa (na área de Ensino da Língua Portuguesa) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Tem formação complementar em Curso de Contação de Histórias pelo Instituto Rio de Histórias da ONG Viva e Deixe Viver (2017), na Oficina Contando Histórias para Bebês por Giovana Olivieri (2017) e no Curso livre de Teatro no Núcleo de Teatro da Ilha do Governador (2014 a 2018). Entre suas experiências destaca-se como contadora de Histórias dos Orixás em eventos particulares e culturais e em escolas municipais do Rio de Janeiro desde 2022. Ações de caráter educativo, que buscam combater a intolerância religiosa no meio escolar através da contação de histórias, apresentação da cultura e todas de conversa com os estudantes. Também éinfluenciadora digital no perfil @fiapodeouro, desde 2021, por meio do qual leva às redes sociais o debate sobre o preconceito religioso direcionado às religiões de matriz africana. Com viés educativo e não catequizador, o conteúdo visa desmistificar as informações falsas e/ou difamadoras sobre o aspecto religioso da cultura afrobrasileira. Atuou como recreadora infantil na Cáritas do Rio de Janeiro fazendo recreação e contações de histórias para crianças refugiadas (0 a 11 anos) assistidas pela Instituição do Terceiro Setor Cáritas RJ. (2017) e foi voluntátia na ONG Saúde Criança, também como contadora de histórias para pacientes pediátricos (02 a 11 anos) do Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto.(2018). Letícia Suárez Victor - produtora e pesquisadora É historiadora e museóloga (COREM 4R 429 II). É formada em História pela FFLCH-USP, com uma sólida formação acadêmica internacional, incluindo graduação sanduíche em História da Arte na Université Sorbonne - Paris IV. Possui mestrado em Museologia pela USP, com atuação em instituições como o Museu da Imigração do Estado de São Paulo e o Musée National de l'Histoire de l'Immigration de Paris. Sua experiência também se estende a projetos em diversos equipamentos culturais, incluindo o Museu do Ipiranga - SP, OMA Galeria e espaços independentes, como o Ateliê Casa Sete. Atuou como gestora de projetos na Nano Art Market. Desde 2020, é sócia da Paradoxa Cultural. Evandro Rius - Relações públicas trabalha com produção de eventos desde 2001, contribuiu para o sucesso de dezenas de peças de teatro, exposições , shows, festas em geral.Hoje além de continuar trabalhando nos eventos ainda faz a produção de elenco dentro da Tv Globo de programas de variedades. Sendo considerado um dos maiores nomes em RP no Rio de Janeiro e Brasil , sendo RP de shows da cantora Alcione e do espetáculos da cia Débora Colker Léo Marçal - Relações públicas Ele é “o dono do mailing mais concorrido do país” e “o novo nome do show business”. Não dá para falar de Carnaval carioca sem citar o empresário e relações-públicas. Tamanha expertise fica evidente em sua dedicação e agenda de trabalhos. Somente na Marquês de Sapucaí, ele é a mente à frente de dois camarotes: o Folia Tropical e o Quem. Vicente Negrão - Assessoria de Imprensa Desde 2010, atuamos criando conexões que garantam relevância dos nossos clientes, atuando na interseccão entre assessoria de imprensa, construção de imagem, gestão de mídia sociais e relações públicas, para ampliar a perfomance e os resultados na mídia e na consolidacão de relacões de benefício mútuo entre clientes e seus públicos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-05-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro